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Impacto! #106 – Uma anunciada renovação!

Parece que ares de renovação estão a convergir para a TNA e algo de novo está a acontecer. A TNA olhou para os talentos que tinha disponíveis, inclusive para aqueles que ainda não tinham qualquer uso e decidiu dar-lhes um personagem, uma história e uma função. Quem diria que em tão pouco tempo a TNA conseguisse gerar um interesse tão positivo com estas quatro novas caras: Ethan Carter III, Lei’D Tapa, Rockstar Spud e Samuel Shaw.

Nesta edição do Impacto! iremos olhar para quatro apostas recentes da TNA, que para já prometem ser quatro bons motivos para assistir ao Impact Wrestling.

Rockstar Spud

A mais recente aposta a ter já lugar no Impact Wrestling é o Rockstar Spud. O vencedor do TNA British Boot Camp esteve largos meses na Ohio Valley Wrestling – território de desenvolvimento da TNA e recebe finalmente a merecida atenção por parte da TNA. Spud surge com toda a presunção que um carregado sotaque britânico pode ter, como Chief of Staff (Chefe de Pessoal) e assistente pessoal da sua Rainha – Dixie Carter. Sim é verdade que o nome Rockstar está hoje a mais, mas na verdade estas gimmicks rockeiras nunca funcionaram para o meu gosto pessoal, nem com Jimmy Rave, nem com clássicos como os Rock’n’Roll Express. Não sei se esta nova face de Spud é uma criação dele ou da equipa criativa, mas seja quem for merece os meus elogios, porque não vejo ninguém melhor capaz de desempenhar o papel. Spud surge com toda a arrogância a dar o suporte necessário à família Carter, que parecem ser os únicos capazes de tolerar e até apreciar tamanha bajulação. A combinação Spud/Dixie Carter está a revelar bastante útil no ecrã e basta ver o segmento entre Sting e Spud, que apesar de caótico, teve claramente a intenção de mostrar que Dixie Carter pode muito bem já ter escolhido o seu campeão mundial, ao querer evitar que Sting dar algum incentivo a Kurt Angle.

Acredito que este Rockstar Spud pode não ser consensual, mas é inegável que a TNA fez muito bem em não lançar Spud para o meio de uma X Division que está muito longe sequer de ter uma direcção definida. Basta recordamos o TNA British Boot Camp para perceber que provavelmente Marty Scrull era um lutador mais capaz que Spud, mas foram as promos e a inteligência de Spud que lhe trouxe a vitória. Em vez de termos um lutador genérico perdido numa divisão agora esquecida, temos um lutador que não impressiona pelo físico, mas é extremamente rápido e ágil e que faz do seu carisma o ponto forte que o distingue. Neste momento, Spud e a TNA só têm a ganhar com a capacidade que este tem de irritar um santo, graças a uma confiança desmensurada e a um ego maior que ele próprio. Resta saber se no futuro, a TNA e Spud vão conseguir carregar todo este trabalho de bastidores para dentro do ringue com sucesso.

Samuel Shaw

De todos os nomes que vou falar hoje, o que temod menos informação é Sam Shaw ou devo dizer Samuel Shaw? Shaw surgiu na TNA como um dos vencedores do TNA Gut Check e que com isso ganhou a oportunidade de viajar e treinar na OVW. Entre essa vitória e a data de hoje Shaw combateu pouquíssimas vezes, mas confesso que me deixou satisfeito sobretudo com a prestação nos TNA One Night Only. O meu único e maior problema com Shaw é que a sua imagem parecia uma espécie de versão genérica de John Cena misturado com Kid Kash. Simplesmente não resultava. A surpresa veio há três semanas atrás quando num pequeno vídeo exibido durante o Impact Wrestling, Christy Hemme entrevista um renovado Samuel Shaw, que no final a convida para jantar.

http://youtu.be/QDXFta7PeBA

Neste curto segmento, o comportamento de Shaw foi algo metódico, algo sinistro, que como referi no Topo e Fundo me fez lembrar o genial American Psycho interpretado por Christian Bale, que basicamente é um eloquente homem de negócios e também um sádico Serial Killer. Quem não viu o filme recomendo e recomendo ainda mais continuar a acompanhar a construção desta gimmick, que já esta semana viu mais um segmento. Desta vez durante um jantar entre ele e Hemme, a apresentadora pede para ir à casa de banho e Shaw aproveita a sua ausência para deixar um aviso intimidante a um empregado.

http://youtu.be/W6kksFBZe94

Esta faceta mais negra de Shaw está a acentuar-se e resta saber se este consegue levar para o ringue e adaptar o seu estilo de luta a este imaginário que está a criar agora. Se funcionar pode muito bem ser das melhores coisas que a TNA já produziu.

Ethan Carter III

A TNA nos últimos anos tem tido alguma dificuldade em criar talentos com os quais o público se identifique e que queira acompanhar. Há muito que nomes da casa como Bobby Roode, James Storm, AJ Styles, Samoa Joe ou Austin Aries se consolidaram e apesar de ser consensual que a TNA precisa de começar hoje a preparar o futuro, para uma parte dos fãs era preocupante a falta de novas caras no roster. Ethan Carter III é um dos nomes que vem acalmar essa preocupação. Eu talvez seja dos poucos que apenas conhece EC3 por aquilo que está a fazer na TNA, mas consta que teve uma passagem interessante pela WWE NXT. Para aqueles que eventualmente pensarem “bem, lá está a TNA a ficar com o que os outros não querem”, eu apenas posso dizer que tenho pena de quem tem um pensamento tão fechado. O wrestling é um indústria e os lutadores podem e devem circular e procurar oportunidades, caso contrário, nunca ninguém chegaria às promoções de topo e todos os lutadores que algum dia pisassem o ringue de uma dessas promoções estaria condenado ao desemprego ou à reforma se fossem despedidos ou se simplesmente quisessem sair. Preconceitos à parte, EC3 é hoje uma nova cara na TNA. Aos 30 anos EC3 chega à TNA e apresenta-se como sobrinho de Dixie Carter e sob o lema “Because i’m a Carter, and the world needs us” ele teve uma estreia como há algum tempo a TNA não se preocupava em fazer. Primeiro começou com alguns vídeos onde se via a mensagem “Ethan is Coming” e mais tarde o próprio Ethan dava o corpo, mas sem revelar a sua identidade. Eventualmente, a poucas semanas do Bound For Glory, a TNA mostrou a identidade de EC3 e estrou-se no maior PPV do ano contra um desconhecido Norv Fernum. Desde ai, EC3 continuou a enfrentar adversários de qualidade muito discutível estando neste momento totalmente invicto, numa streak que deixa algumas dúvidas quanto à sua glória…

O termo 101 é familiar para os Norte-Americanos, tem origem nos meios universitários e significa que é uma disciplina de introdução. Por exemplo, uma cadeira de introdução a Matemática seria chamada de Matemática 101, ou seja, é apenas o mais básico. A construção de EC3 não tem nada de novo, mas a TNA está a usar uma fórmula que parecia ter esquecido. Apresentou-o como sobrinho de Dixie Carter – figura de autoridade e por estes dias muito mal amada – que o coloca em combates de dificuldade muito reduzida e EC3 contrói a partir dai a imagem de um tipo rico, mimada, que nasceu em berço de ouro e pouco tem de fazer para que as portas lhe sejam abertas…e pior que isto é que ele sabe que é assim e gosta. Esta é a forma clássica de construir uma estrela – envolvendo-o em squash matches, dando-lhe algum tempo no ringue e na televisão e lentamente colocando o foco nele, gerando no público interesse. Quantos lutadores não vimos a começar desta forma? Até recuando aos tempos dourados da WCW, foi exatamente desta forma que Goldberg começou, com uma vitória contra Hugh Morrus e a partir dai a WCW construiu uma série de vitórias consecutivas (umas mais fáceis que outras). Anos mais tarde, a TNA repetiu a fórmula com Samoa Joe. Claro, que a fórmula nem sempre funciona, nem me parece que EC3 tenha neste momento a mesma credibilidade que Joe e Goldberg tinham (muito por culpa de não estar a defrontar oponentes sérios), mas como eu já referi há algumas edições atrás é preciso ter paciência para vermos as histórias se desenvolverem e para já EC3 é igual a wrestling 101.

Lei’D Tapa

A TNA sofreu um enorme revés este ano na sua divisão feminina. Com Taryn Terrell e Madison Rayne grávidas a se retirarem temporariamente do ecrã e mais tarde com as saídas de Tara e Mickie James e com Brooke Tessmacher e Velvet Sky a assumirem papeis de managers (ou valets), as Knockouts ficaram reduzidas a Gail Kim e ODB. A 3 de Outubro, a TNA decidiu promover Lei’D Tapa ao roster principal. Tapa, filha de um nome importante da WWF – The Barbarian – tinha vencido um TNA Gut Check e estava na OVW a desenvolver as suas capacidades. O físico de Tapa levou a TNA a fazer a aposta óbvia e a promove-la como uma powerhouse. Depois de anunciar que o Monstro estava a chegar, Tapa estreou-se em Outubro, arrasando semana após semana as Knockouts que se atreveram a lhe retirar a atenção. No maior PPV do ano, Tapa surpreendeu toda a gente ao ajudar Gail Kim a reconquistar o Titulo da divisão feminina. A ideia de juntar Tapa a Gail Kim foi na altura surpreendente, mas correcta. Ninguém melhor que Kim para ajudar a estreante Tapa. Por outro lado, este Open Challenge lançado por Kim poderá abrir as portas a novas caras na divisão e isso significará também novas rivalidades para Kim e para a própria Tapa. De resto, Tapa tem sido competente no ringue e a TNA tem conseguido criar a imagem de uma lutadora destruidora. O Roberto Barros que segue como muita atenção as divisões femininas certamente poderá atestar as qualidades desta lutadora e na minha memória fica uma excelente feud entre ela e Trina na OVW e mais tarde aquele 4-way Ladder Match, que mostrou desde logo o potencial desta imponente lutadora. Se na OVW Tapa era chamada da mais dominante lutadora que aquela organização já viu, a TNA está a construir o caminho para que Tapa possa vir a ser das mais dominantes lutadoras da organização.

Para concluir esta edição do Impacto! saliento que cada Impact Wrestling está a ter um ritmo diferente e uma construção diferente. Tenho lido bastantes opiniões a referirem que isso era obra de Jeff Jarrett, mas tenho as minhas dúvidas que o crédito possa ir por inteiro para o fundador da TNA. Acredito que a TNA está a aprender com os erros e a fazer um esforço honesto para se focarem na marca TNA – na criação de uma identidade própria. Basta ver que há uma aposta nos nomes da casa, que há vontade em trazer novos rostos para a organização, caras que se orgulhem de vestir as cores da TNA e não estejam apenas a pensar em regressar ou dar ou salto para outro lado. Há igualmente uma intenção de tornar o produto mais genuíno e próximo dos fãs, por exemplo com a iniciativa #Impact365. Se a TNA tiver a paciência de reconstruir a sua base de fãs, assente nos seus próprios talentos e ideias, 2014 promete ser um ano muito bom para acompanhar a TNA.

Até ao próximo Impacto!

Sobre o Autor

- Colaborador do Wrestling.PT para os conteúdos da Total Nonstop Action!

14 Comentários

  1. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Jorge um bom tema.

    O roster da TNA necessita de “sangue novo”, não para substituir os wrestlers mais antigos ,mas sim para prepara-los para um dia serem a cara da companhia.De todos os exemplos, gosto muito do EC3, apesar de a construção dele não foi muito do meu agrado mas, agora vejo que foi bem feita e se por ventura o TV title voltar, ele, será um bom campeão no minha opinião.
    Tenho estado um bocado desiludido com o panoramna actual do wrestling e a TNA consegue mesmo assim ser a mais interessante(opinião pessoal).Prevejo um grande ano para a X-divison, pois com a adição de Xtreme, veremos mais qualidade e um roster mais completo para esta divisão.
    O roster feminino teve um revez…todos sabemos, mas é algo que não me preocupa, pois a TNA tem um produto diferente e, sabe perfeitamente onde esta o talento, se tiver que adicionar algum membro na KO division.

    Esta semana tenho visto alguns combates das promoções Japonesas e encontro muito talento, um pormenor que a TNA pode estar atenta.

    Parabéns Jorge

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Faltou mencionar a “maozinha” de Double J:

      Talvez Jorge…acredito que se Jarret começar(talvez já tenha começado), acredito que pelo menos os combates teram mais agressividade, mas será que a Spike TV aprova?O que achas?

      • Jorge Rebelo - há 3 anos

        André é uma pergunta excelente e exatamente por isso eu vou guardá-la para o próximo Perguntas e Respostas, até porque se juntarmos à questão toda a recente dinâmica de influência da Spike nos conteúdos da TNA temos pano para mangas…

      • MR Perfection André Santos - há 3 anos

        Exactamente Jorge

  2. JoãoRkNO - há 3 anos

    Tema bastante pertinente.

    Estou bastante interessado em ver os desenvolvimentos para o Spud e o Shaw, mais para o Shaw, aquela sua faceta poderá vir a resultar numa gimmick genial. O Spud tem um carisma invejável, e como disseste e muito bem, por vezes o físico não é o mais importante, e ele é a prova viva disso.

    EC3,EC3.. Bem, eu adoro a gimmick dele, mas acho que a história poderia ser melhor construída em relação a quem ele enfrenta. Isto de vê-lo a lutar “week after week” com jobbers autênticos não lhe fornece a credibilidade que ele precisa, mas também acredito que será um questão de tempo.

    A Lei´D Tapa tem tudo para se afirmar na divisão feminina. Sendo ela uma verdadeira powerhouse e estando a divisão com défice de divas, é, sem dúvida, uma excelente aposta, e tem uma package move bastante boa a meu ver.

  3. José Sousa - há 3 anos

    Grande Jorge!Também adoro o American Psycho, eu sou grande admirador do talento do Christian Bale como actor( Nunca mais vens American Hustle). E de facto o Sam Shaw fez-me lembrar isso, e ele tem me agradado muito nessas vignettes.

    Sobre os restantes a Tapa tem sido uma boa aliada para a Kim, e vejo ali potencial. O Spud tem sido priceless naquela personagem , e vejo ali muito potencial. O ECIII nota-se que é um investimento forte da TNA estou curioso para ver como resulta com um verdadeiro oponente.

  4. FranciscoAP - há 3 anos

    Excelente tema, Jorge.

    Quanto ao Spud, acho que já disseste tudo o que havia a dizer. Adoro a forma como ele transporta a personagem para o ringue, só por isso já vale a pena ver os combates dele. Concordo completamente quando dizes que foram as qualidades de representação e o seu carisma natural que lhe deram a vitória no BBC, até porque era eventualmente o elemento mais fraco in-ring visto que os outros 3 tinham a escola britânica toda. Vamos ver o que o futuro lhe reserva mas, para já, tenho gostado de o ver neste novo papel.

    Do Shaw só vi uma vignette e, sinceramente, fiquei muito impressionado com ele. Dos 3 ou 4 combates que cheguei a ver dele, nunca me passou pela cabeça que ele fosse capaz de ter sucesso com qualquer gimmick mais puxada. Fiquei mesmo muito surpreendido. Claro que não me esqueço que já o vi eliminar 2 gajos no ONO com um nada banal e super credível neckbreaker, mas isso são outras histórias…

    O EC3 está a ser uma boa surpresa. Já o conhecia da WWE e, de facto, há ali talento e potencial para evoluir. Tenho gostado de o ver nos seus combates contra pseudo-jobbers, acho que tem sido uma boa construção da personagem, apesar de achar que também é preciso começarem a avançar com a história. Tendo em conta o que já conheço dele, tem boas hipóteses de ser um bom midcarder.

    A Lei da Tampinha é que não me convence. Não gosto deste tipo de papéis em wrestlers femininas, acho que são excessivamente forçados. Além de que enquanto uma Awesome Kong depois no ringue cala qualquer crítico, já a Tampinhas tem de melhor bastante ainda. Qualquer das formas, a aposta nela e no Shaw é importante para ver se a TNA ainda aproveita alguma coisa do Gut Check.

    Resumindo, esta nova “fornada” de talentos está longe de ser um grupo que impressiona à primeira e nos faz crer que estão a uma oportunidade de ser campeões mundias mas, se forem bem trabalhados, acho que podem ser uma parte importante do futuro da TNA.

  5. Malco Canedo - há 3 anos

    Excelente artigo, dos nomes citados o que mais me impressiona é o EC3, e como em alguns comentários que vi em outros lugares, também acho que ele seria um bom Television Champion, até porque o Abyss não precisa mais do título, ele já superou o Devon em dias com o TV Title (o título está em hiato, mas o reinado do Abyss continuou, mesmo que o título não tenha aparecido na TV) e poderia perder o título para valorizar o EC3(de preferência após uma interferência da Bad Influence pra continuar a feud Park/Abyss Vs Bad Influence).

  6. don_ricardo_corlone - há 3 anos

    Eu tenho sempre um pé atrás no que diz respeito à TNA, principalmente do que se viu o ano passado. Depois der ver elementos sairem dos Aces and Eights porque deixavam o contrato terminar por esquecimento, vi um regresso em grande acabar em derrota e despedimento na mesma semana, vi um wrestler a quem foi dado um push gigantesco sair, vi dois lutadres de MMA a desaparecer do nada, vi a Mafia ser criada para acabar com os Aces, que a determinada altura se esqueceu disso e que depois lá se lembrou para que servia, se todo um roster feminino desaparecer, vi o Gut Check a mudar as regras duas vezes e no fim a não servir para nada, vi um X-Division mudar de regras de duas em duas semanas…Enfim, tenho estado sempre com um pé atrás.
    Sim, tem dado sinais positivos nestas duas semanas, como antes deu durante uns meses até estragar tudo. Mas enfim, veremos.
    Puxando a brasa à nossa sardinha, para o roster feminino deviam tentar a Shanna, no Gut Check por votos na net (que apareceu do nada sem ninguém perceber porquê), mostrou ter grande opularidade no mundo, afinal de contas concorreu taco a taco com um homem.

  7. danielLP21 - há 3 anos

    Excelente artigo Jorge.

    Tal como o Francisco, também é a Lei’D Tapa que me impressiona menos deste grupo de quatro lutadores. Não é horrível, mas ainda tem muito a melhorar. Tem tempo e pode ser que a companhia da Gail Kim lhe faça bem.

    O EC3 ainda tem que melhorar, a meu ver, as suas expressões faciais. Engraçado como, mesmo assim, estas conseguem fazer com que ele pareça um menino mimado. Quase uma criança… Tem futuro, e pode vir a ser um nome importante na TNA.

    O Samuel tem-me deixado bastante intrigado. Adorei os dois vídeos em que ele aparece com a Christy. Quem diria que aquele choninhas sem sal do “Gut Check” iria ter uma personagem minimamente interessante?

    Aquele que me enche mais as medidas, é o Rockstar Spud. Aquele sotaque, aquele ar arrogante… Enfim, perfeito! Não o vi a lutar no BBC, mas esta personagem já me conquistei. Aquele segmento com o Sting foi dos melhores do ano, até pelas expressões que este último utiliza.

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