Impacto! #131 – Conference Call com Abyss

Esta semana trago-vos uma edição especial do Impacto! onde irei apresentar os principais momentos da conferência de imprensa com a presença do Monstro Abyss! O Wrestling.PT é o representa Português no TNA Conference Call que todos os meses traz uma entrevista em exclusivo com lutadores da TNA.

Na Terça-feira dia 1 de Julho, o WPT voltou a ser convidado para o TNA Conference Call, uma iniciativa mensal onde vários órgãos de informação da Europa, Ásia e Oceania, são convidados a estar “presentes” por via de chamada telefónica e assim podem colocar algumas questões a alguns dos nomes mais importantes da TNA. Este mês, dada a proximidade ao TNA One Night Only gravado no Japão, foi Abyss a marcar presença.

Este evento tem uma duração aproximada de uma hora hora e durante esse tempo houve sempre diferentes orgãos de informação a colocar questões. No final ficou a impressão que esta terá sido talvez a melhor conference call até hoje, certamente aquela que teve mais participantes e mais perguntas. A ideia que fico do Abyss é que ele é verdadeiramente um tipo porreiro. É um homem de bom coração, humilde e que chega a ter uma visão pura ou ingénua de uma indústria altamente egocentrica. Depois deste evento fiquei a admirar o homem Christopher Parks por detrás de dois personagens marcantes: Abyss e Joseph Park. Se há alguém que veste a camisola da TNA hoje é ele. Ficam as perguntas Wrestling.PT:

Olá Chris. Em primeiro lugar deixa-me dizer que sou um fã do enorme trabalho que conseguiste fazer em criar duas personagens tão diferentes como o Abyss e o Joseph Park. Aqui entre nós deverias ser nomeado para um óscar. Tenho lido muitas noticias e todas muito positivas sobre os shows em Nova Iorque e sem querer estragar a surpresa a ninguém, o que podemos esperar para o futuro da TNA e do Abyss?

“Obrigado Jorge, muito obrigado mesmo. Da parte da TNA há tanta coisa a acontecer que é ótimo finalmente começarmos a sentir um bom ímpeto da nossa parte. Se recuarmos ao Slammiversary há duas ou três semanas atrás e olharmos para hoje, estão a acontecer coisas muito boas…estamos a gravar várias semanas de shows e isso tem sido cansativo para a equipa de produção e para os wrestlers, mas a equipa está a responder e sinto que somos hoje mesmo uma equipa. Como equipa todos estamos a trabalhar para que os fãs gostem do que temos para oferecer. De futuro vamos ver muita coisa este ano ainda, por exemplo, com o Bound For Glory que este ano penso que já sabes que será no Japão e isso diz muito da direcção que estamos a levar e é isso que vai acontecer, vamos continuar a crescer e a estabelecer a marca TNA a nível mundial. Sempre que temos oportunidade de levar este produto às pessoas como aconteceu em Nova Iorque, mostramos que podemos ter muito sucesso e vão poder ver muitas novidades até internacionais…em 2015 há a tour pelo Reino Unido, em Julho temos um grande anúncio para fazer sobre umas iniciativas no Reino Unido e há mais por revelar. Penso que o futuro é forte e vamos ter anos de 2014 e 2015 muito fortes.”

Tens feito algumas referências aos shows de Nova Iorque, deixa-me perguntar a tua opinião sobre gravar vários eventos com tanta antecedência. Pensas que pode prejudicar de alguma forma o produto ou é bom para ti como wrestler?

“É complicado não te vou mentir. É muito cansativo. Temos gravado cerca de 1 show e meio por noite, por isso temos 4 shows em 3 ou 4 dias. É muito difícil e stressante, mas é nessa altura que entra em jogo o fator equipa. Estamos lá todos para nos ajudar e apoiar. Penso que o modelo que referiste agora é o melhor e é para o bem de todos, pois permite que assentemos ideias e que voltemos a estabelecer o nosso nicho enquanto organização de wrestling. Uma coisa te posso garantir, fizemos 3 ou 4 dias de gravações e o produto que vais poder ver na televisão é incrível e o esforço dos lutadores e das knockouts foi fantástico, por isso sei que estamos no caminho certo.”

Fica aqui o resumo da Conference Call:

Sobre o estado atual da TNA:

“Eu descreveria como um tempo entusiasmante. Acabámos de gravar uma série de shows em Nova Iorque e estamos embalados, as coisas começam a ganhar forma e o plano que foi montado pelo Big (Jonh Gaburick) e pela Dixie começa a dar resultados. Penso que desde o Slammiversary que as coisas estão muito melhores. O Slammiversary foi excelente e teve um público muito bom. Os shows que fizemos agora em Nova Iorque foram incríveis, o público esteve fantástico e foi um esforço tremendo da equipa, dos rapazes, das knockouts, estiveram todos excelentes. Penso que estamos a encontrar o nosso nicho e as coisas estão muito positivas agora.”

Sobre o regresso do ringue de seis lados e as declarações de Austin Aries e EC3:

“Eu gosto, eu gosto da ideia. O ringue de seis lados existe quase desde o nascimento da TNA e faz parte da imagem. Eu passei muito tempo nesse ringue e tive grandes combates nele por isso talvez seja parcial, mas gosto. É algo que nos distingue, que nos faz diferente de tudo o resto e gosto de ver o ringue de volta. Não é que seja contra o que é tradicional, mas o ringue de seis lados ajuda a que nos apresentemos de forma diferente. (…) Mas este é um tema muito subjetivo. Há pessoas que gostam do ringue de seis lados e outras não. Penso que teria de dizer-lhe (Austin Aries) para dar uma oportunidade, dado que ele não trabalhou nesse tipo de ringue durante tanto tempo como no tradicional. Os shows de Nova Iorque acabaram de ser gravados e tanto o Aries como o EC3 tiveram grandes desempenho no ringue (de 6 lados), por isso é uma daquelas coisas que vamos nos habituar, mas certamente é impossível ter um consenso. O mais importante é que todos estão a tentar lutar pelo mesmo objetivo, seja em que ringue for. O resto é subjetivo, há quem vai gostar, há quem prefira o tradicional.”

Sobre as diferenças entre o ringue de seis lados e o ringue tradicional:

“Obviamente que uma das diferenças são os ângulos em que nos temos de mover. Estamos a combater num espaço com mais dois lados que o tradicional e isso corta alguns ângulos em que nos podíamos mover. Também os cantos do ringue são um pouco mais leves, mas o espaço é o mesmo. No geral é uma boa mudança, é algo que nos separa e nos faz diferente do resto. Há alguns pequenos obstáculos como disse, sobretudo nos ângulos que nos fazem ter de mover de forma diferente, mas é como andar de bicicleta, assim que nos habituamos torna-se muito fácil.”

Sobre Eric Young:

“Eu adoro o Eric e não me envergonho de o dizer, simplesmente adoro-o. Conheço o Eric há 14 ou 15 anos e lembro-me de ele vir para a TNA de carro. Ele vinha do Canadá para o estúdio a conduzir para gravar connosco. É um amigo e não encontrarás um melhor ser humano que ele, em parte alguma. Enquanto adversário ele é fantástico. Se entrares no ringue com ele é bom vires preparado e bem alimentado, porque ele vai dar a luta da tua vida. Ele faz as coisas com muita intensidade. Quando trabalhei com ele enquanto Joseph Park, foi hilariante. Nós éramos o estranho casal moderno. Foi muito divertido e adorei fazer todos os segmentos que fiz com ele. Enquanto Abyss, por exemplo na Escócia lutamos num Monster’s Ball e destruimo-nos durante 20 minutos…adorei ambas as situações, porque o Eric é um grande atleta e uma excelente pessoa.”

Sobre Jeff Hardy e Willow:

“Bem sobre o Willow, na verdade eu lembro-me de mim próprio quando o vejo e não só por causa da máscara, mas pela forma como ele leva a sua história, como ele pensa, aquilo que ele é, mas por baixo de tudo aquilo está o The Charismatic Enigma Jeff Hardy. É fantástico as duas personagens que o Jeff idealizou e não sei o que vai acontecer no futuro, mas gostava de continuar a ver o Willow e quero continuar a lutar com o Jeff.”

Sobre a criação do Joseph Park:

“Não tenho vergonha de dizer que no inicio estava com muito medo do que poderia acontecer. Eu nunca tinha feito um personagem como aquele. Eu sempre fui e sempre serei o Monstro Abyss, mas estou tão orgulhoso do resultado final que foi o Joseph Park. Houve muito trabalho e muito tempo dedicado a pensar nele e há muita gente que contribuiu para o construir, sobretudo o Dave Lagana e o Matt Conway que me ajudaram a moldar o personagem e que me apoiaram imenso. Adoro o personagem, penso que o Joseph Park era um tipo que toda a gente podia se identificar, era alguém muito terra-a-terra. Estou muito honrado e sinto-me abençoado pelos fãs terem gostado. (…) O Abyss é um personagem estabelecido. Há mais de uma década que o Abyss está na TNA e 10 anos é muito tempo, mas para um personagem forte e estabelecido, é difícil manter algo fresco ao fim de 10 anos. Eu sou sortudo por poder estar aqui e manter esse personagem por tanto tempo, quando a maioria dos tipos nesta indústria não o consegue. O Joseph Park foi uma forma de refrescar todo o conceito e mostrar algo diferente de mim e das minhas capacidades e a melhor parte foi poder afastar-me um pouco e mostrar melhor a minha versatilidade. (…)Se um dia voltaremos a ver o Park…quem sabe quando o meu irmão Joseph vai aparecer outra vez. Nunca digas nunca certo?”

Como foi lutar sem a máscara?

“Bem, foi diferente. A grande maioria da minha carreira de wrestling foi passada a lutar atrás de uma máscara, por isso poder lutar sem ela depois uma década…é diferente, é uma boa sensação, mas confesso que de início sentia-me estranho. Foi uma boa oportunidade para os fãs conhecerem algo diferente em mim, para eu mostrar o que sabia fazer e penso que o personagem era bastante atrativo, os fãs eram atraídos por ele. Penso de uma forma estranha a máscara também me ajudou-me, porque todas as expressões faciais (do Joseph Park) estavam lá mas nunca se viram e sem a máscara tive a oportunidade de me mostrar mais e mostrar essas expressões faciais.”

Sobre o significado da nova máscara:

“A máscara foi desenhada por mim e por um designer de Nova Iorque, que é um profissional muito diversificado e que já trabalhou em muito material usado, por exemplo, na Broadway. Por isso foi um esforço colaborativo. Sobre a mudança…eu estava a regressar enquanto Abyss e pensei que seria bom atualizar a imagem e queria mostrar a visão que eu tinha do Abyss. Por isso foi para refrescar e porque surgiu esta oportunidade de colaboração para fazer algo diferente.”

Sobre se gostava de ver algo diferente no Abyss:

“O Abyss já fez tanta coisa e já fizeram tanto a ele que é difícil pensar em novas direções. Gostava de continuar a levar o personagem em frente na história da TNA, pois ele já existe há tanto tempo e tem uma longevidade notável, que gostava que continuasse a existir. Isso é raro no wrestling. Gostava de ver o personagem a abrir-se mais, gostava que ele revelasse a sua mente inteligente e de liderança, algo que não aconteceu, mas que pode vir a acontecer no futuro. Além disso é mesmo continuar a dar bons combates e dar bons momentos aos fãs.”

Sobre o Bound For Glory se realizar em Tóquio, Japão:

“Penso que o que vai ser tão único em tudo isto é que o Bound For Glory é o nosso maior evento do ano, é o nosso maior PPV, para o qual nos preparamos durante grande parte do ano e desta vez vamos produzi-lo num dos maiores mercados mundiais de wrestling, perante fãs muito dedicados como os Japoneses e será certamente diferente. Eu posso estar enganado sobre isto, mas não conheço outra empresa que tenha produzido assim um evento tão importante no Japão para ser transmitido nos Estados Unidos. É algo único produzir algo fora dos Estados Unidos e levá-lo a todo o planeta e nem começamos ainda a aprofundar…Penso que os fãs Japoneses vão estar muito recetivos, é uma oportunidade única de mostrar o que o Impact Wrestling e a Wrestle-1 podem fazer em conjunto e penso que será incrível, até para a indústria.”

Sobre os melhores momentos na TNA:

“Primeiro eu estou há 12 anos na TNA. Estou aqui desde o primeiro dia, praticamente desde que as portas abriram. Tenho um orgulho imenso nisso, tenho um orgulho tremendo em fazer parte desta empresa desde o seu início. Tenho mais orgulho nisso que qualquer titulo que tenha ganho ou qualquer combate que tenha feito. Tenho orgulho nessa longevidade e tenho um milhão de pessoas a quem agradecer, é uma lista enorme de pessoas a quem estou grato por me permitirem continuar a estar aqui ao fim deste tempo. Quantos aos melhores momentos, assim de cabeça o que me lembro imediatamente são as conquistas de títulos, em especial o titulo mundial quando venci o Sting em 2007. Foi a única vez que ganhei esse titulo e contra alguém que respeito muito e que admiro. Lembro-me do Barbed Wired Massacre em 2005 contra o Sabu, que nunca esquecerei e foi um combate incrível. Novamente penso que fomos os primeiros a fazê-lo em PPV e ao vivo. Nunca tinha sido feito antes um combate sem cordas no ringue, apenas arame farpado. Hoje ainda tenho cicatrizes que não me deixem esquecer esse combate. Outros momentos…contra o AJ Styles no Lockdown em 2005 e talvez esse seja o meu combate preferido de sempre. Eu e o AJ lutámos tantas vezes, mas esse combate foi incrível, foi o main-event do Lockdown e terá sido combate a estabelecer-nos a ambos como main-eventers. Há tantos momentos e tantas pessoas que me lembro…Rhino, Christian e obviamente o Hulk…lutar ao lado dele contra o AJ e o Ric Flair, são momentos excelentes.”

Sobre a sua relação com Mick Foley:

“Ao longo dos anos sempre me aconselhei com outras pessoas e sempre procurei ouvir aqueles que eu admirava e ainda hoje o faço como fazia há 12 anos. Com o Mick não é diferente e nós tínhamos uma relação muito forte. Adorei trabalhar com ele em 2009 no BFG quando ele cá esteve.”

Sobre se gostaria de ver algum dos talentos da WWE a vir para a TNA?

“Os lutadores que foram recentemente dispensados eu não conheço muito bem. Tenho a certeza que serão muito talentosos e que vão aterrar de pé na indústria do wrestling, desde que queiram manter-se nesta indústria, claro. O único que tenho algum apreço especial é o Matt Sydal antes de ele ser Evan Bourne. Conheci-o quando ele ainda estava nos indys e depois na TNA, penso que poderia ser um lutador incrível para a X Division. Os restantes não conheço assim tão bem…”

Sobre quem gostaria de defrontar no BFG em Outubro:

“Apanharam-me nessa…não sei o que dizer, é uma pergunta difícil. O roster da TNA é muito diversificado e há alguns nomes que gostaria de enfrentar, mas estou pronto para qualquer coisa. Para dizer alguns…o Bully Ray é sempre um combate muito exigente e adorava lutar contra ele, mas também se olhar para os mais novos, eles são o futuro da TNA e são muito bons, os Ethan Carters do mundo, o Bram, o Magnus, os BroMans…há muitos que nunca lutei por serem novos na empresa, mas são incríveis. O principal é que estou pronto para o BFG seja contra quem for.”

Sobre como se prepara para um combate hardcore:

“Sempre disse que é preciso ter algum cuidado nas vitórias. A dúvida não é se nos magoamos, é quando é que nos magoamos, porque num combate hardcore vamos sair magoados. Se nos entregarmos por completo a um combate, por exemplo, num Monster’s Ball ninguém está a pensar se me vou magoar, todos pensam quando é que me vou magoar e se será grave. Esse é o meu maior problemas com os que se chamam de peritos e vêm dizer que o wrestling é falso. Tretas! As pessoas podem morrer no ringue e já aconteceu infelizmente…Ao entrar num ringue estamos a arriscar as nossas vidas, especialmente num combate hardcore em que não há muito mais a fazer a não ser aceitar que nos vamos magoar.”

Sobre o seu estado de saúde atual depois de todos os combates hardcore:

“Bem, boa pergunta…estou a senti-lo. O meu corpo sente-se. Luto desde 1995 e estou com a TNA desde 2002, por isso desde os últimos 12 anos na TNA que o meu estilo e a mentalidade do Abyss, me têm levado a muitos combates hardcore e isso tem causado muitas mossas no meu corpo, mas sinto-me bem, ainda me sinto bem. Eu tento manter-me em boa forma, especialmente sendo um tipo muito grande como sou e tento cuidar de mim, mas se falarem com qualquer pessoa que esteja nesta indústria há mais de 10 anos irão dizer-vos o mesmo, isto tem muitas consequências no teu corpo. Mas por agora sinto-me bem e sinto que terei pelo menos mais dois anos muito fortes pela frente e depois logo se vê. Quero continuar a contribuir seja de que forma for.”

Sobre se há algum spot que se arrepende de ter feito:

“bem há um…há só um, que talvez até o fizesse, mas que se voltasse a traz certamente iria pensar melhor se o deveria fazer ou não. Foi aquele momento contra a Team 3D no Bound For Glory em Chicago (2008) em que eles aplicaram-me um chokeslam da plataforma de entrada para uma mesa em chamas. Penso que foi em 2008 e isso magoou-me gravamente na altura. Eu fiquei com muitas nógoas negras nas costas, queimei as costas e os braços com alguma gravidade, fiquei com muita nódas negras e os médicos que me assistaram disseram que nunca tinham visto contusões com aquela gravidade, por isso foi muito intenso. Foi a minha lesão mais grave, ainda hoje a sinto e se calhar hoje teria de pensar melhor se faria ou não.”

Sobre o que o mantém motivado:

“O meu objetivo é continuar a contribuir e continuar a dar aos fãs grandes momentos, que os faça pensar que valeu a pena virem aos eventos. Há medida que estou a ficar mais velho, quero ajudar os talentos mais novos e temos excelentes talentos. O Bram esteve impecável nos shows de Nova Iorque e ele tem Estrela escrito sobre ele. Ele é absolutamente fantástico. O Ethan Carter é totalmente focado em ganhar e quer fazer as coisas bem. Ele é uma pessoa excelente para se estar. Os Wolves Davey e Eddie são uma equipa incrível…os BroMans, o Spud…estes tipos eu conheço há algum tempo, mas só agora estão connosco e não tive oportunidade ainda de trabalhar com eles, mas quero ajudá-los a serem melhores e a estabelecerem-se no roster. Por isso, quero continuar a lutar a muito bom nível, mas quero também ajudar os mais novos e se eles crescerem connosco, a organização cresce com eles.”

Sobre se voltará a defender o TV Title:

“Quem sabe…eu tenho o titulo orgulhosamente exposto junto com as memórias de wrestling e quem sabe se não voltarei a defendê-lo. O futuro dirá.”

Sobre se a TNA se manterá sedidada nos Estados Unidos:

“Nashville é onde estão os nossos escritórios. A sede é Nashville, mas não é ai que gravamos os programas. Já lá gravámos, mas depois passámos muito tempo em Orlando no estúdios da Universal e agora estamos a gravar em sítios diferentes, pensados de forma mais estratégica. Estivemos na Pensilvânia há uns dias, o Slammiversary foi em Dallas e gravámos em Nova Iorque esta semana. Penso que com o avançar do ano vão poder ver-nos a mexer…vamos andar muito e já em Agosto voltamos a Nova Iorque, o BFG será no Japão…penso que vale a pena continuar a ver.”

Sobre o Campeonato do Mundo de Futebol:

“Para quem não sabe o Bully Ray é um enorme adepto de futebol, algo fiquei a saber há pouco tempo. Ele percebe mesmo da modalidade e sabe imenso. Por alguma razão ele apoia a Itália. O Bram e o Magnus também estão sempre de olho no que está a acontecer. Eu vou ser honesto, eu também estou entusiasmado, mas não sou um grande fã de futebol, nem nunca fui. Eu cresci como uma criança americana cresce, a ver basebol e futebol americano. Mas agora tenho visto estas multidões a encher estádios e isso fez de mim um fã. Nas últimas semanas, tornei-me um fã. Gosto de ver tanto o público, como o jogo em si, porque os adeptos são incríveis e não ficam em nada atrás dos adeptos de futebol americano.”

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Até ao próximo Impacto!

Sobre o Autor

- Colaborador do Wrestling.PT para os conteúdos da Total Nonstop Action!

9 Comentários

  1. MR Perfection André Santos - há 2 anos

    Excelente contributo para o site jorge

  2. Alexandre Romano - há 2 anos

    Ótimas perguntas Jorge e grande trabalho! Uma boa conferencia adorei!

  3. JoãoRkNO ® - há 2 anos

    Parabéns para todo este trabalho , isto sim , ajuda-nos a conhecer de perto os wrestlers que mais gostamos . Um muito obrigado .

  4. Allweneedislove - há 2 anos

    Ótimo trabalho Jorge

  5. Penso que esse é o aspeto mais positivo deste evento para quem visita o WPT, não só podem ter a oportunidade de colocar algumas questões aos lutadores que dão forma a esta indústria como ficamos a conhecer um pouco das pessoas por detrás dos personagens.

  6. Obrigado, foi um evento excelente e de memória fiquei com a ideia que foi o mais prolongado. Desde já agradeço a todos os que deixaram as sugestões de perguntas para esta CC.

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