Impacto! #141 – Conference Call com Gunner e Samuel Shaw

The Modern Day Viking Gunner e o Creepy Bastard Samuel Shaw foram os protagonistas da mais recente TNA Conference Call. Esta semana trago-vos uma edição especial do Impacto! onde irei apresentar os principais momentos da conferência de imprensa com a presença destes dois wrestlers. O Wrestling.PT é o representante Português no TNA Conference Call que todos os meses traz uma entrevista em exclusivo com lutadores da TNA.

Na Quarta-feira, dia 3 de Setembro, o WPT voltou a ser convidado para o TNA Conference Call, uma iniciativa mensal onde vários órgãos de informação da Europa, Ásia e Oceania, são convidados a estar “presentes” por via de chamada telefónica e assim podem colocar algumas questões a alguns dos nomes mais importantes da TNA. Este mês, dada a proximidade a mais um TNA One Night Only, foram Gunner e Sam Shaw a marcar presença.

Este evento tem uma duração aproximada de uma hora hora e durante esse tempo houve sempre diferentes orgãos de informação a colocar questões. Sobre esta conferência talvez o dia e o facto de ter contado com a presença de dois atletas menos cotados do roster da TNA não suscitou muita participação. Aliás, houve bastante para ficar informalmente à conversa com Gunner e Shaw, dado que durante largos minutos não surgiram questões para ambos. Tanto o Gunner como o Shaw são tipos muito acessiveis e sempre simpáticos, mas nota-se que muito verdes ainda na forma como abordam algumas questões. Foi uma Conference Call muito interessante ainda assim. Ficam as perguntas Wrestling.PT:

Olá rapazes, a minha primeira pergunta vai para o Samuel Shaw e foge um pouco ao wrestling. Eu tenho visto muitos desenhos elaborados por ti através das redes sociais e tens muito talento. Queria perguntar o quanto estás dedicado à tua arte e se um dia já pensaste em integrar esse talento no wrestling da forma como, por exemplo, o Jeff Hardy o faz?

Samuel Shaw: “Muito obrigado pela pergunta. Eu desenho desde os meus dois anos de idade, segundo a minha mãe. Eu via wrestling nessa idade e quando o wrestling acaba eu ia ver o Batman ou super-homem e quando isso acabava eu queria mais. A minha mãe dava-me um papel e um lápis de cor e ela diz-me que adorava o que via, aquilo que eu conseguia representar no papel com os lápis e isso escalou até anos mais tarde e sempre foi algo que gravitei para isso. Para mim é também uma forma de aliviar o stress. Sempre mostrei a minha arte aos fãs e penso que é algo único à minha personagem também. Quanto a poder apresentar da mesma forma que o Jeff Hardy o faz…que se dane, claro que quero vender a minha arte, claro que quero que seja tão conhecida como arte do Jeff Hardy, quero a minha arte nas t-shirts, quero vender posters, quero vender todo o tipo de merchandising com aquilo que faço, esse é o objectivo final e espero que tenha respondido à questão.”

Para o Gunner, eu gosto bastante do nome Modern Day Viking e penso que tem potencial para ser uma gimmick muito boa, mas não me parece que quer a TNA, quer tu próprio tenham realmente investido neste nome junto dos fãs. Será que vamos ver uma gimmick Modern Day Viking a ser mais contruída e desenvolvida no futuro?

“Boa questão. Isso é algo que a equipa criativa me abordou acerca de usar o nome Modern Day Viking e penso que o nome e a direcção tem a ver com o meu passado militar e eles viram que podia adequar-se, algo que respeitosamente discordo. Para mim um viking é um guerreiro, nós estudamos os vikings e eles estão sempre em batalha, sempre a lutar por aquilo que querem, aquilo que precisam e simplesmente conquistam tudo. No meu caso, estive nos marines e nós somos os guerreiros do EUA, somos sempre os primeiros a entrar e os últimos a sair no toca a cenários de guerra. É diferente, mas o nome é algo que ainda uso no meu equipamento, é algo que quero ver ser promovido e penso que os fãs gostaram do nome, por isso é algo que gostava de continuar a ver ser construído.”

 Uma pergunta para ambos, vocês são o que podemos chamar de «underdogs» no sentido que começaram as vossas carreiras na TNA em papéis muito modestos, mas aos poucos foram crescendo até terem um destaque muito importante no Impact Wrestling. Gostava de saber como veem as vossas carreiras na TNA até hoje?

Shaw: “É muito interessante no que diz respeito ao Gunner e a mim. Eu fiz alguns tryouts com a TNA até ao final de 2008 e vi o Gunner a fazer de segurança com outro tipo para o Jeff Jarrett, quando este andava com a sua gimmick MMA e uns anos mais tarde, aqui estamos nós, eu e o Gunner, estamos aqui e estamos a receber uma oportunidade. Só mostra que o trabalho compensa e que obviamente alguém viu alguma especial em nós. Estar nesta posição é uma bênção. Trabalhamos imenso para o conseguir e não vamos desapontar, não vamos falhar.”

Gunner: “Ambos lutámos por estes lugares, mostramos que queríamos estar ali desde o primeiro dia. O Sam fez a mesma coisa que eu. Eu viaja desde a Carolina do Norte até lá (Flórida) só para sermos seguranças e na verdade eu gastava mais dinheiro do que aquele que ganhava, mas era uma oportunidade de pôr o meu pé na porta. Hoje estou muito feliz com a oportunidade que nos deram. De certeza que se estamos aqui é porque viram que temos muito talento e veem potencial até porque recentemente renovamos contrato. Dito isto, eles têm fé no que pudemos fazer e tenho recebido muitas oportunidade desde estar lá com o Hulk Hogan ou de trabalhar com tipos como o AJ Styles, Sting, Kurt Angle e estes tipos confiaram em mim para o fazer. No ano passado em Manchester, Inglaterra eu tive o meu primeiro main-event e foi dito que estivem bem, eu o Magnus estivemos muito bem. Penso que há hoje talentos novos como eu e o Sam, mas também o EC3 e podia dizer mais, como o Bram ou o Magnus que vão controlar as coisas e que um dia seremos todos nós a carregar o show assim que os mais veteranos saírem. O Impact deu-nos uma boa oportunidade e penso que nós conseguimos cumprir.”

Uma última questão rápida e já que falaram do Impact Wrestling e do futuro da TNA, têm havido muitos rumores sobre as negociações entre a TNA e a Spike TV e gostava de ouvir a vossa opinião sobre o assunto.

Shaw: “Sabes, no que toca ao acordo com a Spike TV eu e o Gunner vamos continuar a trabalhar arduamente para garantir que o Impact Wrestling é um show sólido. Quanto à Spike TV sei que temos um acordo até ao fim do ano e depois não sei…eu gostava de ficar na Spike, penso que a Spike vê a direcção que a TNA está a seguir, penso que eles gostam do que veem, mas se vamos estar na Spike em 2015, não sabemos…nós vamos para lá, trabalhamos duro e damos o nosso melhor. Não sei mais sobre o assunto. (…) Vamos estar num canal que nos use como devemos ser usados e a Dixie Carter vai procurar uma solução que nos coloque nesse lugar, qualquer que seja. Vamos ver o que vem ai em 2015, mas nada vai mudar na minha ética de trabalho ou na do Gunner.”

Gunner: “A Spike tem sido boa para nós. Sei que renovaram até ao final do ano e mudaram agora o Impact para as Quartas-feiras o que parece que não prejudicou as audiências. Com o novo ano a chegar iremos chegar a acordo com a Spike ou então será algo diferente, mas não tenho que me preocupar com isso, porque as coisas acabam sempre por ser solucionadas e tenho fé no nosso produto e na Dixie Carter. Se eu não acreditasse não estava a trabalhar para a TNA. Agradeço à Dixie a oportunidade que nos deus e por acreditar em nós. Penso que ela vai fazer o melhor para a organização que afinal é dela.”

Fica aqui o resumo da Conference Call:

Sobre se preferem lutar como adversários ou parceiros:

Gunner: “Penso que quando a chega a momentos como este TNA World Cup…bem eu e o Shaw somos amigos, mas quando estamos a falar de ser campeão mundial, ou de receber um title shot, ou de ganhar um torneio como este World Cup temos de pôr a amizade de lado e ir à luta. Já o vi acontecer nos meus 33 anos a ver wrestling. Penso que o Samuel concorda comigo, quando temos a oportunidade temos de elevar a fasquia, pegar na bola e correr e fazer o melhor e  sei que ele fará a mesma coisa, pois somos profissionais. Penso que o Sam sabe que como equipa ele pode confiar em mim e se estivermos em lados opostos nós vamos fazer o nosso trabalho e no fim acabamos por apertar as mãos e pedir desculpa por aquele gancho esquerdo.”

Sobre terem mais oportunidades com a saída de nomes sonantes da TNA:

Gunner: “Eu quando comecei tinha um personagem muito insignificante. É claro que as pessoas sabiam que o Gunner fazia parte do roster, mas levou tempo para me darem a oportunidade para mostrar que conseguia fazer as coisas por mim e as coisas foram acontecendo, lutei sozinho, lutei em tag-team com o Murphy e meses depois tornei-me parceiro do James Storm, mas todo esse caminho deu-me tempo para ir ganhando experiência. Tive de aprender a não reclamar tanto, a ser um homem, melhorei o meu físico, melhorei no ringue e a parceria com o James Storm deixou que as pessoas me vissem de outra forma.  O que a TNA me deixou fazer é ser eu mesmo e no ringue sou eu próprio com algumas coisas amplificadas. (…) Eles deixam-me pegar no meu passado militar e usar isso naquilo que faço.”

Shaw: “Eu quero continuar a empurrar os limites, quero pôr-me em situações que outras pessoas não se sentiriam confortáveis. Estou pronto para tudo e desde que as pessoas falem e que queiram ver o creepy bastard, que queiram ver o Samuel Shaw eu estou pronto para qualquer coisa.”

Sobre o formato dos PPVs TNA One Night Only

Gunner: “É uma questão de sabermos que temos de entregar um produto que os fãs gostem, mas é difícil às vezes, porque podemos ter de lutar em tag-team com alguém que na verdade estamos a competir contra ele, mas tentamos manter a storyline como se fosse o Impact Wrestling. Eu vou para lá e faço o que faço sempre. É muito difícil quando é gravado com muitos meses de antecedência, mas penso que tentamos manter a mesma história em relação ao que se vê na TV e acredito que os fãs vão comparar com as storylines actuais e quem escreve sabe isso e tenta se manter fiel ao que está a acontecer na televisão.”

Sobre a mudança no formato do TNA World Cup:

Gunner: “Penso que este ano as equipas são mais fortes que no ano passado. Não sei dizer porque mudaram as estipulações, não posso falar nisso. Mas tipos como o Angle, Bobby Roode, eu e o Samuel, acredito que tornam este torneio mais forte que o ano passado e os fãs vão gostar.”

Sobre a mudança para o ringue de seis lados:

Shaw: “Bem por acaso eu e o Gunner discutismos bastante esse tema. Posso dizer que é do nosso conhecimento que alguns wrestlers ficaram bastante preocupados com a mudança para o ringue de seis lados, mas não diria assustados. São os nossos corpos que estão em jogo e não tivemos uma palavra a dizer sobre essa mudança, mas posso dizer que depois de experimentar estar no ringue de seis lados há bastante mais espaço para lutar e é um ambiente muito confortável para se trabalhar e permite termos muitas ideias novas para melhorar o que fazemos. Eu gosto do ringue de seis lados e penso que o Gunner também concorda.”

Gunner: “Sim concordo, quando comecei a trabalhar na TNA em 2009 como segurança já tinha experimentado um pouco e é um ringue muito mais duro por causa de como é construído, mas há muito mais espaço para trabalhar e na realidade tomam conta de nós. O que importa é o que os fãs querem e o ringue de seis lados era algo muito popular, muito diferente e os fãs adaptaram-se a isso e à nossa X Division e agora voltou, temos de nos adaptar. Na verdade eu estava de pé atrás com essa mudança, mas depois de experimentar é verdade que temos mais espaço e é muito diferente. Estou feliz com isso.”

Shaw: “Há muita gente que diz que é uma forma de nos diferenciar da concorrência e concordo. Penso que se alguém estiver a mudar de canal e passe por nós vai ver e ficará certamente intrigado com o que está a ver, pois é diferente e pode ajudar a que fiquem e vejam o produto.”

Sobre a mudança para Nova Iorque:

Gunner: “Bem eu penso que causou uma mudança boa no produto. A TNA esteve em Orlando não sei quanto tempo…e o público parecia que já tinha visto tudo. Sem querer tirar nada ao público de lá, mas em Orlando era difícil apresentar algo novo. Em Nova Iorque senti que estavam lá os fãs hardcore da TNA, eles reagem a tudo o que mostramos e querem ver mais, o que torna o nosso trabalho muito mais fácil. Nós ainda trabalhamos no duro, como fazemos em qualquer lado, mas estou muito ansioso por continuar a trabalhar no Manhattan Center.”

Shaw: “O Gunner e eu trabalhamos na Impact Zone desde 2008 ou 2009 e o público habitou-se a ver o produto todas as semanas. Penso que muitas pessoas ao terem acesso aos shows todas as semanas, pensavam que se não fossem numa semana poderiam ir lá na seguinte e torna-se um ciclo vicioso nesse sentido, porque havia sempre um show de wrestling todas as semanas. Então sair de lá e ir a Nova Iorque onde os fãs imploravam por ver wrestling e produzir um show nesse ambiente foi muito positivo e cumprimos com sucesso.”

Sobre se poderão formar uma tag-team permanente:

Gunner: “Honestamente eu ajudei o Sam ao longo deste caminho e ele também me ensinou algumas coisas. Ele tem sido um excelente parceiro até agora e quando alguém se junta em equipa claro que queremos ter sucesso. Quando eu me juntei ao James Storm, o nosso objetivo máximo era sermos campeões de tag-team. O Sam há-de concordar que com ele podemos ter o mesmo objetivo. (…) Quanto a nomes ainda não pensámos em nada. O Sam tem um óptimo bigode, eu vou deixar a crescer a barba novamente e talvez consigamos qualquer coisa com base nisso. (…) No futuro queremos ser campeões de tag-team.”

Shaw: “Sim, eu finalmente eu passei pela puberdade e consegui deixar crescer um bigode e estou a trabalhar numa barbicha, mas nunca será tão porreira como a do Gunner, estilo Modern Day Viking, mas vamos ver.”

Sobre o estado da divisão de tag-team:

Gunner: “Em alguns aspectos da maneira como eu vejo, o wrestling de tag-team parece ter morrido. Nos anos 80 e 90 tinhamos os The Rockers, os Midnight Express, os Brainbusters e estas eram equipas, não eram apenas dois tipos juntos, eram uma equipa verdadeira. Na TNA vemos que tanto há equipas como os The Wolves, como eu e o James Storm, que fazemos moves que são de equipa e usam o ringue da forma como um um heel ou face deve usar e isso mostra que são uma equipa e a TNA ainda tem isso, ao contrário de muitas outras organizações.”

Sobre o personagem Creepy Bastard de Samuel Shaw:

Shaw: “Tem tudo a haver com a apresentação. Da forma como eu vejo, assim que ganhei o Gutcheck a TNA usou-me algumas vezes…eu nasci a fazer skate e surf, todo o tipo de coisas normais e não tinha um personagem na altura. Eu tentava ser uma parte de mim próprio e apresentava isso sempre que ia para o ringue, mas não tinha uma direcção, não havia muito mais que isso para o Sam Shaw, ou seja, eu não apresentava nada que as pessoas pudessem apoiar. Agora quando vou para o ringue ouço dizerem que sou creepy bastard e ao menos já tenho a atenção deles.”

Sobre o uso das redes socias:

Shaw: “Boa pergunta…Sinto que com o avanço da tecnologia e com as redes sociais a ganharem tanta importância nas nossas vidas, gosto da ideia de que os fãs podem ter acesso a nós de uma forma mais pessoal. Ao mesmo tempo, não quero que os fãs estejam presentes em todos os momentos da minha vida. Quero apresentar quem é o Samuel Shaw de acordo com o que a TNA quer que seja. O que faço é adicionar pequenas coisas que mostram mais sobre quem é o personagem Samuel Shaw.”

Sobre o trabalho de Gunner com James Storm:

Gunner: “A TNA deu-me a oportunidade de aumentar a qualidade do que estava a fazer e fizemos um série longa de combates, penso que ao longo de mais de 5 meses, em que lutávamos até à exaustão e isso inclui os house shows que a maioria dos fãs não viram. Com o James enquanto tag-team aprendi como trabalhar no ringue, ele sabia sempre onde estar, o que fazer e como ganhar. Ele foi campeão de tag-team muitas vezes e quando comecei a lutar como singles eu já sabia quem ele era, como se movia, como trabalhava e penso que o conhecia melhor do que conhecia a mim própria. Ele é duro, é um amigo e ensinou-me a lutar melhor e quando o enfrentei foi um massacre. Como tag-team ele ensinou muito, ele conhece esta indústria e cresci muito com ele, tanto como tag-team, como lutador de singulares.”

Sobre o TNA Gut Check:

Shaw: “Obviamente que para mim foi uma bênção, pois deu-me uma janela para mostrar às pessoas o que consigo fazer, deu-me uma apresentação…melhor. Claro que tinha que melhorar algumas coisas, mas deu-me essa oportunidade, a mim e a muitos outros, até a tipos que pensavam que podiam ser pro wrestlers e assim que se viram debaixo das luzes, com as câmaras a funcionar simplesmente falharam. Esta indústria não é para todos. Quando as câmaras começam a gravar e o público grita é melhor ires lá e fazeres aquilo que pensas que sabes fazer na escola de wrestling ou no circuito independente. Penso que para mim, eu estava preparado para mostrar que não era só um wrestler independente. Adorei o Gut Check e espero que volte. (…) Penso que programas com este conceito como o British Bootcamp ou o WWE Tough Enough ajudam o público a perceber todas as barreiras e exigências a quem um wrestler está sujeito para construir a sua carreira. Vi pessoas que são fãs casuais de wrestling ou que não assistem a wrestling, que quando veem shows deste tipo respeitam o wrestling e quem sabe se não se ganham mais fãs. Estes são grandes conceitos.”

Sobre a estreia de Chris Melendez:

Gunner: “Dar uma oportunidade deste a ele é fantástico. Ele foi para a guerra, ele perdeu a perna onde podia ter perdido a vida e voltou para casa…eu aprendi a trabalhar no projecto wounded warriors que muitos dos soldados que voltam para casa trazem perturbações e perdem o controlo das suas vidas e pode levar ao suicídio. O Melendez é um excelente modelo, perdeu a perna, voltou para casa, podia facilmente ter ficado sem grandes planos de vida e podia ter sido trágico, mas ele decidiu seguir os seus sonhos. Agora ele tem uma família, está na televisão e é um modelo para muita gente. Penso que ele pode ser um excelente embaixador no que toca a falar com os militares e com pessoas que querem atingir os seus sonhos, com as crianças…é fantástico.”

Shaw: “Eu estive na 3D Academy a ser treinado pelo Bully Ray e pelo Devon e o Melendez também. Eu sai da academia mais ou menos na altura em que ele entrou, mas ouvi falar dele e sei que eles lá não eram nada brandos com ele, por isso ele está preparado. A juntar a isto, o Devon organizou o ano passado um evento solidário para angariar fundos para uma mulher que tinha cancro e o Chris Melendez esteve no card desse show. Tivemos cerca de 1000 fãs lá e fiquei espantado pelo seu desempenho e ele soube criar uma ligação com os fãs que os levou à loucura. Eles adoraram o Chris e eu pensei na altura que estava ali alguém que pode fazer algo especial e ainda bem que ele está no roster.”

Video da Semana

James Storm deixa um aviso…

Até ao próximo Impacto!

Sobre o Autor

- Colaborador do Wrestling.PT para os conteúdos da Total Nonstop Action!

6 Comentários

  1. JoãoRkNO ® - há 3 anos

    Excelente trabalho Jorge . Pessoalmente , se há personagem que quero ver a avançar é a do Shaw , mas também seria interessante uma Tag entre estes dois . Algo trabalhado seria ótimo .

    • Obrigado pelo comentário João.

      Penso que tanto o Shaw como o Gunner têm valor para conseguirem carreiras interessantes a solo. Não os vejo como uma tag-team legitimas, mas esta parceria temporário pode ser interessante se ajudar na construção (sobretudo) do Shaw. Veremos.

      Ainda assim, sublinho a ideia que acabei por perguntar ao Gunner…a gimmick Modern Day Viking é algo que infelizmente a TNA ainda não explorou e podia funcionar, se a TNA apresentasse o Gunner como uma espécie de guerreiro voltado até para alguns combates mais hardcore…se conseguissem construir esse lado sangrento e quase imbativel do Gunner, poderiamos ter um candidato ao titulo mundial.

      • JoãoRkNO ® - há 3 anos

        Acho que a longo prazo eles irão fazer isso . Neste momento temos bastantes feud´s interessantes e não creio que eles queiram alguma coisa em concreto neste momento para algum dos dois .

  2. FranciscoAP - há 3 anos

    Gostei da entrevista, principalmente por termos tido um Shaw fora da personagem. Só foi pena que não tenham explorado mais o tema de como ele se preparou para a personagem, até porque foi algo que muitas pessoas aqui estavam a perguntar.

    • Eu não fiz essa pergunta, porque me pareceu tão óbvia que espera que outros a acabassem por fazer. Para a próxima não conto com o “ovo no cú da galinha”.

  3. DeVille - há 3 anos

    Ótimo trabalho, Jorge. Essa foi bem mais proveitosa do que a última com o Bully. Valeu, Jorge!

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