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Impacto! #94 – Regresso a Casa?

Confesso que há dias mais simples que outros para falar da TNA, sobretudo em semanas que somos bombardeados com noticias e rumores, semanas como esta que falam de finais de contrato de AJ Styles, Hulk Hogan, Mickie James e Ken Anderson, enquanto se vislumbra um regresso de Jeff Jarrett à gestão do Impact Wrestling e quando pensamos que não há mais poeira para se levantar lá surge uma noticia sobre o regresso da TNA a uma arena permanente e o fim do Impact Wrestling na estrada.

Antes de prosseguir para o tema principal que é um possivel regresso da TNA a uma arena permanente, vou apenas referir algumas ideias que me fizeram reflectir esta semana.

Começo por Hulk Hogan. Houve um visitante do WPT que comentou o seguinte às declarações de Chris Jericho sobre o estado da TNA: “Até que enfim alguém diz uma grande verdade,realmente o Sting podia ter mais, mas agora o Bischoff e o Hogan não deviam estar lá.Lembro-me perfeitamente quando o Bischoff na WWE, quem não se lembra quando o Kane se desmascarou, essa foi das melhores segments que aconteceu. Mas já não o mesmo do Hogan, ele na WWE era muito diferente e depois aquela musica irrita muito, mas prontos, eu gostava de ver o Hogan na WWE outra vez ou Bischoff ahahah Team Bischoff vs Team McMahon iria ser um grande combate nas Survivor Series ou na Wrestlemania tipo o vencedor ganhava o controlo da WWE”. Este é exatamente o tipo de discurso que eu não compreendo. Porque razão é que alguns fãs são tão rápidos a criticar veteranos que passem pela TNA, mas adorem a ideia de os ver na WWE? Não encontro nenhum argumento para justificar isto e a verdade é que isto aconteeu com o Booker T, com o Nash, com o RVD, com o Flair e estes não foram os primeiros e não serão os últimos.

Simplesmente ultrapassa a minha compreensão a facilidade com que alguém estando na TNA é incompetente e passando para a WWE é uma lenda. Este visitante que escreveu este comentário, ainda por cima pretende ver o Hogan regressar à WWE para fazer exatamente o mesmo tipo de história que ele sempre fez na WCW e sempre fez na TNA, mas que segundo ele será fantástico na WWE hoje. Se me ajudarem a perceber agradeço.

Em relação ao Hogan, eu compreendo e apoio todas as criticas na forma como a TNA o utiliza. O Hogan não pode, nem deve ser uma figura central, o que infelizmente é um erro recorrente na TNA, que ano após ano insiste em usar a dinâmica Hogan-Sting como principal storyline. Eu critico ainda mais a TNA quando alguém na contabilidade decidiu olhar para as contas e acionar o alarme para avisar que a organização está a gastar mais do que ganha. Ora neste cenário, nunca a TNA pode manter o acordo (que se não estou em erro é de cerca de 3 a 5 milhões de dólares por 3 anos contrato, com viagens e estadia pagas e ainda uma verba substancial pelas vendas de merchandising). Este ordenado milionário é insuportável hoje para a TNA e aliás é necessária uma reflexão muito seria sobre a mais-valia que Hogan representa para a TNA. Mesmo que eu como fã, se a TNA viesse a Portugal, claro que gostaria de ver o Hogan (e acredito que esta ideia é assim para qualquer fã de wrestling), contudo não se justifica que a TNA confie quase cegamente nas suas ideias (que aliás já provaram não mudar nada no produto da TNA) e ainda o coloque activamente na televisão e o tente vender como uma figura a temer, quando ele já não pode voltar aos ringues. Desta forma, espero que a TNA reduza (e muito!) o salário do Hogan, inclusive negociando com ele um número mais reduzido de aparições em shows, ou caso contrário, defendo a sua saída.

Segundo caso que quero abordar – Mickie James e Mr. Anderson. O que eu vou dizer vale para ambos. Estes dois nomes estão a fazer um trabalho muito bom na TNA. No caso da Mickie tem sido o melhor desde que ela está na TNA e no caso do Anderson este segurou um grupo totalmente jogado ao desinteresse. Basta assistir ao excelente combate entre Bully Ray e Anderson no último No Surrender para pereber o quanto Anderson foi importante para ressuscitar os Aces and 8s (pelo menos mais umas semanas). Não sei onde a TNA tinha o Anderson guardado este tempo todo, mas o que ele fez no Impact Wrestling é brilhante. Dito isto, tenha pena se eles saírem da TNA, mas acredito que ambas as partes estão a negociar, usando os trunfos que têm. Neste aspecto, a TNA conegue alguma alavancagem ao ter praticamente a certeza que a idade de ambos (bem acima dos 30 anos) trava o interesse da WWE nestes nomes e como tal, fortalece a margem de negociação da TNA. Veremos o desfecho das negociações.

Por último, é interessante como a TNA tem sido muito rápida e a não aceitar renovações de contratos com lutadores que têm o “carimbo” de outras organizações e que não aceitam baixar os seus vencimentos (como Devon, Tara, Matt Morgan, RVD, etc) e já renovaram com nomes da casa como Bobby Roode, Magnus e Joe (todos eles com melhorias no contrato). Será que a TNA está a perceber que vale a pena criar os seus próprios atletas?

Vamos então ao que interessa e vou-me focar na recente noticia que aponta a um possível regresso da TNA a um local permanente para gravação/exibição do Impact Wrestling. Durante anos, o público pediu para a TNA sair da Impact Zone – um estúdio de som com capacidade para 1900 pessoas localizado no parque temático da Universal Studios em Orlando, Flórida. Eu sou um dos que defendeu essa ideia, sobretudo porque a Impact Zone atraia o mesmo tipo de público todas as semanas – turistas com pouco conhecimento da TNA e sequer de wrestling. Além disso, as recentes tours no Reino Unido mostraram que a TNA tem uma “cara nova” quando está diante de um público diferente em arenas diferentes. As possibilidade de marketing local também eram outro atrativo e se juntarmos a isto, o facto de termos o Impact Wrestling em directo, então a TNA subia claramente o nível da sua produção.

A TNA foi para a estrada em Março, com o plano de produzir dois shows no mesmo evento – um transmitido em directo e outro gravado e transmitido na semana seguinte. As primeiras semanas foram excelentes – a TNA bateu records de bilheteira, o público estava entusiasmado e com as arenas lotadas a TNA parecia ter tomado a decisão certa. Infelizmente, com o passar das semanas, o número de pessoas a assistir estagnou e até diminuiu em alguns casos (um deles surpreendente – em Tampa Bay, terra natal de Hogan, a TNA falhou redondamente o objectivo de esgotar a lotação).

Vamos a contas. Produzir um show em directo e ainda para mais na estrada foi um aumento brutal de despesa para a TNA, que envolve transportes, acomodação, montagem, produção e muitos mais pormenores de logística. As receitas de bilheteira aumentaram, mas talvez não ao ponto que a TNA gostaria, as audiência televisivas não se alteraram e mesmo como o aumento das vendas de merchandising, a TNA está claramente a fazer um ajuste nas suas despesas – sintomas que está a gastar mais do que está a ganhar.

Além das renegociações de contrato, parece haver uma intenção da TNA em voltar a um local fixo, reduzindo todas as despesas de logística. Se isso acontecer há três cidades em vista: Orlando, Las Vegas e Nova Iorque. Eu não conheço os EUA e por isso vou ter de me basear naquilo que vou lendo nos diferentes sites internacionais. Orlando é uma localização que todos conhecemos e a TNA deveria fugir de lá. Parece-me que Las Vegas é um local demasiado turístico. A WCW produziu lá alguns shows (mas tanto quanto me lembro nunca de forma regular). É aquele tipo de local, que têm demasiadas atracções e é bem capaz de atrair o típico fã “à lá Impact Zone”, ou seja, entram para ver algo que não sabem o que é. Nova Iorque parece-me bem mais interessante. Foi durante muitos anos a casa da WWE, foi igualmente a casa da ECW e tanto quanto leio, os fãs Nova-iorquinos são entusiastas da modalidade. A cidade em si é gigante e recebe muito turismo, o que à partida dá à TNA um público-alvo muito alargado.

Não posso deixar de sentir que este é um passo atrás para a TNA, na minha opnião fruto de alguma precipitação. Leio que a TNA tem levado o Impact Wrestling a cidades sem tradições no wrestling, o que é um erro flagrante e talvez mostre que não houve estudos de mercado. Também me parece que a TNA não pesquisou as melhores arenas para começar – actualmente o Impact Wrestling vai para o ar em espaços com 10 a 15 mil lugares, quando a TNA deveria ter começado por espaços pequenos (até 5 mil). Há uma frase famosa que diz “só erra quem arrisca”, mas eu para mim é importante acrescentar que os erros só valem alguma coisa, se aprendermos com eles. Será que a TNA aprendeu com os seus?

Claramente, seja qual for a decisão da TNA, algo vai mudar. A TNA não consegue estar na estrada, em directo, com o actual roster e em arenas maiores. Seja procurar gravar mais shows, produzir em arenas mais pequenas ou encontrar uma nova Impact Zone, as coisas vão mudar em breve na TNA e o mais positivo nisto é que estamos perante uma organização que prefere prevenir a arriscar e acabar por falir. A história mostra que quem não tem cuida das suas finanças, acaba por não aguentar e hoje numa indústria cada vez mais monopolizada, a TNA tem que agir com muita precaução. Seja qual for a decisão, espero que a TNA estude as diferentes hipóteses e seja ambiciosa, mas que o faça com um plano a longo-prazo.

Até ao próximo Impacto!

Sobre o Autor

- Colaborador do Wrestling.PT para os conteúdos da Total Nonstop Action!

16 Comentários

  1. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Jorge o tema foi mais fácil para ti, conforme escreves no inicio.

    Bem…mais um tema delicado…ou não, pensando bem é bem fácil dar uma opinião, no meu caso.
    O possível retorno da TNA a um recinto fixo e, digo isto depois de ter apoiado a decisão de terem ido para estrada, a decisão mais certa e a cidade de N.Y, é claramente a mais óbvia.

    Como grande critico do publico, agora percebo o porquê de alguma plateias, estarem a “dormir”, escolhendo locais onde o wrestling não é muito seguido…má decisão TNA!

    A utilização de Hogan tem vindo a ser mais escassa, muito porque ele demonstra estar completamente fora do projeto TNA.Vejamos os botchs que comete, a este nivél é inpensavél…tamos a falar do maior icon do wrestling.

    A renovação e reestruturação do roster a meu ver esta a ser bem feita, saiu a Mickie…ok vai ser uma grande perda…mas a vida continua, existem novos talentos a poderem vir para o roster,pena a TNA não ter abrido os olhos e ter trazido a Santana Garret!!!Agora no NXT

    O comentário do fá…bem há pouco a dizer, muitas vezes os comentários são feitos por fazer e leva a barbaridades como esta.

    Excelente artigo Jorge, continuo a dizer que não há razão para alarme, pior era se a TNA visse os problemas e agrava-se com mais loucuras, a contensão é resultado de uma boa gestão.

  2. Jorge Rebelo - há 3 anos

    André tocas ai num ponto muito importante que eu não referi em relação ao Hogan – os botches. De facto não é aceitável que o Hogan por tantas vezes se engane no que tem paa dizer ou falhe os “timings” em que deveria falar. Infelizmente não é o único e não foi o primeiro a ter este desmazelo. Mas o que é grave é que a TNA compactua com isto, como aceita que o Taz e o Tenay estejam a ver a NFL durante o Impact Wrestling, como aceita que a Christy Hemme chame Daniels e Kazarian ao Bobby Roode e ao Austin Aries.

    Por vezes são os pormenores que fazem a diferença e se a direcção da TNA não tratar o seu produto com o profisionalismo e o cuidado que deve ter é dificil que outros sintam que também o devem fazer.

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Essa não sabia Jorge, verem NFL durante o Impact…

      Compreendo que caras conhecidas levam mais gente às arenas, mas os vícios dos mais antigos cria com certeza mau estar no roster.

      • Jorge Rebelo - há 3 anos

        E não fica por ai, nós vemos os combates do Bobby Roode, Austin Aries, AJ Styles ou do Samoa Joe e estes tipos dão sempres bons espectáculos. Quando viamos por exemplo o estilo desleixado do Matt Morgan ou a atitude “não quero saber, não me apetece” do RVD ou os “combates” que o Hogan e o Flair chegaram a fazer, tenho de perguntar quem deve liderar…

      • MR Perfection André Santos - há 3 anos

        Ora nem mais, isto é fácil de resolver, não estas a 100% em espírito então não estás bem.
        A liderança tem que parir não de uma figura “icon”, mas podia perfeitamente ser por exemplo o Jeff Jarret.
        Sei que não acompanhas o “outro”produto, mas RVD parece que anda todo dopado…com grandes exibições!

      • Jorge Rebelo - há 3 anos

        Custa a acreditar…

  3. FranciscoAP - há 3 anos

    Como disse já noutro lado, acho que depois de um ano a levar a TNA a mais pessoas, faz sentido fazer uma pausa e voltar a ficar permanentemente num sítio a recolher os lucros disso. Até porque assim a TNA poderá eventualmente voltar a ter os PPV’s num formato mais próximo do antigo, visto que o aspecto financeiro foi o que esteve por trás da mudança (independentemente do que a Dixie disse, até porque o argumento das melhor preparação das histórias não se verificou). Ou seja, este “regresso a casa” aparenta ser a solução ideal para a TNA.

    O problema é que é uma solução forçada e vamos ver até que ponto a TNA consegue aproveitar-se da situação, independentemente de ter sido algo planeado ou não. A TNA tem-se dado mal quando improvisa (situação pós-Slammiversary da X-Division, mudança radical do AJ, etc) mas vamos ver o que acontece…

    Bom artigo, Jorge.

    • Jorge Rebelo - há 3 anos

      Não é nenhum drama esta decisão da TNA, mas confesso estar algo desiludido, pois não consigo deixar de pensar que é novamente um passo atrás. O que espero é que a TNA se decidir realmente regressar a uma espécie de Impact Zone ou de Asylum que escolha bem a sua nova casa, ou seja, que faça alguns estudos de mercado antes de tomar a decisão.

      • FranciscoAP - há 3 anos

        Penso que é um passo para trás na perspectiva que não foi algo que a TNA queria inicialmente fazer, ou seja, foi (mais) um erro de gestão/planeamento da TNA… Contudo, vendo as coisas de um modo mais prático, o resultado até pode correr bem para os lados da empresa. A questão é o que a TNA vai fazer agora e, sinceramente, acho que escolher um sítio como Las Vegas é dar um tiro no pé. É um sítio ainda pior que um parque de diversões e eu pensava que não era possível tal coisa. Vamos ver até que ponto a TNA usa a “cabecinha”…

      • Jorge Rebelo - há 3 anos

        Li hoje uma noticia a referir que Las Vegas estava excluida das hipóteses. Eu vou colocar para publicação.

  4. danielLP21 - há 3 anos

    Excelente artigo Jorge. Muito bom mesmo.

    Em relação ao teu primeiro ponto, concordo. Eu não vou dizer que não estou satisfeito com as actuações do RVD na WWE, porque estou. Porém, não é por ser a WWE. Ele é que está mesmo a mostrar mais. Para mim – e isto é uma opinião pessoal – ele não mostrou, na TNA, o profissionalismo que devia ter mostrado. Afinal de contas, podia ter feito muito mais por uma companhia que lhe permitiu fazer o que mais gosta ( a seguir à erva) com um horário leve, e volta para a WWE tendo grandes actuações… Está mais rápido, mais leve, melhor fisicamente… O pior é que a TNA deixa que alguns lutadores/ personalidades se desleixem, parece que têm medo de os castigar… Como já disse numa notícia, sem profissionalismo, a TNA não chega lá, por mais que tenham AJ’s, AA’s, Magnus, Roode’s, etc…

    • Jorge Rebelo - há 3 anos

      Realmente custa a acreditar nesses desempenhos do RVD, de qualquer forma acertaste na muche quando referes que a TNA não pode ser tão branda com quem não corresponde. Apesar da TNA permitir uma série de regalias, facilidades no horário e um ambiente familiar, há quem simplesmente não consiga trabalhar sem sentir o chicote nas costas. Talvez a forma como a TNA lide com uma série de elementos mais…relaxados…tenha de mudar para que percebam que à vontade, não é à vontadinha e que que têm que suar tanto ou mais como se estivessem noutra casa, noutra promoção.

      • akujy - há 3 anos

        Desculpa lá, mas quem conhece o RVD sabe bem que o que custa a acreditar é que os desempenhos dele na TNA tenham sido tão fracos. Se só vês a TNA é normal que penses o contrário, mas não vamos fazer dos lutadores vilões. Se a TNA faz má gestão e os deixa relaxarem de mais, a responsabilidade é mesmo da companhia. Por muito bom wrestling que a TNA apresente, o facto é que sempre lhes faltou ter na liderança alguém que perceba de wrestling e que ao mesmo tempo saiba equilibrar a vertente financeira. Falem mal do Vinne Mac quanto quiserem (como eu tantas vezes faço) mas o homem sabe gerir um negócio. E tantas vezes o criticamos por se preocupar mais em fazer dinheiro, mas foi assim que foi sobrevivendo e prosperando. Faz bons produtos (nem sempre, porque toda a companhia tem momentos de estagnação)frequentemente, mas mesmo quando não os faz, consegue sempre fazer quanto chegue para manter os cifrões a rolar. Que mais se pode querer?

        Wrestling.pt has been randomly been part-time Pipe Bombed! You’re Welcome!

        E já agora, há que congratular o trabalho do Jorge, que continua a ser um dos poucos especialistas de TNA a analisar a situação da companhia e a escrever sobre o tema da TNA. É sempre bom ver alguém a fazer este tipo de análises sobre a TNA, até porque gosto de ver ambas as companhias e por isso gosto também de ler sobre a TNA e procuro sempre o maximo de informaçao possivel. Continua o bom trabalho, Jorge.

      • akujy - há 3 anos

        incluí um been a mais na minha “catchphrase”. My Bad. Carry on, my good men and women of the portuguese. IWC. I will show myself out for now! xD akujy has left the building.

  5. Eduardo - há 3 anos

    “que se não estou em erro é de cerca de 3 a 5 milhões de dólares por 3 anos contrato, com viagens e estadia pagas e ainda uma verba substancial pelas vendas de merchandising” Eu soube que era de 8 milhões.

    Eu fico na torcida pra tudo da certo e que a TNA não perca o Mr. Anderson esse cara é puro ouro no microfone e seria uma pena se ele saísse, sobre a James acho que ela vai se dedica a musica, e essa seria uma boa hora pra TNA fazer parceria com a SHIMMER por exemplo, pra salvas as KO’s.

    Se a TNA volta a ter um local fixo eu não fico chateado ou desapontado pq as vezes precisamos da um passo pra trás pra da 2 pra frente sobre o local espero que seja em Chicago, me baseando pela WWE a crowd dessa região é muito boa, mas se não rola Nova York é outra excelente opção essas duas são melhores dos Estados Unidos.

  6. Roberto Barros - há 3 anos

    Parabéns pelo artigo Jorge, prometa que eles escolham um bom sitio, o ideal seria New York, por ser turístico e pela cidade gostar de Wrestlers, eu acho que a ideia do Eduardo seria muito boa, de ter um tipo de contrato com a Shimmer, mas mesmo assim gostaria de ver a mickie continuar na TNA.

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