Long Horn Peep Show #30 – The Novelty Act

Para comemorar a terceira dezena de edições do vosso espaço favorito, queria deixar uma marca simbólica deste número redondo e, para isso, nada melhor do que uma novidade. É a pensar em vós e, claro, no melhor para o sucesso deste artigo semanal que vos apresento um novo conceito.

Como sabem, o Long Horn Peep Show sai todas as sextas-feiras pelo muito simples motivo de ser o dia que mais me convém para escrever. Mas, como em tudo na vida, também tem um lado mau. Esse lado mau passa pelas sextas-feiras que antecedem os PPV’s, nas quais vocês, prezados leitores, estão naturalmente mais interessados em ler antevisões ou informarem-se quanto ao próximo PPV, até para aumentar a vossa própria ansiedade em relação ao mesmo.

Desta forma, o interesse (leia-se, o número de visitantes e de comentários) à volta deste espaço cai exatamente nessas sextas-feiras que antecedem PPV’s da WWE, como é hoje o caso. Precisamente como forma de juntar o útil ao agradável surge a seguinte ideia, que tem como objetivo atrair o máximo de interesse possível à volta deste espaço, para além de reduzir a existência de temas algo estranhos, que parece constituir até data (segundo opinião generalizada dos leitores) o calcanhar de Aquiles do Long Horn Peep Show.

Este novo conceito teve como fonte de inspiração a seguinte frase proferida por Miz:

“You will do what you always do: you will choke. See, you have reached your sealing.  You have maxed out at sixty percent, but I’m at a hundred. I’m the superstar, you’re the novelty act!”

Prefiro não revelar quando e a quem foram dirigidas estas palavras (os mais curiosos vão pesquisar), para não estereotipar ou dar uma errada imagem à priori do que pretendo atingir para este tipo de artigos. Assim, esta é altura ideal para vos apresentar a ideia que consiste em analisar lutadores que passaram pela WWE e não se conseguiram afirmar como main-eventers, tentando decifrar os motivos pelos quais não chegaram ao topo quando aparentemente tinham tudo para o atingir.

Para dissipar eventuais dúvidas, defini que o ponto de referência para um lutador se qualificar como possível objeto de estudo nestes artigos é nunca ter conquistado um título mundial na WWE. O primeiro “The Novelty Act” (atribuindo um novo significado à sigla TNA) é dedicado, curiosamente, a um lutador que agora trabalha para a TNA e que acaba de renovar o seu contrato com a companhia, embora antes de se juntar à mesma tenha dado nas vistas “no outro lado”. Refiro-me, em concreto, a Mr. Kennedy.

Mr. Kennedy fez a sua estreia na WWE no dia 25 de Agosto de 2005, derrotando Funaki no SmackDown (depois de já ter combatido durante uns meses no Velocity), quando tinha na altura 29 anos de idade. No seu primeiro PPV (No Mercy, 9 de Outubro de 2005) enfrentou e derrotou Hardcore Holly dando continuidade à sua onda de vitórias desde a estreia, tendo anteriormente já derrotado Rey Mysterio e Booker T.

Este lutador apresentou-se como convencido e egocêntrico, fazendo a sua própria apresentação antes dos combates, na qual repetia o seu nome, característica pela qual viria a ficar conhecido no mundo do wrestling. Por curiosidade, a escolha do nome Kennedy em detrimento do nome Anderson muito gasto e a repetição do nome Kennedy no final de cada apresentação, foi uma ideia encorajada por Paul Heyman.

Só em Novembro Mr. Kennedy viria a ser derrotado e apenas por DQ, graças às artimanhas de um tal de Eddie Guerrero, que acabaria por ser o último combate da vida do Latino Heat. Pior notícia do que essa derrota foi a lesão que sofreu no mês seguinte, que afastou Mr. Kennedy dos ringues durante meio ano.

O seu primeiro título surgiu no dia 1 de Setembro de 2006, vencendo um Triple Threat Match pelo United States Shampionship contra Bobby Lashley e Finlay, título que viria a perder para Chris Benoit. Depois de rivalizar com Undertaker, Mr. Kennedy venceria um torneio Beat The Clock que lhe garantiu o seu primeiro combate pelo World Heavyweight Championship e do qual viria a sair derrotado contra Batista.

Contudo, Mr. Kennedy parecia estar destinado a triunfar e foi em 2007 que se tornou no Mr. Money In The Bank, que então lhe garantia uma oportunidade por qualquer título da WWE, a qualquer altura. Incrivelmente, Mr. Kennedy viria mais tarde a tornar-se no primeiro e, até à data, único vencedor do contrato MITB a não fazer o cash-in, uma vez que viria a perder a mala para Edge, que tinha sido o primeiro a defender a mala como se de um título se tratasse.

Seguiu-se nova lesão que durou 3 meses e um regresso para a outra marca (Raw), na qual teve envolvido numa rivalidade pelo Intercontinental Championship, que nunca chegou a conquistar. As coisas teimavam em correr mal e devido ao uso de esteroides, Kennedy foi suspenso durante 30 dias. Depois desse período obscuro, a maior rivalidade em que esteve envolvido foi com Shawn Michaels, na qual conseguiu sair por cima por algumas ocasiões, conquistando vitórias contra um dos melhores lutadores da história.

Kennedy esteve ainda envolvido na realização de um filme, sendo que viria a deslocar o seu ombro num combate contra Shelton Benjamim num house-show, que ocorreu poucos dias depois do seu regresso à ação (23 de Julho de 2008). Surgiu um novo período de ausência que terminou com a sua aparição para promover o seu filme (“Behind Enemy Lines”) no final de Novembro.

O seu regresso efetivo aconteceu no dia 25 de Maio de 2009, em larga escala, tendo anunciado como objetivo a conquista do WWE Championship que pertencia a Randy Orton. A verdade é que apenas cinco dias depois deste regresso, Kennedy viria a ser despedido por supostamente se ter voltado a lesionar, desta feita no pulso. Dois dias após o despedimento, Kennedy viria a publicar um vídeo na sua página do Facebook, no qual brincava e agitava com os pulsos, evidenciando que não tinha sofrido qualquer lesão.

Observando as suas características enquanto wrestler, Kennedy tem como sua maior valência as suas mic-skills. Com microfone na mão é capaz de captar a atenção do mais sonolento dos espetadores, não só pelo que diz (sem erros), mas pela forma como o diz. Saber exatamente quando pode falar mais rápido ou mais devagar e conjugar isso com o aumento ou diminuição do tom de voz não é nada fácil e é algo que lhe sai com tremenda naturalidade e perfeição.

Isto, como se precisasse do microfone para chamar a atenção. A sua gimmick fazia isso por ele: desde a sua entrada com um tema eletrizante, passando pelo seu estilo de luta, até à sua enorme e estranha tatuagem nas costas. Não foi por acaso que o Wrestling Observer Newsletter a considerou a Gimmick do Ano em 2005.

O seu look era também uma vantagem que sabia aproveitar durante cada uma das suas apresentações, com expressões faciais que alimentavam da melhor forma o seu character e que se viriam a confirmar como mais uma qualidade (atuar), que lhe garantiria uma aventura cinematográfica.

Fosse a sua irreverente maneira de estar, o seu caminhar como “I own the place” ou o seu mascar de chiclete, ninguém lhe ficava indiferente (ao contrário do que sucede hoje em dia com lutadores como Curtis Axel) e essa constituía a “prova dos nove” do quanto carismático Mr. Kennedy era e das reações que conseguia obter enquanto heel.

Para além destes aspetos que inevitavelmente o tornavam num grande entertainer, também possuía todas as caraterísticas de um grande performer… Pelo menos, aparentemente. Dono de um aspeto físico invejável, Kennedy possuía uma boa envergadura (tronco largo) e uma agilidade de movimentos que tornavam interessantes de acompanhar os combates nos quais competia. Manobras que variavam desde o Mic Check, passando por um Standing Green Bay Plunge, até uma manobra aérea como a Kenton Bomb, a sua versatilidade enquanto atleta foi convenientemente aproveitada.

No entanto, as aparências iludem. O que ao comum dos espetadores pode parecer se tratar de apenas mais um lutador bem-parecido que luta transparecendo a imagem que tem a mania que é o maior, para quem está lá dentro pode muito bem ser um lutador que executa as manobras sem segurança.

Chegamos assim ao primeiro fator que levou ao falhanço de Mr. Kennedy: a falta de segurança com que combatia. Esta insegurança proporcionava não só ao seu próprio corpo uma maior probabilidade de sofrer lesões, como colocava igualmente em risco todos os que lutavam consigo.

A ironia é enorme quando este fator se alinha a outro que Kennedy igualmente possui: propensão a lesões. Conforme constataram no resumo do seu percurso pela WWE, o que não faltaram foram paragens, a maioria delas devido a lesões. Lesões que acontecem a todos que colocam o corpo em risco todas as semanas e executam o seu trabalho com o máximo de segurança possível, mas que naturalmente acontecem ainda mais a quem é desleixado dentro do ringue.

Por mais sarcástico que pareça, o terceiro fator para o insucesso de Kennedy não deixa de ser uma consequência do primeiro: ganhar inimigos no balneário. Algo que pode levar a lutadores se irem queixar aos oficias da WWE de um dado lutador que cria um ambiente inseguro de trabalho e com o qual se recusam a trabalhar. Pelo que foi relatado, desde que subiu ao plantel principal da WWE em Outubro de 2005, que Mr. Kennedy foi ganhando heat no balneário.

Ao que parece, tudo começou num combate Tag Team de Mr. Kennedy e Randy Orton (e Bob Orton) contra Eddie Guerrero e Batista, no qual a dada altura Kennedy deveria pontapear Eddie na barriga. Em vez disso, o pontapé foi dirigido ao queixo de Eddie, que após o combate se demonstrou furioso e insultado aos oficiais da WWE pela ação de Kennedy. Surgiram ainda mais dois casos polémicos que o envolveram num combate contra Finlay e noutro contra Matt Hardy.

Um dos incidentes que mais deu nas vistas foi durante um combate entre Kennedy e Umaga contra DX, onde supostamente Kennedy cometeu um erro grave. Como consequência disso, Michaels e Triple H tiveram uma “longa conversa” com Kennedy sobre o sucedido, tendo Triple H a partir desse momento começado a fazer piadas sempre que surgia o seu nome em reuniões.

Tudo isto viria a culminar na noite do seu regresso ao Raw em 2009, na qual fez parte do main event do espetáculo (5 vs 5 Tag Team). O que nos foi dito resume-se numa suposta lesão de Kennedy num pulso à custa do RKO que sofreu de Orton nesse combate. Na verdade, o que sucedeu foi um Back Suplex mal executado por Kennedy em Randy (com o problema que todos sabemos nos seus ombros), que motivou uma conversa no final do combate entre os dois, na qual Orton terá calmamente explicado os princípios básicos para lutar com segurança.

A WWE, como qualquer outra companhia, não gostou da experiência de colocar em risco um dos seus maiores talentos do presente e futuro, em virtude da eventual afirmação de outro e optou pelo despedimento. Neste caso, ninguém está inocente, porque colocar Mr. Kennedy no main event para seu combate de regresso em tanto tempo, só pode ser uma situação de mau booking que iria fazer sobressair a falta de ritmo do lutador.

Em contraste com estes fatores nos quais Kennedy tem, pelo menos, alguma culpa em cada um deles, o mesmo não se verifica no próximo fator: a WWE desistiu da aposta em Kennedy. E este é talvez o fator mais crucial deles todos. Constatemos, tudo ocorreu em 2007 na altura em que Mr. Kennedy estava em ascensão meteórica e tinha derrotado dez ex-Campeões Mundiais num curto período de tempo. Seguiu-se a maior vitória da sua carreira na WWE e o primeiro passo rumo ao estatuto de main-eventer: Money In The Bank.

Porém, devido a um tríceps rasgado, a mala acabou por ser passada para Edge, já que Kennedy iria ficar mais de meio ano lesionado. O que se veio mais tarde a descobrir é que a lesão não era tão grave do que o previsto (apenas rompeu parcialmente) e, no máximo, dois meses teriam curado essa lesão. Quem se ficou a rir nisto tudo foi Edge, que aproveitou para juntar mais um Título Mundial à sua coleção.

Este afastamento do topo também se deveu, segundo as palavras de “Mr. Anderson”, a Triple H ter interferido na opinião de Vince McMahon afirmando que Kennedy não tinha o que era preciso para subir ao estatuto de main-eventer, o que despoletou uma série de mudanças que Kennedy foi obrigado a fazer ao seu character.

Posteriormente, Kennedy sofreria o período de suspensão devido ao uso de esteroides, algo que refutou ter culpa quando tudo aparentemente se deveu aos medicamentos receitados pelo seu médico, conforme relatou numa entrevista:

How was I supposed to know my doctor’s a quack? I was injured and had a legitimate reason. I tore my lat in 2005. I had surgery, went home and had a staph infection that I almost died from. I lost about 45 pounds in about three days. I had a legitimate medical reason for having it, however my name turned up on that list. Vince and the company’s hands were tied. They had to suspend me.

Assim se conta a história de um lutador que esteve muito perto de chegar ao topo e acabou despedido, como se de mais um vulgar wrestler se tratasse. A WWE consegue ser muito cruel e injusta, mas Kennedy não está certamente isento de culpas no cartório. Independentemente de quem ficou mais a perder com este despedimento, o que se sabe é que aquando do seu momento alto na WWE, Mr. Kennedy foi considerado pelo Pro Wrestling Illustrated como o 21º dos 500 melhores lutadores de 2007 e atualmente já conta com dois reinados como World Heavyweight Champion na TNA.

Em suma, só a equipa criativa da WWE sabe o quanto um main-eventer consolidado, com versatilidade para desempenhar todo o tipo de papéis, lhes dava jeito. Aqui pelo Long Horn Peep Show, sabemos o quanto Mr. Kennedy poderia ter dado à WWE e se ele nunca se tornou Campeão Mundial, foi simplesmente porque não o deixaram… E não teve sorte. Sim, cometeu erros. Mas o Legend Killer também já os cometeu e está a duas noites de voltar a conquistar o WWE Championship. Não compres guerras que não podes vencer, será o moral da história para Kennedy.

Por fim, despeço-me pedindo aos leitores para deixar sugestões de nomes para este tipo de artigos como Shelton Benjamim ou William Regal, que certamente irão ter um “The Novelty Act” dedicado às suas passagens pela WWE. Isto, claro, caso este conceito tenha uma resposta positiva e seja aprovado por vocês, leais peeps. Portanto, digam de vossa justiça: aprovado… ou reprovado?

Sobre o Autor

- Já escrevi no espaço “Long Horn Peep Show”. Atualmente publico notícias, sou moderador do chat e ajudo no que puder o WPT a ficar cada vez melhor.

18 Comentários

  1. José Sousa - há 3 anos

    Excelente artigo Ricardo. De facto o Mr.Kennedy podia ter atingido o topo, ele até pode não ter a melhor técnica do mundo, porém é muito eficaz dentro do ringue. A isso junta a capacidade de fazer promos de altissimo nível, o que o torna diferente e capaz de cativar uma audience com as suas palavras.

    A minha sugestão: John Morrison.

  2. Diogo7 - há 3 anos

    Excelente artigo, Ricardo. Gostei bastante da tua ideia para o Long Horn Peep Show.

    O Mr. Kennedy era um dos meus favoritos na altura. Ele tem excelentes mic skills, é carismático e é bom em ringue. Adorei a rivalidade com o Undertaker e com o HBK. Acho que ele merecia ter tido um reinado como campeão Mundial.

    A minha sugestão: Goldust.

  3. Bernardo_JR - há 3 anos

    Exelente artigo sobre um dos melhores do micro de sempre.
    Eu por acaso vejo muito do Ken Anderson no The Miz , grandes promos e carismas altos e
    um bom move set.Minha sugestao : Dolph Ziegler.

  4. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Ricardo digo agora mas, tu já sabes, O LHPS é o “primadona” do Universo.

    MR Kennedy, é sem duvida, um dos wrestlers com melhor “mic skills”, característica essa que salientaste como o seu ponto forte.
    Reinado como World Champion…talvez merece-se mas, podia ter tido um reinado decente como USA Champion primeiro.

    A minha sugestão seria Mark Jindrak.Ele tinha tudo que a WWE queria num wrestler e desapareceu por completo.Posso dizer, porque li, que ele foi a primeira escolha para Powerhouse dos Evolation mas , mais tarde foi Batista que foi escolhido.

  5. simba - há 3 anos

    gostei da ideia interesante devias continuar

  6. Sylvester15 - há 3 anos

    Artigo Excelente, O Mr kennedy/ Anderson é um dos meus wrestlers preferidos e gostei muito de ler o que escreveste sobre ele.

    Minha sugestao: MVP

  7. danilo'-' - há 3 anos

    Excelente artigo, não tenho nenhuma sujestão, mas por minha parte está aprovado( e dos outros, penso eu)

  8. akujy - há 3 anos

    Chegar aqui a uma sexta antes de um PPV e ler sobre os falhanços alheios (especificamente sobre o Anderson na primeira ediçao do TNA) é sempre algo de muito belo! Excelente, Ricardo. Espero que a TNA se prologue por bastante tempo e que dure mais do que a TNA original pode vir a durar. x) (Francisco e Jorge daqui a nada vêm refutar o meu comment. xD) Gostei bastante e fiquei satisfeito pela excelente analise que soubeste fazer aos motivos pelos quais a coisa não funcionou com o Mr. Kennedy.

    Quanto a sugestões, gostava mesmo que falasses no Billy Gunn, penso que essa edição, com as boas analises que fazes, seria um must see. Pelo menos para mim e julgo que para mutia gente.

    Pipe Bombed, Welcome, bla, bla. You know the drill my friend. xD

  9. danielLP21 - há 3 anos

    Que artigo tão medíocre… Nahhhh, estou a brincar contigo xD

    Gostei bastante deste conceito, por mim podes continuar à vontade com este conceito.

    O Mr. Kennedy podia ter sido um grande nome na WWE, mas julgo que nunca iria ser um “main-eventer” a 100%, isto é, seria, no máximo, um “up mid-carder”, com duas ou três conquistas de um dos títulos principais. Na minha opinião, podia ter sido aquilo que, por exemplo, o Chris Jericho foi: grandes “mic-skills”, enorme carisma e uma excelente capacidade para fazer os outros brilharem.

    A minha sugestão é o Sir William Regal.

    • Ricardo Silva - há 3 anos

      Medíocre… Obrigado xD

      I couldn’t help but notice, onde foste buscar a inspiração para a tua sugestão? Por acaso não foi ao último parágrafo do texto? xD

      • danielLP21 - há 3 anos

        LOL que disparate. Pura falta de atenção xD Mas mantenho a minha sugestão!

      • danielLP21 - há 3 anos

        Já que queres tanto uma nova sugestão, então pode ser o Goldust.

  10. Rubinho16@ - há 3 anos

    Excelente artigo Ricardo!

    O Kennedy é, a meu ver, ligeiramente underrated em ringue. Afinal, não era um primor da técnica, mas conseguia ser um bom worker e ter um bom moveset.

    A sua entrada é simplesmente épica, assim como as suas mic-skills e a a sua voz quando diz: “ANDERSOOOOOOOOOOON” xD

    Não tenho muito mais a dizer, até porque o resto já o disseram por mim. Sugestão: Shelton Benjamin ou MVP

  11. MicaelDuarte - há 3 anos

    Artigo bastante bom Ricardo! Já te tinha dito que o “TNA” é para continuar ;)

    O Mr. Kennedy era um dos que eu mais gostava na WWE, especialmente quando virou “face” e foi o responsável pelo despedimento do William Regal.

    Sugestão: Matt Hardy.

  12. GJD - há 3 anos

    Excelente artigo
    Mr Kennedy é um dos meus lutadores favoritos , foi mais uma vítima do Orton na wwe se Cena, Orton ou Triple H não gostam de você, demissão chega rápido.

  13. Yan - há 3 anos

    Bom artigo, como todos os outros. Não cheguei a acompanhar essa época da WWE, mas o Mr. Kennedy deveria ser mais ou menos como o Dolph Zigger ou The Miz de hoje.

    Sugestão: MVP, JTG ou Zack Ryder

  14. LuisMPBO - há 3 anos

    Olha Ricardo, gostei muito. Acho excelente que continues com este conceito.
    É talvez a primeira vez que vejo aqui no site um artigo trabalhado com foco na carreira de um só lutador e que contém mais opinião do que biografia. Muito bom balanço entre ambos, saiu algo novo e bastante agradável. Estiveste bem em, com um tema destes, conseguires afastar te do “registo Wikipédia”, que é extremamente chato.
    Sugestão: Lance Storm (este gajo aqui ao lado xD).

  15. FAlmeida_10 - há 3 anos

    Excelente artigo Ricardo. Gostei muito deste conceito, e acho que o deverias repetir mais vezes. Quanto ao artigo em si:

    Consegues descrever o Anderson de uma maneira espetacular, mesmo nada a acrescentar ao que tu disseste, até falaste no “pequeno grande” pormenor de ele mudar de voz enquanto fala. Mic Skills e um Carisma Brutal o que tal como tu dizes, era impossível alguém lhe ficar indiferente. Estes “componentes” tanto lhe permitiam ser um heel odiado como um face amado, o que era muito bom. Foi na minha opinião, o maior caso de mau aproveitamento de talento por parte da WWE. Ainda bem, que a TNA o conseguiu “resgatar”

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