Opinião Feminina #112 – Reality Check II

“(…) Here’s the truth about the W-W-E. Is that it doesn’t matter if you’re the best wrestler. It doesn’t matter if you’re the best talker. It doesn’t matter if you’re the best overall performer. Doesn’t matter if you make the two clowns (Lawler & Cole) sitting to my left on commentary look like amature hour. (…)

That’s the simple story of this place. The more popular you are, the more money you make. The more you people cheer for any given superstar, the more opportunities you’re afforded. Why do you think a guy like John Cena, who has admittedly had the worst year of his career, get title shot after title shot, after title shot? Or why a lethal grappler, why a serious submission specialist like Daniel Bryan puts a smile on his face and saddles himself, belittles himself with catch phrases? Or why a 400-pound monster Brodus Clay soils his hands by touching you filthy, ugly, little children to get in the ring so he can shuck and jive for ya? Or why an invisible child, lil’ Jimmy, is better positioned on the flagship show, Monday Night RAW, then a workhorse like Tyson Kidd? (…)”

CM Punk, Raw 07/01/2013

Sejam bem-vindos a mais uma edição do “Opinião Feminina”, a segunda deste novo ano de 2013! O tema desta edição em particular tem uma história algo curiosa que, por acaso, surgiu durante um dos vários debates em que participo no W.PT. Como natural para os fãs desta indústria, é um hábito julgarmos por nós próprios quem achamos que merece certas oportunidades e é também natural culpar/reclamar com a própria companhia quando tal não se verifica. A grande questão que resolvi extrair destes debates e usar para construir este artigo resume-se ao seguinte: “Até que ponto se poderá culpar a companhia e/ou um determinado lutador pelo insucesso do mesmo?”

Aliás, de uma forma bastante engraçada e curiosa, embora o tema deste artigo já estivesse decidido há uma semana, durante a Raw, CM Punk fez uma promo, cujos excertos serão usados nesta edição, bastante oportuna.

Durante os anos em que me tenho dedicado a este espaço, já falei imenso da WWE. Seja num sentido positivo, quando julgo que o trabalho apresentado pela companhia assim o merece, seja num sentido negativo, com uma significativa quota parte de críticas – duras ou não. Acontece que, embora não tenha problemas em criticar e apontar o que está mal, pois é algo bastante fácil de fazer, sempre reconheci – quando achei apropriado – que a culpa de certas situações/problemas poderia não ser da companhia, em si.

Vamos começar por listar alguns factos essenciais. Excepto as pessoas que de facto trabalham na WWE, não há muito que os fãs saibam ao certo que não tenha vindo de um site/fórum de notícias ou que seja relatado pela própria fonte. É certo que há as tão famosas shoot interviews, as biografias dos lutadores, os inside scoops de pessoas de renome da indústria… Enfim, há de facto uma enorme forma de obter informação sobre o que se passa dentro do meio. Não há uma forma perfeita de garantir que tudo o que nos chega às mãos é a verdade.

Podemos escolher ou não acreditar em certa e determinada pessoa/depoimento, mas nunca teremos uma certeza absoluta, apenas aquilo que a experiência e o histórico da pessoa em questão nos dizem é que conta.

Tendo isto dito, uma das queixas frequentes que a WWE recebe é relativa aos jogos de poder, que decorrem nos bastidores. As, como costumo dizer, “politiquices” que, a brincar ou não, podem influenciar de grande forma a vida de várias pessoas. Ora, não é preciso pesquisar muito para ver exemplos de situações deste género, estejamos ou não à procura de exemplos negativos.

Contudo, algo que estamos habituados a ouvir por parte da WWE e até por parte de alguns lutadores, é que o trabalho/esforço compensa e que no fim, a qualidade do trabalho de alguém irá ser reconhecida. Pelo menos, são estas as histórias comoventes que são contadas nos DVDs da WWE ou nas cerimónias de Hall of Fame e, embora em grande parte sejam verdade, será assim tão linear quanto parece?

Até certo ponto, acredito que seja. Afinal, há de facto verdadeiros casos de sucesso na história da companhia que só chegaram a tal estatuto porque trabalharam para isso, tendo para isso contrariado as grandes probabilidades que se encontravam contra si. Mas, claro que esta situação não se irá verificar sempre. Como por exemplo, Zack Ryder. É verdade que não é o melhor, ou perto disso, lutador técnico da actualidade, mas é um lutador competente para se tornar num bom talento de mid-card. É verdade que a sua gimmick é absolutamente irritante, mas o trabalho de Ryder é indiscutível. Não só Ryder procurou outras formas de chegar aos fãs, de se dar a conhecer, como foi bem-sucedido a fazê-lo.

É certo que qualquer desfavorecido, com o apoio de estrelas como CM Punk e Steve Austin, que esteja sempre a opor-se ao “sistema” terá sempre a sua dose de apoiantes, mas facto é que a popularidade de Ryder foi notável o suficiente para ultrapassar a “meia-dúzia” de seguidores. Não só Ryder sempre se esforçou e trabalhou para dar ideias criativas relativamente ao rumo das suas personagens – como no caso dos Edgeheads – como incitou uma pequena revolução através do uso das redes sociais e da comunicação com os fãs.

Quantos fãs não reclamam, e com razão, de que não conhecem ou entendem as personalidades de certos lutadores, visto que estes não têm oportunidade de se mostrar? Ora, Ryder ultrapassou esse obstáculo e, para o bem ou para o mal, foi mais além na tentativa de merecer uma oportunidade.

E por muito curioso que seja, não me lembro disso ter corrido bem. Aliás, não só não o ajudou em nada, como em poucos meses a WWE matou qualquer apoio substancial que estivesse a ser dado a Ryder. E depois temos os fãs a questionar porque é que se devem investir emocionalmente, quando a paga é isto?

Pretendo frisar que não sou, e dificilmente serei um dia, uma grande apoiante de Ryder, pois a verdade é que a sua gimmick irrita-me profundamente, mas ao mesmo tempo, não consigo deixar de ter pena da pessoa que tanto adora esta indústria e que provavelmente teve o dia mais feliz da sua carreira quando ganhou o Título de Estados Unidos.

De qualquer das formas, embora esteja a servir como exemplo, não acredito que Zack Ryder seja já um caso perdido. Imensos lutadores começaram na WWE por estar na corda bamba e, eventualmente, conseguiram dar a volta. Mesmo assim, não deixa de ser curioso apontar que a WWE destruiu possivelmente uma das mais sinceras e bonitas histórias que poderia usar no futuro. Uma história que os fãs viram a crescer e não uma em que a WWE teve que “inventar” para a embelezar.

Como não sabemos ao certo o que se passa dentro da cabeça dos chefes da WWE, as questões com Zack Ryder podem não ter tido nada a ver com típicos jogos de poder, embora os mesmos sejam populares. Ora, tenha ou não sido um desses casos, a verdade é que vários indícios das supostas “politiquices” da WWE podem ser encontrados neste exemplo. O meu preferido, salvo seja, e aquele que mais me diverte/irrita ver ser usado é o recurso a “presentes envenenados”.

Com “presentes envenenados” ao que realmente me refiro são àquelas apostas ou oportunidades que a WWE dá, não com o intuito de ajudar de facto o lutador ou de criar algo novo, mas apenas para poder dizer que oportunidades não faltaram à pessoa em questão. A verdade é que, embora reconheça que isto pareça um pouco uma teoria da conspiração, é óbvio que nem sempre a WWE está tão investida no lutador quanto quer dar a entender.

Afinal, para quê dar a Daniel Bryan, ou a qualquer outro lutador, uma mala de Money in the Bank, se o objectivo é colocá-lo numa streak interminável de derrotas? Qual é o objectivo de dar o Título de Estados Unidos a Zack Ryder, se apenas lho vão tirar duas semanas depois para dar a alguém absolutamente irrelevante? Para quê dar a uma estrela, de quem querem fazer um futuro main-eventer, um reinado com o Título World Heavyweight, quando claramente banalizam a situação o máximo que podem, como fizeram com CM Punk?

São estas incoerências e contradições que não consigo entender e às quais não consigo arranjar outra justificação que não esta. Afinal, embora concorde – e vá referir em diante – que os lutadores devem fazer o máximo de todas as situações, a própria WWE também tem um papel dominante e prejudicial, quando está determinada a falhar ou simplesmente falha em compreender a importância e o simbolismo do que faz. Dar um reinado a uma nova estrela que está em construção para depois agir como se fosse um combate de mid-card – embora, por comparação ainda pareça na mente de vários fãs – é o erro que a WWE mais comete. Por outras palavras, dar uma oportunidade a um lutador e ao mesmo tempo agir como se a mesma não fosse nada de especial, ou seja, não é boa o suficiente para ser promovida devidamente, passa para os fãs a pior imagem possível.

Uma imagem que impede os fãs de confiarem no produto e no lutador e que por consequente leva ao fracasso. Um ciclo vicioso iniciado por um “presente envenenado” ou mera dúvida da companhia.

Contudo, admito que tudo isto poderá não passar mesmo de uma teoria da conspiração iniciada por vários fãs, na qual acabei por me deixar apanhar. Mesmo assim, não deixam de ser situações intrigantes, cujas respostas poderão ser as mais variadas dependendo de quem as dar. A verdade, nua e crua, ou não existe na forma que a conhecemos, ou simplesmente nunca a conheceremos de todo.

Outro aspecto bastante conhecido que vários lutadores costumam apontar como razão do seu insucesso é o estigma contra lutadores que possuam um físico claramente dominante/impressionante. Embora esse seja um aspecto que é bastante falado por vários lutadores e ex-empregados da companhia, é também um dos que considero mais óbvios de constatar na WWE. Foi claramente óbvio, ao longo da história da WWE, que a companhia tinha essa preferência. Aliás, a facilidade com que lutadores desse género entram na companhia, mesmo que nunca tenham pisado um ringue antes, tem tanto de absurda, como de fama.

Essa condicionante, aliada aos jogos de poder, pode tornar-se numa junção letal para as carreiras de muitos lutadores que, por sua vez, podem ter trabalhado imenso. Agora, até que ponto é que isto tudo que referi, relacionado com a companhia, é verdade no caso de X ou Y lutadores é algo que permanece desconhecido, embora no geral seja fácil de tirar as mesmas conclusões quando se assiste ao produto com atenção.

Ora, se da parte da companhia, os lutadores podem ser prejudicados através dos jogos de poder, “presentes envenenados” ou até de estigmas rídiculas, entre muitas outras coisas, em que é que os lutadores se podem prejudicar a si? Poderão eles mesmos ser ilibados, de todas e quaisquer culpas como muitos fãs fazem, incluindo eu quando me deixo levar?

Uma das características que julgo que muitos lutadores não compreendem é a necessidade de entender o que está para além do ringue. Uma pessoa pode ser a melhor do mundo na sua profissão, mas se não souber ser das melhores a integrar-se/adaptar-se a um novo ambiente, a não arranjar problemas e a, no seu mais básico sentido, saber comportar-se então o talento e o trabalho não valem de nada. Os jogos de poder que decorrem nos bastidores da WWE podem de facto ser bastante manipulados e tenazes, mas há que saber estar “em jogo”. Há que saber não chamar as atenções por motivos errados. É claro que se forem arranjados poderosos aliados, os lutadores terão o caminho mais facilitado, mas definitivamene não se devem arranjar inimigos ou má fama.

Exemplo de alguém que literalmente minou todo o seu caminho foi Melina, ex-Diva da WWE, que por associação, ajudou John Morrison a minar o seu. John Morrison foi claramente apoiado pela WWE, embora à sua maneira peculiar, e mesmo assim este não aproveitou a oportunidade dada, graças à sua relação pessoal.

Outra pessoa que, por exemplo, poderia perfeitamente estar neste momento de volta à WWE, mas não está porque não se soube comportar e, se calhar em retrospectiva o despedimento até foi mesmo a decisão aconselhada a tomar, foi Abraham Washington. Daniel Bryan também tinha sido despedido da WWE, não devido a uma piada feita em directo, mas porque os patrocinadores da companhia ficaram aborrecidos com o spot deste com Justin Roberts. E o que é que aconteceu? Daniel Bryan foi à sua vida, sem qualquer escândalo, e três meses depois estava de regresso.

É claro que não passam de suposições, mas não tenho quaisquer dúvidas de que A.W poderia perfeitamente estar de regresso à WWE ou ainda estar na lista da WWE para regressar um dia, mas que saiu assim que começou a disparar bitaites em todas as direcções nas redes sociais, sem sequer reconhecer que pudesse ter tido alguma culpa no seu despedimento.

Lá está, muitos fãs podem aclamar que foram os “jogos de poder” da WWE e todas as “politiquices” que agora restringem os lutadores, muito diferente de outros tempos, contudo não consigo ver isso como mais do que uma desculpa esfarrapada. Há que se saber comportar e adaptar em qualquer ambiente para obter sucesso. Não são os ambientes e as gerações que se vão adaptar a nós.

Outro dos problemas que é facilmente notado pelos fãs, nalguns lutadores, é a forma como já se acomodaram à situação em que se encontram. A forma de como já se habituaram e contentaram com o que têm, nem sequer tendo o trabalho de melhorar. E embora às vezes pareça que não compensa, como referi o exemplo de Zack Ryder acima, afinal o mesmo deve ser bastante desencorajador, facto é que também há exemplos do contrário.

Pessoalmente, julgo que não sou a única quando digo que vejo a WWE como sendo superior a tudo o resto. Aliás, para a larga maioria dos lutadores, a WWE consiste no sonho desta profissão. O objectivo é chegar à WWE e ao topo. Acontece que, a meu ver, para estar na WWE é preciso mostrar algo mais do que aquilo que se mostrava anteriormente.

Por exemplo, Daniel Bryan passou uma década no circuito independente a tornar-se o melhor lutador técnico da actualidade e tal conduzi-o à WWE, mas não o conduziu aonde está hoje, porque aquilo que fez fora da companhia só o levou até certo ponto. Dentro da companhia, facto é que o trabalho não acaba, mas redobra. Não só os lutadores têm que manter a qualidade apresentada anteriormente que levou à sua contratação, como têm que melhorar nos aspectos que assim o exigem.

Daniel Bryan, antes da WWE, era tido como um dos lutadores menos carismáticos e agora é um dos lutadores que mais reacções suscita, graças a esse mesmo, supostamente inexistente, carisma. As melhorias de Daniel Bryan ajudaram-no a ascender na compnhia e a conquistar os fãs. Algo que muitos outros lutadores, como por exemplo, Jack Swagger e/ou Kofi Kingston ainda não conseguiram fazer.

Tal como CM Punk refere na sua promo, embora com umas nuances do heel que é, Daniel Bryan teve que mostrar algo mais do que aquilo que é capaz em ringue. Brodus Clay teve que explorar outras formas de conquistar os fãs, consoante a personagem que tem. O mesmo que Tyson Kidd terá que, eventualmente, fazer, quando regressar. Isto porque ser bom em ringue não chega. O número de fãs a quem essa característica basta são poucos, comparado com toda a enormidade de fãs que a WWE tem. Relativamente a Kidd, mantenho o mesmo que tenho dito ultimamente: (quando este voltar) exibam-no! Deixem-no experimentar conquistar ainda mais fãs através do ringue, do que aqueles que já conquistou. Contudo, ainda falta parte do trabalho – tal como já referi – que terá de ser ele a fazer.

Os lutadores, dentro da companhia, devem dar provas de que merecem estar no card sempre que estão em público. Tal como Jim Ross diz, devem sempre aproveitar o máximo de cada segundo que estejam expostos, seja o mesmo num pay-per-view, numa Raw, num house-show ou até num Superstars, acreditem ou não de que estão a ser vistos. Aliás, devem trabalhar sempre partindo do pressuposto de que os olhos estão postos neles. Aliás, isto aplica-se também no que toca aos “presentes envenenados”. Devem sempre trabalhar como se fosse a melhor oportunidade do mundo e tirar o máximo partido dela. Quem sabe não os tornam nas suas rampas de lançamento?

É assim que se evolui e que se criam as próprias oportunidades, pois as mesmas nem sempre irão aparecer dentro de uma caixa bonita, com um laço ainda mais bonito.

Outra condicionante que considero ser absolutamente essencial, mas que julgo que é frequentemente menosprezada e infelizmente, não se pode controlar é o timing. Tal como já referi, as oportunidades de atingir o sucesso nem sempre aparecem da forma mais conveniente possível, aliás algumas vezes, nem a própria WWE sabe que as cria. Exactamente por isso é que os lutadores devem estar preparados para qualquer coisa que a WWE lhes possa exigir.  Isto pode traduzir-se em imensas situações, como por exemplo, num dia lesionar-se um lutador e a WWE apostar noutro para o substituir.

As necessidades da companhia vão-se alterando conforme os tempos e é necessário que os lutadores estejam preparados para corresponder às mesmas, pois a oportunidade que lhes foi dada, não é dada a todos.

“Até que ponto se poderá culpar a companhia e/ou um determinado lutador pelo insucesso do mesmo?” Foi a pergunta que fiz de início e agora, depois de todos estes exemplos e detalhes, posso dizer que raramente há só um culpado. Seja em que cenário for, ambas as partes podem prejudicar o produto e o trabalho dos lutadores, logo ambas as partes devem trabalhar em conjunto para alcançar sucesso. Tal como a WWE não deve cometer os seus já conhecidos erros de construção/promoção, os lutadores não devem acomodar-se e contentar-se com o que têm.

A verdade é que os melhores não têm desculpas a apresentar, apenas uma lista de obstáculos ultrapassados. Nesta indústria, assim como na grande maioria das restantes, só sobrevivem e são relembrados aqueles que foram os melhores dentro e fora de ringue. Por esta semana é tudo, desejo a todos um excelente Genesis da TNA (não se esqueçam de votar na League!!) e até para a semana!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

5 Comentários

  1. Tibraco - há 4 anos

    Bom artigo.

  2. danielLP21 - há 4 anos

    Não vou dizer nada em relação à qualidade do artigo, já não vale a pena…

    Este é um daqueles artigos em que tu deixas pouca margem de manobra para os outros dizerem alguma coisa, pelo menos no meu caso. Disseste tudo o que havia para dizer, e desta vez ( milagre) concordo com tudo o que escreveste.

    É óbvio que existem, na WWE, “politiquices”, tal como existem um pouco por toda a parte. Cabe aos lutadores aproveitarem as poucas oportunidades que têm, excepto naqueles casos em que têm um porte físico correspondente ao que Vince & companhia apreciam.

    “Nesta indústria, assim como na grande maioria das restantes, só sobrevivem e são relembrados aqueles que foram os melhores dentro e fora de ringue.” Pois… Há casos e casos. Temos o exemplo do Randy Orton, que a cada passo consegue destruir a confiança que a WWE deposita nele, mas não é por isso que deixa de ser quem é…

    Claro que nós, os fãs, muitas vezes, nem imaginamos o que se passa lá dentro. Podemos ver notícias, testemunhos, rumores… Mas como é que temos a nossa a certeza de que são verdades incontestáveis? Vá, só se for o Chris Jericho, nessa caso admito que acredito cegamente xDD Mas fora de brincadeiras, muitas vezes nós falamos sem saber e podemos correr o risco de cair no ridículo.

    Ainda no chat da última Raw o Salvador falou na hipótese de o Kofi Kingston estar com problemas nos bastidores devido ao facto de ter perdido o título e ter perdido um combate em menos de 10 segundos. Eu não acho que isso tenha acontecido, mas quem nos garante se é verdade ou mentira? Este é só um exemplo das conclusões que muitos de nós vamos tirando. Depois ainda tens o exemplo do ALex Riley: diz-se que foi por causa do Cena, mas quem nos garante se foi mesmo por causa da discussão que eles tiveram? Não estamos lá, não sabemos.

    Concordo com o que disseste em relação ao A.W… Ele foi burro. Ponto final. O Bryan foi um exemplo de humildade, não fez barulho e foi uma questão de tempo até o irem buscar outra vez a pedido dos fãs… E hoje está onde está!

    Falando nesse episódio do Bryan, achei aquele despedimento ridículo. Sim, o que ele fez é pouco PG e até pode ser proibido. Mas e então o Michael Tarver? Preocupam-se com o facto de terem um produto virado para as crianças e depois têm um gajo que actua quase como um terrorista? Talvez esteja a exagerar, mas essa história nunca me entrou bem na cabeça.

  3. Frederico_WWE - há 4 anos

    “There is only one and is name is” Salgado aliás tens o nome da melhor jogadora de futebol de todos os tempos já agora :D

    O Punk teve exelente como sempre disse exacatemente o que devia dizer e aquela em que ele defende o Tyson Kidd é épica realmente o gajo só diz as verdades…
    Para todos os Cenations acordem para a vida e dêm o valor a quem merece porque daqui a anos vão todos ter saudades deste senhor CM Punk! :)

  4. daniel espinheira - há 4 anos

    Eu nao percebi bem se tu tambem achas que a WWE deu um presente envenenado ao Punk, pois se for esse o caso, eu ai tenho uma opiniao diferente, eu nesse caso acho que o Punk descontraiu-se demasiado a pensar que ja tinha atingido o top e isso fez com que a WWE nao lhe desse muito tempo para brilhar, mas isso tambem fez com que o Punk aprendesse e agora é o que é, um wrestler que eu pagava para ver.
    Em relaçao ao resto do artigo, concordo contigo, como a maioria das vezes que escreves :)

  5. Gabriel Vighy - há 4 anos

    seria divertido se ao final da citação colocasse: “PUNK, CM 7/1/13”, mas eu adorei o texto, está muito interessante!

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