Opinião Feminina #127 – WWE’s Booking Problems

Segundo o WWE Hall of Famer, “Stone Cold” Steve Austin, o Wrestling Profissional não precisa de ser salvo, precisa de booking inteligente. Estas foram as palavras proferidas por Austin recentemente, nas redes sociais, após numa troca de ideias ter sido referido que o tão desejado combate entre CM Punk e Steve Austin não iria salvar a indústria. No fundo, é fácil concordar com as palavras de Steve Austin.

Os problemas da WWE nunca se resumiram a falta de talento ou à falta de dedicação de grande parte dos lutadores do roster, mas sim às histórias criadas, ao seu desenvolvimento e a várias outras escolhas. Desde aumentar drásticamente o número de horas de programação semanal, a terminar com a Brand-split, à consistência na gestão do talento, a verdade é que a WWE apresenta algumas falhas a nível criativo e gestor bastante decisivas.

Ao longo de várias edições deste espaço, falei de cada um dos problemas acima mencionados e, mais recentemente, tenho abordado – sempre que conveniente – um problema que a WWE começou a apresentar na construação de certos lutadores.

Várias vezes referi que, presos num ciclo vicioso sem sentido, a WWE erradamente colocava Alberto Del Rio ou Ryback (entre outros) a vencerem combates curtos e de apenas um sentido na Raw, após perderem em pay-per-view na noite anterior. Acontece que pensava que a WWE fazia isto numa tentativa vã e desesperada de proteger alguns dos talentos que julga serem mais promissores através de vitórias sem significado que, no fim, não atingiam nada.

Acontece que, julgo agora, ter estado errada. Penso agora que, embora tenha à mesma tentado proteger quem julgava ser promissor, a atitude da WWE não se resumiu apenas a esses lutadores, mas sim a todo o roster, exceptuando alguns casos raros e especiais.

Demorei imenso tempo a perceber que esta teoria poderia ser uma opção ou poderia ser meramente próxima da realidade, mas olhando para várias decisões da WWE, é díficil de achar que é suposto dar destaque ao roster como um todo.

É verdade que num universo paralelo onde tudo é exactamente como pensamos que deve ser, os campeões seriam todos valorizados, com reinados consistentes e sérios, todos teriam a sua oportunidade justa e o produto era simplesmente perfeito. Acontece que, no mundo real, nem tudo é assim.

Os campeões secundários não são valorizados, as Divisões de Divas e Tag Team dependem quase por completo da dedicação, trabalho, talento e astúcia dos envolvidos, lutadores trabalhadores e dedicados são postos à prova através de manobras questionáveis, entre vários outros problemas.

No mundo real, vitórias e derrotas são tratadas como pesos numa balança onde, teoricamente, uma vitória deveria compensar uma derrota. Não há preocupação em tornar os combates relevantes ou fazer querer que o valor dos mesmos é real. Todos sabemos que não é, pois é Wrestling Profissional, mas faz tudo parte do grande esquema de convencer os fãs de tal.

Olhemos então para a Streak de Undertaker. A Streak vende! A Streak tem valor! Por isso é que, mesmo sabendo o resultado, todos os anos há um momento em que os fãs se questionam “Será desta?” Porque os fãs não estão só emocionalmente investidos no combate, mas porque sabem que o seu resultado faz a diferença. A Streak conta! Uma vitória ou uma derrota num combate pela Streak é importante! Faz a diferença!

E no entanto, embora não esteja a pedir que todos os squash matches que ocorrem na Raw sejam tratados como os combates mais importantes de sempre, acho razoável tratar campeões dessa forma. Acho razoável tratar combates de main-event, por títulos importantes, dessa forma.

Não no sentido de serem tão históricos a esse ponto, pois na tentativa de promover todos os combates por um título como as coisas mais importantes de sempre, no geral todos acabarão por perder o singificado e importância. Mas a verdade é que algo precisa de mudar na forma como os campeões são tratados e, por consequente, os títulos.

Recentemente, na Raw, assistimos a Dolph Ziggler a perder para Jack Swagger pouco depois de ter vencido o Título. Porquê? Para justificar a inclusão de Swagger na corrida para o Título. Seria mesmo necessário terminar em derrota? Com uma manobra que nem sequer era o finisher do adversário em questão? Não teria uma desqualificação protegido melhor o campeão, e por consequente o Título, em questão?

Talvez esteja a ser tendenciosa ou simplesmente picuinhas, mas julgo que dar uma derrota a um recém campeão que foi durante largos meses visto como nada mais do que um “jobber” para main-eventers e a segunda opção não é a ideia mais inteligente do mundo. Dolph Ziggler é heel e tem os seus capangas por perto, contudo tal não significa que tenha que ser construído como um fraco.

O que vende combates é a constante questão “Será que é desta que o Título muda de mãos?”, pois é por isso que a Streak vende. Porque toda a gente quer saber se irá finalmente acabar ou, pelo menos, compra para sentir a magia do Wrestling Profissional de, por uma fracção de segundo, conseguir colocar em dúvida tudo aquilo que julgavam como certo.

Para isso acontecer, o campeão precisa de ser promovido e construído como alguém com credibilidade. É certo que Dolph Ziggler não é nenhum monstro destruidor, mas precisa de provar que já não é a opção B do roster, que agora é a opção A e isso faz-se ao ser tratado como uma ameaça legítima. Não precisa de vencer todos os combates de forma limpa, mas também não pode fazer batota ou ganhar à custa de outros em todos.

O seu reinado e os seus combates devem colocar a questão “Será que é desta que o Título muda de mãos?”, não a resignada afirmação “É hoje que Ziggler perde.” A dúvida vende muito mais que a certeza. Porque quando há dúvidas, todos sentem que o combate ou história em questão é imperdível. Quando há certezas, raramente se atingem esses níveis, a não ser que sejam situações especiais ou de tremenda qualidade.

Na mesma noite, Wade Barrett perdeu para R-Truth. Isto depois de recuperar o Título Intercontinental durante um combate, não só claramente superior ao da Wrestlemania 29, como também ocorrido num ambiente favorável. Não digo que as reacções dos fãs de Jersey tivessem tido a capacidade de relançar Wade Barrett, como lançaram Fandango, mas tendo em conta que a maioria dos combates pelos Títulos secundários não obtém reacções tão boas de forma consistente, julgo que fosse uma oportunidade de aproveitar. Mas a WWE não pensou o mesmo, pois na semana seguinte, Wade Barrett perdeu.

Por sua vez, na última Raw, os membros da equipa Rhodes Scholars enfrentaram os membros da equipa Tons of Funk em combates singulares. Damien Sandow venceu Brodus Clay e Cody Rhodes perdeu contra Tensai. Porquê? Esta rivalidade obviamente não é relevante ou possui algum destaque para ter combate na Wrestlemania, ou na Raw e, mesmo que tivesse, o que é que isto prova? A que equipa é que esta decisão dá vantagem? Os heels não ganharam ambos os combates, portanto não têm nada de que se gabar, assim como os faces.

O que é que se avançou com esta decisão? Quem é que foi promovido? Quem é que se destacou? Ninguém.

E isto são apenas os mais recentes exemplos de um booking que não deixa ninguém destacar-se ou ter alguma espécie de vantagem! Vitórias e derrotas são atribuídas com a maior das facilidades, ninguém se destaca ou mostra ser melhor do que alguém, e são todos mantidos ao mesmo nível.

A WWE poderá pensar que, desta forma, estará a fazer todos ascender um nível, mas quando as pessoas a quem estão vencer não têm assim tanta credibilidade para começar (nestes casos, Dolph Ziggler, Wade Barrett e os Rhodes Scholars/Tons of Fun), na realidade ninguém está a ascender, estão todos simplesmente a tornarem-se uniformes, irrelevantes e sem qualquer destaque.

E tal foi exactamente o que aconteceu durante meses com Ryback, Alberto Del Rio e, se não me engano, Randy Orton. As vitórias frente a adversários irrelevantes foram dadas de forma tão despreocupada e aleatória que no fim não valeram nada. E não vão valer nada. Os combates e Títulos não possuem valor acrescentado pelo simples facto de existirem ou de ocorrerem! O que antes foi importante e relevante, poderá muito bem não valer nada amanhã! Basta olhar para o Título Intercontinental para perceber isso, ou para os Títulos de Tag Team e de Divas.

E o sistema de booking actual da WWE não deixa que ninguém tenha qualquer destaque à excepção de John Cena – pelo simples facto que é o lutador principal da companhia – os The Shield – que têm sido extremamente bem promovidos e construídos – e, por fim, Fandango, mas tal deve-se apenas ao facto de ter uma música de entrada que está a fazer furor e por a WWE quer tirar o máximo proveito da situação. Poderia falar de CM Punk, mas este está de momento ausente, mas de qualquer das formas, julgo que se poderia considerar estar na mesma situação que John Cena.

O resto do roster é uma mancha uniforme de pessoas que está a tentar a todo o custo destacar-se e embora alguns consigam fazê-lo independentemente da forma como a WWE os trata (Daniel Bryan, por exemplo), a maioria está a falhar. Está a falhar graças à falta de apostas e à falta de cuidado e atenção às histórias e combates realizados. Porque a verdade é que ninguém está a salvo. Amanhã, todos podem perder e todos podem ganhar. Estão todos ao mesmo nível e tal não é propriamente algo fácil de vender.

Steve Austin tem razão, booking inteligente faz a diferença. Se calhar o método de empatar os lutadores até terem vontade de voltar a apostar neles possui alguma vantagem que, como fã, desconheço, mas pessoalmente, não acho que a forma despreocupada como se tratam títulos, credibilidades, vitórias e derrotas seja inteligente. Por hoje é tudo, excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

17 Comentários

  1. Tibraco - há 4 anos

    Subscrevo por completo tudo o que disseste. Eu juntava o Ziggler ao grupo dos que estão “em alta”, visto que acabou de se tornar campeão e , mal ou bem, tem tido mais destaque. Mas, no resto, tens 100% razão. O Sheamus não vence um combate em PPV há quanto tempo? Desde Setembro/Outubro…O Orton e o Ryback a mesma coisa. Quando as principais referências da empresa, com a exeção de Punk e Cena, estão completamente desvalorizadas como é que os campeões secundários podem ser bem tratados?

    Outro aspeto que referiste, e bem, é que as dúvidas são mais interessantes que as certezas. Concordo em absoluto e lembro-te que desde o HIAC os combates pelo título da WWE têm sido todos completamente previsíveis. É verdade que eu esperava que o Punk vencesse no Rumble mas, analisando agora, vejo que foi muita ingenuidade da minha parte. Neste contexto de tanta previsibilidade, qual é o interesse em ver o Extreme Rules? Já sabemos quem vai ganhar os principais combates e tudo isto é consequência do tal booking pouco inteligente que referiste no artigo.

  2. DX Rules - há 4 anos

    Este artigo bem mesmo a calhar devido à notícia do A-Ry.

    Artigo fantástico sem dúvida. Quem me dera o Vince lesse isto xD

  3. MicaelDuarte - há 4 anos

    Bom artigo Salgado.

    Na minha opinião, tu deverias ir para a WWE e ocupar o lugar daqueles “wannabe” bookers! xD

    Hoje já não há suspense nenhum quanto ao resultado de um combate. Toda a gente sabe mais ou menos, quem deverá ganhar ou perder este ou aquele combate. Já não há aquele objectivo de deixar o fã preso ao ecrã na “angústia” de saber o que sairá de uma determinada história.

    Aquele storyline fantástica no Punk vs Cena no Money In The Bank 2011, deixava qualquer um numa expectativa enorme, quer para saber o que o Cena diria acerca da PipeBomb ou o que o Punk faria de seguida, bem como o combate que iria ocorrer.

    A meu ver, só em torno dos The Shield é que existe essa cena do “Será que é desta que eles perdem!?”, porque isto é muito semelhante ao que acontece com a Streak do Taker (não querendo comparar a grandiosidade de uma com a outra!).
    Ainda estou parvo como é os The Shield ainda não foram vítimas de qualquer porcaria vinda daquelas cabeças ocas…

    De resto, o que motiva um fã a querer assistir ao desenrolar de uma história ou combate quando a história não é bem contada ou é tudo muito previsível?

    É o Cesaro que anda perdido, Wade Barrett que só ganha a jobbers, o Dolph Ziggler que mesmo com o título é capaz de ganhar um combate e perder três de seguida, é a “divisão” de Divas que é o que todos sabem, é a de tag-team que já viveu melhores dias, uma sh*t…

    Isto anda mau e a tendência é para piorar…

  4. El Shaarawy - há 4 anos

    Sem duvida Steve tem toda a razão! Basta pensar-se um pouco e as ideias aparecem! até eu tenho várias que poderiam ser interessantes e a wwe simplesmente desilude nesse aspecto!! Um booking interessante faz toda a diferença e depois o enorme talento dos lutadores falaria por si!

    Na minha opinião estas seriam algumas das medidas para tornar a wwe melhor:

    – melhores e mais creativas historias abrangendo todas as superstars com talento e que possam a curto ou a longo prazo dar cartas na companhia;

    – renovar a divisão de tag team! Estava tão bem à uns tempos com tantas tag teams promissoras e está outra vez a piorar agora!! Nao tratar certas tag teams como jobbers, apostar na qualidade do NXT e até mesmo em alguns lutadores que andam a jobbar e que poderiam dar um enorme contributo à divisão já que nao estão a fazer mais nada na wwe!

    – Tornar Randy Orton heel urgentemente pois na ausencia de CM Punk nao à aquele heel credivel de todo e que leve a divisão às costas e como se sabe randy é perfeito para esse papel!

    – o regresso do cruiserweight tittle para dar destaque aos talentos menos utilizados;

    – acabar com o ppv money in the bank e fazer apenas um combate na mania pela mala de modo a aumentar a imprevisibilidade do cash in e também a evitar desastres como o ausencia dos rhodes scholars e de cesaro da mania bem como o ridiculo tempo de antena do miz e do wade!!

    – voltarem as brands e salvo raras exceções os lutadores deveriam aparecer apenas no respectivo show!!

    – Destacar os campeões dos titulos secundarios valorizando-os a eles e aos titulos pois hoje em dia a sua importancia é praticamente nula! É apenas um objecto que levam consigo nada mais!

    – o regresso de vários tipos de combates que foram praticamente esquecidos com o tempo e que eram sinonimo de espectaculo para os fãs e o respeito pelos ppv existentes ou seja se na Elimination Chamber há duas chambers deveria de haver sempre duas chambers e com os titulos a serem defendidos nelas! Se o campeão nao esta capacitado para tal que nao lhe confiem o titulo numa mania!

  5. Pantallica - há 4 anos

    Muito bom artigo!

    Não tenho nada a dizer visto que concordo com tudo. O que falta à WWE é, principalmente, um bom booking. Isto fazia os fãs serem mais tolerantes com as situações do The Rock, Lesnar, Triple H, etc.

  6. GJD - há 4 anos

    Concordo com tudo, a wwe está com preguiça de elaborar feuds e lutas por 1 contender , ai o que faz põe os campeões para perderem matchs para terem 1 contender e uma feud que não se desenvolve , por exemplo teoricamente o r-Truth é primeiro contender já que venceu o Barrett e não vimos uma promo qualquer , uma interferência de um no combate de outro e etc. Outro exemplo Ziggler vs Del Rio vs Swagger vimos Swagger vs Del Rio um monte de vezes nessas semanas que não serviu de nada para feud, já que aparenta ser Del Rio vs Swagger a feud já que o Dz não fez nada em nenhum desses combates poderia ter atacado os 2 usando o Big E, poderia interferir fazendo um perder e depois atacar o outro .

  7. danielLP21 - há 4 anos

    Bom artigo.

    Não há muito a acrescentar em relação ao tema do artigo. O “booking” é o principal calcanhar de Aquiles ( não é do Cena…) da WWE.

    Na minha opinião, é urgente o regresso da Brand Split e o regresso das duas horas de Monday Night Raw. Se há apenas um Título de Tag Team ( ou dois, porque são dois campeões), então abria-se uma excepção à Divisão de Tag Team, que poderia então aparecer na Raw e na SmackDown.

    A meu ver, estas duas decisões resolviam 70% dos problemas, porque viria muita coisa por acréscimo. Por exemplo, não veríamos as mesmas caras duas vezes por semana, 8 ou 10 vezes por mês, centenas de vezes por ano…

    Eu já nem sei quem faz parte da Raw e da SmackDown à excepção do Cena e do Punk. Parto do princípio que a SmackDown não tem campeão principal ( sim, em termos práticos isso não importa, mas a SmackDown tem que ter sempre um dos campeões principais), uma vez que o Dolph Ziggler faz parte do plantel da Raw, tendo em conta os house-shows da brand branca ( é que já nem as cordas são vermelhas e azuis…).

    O plantel, sem contar com as possíveis subidas do NXT, seria este ( podia não ser exactamente este, mas no essencial, é isto que eu acho):

    Raw:

    John Cena
    CM Punk
    Chris Jericho
    Kane
    Daniel Bryan
    Christian
    Dean Ambrose
    Roman Reigns
    Seth Rollins
    Ryback
    The Miz
    Wade Barrett
    Fandango
    R-Truth
    Tyson Kidd
    Drew Mclntyre
    Evan Bourne
    Zack Ryder
    Curt Hawkins
    Justin Gabriel
    Alex Riley
    Santino Marella
    Brodus Clay
    Tensai

    SmackDown:

    Sheamus
    Dolph Ziggler
    Randy Orton
    Alberto Del Rio
    Mark Henry
    Cody Rhodes
    Damien Sandow
    Jack Swagger
    Antonio Cesaro
    Kofi Kingston
    Big E Langston
    Heath Slater
    Jinder Mahal
    Titus O’Neil
    Darren Young
    Hunico
    Camacho
    Jimmy Uso
    Jey Uso
    Primo
    Epico
    Yoshi Tatsu

    Agora digam-me se com estes plantéis e com Brand Split não havia a possibilidade dar tempo suficiente e boas histórias ao mid-card e ao main-event… As Divas podiam aparecer nos dois shows, não era por aí que vinha mal ao mundo.

    PS: Não, não me esqueci do Rey Mysterio, do Big Show, do Sín Cara, do David Otunga e do Great Khali. Acho que percebem o porquê…

    • Vinícius Nunes - há 4 anos

      Já não gosto porque deixaste o Yoshi Tatsu e o Big Show vai embora… Mas o resto está aceitável, até parecido com o que eu fiz no meu booking…

      • danielLP21 - há 4 anos

        A justificação é simples: o Yoshi Tatsu serve como “jobber” ( daí eu tê-lo colocado em último, porque caso não tenhas reparado escrevi do main-event ao low-card) e o Big Show não…

      • Vinícius Nunes - há 4 anos

        Sim, mas a WWE tem outros jobbers, o Yoshi consegue aparecer menos que o JTG…

    • Deadman - há 4 anos

      Concordo com tudo.A brand split precisa voltar e rapido,o World Heavyweight Champion nem é mais um título da SmackDown.O meu plantel seria assim:

      Raw:

      John Cena (WWE Champion)
      CM Punk
      Chris Jericho
      Kane
      Daniel Bryan
      Kofi Kingston
      R-Truth
      Roman Reigns (US Champion)
      Seth Rollins (Tag Team Champion)
      Dean Ambrose (Tag Team Champion)
      Ryback
      The Miz
      Fandango
      Tyson Kidd
      Justin Gabriel
      Drew McIntyre
      Alex Riley
      Brodus Clay
      Tensai
      Santino Marella
      Curt Hawkins
      Zack Ryder
      Evan Bourne
      Antonio Cesaro

      SmackDown:

      Sheamus
      Dolph Ziggler (WH Champion)
      Randy Orton
      Big Show
      Sin Cara
      Rey Mysterio (se não se aposentar)
      Alberto Del Rio
      Wade Barrett (IC Champion)
      Christian
      Heath Slater
      Jinder Mahal
      Big E. Langston
      Jack Swagger
      Mark Henry
      Cody Rhodes
      Damien Sandow
      Titus O’Neil
      Darren Young
      Jimmy Uso
      Jey Uso
      MVP
      Hunico
      Camacho
      Primo
      Epico
      Yoshi Tatsu

      Feuds:

      Dolph Ziggler (face) vs Randy Orton (heel)
      Cody Rhodes (face) vs Sheamus (heel)
      Alberto Del Rio (face) vs Mark Henry (heel)
      The Miz (face) vs Fandango (heel)
      The Shield (heel) vs Chris Jericho,Kane e Daniel Bryan (face)
      Kane (heel) vs Chris Jericho (face)
      John Cena (face vs Daniel Bryan (Heel)
      Kane (heel) vs Ryback (face)

    • Willian Silveira - há 4 anos

      Mesmo a RAW ficando com mais power star, parece uma boa divisão.

      • danielLP21 - há 4 anos

        Eu defendo a ideia de que a SmackDown tem que ter um pouco menos de Star-Power para que haja mais lutadores a receberem destaque a subirem ao “show” principal ( Raw) com um Draft, sim, porque a Raw é o show principal da WWE.

  8. MR Perfection André Santos - há 4 anos

    Bom Artigo Salgado!

    O bom Booking é algo que no meu ver está para continuar, a season ainda agora começou e estamos a ver a WWE a por o “pé na poça!”
    Salgado talvez(digo isto porque talvez fosse eficaz) a WWE podia colocar o show Superstars(fazendo como era antigamente,anos muito atrás)um show de demonstração de combates, onde colocavam jobbers desconhecidos contra superstars do mid-card e mesmo low card para lutar para autopromoverem.

    Os vários shows semanais são demais e talvez não durem muito tempo.Sei que antes havia o Velocity e o Heat mas eram os shows secundarios que promoviam o mid e low card.

    Ou seja com esta porra toda o que quero dizer é que não quero ver o I.C champion perder para R-Truth da maneira que foi!?!

  9. Vinícius Nunes - há 4 anos

    Grande artigo Salgado, não tenho muito o que acrescentar, grande trabalho realmente.

  10. Diogo7 - há 4 anos

    Muito bom artigo Salgado!

    O booking da WWE neste momento está muito mau. Um dos piores momentos de sempre…

    Não entendo como é que a WWE não quer valorizar as suas superstars. O Dolph Ziggler ganhou o titulo Mundial à pouco tempo e só ganha com ajudas ou então perde. Como é que a WWE quer valorizar um campeão Mundial desta maneira?

    Os títulos secundários são muito desvalorizados, a WWE não parece que não quer saber deles para nada.
    O Wade Barrett só perde e quando ganha é a jobbers tipo Santino, Ryder, etc.
    O Cesaro que com uma gimmick em condições e um manager até já podia estar no Main Event mas em vez disso, agora anda a jobbar e cantar “yodelling”.
    A divisão das Divas está quase morta e a divisão de Tag Team já teve dias melhores. Quanto a Team Hell NO se separar não sei o que vai ser da divisão. Só há Tag Teams descredibilizadas como os PTP, Primo & Epico e Usos.

    As únicas superstars valorizadas são o John Cena e os The Shield e até o CM Punk como tu disseste. O resto variam entre vitórias e derrotas e não saem disso.

    Na minha opinião, as soluções para este problema são acabar com os combates entre part-timers que não valorizam em nada os jovens wrestlers. Quem é que quer ver outro combate entre o Triple H e o Brock Lesnar? Eu acho que ninguém… mas pronto, o Triple H quer aumentar o seu ego. Em vez deste combate podia colocar o Lesnar a valorizar uma jovem superstar como o Sheamus.
    Voltarem à brand split para não haver superstars a saltar de uma feud do US Title para o IC Title assim do nada com foi o caso do Miz.
    Valorizar os titulos secundários dando vitórias moralizadores aos respetivos campeões.
    Arranjar novos main eventers para não ser sempre John Cena vs CM Punk…

  11. Darth Mordred - há 4 anos

    Como fazer um babyface decente na PG Era? A maioria dos novos babyfaces tem sido bem enjoativos, por que não podem fazer nada que afete a moral e ética a família, e a criação das criancinhas de todo mundo.

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