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Opinião Feminina #156 – The Five Count

Big E Langston não é o primeiro, nem será o último, a usar uma contagem de cinco a seu favor no mundo do Wrestling Profissional. Algo que funcionou perfeitamente e foi recebido de braços abertos pelo fãs de Full Sail University, que religiosamente apoiam o NXT, ainda não teve a sua oportunidade de se materializar para o roster principal da WWE, assim como várias outras características de Big E.

A audiência presente em Full Sail University é – em teoria – uma excelente ferramenta que os oficiais encarregues do NXT e os seus lutadores podem usar para testarem o que resulta ou não. Nada garante uma resposta mais verdadeira do que uma experiência ao vivo com os próprios fãs.

Todavia, com o tempo, os fãs de Full Sail tornaram-se tendenciosos para com o NXT e, embora tal não queira dizer que aceitem de bom agrado tudo o que lhes é apresentado – exemplos de contrário já foram constatados, na maioria dos casos esse favoritismo irá mostrar-se.

O comportamento dos fãs presentes na audiência é de tal forma peculiar e notória que se tornaram um aspecto característico do programa. Portanto, embora sejam uma excelente ajuda para todos os que possuem a oportunidade de lutar perante este público, nem tudo o que funciona em Full Sail irá garantidamente funcionar com uma audiência maior.

Porém, não é de todo um mau presságio quando essa primeira etapa é conquistada.

Big E Langston tornou-se popular no território de desenvolvimento, eventualmente caindo nas graças dos fãs presentes que em coro contavam em voz alta a sua contagem característica e a pergunta que assola agora as mentes dos fãs, agora que Big E está a ser alvo de uma aposta substancial por parte da WWE, é se o seu sucesso no território de desenvolvimento se conseguirá materializar para o roster principal.

À primeira vista Big E não é particularmente carismático, apenas saltando à vista o seu físico impressionante, contudo é em pequenos momentos, em simples interacções, gestos, maneirismos e expressões faciais que se consegue vislumbrar o potencial que se esconde por detrás de uma indumentária ridiculamente pequena.

Aliás, neste campo, Big E Langston relembra-me bastante o seu antigo parceiro, Dolph Ziggler. Ambos aparentam possuir dupla personalidade em certas circunstâncias. Dolph Ziggler, cujo grande calcanhar de Aquiles sempre foram as suas promos e a sua forma de expressão verbal, consegue ser extremamente mais interessante, engraçado e arguto quando colocado numa situação mais livre e menos controlada que a WWE apresenta, como por exemplo entrevistas ou os vídeos que a WWE realiza para o seu canal de Youtube.

Como é natural, nada disto é novidade. É perfeitamente compreensível e natural que um indivíduo se consiga expressar melhor e soar mais natural quando está a ser instintivo e a usar algo que é da sua autoria, não algo que foi escrito por outras pessoas para si.

E, a meu ver, Big E Langston enquadra-se nesta situação perfeitamente. Não vou tão longe ao ponto de dizer que Big E Langston seja um poço de carisma a ser extremamente mal utilizado, mas acredito veemente que há potencial em si que a WWE ainda não conseguiu – ou quis – usar.

Em entrevistas, em pequenas aparições nestes vídeos, no próprio NXT, nas redes sociais com os fãs, o sentido de humor e carisma de Big E Langston dá sinais de existência. Este não é a típica besta que muitos gostam de detestar por ser apenas músculo e sem um pingo de personalidade.

É um facto que esta não está à vista de todos e que este não possui uma presença palpável como Brock Lesnar, mas é uma clara melhoria quando comparado com outras “bestas” que a WWE já experimentou ao longo dos anos.

É por isso que, embora não seja a manobra mais instintiva e natural devido ao seu aspecto físico, que julgo que Big E Langston tem potencial para ser um excelente babyface. Se, tal como fez no território de desenvolvimento, Langston, em conjunto com a WWE, conseguir destacar o seu carisma, atitude e graça, então acredito que este tenha o potencial de ter sucesso com esta faceta no roster principal da companhia.

É natural que lutadores da sua envergadura sejam usados como vilões. Além de contribuir com uma melhor dinâmica para a uma rivalidade, também consegue tornar a mesma mais credível. Contudo, tal não significa que este tipo de lutadores não consiga ser grandes babyfaces.

Basta ver o caso de Batista. Graças à história que teve com Triple H, conseguiu tornar-se num dos babyfaces principais da WWE, mesmo que tudo em si fossem características de um vilão. Um vilão que este sabe representar perfeitamente, como se pode ver nos seus últimos tempos na companhia.

Com isto conclui-se que o tamanho dos lutadores deve ser um factor a ter em conta na construção de personagens e rivalidades, de forma a que seja possível para os fãs acreditarem no que lhes está a ser apresentado.

Já o afirmei anteriormente e volto a fazê-lo, acredito que – como babyface – Big E Langston tem uma maior margem de manobra relativamente à sua apresentação e personalidade. Não só há demasiadas “bestas” dentro da WWE de momento, como algumas das mais marcantes e destacadas recentemente têm sido vilãs, logo penso que esta abordagem dá a Langston uma oportunidade mais inteligente de se destacar.

Contudo, tudo isto se baseia na premissa que Langston irá ter tempo de antena para dar a mostrar as suas características.

Ora este tem, de facto, ganho mais destaque, participando em bons combates semanalmente desde a sua mudança, mostrando assim também as suas melhorias dentro de ringue, mas a sua personalidade ainda não tem tido grande oportunidade para mostrar o que vale. Como é natural, este processo precisa de ser gradual, portanto dou o benefício da dúvida a toda esta construção, confiando que eventualmente tal irá acontecer.

Além disso, seria um bom investimento se este usasse no roster principal a sua contagem do NXT. Visto que funcionou na perfeição no território de desenvolvimento, incorporá-la na sua personagem de forma lógica seria uma excelente ideia. Caso tudo isto fosse feito de forma consistente e convincente, a probabilidade de resultar aumenta exponencialmente.

Big E precisa de algo que o distinga e precisa que os fãs acreditem que não é algo que irá aparecer numa semana e desaparecer na outra a seguir. Infelizmente, embora a WWE tenha decidido apostar numa versão babyface de Big E Langston, nem tudo tem sido rosas, ou como idealmente se gostaria de ver.

Primeiro que tudo, partilho a opinião que Big E Langston deveria estar neste momento a ter a aposta que Ryback teve aquando a sua estreia no ano passado. Com isto não quero dizer derrotar dois lutadores de cada vez, duas ou três vezes por semana, para eventualmente culminar num combate pelo Título da WWE meses depois.

A WWE possui um roster enorme, com imensos lutadores empregados que por vezes não aparecem nos programas principais de todo, levando a que os fãs pensem que foram despedidos. Ora, a WWE continua a pagar-lhes, logo penso que faria mais sentido usá-los neste tipo de situações do que pagar a meia-dúzia de lutadores para assistirem ao espectáculo pela televisão nos bastidores, vestidos para lutar, sem nada para fazer.

Não quero dizer que Big E Langston devesse passar meses a arrasar com todos, um por um, mas sim algumas semanas a consolidar a sua nova personalidade, juntamente com a implementação da sua contagem, de forma a que os fãs consigam compreender e conhecer melhor quem é o novo Big E Langston.

Ajudar CM Punk e o combate que teve com este pareceu-me ser uma boa rampa de lançamento, para onde depois Langston iria tentar continuar desta forma.

Contudo, não é isso que está a acontecer, pois ao invés de proteger Big E, de forma a que este possa evoluir e tornar-se popular à sua maneira, a WWE está constantemente a confrontá-lo e encurralá-lo em situações que não o beneficiam de todo. Três exemplos destas situações ocorreram nas últimas semanas.

A primeira situação decorreu no Hell in a Cell. Como é natural, a WWE não consegue prever tudo e o adversário original de Big E Langston – Curtis Axel – sofreu uma lesão que o impediu de competir naquela noite. De forma a compensar esta situação, a WWE substituiu-o pelo outro campeão secundário, Dean Ambrose.

Ora, Dean Ambrose e Curtis Axel não estão ao mesmo nível e, enquanto muitos fãs já sonhassem com a ideia de Axel perder o Título para Big E Langston, sendo esta a sua grande noite, com Dean Ambrose tal cenário já não se colocava em questão.

Neste caso, a WWE encontrou-se entre a espada e a parede. O combate foi apenas uma formalidade, na tentativa de compensar a lesão de Axel, contudo continua a ser uma marca negativa na jornada de babyface de Big E. O seu ataque a Ambrose após o combate ajudou-o, sendo apenas a única salvação de uma situação complicada.

Ambos esforçaram-se para fazer o melhor da situação e, no fim do dia, tal deve ser levado em conta.

O meu problema com tudo isto é que, mesmo que Axel tivesse sido capaz de competir, a WWE continuava numa situação complicada. É certo que poderia dar o Título Intercontinental a Big E, mas a meu ver, é demasiado cedo para o fazer.

Este precisa de se tornar popular o suficiente ao ponto que os fãs o queiram ver ganhar o Título, não que queiram ver Axel perder. E, embora já tenha recebido boas reacções, não é o suficiente para considerar já uma vitória pelo Título.

Big E precisa de conquistar os fãs primeiro, para que estes festejem consigo a sua vitória e este possa assim começar bem o seu reinado e tentar marcar a diferença. O Título Intercontinental – ou qualquer outro Título – não pode ser usado para tentar tornar alguém popular.

Não é assim que funciona. O Título não é uma ferramenta que se atribui na tentativa de tornar os lutadores populares e competentes. Se assim fosse, seria de esperar que Axel tivesse melhor posicionado do que está.

E, como seria de esperar, perder para Axel ou não ganhar o Título também não seria um cenário aceitável para este início de jornada de Langston.

As formas insatisfatórias de terminar os combates continuaram na noite seguinte e, como seria de esperar, tal continua a fazer estragos, porque não leva os fãs a quererem ver os próximos desenvolvimentos da história.

A segunda situação complicada em que a WWE colocou Big E Langston envolveu o campeão da WWE, Randy Orton, e ocorreu na edição seguinte da Raw. É um facto que ter um excelente combate com o campeão da WWE possui a sua vantagem, pois transmite a mensagem que o indíviduo em questão apresenta o que é necessário para – possivelmente – ser campeão um dia. O facto dos fãs o terem apoiado nessa noite deu ainda mais incentivo para aposta em Langston.

Contudo, continua a ser uma situação complicada, pois Big E Langston não está numa fase da sua carreira em que deva estar a perder com frequência ou associado a desfechos inconclusivos e ineficazes, mas também não se justifica que Randy Orton perca, a não ser que seja para começar uma história com Langston – como é hábito da WWE fazer.

Este combate é uma boa ideia, mas não ainda. Ainda é demasiado cedo para estas situações e Langston nunca deveria ter sido uma opção, em primeiro lugar. Este recebeu destaque, é certo, mas ao mesmo tempo a WWE acabou de dizer aos fãs que o novo babyface que estão a promover, um homem daquela envergadura, é apenas mais um do roster a perder para o campeão sem apresentar uma ameaça substancial.

Repito, o destaque foi excelente, assim como o trabalho de Langston. Apenas acho que foi demasiado prematuro colocá-lo já nesta situação.

Nesta situação, também não é possível defender já a vitória de Langston, quando é de lamentar a quantidade de vezes que os outros campeões perdem quando os Títulos não estão em jogo.

Enfim, uma situação evitável e complicada que ocorreu demasiado cedo.

E, por fim, a terceira situação completamente evitável envolvendo Big E Langston decorreu na edição desta semana, da Raw, e viu Alberto Del Rio envolvido.

Não consigo compreender o porquê de usar Big E Langston para perder para Alberto Del Rio, principalmente por submissão. Nesta altura do campeonato, em que os fãs devem estar a ver razões para quererem apoiar Big E, este deveria estar a fazer tudo, menos desistir. Especialmente, sendo alguém da envergadura que é.

Com um roster tão grande, custa acreditar que a única pessoa que a WWE encontrou para ajudar a valorizar o armbar de Alberto Del Rio, devido ao combate deste com John Cena, foi Big E Langston – uma das pessoas que está neste momento a ser alvo de investimento.

Não há um cenário nesta situação em que algum dos dois vença alguma coisa. Big E Langston continua a perder para main-eventers, ao invés de provar que tem o que é preciso para ser um, enquanto Alberto Del Rio vence mais um combate onde ninguém esperava que acontecesse o contrário, pois esta é a rotina mais repetida dos últimos anos.

E nada nesta vitória levou os fãs a acreditar que Alberto Del Rio tinha hipóteses contra o seu adversário pelo simples facto que esse adversário é John Cena. Não é fácil levar os fãs a acreditar que John Cena alguma vez estará em risco de perder, e é praticamente impossível do fazer quando o indivíduo em questão é Alberto Del Rio.

Ninguém saiu beneficiado deste desfecho e a única conclusão que se pode tirar é simples: evitar ao máximo este tipo de situações. Não se justifica colocar num combate duas pessoas que não se podem dar ao luxo de perder. Não há qualquer lógica por detrás dessa decisão.

Isto leva-me a reiterar o que afirmei acima. Langston estaria bastante melhor a vencer mid-carders e low-carders, usando o que o tornou popular no território de desenvolvimento, e a tentar aproveitar o seu potencial de forma a conquistar os fãs. Não a agir como apenas mais um lutador que perde para Alberto Del Rio, apenas porque a WWE cometeu demasiados erros na construção deste para que alguém o leve a sério.

É este tipo de estratégia que leva os fãs a ficarem reticentes com as apostas da WWE, pois nunca se sabe quando é a sério. Quando é que é para durar. O que é que garante aos fãs que o lutador que estão a apostar nessa semana não irá perder em situações desnecessárias na semana seguinte, provando que é apenas mais um peão? Big E Langston é assim mais um babyface no roster que os fãs têm dificuldade em acreditar, pois não têm razão para tal.

O que acaba por ser lamentável, pois este possui imenso potencial e o seu trabalho dentro de ringue não só é competente, como ainda apresenta melhorias. Acredito, sinceramente, que existe bastante em Big E Langston para ser explorado e evidenciado.

Infelizmente, não me parece que seja isso que a WWE esteja a fazer. Espero que, eventualmente, a WWE se decida de uma vez e dê uma hipótese legítima a Big E Langston. A meu ver, a probabilidade de ficarmos todos positivamente surpreendidos com o resultado é elevada o suficiente para correr esse risco. Porém, quem sabe não serei eu a estar enganada? Enfim, da minha parte é tudo, desejo um excelente resto de semana e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

8 Comentários

  1. jonatas - há 3 anos

    faz um artigo do sheamus? no proximo?

  2. danielLP21 - há 3 anos

    Mais um excelente artigo.

    Sinceramente, nunca gostei do Big E Langston. Não via nada nele que me chamasse a atenção, que me fizesse estar curioso e ansioso pela próxima vez que o ia ver.

    Contudo, admito que, depois do “face-turn”, comecei a notar algum potencial nele, até porque a WWE lhe tem dado mais tempo de antena em ringue. No NXT, ele não passava de vitórias por “squashes”. Nunca vi nada, enquanto ele lá esteve, que justificasse sequer a chamada ao plantel principal. A “Five Count” não chega…

    Agora que tem tido mais tempo de combate do que nunca, já vem mostrando alguma coisa em ringue. Concordo que ainda é cedo para ganhar títulos, ele ainda tem que provar que merece o ouro. E é aqui que discordo de ti.

    A meu ver, não tem mal nenhum ele ter perdido com o Randy Orton. Esteve bastante bem com ele, e era isso que se pretendia. Antes de a WWE apostar a sério nele, têm que ver se vale realmente a pena, e não são estas derrotas que vão causar estragos. O Big E ainda não é uma aposta séria, está numa fase muito inicial desse caminho. Se continuar a mostrar o que mostrou nas interacções com o CM Punk e o Randy Orton ( não gostei do combate na última Raw com o Del Rio), então aí sim, talvez a WWE comece a apostar forte nele. Nem que para isso tenha que fazer as coisas pela ordem inversa ao normal: começar pelo “main-eventes” ( com derrotas) e passar para vitórias sobre “mid-carders” e “low-carders”.

  3. don_ricardo_corlone - há 3 anos

    Eu nanão gostava dele mas confesso que fiquei impressionado com a sua capacidade técnica, apeas da sua musculatura, faz-me lembrar o Bobby Lashley de quem gostava. No entanto, tudo depende do booking, neste momento está numa fase em que não sabem o que fazer com ele, é pena que a WWE ainda fique indecisa com os seus lutadores. Vamos ver o que farão no futuro.

    • Control - há 3 anos

      Um bom artigo..

      Nunca me simpatizei pelo Big E,alias detestei ver ele com o titulo da NTX bem limitado no ringue e quase não falava(o que era bom).Com a face-turn a lógica seria incrementar o ‘five count’ já que dava bem certo com o publico mas também o publico da NXT é demais,mas acho que também daria certo agora.

      Só acho que deviam ir mais devagar,deixar o próprio se concretizar com a face-turn e quando conseguir a simpatia do publico,quem sabe mandem ele falar alguma coisa(não acredito que estou opinando isso) mas não é pecado tentar.

      Só espero que não deem logo um titulo a ele,Big E é um lutador que precisa de tempo,se tudo for feito em seu tempo dará certo para ele.

  4. Control - há 3 anos

    Um bom artigo..
    Nunca me simpatizei pelo Big E,alias detestei ver ele com o titulo da NTX bem limitado no ringue e quase não falava(o que era bom).Com a face-turn a lógica seria incrementar o ‘five count’ já que dava bem certo com o publico mas também o publico da NXT é demais,mas também daria certo agora.

    Ele deviam ir mais devagar com o Big E,deixar o próprio se concretizar com a face-turn e quando conseguir a simpatia do publico,quem sabe mandem ele falar alguma coisa(não acredito que estou opinando isso) mas não é pecado tentar.

    Só espero que não deem logo um titulo a ele,Big E é um lutador que precisa de tempo,se tudo for feito em seu tempo dará certo para ele.

  5. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Bom Artigo como sempre!

    Mencionaste aspectos importantes acerca de Big E e, tenho uma opinião um bocado fria acerca dele mas posso estar enganado.Escreveste algumas situações que são verdadeiras e nota-se que apesar de serem bastante enriquecedoras para personagem Big E , como enfrentar o WWE champion, entre a oportunidade de lutar por 2 títulos(apesar de um não ter sido conseguido devido á lesão de Axel) são decisões que não deram impacto pois a derrota leva a descredibilização do mesmo.

    Sinceramente não gosto de Big E, falta muita coisa nele e vejo-o como mais um big guy(apesar de não ser muito alto) que pode ter uma passgem fugaz pela WWE…

    • José Sousa - há 3 anos

      Concordo contigo, e se notarem o pop dele ainda não é muito grande. O que é sinal que ainda não convenceu a massa, eu não digo que ele seja péssimo. Mas, se eu tivesse que escolher 2 Big Guys apostar neles como main-eventers de futuro e com talento dizia sem dúvida alguma: Roman Reigns e Luke Harper.

      • MR Perfection André Santos - há 3 anos

        Sem duvida José.Num smoke tu falaste no Harper e acertaste na “moche”, pois esta a criar muito impacto e para além de ser muito bom em ringue cria no publico(claro pq tb esta numa feud com 2 enormes icons)um pop brutal…ele vai ser uma grande surpresa…

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