Opinião Feminina #160 – Return to the Status Quo

Desde 2009 que John Cena e Randy Orton não se enfrentam no main-event de um pay-per-view. Há quatro anos que duas das maiores estrelas desta geração, e as que são alvo de maior parte do investimento da companhia, não se enfrentam numa situação desta importância e, no entanto, a WWE só conseguiu tornar este embate interessante na última edição da Raw antes do TLC.

Teoricamente não deveria ser assim. Quando duas enormes estrelas desta geração se enfrentam em pay-per-view pela primeira vez em quatro anos, especialmente nestas circunstâncias, pressupõe-se que a razão seja especial e must-see.

Após múltiplas rivalidades entre si, este combate deveria ter sido encarado como algo especial no momento em que John Cena confrontou Randy Orton no Survivor Series.

E, no entanto, não foi esse o caso. Como é óbvio, não posso falar por todos – nem o faço, mas a reacção inicial a esta rivalidade, seja pelos fãs presentes nas arenas, seja através de redes sociais, não foi exactamente essa.

Raiva, revolta e exasperação eram sentimentos esperados de algumas comunidades, mas o sentimento geral foi, pelo que percebi, foi mesmo apatia. Não havia qualquer excitação em rever esta rivalidade, nem muito interesse. Apenas, pura apatia por novamente voltarmos à fórmula para os main-events envolvendo John Cena e Randy Orton.

Caso a memória não me falhe, a última vez que John Cena e Randy Orton foram ambos campeões principais na WWE foi 2011. Tal acabou com a história promo de CM Punk que começou uma leve revolução na programação da WWE, pois um novo lutador – com novo vigor e popularidade crescente – poderia ser considerado um verdadeiro main-eventer.

Cerca de nove meses depois surgiu Daniel Bryan com a sua própria revolução e, mesmo sem os resultados aparecerem de imediato, parecia que a WWE tinha entrado numa nova Era. Nomes novos estavam a fazer a diferença e fazerem-se notar.

Outro nome que pode ser considerado nesta equação é Dolph Ziggler, embora este não esteja numa posição comparável a CM Punk ou Daniel Bryan, a verdade é que Ziggler foi uma das estrelas mais ovacionadas de 2012.

Porém, depois de dois anos com novas estrelas, novos potenciais main-eventers, novo vigor, a WWE regressa a John Cena e Randy Orton, como se os dois últimos anos tivessem sido apenas um sonho.

Não quero dizer que, só por se terem enfrentado imensas vezes no passado, John Cena e Randy Orton não se podem voltar a enfrentar em pay-per-view na próxima década. Seria uma ideia interessante, certamente, mas não é de todo o que estou a tentar exprimir.

Ao longo destes dois anos, novos potenciais main-eventers – e até main-eventers estabelecidos, como CM Punk – provaram que conseguiam e mereciam estar num main-event de um pay-per-view com John Cena e Randy Orton. Provaram que eram personalidades dignas de, por exemplo, estar presente no combate de unificação dos Tìtulos.

E, no entanto, as estrelas que o fazem são as mesmas que já eram o que são hoje há dois anos atrás. Compreendo a grandiosidade e a importância de John Cena e Randy Orton na passada década da WWE; mas a mera ideia de que apenas este dois serem campeões é motivo para fazer um combate de unificação leva-me a crer que nenhum dos nomes que se cimentou ao longo dos últimos dois anos está, de todo, à altura de Orton e Cena. E, de um ponto de vista estratégico e empresarial, não me parece de todo que essa seja a mensagem correcta a enviar aos fãs.

Penso que o mais produtivo para a WWE é ter várias estrelas de grande relevo que possam apelar a diferentes demografias e faixas etárias, de forma a maximizar todo o seu lucro. Não, por exemplo, basear todo o seu sucesso em apenas num indivíduo ou dois. Também não julgo que seja inteligente educar os fãs a apenas levarem a sério duas estrelas de um roster enorme, mas infelizmente, não é esse o caso, na maioria das vezes.

Enfim, ao contrário de John Cena que se tem mantido bastante fiel a si próprio e ao que lhe é característico, os últimos dois anos de Randy Orton têm sido bastante interessantes. Orton tornou-se num babyface, perdeu bastante do destaque que lhe era dado, até ter feito o tão desejado heel-turn este ano e tornado-se no tipo de vilão que ninguém esperava e tinha idealizado.

Mesmo sendo o campeão da WWE e a suposta “cara da companhia”, por ser o escolhido pelos grandes chefes da WWE, Randy Orton tem sido bastante ofuscado e colocado de parte por todas as outras personagens, supostamente secundárias, cujo contributo é meramente verbal.

Não venceu o Título da WWE por mérito próprio, foi claramente derrotado pelo mesmo, mas ainda o tem por meios ilícitos, e nunca foi o verdadeiro responsável pelo seu reinado. É verdade que Orton é um vilão e que é esperado que quebre as regras para manter o título, mas espera-se que seja ele a quebrá-las, não terceiros a certificarem-se que continua campeão.

Nos últimos meses, Orton tem sido pouco mais que apenas a pessoa que carrega o Título e o mostra aos fãs. Tudo isto torna-se difícil de digerir e compreender quando, há alguns anos atrás, Randy Orton era um heel tão soberbo que os fãs adoravam o seu trabalho e começaram a aplaudi-lo.

Talvez seja essa a razão pela qual a WWE não o deixa reverter à personalidade antiga, mas julgo que seria esse o papel da “Autoridade” nesta história. Apoiar Randy Orton de forma a garantir que este não fosse ovacionado pelos fãs, mas mesmo assim permitir que fosse ele o vilão da história. Não roubar-lhe o destaque por completo e torná-lo irrelevante.

Em edições anteriores referi como os combates entre Daniel Bryan e Randy Orton se tornaram, progressivamente, cada vez menos sobre eles os dois e embora apenas o tenha feito em defesa de Daniel Bryan, visto que era este a estrela em ascensão, há que ter em conta que o próprio Randy Orton tem sido prejudicado por tudo isto.

Como é natural, o dano feito a ambos não é exactamente o mesmo, pois enquanto Bryan estava a ser promovido pela primeira vez como um main-eventer, Randy Orton já leva anos disto e não é facilmente afectado.

Randy Orton deixou de ser o vilão implacável e demente de 2009 para se tornar numa versão assustada e em constante procura de protecção que nenhum fã estava à espera que este se voltasse a tornar. Para todos os que esperavam ansiosamente um heel turn de Orton, acredito que o mesmo tenha sido uma desilusão.

As estrelas da história principal dos últimos meses têm sido Triple H e Stephanie McMahon, mesmo que ambos não lutem, ou até estejam presentes nos eventos, a verdade é que revolve tudo à volta destes. O que não só contribui para o desgaste e saturação das figuras de autoridade em televisão, como acaba por se tornar extremamente ridículo vê-los a tramar babyfaces durante meses a fio sem nunca estes obterem a sua vingança.

Neste momento, na WWE, há figuras de autoridade a mais. Há demasiadas personalidades a mandar e poucas a de facto entrarem em ringue e se envolverem fisicamente nas histórias. Nem Stephanie McMahon, nem Kane, nem Triple H estão a lutar de momento, ou sequer possuem um combate avizinhar-se no horizonte, e no entanto as histórias não são capazes de progredir sem eles.

Não é suposto estas figuras “secundárias” obterem tanto destaque, visto que não são elas que entram em ringue e lutam. É devido a todo este destaque mal distribuído que o campeão da WWE não passa de adereço que serve para segurar o Título e a maioria dos candidatos ao Título não passam de uns fracos que foram tramados e não conseguiram obter vingança.

É muito complicado, numa situação destas, levar a sério qualquer pay-per-view que a WWE sugira, pois os envolvidos no combate não são as pessoas que possuem maior destaque e o interesse nem sequer está no combate, mas sim em como este vai acabar e se será feito de forma inconclusiva.

A pergunta já não é “Quem vai ganhar?”, mas sim “Quem irá interferir?” e, sinceramente, não me parece que seja uma forma de promoção muito efectiva.

A meu ver, esse é um dos problemas do main-event de hoje. Desde o Survivor Series que existe a permanente suspeita que algo vai acontecer para impedir a unificação. Desde os campeões a trocarem de Títulos, até Triple H sair como vencedor, todas as ideias já foram sugeridas e discutidas.

O consenso parece mesmo ser que a surpresa será se o combate terminar mesmo como a WWE tanto promete que vai terminar. Aliás, o facto da Autoridade se esforçar tanto para garantir que só irá haver um campeão e um Título depois do TLC anda reforça mais as suspeitas dos fãs.

Ora, ao contrário de Randy Orton, John Cena mudou nada nos últimos quatro anos. É verdade que, pelo meio, teve rivalidades históricas com The Rock e CM Punk, mas na realidade, a personalidade e apresentação de John Cena não sofreu qualquer mudança. Nem mesmo quando não era um dos campeões principais, John Cena ainda era quem encerrava os pay-per-views da WWE em 2012, o que levou a uma grande onda de raiva por parte dos fãs.

Na prática, nada mudou para John Cena. Este ultrapassou obstáculos, mas nunca precisou de se adaptar ou mudar para o fazer. John Cena sempre foi o suficiente para ultrapssar os seus obstáculos e sair vencedor. Ao longo dos últimos anos, John Cena continuou também a ser posicionado e promovido de forma a impedir que os fãs acreditem que os seus adversários possuam uma hipótese real contra si.

E esse é um dos grandes problemas para a WWE, pois os fãs não acreditam que Cena possa ser derrotado. Este já foi derrotado, mas a forma como este tem sido promovido ao longo dos anos, impede que os fãs de facto acreditem que poderá acontecer.

Tudo isto, alinhado ao enorme problema de apresentação actual de Randy Orton, levaram a que o combate fosse recebido pelos fãs com um enorme sentimento de apatia, tal como já referi acima.

Se John Cena e Randy Orton tivessem sido alvo de alterações ao longo dos últimos anos, de forma a que este combate fosse algum tipo de novidade, então esta reacção seria questionável, mas como ambos são exactamente o mesmo – senão menos, no caso de Orton – tal acaba por ser compreensível.

Contudo, há um indivíduo na WWE que desperta tudo, menos apatia. Um indivíduo que, embora esteja apenas envolvido num mero combate handicap e não tenha nada a ver com a história principal de momento, continua a ser o nome que os fãs mais gritam nas arenas. Estou a falar de, como é natural, Daniel Bryan.

A forma como os fãs, mesmo depois de terem sido tramados repetidamente pela WWE, apoiam Daniel Bryan e não deixaram a sua popularidade descer é impressionante.

Se outra estrela, um pouco menos popular que Bryan, tivesse sido submetida aos reinados que este teve e aos constantes finais inconclusivos de pay-per-view que este teve – isto tudo sem obter vingança – então teria sido o fim. Essa estrela estava neste momento mais abaixo no card que Bryan está e apenas um grupo pequeno de fãs ainda gritava por si.

No entanto, o rugido que se tem ouvido dos fãs, repetidamente, ao ponto de até fazer Triple H pausar no seu discurso, quando no passado apenas ignorou, é notório dadas as circunstâncias.

Contudo, ao contrário do que Triple H e talvez John Cena tenham dado a entender, a ovação da passada Raw não existiu apenas devido ao facto de ser o estado natal de Bryan. Afinal, quem tem acompanhado a programação semanal da WWE ao longo do último ano e meio, sabe que tal não é o caso.

Aliás, ainda há duas ou três semanas atrás cânticos de Daniel Bryan se tinham, novamente, feito ouvir durante segmentos envolvendo Randy Orton, John Cena e Triple H.

Talvez esteja a ser optimista demais, mas penso que não restam qualquer dúvidas que está na altura de uma mudança. Os fãs estão a pedir por uma. Aliás, estão a pedir por uma há anos, mas apenas recentemente se fazem ouvir a uma só voz, por apenas um nome.

Quando, há umas semanas, os fãs chamaram por Daniel Bryan quando John Cena e Randy Orton estavam em ringue, Cena atribuiu tal sucedido ao facto dos fãs também estarem fartos de todas as tretas preparadas pela Autoridade. Ora, sinceramente, tal poderá ser a mensagem que a WWE está subtilmente a tentar passar, mas não é o caso. Os fãs chamam por Daniel Bryan porque querem Daniel Bryan.

E se ao invés da WWE ter apontado todas as falhas, defeitos e razões para Daniel Bryan não ser campeão, o tivesse – de facto – promovido como campeão e apostado nele a sério, teria resultado. Porque é mais que óbvio que os fãs querem investir em Daniel Bryan, mas o facto de terem sido educados ao longo dos anos a esperar que a WWE os trame e estrague situações perfeitas como estas, impede-os de o fazer mais do que gritar nas arenas.

A WWE percebe números. Percebe o que estes significam, se as audiências subiram ou desceram, se as vendas subiram ou desceram, mas não os sabe interpretar. Como, por exemplo, não conseguiam perceber que a razão pela qual os fãs não compraram o Survivor Series 2011 para ver ao combate de Tag Team de John Cena e The Rock foi o facto de terem feito um trabalho miserável a promover The Miz e R-Truth como uma equipa que devesse ser levada a sério.

Ou seja, culparam The Miz pelas más vendas quando era mais que óbvio que estes nunca hipóteses contra Rock e Cena. A previsibilidade e falta de credibilidade dos heels prejudicou as vendas de um pay-per-view, mas a WWE só percebeu a parte das vendas terem desapontado.

E, neste caso, é exactamente o mesmo, pois se a WWE tivesse apostado verdadeiramente em Daniel Bryan como main-eventer, aliado ao enorme apoio do público que este já possui, os números teriam, eventualmente, reflectido isso. Os fãs só precisavam de acreditar que era a sério. E, neste momento, ainda muitos deles devem estar aliviados por não terem investido em Daniel Bryan financeiramente, pois as suas suspeitas tornaram-se verdade.

Daqui a uns anos, quando a WWE estiver prestes a lançar outra estrela, haverá quem pense no que se passou com Daniel Bryan e usar estes acontecimentos para decidir se deve ou não apostar nessa estrela. É tudo uma questão de hábitos e os que a WWE tem incutido aos fãs não têm sido os melhores.

Todavia, mesmo com tudo isso à mistura, existe algo que a WWE não consegue ignorar, seja em que cidade for, e é o facto de, mesmo com um combate absolutamente histórico – caso a unificação aconteça – com duas das maiores estrelas desta geração, a única pessoa por quem chamam é o Daniel Bryan.

Esse foi um dos aspectos que tornou o último segmento da passada Raw extremamente interessante. Isso aliado à grande confusão no final e à promo magnífica de John Cena, ajudou a vender um pay-per-view e um combate que, há três semanas atrás, era um autêntico desastre a nível criativo. Os fãs não sabem o que irá acontecer e as possibilidades são tantas que acaba por se tornar num main-event interessante.

Para ser sincera, nunca acreditei numa unificação. De todas as vezes que debati a possibilidade deste o Survivor Series que afirmei, a pés juntos, que esta unificação nunca iria acontecer. Uma das minhas razões para tal afirmação é o facto de ser o TLC. O pay-per-view de Dezembro sempre foi dos menos importantes do ano, senão o menos importante.

É o mês do ano novo, da época festiva, das férias… é o mês em que os eventos são apenas para marcar calendário, pois nesta altura nunca se esperam grandes compras nos pay-per-views ou grandes audiências. Não é um mês de grande investimento para a WWE, pelo menos, não nos últimos anos, pois os fãs possuem outras prioridades nesta altura do ano que não pay-per-views de Wrestling.

Realizar uma unificação dos Títulos principais, algo que não é visto desde 2001, no pay-per-view menos importante e com menos potenciais compras do ano é uma ideia que me deixou completamente chocada. Tão chocada que ainda não acredito que vá acontecer.

Além disso, há outros aspectos a ter em conta. Mesmo com o excelente segmento de encerramento da Raw desta semana, esta história continuou a ser construída em cima do joelho. Em três semanas a WWE não é capaz de fazer justiça a este momento histórico.

A não ser, claro, que não seja para durar e que já saibam que daqui a meia dúzia de meses têm dois Títulos principais novamente, o que é algo que acredito que pode acontecer, ou simplesmente nunca os unificam e apenas deixam outro lutador vencer um dos Títulos.

Estas três semanas de promoção e a forma como a início se recusavam a esclarecer se iria, ou não, haver uma unificação, leva-me a acreditar ainda mais que tudo isto foi muito mal planeado e que a WWE ainda não tinha pensado nas consequências a longo prazo.

É certo que o Título World Heavyweight já estava bastante desvalorizado, mas em que estado irão ficar as tours com o roster da Smackdown – embora agora sejam todas “WWE Live” e não “Raw Tour” ou “Smackdown Tour” – sem um campeão principal a encerrar o evento?

Se a bilheteira das tours da Smackdown já não é famosa com um Título desvalorizado, imagino como será sem Título. É certo que um main-eventer de renome seria perfeitamente capaz de suportar a tour, mas que estrela é que a WWE pode colocar nesta posição? Randy Orton? Este nem o conseguia fazer para as gravações da Smackdown durante os passados anos.

Agora sem Título, não sei até que ponto é que a situação pode piorar, porque melhorar penso que não é uma hipótese.

Se, de facto, como a Autoridade prometeu, existir de facto um campeão principal e um Título, então ficarei extremamente chocada, pois não é de todo o que espero ver acontecer. E, se acontecer, não acredito que seja por muito tempo.

Não consigo compreender a ideia de fazer algo tão histórico no TLC. Este combate, este conceito de combate, é digno de Summerslam ou Wrestlemania, não é digno de TLC que nem sequer é dos mais importantes. O TLC está, literalmente, no fim da lista de pay-per-views mais importantes do ano e, se estiver à frente de algum, é do Battleground e não é preciso explicar porquê.

Se de facto a WWE for em frente com esta decisão, então uma decisão histórica que irá ser falada durante os próximos anos irá ocorrer no TLC, durante uma época em que não se espera muito lucro. Não me parece que seja a época ideal para realizar tal coisa.

Não há qualquer dúvida que a unificação é uma boa ideia e de, de facto, acontecer. Não se justifica, com o fim da brand-split, ainda existirem dois Títulos principais. Além disso torna o Título principal mais especial, pois não é tão fácil vencê-lo. Existem imensos lutadores no roster que já tiveram um dos Títulos principais, especialmente o World Heavyweight, e tal desvaloriza a ideia de ser campeão, pois quase todos já o foram.

Enfim, continuo sem acreditar que irá existir apenas um Título, tal como já foi prometido, depois de hoje. Espero mais um final inconclusivo para um pay-per-view da parte da WWE, especialmente depois de tudo o que se passou com Stephanie McMahon e Randy Orton. Ora, todas as dúvidas serão tiradas mais logo. Não se esqueçam de apostar na League, espero que se divirtam com o TLC e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

13 Comentários

  1. Frederico_WWE - há 3 anos

    “Penso que o mais produtivo para a WWE é ter várias estrelas de grande relevo que possam apelar a diferentes demografias e faixas etárias, de forma a maximizar todo o seu lucro. Não, por exemplo, basear todo o seu sucesso em apenas num indivíduo ou dois. Também não julgo que seja inteligente educar os fãs a apenas levarem a sério duas estrelas de um roster enorme, mas infelizmente, não é esse o caso, na maioria das vezes”.

    É exactamente isto!

    “Não há qualquer dúvida que a unificação é uma boa ideia e de, de facto, acontecer. Não se justifica, com o fim da brand-split, ainda existirem dois Títulos principais. Além disso torna o Título principal mais especial, pois não é tão fácil vencê-lo. Existem imensos lutadores no roster que já tiveram um dos Títulos principais, especialmente o World Heavyweight, e tal desvaloriza a ideia de ser campeão, pois quase todos já o foram”.

    Até a mim com os teus argumentos consegues me fazer acreditar que se calhar isto da unificação pode não ser mau de todo… ahahah mas ainda assim é muito mau que isto seja entre Orton e Cena… pelas razões que se sabem.

    Quando tenho tempo e vontade para ler a SÉRIO os teus artigos… mais uma vez digo te sensacional! Sinceramente se a WWE te contratasse decerteza que tudo seria bem melhor… parabéns mesmo!

  2. MicaelDuarte - há 3 anos

    Excelente artigo Marta. Excelente.

  3. Chicago Made Punk - há 3 anos

    -Unificaçao , combate limpo

    -trocam de titulos

    – algum regresso ( Sheamus , Undertaker , Jericho , Batista , Golberg , Hulk Hogan , Christian , Shaw Michaels … ) regressa ataca Cena , Orton ganha e tem uma luta marcada com Cena na WM30 ou ataca Orton , Cena ganha e tem uma luta com Orton na WM 30

    – Unificaçao com mts interferencias ( HHH , KANE , PUNK , SHIELD , BRYAN , WYATT …)

  4. Ribeiro46 - há 3 anos

    Belo artigo.

    Eu não posso dizer que fiquei surpreendido com o desenrolar dos últimos meses. Desiludido sim, mas não surpreendido.
    A WWE deixa muito a desejar no que toca á criação de novos main eventers.

    Tem um roster a transbordar de qualidade e no entanto, insistem em proporcionar main events como o Cena vs Henry, o Cena vs Ryback, o Punk vs Rock, o Rock vs Cena e por ai fora.
    Ás vezes, os oficiais da WWE parecem viver num mundo diferente dos demais.
    O Cena é constantemente apupado há anos, mas só no passado recente é que os comentadores começaram a reconhecer que ele era apupado e mesmo assim, dão desculpas esfarrapadas para esses apupos.
    O Sheamus causava apatia no público, mesmo assim a WWE insistia na mesma formula.
    O Ziggler proporciona bons combates e é ovacionado pelo público, no entanto, aí anda ele a jobbar para quase todos.
    O Sandow trouxe uma lufada de ar fresco á WWE, sendo dos poucos heels que consegue entreter os fãs, no entanto foi usado pela WWE para elevar ainda mais o Cena e para tirar ao mesmo a distinção de ter sido o único a não conseguir efetuar o cash in com sucesso.
    E o caso mais evidente, Daniel Bryan. A WWE tem feito de quase tudo para o “enterrar” e tem também tentado usar a sua popularidade para ajudar os mesmos de sempre. Desde a rivalidade com a Autoridade, onde ele nunca se conseguiu vingar da mesma, ao roubo da catchphrase por parte do Big Show, ás tentativas patéticas do Cena de obter apoio usando a popularidade do Bryan, tudo tem sido feito para relegar o Bryan para o mid card. A única tábua de salvação do Bryan é mesmo a sua popularidade. Se não fosse pela mesma, o Bryan estava na situação do Ziggler.

    E como estes lutadores, há outros.
    Barrett, McIntyre, Ryder são alguns exemplos.

    Para além da incapacidade da WWE em criar main eventers, também não conseguem desenvolver storylines em modos.
    Prova disso são os flops dos últimos tempos: esta storyline da Authority, a do Cena vs Rock, a do Punk vs Rock, a dos Nexus e até mesmo a da revolução do Punk que podia ter sido bem melhor do que o que foi, como a TNA tem demonstrado.
    Este build up da unificação nem chega a ser flop porque nunca houve grande expetativa quanto ao mesmo.
    Os fãs estão-se pouco borrifando para quem ganha e já era este o estado de espírito antes do build up.
    A WWE, com a equipa criativa que tem, nada conseguiu fazer para mudar isto.
    Por isso, este TLC deverá ser outro fiasco de vendas.
    E a culpa será do Bryan simplesmente porque sim.

  5. danielLP21 - há 3 anos

    Excelente artigo Salgado.

    Sinceramente, acho que teremos mesmo um único campeão. Acredito que não seja definitivo e que daqui a uns meses ( talvez depois da WrestleMania) tenhamos dois campeões outra vez, de preferência com o regresso da “Brand Split” ( o que é bastante improvável).

    Nem mesmo o facto de ser no TLC me faz mudar de ideias. Talvez a WWE queira começar a dar uma maior importância aos PPV’s mais importantes e não apenas aos principais e/ou queiram que o TLC deste ano seja histórico porque os últimos PPV’s têm tido vendas fracas.

    Seja como for, acredito na unificação dos títulos. Até a forma como despacharam o Damien Sandow, o Daniel Bryan e o Big Show da rota destes títulos me parece ser um sinal de como a WWE queria fazer este combate com urgência. E pensar que há uns meses acreditávamos que o Cena só voltaria em Janeiro, quando afinal vai lá chegar, muito provavelmente, como o único campeão principal da WWE…

    Em relação ao Orton, mesmo tendo mais hipóteses do que a maioria dos adversários do Cena, continua a não ser o favorito. Não consigo olhar para um combate do Cena e não vê-lo como favorito à vitória. Concordo com a tua análise em relação à forma como o Orton foi ofuscado durante toda esta história. É absurdo.

    Já agora, alguém já pensou se o Edge não se tivesse reformado? Estaria ele neste combate em vez do Randy Orton? Eu acredito que sim. Felizmente, não está, senão seria ele a ficar com as críticas sobre a WWE apostar sempre nos mesmos…

    Em relação ao facto de serem o Cena e o Orton a estar neste combate, acho normal. São os dois maiores nomes desta Era na WWE, por isso… Começo a acreditar que teremos, na WrestleMania, um John Cena vs Randy Orton vs CM Punk vs Daniel Bryan pelo título… Sim, é difícil de se concretizar e ainda é muito cedo para fazer estas previsões, mas acredito que é possível. Só não sei quem lutaria contra o Triple H, o Brock Lesnar e o Undertaker ( apesar de ser provável que estes dois últimos lutem entre eles), daí ser bastante improvável que este combate se concretize… Que acham?

    • Tibraco - há 3 anos

      Acho que é colocar todos os ovos no mesmo cesto. A WWE não gosta de “desperdiçar” todo o star power num só combate. Quanto muito temos um combate a três.

      • danielLP21 - há 3 anos

        Sim, talvez… Lá estou eu a ser ingénuo no que toca às previsões da WrestleMania. E sim, um Triple Threat é bem possível…

      • Frederico_WWE - há 3 anos

        É muito bem pensado… mas já não estamos em 2000 :D se tivermos 4 intervenientes destes no mesmo combate… a “manta” torna se ainda mais curta para o resto.

      • danielLP21 - há 3 anos

        Até podia ser uma forma para os outros se mostrarem mais… Claro que este seria o combate mais promovido, mas o resto do plantel podia aproveitar para se mostrar.

        Este combate, o Lesnar vs Undertaker e um Money In The Bank com lutadores como Sandow, Ziggler e Cesaro vendia a WrestleMania…

        E sim, inspirei-me nesse ano de 2000 xD Apesar de em 2000 não terem estado so 4 principais, uma vez que o SCSA estava lesionado. No lugar dele, esteve o Big Show, com todo o mérito, apesar do reinado medíocre campeão da WWF no final de 1999. Estou a ver todos os “shows” de 1999 e já vou em Dezembro :D

        Por falar nisso, foi no PPV de Dezembro que começou a McMahon-Helmsley Era, ou seja, na tal altura do ano em que apenas se enchem chouriços… É a prova que mesmo estes PPV’s mais pequenos podem ser históricos.

      • Frederico_WWE - há 3 anos

        Realmente era porreiro um Fatal 4 Way mas duvido.
        Cá eu tenho estado a recordar os anos de 2003 e 2004 :D há no youtube um gajo que tem lá tudo isso o que é sensacional! Estou na altura em que o Orton perdeu o titulo Mundial no Unforgiven 2004 precisamente para… o Triple H ahah que belos tempos.

  6. don_ricardo_corlone - há 3 anos

    Bom, é grande. XD Mas valeu a pena ler.
    A unificação vai acontecer, tudo o que tem acontecido ao longo dos últimos anos na WWE leva a crer nisso mesmo. Desde a desvalorização do WHC, ao fim do Brand Split e a morte do Smackdown (que não é nem metade do que já foi), entre um e outro pormenor que foi ocorrendo. Tudo na WWE leva a crer nisso mesmo: uma empresa, um título mundial. No entanto, acredito que tal ocorrerá na Royal Rumble, a única razão pela qual não é na Wrestlemania é precisamente a Royal Rumble, pois que fariam? O WHC participava na RR? Haveria um triple treath na Wrestlemania? No TLC deverá ocorrer algum final manhoso para garantir mais uma desforra entre ambos, e aí sim a unificação, na RR, com defesa de titulo na Elimination Chamber.
    De facto o destaque tem ido todo para a Autoridade. Talvez porque a WWE está em processo de mudança, de transição de líder. Possivelmente o combate da Wrestlemania envolverá o título, a Autoridade, Vince McMahon e CM Punk. Provavelmente, após a Wrestlemania ou o Extreme Rules tudo voltará à normalidade e ao destaque dado ao campeão.
    De resto, dizer que o WHC não volta, basta ver a evolução da WWE na última década. A unificação veio para ficar, pelo menos até alguém se lembrar que afinal duas brands até que é uma boa ideia. Mas não vejo isso acontecer nos próximos anos.

  7. RuiFerreira222 - há 3 anos

    Ótimo artigo.

    Acredito que o Punk e a Autoridade vão interferir no combate, é mais do que óbvio.

  8. Catchphrase - há 3 anos

    Escreveste exactamente ,o que penso nao e que eu seja contra a unificação mas preferia ter dois títulos mundiais porque assim será mais difícil atingir o topo e por agora só vejo cena,orton,punk,bryan,sheamus,ADR,big show,henry,mysterio como candidatos enquanto com dois títulos poderíamos incluir sandow,rhodes,ziggler,henry,christian,bray,kofi,cesaro,barett,swagger,ryback(nao que goste,Axel,big e langston

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