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Opinião Feminina #167 – The Machine & Daniel Bryan

Honestamente, não sabia o que ia acontecer no Royal Rumble. Tinha um palpite – que se provou correcto, mas que em nada era o meu desejo. Desta vez, a voz da experiência falou mais alto. Não, não foi a voz condescendente da experiência que muitos empregam para gozar com os fãs que se atreveram a acreditar que a WWE poderia surpreender.

Pelo contrário, foi sim, a voz da experiência de uma fã que está cansada de ver momentos cruciais como o Royal Rumble, momentos em que era imperativo que a WWE tomasse uma atitude para o bem-estar criativo da companhia, passarem sem que nada aconteça.

Correndo o risco de soar intransigente, não há volta a dar nestes argumentos e, a meu ver, nem existe outra solução. Daniel Bryan devia ter ganho o Royal Rumble. Este foi um desses momentos. Um dos momentos em que, por muito que se tente minimizar os danos nos próximos meses, vai sempre marcar a história como sendo aquele em que a WWE, mais uma vez, deixou escapar uma oportunidade de ouro para lançar uma estrela.

A audiência presente em Pittsburgh irá para sempre ser testemunha disso.  Não havia outra escolha, nem havia outro caminho aceitável. Era esta a altura. Daniel Bryan era a resposta.

Isto não é como o Money in the Bank, onde a ideia de serem os fãs a escolhê-lo na noite seguinte encaixava na perfeição. Tal ainda encaixa. Em retrospectiva, Daniel Bryan beneficiou bastante mais de ter sido escolhido pelos fãs, pois estes sentiram que tinham o poder de escolha e que a sua voz era ouvida.

Aqui é diferente. Este era o grande momento. A Wrestlemania XXX está à porta e não há ninguém no roster que seja melhor recebido pelos fãs que Daniel Bryan. A paixão que estes têm demonstrado ao longo dos últimos anos exigia por este momento.

Já para não falar do facto que é um insulto enorme não ter a personalidade mais popular sequer aparecer no combate, quanto mais ganhar. Não fez qualquer sentido.

A resposta não era Batista, por razões óbvias e explicadas em detalhe em futuras edições nem Roman Reigns. Este não era o seu momento. Este precisa de ser lançado como um babyface quando os fãs estiverem do seu lado e o quiserem apoiar genuinamente, não quando este for a melhor solução de duas, quando a outra é Batista. A vitória de Roman Reigns iria para sempre estar manchada por Daniel Bryan e, daqui a meses, os fãs poderiam virar-se contra ele.

Daniel Bryan tinha dado a Bray Wyatt o seu momento, tal como sempre devia ter acontecido, visto que Bryan já tinha tido o seu grande momento na cela, há semanas, na Raw. Apenas ficou a faltar a recompensa de Bryan e dos seus fãs.

Este Royal Rumble, por muito bom ou mau tecnicamente que tenha sido, irá para sempre ficar marcado como sendo um dos momentos em que a WWE perdeu a sua oportunidade de fazer o mais correcto. Infelizmente, não é a primeira vez que a WWE escolhe part-timers em detrimento do roster actual.

Como mais recente vítima dessa situação, analisemos então o caso de Daniel Bryan. O polémico caso de Daniel Bryan que há anos que causa dores de cabeças aos seus fãs – falo por experiência própria – e nos últimos meses se tem tornado num exaustivo tema de discussão.

Primeiro que tudo, Daniel Bryan não tem a aparência que a WWE idealiza. Isto é absolutamente verdade e, nos últimos meses, estes não tiveram qualquer problema em certificar-se que os fãs sabiam disso. Daniel Bryan, como muitos outros lutadores ao longo dos anos, não tem a aparência desejada de uma estrela de topo da WWE.

Os fãs podem ter a certeza que isto servirá sempre de entrave para qualquer investimento em Daniel Bryan. Será uma barreira sempre presente. O que é triste, pois essa mentalidade apenas existe nas mentes dos responsáveis pela WWE.

Se os fãs realmente vissem Daniel Bryan dessa forma, não estaria agora a fazer este artigo, pois não teríamos assistido às provas de apoio incansável que os fãs exibiram durante meses.

Se Daniel Bryan não fosse uma estrela aos olhos dos fãs, todo este burburinho teria acabado rapidamente depois da Wrestlemania 28, tal como acabou para Fandango.

Ora, na mentalidade retrógada e fechada da WWE, esta aparência desapontante leva a que Daniel Bryan não seja um draw significativo. Isto significa que Daniel Bryan não causa mudanças significativas nas audiências, não atrai grandes multidões e o merchandise, embora satisfatório, não os está a levar a pensar duas vezes nas suas decisões. Ou seja, a popularidade de Daniel Bryan não se está a reflectir o suficiente noutros campos que provem pode ser um main-eventer.

De acordo com os especialistas e entendidos no assunto, são estes os factores a que a WWE presta atenção. E, pelos vistos, estes não jogam a favor de Daniel Bryan. A WWE, pelos vistos, não tem razões para achar que Daniel Bryan é mais popular que os seus cânticos.

Pessoalmente, compreenderia melhor se estes factores fossem usados como argumentos contra Daniel Bryan se este tivesse sido tratado como uma estrela.Se a WWE tivesse apostado nele, sem truques, nem manhas, e Daniel Bryan tivesse a desiludir nestes factores, estas decisões seriam compreensíveis.

A WWE demorou muitos anos a ensinar os fãs que ninguém é maior que a WWE. Apenas o que a companhia permite e deseja realmente acontece. Que o diga Zack Ryder.

E quando a WWE quer, quando realmente se esforça para tal, são perfeitamente capazes de criar grandes estrelas. Esta é a mesma companhia que colocou Batista a vencer Triple H, dos Evolution, levando os fãs à loucura, numa das melhores histórias dos últimos anos.

Esta é a mesma companhia cujo investimento apelidou John Cena de “invencível”. A mesma companhia que teve o bom senso de dar a CM Punk a liberdade de fazer a promo que definiu a sua carreira.

Este investimento nestas estrelas não as tornou apenas mais populares, mas treinou os fãs a esperarem que alguma coisa aconteça quando estão envolvidas. Os resultados do investimento da WWE nestas personalidades está à vista.

CM Punk era popular antes da pipebomb, mas depois da mesma, tornou-se num dos lutadores que vendia mais merchandise. Tornou-se na razão para muitos fãs irem aos eventos, especialmente em Chicago. Tornou-se em alguém que os fãs ligam a televisão e mudam de canal para ver.

O mesmo se pode dizer de John Cena, embora a um nível muito maior. Se assim não fosse, este não teria durado quase dez anos no topo. E, com Batista, a situação é a mesma..

Por muito desinteressados que estejam, ou não, num regresso de Batista, um número significativo de fãs irá sempre ter curiosidade na forma como este será usado. Isto porque a WWE tornou Batista um grande nome na companhia. Os fãs estão habituados a grandes acontecimentos envolvam grandes nomes. É assim que funciona quando se criam estrelas.

Se a WWE criar estrelas de forma credível e bem-sucedida, os fãs irão vê-las e tratá-las dessa forma. É por isso que os fãs pagam. Pelo menos, a grande maioria.

Os fãs pagam para ver estrelas. E pagam para usar o que as estrelas estão a usar. Não interessa se a t-shirt é mais ou menos original. Quantas t-shirts é que John Cena teve nos últimos dez anos? Eram originais? Não, a maioria delas dizia o mesmo, apenas tinha um boneco e cor diferente.

Mas vendem. E vendem muito. Desde as crianças, às senhoras, ao público masculino… Todos os têm. O mesmo se diz de CM Punk. As t-shirts são pouco diferentes entre si, mas sempre que sai uma nova, existem fãs a usá-la.

Quando é que acham que um fã se sente mais predisposto a comprar uma t-shirt nova num evento? Quando o seu lutador preferido passa meses a ser humilhado, sem nunca obter a sua vingança? Ou quando vence um Título num grande momento? Ou quando este é já uma grande estrela na companhia, como John Cena?

Porque é que acham que a WWE lançou a t-shirt “Best in the World” com a data do Money in the Bank 2011, mas numa versão limitada, apenas para os fãs presentes na arena em Chicago? Porque sabiam que quando CM Punk vencesse, os fãs iriam ficar felicíssimos e quereriam a nova t-shirt que este estava a usar.

Houve apenas uma situação na carreira de Daniel Bryan onde os seus fãs foram postos à prova desta forma. Após a reacção histórica que os fãs tiveram na Raw pós-Wrestlemania 28, a WWE lançou uma t-shirt simples, vermelha, a dizer “YES! YES! YES!”. A mesma foi promovida pelo próprio Daniel Bryan, após um main-event repleto de “YES!” e “Daniel Bryan!”.

Mais ninguém recebeu qualquer espécie ovação, além de Bryan. Os fãs acreditaram que tinham começado uma revolução. Que a t-shirt lançada iria para sempre marcar aquela noite histórica. E marcou. E, como resultado, a t-shirt esgotou no site oficial da WWE. Ora, aí está um sinal que a WWE deveria ter interpretado.

Admito que, ao contrário de Daniel Bryan, vários lutadores poderão ter mostrado resultados nos factores que referi acima antes do investimento da WWE. No entanto, continua a não ser justo comparar esta situação a Daniel Bryan quando é óbvio para todos que a WWE não quer fazer dele um main-eventer.

A WWE gosta dele. Ele é um excelente lutador, alguém em quem podem confiar para fazer brilhar as suas estrelas preferidas. Para a WWE, Daniel Bryan é um excelente midcarder, talvez pouco mais que isso, embora suscite das melhores ovações da última década. A grande questão é que os fãs estão prontos – e querem – para vê-lo como algo mais. Para muitos deles, ele já é mais que isso.

Esquecendo agora a mentalidade dos musculados de dois metros que existe desde sempre, o que é que a WWE fez com a carreira de Daniel Bryan que levasse os fãs a acreditar que estes poderiam apostar nele?

O combate pelo Título de Estados Unidos que foi colocado no dark match na Wrestlemania? A onda de derrotas e mais derrotas que teve após vencer a mala de Money in the Bank? O facto de não ter tido quase nenhuma, ou mesmo nenhuma, vitória convincente contra um nome importante durante o seu reinado? Fugir de uma cela, num combate de poucos minutos, não é muito convicente.

O facto de ter vencido Santino Marella, um jobber, para vencer a Elimination Chamber? A derrota de 18 segundos na Wrestlemania? A forma como a WWE se recusou em investir na sua popularidade nos meses que seguiram? Ou terá sido a forma como a WWE tentou usar a popularidade de Daniel Bryan para lançar AJ Lee?

Se tivesse sido outra pessoa qualquer com aquele tipo de popularidade, a WWE teria tornado esse lutador num campeão no pay-per-view seguinte. Por sua vez, Daniel Bryan foi apelidado de “Goatface” e juntou-se a Kane.

Não me interpretem mal, gostei imenso da Team Hell No. Diverti-me com os seus combates e os seus segmentos ainda me hoje me fazem rir imenso. Mas, em retrospectiva, se tivesse sido Sheamus ou Roman Reigns a ter aquele tipo de popularidade, garanto-vos que nenhum deles estava a fazer piadas com Kane durante meses a fio.

Tudo isto funcionou a favor de Daniel Bryan porque, ao contrário do que todos sonhavam, este é carismático e engraçado. Mas se não fosse, poderia ter sido o seu fim. Os fãs viram outro lado dele que adoraram e simpatizaram ainda mais com ele.

Quando finalmente pareceu que a WWE tinha mudado de ideias, fomos presenteados com meses seguidos onde Daniel Bryan era chamado de troll que não tinha estofo para ser campeão da WWE. Sempre que tinha o Título este era-lhe tirado, sem qualquer vingança. Isto sem falar da brincadeira de mau gosto que foi aliá-lo à Wyatt Family.

Não deixa de ser irónico que a WWE constantemente tente atrair celebridades ao seu produto para ganhar atenção entre os media e acaba por ser Daniel Bryan, a última pessoa que esperavam, a fazê-lo. Os seus cânticos foram longe, muito longe, além das arenas da WWE e isto tem sido recorrente ao longo dos últimos anos, não foi apenas há algumas semanas.

Reafirmo o que disse em edições anteriores. A WWE não tentou acabar com Daniel Bryan. A WWE não arrasou com ele. Muito pelo contrário, deu-lhe mais exposição na sua programação do que alguma vez as pessoas sonharam que Daniel Bryan iria ter.

Mas não foi para o seu benefício, foi sempre para o benefício de outrém. A WWE não apostou em Daniel Bryan como main-eventer. Nunca o fez. Foi sempre para ajudar Triple H e Stephanie a sentirem-se melhor com o seu ego, Randy Orton com o seu heel turn ou a Wyatt Family.

Portanto, acho extremamente injusto e descabido esperar que, quase dois anos depois a assistir a isto, a WWE use o facto dos fãs não investirem em Daniel Bryan da mesma forma que investiam em CM Punk, e noutras estrelas, contra ele.

Se um lutador for posicionado, protegido e tratado como uma estrela, os fãs irão vê-lo como tal. Que revelação chocante, não? Durante quantos anos é que a Evolution protegeu Batista para tornar o seu babyface turn bem-sucedido? Durante quantos anos é que a WWE protegeu Randy Orton, não só dentro de ringue, como fora dele?

Um exemplo recente disto é Roman Reigns. O que a WWE fez com Batista há uns anos atrás está-se a repetir com Roman Reigns, com a diferença que os fãs não têm grande razão para odiar Dean Ambrose e Seth Rollins. E os frutos vão aparecer eventualmente, porque Roman Reigns é carismático, tem atitude e, acima de tudo, tem sido protegido.

Quando é que Daniel Bryan foi protegido? Não foi. Os seus adversários foram. No entanto, a culpa continua a ser de Daniel Bryan, porque é demasiado pequeno, não é verdade?

Por isso é que os fãs gritam. Sim, gritar “YES!” e “NO!” é cativante, fácil de fazer e aplicável em muitas ocasiões. Mas gritar “Daniel Bryan!” repetidamente durante vários eventos ao longo de anos não é e isso é algo que a WWE deveria ter em conta, não fingir que não ouve.

Os fãs estão prontos para apostar em Daniel Bryan. Os fãs querem que a WWE lance Daniel Bryan. Mas ninguém que tenha assistido à programação da WWE desde o momento em que este estreou pode culpar os fãs por não acreditarem que estes o irão fazer.

E, como seria de esperar, a WWE vira isto tudo contra nós. Ficamos assim num impasse, onde a WWE diz não apostar em Daniel Bryan porque este não é um draw – quando na realidade não o faz porque acha que este é demasiado pequeno; e os fãs continuam sem investir em Daniel Bryan porque até agora foram ensinados a esperar desilusão.

E este ciclo vicioso vai continuar até que alguma das duas partes ceda.

Já temi que a persistência da WWE vencesse os fãs por puro cansaço neste braço-de-ferro extenuante. Já temi várias vezes que os fãs simplesmente desistissem. Os fãs têm um limite para a quantidade de vezes que vêem alguém em quem investem tanto perder a mesma batalha vezes sem conta, antes que desistam por completo.

Não sei se é isso que vai, eventualmente, acontecer. No entanto, acredito firmemente que este era o grande momento para recompensar estes fãs. Os mesmos fãs que estavam esperançosos de assistir a um grande momento quando foram ao Royal Rumble.

Se for a WWE a ceder, temo muito sinceramente que o faça tarde demais. Durante os últimos anos existiram vários momentos que poderiam ter sido defendidos como sendo O momento de Daniel Bryan. Porém, o Royal Rumble 2014 foi o único que me parece ter sido, definitivamente, uma oportunidade desperdiçada.

Se e quando a WWE finalmente apostar em Daniel Bryan, irá valer a pena? Irá surtir o mesmo efeito? Só o tempo dirá. Sinceramente, preferia não fazer a experiência, mas não temos outra escolha.

O Royal Rumble deu bastante pano para mangas e esta foi apenas a primeira edição inspirada pelo tema. Nesta edição concluiu-se uma das grandes regras pela qual a WWE se rege: Vince McMahon faz o que quer, aposta em quem mais gosta e usa as desculpas que mais lhe convém para o justificar.

Já há muito que isto se sabia. Afinal, é o seu império. Mas Daniel Bryan veio reforçar definitivamente essa norma para quem ainda tinha dúvidas. Enfim, da minha parte é tudo. Até à próxima edição e uma excelente semana a todos!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

26 Comentários

  1. Tibraco - há 3 anos

    Gostei imenso, acho que estás em excelente forma!

    Concordo com a generalidade do artigo, apenas gostava de acrescentar que este interpreto este apoio a Bryan também como uma forma de protesto ao estado atual da WWE. Ou seja, Bryan é adorado pelas suas virtudes mas também porque simboliza quase tudo o que está mau na WWE.

    Não posso afirmar isto peremptoriamente mas acredito que uma boa parte dos fãs apenas continuam a assistir WWE porque gostam de Wrestling, não do Wrestling que a WWE nos oferece. Eu falo por mim, se houvesse outra companhia ao nível da WWE provavelmente já teria mudado de “equipa”. Se eu não gostar de uma série posso facilmente ver outra. No Wrestling tenho que “aturar” a WWE. Então Bryan é o porta-estandarte das mudanças que a generalidade dos fãs querem.

    Há quanto tempo Ambrose e Big E não defendem os seus Títulos? Como explicar os “enterros” de wrestlers como Sandow e Ziggler? Como é que se admite mudanças repentinas nas histórias só “porque sim”? E poderia estar aqui o dia inteiro a referir problemas na programação da WWE. Já chega, é demais. Quando os fãs desistirem de Bryan, porque eventualmente vai acontecer, não tenho a certeza que continuem a ser fãs. Mais uma vez falo por mim, mas estou super cansado de assistir a tantas parvoices por semana.

  2. MicaelDuarte - há 3 anos

    Excelente artigo, Salgado.

  3. danielLP21 - há 3 anos

    Excelente artigo. Podias era começar a deixar alguma coisa para acrescentar, porque assim não dá para debater nada xD

    Fico feliz por partilhares das opiniões da esmagadora maioria dos fãs que ficaram revoltados durante esta semana. Continua o excelente trabalho Salgado

  4. akujy - há 3 anos

    Excelente. Nada mais há a dizer. Um artigo de qualidade e ao qual, como disse o Daniel, não há nada a acrescentar.

  5. José Sousa - há 3 anos

    Nada a mais a dizer Marta, eu próprio já falei disso e concordo com o Tiago, os fãs vão esperar até á Mania no máximo até ao Extreme Rules(na casa dele) para ver se apostam nele ou não. Caso o contrário acho que o Movimento tomba! Mas as próximas semanas vao ser decisivas para definir quem perde a guerra se a WWE se os fãs.

  6. Mario Magalhaes - há 3 anos

    Espetacular artigo Salgado.

    Realmente Bryan não tem o “perfil” esperado, pela WWE, confesso que também temia pela desistência dos fãs aos apoios a Bryan, após meses da WWE a tentar abafar tanta popularidade, mas felizmente o público continua e pode ser que ainda tenhamos as coisas a serem mudadas.

    Bryan conforme citaste muito bem, sempre esteve a se sacrificar em prol dos outros, como nos casos de AJ, Sheamus e até mesmo da Autoridade, o que deve ter ferido os egos de Triple H e da família McMahon.

    Se as decisões da WWE, não sofrerem mudanças, temo por um PPV para se esquecer.

  7. Zé Pedro - há 3 anos

    Há uma frase do Shawn Michaels para o Triple H antes do Hell in a Cell, que eu não me recordo à letra mas é algo do género “Qual é o teu problema com ele ? É ele não ser tão grande como tu ? Ou é cada vez que o mandas abaixo, ele levanta-se mais forte do que antes ?”. Esta frase é perfeita para a WWE. O problema deles com o Bryan, é que os fãns não o largam por nada. Se calhar pensavam que o Batista voltava e que tinha os fãns na mão só porque sim…

  8. Mike Tyson - há 3 anos

    Olá Salgado, grande artigo! Bem o que posso dizer? Penso que disseste tudo no artigo e partilho a mesma opinião! Um abraço e continua

  9. Anónimo - há 3 anos

    O tema do artigo já começa a ser repetitivo semana após semana não?
    Quando foi o ultimo artigo que não foi sobre o Bryan e como este está a ser vitima da Autoridade?
    Já começa a cansar essa história…

  10. Frederico_WWE - há 3 anos

    Não era previsto voltar a fazer um comentário tão cedo… mas dada a situação atual caótica da WWE é inevitável não fazer… o artigo em si tá excelente como sempre mas o mais importante a realçar para mim são outros pormenores que podem vir a se tornar muito positivos… ou seja digam me a entrevista inacreditavelmente épica do Ziggler passou no WWE.com? Aquilo fez me emocionar pá… lindo mesmo!

    Se a entrevista do Ziggler passou no WWE.com é porque tava planeado ele fazer aquilo… ou seja a WWE não se iria dar ao luxo de passar uma entrevista em que de forma mais ou menos evidente o lutador está a criticar a empresa e as suas políticas… tipo CM Punk quando fez a promo o Vince é óbvio que sabia de tudo senão mal o Punk saísse do edifício era espancado…

    Ora bem eu devo ser dos poucos que acha que isso tudo vai dar storyline? Esta revolta do Punk e do Bryan… e agora do Dolph Ziggler pode muito bem vir a dar “molho”… tenho ainda algumas dúvidas em relação ao Punk porque todos sabemos o mau feitio dele mas eu quero acreditar que isto é Work… se fosse Work era épico…

    Se não é Work e é real e legitimo o Punk teve bem por um lado visto que dá o chamado murro na mesa… embora isso seja só para inglês ver visto que não acredito que mude uma vírgula na forma da WWE ver as coisas só pelo facto do Punk se ter “passado”… as coisas se tiverem que mudar terão que ser pelo papel dos fãs que devem continuar a se manifestar para chegar ao dia da WWE mudar algo… até porque nenhum lutador é maior que a WWE.

    Por outro lado o Punk foi mau profissional… não sei se houve gente a referir isso… penso que o Daniel disse algo semelhante… ou seja o comportamento do Punk é discutível e se ele fez isso também por questões financeiras e assim… também não fica bem na fotografia.

    Resumindo eu vou apostar que isto vai acabar por dar storyline… quanto mais não seja porque havia planos para haver mais momentos semelhantes ao “Summer Of Punk” segundo vem a público.

    • danielLP21 - há 3 anos

      Eu disse que é uma atitude discutível no sentido em que não é consensual, visto que uns vão concordar a 100% e outros vão dizer que ele fugiu e foi pouco profissional. Eu insiro-me no primeiro grupo.

      • Tibraco - há 3 anos

        Mas, atenção, a primeira não invalida a segunda. O Punk tem razões para se sentir prejudicado e revoltado mas não deixa de ser um mau profissional. O gajo tem um contrato assinado, isso tem mais valor do que a “opinião” dele. Imaginem se todos os lutadores decidissem fazer o mesmo…. Btw, excelente comentário Frederico, embora não acredito que isto vá dar alguma storyline.

      • Mike Tyson - há 3 anos

        Não sei se viste o filme do cm punk mas o vince deu liberdade ao punk na shoot promo dele de dizer o que quisesse!

      • Frederico_WWE - há 3 anos

        Claro que deu liberdade até porque se o Punk dissesse algo daquele género sem o consentimento do seu “chefe” não tenho dúvidas que alguém o ia ao “lombo”… e mais que isso o micro era “cortado” logo aos 2 minutos…

      • Mike Tyson - há 3 anos

        Tenho uma pena não teres visto , irias entender melhor

      • João Morgado Pereira - há 3 anos

        O punk foi mau profissional? Se bem me recordo ele ja tinha avisado com ante mao o Vince que ao assinar o contrato queria estar no ME da wrestlemania este ano e se bem me recordo foi por aqui que li um artigo nessa altura a dizer que lhe foi prometido e agendado isso, mas os meses passam e os planos mudam e ele é que é mau profissional por a empresa não cumprir? É muito facil chamar as pessoas de maus profissionais quando não se sabe mais do aquilo que se lê, eu não acredito nem por um momento que uma pessoa que saiba tanto do business como o Punk que sabe perfeitamente que ao quebrar o contrato iria ter de pagar a wwe o faria.
        Referentemente ao artigo, Salgado como sempre os teus artigos são efectivamente muito bons no entanto, como leitor estou a ficar um pouco desiludido, porque “quase” semana apos semana os teus artigos têm sido sobre o Daniel Bryan, sim ele é o homem do momento e tem sido injustiçado mas quer dizer, já chega estamos a falar de wrestling, um negocio, o Bryan não é nenhum heroi da guerra fria nem nada do género, é só mais um profissional muito dotado que não está a ser bem aproveitado, como muitos outros no passado e no presente.
        A realidade é que os fãs queixam-se que a wwe não dá valor aos atletas, mas será assim mesmo? Ou será que maior parte das pessoas simplesmente não sabe separar os seus gostos daquilo que está certo? Quer dizer a companhia é deles eles fazem o que quiserem, ninguem obriga os trabalhadores a lá estarem contra a sua vontade, se o Bryan se sentisse injustiçado realmente ja tinha tomado uma atitude, temos o exemplo do Punk por exemplo. Eu estou como o fred pelo menos na parte do Bryan acho sinceramente que é tudo storyline, é que desculpem eu acho impossivel uma lenda da wwe sob contrato como o Mick Foley fosse fazer e dizer estas coisas, tendo em conta que trabalha para eles. É nestas altura que nõs fãs não conseguimos ver a linha entra a dita linha entre a realidade e a fixão.

  11. Former CWO Writer! - há 3 anos

    Há uma grande diferença entre o Punk e o Bryan, apesar de os dois serem dois extraordinários Wrestlers e de merecerem, completamente, o Main Event da Wrestlemania que agora chega. Ao contrário do Punk, o Bryan limita-se a jogar pelas regras, i.e., DB soube tirar proveito daquilo que a WWE lhe foi dando, sobretudo, daquele patético combate de 18 segundos. A juntar a isso, o próprio Wrestler soube capitalizar a sua fama das Indies e da Internet. Já CM Punk, enquanto performer completo, vai sempre mais além e dá sempre mais que o mínimo exigido. O homem com o mais longo reinado da era moderna é um daqueles casos raros, que aparece ocasionalmente, talvez um em cada geração. Se quisermos traçar um ligeiro paralelismo, Stone Cold e Roddy Piper representaram algo de muito semelhante nos seus respectivos tempos. Para além de serem extraordinários Wrestlers, sempre quiserem fazer mais e melhor, sempre tentaram superar-se e oferecer melhores espectáculos ao público. Daniel Bryan, por muito bom que seja e que, efectivamente, é, não é uma personalidade desse género e limita-se a rentabilizar aquilo que as decisões criativas de Stamford provocam, sobretudo, no que concerne à reacção dos fãs. Por isso, é que Bryan, mesmo sendo um dos melhores da companhia, não consegue potenciar a venda de PPVs e merchandising. Aquilo que as pessoas vêm em CM Punk e Daniel Bryan é completamente diferente. O homem de Chicago representa esperança e capacidade de marcar a diferença, ao passo que o homem de Washington, ainda que extraordinariamente talentoso, representa a eterna luta dos fãs com o “status quo” do bodybuilding, i.e., pena por enormes talentos não terem as mesmas oportunidades apenas e só devido ao seu tamanho. Mas isso, sempre foi um problema na empresa dos Mcmahon, que o digam Eddie Guerrero, Chris Benoit, Owen Hart e o próprio Roddy Pipper.

    O que eu quero dizer com tudo isto é que o debate sobre o aproveitamento de Daniel Bryan enquanto campeão principal é, neste momento, inócuo e vazio de interesse. Para a WWE, é mais interessante uma imagem de Bryan desfavorecido e perseguido, do que uma imagem de campeão com mérito. Não o ver, ou não o admitir, demonstra falta de visão. E, como já referi, o noivo de uma das Bellas é um extraordinário talento e já merecia ter tido um reinado sólido. Agora, dissertar sobre a vulgaridade e previsibilidade é que já me parece quase tão esquizofrénico como a incapacidade dos responsáveis máximos da maior companhia de Wrestling do Mundo em deixar de lado os seus típicos complexos com o tamanho.

    O assunto que realmente marca a semana, sem qualquer sombra de dúvida, é o suposto abandono de CM Punk, o único superstar do rooster actual que se distingue pela diferença. O homem tem sido o melhor ano após ano, combate após combate, independentemente do tipo de adversário, que passaram por Cena, Undertaker, Lesnar, Daniel Bryan, Mysterio, Jericho, etc. De todos eles retirou o melhor e até nulidades como o Jeff Hardy e o John Morrison tiveram os seus melhores momentos com um CM Punk ainda longe de ser consensual. Por isso, tenho pena que um dos bons valores da CWO continue a optar por explorar um tema sem qualquer interesse e que sobre os quais já foram vistos e revistos todos os ângulos. Aqui há umas semanas, num artigo sobre AJ Lee, tivemos, sem sombra de dúvidas, algo de realmente interessante aqui no espaço. Porque de resto, nas últimas semanas este espaço transformou-se num muro de lamentações sobre Daniel Bryan. A culpa é acima de tudo da autora, que sabe mais que isto e que tem capacidade para algo mais que passear sobre trivialidades. Contudo, quem aqui comenta também tem a sua quota de parte de responsabilidade, já que se limita a dizer que concorda com tudo e a dizer basicamente o mesmo que a autora. O que é pena, porque nota-se que existem algumas pessoas que até percebem da poda, mas é preciso discutir e questionar as perspectivas de quem expõe as suas opiniões.

    Um abraço!

    P.S.: Deixar um especial cumprimento ao Salvador, que foi o único da velha guarda da CWO a manter viva chama. A sua perseverança e tenacidade transformaram o Wrestinlg.pt num espaço de culto para qualquer amante de Wretling. Um grande bem-haja para ele.

    • Obrigado pelas palavras ;) Vou (vamos) fazendo o que podemos pela modalidade em língua portuguesa. Fiquei curioso, se quiseres contacta me.

    • akujy - há 3 anos

      Já agora, a título de resposta ao que dizes, sem qualquer desrespeito à tua opinião – q és logicamente livre de expressar – em tempos que já lá vão disse algo parecido com o facto de este espaço ter abordado o tema Bryan várias vezes. Ainda assim, este n é o caso hoje. É um tema actual, sobre o qual toda a gente quer falar (e ver falado) e a Salgado abordou-o hoje de forma exemplar e com a qualidade a que já nos habituou.

      • Anonymous - há 3 anos

        Não lancei, em qualquer momento do meu devaneio, a mais pequena das críticas à capacidade da autora ou até da qualidade do próprio texto. Aliás, acho que deixei explícito o meu reconhecimento da qualidade da autora, que tenho o hábito de seguir todas as semanas, como o fazia há uns anos atrás com tipos como o Fundertaker, o Deadman666, o Dias Ferreira, o edgehead, entre outros. Por isso, por ser um ávido leitor deste espaço e por já ter tido a oportunidade de ler por aqui algumas das melhores linhas da história da CWO, não posso deixar de dar uma outra perspectiva e feedback à pessoa que teve a coragem de partilhar as suas ideias.

        A questão DB é chata e desinteressante, como já o referi, porque não há como não fugir ao óbvio, que passa pelo facto da WWE ter enormes constrangimentos em apostar em lutadores que não tenham os requisitos típicos, no que respeita à sua endurance física. E com isto, volto a referir, não coloco em causa o valor de DB, que é um dos meus preferidos, sobretudo, no seu trabalho in-ring. Para além disso, acho que deixei claro que o tema é inócuo e vazio de interesse, não por culpa de quem escreve, que até o espreme bem, mas sim porque este complexo que existe é histórico e é algo que nunca vai mudar. Quem conhecer um pouco daquilo que é o pensamento norte-americano percebe que este não é um problema apenas da WWE, é algo cultural, i.e., completamente transversal à sociedade americana.

        Lancei o nome de CM Punk, porque é, ou era, nesta altura, algo de diferente e acho que a WWE ao perdê-lo, hipoteca uma base de fãs com outro tipo de características e que passam por aqueles que assistem a quase todos os eventos ou shows da empresa, não aqueles que o fazem por ocasião da Wrestlemania ou Summerslam. Não sei até que ponto os responsáveis perceberam a importância de ter alguém no rooster como CM Punk e acho que esse teria sido um excelente tema para a discussão, mais até que as próprias razões que levaram o talentoso jovem de Chicago a dizer basta, se assim o fez. Daniel Bryan é fantástico e teria, sem dúvida, um excelente reinado, até as pessoas se fartarem. Ao invés, CM Punk é original e diferente, porque a sua personna na TV, não é muito diferente da vida real e isso torna-o interessante. O mesmo acontecia com Austin, ou com Pipper, ou ainda com HBK antes da mítica promo do “I lost my smile”. Antes disso, HBK era de facto extraordinário, porque aquilo que se vi na TV era muito ele. Depois, depois a WWE domou-o, domesticou-o e Shawn, mantendo as suas qualidades intactas, tornou-se num personagem regular e completamente previsível. Por isso, um tipo como Punk, completamente selvagem e com uma enorme noção de espectáculo e de profissionalismo, é capaz de oferecer momentos especiais, seja com um microfone na mão, num single match, num Hell in a Cell, ou num TLC. Dá sempre tudo e tem uma paixão que não se encontra em nenhum dos elementos do rooster actual, nem sequer em Daniel Bryan. Em CM Punk, os fãs regulares, aqueles que gostam mesmo disto, viam algo de si nele. É pena que a WWE não o tivesse percebido e tenho pena que a autora não tivesse trazido este tema à baila, porque acho que daria um grande, grande texto e uma discussão ainda melhor. O facto de DB não ter entrado no Rumble é inócuo, até porque já se sabia desde Dezembro que Dave Batista ia ganhar o direito de lutar pelo título no Superdome, por isso, para quê meter Bryan ao barulho? Para ele ter a segunda derrota na noite? Isso seria ainda mais ridículo, quase tanto como quando Dwayne Johnson anunciou, na milésima edição da RAW, que ia ganhar o título no Royal Rumble, concretizando a vitória sobre um CM Punk que se revelou um dos melhores campeões de sempre, para grande surpresa minha, e que se tinha superiorizado, claramente, ao seu oponente nos jogos psicológicos, que, quem acompanha isto há uns tempos, sabe que foram um pouco longe de mais, uma vez que Johnson é um Deus por entre os directores de Stamford, sobretudo, pelo seu estatuto de “estrela” de Hollywood.

        Abraço!

    • João Morgado Pereira - há 3 anos

      Este comentário disso tudo, fico satisfeito por não ser o unico a falar sobre as excessivas “lamentações”.

      • danielLP21 - há 3 anos

        Eu compreendo as vossas críticas e eu próprio não tinha nada para acrescentar no meu comentário por já ter falado muito do assunto durante a semana, mas a verdade é que a Salgado tem o direito a escrever sobre isto. Não tem culpa de ter o seu espaço uma semana depois do PPV, depois de já toda a gente ter falado do assunto…

  12. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Excelente como sempre. Nada acrescentar e numa frase praticamente disseste tudo.Bryan esta a ser usado para elevar outros wrestlers devido a onda YES que tem ao seu redor.

  13. john 3:16 - há 3 anos

    Foi um otimo artigo, não existem muito a acrescentar, isso é a verdade nua e crua, parabéns

  14. cm punk - há 3 anos

    Excelente artigo salgado!

    Realmente a wwe devia dar mais valor ao Daniel bryan.e ele até merecia ter entrado no Royal rumble e ter vencido em vez de terem dado a vitória ao Batista.

  15. Luís Ziggler - há 3 anos

    Eu fiquei genuinamente chocado com o que aconteceu no Rumble. Eu até acreditava que o Bryan não aparecesse, tinha bastante medo disso, mas nunca esperei uma reacção daquela dos fans. Nunca. E foi épico, nunca tinha visto nada assim. E depois a reacção ao Batista. Ele devia ter vergonha em exigir ganhar o Royal Rumble, sinceramente. É por estas e por outras que gosto do Jericho e do RVD. Já tiveram o momento deles, nunca vão ser “maiores” do que já foram por isso usem o que têm para se divertirem e ajudar outros. Já para não falar de que nunca vi um wrestler profissional em tão pouca forma como o Batista. Foram horriveis aqueles momentos no Royal Rumble. Até o Hogan me tinha dado um melhor combate.
    Com esta reacção e com a saída do Punk parece-me muito dificil que o Vince não acorde para a vida porque, agora sim, é a WRESTLEMANIA que está em causa. Se não for nada feito a WRESTLEMANIA XXX que devia ser a maior de sempre vai ser o maior fiasco de todos os tempos e talvez assim, com isso a pesar nos bolsos do Vince, ele acorde.
    Sinceramente, dos combates que têm sido falados, não há um que eu pagasse para ver.

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