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Opinião Feminina #193 – Failed Gamble

Da última vez que discuti a situação de Cesaro, este encontrava-se numa posição bastante diferente. Na altura, a ideia deste vencer o Título no combate de Money in the Bank para ter a tão rumorada rivalidade com Brock Lesnar, embora fosse improvável, não parecia descabida. Por outro lado, neste momento é absolutamente ridícula.

A lesão de Daniel Bryan mudou bastante os planos da WWE, se acreditarmos no que tem sido noticiado ao longo dos últimos meses, e um dos maiores afectados foi mesmo Cesaro.

É possível que, mesmo com Daniel Bryan, Cesaro seguisse o mesmo caminho e a WWE preferisse apostar em Roman Reigns. No fundo, nunca saberemos ao certo o que reservaria o futuro de Cesaro se os planos originais tivessem tido a oportunidade de se realizarem.

Todavia, duvido seriamente que a WWE tenha planeado o fim da parceria de Cesaro e Paul Heyman desta forma.

Esta parceria foi um risco, mas tal como explicado numa edição recente, foi um risco aceite prontamente pelos fãs. Era ideal. Cesaro é extremamente competente e talentoso dentro de ringue, tem um físico impressionante, um comportamento exemplar e é poliglota, o que lhe garante trabalho garantido a promover a companhia pelo mundo fora.

Cesaro possui tudo o que a WWE costuma exigir num lutador e até mais.

Paul Heyman, por sua vez, é o melhor manager da Era moderna e um dos melhores de sempre. Neste momento, ninguém vende um combate melhor do que Paul Heyman. Exemplo disso é a promo que este fez após Triple H aceitar o “Plano C”.

Tinha tudo para dar certo. Porém, não deu. Antes da parceria, Cesaro estava a tornar-se gradualmente mais popular e antecipava-se uma separação dos Real Americans, para que este continuasse como babyface.

Depois da parceria, Cesaro encontra-se a perder por submissão para Jack Swagger, alguém que, por surpreendente que pareça, se encontra numa posição bastante mais interessante que a sua, e sem qualquer rumo ou direcção aparente. Grande parte, senão todo, o ímpeto que tinha antes da Wrestlemania desapareceu.

Tal deve-se a várias razões.

Primeiro, os fãs estavam preparados para apoiar Cesaro como babyface e a WWE forçou-o a tornar-se heel ao lado de Paul Heyman. A meu ver, é preciso ter algo em mente para contrariar a reacção dos fãs desta maneira. Não acho que deva ser algo feito ao acaso ou apenas porque sim.

Se tivesse sido bem feito, quando eventualmente Cesaro se separasse de Paul Heyman, a recepção seria extremamente calorosa. Especialmente se Heyman passasse meses e meses a falar apenas de Brock Lesnar, tal como estava a ser feito.

No entanto, se o plano for abandonado a meio, Cesaro não passa de um lutador talentoso com uma manobra popular que os fãs gostariam de apoiar, mas simplesmente já não possuem a mesma motivação para o fazer.

A forma como a WWE desiste de certos lutadores ou muda de direcção, especialmente neste caso, por vezes leva os fãs a crer que estes são descartáveis. Para sobreviver a tal rótulo, é preciso uma grande dose de popularidade. Dose que Cesaro não tinha antes da Wrestlemania, mas estava no bom caminho. Aliás, esta tem sido a história da carreira de Cesaro (e de vários outros) na WWE.

E a segunda razão são todos os combates que Cesaro perdeu sem qualquer motivo. Durante um período de tempo, Cesaro rivalizou com Kofi Kingston, onde claramente dominava e castigava Kofi após o combate que tinha perdido. Tal também aconteceu com Big E.

Ora, esta é uma situação que, tal como muitos apontaram na altura, não beneficia ninguém. Kofi Kingston, mais do que Big E, encontra-se numa posição estável no card. O que quero dizer é que o seu lugar é permanente, é muito pouco provável que este suba no card e lute combates mais importantes, mas dado o seu atleticismo e acrobacias, também é pouco provável que desça e/ou seja despedido.

Perder para Cesaro não o afecta de forma nenhuma, especialmente se vai ser dominado e extremamente castigado após o combate. Se é isso que vai acontecer, então que ganhe Cesaro.

Não se justifica ver um lutador que teve combates tão competitivos com Randy Orton, John Cena e Daniel Bryan – todos main-eventers – ao longo deste ano e depois perder numa rivalidade insignificante e sem motivo para Kofi Kingston que, por sua vez, era uma das vítimas regulares de Rusev.

A força de Cesaro é impressionante. A forma como maltratou Big E, alguém que não é nada pequeno, e Kofi Kingston impressionou os fãs. As demonstrações da sua força continuam a impressionar nos seus combates. Se o objectivo era contrariar a reacção dos fãs e fazer dele um vilão, então que fosse um vilão imparável e dominante. Não alguém cuja dominância vale de pouco, pois continua a perder.

Aliás, se tal tivesse sido esse o caminho seguido pela WWE no que toca a Cesaro, um possível combate com Brock Lesnar tornar-se-ia bastante mais interessante. Se a dominância dos dois é comparável? Não, mas vê-los a medir forças seria certamente interessante. Mas não se Cesaro tivesse passado semanas a perder para uma figura inconsequente no roster.

Devido à quantidade de derrotas que estava a acumular, Cesaro tornou-se a aposta de muitos fãs para próximo campeão Intercontinental, visto que os fãs estão habituados a ver os campeões secundários a perder. É uma piada deprimente que infelizmente reflecte a realidade do booking da WWE.

Ao contrário de muitos fãs, a eliminação de Cesaro na Battle Royal por Heath Slater não me irritou particularmente. Pelo menos, não me irritou mais que o booking de Cesaro tinha irritado até à altura. Não queria que Cesaro vencesse o Título Intercontinental, pois sentia que tal iria consolidar todas as derrotas sofridas e iria fixá-lo no midcard, quando há poucos meses atrás estava relativamente perto do main-event.

Vencer o Título Intercontinental seria a confirmação de que a WWE tinha, mais uma vez, perdido o interesse e mudado de direcção. Uma confirmação que, embora agora não existam dúvidas, receava constatar.

Ver um grande nome (ou relativamente maior) a ser eliminado por um dos lutadores mais inconsequentes do combate não é novidade. Embora não me recorde neste momento de uma situação dessas que tenha resultado em algo concreto e produtivo, não acho que a eliminação às mãos de Heath Slater tenha causado mais estragos.

Atenção, não sou a favor da eliminação. Por minha vontade, Cesaro nem precisava de estar no combate, pois teria algo mais importante e digno em mãos. No entanto, não acho que tenha causado mais danos que as semanas anteriores a perder para Kofi Kingston e Big E tenham causado.

Por outro lado, isto significa que essas derrotas não resultaram em nada. Nem mesmo na lógica falhada da WWE Cesaro tinha um Título para as “compensar”.

São estes os dois grandes factores responsáveis pela situação de Cesaro neste momento. A ausência de um plano forte e produtivo que justificasse tornar Cesaro vilão, em vez de capitalizar na popularidade que começou a ter, e as várias derrotas sem razão.

A separação, supostamente, amigável de Cesaro e Paul Heyman e a forma como foi anunciada reforçaram aquilo que os fãs temiam. Os planos grandiosos para Cesaro que os fãs passaram meses a ouvir falar passaram à história e a companhia estava, oficialmente, a mudar de direcção.

Ao longo destes anos, a WWE já cometeu várias asneiras com Cesaro, mas é complicado encontrar uma que tenha feito este parecer mais descartável e insignificante que a forma como esta separação foi feita.

Pouco antes do regresso de Brock Lesnar à Raw, Cesaro aparece sozinho para lutar e os comentadores afirmam que ouviram rumores que Heyman foi despedido ou que desistiu. A primeira aparição de Heyman após esta separação é usada para promover o regresso de Lesnar.

Os fãs que estavam presentes na arena tiveram que adivinhar ou esperar até chegarem a casa para ouvirem a transmissão para perceber porque é que Heyman não estava com Cesaro.

A falta de atenção dada a esta separação e a forma desleixada como foi feita foi completamente insultuosa. Afinal, esta parceira deu azo a um dos momentos mais ovacionados da Raw após a Wrestemania.

E agora tinha chegado ao fim porque a WWE tinha, simplesmente, coisas mais interessantes para planear, nomeadamente o regresso de Brock Lesnar.

Esta atitude é a razão pela qual a WWE depende de estrelas part-time para vender a Network ou causar picos de audiência. Não tiro qualquer crédito a Brock Lesnar, pois todos conseguimos ver quão impressionante este é.

No entanto, é a como a WWE desvaloriza o talento que possui que, ultimamente, os impede de criar estrelas. No fundo, a WWE faz com que o roster actual, com algumas excepções, passem por amadores ao pé das verdadeiras estrelas. E não interessa se é verdade ou não. Tal é absolutamente irrelevante. É a percepção que os fãs têm que, no fim, faz a diferença.

E a percepção com que os fãs ficaram de Cesaro é bastante simples. É um talento sólido para eventos secundários, mas quando se chega a alturas decisivas do ano, é necessário abandonar todos os planos actuais e recorrer a estrelas que trabalham part-time.

Cesaro, tal como a esmagadora maioria do roster, passou a ser descartável aos olhos dos fãs. É verdade que, ao longo da sua carreira na WWE, Cesaro teve várias vezes em situações complicadas, das quais parecia que não ia sair. E se isto tivesse acontecido durante uma dessas fases, os fãs não ficariam surpreendidos.

O choque vem de ter passado os últimos meses a acreditar que seria diferente. Cesaro foi uma das estrelas de maior destaque do fim-de-semana de Wrestlemania. E agora foi colocado de lado sem qualquer justificação ou esforço.

Custa ver como Cesaro não teve mais sorte com Paul Heyman do que Curtis Axel e Ryback, quando é notoriamente mais talentoso que ambos.

Eventualmente, Cesaro confirmou verbalmente que tinha despedido Heyman, chegando mesmo a expressar interesse em juntar-se a Triple H. Uma parceria de meses que gerou tanto interesse separou-se assim, sem qualquer história ou justificação. Pura lei do menor esforço.

E agora, o que espera Cesaro?

Para remediar esta situação, a WWE tem duas escolhas: ou torna Cesaro babyface e deixa-o tentar seguir o caminho que tinha à sua frente antes da parceira com Heyman; ou torna-o num vilão competente e não um vilão que perder para midcarders sem razão aparente.

Não me parece que a WWE queira Cesaro a tornar-se babyface ao mesmo tempo que Roman Reigns, de forma a não forçar a audiência a escolher entre os dois, portanto vilão competente parece o papel mais acertado para este.

Independentemente da escolha, a WWE precisa de não complicar as coisas e deixar Cesaro fazer o que faz melhor: lutar. Ver Cesaro a debater-se com John Cena na passada edição da Raw foi o ideal. O combate não foi tão bom quanto o primeiro que tiveram há uns meses, mas é naquela posição que Cesaro precisa de estar.

Cesaro precisa de continuar a ter oportunidades para ter excelentes combates com main-eventers ou lutadores perto de tal. Foi isso que tornou Cesaro popular e, sejamos francos, é o que o vai tornar novamente popular. A sua capacidade dentro de ringue é notória e elogiada sempre que tem oportunidades para a exibir. A WWE só precisa de parar do sabotar.

Relativamente a Paul Heyman, não me admirava que a WWE voltasse a tocar na antiga aliança de ambos quando Lesnar voltar a ausentar-se e Heyman não tiver ninguém para orientar. Se e quando tal acontecer, espero que, pelo menos, a história que arranjarem faça sentido.

Duvido que cative o interesse e atenção dos fãs na altura, mas se for bom e interessante, poderá resultar. Só gostaria de acreditar que a WWE não está a colocar Cesaro em standby até que Heyman lhe possa prestar atenção novamente. Infelizmente, temo que é isso que está a acontecer.

A curto prazo, tal irá, mais uma vez, atrasar a carreira de Cesaro. A longo prazo, acredito que este eventualmente saia desta situação e tenha uma oportunidade no topo. É demasiado talentoso para não ter. Será inevitável. Se essa oportunidade será justa ou não, é uma questão de esperar para ver. Até agora, nada tem sido muito justo.

Da minha parte, fico por aqui, desejo a todos uma excelente semana e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

14 Comentários

  1. DX Rules - há 2 anos

    Eu sou um grande admirador do Cesaro desde que se juntou aos Real Americans. Sinceramente acho isto por parte da WWE uma opção horrivel porque esperava um grande face turn por parte dele quando sabota-se o Broooooock Leeesnar! (O Heyman a dizer isto é um espetáculo) no combate no SummerSlam. Podia até ter um combate e perder no PPV porque Heyman estava ocupado a falar com Lesnar na Ring-side e depois no main-event separava-se de vez. E era uma rivalidade interessante para se ver no Nigth of Champions. E eu ainda tenho essa esperança completamente improvável. A esperança é a última a morrer e eu acredito que Cesaro ainda vai fazer isso no SummerSlam e até tem lógica. Saiu do lado de Heyman porque estava farto do nome de Lesnar e ao ver Lesnar ganhar não resistia em sair do balneário e dar-lhe uma tareia. Podia até ver oportunidade de cash-in de Seth Rollings (que eu acredito que vá perder o título para Roman Reings na consolidação do último como Top face) e Lesnar culpar Cesaro por isso.

    Mas enfim. Faltam duas semanas para a esperança morrer. Vamos lá ver o que acontece até lá

    Grande Artigo como Sempre!

  2. Tiago Correia - há 2 anos

    Eu só fico surpreendido de alguém ainda esperar que a WWE faça algo a pensar no longo prazo. Eles resolvem juntar o Heyman ao Cesaro, têm ali uma ideia qualquer, mas rapidamente se fartam e abandonam o lutador. Agora ele fica na prateleira e se no futuro se lembrarem vão lá buscá-lo de novo.

    Tu achas que ele poderá ser um main eventer. Eu tenho dificuldades em exprimir uma opinião porque neste “mundo sem lógica” da WWE tudo é possível, e um lutador ter talento está longe de ser uma garantia. Btw, excelente artigo a constatar a infeliz realidade ada WWE.

  3. MicaelDuarte - há 2 anos

    Excelente artigo, Salgado.

    Infelizmente, muitas das coisas que os fãs esperavam da dupla Heyman/Cesaro acabaram por não acontecer…

  4. JoãoRkNO ® - há 2 anos

    Primeiro de tudo , acho que a separação do Cesaro/Heyman foi algo a roçar o ridículo . Sem aviso prévio , sem sentido algum . Sempre disse , não sei qual era o mal do Heyman ser manager dos dois , bastava ser neutro com cada um e não misturar rivalidades . Mas pronto , espero mesmo a história comece a mudar para o Swiss SuperMan , porque se continuar assim não acredito que tenha um futuro tão cor-de-rosa como todos esperávamos.

    Excelente tema .

  5. Roberto "THE VIPER" - há 2 anos

    Ainda torço para que o Cesaro seja um top babyface.Ele tem muito talento.
    Como sempre um excelente artigo,Salgado.

  6. Julio - há 2 anos

    Excelente Artigo desse homem que anda muito por baixo.

    Eu já estava esperando que a WWE e o maior erro disso foi tirar o Swing ue era bastante popular e a separação do Heyman foi mais ridicula pois não tve sentido algum

  7. Tunes9 - há 2 anos

    Excelente artigo, sobre um talento mal aproveitado e desvalorizado, sempre opiniões próprias, construtivas e bem estruturadas, adoro os teus artigos. :-)

    Concordo com tudo, não posso dizer muito mais, muito bom.

    Mas vou dar a minha opinião:

    O Cesaro, como disseste e bem, tem tudo que é preciso para se tornar num Main-Eventer de top, tem excelentes “ring-skills” (muito talentoso), fisicamente é impressionante (força pura) e é poliglota, mas depois não tem uma “gimmick” concreta e não tem o carisma ideal.
    Acho que deviam ter mantido a história anterior e o Cesaro Swing, depois o Paul Heyman estava com o Cesaro, mas só falava do Brock Lesnar, tudo estava a correr bem e era o caminho a seguir, depois o Cesaro fartava-se e tinha o “face turn”, tendo uma feud com o Lesnar e contra o Paul Heyman, saindo por cima tinha tudo para “explodir” no Main-Event e ficar com uma enorme popularidade, com o Cesaro Swing como manobra atractiva, mas a lesão do DBryan e a ascensão do Roman Reigns como “babyface” a solo, atrasou a evolução do Cesaro e a WWE desistiu dele, agora estão a dar-lhe uma via alternativa, mas é só a empatar tempo até decidirem o que fazer com ele, mas é isto que estraga a carreira de talentos, a indecisão e o “para-arranca”.
    Depois a separação do Paul Heyman foi de repente, sem lógica e história, quando vimos o Cesaro sem o Heyman nem sabíamos que tinha havido uma separação, o que é ridículo.

    Não sei se vais concordar comigo, mas eu acho que isto também se deve a uma falta de aposta e oportunidade, à semelhança dos jovens portugueses no futebol, por exemplo.

    O que seria do The Rock se continuasse com aquela “gimmick” com que se estreou e não lhe dessem oportunidades para mostrar o seu valor e que vale realmente, se apostassem no Bret Hart e no Hulk Hogan (estava na WCW, mas é um exemplo) que eram as “estrelas” da era anterior, iam continuar com os “part-timers”, mas eles apostaram no The Rock, SCSA e no HHH, e eles provaram o seu valor e afirmaram-se, sendo hoje considerados lendas, se não acontecer o mesmo com o Cesaro e outros, eles nunca vão dar em nada, essa é a verdade, e se tivessem do Husky Harris (na altura) e o despedissem sem lhe dar mais uma oportunidade, não teríamos o fenómeno Bray Wyatt, etc, etc, é a minha opinião.

    Bom trabalho. :-)

  8. danielLP21 - há 2 anos

    “E a percepção com que os fãs ficaram de Cesaro é bastante simples. É um talento sólido para eventos secundários, mas quando se chega a alturas decisivas do ano, é necessário abandonar todos os planos actuais e recorrer a estrelas que trabalham part-time.” Isto acontece com o Cesaro e com todos os outros. Depois desta fase do ano, a WWE vai voltar a pseudo-apostar neste ou noutro lutador de quem os fãs gostam, mas na próxima RTWM vamos voltar ao mesmo. Isto vai ser assim durante muuuuuito tempo, e quanto mais cedo o aceitarmos, melhor.

    Também acho que vamos acabar por ver o Cesaro com o Heyman. Dizes que esperas que na altura a história faça sentido? Para mim, é simples: “voltei a contratar o Heyman porque vi que preciso dele e blá blá blá.”

    Sinceramente, não sei como ainda têm motivação para escrever todas as semanas sobre a WWE. Que heróis!

  9. José Sousa - há 2 anos

    Excelente. Não tenho mais nada a dizer. Eu acho que ele não volta ao Heyman, pelo menos não como cliente. Sobre escrever-mos sobre WWE é igual como escrever sobre qualquer outra coisa, não se escreve só quando está tudo bem, também é importante falar quando está algo mal.

  10. Henrique YES! - há 2 anos

    Excelente Artigo como sempre, Salgado!! Eu adoro o Cesaro e acho que tem capacidades acima da média, mas eu sinceramente já estava à espera que isto acontecesse… Esperemos que a WWE lhe dê um push de jeito, que ele merece…
    Uma rivalidade com o Lesnar seria qualquer coisa… já estou mesmo a ver: Brock Lesnar vs Cesaro – Extreme Rules Match – Wrestlemania 31!!
    Seria um combate épico!!!

  11. zackryderfan - há 2 anos

    acredito que o Cesaro ainda tem um futuro brilhante pela frente é só esperar

  12. Zé Tomé Dias - há 2 anos

    Bom artigo.

    Para mim, é uma chatice o cesaro não ter sido tão bem aproveitado como pensávamos que ia ser, após ter participado (e bem) nos real americans e ter ganho na wm30. Agora tá como se não tivesse acontecido nada e não sei se volta a lutar pelo topo.

  13. Hildo - há 2 anos

    Excelente artigo, Salgado.
    Penso que a União do Heyman com o Cesaro acabou sendo desnecessária pois, se o motivo era transformá-lo em Face de topo na Wrestlemania mesmo, uma vez que ele já estava bem Over na mesma.

  14. Old Buzzard - há 2 anos

    Já não se fazem crónicas como se faziam há uns anitos atrás. War is Matlock, por exemplo, isso sim. Quem acompanha desde que começou a passar na sic radical sabe do que falo.

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