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Opinião Feminina #250 – Fleeting Flashes of Brilliance

“It’s an event that happens only once a year, but this superstars are chasing something that may only happen once in a lifetime: their Wrestlemania moment. Tonight, it is a moment defined by their relentless pursuit of perfection.

Through the years, they’ve worn championships on their waists and the gaze of despair on their faces. They’ve broken bones and healed wounds with the passage of time. But tonight, they will turn the page. For some, a new chapter will begin. For others, one will end.

These moments are fleeting flashes of brilliance. A rare convergence. (…)”

Wrestlemania XXVI – 2010

Wrestling profissional é uma arte bastante especial. Como o grande Jim Ross uma vez disse, assistir a um evento de Wrestling é como ir à igreja. Milhões o fazem, mas muito poucos o percebem. Em 249 artigos, tentei nunca assumir perceber tudo, mas a natureza rotineira da indústria engana-nos a todos.

Por muitos anos que se passem a acompanhar esta arte, nunca se abandonam por completo as fantasias e os mitos da infância. Neste caso, infância pode referir-se à fase de crescimento do ser humano, ou à fase inicial pela qual todos os fãs passam quando são pela primeira vez apresentados a este mundo. Em alguns casos, as fases coincidem.

A ingenuidade é muita, mas o fascínio é irresistível. O fascínio prende a imaginação e a vontade com uma força inacreditável. Uma força que sobrevive às desilusões e ao fim de cada uma das fantasias de infância. Wrestling profissional não é um mundo perfeito. Longe disso.

As falhas são mais que muitas e não é com muita frequência que os fãs são presenteados com aqueles momentos que fazem com que as directas, os artigos e, acima de tudo, o tempo despendido valham a pena.

É bastante complicado criar estes momentos, porque o Wrestling é uma arte de engano. O objectivo é enganar. Ludibriar. Enfeitiçar aqueles que estão a assistir. Nunca se sabe 100% tudo sobre o que está a ser apresentado. Toda a gente tem interesses em jogo, toda a gente tem motivos para manter uma determinada ilusão.

Na Era actual, é cada vez mais complicado manter a ilusão e impedir que qualquer detalhe que os fãs sabem, sem ser suposto, a arruíne. Estamos na Era das tecnologias e, mais importante, das redes sociais. Tudo é altamente controlado e algo que esteja online um segundo pode, rapidamente, tornar-se viral e nunca mais desaparecer.

As notícias, boas ou más, verídicas ou não, viajam a uma velocidade estonteante. Hoje, não basta ser uma personagem dentro da televisão. Hoje, é preciso ser-se autêntico ou então ser uma personagem 24 horas por dia, todos os dias, porque até o mais leve sussurro pode mudar a forma como os fãs encaram alguém.

Há décadas atrás, tal não era um problema. Há décadas atrás, era muito mais fácil manter a máscara. Foi assim que a indústria evoluiu.

De certa forma, essa evolução tornou histórias como a de Daniel Bryan, Sami Zayn e Bayley ainda mais especiais, porque estas histórias provam que as pessoas não querem apenas ver mais um conto de fadas a ser retratado em televisão. As pessoas querem que o conto de fadas seja uma realidade.

Prova que, de facto, querem que um verdadeiro herói da vida real, alguém trabalhador, dedicado e com garra, vença a grande e dura batalha. As pessoas não querem torcer por alguém que, na vida real, é moralmente repreensível, por muito espectacular que seja o seu papel em televisão.

Hoje, os fãs não querem acreditar numa bela mentira. Querem viver numa bela realidade. Querem dormir à noite sabendo que gastaram energias a tornar o momento de alguém decente especial, sem o medo de acordarem dentro de umas décadas a ver a sua fantasia arruinada porque o herói que tanto idolatraram era, na realidade, racista ou alguém sem carácter.

Mesmo com muita vontade, momentos verdadeiramente especiais não aparecem facilmente. Outra das características que torna o Wrestling tão especial. É preciso aguentar muitas horas exasperantes, combates sem sentido, histórias que nos insultam a inteligência e muito talento desperdiçado para saber valorizar aqueles momentos perfeitos.

O momento perfeito mais recente aconteceu no último fim-de-semana, durante o NXT TakeOver: Brooklyn. O evento contou com, facilmente, o melhor combate do fim-de-semana.

Sasha Banks e Bayley apresentaram uma obra-prima. Tudo na apresentação daquele combate foi soberbo. A qualidade técnica, algo que raramente costuma ser um destaque nos combates envolvendo senhoras na WWE, é dos aspectos mais falados, mas não é o único que deve ser mencionado.

Há muitas pessoas que irão desvalorizar este combate por várias razões que podem, ou não, ser legítimas. Depende de cada um.

É um facto que as lutadoras do NXT têm muito mais tempo para praticar e treinar os seus combates que os lutadores e as Divas do roster principal. Enquanto no NXT, podem passar dias a fio nos treinos do Performance Center, os membros do roster principal têm outras responsabilidades. Para além das gravações e vários eventos que têm por semana, é preciso ter em conta o tempo que se passa em viagem, em entrevistas e em casa, com a família.

A ajuda que os árbitros frequentemente dão durante os combates, para que estas tenham a melhor prestação possível, é também algo frequentemente apontado.

Talvez esteja a ser tendenciosa, mas não acho que isso torne o suor, sangue e lágrimas menos verdadeiros. Assim como o trabalho, sacrifício e dedicação que elas tiveram de demonstrar. No que toca aos combates serem treinados, tal é algo que Undertaker tem feito nos últimos anos, no que toca aos seus combates na Wrestlemania, e é também a forma como foi criado o histórico combate entre Ricky Steamboat e Randy Savage na Wrestlemania III.

Mas, lá está. É discutível o crédito que um combate ensaiado deverá ter, quando muitos veteranos e fãs acham que o verdadeiro valor está em ver quem consegue ir para o ringue e, simplesmente, contar uma história.

Pessoalmente, é-me indiferente se o combate foi ensaiado ou não. É-me indiferente se o árbitro está a ajudar ou se estão a combinar as manobras durante o combate, porque o que me interessa é a história e a experiência que esta suscita.

Sasha Banks e Bayley contaram uma história de forma fisicamente brutal e emocionante. O momento em que Sasha aplica o Bank’s Statement em Bayley e depois começa a pisar-lhe a mão, quando esta tenta chegar às cordas, apenas para Bayley conseguir inverter o jogo e fazer-lhe o Bank’s Statement é incrivelmente poderoso e consegue levar qualquer fã à loucura.

Esse momento, aliado à emoção espelhada na cara de ambas durante o combate, é Wrestling na sua forma mais pura. É o culminar de uma história incrivelmente bem contada, entre duas personagens extremamente bem definidas e capazes. É drama, emoção e energia misturados num único momento, tornando a combinação explosiva e completamente incontrolável.

O final não lhe ficou nada atrás. A hurricanrana fez com que os fãs levassem as mãos à boca, em choque e preocupação, mas foi algo brevemente esquecido, porque Bayley – a doce e inocente Bayley – se tinha levantado, apertado o totó de forma decidida e dado tudo por tudo num último e derradeiro esforço.

Mesmo antes da mão do árbitro bater no tapete pela terceira vez, a Bayley que, em tempos, tinha sido definida pela felicidade que sentia por estar a viver o seu sonho, tinha-se tornado numa campeã digna e justa.

Isto foi mais do que uma encenação, um simples combate ou apenas mais um belo conto de fadas. Foi real e, acima de tudo, humano. Foi um momento de Wrestlemania, sem acontecer na Wrestlemania. Porque estes momentos são incrivelmente difíceis de prever e orquestrar.

Quando são bem executados, movem montanhas. Sasha Banks começou o combate como a clara favorita, visto que é – de longe – a personalidade feminina mais completa da companhia e é absolutamente fantástica no que faz. No entanto, no fim, ninguém conseguiu resistir à batalha de Bayley e à emoção da sua vitória.

Por vezes, quando se tenta demasiado ou não se tenta o suficiente, acaba-se por perder a oportunidade ideal para criar mais um momento perfeito.

Este foi daqueles momentos que encarna tudo o que é o Wrestling. E é isto que quero do Wrestling. Quero que me faça berrar, puxar os cabelos, perder a compostura. Quero que me faça sentir, não que caia numa rotina de histórias, ideias preconcebidas e estratégias gastas que, na maioria das vezes, acabam por sugar a energia de quem está a ver. Quero que seja humano e real.

Este momento foi possível porque ambas (Sasha e Bayley), juntamente com Charlotte, Becky Lynch e a equipa criativa do NXT fizeram um trabalho formidável em expandirem as suas personalidades de forma a consolidarem as suas personagens. Tornaram-se todas em personagens tão boas e diferentes que tornaram a parte criativa fácil. A forma como foram apresentadas foi séria, racional e respeitável desde o primeiro instante.  Logo, os fãs não tiveram outra escolha, senão investirem-se.

Ninguém passou semanas e semanas a dizer vezes e vezes sem conta que, a partir de um determinado momento, as histórias envolvendo as senhoras seriam sérias e os combates seriam excelentes. Simplesmente passou a ser assim, porque era a coisa certa a fazer.

O foco passou a estar no Título e nas diferentes motivações que cada candidata ao Título tinha para ser campeã. As lutadoras esforçaram-se e tiveram as mesmas oportunidades para triunfar que o talento masculino. Os resultados estão à vista.

É de salientar que os papéis desempenhados por cada uma das senhoras do NXT são papéis bastante diferentes daqueles que normalmente vemos as senhoras da WWE a desempenharem. São sérias, diferentes e humanas, pois têm fraquezas, defeitos e qualidades. Não falam numa linguagem que quase ninguém emprega, não são forçadas, nem agem de forma robótica. São reais, por isso, suscitam reacções reais.

Seja Izzy, a fã de Bayley que não conteve a emoção a celebrar a vitória desta contra Charlotte, ou Sasha que, depois de uma missão cumprida, enfrentou os fãs e as suas parceiras deste fantástico crime com lágrimas nos olhos.

O “crime” em questão não foi nenhum movimento feminista ou campanha publicitária. Se bem que pode ser perfeitamente usado com esse propósito. O crime foi realizarem os sonhos de conquistarem o respeito de todos como lutadoras, não como mulheres em trajes menores.

O crime foi concretizarem o sonho de fazerem aquilo que gostam, como gostam e de serem reconhecidas por isso. De provarem que noções antiquadas e ultrapassadas simplesmente já não se aplicam nos dias de hoje e que as mesmas não as impediram de realizar os seus sonhos.

As lágrimas nos rostos de cada uma, depois do combate ter terminado, contavam essa mesma história. O momento final, com as quatro reunidas, não foi apenas a celebração destas vitórias pessoais ou o ponto final de um dos melhores capítulos da história da WWE.

Foi também, possivelmente, o último grande momento das suas carreiras durante muito tempo. Tudo estava a mudar e estas senhoras sabiam-no. Tal como a história do combate ditava, três delas estavam permanentemente no roster principal, enquanto Bayley iria ficar no NXT a tentar levar a Divisão às costas com outros talentos que ainda têm bastante para desenvolver.

Aquele foi o ponto final na vida das quatro como as aspirantes a Divas. Para três delas, a ansiedade da espera no Performance Center pela chamada ao roster principal chegou ao fim, enquanto Bayley passou de aprendiz para veterana, dado ambiente em que se encontra. Em teoria, três delas serão agora grandes estrelas de televisão que lucram milhares a viajar o mundo.

Em teoria, isto deveria significar que momentos maiores e melhores estão a caminho, mas tal pode também ser uma fantasia. Quantas vezes não vemos lutadores a detalharem que, por muito espectacular que seja a vida no roster principal, existe também imensa frustração quando os sonhos e as promessas não se concretizam da forma que esperava?

Afinal, o trabalho e o esforço exigido para conseguir chegar ao roster principal é tanto que, quando finalmente acontece, a última coisa que alguém espera ou quer ouvir é que uma nova e maior batalha acabou de começar. Muitas vezes uma batalha que não consegue ser travada só com talento e a dedicação.

Uma batalha, onde os jogos de poder são bastante influentes, a sensibilidade é enorme, portanto qualquer passo em falso pode resultar num castigo eterno, e os grandes planos criativos com que os talentos ficam empolgados podem ser postos de parte a qualquer altura, sem sequer uma explicação.

Não é por acaso que muitos talentos acabam por confessar que os tempos mais divertidos que tiveram na indústria, por vezes, envolviam algumas dezenas de pessoas, num recanto do mundo, num evento que poucos alguma vez irão ouvir falar.

Se, como muitos sugerem, o NXT é a versão que a WWE tem do circuito independente, então é perfeitamente possível que alguns talentos da WWE tenham tido momentos mais gratificantes no NXT do que poderão vir a ter na WWE, onde por vezes a bolha de felicidade é rebentada mal se entra na Gorilla Position.

Recentemente, li o livro de Daniel Bryan e, no mesmo, este menciona frequentemente um aviso que William Regal lhe deu. Segundo Bryan, Regal avisou-o que tudo o que este fez até assinar com a WWE era a sua carreira no Wrestling e o que se passasse daí em diante seria um bónus.

É bem possível que, dentro de décadas, iremos ver entrevistas e ler biografias de pessoas que afirmam ter passado os melhores momentos das suas carreiras no NXT, onde a vida era mais simples, e de ter feito também lá o seu melhor trabalho. Tal já está a acontecer, com Natalya a identificar em várias entrevistas o maravilhoso combate (e experiência) criado com Charlotte no primeiro NXT Takeover como o seu momento de Wrestlemania.

Isto porque, às vezes, não é preciso muito para realizar um sonho ou fazer algo que nos orgulhe. Por vezes, as coisas mais fantásticas surgem dos gestos mais simples.

Depois de Natalya, depois de Sami Zayn no NXT Takeover: R-Evolution, também Sasha Banks e Bayley provaram que não é preciso estar na Wrestlemania para criar um momento digno de Wrestlemania. Não é preciso milhões de dólares e trinta cabeças a complicar o que deve ser simples. Por vezes, mais é menos. Só é preciso a ideia certa e as pessoas certas e estritamente necessárias para a levarem a cabo.

Depois, a magia acontece. E se há uma coisa que o Wrestling provou, é que a magia pode acontecer em qualquer lugar. Só precisamos de estar atentos e ter paciência. Muita paciência.

Para quem ainda não o fez, aconselho vivamente que vejam o combate entre Sasha Banks e Bayley. Desejo uma excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

17 Comentários

  1. MicaelDuarte - há 1 ano

    Excelente artigo.

    Este combate pôs-me nas nuvens. Um dos melhores combates de sempre. Um clássico.

  2. Galloway - há 1 ano

    Grande artigo Salgado, o tema não podia ser melhor.

    O Takeover: Brooklyn foi excelente, e principalmente o combate pelo título feminino, foi o melhor que já vi em muito tempo, e que provavelmente verei durante ainda mais tempo.

    A história contada por ambas, as manobras, os pormenores (o da Sasha impedir a mão de Bayley de romper o Banks Statement foi qualquer coisa) enfim, foi um combate absolutamente divinal.

    Ao ler as descrições que fizeste do combate, arrepiei-me tal e qual como quando vi o combate, em direto, como estes momentos devem ser. Parece que estava a ver o combate na minha cabeça, de novo. Ficou-me gravado na memória, e que bela recordação será do exemplo que o Wrestling deve ser, e em particular, do feminino.

    De facto, a NXT dá-lhe uma oportunidade dos talentos de aperfeiçoarem aquilo que irão fazer de uma forma muito boa, e que ajuda no desenvolvimento das histórias que vemos no ringue.

    Não deve ser visto como algo mau, muito pelo contrário, é algo bastante positivo ao crescimento dos talentos e que os ajuda bastante. Se depois quando subirem ao “plantel principal” isso não é aproveitado, diz muito mais de quem manda do que dos talentos.

    É um desperdício que não sejam aproveitados quando sobem, daí, pelo menos eu, ter um misto de desilusão por não subirem, e de contentamento por continuarem a mostrar todo o talento que têm na NXT enquanto lá estão, mas pronto. Só podemos continuar a desejar que a NXT nos presenteie com boas histórias e bom wrestling, preparando o futuro da WWE, que com eles, pode ser muito risonho, num futuro próximo.

    Parabéns pelo 250º OF, e que venham muitos mais!

  3. Dolph Ziggler - há 1 ano

    Excelente artigo, Salgado. Não há muito a acrescentar. Para mim o melhor combate feminino na história da WWE.

  4. BRRM - há 1 ano

    Excelente artigo, concordo com tudo.

    Curiosamente acabei agora mesmo de rever o combate (três vezes!) e não restam dúvidas, de todos os combates que vi este ano, este é o meu preferido. O que elas fizeram foi mágico e eu espero que no futuro tenham a oportunidade de criar um momento semelhante no main roster.

  5. ZigglerRollins - há 1 ano

    Excelente artigo! O combate foi excelente, melhor era quase impossível!

  6. RFBM - há 1 ano

    Grande artigo, Salgado. Concordo contigo em tudo e na minha opinião o combate entre a Bayley e a Sasha no último Takeover pelo titulo, foi para mim o melhor combate feminino da história da WWE (pode ser ou não, mas na minha maneira de ver, é).

  7. Awesome_Mark - há 1 ano

    Espero que tenhas noção da grandeza desta tua marca. Estamos a falar de um quarto de milénio de artigos. Um número ao alcance de muito poucos. De um grupo ainda mais restrito que aborda cada um deles como se fosse o último, tornando-o um hino ao wrestling. Sim Salgado. Já fiz o recap dos 250 OF e é com muita dificuldade que encontro algum que não nos faça acreditar que a perfeição afinal existe.

    Falando em perfeição, nada melhor do do que celebrar este recorde com o Bayley vs Sasha – o verdadeiro “too big for Wrestlemania”. Corroboro cada palavra saída da tua boca, ou do teu teclado. Sublinho que no main-roster jamais terão um percurso tão consistente e tantos momentos inesquecíveis, mas não acredito que o cenário nos próximos meses para as divas, ou senhoras (gostei muito desta tua designação)do NXT vá ser tão cinzento quanto isso. Aliás, também surgiram vários pontos de interrogação quando a primeira fornada (Paige, Emma e Summer Rae) saíu. Não entendi a questão dos árbitros ajudarem as lutadoras nos combates e se fosse possível gostava que me explicitasses, assim como gostaria de saber se existe algum local na internet em que posso ter acesso ao livro do Daniel Bryan.

    Não tenho comentado os teus artigos com a mesma regularidade porque reparo que não tens respondido aos teus comentários. Não escondo que interagir contigo é também um dos pontos que me motivam a vir cá preencher a caixa de comentários. Mas hoje senti que não poderia deixar passar a data. Não vou andar a repetir as mesmas coisas que andei a dizer lá em cima e já só me resta dar-te muitos, Muitos, MUITOS PARABÉNS POR TUDO! Sobrevivia a um domingo sem Opinião Feminina, mas certamente não seria a mesma coisa.

    • danielLP21 - há 1 ano

      A questão dos árbitros tem que ver com o facto, de durante os combates, eles dizerem aos wrestlers o que têm que fazer.

      PS: Um quarto de milénio? Oi?

      • Awesome_Mark - há 1 ano

        Naturalmente que foi uma forma de dizer. Já agora, obrigado pela explicação. Nunca tinha reparado que as abordagens dos árbitros eram nesse intuito e isto só pode ser bom sinal. Embora o mais correto fosse teres dito “tem a ver com”. E sim, eu sei que a forma utilizada por ti não é incorreta, embora menos usual. Este é um local público e pede-se que fales da forma mais compreensível possível :)

    • BRUNOju - há 1 ano

      1/4 de 1.000 = 250.

      • danielLP21 - há 1 ano

        Eu sei, mas um quarto de milénio são 250 anos, não 250 semanas…

  8. Mafi - há 1 ano

    O artigo está ao nível do combate da Sasha e da Bayley: excelente ;)

  9. you cant see me - há 1 ano

    Excelente artigo,concordo contigo. Acho que o combate da Bayley e da Sasha. Foi um dos melhores combates de divas de sempre na wwe.

  10. Reigns one versus all - há 1 ano

    Ótimo artigo,Salgado.
    Não tenho mais nada a acrescentar ao que já foi dito.

    PS:Parabéns pela edição 250 do Opinião feminina,continuação de bom trabalho.

  11. SCSA - há 1 ano

    Aquele genero de segmentos com as 4 divas no final eu sou contra isso acontecer. A Bayley tem que começar a incutir desde já na cabeça dos fãs que é uma grande rival da Sasha Banks e não que são amigas. É o futuro delas e de uma rivalidade que ainda pode dar muito que falar que está em jogo. Se queriam tanto fazer aquele segmento e até compreendo pelo menos faziam a Sasha Banks atacar a Bayley no final porque sairam em demasia do kayfabe e ideia que isso deixa é que realmente as suas divergencias e rivalidades nao sao tao levadas a serio quanto isso. Segmentos desses estou totalmente de acordo que sejam feitos apos elas se retirarem tal como o Austin e o Rock fizeram na wrestlemania XXX aí aceito completamente. Mas em plena carreira acho que tira um pouco esse brilho de rivalidade perfeita para o futuro porque elas tem que ser rivais mais do que nunca e nao amigas.

  12. danielLP21 - há 1 ano

    Excelente.

  13. Dan Lannister - há 1 ano

    Esta de parabéns por esta perfeição de artigo. Vida longa ao NXT e ao seu maravilhoso booking, que fornece a divisão das divas o seu devido respeito.

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