Existem 2 vagas na Equipa do Wrestling PT para publicar notícias. Candidata-te!

Opinião Feminina #254 – Rinse & Repeat. Again.

Estamos em Outubro de 2015, mas bem que podíamos estar em Janeiro de 2014. As rivalidades principais da WWE estão dominadas por veteranos e a WWE passou as últimas semanas a promover Big Show para um combate com Brock Lesnar.

Ora, esse combate foi transmitido na noite passada, num especial da WWE Network, a partir de Madison Square Garden e, tal como toda a gente esperava, este serviu o propósito de credibilizar Brock Lesnar em preparação para mais um confronto com Undertaker. Os anos passam, mas as histórias são recicladas com os mesmos protagonistas.

O problema é que, com o passar dos anos, estes métodos deixam de ter efeito. O que é que, em 2015, Big Show significa? Muito pouco. Se não fosse o seu tamanho, a forma inconsistente como tem sido retratado ao longo da última década tê-lo-ia condenado ao pré-show dos pay-per-views, senão se limitasse apenas ao main-event do Superstars. É tão simples quanto isso.

A única razão que leva a WWE a reciclar tantas vezes Big Show é o seu tamanho. E é uma razão legítima, visto que para muitos fãs, em particular os mais novos, vê-lo em pessoa pela primeira vez pode ser uma experiência fascinante. Mas, como talento credível no card da WWE, o tamanho já não lhe vale de muito.

Tal como acontece com Kane, a WWE já arrasou por completo com a mística que Big Show poderia ter. Este já foi campeão e tem uma carreira digna de respeito, mas passou também grande parte da sua carreira a valorizar outros e a ser campeão transição, quando mais nenhum candidato preenchia os requisitos exigidos pelos oficiais da WWE.

Como é um gigante, é sempre considerado uma boa opção para ser campeão de transição ou valorizar a próxima grande estrela. Basta ver como a WWE construiu o Royal Rumble. Dois gigantes e um búlgaro que idolatrava Vladimir Putin era o que a WWE achava que, em 2015, era preciso para credibilizar Roman Reigns.

Em 2015, o tamanho não rege a indústria, como regia noutros tempos. Especialmente, depois de certos gigantes terem passado uma década a serem retratados de forma inconsistente, cómica e desleixada.

Vencer Big Show já não é especial. Em particular, quando se é Brock Lesnar e o mesmo foi feito há quase dois anos. Brock Lesnar acabou com a Streak, dominou John Cena por completo num combate que envolveu mais de uma dezena de German Suplexes e foi campeão da UFC.

Vencer Big Show, mesmo que o atire de um lado para o outro como se fosse uma boneca de trapos, simplesmente já não surpreende ou empolga, porque já foi feito. Várias vezes. Por várias pessoas, incluindo Brock Lesnar. Não há mistério, intriga, dúvida ou suspense.

Não é uma novidade, nem tem qualquer valor, logo não vai dar a Brock Lesnar extra credibilidade para o seu combate com Undertaker. É uma pura perda de tempo e dinheiro, porque a WWE conseguiu arranjar maneira de desperdiçar duas das poucas datas que Brock Lesnar tem no seu contrato em dois combates com Big Show.

Para conseguir tudo isto, a WWE sacrificou o ímpeto que Cesaro tinha começado a ter. Mais uma vez, a WWE prejudicou Cesaro, quando este estava a ver a sua popularidade e credibilidade a aumentar. A companhia tem tantos jobbers sem potencial ou futuro no main-event, seja pelas personagens que têm, pela sua falta de talento ou pelos danos que a sua imagem já sofreu, e no entanto, é Cesaro que tem de credibilizar Big Show.

Numa altura em que a WWE acusa uma falta enorme de heróis populares e por quem os fãs queiram torcer, a companhia sacrifica um que poderia, perfeitamente, preencher esse vazio.

Este nem precisava de vencer dezenas de combates de seguida, apenas precisava de ser destacado todas as semanas e brilhar em excelentes combates. Apenas precisava de mostrar que era talentoso e que todas as suas derrotas tinham um propósito, um objetivo final, e que os fãs só teriam que se manter atentos para acompanhar o seu trajeto. Foi assim com Daniel Bryan e Sami Zayn.

Porém, não há história. Não há nenhum herói em desvantagem por quem os fãs torçam todas as semanas. Há apenas Big Show e Kane.

É curioso, porque Brock Lesnar precisa de uma vitória e Cesaro precisa de se credibilizar. Um combate entre os dois, nesta altura do campeonato, era o ideal. Cesaro não precisa de ganhar, apenas precisa de impressionar. Não seria impressionante ver Cesaro a medir forças com Brock Lesnar, num dos combates do ano?

Cesaro perdia, mas ganhava o respeito e admiração de Brock Lesnar, assim como o dos fãs, cujo desejo de ver Cesaro no main-event ganhava assim novo ânimo. Juntamente com as performances que Cesaro teve contra John Cena, os comentadores poderiam promover estas derrotas a favor de Cesaro. Este combate seria uma lufada de ar fresco numa programação repetitiva e desinspirada.

Infelizmente, é mais fácil e ineficaz repetir o que se fez no ano passado.

Além deste combate, o único outro combate que a WWE promoveu para este evento foi o combate pelos Títulos de Equipas entre os New Day e os Dudley Boyz. Felizmente, os Títulos não mudaram de mãos e embora possa ser aborrecido ver a WWE a repetir o mesmo método usado no Night of Champions, tal apenas reforça a necessidade de um combate sem desqualificações ou de Hell in a Cell pelos Títulos, no WWE Hell in a Cell.

Como referi na semana passada, os Dudley Boyz têm a carreira feita, não ganham absolutamente nada com mais um reinado. Os New Day, por outro lado, têm agora a oportunidade de se tornar em algo mais do que apenas mais uma equipa engraçada.

Têm oportunidade de se tornar numa das grandes equipas da WWE. Para isso, precisam de vitórias sérias, combates de qualidade e rivalidades notórias. Não acho que a rivalidade com os Dudley Boyz esteja a ser particularmente impressionante, mas uma vitória contra eles irá ter peso no currículo dos New Day.

A WWE escolheu não promover os restantes combates do card antemão, talvez porque o evento é apenas um house show que, por acaso, todos os fãs têm oportunidade de ver, e não porque é um pay-per-view ou algo semelhante.

Mesmo assim, embora não tenha quaisquer problemas com a política da WWE de transmitir alguns house shows por ano, preferia que fossem mais cuidadosos no que toca à continuidade das histórias. Os fãs foram educados a ignorar o que acontece nos house shows porque, de certa forma, só o que acontece na televisão é que conta para as histórias.

Por isso, é natural que alguns ajustes simples devam ser feitos para que a transmissão do house show não ridicularize a continuidade das histórias que a WWE está a contar e mande a lógica pela janela.

Exemplo disso é o combate pelo Título Intercontinental, envolvendo Chris Jericho e Kevin Owens. A última vez que os fãs viram Chris Jericho, este tinha sido derrotado por Braun Strowman e abandonado os seus colegas de equipa – Roman Reigns e Dean Ambrose – de forma arrogante e com um empurrão de ombro.

Desde então, este nunca mais foi mencionado e, quando voltou a aparecer, fê-lo como um enorme herói a celebrar os seus vinte-cinco anos de carreira.

Não menosprezando o excelente momento que Chris Jericho teve neste house show, preferia que a WWE tivesse tido um pouco de mais cuidado e atenção à continuidade das histórias. Se, de facto, Chris Jericho regressar para rivalizar com Dean Ambrose e/ou Roman Reigns, não faz sentido que volte como herói, dada a forma como abandonou o ringue.

Acredito que a WWE tenha tratado o house show como sendo apenas isso, embora tenha sido transmitido na WWE Network, e que espere que os fãs ignorem isto por completo, quando chegar a altura de Jericho voltar e desenvolver a sua rivalidade. Não concordo completamente com esta abordagem e acho que uns ajustes teriam sido necessários.

Esta peculiaridade não causou nenhuma irritação extrema, ao contrário da forma como Seth Rollins tem sido retratado, não só neste evento, como também ao longo das últimas semanas.

Não faz sentido absolutamente nenhum o campeão principal da WWE desafiar o campeão de Estados Unidos quando, em teoria, o Título de Estados Unidos é o Título inferior. Esta atitude apenas reforça ainda mais a mentalidade que os Títulos não valem absolutamente nada. O que vale é a credibilidade das pessoas que os possuem.

Como dos dois, John Cena é a maior estrela, é John Cena que mete o seu Título em jogo. Desta forma, como também é o herói do combate, a sua vitória coloca um ponto final alegre no evento. Como todos os fãs foram educados a ignorar os house shows, até consigo aceitar que a WWE faça isto.

Todavia, quando o evento – mesmo que seja apenas um house show – é transmitido a uma audiência que tem passado os últimos meses a ver Seth Rollins a ser completamente descredibilizado, mesmo tendo o Título da WWE à cintura, torna-se extremamente mais complicado de entender.

Não ajuda o facto de Seth Rollins perder mais combates do que aqueles que vence, especialmente ao longo do último mês. Não ajuda Seth Rollins ter perdido para John Cena duas vezes consecutivas. Só isso tira-lhe qualquer direito que este possa ter ao Título de Estados Unidos.

Mas, lá está. É esse um dos problemas da WWE. Não existe uma competição ou uma tentativa lógica de desenvolver as histórias dos lutadores. Ryback e Dean Ambrose vencem o campeão principal da WWE em combates sem o Título em jogo e, mesmo assim, não têm direito de lutar pelo Título da WWE.

Vencer o campeão principal da WWE não significa nada. Não é sinónimo de mais dinheiro ou sucesso. O que é completamente descabido, visto que em qualquer competição, vencer o melhor dos melhores significa tudo!

Seth Rollins, por sua vez, perde o Título de Estados Unidos, perde na desforra e, mesmo assim, ainda pode desafiar o campeão pelo Título outra vez. Porque é que o combate não foi pelos dois Títulos? Ou, porque é que John Cena não desafiou Seth Rollins pelo Título da WWE? Porque é que o Título, supostamente, mais importante não estava em jogo?

Na minha cabeça, consigo formular algumas teorias que respondam a estas perguntas. Uma delas é o facto da WWE não querer dar o Título da WWE a John Cena e não querer que este perca combates, portanto prefere colocar só o Título de Estados Unidos em jogo.

Como, supostamente, isto seria um house show que só os fãs presentes iriam ver e, rapidamente, ignorar, não faria mal nenhum. Ora, não foi apenas um house show que apenas os fãs presentes viram. Foi um house show que qualquer fã, em especial aqueles que não estão a levar o reinado de Seth Rollins a sério, pode ver.

E este tipo de justificações que, como fã fervorosa, consigo dar a mim mesma para encerrar o assunto e seguir em frente, não são as mesmas que fãs casuais ou novos fãs irão usar. Um fã que tenha começado a acompanhar a WWE recentemente nota de imediato a falta de lógica que estes eventos acusam.

A WWE está a falhar no seu objectivo mais elementar de criar uma ilusão de competição legítima e credível. Neste evento, a WWE deixou bem claro que Seth Rollins pode ter o Título principal da WWE, mas que isso não faz dele absolutamente nada. A estrela continua a ser John Cena e o Título mais importante é o Título que John Cena tem, seja ele qual for.

Seth Rollins é o campeão principal da WWE. Seth Rollins é, supostamente, o maior vilão da companhia. É o responsável pelo regresso da Autoridade, pelo fim dos The Shield, pelas “lesões” de Randy Orton e Dean Ambrose, e foi quem ameaçou paralisar um membro do WWE Hall of Fame.

Seth Rollins deveria ser a pessoa mais odiada da companhia. Os fãs deveriam estar a salivar para ver alguém tirar-lhe o Título, de uma vez por todas, e dar-lhe o castigo que este merece.

Porém, não estão.

Este é tantas vezes embaraçado, derrotado e desvalorizado que não existe qualquer necessidade de querer ver isso acontecer. Em poucas semanas, foi derrotado por John Cena várias vezes e tem andado a fugir e a ser amedrontado por alguém sem qualquer credibilidade para ocupar a posição que está a ocupar.

O que disse acima sobre Big Show aplica-se também a Kane. A mística desapareceu. O tamanho já não tem qualquer impacto. A WWE não apaga a forma inconsistente como o retratou ao longo da última década ao promovê-lo mais uma vez como gigante imparável. Isso só desvaloriza Seth Rollins, por comparação, e impede-o de atingir o seu potencial como verdadeira estrela de main-event. Este deixa de ser um vilão eficaz para ser um miserável inconsequente que, por acaso, tem o Título da WWE.

No geral, este evento não foi nada mau. Ter a noção de que este é apenas um house show que, por acaso, é transmitido na WWE Network baixa bastante as expectativas. Algo insignificante, mas divertido, em particular quando os New Day apareceram.

Apenas acho que a WWE deveria ter sido um pouco mais original, no que toca ao combate de Brock Lesnar, e feito alguns ajustes, de forma a que os restantes combates fizessem sentido e não descredibilizassem, por completo, o campeão da WWE.

Agora que o evento é oficialmente passado, a WWE irá focar-se mais na promoção do Hell in a Cell, o que deverá contribuir para umas semanas de programação mais animada e interessante.

Desejo uma excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

15 Comentários

  1. Lucrecio - há 1 ano

    Gostei do comentario feito em cima.

  2. Marques - há 1 ano

    “Neste evento, a WWE deixou bem claro que Seth Rollins pode ter o Título principal da WWE, mas que isso não faz dele absolutamente nada. A estrela continua a ser John Cena e o Título mais importante é o Título que John Cena tem, seja ele qual for.”
    Isto é 100% verdade. É vergonhoso que o Cena seja sempre colocado assima dos outros mesmo quando não é campeão, isto dificulta e muito a criação de novas estrelas. Ainda bem que vai ficar um tempo fora.
    Quanto ao Cesaro parece que só lhe deram aquele destaque para o Big Show ter mais impacto quando o destruí-se.

  3. david silva - há 1 ano

    Excelente artigo
    Sou um telespectador meio que das antigas que acompanha wrestling desde os anos 80 e digo é tenso ver o que a WWE anda a fazer nos dias atuais ela praticamente arruinou a visão que tinhamos de Big Show e Kane (principalmente o Kane)e mesmo assim os coloca a promover combates que todos nós já sabemos que não acrescentará nada a quem os vencer exatamente pela falta de credito que ambos tem no momento atual.
    É triste ver estrelas jovens que poderiam ter um futuro brilhante serem enterrados cada vez mais, já perdi a conta de quantas vezes Cesaro mereceu um push e a WWE arruinou tudo e não só Cesaro como outros lutadores brilhantes que existe no roster, más a WWE ou melhor as pessoas que comandam a WWE insistem em manter velhas idéias,rivalidades que já vimos dezenas de vezes e já estamos fartos e quando algo novo está empolgando os fãs eles fazem questão de enterrar ao invés de promover.
    Não vou criticar o John Cena por que a maioria dos fãs já estão fartos de velo e todo mundo sabe os motivos.
    Só me dói ver o Seth Rollins ter seu reinado cada vez mais descredibilizado a sorte é que o rapaz tem moral desde os tempos da Shield e o publico gosta dele o que reforça ainda mais que o cinturão em si não anda credibilizando ninguem e sim quem o veste o credibiliza.
    Só fico com uma pessima expectativa quanto ao futuro da empresa,haverá um momento que não teremos mais super Cena e outros veteranos e muito menos part times e me preocupa ver que a WWE não está a promover ninguem para preencher estas lacunas a WWE pode ser e com certeza ainda continuará sendo a maior empresa do ramo más tambem tem que se preocupar com o amanhã e começar a preparar o terreno para os novos futuros astros o que ultimamente não é o que temos visto.

  4. "Awesome" Hater - há 1 ano

    É, decididamente não vou correr para ver esse house show.

  5. ReiSupremo - há 1 ano

    Seth Rollins não deveria ter sido descredibilizado, assim como o Cesaro têm sido.

  6. BRUNOju - há 1 ano

    Opinião feminina é sempre a mesma coisa, critica e critica “Isso não tem valor e bla bla”. Quanto pessimismo.

    • MicaelDuarte - há 1 ano

      Pois, claro. Aqueles que dizem as coisas como são e sem rodeios são sempre acusados de não ver o bom em nada.

      By the way, excelente artigo, Salgado. Vê lá se fazes um artigo onde elogias as consecutivas derrotas do Seth Rollins, os constantes abandonos ao (suposto) push do Cesaro e os jovens mais promissores da atualidade (Kane e Big Show).

    • BRUNOju - há 1 ano

      Eu não estou pedindo para ela mudar de opinião, eu concordo com o que foi dito. Mas acho que o artigo fica enjoativo, sempre na mesma.

  7. RFBM - há 1 ano

    Bom artigo, concordo contigo em todos os pontos, apenas acho que o timming para esta feud entre o Rollins e o Kane é o ideal, até porque não será o main-event do PPV. Também não ajuda o facto do Rollins já ter conseguido passar (limpo ou não) por todos os possíveis contenders faces ao título Mundial, tirando o Reigns, que ainda não o enfrentou num 1-on-1 pelo título da WWE, não há ninguém suficientemente credível para o desafiar.

  8. you cant see me - há 1 ano

    Excelente artigo.
    Acho que o cesaro tem descido,mas não sei o que querem fazer com o cesaro está a descer e a subir ao mesmo tempo mas acho que ele ainda pode ser campeão outra vez.
    O big show significa pouco para mim e também para os outros perder contra o brock lesnar em cinco minutos e perder contra quase todos é mau.
    Estou farto dos new day ganharem por desqualificaçao aos dudley boyz mas como disseste os dudley boyz já têm a carreira feita já foram 24 vezes campeões.
    O chris jericho tem uma carreira de excelencia ganho quase todos os títulos na wwe em 15 anos,o kevin owens tem muito futuro e acho que o kevin owens marecia ganhar.
    Acho se o combate do seth rollins vs john cena fosse pelos dois títulos vendia-se melhor o evento e concordo com o que disseste o john cena é o melhor com qual for o título.
    O kane como disseste é como o big show.

  9. Reigns one versus all - há 1 ano

    Ótimo artigo.
    Concordo contido.

  10. Brock Lesnar - há 1 ano

    Li na diagonal, uma vez que estes artigos são longos como o caraças. Não que não goste de ler, simplesmente gosto de ver as coisas mais sucintas e directas possíveis e não vejo qual a necessidade de estar a repetir a mesma ideia aqui e ali.

    Concordo absolutamente com aquilo que disseste acerca do Big Show. Acrescento mais, neste tipo de house shows/especiais, é preciso dar aos fãs algo que eles nunca viram e que provavelmente nunca irão ver num PPV ou num Monday Night Raw. Um Cesaro vs Lesnar é o exemplo perfeito. Para além dos pontos que apontaste, Cesaro vs Lesnar tinha tudo para dar certo dentro de um ringue e ser um dos melhores combates apresentados pela WWE neste ano. Infelizmente acabamos por ter algo que já vimos, e que não vai trazer nada de novo e ninguém ficará entusiasmado.

    Tudo bem que são veteranos, têm nome e características físicas fora do comum até para um lutador, mas simplesmente a maior parte da fanbase está-se a borrifar por completo para eles.

    Btw, acho que não estás a perceber o booking nem a personagem do Rollins, quando este foge, perde ou ganha por batota. Isto não é MMA, onde é importante ser credivel e as wins/losses são super importantes. Não é que no wrestling não importem, mas o mais importante é o storytelling e a WWE está a contar algo com o Seth Rollins. Não leves isto como uma critica, até porque parece-me que embora a ideia da WWE esteja lá e seja cheia de potencial…a execução tem sido longe de perfeita e isso nota-se porque a recepção dos fãs não tem sido “famosa” e não tem dado os resultados desejado (ratings).

    Cumprimentos.

  11. Se é verdade que o cena vai se ausentar depois do hell in a cell, é a melhor noticia dos ultimos anos, pode ser que um ou dois wrestlers nao seja, enterraddos pelo super cena… como foi o caso do KO, ou wade barret… se for mentira todos os superstars do nxt vao continuar a ser enterrados por ele…

  12. uli6 - há 1 ano

    é verdade seth é o campeão porém so perde já perdeu para todo mundo, só falta perder para bo dallas

Comentar

Login com Facebook

Editar avatar »

Notificações por email:

Wrestling.PT © 2006-2016 / Política de Privacidade / Disclaimer / Sobre Nós / Contactos / RSS Feed / Desenvolvido por Luís Salvador