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Opinião Feminina #258 – (Not So) Natural Selection

Dois anos depois da famosa pipebomb de AJ Lee, foi a vez de Paige de, durante a celebração de Charlotte como nova campeã das Divas, criticar duramente as Divas da Divisão. Embora a promo de AJ Lee tenha tido um toque mais pessoal, visto que esta referiu bastante a sua jornada e dificuldades enfrentadas até chegar à WWE, a verdade é que ambas foram ácidas o suficiente para levar os fãs a acreditar que iam mudar alguma coisa.

A promo de AJ Lee ficou sem efeito pouco depois, visto que tinha ferido as suscetibilidades das Divas envolvidas – segundo a própria AJ. A promo de Paige, embora tenha servido de escape para os desabafos e rancores de um grupo seletivo de fãs, também ficou sem efeito pouco depois da sua realização. Imediatamente após a promo, Paige perdeu contra Natalya e não foi incluída no combate pelo Título no Hell in a Cell, levando os fãs a especular que esta estaria a ser castigada por alguma coisa.

Com ou sem castigo, rapidamente Paige começou a tentar desculpar-se e a voltar aliar-se às suas antigas parceiras, apenas para as voltar a trair meras semanas depois. Tendo em conta que um dos poucos benefícios que a promo tinha trazido era o fim de, pelo menos, uma das alianças, estas semanas em que Paige tentou voltar a reunir-se com as suas antigas parceiras estragaram esse bónus por completo.

Em vez de se tornar inimiga principal de Charlotte, a nova campeã e o grande alvo das críticas de Paige, a promo apenas conseguiu tirar o foco da campeã e torná-la num assunto secundário.

Já para não dizer que a WWE deveria ter aprendido com a história que a Autoridade e Randy Orton tiveram no início do ano. Fazer uma separação, apenas para voltar a juntar ambas as partes por meras semanas com a desculpa de jogos psicológicos ou defeitos tipicamente femininos quando toda a gente sabe que a separação vai acontecer outra vez, normalmente não resulta em bons segmentos televisivos.

Não só a promo de Paige não evitou os problemas criados pela promo de AJ Lee em 2013, mostrando que a companhia pouco ou nada aprendeu com a façanha, como realçou os problemas já existentes. Tal como tinha acontecido em 2013, as críticas de Paige foram extremamente bem recebidas pelos fãs começando, oficialmente, o reinado de Charlotte com o pé esquerdo. Ora, isto não foi conseguido apenas na altura, pois a falta de heroínas credíveis e interessantes na Divisão complicou ainda mais a situação.

Aliás, o problema de não existirem heroínas e vilãs bem definidas dentro da Divisão não é de agora, visto que os membros da Team Bella e da Team BAD mudam de natureza consoante as circunstâncias. Sem heroínas credíveis e com uma vilã a dizer aquilo que está na cabeça dos fãs, que outro resultado se poderia esperar? Como se costuma dizer, a definição de insanidade é fazer a mesma coisa vezes sem conta, sempre à espera de um resultado diferente.

A promo em si, como incidente isolado, não é um problema. As circunstâncias em que se enquadra é que são problemáticas. Se a Divisão possuísse heroínas fortes e credíveis e se as histórias não girassem todas à volta dos mesmos defeitos e estereótipos, nada do que Paige fez teria sido um problema. Teria sido apenas uma tentativa de revitalizar a Divisão e o fracasso que tem sido a Revolução.

Infelizmente, os estereótipos e defeitos de sempre continuam a ser as únicas ferramentas que a WWE usa para desenvolver histórias entre Divas. Em vez de usar as trafulhices que ambas, por vezes, fazem em ringue, Paige preferiu referir-se às Bellas pelas relações que ambas possuem com outros talentos.

Summer Rae e Lana, na altura a rivalizarem por causa de Dolph Ziggler e Rusev, sofreram o mesmo tratamento, assim como Natalya e Charlotte, cujos laços familiares parecem ser os únicos traços pessoais que a WWE quer promover.

Resumindo, todas as Divas mencionadas foram definidas pelos laços que têm com terceiros. É o que as define, pelo menos, segundo a forma como a WWE as retrata. Não só isto vai contra tudo aquilo que a alegada Revolução das Divas deveria significar, como tem o poder de estragar o trabalho que o NXT teve em promover Charlotte, Sasha Banks e Becky Lynch.

Aliás, poucos exemplos exemplificarão melhor este problema que Charlotte.

É um facto que ser a filha de Ric Flair iria sempre influenciar o caminho de Charlotte na WWE. Lutadores de segunda ou terceira geração têm, geralmente, sempre emprego garantido na WWE. Essa oportunidade irá estar sempre lá.

Tendo em conta que é filha de Ric Flair, alguém com fortes laços à companhia e aos responsáveis pela mesma, esta seria sempre beneficiada por isso. Era um dado adquirido. As únicas formas de tal não se tornar um empecilho, não só para os fãs, mas também para a carreira da própria Charlotte, seria se primeiro, a WWE a apresentasse de forma credível e forte e, segundo, se esta mostrasse talento suficiente para mostrar aos fãs que é mais que um apelido.

No NXT, mesmo referindo este laço familiar e usando-o no primeiro grande combate da carreira de Charlotte, foi tudo feito de tal forma a enaltecer os lados fortes de Charlotte. Esta foi, acima de tudo, protegida o suficiente para que este laço familiar não se tornasse uma maldição.

O combate que teve com Natalya foi fenomenal e o melhor que a Divisão feminina do NXT apresentou durante muito tempo e, embora Natalya tenha sido fundamental para que tal acontecesse, Charlotte ganhou por associação e estabeleceu-se como campeã. Aquele combate garantiu que, aos olhos dos fãs, Charlotte era a campeã justa e não apenas a filha de Ric Flair com um Título dado de presente. No roster principal, é só isso que ela é.

É bastante complicado para a maioria dos fãs identificarem-se com alguém na situação de Charlotte, a filha de uma das estrelas mais condecoradas e respeitadas da história da indústria. É uma raridade. E quando esta não mostra qualquer personalidade para além desse laço familiar, é praticamente impossível os fãs investirem-se nela.

É preciso que a conheçam primeiro, que conheçam as suas motivações e que depois olhem para tudo o que esta faz que é associado ao pai – “Wooo”, as chops, entre outros – como uma homenagem e não como uma cópia. No NXT, seguiu-se o caminho mais fácil e esta começou a destacar-se primeiro como vilã, onde afirmava que tinha uma genética superior. Mas, isso não significa que, no roster principal, seja impossível os fãs relacionarem-se com ela enquanto heroína.

O que a WWE precisa de fazer é produzir um dos vídeos de apresentação que o NXT tanto faz. Fez um para Finn Bálor e, mais recentemente, transmitiu um sobre Apollo Crews. Um vídeo onde dá a conhecer os talentos, a sua história e aquilo que os motiva.

Quando Charlotte se emociona a vencer o Título, toda a gente assume que é apenas mais um traço hereditário, visto que Ric Flair é famoso por não conseguir conter as lágrimas, mas poucos fãs sabem a história que a levou a entrar na indústria. A história que envolveu a morte do seu irmão.

Não estou a falar de usar a morte do irmão para vender meia-dúzia de t-shirts ou para ser usado em todas as promos feitas por vilãs durante os próximos anos. Não estou a sugerir que a morte de Reid deve ser usada para obter heat fácil. Estou a falar de apresentar a campeã das Divas como um ser humano com sentimentos, passado e motivações.

Estou a falar de tratar um talento feminino como alguém real e não como apenas mais uma palhaça que cai por qualquer esparrela engendrada por mulheres adultas que se comportam como se fossem adolescentes de liceu. Não estou, de modo algum, a tentar explorar a morte de Reid. Charlotte revelaria apenas o que quisesse. Apenas gostava que, na Raw, um segmento fosse dedicado a apresentar a campeã das Divas e a dar aos fãs razões legítimas para quererem torcer por ela.

O NXT humanizou Finn Bálor e, mais recentemente, Apollo Crews e os resultados têm sido brilhantes. Com três horas por semana, porque é que não se pode fazer o mesmo na Raw – não, no site da WWE, para apenas meia-dúzia de gatos pingados verem – e, desta forma, causar uma verdadeira revolução na forma como as Divas são apresentadas?

Os fãs apenas se conseguem compadecer pelas dificuldades de um herói se conseguirem relacionar-se com ele, com as suas dificuldades e com o seu sofrimento. Vão ver os especiais que a UFC faz para promover as lutas de Ronda Rousey. São humanos e uma das principais razões para a sua popularidade. Basta um especial para perceber o que a motiva, quem ela é e o que é que ela defende.

Estou a referir-me a Charlotte porque é o exemplo mais óbvio e o tópico desta edição, mas o mesmo aplica-se a Sasha Banks e a Becky Lynch. Deixem os fãs conhecer as pessoas e perceber as suas motivações. Não precisa de envolver uma história comovente e dramática. Só precisa de ser sincera. Cada uma destas mulheres tem uma história. Um caminho que percorreu para chegar até ali e as três são carismáticas o suficiente para conquistar os fãs se tiverem a oportunidade de ser sinceras e humanas.

Quando é sentida, a sinceridade faz milagres. Mas, não. Sasha Banks é a Boss que participa nos melhores combates do ano no NXT e Becky Lynch é um Robin irlandês para o Batman de Charlotte.

Porém, mais aspetos têm prejudicado Charlotte para além dos seus laços familiares.

Para começar, o seu reinado não podia ter começado da pior maneira. A curto prazo, a ideia de Charlotte perder o primeiro combate pelo Título que teve devido às trafulhices das Bellas, pode ter resultado. Teoricamente, iria aumentar o apoio dos fãs a Charlotte e tornar a verdadeira vitória ainda mais doce.

Todavia, isso é apenas a curto prazo. A longo prazo, a verdade é que Nikki Bella perdeu a batalha (o Título), mas venceu a guerra (bateu o recorde). O seu grande feito, aquilo que esta tinha usado para se gabar ao longo de meses, era o recorde. O recorde que os fãs não queriam que esta batesse.

Ao falhar na tarefa de acabar com o reinado de Nikki Bella mais cedo, Charlotte não se tornou uma heroína dos fãs. Tornou-se apenas em mais uma campeã. Depois do recorde ter sido batido, já não fazia qualquer diferença quem é que vencia Nikki e quando. Era preciso passarem mais cem ou duzentos dias para voltar a ter qualquer importância.

No fim do dia, um recorde de mais de trezentos dias acabou por não ter qualquer significado, rivalidade digna de nota, combate particularmente espetacular ou qualquer estrela beneficiada. Resumindo, nada que os fãs relembrem daqui a alguns anos.

Além disso, o facto do recorde ter sido batido apenas deu mais força à noção que nunca existiu qualquer Revolução. Com as Bellas a continuarem no topo da Divisão, envolvidas nas histórias principais, e com o recorde, a WWE impediu que os fãs sentissem que alguma coisa tinha mesmo mudado.

A realização de uma Revolução exige mudanças. Mesmo que sejam temporárias, nem que seja só para ajudar a mudar a perceção dos fãs. Não é uma Revolução quando as mesmas pessoas continuam no topo e a apresentação continua a ser a mesma. Por muito que Nikki tenha evoluído, ambas as Bellas precisam de se afastar de televisão por uns meses. Todas as estrelas precisam disso a certa altura nas suas carreiras e elas não são exceção.

Outro aspeto que tem dificultado o trabalho de Charlotte é a qualidade dos seus combates. Isto parece injusto, visto que os combates de Divas melhoraram significativamente, mas as circunstâncias atuais impedem que isso seja o suficiente.

Vivemos uma Era em que, dentro da WWE, combates muito melhores são apresentados. Alguns deles com as mesmas estrelas que, no roster principal, não estão a conseguir repetir as proezas. É nestes casos que era preferível ter Charlotte, Becky Lynch e Sasha Banks a repetirem os combates que tinham feito no NXT, porque embora os combates tenham melhorado, ainda não causaram o impato que precisavam de ter causado para mostrar aos fãs que tudo tinha mudado.

Por muito que a WWE tente colocá-los ao mesmo nível que os combates do NXT, no roster principal, os combates são menos fluídos e mais confusos. Charlotte vence combates com uma ou duas manobras, sem qualquer dificuldade, depois de passar 99% do combate a ver a sua adversária a torturar uma das partes do seu corpo. Ou pior, depois da adversária a atirar contra a borda do ringue numa manobra que leva os fãs a gritar “holy shit!”

Os combates acabam repentinamente, por vezes sem qualquer progressão lógica ou clímax. Mais uma vez, torna-se complicado torcer por Charlotte nestas condições. No NXT, existe fluidez, urgência, intensidade, realismo e uma história que é respeitada. Sim, ocasionalmente existem falhas, mas a qualidade do combate é tanta que os fãs conseguem ignorá-las de tão imersos que estão naquilo que estão a ver.

Em vez disso, parece que a ofensiva das adversárias de Charlotte é uma anedota ou então, Charlotte é uma sortuda por ter conseguido fazer aquelas manobras e, facilmente, poderia ter perdido. Os combates não contam uma história onde esta é dominante ou uma sobrevivente. Contam a história de uma sortuda que, por acaso, conseguiu fazer duas ou três manobras que lhe deram a vitória. Também não ajuda que perca combates irrelevantes na Raw em situações ridículas ou para adversárias pouco credíveis.

Depois do Título ter passado mais de trezentos dias nas mãos de uma vilã, cuja habilidade os fãs sempre puseram em causa, a última coisa que o Título precisava era de passar para as mãos de uma sortuda que deve tudo o que tem ao seu último nome. A cada dia que passa, a reputação que Charlotte ganhou no NXT perde cada vez mais efeito e isso vai dificultar o trabalho de todas as lutadoras que vierem no NXT.

Estava no interesse de todos – especialmente dos fãs de Becky, Sasha e Bayley – que Charlotte tivesse um reinado de qualidade soberba, pois apenas iria deixar os fãs mais empolgados para ver aquilo que as outras são capazes. Como não é isso que está a acontecer, a Diva mais popular da Divisão é Sasha Banks, pois é aquela que sempre se encontrou mais afastada de todos os erros criativos da WWE. Como nunca esteve na equipa com mais destaque, nunca foi uma das grandes vítimas.

Mas, isso não é um grande conforto para o futuro. O que vai acontecer no dia em que lhe puserem o foco em cima?

Sentir-me-ia mais descansada se visse Charlotte a ser alvo de melhor tratamento. Especialmente, tendo em conta que é a filha de Ric Flair. Se nepotismo é um problema – e todos sabemos que sempre foi um problema na indústria – e é assim que estão a tratar a filha de Ric Flair, como é que irão tratar as Divas que não tiverem qualquer laço familiar importante?

Tudo isto é bastante desmoralizante, pois Charlotte tem passado o seu reinado a ver rivalidades entre outras Divas como Paige e Natalya a tirarem-lhe o foco, a perder para péssimas adversárias e a fazer figura de parva para os jogos infantis de Paige.

Não há nada de errado com várias Divas a rivalizarem ao mesmo tempo. Aliás, tal é bom sinal e deveria ser uma realidade. O problema é quando a campeã com um combate no pay-per-view se limita a ser uma espetadora para a história de outras Divas que nem no card vão estar.

Quando Charlotte agarra no microfone, seja pela sua falta de qualidade como oradora ou pelo péssimo guião que tem em mãos, não consegue suscitar simpatia e está mais vezes envolvida em segmentos horrendos do que aqueles que deveria estar.

A quantidade de Miz TV envolvendo Divas que a WWE tem produzido parece não ter ainda convencido a companhia que são uma má ideia e vão contra aquilo que a Revolução deveria significar. Quando, durante o próprio segmento, são usados termos pejorativos para descrever as Divas em questão, a WWE deveria perceber que estão a seguir o mau caminho.

Infelizmente, não é essa a realidade em que habitamos. Depois de meses com três novas Divas na Divisão, uma delas com o Título à volta da cintura, a Divisão continua a apresentar os mesmos problemas de sempre. São em dias como estes que é complicado acreditar que a mesma companhia seja capaz de produzir duas Divisões tão diferentes e, mesmo depois de ver a reação dos fãs a cada uma, se recusa a mudar o que está a fazer.

Antigamente, a esperança restava na vinda dos talentos do NXT para o roster principal. Atualmente, os fãs já se começaram a virar contra Charlotte. Agora, a esperança resta em Sasha Banks e Becky Lynch. Será que o tratamento dentro da WWE irá mudar a tempo de não arruinar a pouca esperança que ainda resta? Que comecem as apostas.

Desejo uma excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

17 Comentários

  1. MicaelDuarte - há 1 ano

    Excelente artigo.

  2. otimo artigo, eu acreditei na divas revolution.
    Mas no ultimo Raw fiquei pensando” Ué? cade a revolução” E me dei conta que tem anida um abismo entre o NXT e o RAW.
    Logico que ja tinha reparado antes,e me decepcionado,mas só no raw que consegui organizar isso na minha mente.
    Esse artigo veio a por logica, em tudo que eu estava pensando.

  3. Rui Dionisio - há 1 ano

    Salgado tiveste problemas com o novo acordo ortográfico neste artigo XD, sabes que facto, continua com o “c” porque o “c” lê-se, tu escreves fato, e fato é o que o Triple H agora trás sempre que vem para TV, assim como é “impacto” e não “impato” (nem se isso existe) como tu escreveste, porque lê-se também aqui o “c”.

    Quanto á divisão… Becky Lynch 4 ever, a Charlotte começou claramente mal, justifica-se mais uma pausa dela na TV do que propriamente as Bellas, mas a Charlotte não é assim uma coisa tão dificil de remediar, é só mais tarde fazer o turn heel, ir credibilizando-se como heel tendo bons combates e depois quando voltar a ser Face já vai ter uma reacção mais positiva.

    • >Rated-R Superstar - há 1 ano

      Na minha opinião quando Becky está ao lado de Charlotte ela ofusca totalmente a Divas Champion…

      • Rui Dionisio - há 1 ano

        não eles com a tag delas quer mostrar as duas, mas está a ofuscar as duas, a Charlotte porque está ser mal trabalhada e a Becky porque está na sombra da Charlotte, é tipo a tag do Reigns com o Dean Ambrose (a Becky é o Ambrose), uma comparação do tipo nada a haver mas dá para perceber.

      • guilherme - há 1 ano

        Becky é completamente mais atraente, não em atributos físicos ( o que também não deixa de ser verdade ) mas Becky tem alguma coisa a mais que a Charllote ela chama a atenção para ela quando está as duas juntas… E quando está todas as Divas em ringue a mais ofuscada é A Charllote, se a WWE quiser investir nela, devem trocar aquela theme plágio do pai dela… É aquela attire horrível que ela usa, aquela attire não vai nada legal pra ela, ela deveria usar alguma coisa igual a Naty mais Old Skool, pois parece que ela veste os mini biquínis de Kelly Kelly, e parar com essas comparações com o pai dela, não sou fã da Charllote mas respeito seu trabalho em ring mas carisma é zero.

  4. Diogo7 - há 1 ano

    Excelente.

  5. RFBM - há 1 ano

    Artigo soberbo.

  6. José Sousa - há 1 ano

    Excelente

  7. Dolph Ziggler - há 1 ano

    Muito bom.

  8. danielLP21 - há 1 ano

    Excelente artigo.

  9. Kauê Souza - há 1 ano

    Bom artigo Salgado. Assim como o colega disse acima eu respeito o trabalho da Charlotte mas não sou fã da mesma, acredito que essa associação com o pai está ferrando de vez o personagem que em minha opinião ficaria melhor como heel.

    Não acho que ausentar-se deva ser a solução, acredito que a WWE deveria aos poucos fazer uma mudança na personagem e não algo corrido as pressas, para que, as pessoas se acostumem.

    Em relação à Beck Lynch eu detesto ela justamente pela personagem, odeio aquela entrada que ela faz em ringue, parece as marginal aqui da cidade onde moro, se ela tiver uma imagem mais estável quem sabe eu não goste dela rsrs

    Já em relação as Bellas (principalmente Nikki) não vou preocupar-me, já que ela vai se ausentar da WWE, então não vamos enjoar tanto dela.

    Ps: Olha não entendo muito do ramo, mas se eu fosse um lutador da WWE eu não iria chorar se ganhasse um título, até porque sei que é tudo combinado e seguindo o scrit, qual a graça de ganhar algo sabendo que já ia ganhar? Kkkkk Enfim.

    • #MrMoneyInTheBank - há 1 ano

      “Em relação à Beck Lynch eu detesto ela justamente pela personagem, odeio aquela entrada que ela faz em ringue, parece as marginal aqui da cidade onde moro”.

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      • uli6 - há 1 ano

        a entrada dela só não é pior que do Neville. beck linck me irrita.

      • RybackChampion2015 - há 1 ano

        “Em relação à Beck Lynch eu detesto ela justamente pela personagem, odeio aquela entrada que ela faz em ringue, parece as marginal aqui da cidade onde moro”.

        LOOOOOOOOOOOL

    • guilherme - há 1 ano

      Eu ri KKKKKK, ela tem um jeito piratas do caribe + Maria bonita + Lita que me atrai, ela me lembra muito também o Edge e o Jeff Hardy…

    • "Awesome" Hater - há 1 ano

      Para alguns lutadores (Ex. Zack Ryder) o titulo, por mais que esteja no script, não deixa de ser o culminar de um grande esforço.

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