Opinião Feminina #269 – Clash of Generations

Quando se passa muito tempo investido em algo começam a notar-se padrões e tendências. Se lermos bastantes livros do mesmo género apenas iremos descobrir que, a grande maioria, possui a mesma base e apenas varia em detalhes superficiais. O mesmo se passa em televisão e cinema. Se acompanharmos a WWE consistentemente durante vários anos iremos também notar certos padrões e repetições que irão, inevitavelmente, influenciar o que pensamos do presente e futuro.

Há pouco mais de quatro anos, Chris Jericho fez o seu segundo regresso à WWE. Embora não tenha sido o mais surpreendente – a aparição no Royal Rumble 2013 vence esse prémio – foi sem dúvida o que gostei mais. As vignettes que foram transmitidas ao longo de várias semanas para promover a sua chegada foram brilhantes e cativantes.

As semanas que este passou a fazer jogos psicológicos com os fãs foram, também, bastante interessantes e, quando chegou o Royal Rumble, Chris Jericho era dos assuntos mais discutidos. Como é que este iria fazer a sua entrada no Royal Rumble era um dos cenários mais especulados e fantasiados da altura.

Desde então, Chris Jericho tem aparecido esporadicamente na WWE, interagindo sempre com estrelas da atualidade. CM Punk, Dolph Ziggler, Fandango, Bray Wyatt, Neville, Kevin Owens e, mais recentemente, os New Day são alguns nomes.

A sua reputação de veterano que constantemente interage com jovens estrelas e, na maioria das vezes, perde sem levantar problemas cimentou-se ao longo dos últimos anos e, para além de ser bastante valiosa, é uma atitude rara nesta indústria. Infelizmente, quatro anos depois de ter feito o seu melhor regresso, Chris Jericho perdeu qualquer impacto que poderia ter e, atualmente, a sua apresentação simplesmente não funciona.

Boa vontade e talento nem sempre bastam e, ao longo dos últimos anos, o booking da WWE arrasou com a dádiva preciosa que Chris Jericho lhes deu. A sua rivalidade com CM Punk pode ser entendida como a última vez que Jericho, de facto, ajudou alguém, não por ter elevado CM Punk, mas por ter ajudado a consolidar um reinado que mais tarde se tornou histórico. Desde então, ninguém beneficiou diretamente de uma rivalidade com Chris Jericho ou de uma vitória contra Chris Jericho.

Dolph Ziggler venceu-o, em 2012, num combate que existiu apenas para explicar a sua iminente saída da companhia. A vitória não mudou nada na carreira de Ziggler e apenas reforçou aquilo que os fãs foram forçados a aceitar – a WWE não vai deixar Ziggler passar de um certo nível.

Fandango foi um dos fracassos mais curiosos porque, de certa forma, ainda existe a perceção que a vitória contra Jericho na Wrestlemania o ajudou brevemente. É discutível, mas não partilho dessa opinião. Fandango foi uma sensação na noite após a Wrestlemania 29 porque os fãs queriam divertir-se. Na altura, Randy Orton e Sheamus não estavam na fase mais interessante das suas carreiras, portanto foi durante esse combate que todos decidiram divertir-se.

A música de Fandango foi escolhida porque, para além de ficar no ouvido, não havia ninguém por quem torcer ou exigir por justiça. Daniel Bryan já tinha estado envolvido num segmento fantástico com The Shield, Undertaker e Kane. Dolph Ziggler já tinha tido o seu momento de Wrestlemania ao fazer o cash-in, para alegria dos presentes.

A meu ver, não teve absolutamente nada a ver com a vitória contra Jericho e, a longo prazo, tornou-se bastante claro que isso também não fez nada pela carreira de Fandango. Este nunca tinha sido mais do que apenas uma obsessão temporária.

A verdade é que, ao escolher talentos em que não estava investida a longo prazo, a WWE diluiu o impacto que Chris Jericho pode ter na carreira de alguém. Foi um poder usado infantilmente e descuidadamente. As consequências seriam sempre inevitáveis.

Bray Wyatt, outro rival de Chris Jericho, é um caso interessante, pois também o seu booking acusa um certo padrão – tema explorado recentemente neste espaço. Quando Bray Wyatt e os seus seguidores cercaram Chris Jericho num dos melhores segmentos de 2014, o grupo precisava desesperadamente de ajuda.

O pior da rivalidade de Bray Wyatt com John Cena nem foram as derrotas, mas sim a ordem e a forma em que estas aconteceram. Bray Wyatt precisava bastante de alguém que o ajudasse a recuperar alguma credibilidade e Chris Jericho era o nome ideal para o fazer. Além disso, na altura os fãs estavam a salivar para ver estes dois numa guerra verbal.

Nada correu como se esperava. A WWE repetiu o mesmo erro que tinha cometido durante a rivalidade de John Cena, os confrontos verbais não foram assim tão memoráveis e, no fim, quando Chris Jericho perdeu já era tarde demais. A excitação criada pelo primeiro segmento já tinha há muito dissipado.

Para colocar um ponto final numa frase que já tinha terminado há muito tempo, a Wyatt Family foi sacrificada em prol de John Cena, de forma a que este recuperasse da derrota para Brock Lesnar. A Wyatt Family desapareceu de imediato e separam-se temporariamente.

Tudo isto para explicar que o padrão que Chris Jericho desenvolveu nos últimos anos não abona a seu favor. Os seus regressos, embora sejam empolgantes de início, ainda não elevaram ninguém. O seu histórico é uma lista de fracassos pelas mais variadas razões e um obstáculo que todos têm de ultrapassar para garantir que, no futuro, este irá conseguir ajudar alguém. Agora, para o fazer, Jericho terá de fazer esquecer os fãs destes anos de fracassos.

Mais recentemente, Chris Jericho foi escolhido a dedo por Dean Ambrose como o parceiro mistério para o combate contra a Wyatt Family no Night of Champions. Chris Jericho apareceu, lutou, perdeu e empurrou Dean Ambrose, enquanto fazia a sua saída de forma arrogante.

Chris Jericho foi uma excelente escolha para o combate. Este é acarinhado e respeitado pelos fãs e um sólido nome para perder para Braun Strowman. As sementes para uma rivalidade com Dean Ambrose foram plantas e prontamente ignoradas ao longo dos meses que se seguiram. E, pessoalmente, isso ainda me tira do sério.

Não só Chris Jericho já tem todo este histórico de fracassos a jogar contra si, como numa das suas poucas aparições em televisão cria uma rivalidade com um jovem talento, apenas para desaparecer e todos agirem como se não tivesse acontecido? Ou melhor, este voltou a aparecer, pouco tempo depois para enfrentar Kevin Owens no Live from MSG.

Depois de tudo isto, não há razão nenhuma para os fãs se investirem emocionalmente no que Chris Jericho está envolvido. É claro que se vão investir, este é um veterano bastante respeitado, mas existe uma grande hipótese deste não conseguir afetar positivamente a carreira de outro talento, depois de todos estes erros.

Tem sido bastante especulado que a rivalidade com Dean Ambrose será retomada e irá, possivelmente, culminar na Wrestlemania. O Royal Rumble, a realizar daqui a uma semana, é um excelente sítio para começar uma rivalidade para a Wrestlemania. Basta uma eliminação e um olhar arrogante para criar problemas.

O problema é que não há razão nenhuma para os fãs estarem interessados na mesma! Chris Jericho voltou há duas semanas e o seu confronto com Dean Ambrose continuou a ser ignorado! Parece que esta ponta solta existe apenas na cabeça dos fãs.

Não há razão nenhuma para os fãs adorarem e apoiarem Dean Ambrose por se revoltar com algo que aconteceu há meses atrás e foi ignorado desde então. Chris Jericho pode tornar-se num vilão, eliminar Dean Ambrose no Royal Rumble, e então, depois da rivalidade começar, Ambrose pode mencionar que tinha escolhido ignorar o insulto anterior de Jericho, mas que tinha chegado ao limite da sua paciência.

É uma hipótese e não é má de todo, mas a falta de eficácia das antigas rivalidades de Chris Jericho continua a ser um problema e, para os fãs terem motivos para acreditar que desta vez será diferente, convinha não começar a rivalidade com o pé esquerdo.

É importante perceber que os fãs precisam de razões para se expressarem. Mesmo que adorem Dean Ambrose, respeitem Chris Jericho e expludam de alegria quando/se os dois se enfrentarem, isso não significa que a WWE deve ser preguiçosa ao ponto de se aproveitar de tal para não escrever boas histórias e desenvolver decentemente as suas personagens.

Porque enquanto tal poderá não ser um problema com estrelas populares, tal vai ser um enorme problema com estrelas que não são populares ainda. Aliás, esta atitude é exatamente a razão para a maioria das edições da Raw serem realizadas em frente a uma audiência aborrecida e silenciosa. A WWE não faz o trabalho, não justifica as suas ações, não dá aos fãs razões para reagirem de certa forma e, na sua confusão ou aborrecimento, estes escolhem não reagir de todo.

É importante que existam motivos por detrás das emoções dos lutadores e é importante que os fãs os compreendam e sintam empatia. É mais do que importante, é fundamental e ignorar uma ponta solta durante meses e meses, depois do desperdício que tem sido o uso de Chris Jericho ao longo dos últimos, é algo que me deixa incrédula. E possessa.

Tendo em conta que Jericho já referiu em várias entrevistas que não quer aparecer em televisão sem ter uma história e rivalidade planeada, ainda fico mais chocada por este ter aceite o que aconteceu no Night of Champions. Talvez lhe tenha sido garantido que a rivalidade iria retomar na época de Wrestlemania. Tal explicaria porque é que tudo aconteceu de todo, mas não desculpa o facto de ser uma péssima forma de contar uma história.

A ideia de Chris Jericho ter uma rivalidade no horizonte que será iniciada – ou no caso de Ambrose, retomada – em breve justifica os segmentos que este tem tido com os New Day ao longo das últimas semanas. São, claramente, segmentos sem direção, criados com o único propósito de gastar tempo. A rivalidade dos New Day é com os Usos, agora que um dos Lucha Dragons está lesionado, e à exceção do ocasional combate de equipas, não estou a ver que tipo de rivalidade a longo termo é que Jericho poderá ter com o grupo.

Até agora, mesmo ignorando esta ponta solta envolvendo Dean Ambrose, o regresso de Chris Jericho tem deixado muito a desejar. A sua promo de regresso foi, tal como o próprio assumiu, uma compilação dos seus melhores momentos e adição de alguns termos peculiares.

É aqui que surgem algumas questões. O ocasional momento de nostalgia é interessante e divertido, mas deixa de ser nostalgia quando começa a acontecer frequentemente. Chris Jericho não é o culpado disto, ele é apenas a ferramenta.

A WWE está constantemente a usar nostalgia de uma forma ou de outra. Seja o regresso dos Brothers of Destruction, o uso da Team Extreme (Dudley Boyz, Rhyno e Tommy Dreamer), Chris Jericho a tentar fazer comédia e a repetir as suas frases mais conhecidas, qualquer promo de The Rock quando este aparece, enfim os exemplos são intermináveis. E, embora Chris Jericho tenha feito aquela promo por nostalgia, não funcionou comigo dessa forma.

Ao reinventarem-se e tornarem-se nas estrelas mais engraçadas e cómicas da WWE, os New Day colocaram, inadvertidamente, pressão nas estrelas com que interagem para também tentarem ser engraçadas.

Infelizmente, a maioria das pessoas que tenta raramente tem piada e acaba por parecer demasiado forçado. É assim que o regresso de Chris Jericho está a ser entendido por mim. Em vez de serem breves momentos de nostalgia, são momentos em que Jericho está a tentar recapturar os momentos de outros tempos, quando era engraçado, e ao falhar redondamente.

Os New Day têm falhas. Nem tudo o que dizem é engraçado, o corno de unicórnio ainda não me convenceu a 100% e, mais vezes do que o contrário, fazem promos demasiado longas ou são usados demasiadas vezes para compensar a quantidade de lesões no roster.

Porém, esta é a primeira coisa que qualquer um deles está a fazer que funciona mesmo. Nada do que Kofi Kingston, Big E ou Xavier Woods fizeram até agora, ao longo das suas carreiras, funcionou melhor que isto. Nota-se que os três estão constantemente à procura de formas para serem engraçados, criativos e originais, assim como se vê que se estão mesmo a divertir.

Outro aspeto importante é o tom de sarcasmo da sua apresentação. Em vez de serem palhacinhos que não se apercebem que são bobos da corte, os New Day têm este tom de sarcasmo que deixa bem claro que estão a tentar fazer com o que os fãs se riam com eles, em vez de se rirem deles. É uma distinção importante.

Ou seja, quando todos estes prós e contras são pesados numa balança, os prós acabam por vencer, daí a razão destes continuarem a ser um sucesso.

Chris Jericho não está na mesma situação. Chris Jericho era a pessoa engraçada e criativa que procurava todas as formas possíveis e imaginárias de se tornar popular há mais de uma década. Enquanto nós estamos a ver o melhor que os New Day fizeram ao longo das suas carreiras, não estamos a ver o melhor que Chris Jericho já fez na sua carreira.

Estamos a ver alguém nos seus quarenta anos a tentar criar um momento de nostalgia, numa companhia onde a nostalgia é uma personagem principal, ao fazer piadas forçadas e sem piada num segmento com jovens claramente mais engraçados. É desconfortável.

Tudo isto faz-me lembrar da forma como este regressou em 2007. Acho, sinceramente, que estamos a ver uma repetição bastante superficial do que aconteceu. Este regressou, fez promos semelhantes ao que já tinha feito, protagonizou momentos de comédia com Santino Marella e, tal como agora, não estava a funcionar.

Não parecia natural. Se, de facto, estivermos a assistir a uma repetição do que Chris Jericho fez em 2007/2008, então não temos razões para estar alarmados, porque muito em breve iremos assistir a uma das melhores rivalidades da atualidade.

A WWE e os seus talentos cometem este erro várias vezes. Pensam que a nostalgia é o suficiente, mas a nostalgia só será suficiente quando for rara. Até tá, temos Chris Jericho a gritar “Rooty Tooty Booty” a um grupo claramente mais engraçado, temos The Rock a gritar “Cookie Puss” enquanto CM Punk faz as melhores promos da sua carreira e temos John Cena a, claramente, vencer quase todos os confrontos verbais que teve com The Rock a caminho da Wrestlemania 28.

Enquanto estas estrelas do passado estão a tentar reviver o passado, as estrelas de hoje estão a tentar criar um futuro e nota-se claramente a diferença quando algo funciona ou não. É importante perceber que não estou a dizer que Jericho e The Rock, nos seus 40 anos, precisam de se reinventar ou provar alguma coisa. Não precisam. As provas estão dadas. As carreiras estão feitas.

Apenas precisam de se adaptar às circunstâncias, porque enquanto estão a tentar fazer uma compilação com os melhores hits de há dez anos, as estrelas de agora estão a criar os seus melhores hits e, até agora, as estrelas de agora têm saído vitoriosas desse choque.

É o resultado de opor duas pessoas que estão em fases completamente diferentes da sua carreira. As de agora têm tudo a perder, tal como Jericho e The Rock tinham há décadas atrás.

Outro ponto que deve ser mencionado é “Rooty Tooty Booty”. Dizer que algo é aceitável ou engraçado só porque os fãs o gritaram, como Chris Jericho defendeu, é batota, porque se os fãs gostarem o suficiente da estrela em questão, então irão gritar praticamente tudo. Se não gritarem por afeto, gritam por pena, porque nada é mais desconfortável do que ver um herói a pedir aos fãs para gritar algo, apenas para ouvir silêncio como resposta.

Tenho esperança que, de facto, tudo isto seja para gastar tempo até ao Royal Rumble e que, em breve, a versão main-eventer de Chris Jericho regresse, em vez da versão “midcarder que estava a tentar tornar-se popular a qualquer custo”. Este conseguiu reinventar-se o suficiente ao longo dos anos para me fazer acreditar que esta situação não é permanente, mas não consigo ignorar as recentes provas que dizem que, mesmo assim, existem muito poucas hipóteses da sua próxima rivalidade ajudar alguém.

É uma pena que a WWE não tenha tido mais cuidado com esta dádiva enquanto a tinha. Agora será mais difícil usufruir dela.

Enfim, desejo uma excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

12 Comentários

  1. BRRM - há 11 meses

    Excelente artigo!

    Adorei a analogia que usaste para comparar wrestlers e músicos veteranos que se recusam a adaptar à mudança de tempo. Isto porque também não acho piada quando veteranos como o The Rock e o Chris Jericho tentam fazer as mesmas coisas que faziam há anos atrás. Nos dois segmentos em que o Y2J e os New Day interagiram eu ri-me bastante mas foi devido aos últimos. Nada do que o Jericho disse me parecia natural e aquilo do “Rooty Tooty Booty” não tem piada nenhuma, pelo menos para mim. No entanto, vão sempre haver aqueles fãs que gostam de tudo o que os seus wrestlers/artistas favoritos fazem (pois, também eles, estão constantemente a tentar reviver o passado), portanto nada em relação a este assunto vai mudar.

    Sobre o resto do artigo, concordo quando dizes que a WWE não está usar o Jericho como dever ser e também eu estou incomodado com o facto de ainda ninguém ter abordado aquilo que aconteceu entre este e o Ambrose. Mesmo assim, ainda tenho esperança que eles iniciem uma feud para WM.

  2. Lucas - há 11 meses

    Tem um fator que tem que levar em conta, pelo que sai na midia,atualmente os lutadores não tem a liberdade para improvisar o guião que são dados. Rock e Jericho viveram um momento de maior liberdade e podem não estar adaptados a atual situação.Alem disso,o booking atual está vivendo uma péssima situação,eles podem estar prejudicando as antigas estrelas e as novas.
    A promo do último raw entre os New day e o Jericho demonstram isso,eu duvido muito pelo que eu vi do Jericho,ele ter escrito aquele guiao.
    Isto retorna ao problema do booking atual,que nao consegue dar uma regularidade a qualquer superstar ou show semanal, dado que o raw exemplica isso,uma semana tem um show bom,já na outro um horrível.

  3. Anónimo - há 11 meses

    Excelente artigo. Parabéns!

  4. 434 Days - há 11 meses

    Excelente artigo Salgado.

  5. Anónimo - há 11 meses

    Bom artigo.

  6. Anónimo - há 11 meses

    Concordo em parte.

  7. RFBM - há 11 meses

    Óptimo artigo Salgado.

  8. Gostei do tema abordado, mas estou entre as pessoas que detesta os New Day. Não vejo nada de cómico e interessante ali e estou longe de os considerar um sucesso, ou algo do género.

  9. the Real heater of all Reigns fans - há 11 meses

    É fixe.

  10. Anónimo - há 11 meses

    Bom artigo.
    Discordo em um ou outro ponto mas no geral bom artigo.

  11. danielLP21 - há 11 meses

    Fantástico.

    Tenho tido esse sentimento também. É pena, porque tal como acontece contigo, o Jericho é dos meus favoritos de sempre. Devia ter vencido o Fandango na WrestleMania, esse para mim foi o maior erro de todos. Elevar alguém não envolve apenas perder para essa pessoa.

  12. Half man half amazing - há 11 meses

    Sinceramente o que eu sinto ao ver o chris jericho atual é pena. elevar novos talentos nao significa vencer jobbers e alguns midcarders sem projeçao nos shows semanais e perder todas as rivalidades em que entra nos PPV. Ao fazerem isso poderão na melhor das hipoteses elevar 2, 3 superstars mas nunca mais pois chegara a um ponto que, por mais que os fãs saibam do kayfabe começarão a compreender que o Y2J só está ali para perder para talentos da era atual e isso tira credibilidade e protagonismo ao mesmo. Jericho tem de vencer coisas importantes para perder coisas importantes. O passado já provou isso e deve ser esse o rumo a dar aos acontecimentos se é essa a decisão do jericho claro pois por mim ele estaria no main-event a lutar pelo titulo.

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