Opinião Feminina #288 – It’s coming back

Esta semana a WWE anunciou que o SmackDown irá começar a ser transmitido em direto dentro de alguns meses com um roster e equipa criativas exclusivas, efetivamente trazendo de volta a brand split.

A brand split foi um conceito que surgiu a partir da aquisição dos rosters da ECW e WCW e durou, em teoria, durante vários anos. Ao longo desses anos, a separação de rosters e equipas criativas mostrou ter as suas vantagens, presenteando os fãs com momentos, combates e rivalidade que, noutras circunstâncias, não teriam o privilégio de assistir, mas também teve as suas desvantagens.

Acima de tudo, acho que quase uma década de brand split provou que este é um conceito que depende da execução e detalhes para ser bem sucedida. A brand split é uma ideia interessante que pode ter resultados fantásticos e ajudar imenso o produto da WWE, mas também é algo que pode facilmente tornar-se num problema.

Como o problema está nos detalhes, são os detalhes que precisam de ser bem estudados – deverão os pay-per-views exclusivos regressar? Quantos campeões mundiais? Adicionar mais títulos? Como separar as divisões? Fazer uma separação rígida, onde os talentos aparecem exclusivamente no seu programa, ou algo mais relaxado, onde podem aparecer ocasionalmente no outro programa?

Para começar, as decisões que devem ser tomadas primeiro envolvem a apresentação do SmackDown. Para o conceito de brand split ter uma hipótese de funcionar e fazer qualquer sentido, o SmackDown precisa de ser uma lufada de ar fresco. Precisa de ter a sua própria identidade. Não estou a falar apenas de mudanças superficiais (mas importantes!) como os comentadores, a apresentação da arena e novos lutadores. Estou a falar de uma identidade completamente diferente.

Para a ideia de brand split ter qualquer significado, o SmackDown precisa de ser diferente, não de fazer o mesmo que o Raw com rostos diferentes. Não pode ser a mesma fórmula com variáveis diferentes, precisa de ser uma fórmula diferente. Os fãs precisam mesmo de sentir que estão a assistir a produtos diferentes quando assistem ao Raw e ao SmackDown. É disso que depende a brand split. Porque a partir do momento em que os dois programas fazem a mesma coisa, mas com rostos diferentes, coloca-se a questão de quem o está a fazer melhor e que programa é mais importante.

Os fãs, ultimamente, vão escolher o melhor ou entendido como mais importante e limitam-se a ver isso.  Criativamente, a única razão que justifica a implementação de uma brand split é a ilusão de competição e não pode haver competição se os dois programas estão a fazer a mesma coisa. A única forma de criar a ilusão de competição e de tornar o SmackDown indispensável é ser diferente. Fundamentalmente diferente.

Instintivamente, a necessidade do SmackDown ser fundamentalmente diferente leva-nos a acreditar que isto significa uma separação completa e exclusiva do roster, com cada programa a ter os seus próprios campeões. Como comecei por dizer, o problema está nos detalhes e é aqui que as decisões mais complicadas precisam de ser tomadas.

Idealmente, sim. Para criar a ilusão de competição dentro de uma companhia, os dois programas deveriam ser fundamentalmente diferentes e deveriam ter as suas próprias divisões e campeões. Aliás, se pensarmos bem, hoje a WWE tem uma brand split com o roster principal e o NXT, no sentido em que ambos os ambientes são completamente diferentes e têm os seus próprios campeões. No entanto, também não existe quaisquer dúvidas sobre qual é o mais importante e a diferença de plataformas dos dois deixa isso bem claro.

Portanto, o NXT e o roster principal são completamente diferentes, mas não estão em competição. Não existe sequer essa hipótese. Como podemos ver, vários fatores fazem a diferença.  O SmackDown tem a oportunidade de ser o que o NXT não consegue ser, porque tem uma plataforma e exposição muito maior. E, de certa forma, essa exposição é, ao mesmo tempo, um problema e uma benção. Quando chegamos à questão de organizar os títulos e as divisões, é aqui que a exposição e as necessidades de uma brand split tornam as decisões mais complicadas.

Idealmente, os dois programas seriam mundos completamente separados e independentes, salvo algumas ocasiões especiais. Mas, a verdade é que a WWE não tem talento suficiente para ter duas divisões femininas, duas divisões de equipas e dois títulos mundiais. Mesmo quando incluímos o roster do NXT. É certo que a WWE sempre pode contratar novos talentos e criar dois mundos independentes, mas depois chegamos a uma ocasião especial como a WrestleMania e não temos tempo para tudo.

É importante perceber que saturação é um problema real. O SmackDown já vai enfrentar isso por apresentar duas horas de WWE no dia a seguir a três horas de Raw. E em semanas de pay-per-view, estamos a falar de quase dez horas de programação em apenas três dias. Mesmo que a WWE apresente o melhor conteúdo da sua história, a audiência pode estar simplesmente demasiado saturada para assistir. Ao duplicar as divisões, os títulos e o talento, a WWE apenas irá piorar um problema que já existe, em vez do resolver ou minimizar.

Outro risco que a WWE corre é, em ocasiões como a WrestleMania, ter de escolher o que vai para o pré-show e que título é que encerra o evento. Essas escolhas, dependendo da forma como a WWE tratar a brand split durante os seus primeiros meses, poderão levar os fãs a tirar conclusões sobre a importância dos programas que a WWE não quer. Ultimamente, acho que a resposta passa por manter os títulos existentes e não criar mais. Sei que poderá parecer o oposto que uma brand split e a ilusão de competição precisa, mas não sinto que criar mais títulos seja uma resposta.

Ao longo de muitos anos, a brand split tornou possível que várias equipas e talentos, seja femininos ou masculinos, vencessem títulos que, noutras circunstâncias, não teriam vencido. Seja porque uma divisão tinha falta de hipóteses, seja porque a prioridade de Vince McMahon era o Raw, enquanto o SmackDown conseguia passar despercebido. Isso é algo que não pode voltar.

Para nós, como fãs, é complicado tomar esse partido, porque em muitas ocasiões talentos que nós apreciamos e em quem vimos potencial venceram um título mundial porque este existiu no SmackDown. O problema é que títulos não podem ser prémios de participação. É duro, é chato, mas é a realidade.

A existência de mais títulos significa que mais pessoas em quem a WWE não vai apostar, em quem a WWE não acredita, podem ser campeões. Isso leva-nos a reinados de dias – ou minutos, e a uma diferença abismal de credibilidade quando comparamos os campeões de ambos programas. Ora, pode-se dizer que desta vez vai ser diferente, que desta vez a WWE vai começar do zero e que o segundo título mundial não vai ser, necessariamente, pouco mais que um título secundário.

Mas, quando estudamos o reinado de John Cena no topo da WWE e o início do reinado de Roman Reigns, somos forçados a chegar a uma conclusão – para a WWE, ninguém vai ser mais importante que o escolhido. Ninguém será mais importante que a cara da companhia. A escolha já foi feita, as preparações começaram há anos e nem as consequências dos defeitos do seu próprio booking estão a parar a companhia.

Não estou a ver um segundo campeão mundial a ser posicionado como igual a Roman Reigns. Não acredito que vá acontecer, nem sequer sei se deve acontecer. Se a WWE escolheu a sua próxima grande estrela, então a companhia deveria estar a fazer de tudo para corrigir os problemas de apresentação da mesma e fazer de tudo para que esta resulte. Ameaçar a sua dominância com a criação de um segundo título mundial não me parece ser o caminho para tal.

Mas, lá está, como tudo neste tópico, esta decisão também acarreta a sua dose de consequências. Se a WWE continuar apenas com um campeão mundial que poderá ter rivalidades em ambos os programas, o que é que os lutadores do SmackDown, por exemplo, fazem quando este está ocupado durante uma rivalidade de meses com um adversário do Raw? Desenvolver e estabelecer adversários credíveis para o campeão é a solução. Percebo que não tenha o mesmo apelo emocional que ver um talento desvalorizado a vencer um título mundial, mas sinto que é a mais lógica.

Não faz sentido um universo ter dois campeões mundiais. Não faz sentido usar títulos como pensos rápidos para resolver problemas, em vez de usar a criatividade das dezenas de empregados da equipa criativa. A partir do momento em que títulos se tornam prémios de participação ou soluções rápidas para problemas criados por falta de criatividade, os títulos deixam de ter significado.

Os títulos são algumas das melhores ferramentas que a WWE tem à disposição para elevar alguém ou tornar alguém numa estrela. Mas para tal, estes não podem ser demasiado acessíveis e precisam de ser especiais. Precisam de estar envolvidos em histórias com sentido, precisam de estar nas mãos de talentos com credibilidade e precisam de ser protegidos. Distribuí-los como medalhas de participação, mesmo que seja em momentos que nos levem às lágrimas e que nos aqueçam o coração, apresenta problemas a longo prazo. Um campeão precisa de ser um investimento a longo prazo – seja no campeão em si, seja no adversário.

E um dos maiores erros que a WWE faz mais vezes é dar títulos a pessoas em que não acredita, apenas para as sabotar depois para provar o seu próprio argumento. Não foi isto que aconteceu com Kalisto e o título de Estados Unidos? Criar mais títulos poderá aumentar este problema.

Olhamos para o reinado de Daniel Bryan em 2011 com o título mundial. Como fã, adorei a vitória dele, celebrei imenso e deu-me prazer ver Daniel Bryan com o título. Mas que significado é que a sua vitória teve? Que peso é que aquele reinado, aquela vitória, pode ter, quando é apenas secundária? Quando não é algo que foi feito com propósito e intenção?

Quando se usam títulos mundiais como prémio de participação ou para dar a ilusão de importância, quando na realidade a companhia nunca iria dar o título a talento X, o valor dos títulos é diluído. A grande atração de um título mundial, de um título absoluto, é que é difícil de vencer. É isso que torna as vitórias mais doces e as celebrações mais especiais. Creio que trazer de volta o segundo título mundial, especialmente nesta fase da experiência “Roman Reigns”, iria resultar apenas na existência de um terceiro título secundário.

O caminho mais complicado, mas possível de fazer, é manter os campeões únicos por divisão e, através de histórias e desenvolvimento de personagens, estabelecer adversários credíveis. Desta forma, o campeão principal, a campeã principal e os campeões de equipas seriam as únicas estrelas a aparecer em ambos os programas, com os campeões de Estados Unidos e Intercontinental separados.

A ideia de campeões únicos não arrasa necessariamente com a possibilidade do regresso de pay-per-views exclusivos a cada programa. Embora ainda estejamos habituados a tratar e a ver os eventos especiais da Network como pay-per-views, a verdade é que o valor destes eventos desceu bastante desde que foram integrados na Network. Já não estamos a falar de um evento em que se pagava mais de cinquenta dólares para ver. Estamos a falar de um evento em que se paga menos do que $9.99. Afinal, por esse preço, os fãs têm acesso a imenso conteúdo, não apenas ao evento em si.

Por isso, a WWE tem uma liberdade muito maior para correr riscos em termos de eventos, como colocar um combate feminino no main-event ou não ter um título principal a ser defendido. São riscos que, noutros tempos, eram impensáveis, mas com a desvalorização do pay-per-view, se tornam razoavelmente inofensivos. Mais uma vez, a ideia de eventos exclusivos a cada programa exige trabalho da equipa criativa. Um programa não pode passar algumas semanas em banho-maria, apenas porque ainda faltam várias semanas para o seu próximo “pay-per-view”.

Assistimos a isto frequentemente, quando um evento em questão está a mais do que algumas semanas de distância. A WWE, criativamente, fica sem saber o que fazer e sem direção durante algumas semanas e só na penúltima edição ou última edição antes do evento é que arremata as histórias e estabelece combates. A WWE perde-se bastante quando tem mais do que duas ou três semanas para promover eventos, portanto isto era algo que precisariam de resolver caso os eventos exclusivos fizessem um regresso.

A questão com os eventos alternados não é tanto se são exequíveis ou não, mas se são necessários. É um facto que, apesar de não ter estrelas, a WWE tem um roster incrivelmente talentoso capaz de produzir combates de qualidade, mas não sei se separados – mesmo com as promoções do NXT e novas contratações – compensa ter eventos exclusivos.

O que nós não precisamos ver outra vez é eventos exclusivos seguidos de péssima qualidade, com apenas um ou dois combates que valem a pena, quando, juntos, o evento teria sido muito melhor. É preferível ter um evento mensal com quatro combates excelentes, do que dois seguidos com apenas dois cada um.

É claro que isto está dependente de lesões, das contratações, das promoções e da divisão dos rosters, mas tendo em conta que saturação é um problema da WWE, convém ter em mente que mais nem sempre é sinónimo de melhor. O objetivo não deveria ser incluir todos, mas incluir os melhores. E, se calhar, para isso é melhor manter os programas juntos em eventos especiais.

A brand split  é uma ideia interessante que pode funcionar. Não há razão nenhuma para a WWE, com todo o seu dinheiro e monopólio, não querer tentar. Haverá ideia mais brilhante do que tentar criar a própria competição? É brilhante e, acima de tudo, rentável.

Mas também é uma ideia perigosa que depende de imensos detalhes e adaptações. É uma ideia que precisa de paciência, teimosia, visão e, acima de tudo, criatividade para resultar. A brand split não é uma solução rápida que, dentro de algumas semanas, resolve magicamente todos os problemas. Aliás, como tentei expor ao longo deste artigo, tudo o que está associado à brand split tem vantagens e desvantagens consideráveis que não podem ser desvalorizadas de cabeça quente.

O que mais me preocupa relativamente ao regresso da brand split é que não existe uma necessidade para a mesma. A brand split é algo que se implementa quando se tem várias estrelas rentáveis. É o que se faz quando se tem várias galinhas de ovos de ouro e se quer maximizar os lucros. Se temos várias estrelas que conseguem fazer a diferença nas audiências, nas compras de Network ou em aparições, queremos separá-las, mas aumentar o sucesso.

Não é essa a situação da WWE. A WWE tem imensos lutadores de enorme talento e potencial, mas não tem estrelas. Tem John Cena e as estrelas a regime part-time. Roman Reigns, Seth Rollins, Sheamus, entre outros, estiveram no topo do Raw quando este desceu para as suas audiências mais baixas em vinte anos no fim do ano passado.

Para criar estrelas é preciso timing, talento, criatividade, carisma e outras estrelas. Sem outras estrelas para elevar os talentos de hoje e sem capacidade criativa, como é que se pode mudar alguma coisa? Não é a brand split que vai criar estrelas. Aliás, a brand split vai fazer o contrário, vai expor os talentos e mostrar do que é que eles são feitos e poderemos sair desiludidos, porque alguns que achamos que têm tudo para ter sucesso podem fraquejar com esta nova exposição.

Isto preocupa-me. A brand split não é uma ideia perfeita que resolve tudo. É algo delicado, complexo e cheio de ramificações que pode expor a falta de estrelas que o roster tem. Nada, absolutamente nada, substitui talento e boas histórias. E muitos dos problemas que a WWE tem hoje – especialmente os principais – não existiriam se a WWE tivesse sido paciente, inteligente, contado bem as histórias certas e tirado o maior proveito dos seus talentos. Por coincidência das coincidências, estes são também os requerimentos para uma ideia como a brand split  funcionar.

Tenho receio que este seja simplesmente um novo brinquedo que, dentro de poucos meses, irá perder o lustre e voltamos ao que a brand split acabou por ser. Não tenho quaisquer dúvidas que pode funcionar e que existe talento para a fazer funcionar. Mas, não sei se vai. O truque está na execução E nós cá estaremos para ver. Até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

58 Comentários

  1. BRRM - há 6 meses

    Sinceramente (e isto já algo que já aconteceu algumas vezes) acho que estás a dar demasiada importância ao lado negativo das coisas. A tua escrita é fantástica, isso ninguém pode negar, no entanto és demasiado pessimista e, a meu ver, isso não é bom pois estraga a tua experiência enquanto fã impedindo-te de aproveitares ao máximo as coisas boas. Otimismo e ingenuidade em demasia não é bom, mas o contrário também não.

    Seja como for, o artigo está muito bem escrito (como sempre), independentemente das opiniões expressadas no mesmo.

  2. danielLP21 - há 6 meses

    “Mas, quando estudamos o reinado de John Cena no topo da WWE e o início do reinado de Roman Reigns, somos forçados a chegar a uma conclusão – para a WWE, ninguém vai ser mais importante que o escolhido. Ninguém será mais importante que a cara da companhia. A escolha já foi feita, as preparações começaram há anos e nem as consequências dos defeitos do seu próprio booking estão a parar a companhia”.

    Em 2008, o Triple Threat entre Triple H, Randy Orton e John Cena também ia ser o main-event (por razões obvias) e depois vimos o Título Mundial, ainda por cima o título da SmackDown, a fechar o evento.

    É possível o campeão da SmackDown ter tanto destaque como o da Raw, ou ficar muito perto.

  3. Touka - há 6 meses

    Uma coisa que sempre converso com meu irmão é que a WWE deveria sim criar um título de duplas feminino, praticamente tudo está ligado à um único título mundial feminino e a WWE tem muitas estrelas pra um título só e não tem como dar uma chance a todas elas. Tem muitas duplas e times por lá como a Tamina & Naomi, ultimamente a Becky, Sasha e a Paige tão fazendo time contra a Summer Rae, Emma e a Lana… Naomi e Tamina, Becky e Sasha são ótimas duplas apesar de que no momento Sasha está mais para o título mundial. Não seria tão ruim um WWE Tag Team Womens Championship

    • AwesomeChampion2016 - há 6 meses

      Que ideia excelente, ai todo show só teremos Naomi e Tamina vs Dana e Emma vs Paige e Natalya, sem contar que Emma e Paige deviam ter chance pelo cinturão principale não perder tempo em combates de tag repetidos.
      A WWE devia criar mais um titulo solo, não um titulo que só irá ter 3 duplas para disputarem-o.

      A Divisão de Tag masculino tem 7 duplas(excluindo os Social Outcasts e a Wyatt Family).

      • danielLP21 - há 6 meses

        Rising Stars, New Day, Vaudevillains, Goldust & R-Truth, Breeze & Fandango, SAWFT, Lucha Dragons, The Club, Ascension, Usos e Dudleys… Contando com Social Outcasts e Wyatt Family (não sei porque é que não entram nas tuas contas) são 13.

      • Rising Stars ahahah

      • danielLP21 - há 6 meses

        Ups :P

        Shining Stars*

      • AwesomeChampion2016 - há 6 meses

        Não contei os Social Outcasts e os Wyatt Family porque sabia que iam comentar besteira, já
        Goldust & R-Truth e Breeze & Fandango nem sei porque contas, são apenas duplas passageiras que devem acabar daqui a umas semanas.

  4. TNA Best Wrestling - há 6 meses

    Gostei muito do artigo e foi perfeita em tudo os fãns da WWE acha que a brand split resolve tudo é muita ingenuidade, fora que os escritores é o mesmo o wrestlers que domina o main event vai ser Cena e Roman Reigns em brand diferente.

    • Anónimo - há 6 meses

      Exato, darão um show para cada face chamar de seu Roman Reigns (Raw) e John Cena (SD), o resto não importa e o que importa é que não existirá a chance de os dois colidirem e na cabeça do Vince isso justifica uma brand split que não tenho motivos pra crer que será extremamente positiva.

  5. Frederico_WWE - há 6 meses

    “O que nós não precisamos ver outra vez é eventos exclusivos seguidos de péssima qualidade, com apenas um ou dois combates que valem a pena, quando, juntos, o evento teria sido muito melhor. É preferível ter um evento mensal com quatro combates excelentes, do que dois seguidos com apenas dois cada um.”

    “O que mais me preocupa relativamente ao regresso da brand split é que não existe uma necessidade para a mesma. A brand split é algo que se implementa quando se tem várias estrelas rentáveis. É o que se faz quando se tem várias galinhas de ovos de ouro e se quer maximizar os lucros. Se temos várias estrelas que conseguem fazer a diferença nas audiências, nas compras de Network ou em aparições, queremos separá-las, mas aumentar o sucesso.”

    “Não é essa a situação da WWE. A WWE tem imensos lutadores de enorme talento e potencial, mas não tem estrelas. Tem John Cena e as estrelas a regime part-time. Roman Reigns, Seth Rollins, Sheamus, entre outros, estiveram no topo do Raw quando este desceu para as suas audiências mais baixas em vinte anos no fim do ano passado.”

    “Para criar estrelas é preciso timing, talento, criatividade, carisma e outras estrelas. Sem outras estrelas para elevar os talentos de hoje e sem capacidade criativa, como é que se pode mudar alguma coisa? Não é a brand split que vai criar estrelas. Aliás, a brand split vai fazer o contrário, vai expor os talentos e mostrar do que é que eles são feitos e poderemos sair desiludidos, porque alguns que achamos que têm tudo para ter sucesso podem fraquejar com esta nova exposição.”

    Destaco estas ideias… absolutamente verdade tudo isto!

    • danielLP21 - há 6 meses

      “Aliás, a brand split vai fazer o contrário, vai expor os talentos e mostrar do que é que eles são feitos e poderemos sair desiludidos, porque alguns que achamos que têm tudo para ter sucesso podem fraquejar com esta nova exposição.”

      Passamos anos a queixarmo-nos de que a WWE não sai da zona de conforto. Quando parecem arriscar alguma coisa, “ai o melhor é não expôr os lutadores porque poderemos sair desiludidos”.

      Então querem apenas o Roman Reigns a ter destaque? Ou se acredita no talento dos lutadores, ou não se acredita. Agora queixarmo-nos de que só apostam num ou dois e depois queixarmo-nos porque vão dar destaque a outros e pode correr mal não dá com nada.

      Quantas estrelas se criaram nos últimos quatro anos, sem Brand Split?

      • TNA Best Wrestling - há 6 meses

        Acredita mesmo que a wwe vai sair da zona de conforto?
        A brand split só teve 1 motivo principal diminuir a quantidade de wrestlers contundido.
        A wwe não tem quase nenhuma estrela por divisão imagine abastecer para dois shows.

      • Frederico_WWE - há 6 meses

        Quantas estrelas se criaram nos últimos quatro anos, sem Brand Split?

        Criaram se muito poucas mas não pelo facto de não haver brand split… mas sim pelo booking da WWE e também por uma questão de não existirem muitos talentos capazes de elevar outros ao topo da montanha.

        Sou algo pessimista e desconfiado admito mas a brand split pode trazer muitas vantagens:

        – Podem haver mais possibilidades de novos talentos se mostrarem (apesar dessa exposição em demasia poder desiludir).

        – O interesse na SmackDown pode aumentar e a mesma pode tornar se mais agradável e refrescante de assistir.

        – O plantel pode ficar mais entusiasmado porque sabe que vai ter mais oportunidades e possibilidades de emergir.

        – A tal questão da competitividade/ guerra das brands e do tão nostálgico DRAFT.

        – JBL, Eddie Guerrero, Booker T, Christian beneficiaram muito com a brand split… pode ser um mote para Cesaro, Kevin Owens ou AJ Styles.

        Há mais uma ou outra vantagem mas tudo bem…

        Depois em termos de desvantagens:

        – A tal questão da exposição em demasia que pode resultar em desilusões.

        – A tal questão de muitas horas de Wrestling seguidas que pode gerar saturação e consequentemente originar perda de interesse.

        – Possibilidade da audiência ficar dividida como a Salgado falou no que diz respeito à forma como a SmackDown é vista e tratada e as tais comparações indesejadas com a RAW que podem beliscar a credibilidade da brand azul.

        – Não tenho a ideia e perceção de que haja assim tanto talento em qualidade e credibilidade como grande parte do pessoal tem… mas se calhar o defeito é meu… não nunca se esqueçam que não estamos em 2002,2003,2004,2005,2006 e o resto vocês sabem do que estou a falar.

        – Orlando Jordan, Ezekiel Jackson, Jack Swagger ou The Great Khali ganharam títulos importantes porque havia brand split… aqui estão exemplos do tal talento sem “qualidade” a ganhar títulos só porque existe brand split.

        Essa é a minha impressão geral das coisas…

        O que eu acho que vai acontecer?

        – A WWE vai chamar muito “à queima” gente do NXT e em alguns casos isso será prejudicial para o crescimento dos mesmos.

        – Determinados superstars mal tratados vão continuar a sê lo.

        – Uma ideia de brand split… em que vamos ter gente da RAW na SmackDown e gente da SmackDown na RAW… ou seja afinal de contas não vai ser bem aquilo que se pensa.

        – Os fãs vão ficar saturados de tanto Wrestling em tão pouco espaço de tempo.

        – Vince McMahon, Shane McMahon e Stephanie McMahon infelizmente serão muito protagonistas da “brand split”.

        – Eventualmente vamos ter muita gente a ganhar títulos sem “qualidade” para tal.

        – A SmackDown vai continuar a ser tratada com B-show (Lesnar VS Angle e Edge VS Taker) foram os únicos main events da SmackDown em WrestleManias… se foi assim quando havia qualidade de sobra para a SmackDown ter outros main events na WrestleMania porque nos leva a pensar que agora será diferente quando não há nem de perto nem de longe a mesma qualidade e credibilidade?

        Por mim a WWE está à “vontade” para trazer a brand split… depois se for possível cá estarei e cá estaremos para avaliar… mas que a ideia de brand split pode resolver imensos problemas é falsa eu acho que é.

      • danielLP21 - há 6 meses

        Agora é que vão ter muita exposição? Quando um gajo aparece na Raw e na SmackDown, todas as semanas, somando aos PPV’s, totalizando umas 10/11 aparições mensais não está a ter muita exposição? Isto é que satura.

        A ideia que eu tenho é que agora se critica tudo o que a WWE faz, mesmo antes de se verem se os resultados são bons ou maus.

        O Ezekiel Jackson ganhou títulos não por não haver outras opções, mas porque a WWE o preferiu a ele em relação a outros mais talentosos. Ou vais-me dizer que nas brands em que ele ganhou títulos não havia melhores mid-carders do que ele?

        O Great Khali foi campeão apenas e só porque o Undertaker e o Edge se lesionaram e a WWE queria arranjar uma forma de colocar o Batista over. Como ele andava a ser apupado na feud com o Taker e foi derrotado várias vezes pelo Edge, quiseram que ele recuperasse o apoio dos fãs (“entre o Khali e o Batista, preferimos o Batista”, como aconteceu com o Reigns e o Sheamus), tirando o título a um grande cepo que ninguém queria ver como campeão.

        O Jack Swagger foi vítima de mau booking. Para ti não tem talento, para mim tem. Aqui já entra a parte das opiniões pessoais.

        O Orlando Jordan não era um bom mid-carder? Até parece que foi Campeão Mundial ou algo do género.

    • Tibraco - há 6 meses

      A brand split não é uma consequências de termos várias estrelas. Pelo contrário, é o caminho para se criar essas mesmas estrelas.

      Sem brand split, podes ter no roster os 10 melhores de todos os tempos que não vais ter espaço para todos brilharem. Isto é como no futebol, os jogadores só podem brilhar se tiverem tempo de jogo.

      • danielLP21 - há 6 meses

        Costumam dizer que a brand split só apareceu por haver muitas estrelas vindas da WCW e da ECW. Esquecem-se que em menos de um ano já quase nenhuma dessas estrelas lá estava, e a brand split continuou e resultou durante vários anos.

        E só não resultou mais porque a partir de certa altura a WWE apostou sempre nos mesmos (Triple H e Randy Orton tiveram feuds/combates pelo título principal todos os anos entre 2004 e 2009) e cagou nos Mr. Kennedys, MVPs e etc desta vida.

      • Frederico_WWE - há 6 meses

        “Costumam dizer que a brand split só apareceu por haver muitas estrelas vindas da WCW e da ECW.”

        É factual… que isso contribui muito.

        “Esquecem-se que em menos de um ano já quase nenhuma dessas estrelas lá estava, e a brand split continuou e resultou durante vários anos.”

        Oh sabes que estás a exagerar um bocado agora… todos estes passaram pela WCW e mais tarde também pela WWE (Chris Benoit, Chris Jericho, Ric Flair, Booker T, Hulk Hogan (produto WWF), Eddie Guerrero, Big Show, Goldberg, Scott Steiner, Scott Hall, Kevin Nash, Rey Mysterio, Chavo Guerrero, Psicosis, Ultimo Dragon, DDP, Mark Jindrak, Sean O’Haire, etc)

        Da ECW passaram pela WWE Rob Van Dam, Balls Mahoney, Kid Kash, Nunzio, Rhino, Tazz, Super Crazy, Spike Dudley, Sandman, Tommy Dreamer, Tajiri, Sabu… etc.

        A brand split beneficiou e muito com as mortes da WCW e ECW nos anos seguintes…

        Se somarmos os títulos que estes 30 e tal (tirando quem nunca ganhou nada na WWE tipo o Sean O’Haire ou o Mark Jindrak… dá para perceber que houve muita gente importante para dar credibilidade e star power à brand split nomeadamente no mid card da mesma desde 2002 até aos anos seguintes.

      • danielLP21 - há 6 meses

        Já sabia que ias dizer isso.

        Chris Benoit? Eddie Guerrero? Chris Jericho? Rey Mysterio? Chavo Guerrero? Mas algum destes era uma estrela quando saiu da WCW para a WWE? Estamos a brincar, só pode. Saíram de lá (os 3 primeiros) PRECISAMENTE porque acreditavam que podiam ser estrelas noutro sítio e ali nunca o seriam.

        Comparando com hoje em dia, Kevin Owens, AJ Styles, Sami Zayn e Finn Bálor estão ao nível deles, simplesmente em vez de virem de uma WCW vieram de outras empresas. Mas TODOS eles já têm um nome na indústria.

        Lá está… Kevin Nash, Scott Hall e Scott Steiner onde estavam um ano depois do início da Brand Split? Eram “estrelas” (que belas estrelas…), sim, mas quanto tempo duraram na WWE?

        Kid Kash… Super Crazy… Tazz… Sandman… isso deve ser para rir, com certeza.

        O Goldberg quanto tempo esteve na WWE? Ele não beneficiou em nada com a brand split. Os outros é que beneficiaram, porque ele estaria sempre no topo e sem brand split seriam os outros (Benoit, Eddie, Cena, Edge, etc) a perder espaço.

      • José Sousa - há 6 meses

        Ate o stone cold saiu da WCW para ter oportunidade . falam em exposição, acho bem pior durante meses ver o mesmo combate nos dois show( ziggler vs Rollins). E gosto de ambos mas estavamos a ter os mesmo confrontos em ambos os shows. E isso sim e sobrexpor um wrestler.

      • Frederico_WWE - há 6 meses

        Muitos deles não eram estrelas… mas lá está tinham nome e eram reconhecidos pelo público o que por si só ajuda muito como bem sabes…até porque naquela época quem via WWF também via WCW e hoje em dia é pouco comum ver WWE e ROH por exemplo… porque o monopólio é a WWE e não há competitividade.

        “Kid Kash… Super Crazy… Tazz… Sandman… isso deve ser para rir, com certeza.” Acho que não percebeste… referia me ao facto de terem vindo de outras promoções para a WWE… não disse que eram estrelas nem nada do género… simplesmente vieram de lá e alguns ficaram uns anos (não estes 4 em concreto mas os 30 e tal num contexto geral da coisa) portanto não é verdade que poucos meses depois já não existisse quase ninguém da WCW e ECW… na WWE.

        “Lá está… Kevin Nash, Scott Hall e Scott Steiner onde estavam um ano depois do início da Brand Split? Eram “estrelas” (que belas estrelas…), sim, mas quanto tempo duraram na WWE?” Pouco tempo mas estiveram lá e chegaram a disputar histórias de topo… tipo com o Triple H pelo World Heavyweight Championship em 2003… que foram más histórias isso já é outra conversa.

        O meu ponto é mostrar que houve muita gente da WCW e ECW na WWE e que isso ajudou a distribuir star power na brand split… nem falei se o “x” era mais estrela que o “y” e se era mais estrela no contexto ou no ano “x” ou “Y”… simplesmente estiveram lá e isso beneficiou a brand split… pelo menos não tenho dúvidas disso… no limite ajudou a vender PPV’s e bilhetes.

        Se quisermos dizer que os “made in WWE” toda a vida sempre foram mais protegidos que os “made in WCW ou made in ECW” isso já resultaria noutro assunto.

  6. Artur - há 6 meses

    Mais um artigo com ótima escrita, mas as vezes te acho muito pessimista com as coisas. Lembro-me muito bem de campeões de topo do SmackDown com tanto destaque como os campeões do Raw. Quanto a questão de formar estrelas, não concordo. Pegas o ano passado mesmo: apenas Rollins e Reigns foram realmente formados/fortalecidos como verdadeiras estrelas.

    Vários lutadores como Bray Wyatt, Owens, Ambrose estão a um passo de serem consideradas verdadeiras estrelas, e acho que a Brand Split pode os ajudar muito nisso. Pode não melhorar, mas não vejo como pode piorar.

  7. danielLP21 - há 6 meses

    Percebo que a imagem que o Título Mundial deixou nos últimos anos não foi a melhor. Aliás, era mais um 3º título de mid-card do que outra coisa qualquer. Mas não podemos fingir que esse título foi sempre tratado dessa forma.

    Entre 2002 e 2005, esteve na Raw, o que fazia automaticamente dele o título mais importante (como o JR dizia sempre). Neste espaço de tempo, o Título da WWE estava na SmackDown e tinha muito destaque, também porque havia PPV’s exclusivos e por isso estava sempre no main-event quando não havia título da Raw na mesma noite.

    Entre 2005 e 2008, os títulos trocaram de programa. O Título Mundial foi para a SmackDown e, apesar de John Cena e Triple H (as caras da companhia) estarem na Raw constantemente na rota do Título da WWE, vão-me dizer que Kurt Angle vs Undertaker não teve destaque pelo Título Mundial? Batista vs Undertaker em 2007 não foi a rivalidade do ano? Edge vs Undertaker, diz-vos algo?

    Entre 2008 e 2010, os lutadores que tiveram estes títulos foram CM Punk (com um primeiro reinado fraquíssimo), John Cena, Edge, Triple H, Undertaker, Randy Orton, Jeff Hardy e Chris Jericho (devo ter-me esquecido de alguns). Sempre grandes estrelas ou projetos de grandes estrelas.

    Entre 2010 e 2011, Jack Swagger ganhou o título e não teve um booking nada feliz. Parecia, lá está, um título de mid-card. Mas ainda nesse ano tivemos feud entre Kane e Undertaker e Kane e Edge pelo título. O declínio começou quando o Título Mundial abriu a WrestleMania 27 e o Edge se reformou. A partir daí sim, o Título Mundial perdeu relevância.

    Será coincidência que a queda do Título Mundial começou quando o produto perdeu muita qualidade e o booking preguiçoso começou a prevalecer? Será que o título perdeu relevância devido à existência da Brand Split? Claro que não.

    Seja como for, nada nos garante que o título volte, por isso neste momento estar a pôr tudo em causa devido a algo que nem confirmado está parece-me excessivo.

    Quanto aos PPV’s terem apenas 2 ou 3 bons combates caso tenhamos PPV’s exclusivos, isso é que é confiança no talento existente…

    Assim de repente e sem pensar muito:

    PPV da Raw:

    – Reigns vs Rollins pelo Título da WWE
    – Cesaro vs Sheamus pelo Título Intercontinental
    – Charlotte vs Sasha Banks pelo Título Feminino
    – AJ Styles vs Finn Bálor
    – Emma vs Paige
    – Randy Orton vs Dean Ambrose
    – New Day vs Luke Gallows e Karl Anderson pelos Títulos de Tag Team

    PPV da SmackDown:

    – John Cena vs Kevin Owens pelo Título Mundial
    – Miz vs Sami Zayn pelo Título dos EUA
    – Bray Wyatt vs Rusev
    – Charlotte vs Becky pelo título (divisão feminina nas duas brands)
    – New Day vs SAWFT (idem)
    – Alberto Del Rio vs Neville
    – Dolph Ziggler vs Baron Corbin

    Sobram ainda Samoa Joe, American Alpha (hão de subir um dia), Jack Swagger, Apollo Crews, Kalisto, Sín Cara, Dudleys, etc. Obviamente que há lesões.

    Seja como for, caso todos estes combates tivessem a sua construção decente, não seriam PPV’s agradáveis?

    Mas não se preocupem porque acho que os PPV’s terão todos as duas brands, podem é ter mais uma hora para caberem os principais nomes de cada uma delas.

    • Daniel, qual achas que deveria ser o próximo passo para o AJ Styles depois de 3 derrotas seguidas em PPV ?

      • danielLP21 - há 6 meses

        Não faço ideia… Talvez o colocasse a vencer o Gallows e o Anderson num Handicap no Money In The Bank ou o Alberto Del Rio, sendo atacado pelo Finn Bálor no dia seguinte.

        Outra opção era lutar já com o Bálor no próximo PPV, mas aí era um daqueles combates em que ambos teriam de vencer e é melhor esperar.

      • Rubinho16@ - há 6 meses

        O Del Rio vai lutar pela mala salvo erro.

        Por acaso também não me importava de ver um handicap, mas mesmo assim acho que seria demasiado mau para o Anderson e o Gallows enquanto equipa.

        Acho que a feud com o Reigns acabou cedo demais e mesmo o “The Club” foi muito mal aproveitado. Mesmo para quem conhecia o BulletClub no Japão a separação não teve o devido impacto, imagino para quem não os conhecia, que simplesmente assistiu a uma aliança de um mês ou pouco mais e que depois acabou de forma patética.

        Receio que até à estreia do Bálor o Styles se perca no card e depois perca muito impacto para poder elevar o Bálor sinceramente, mas aguardemos.

      • danielLP21 - há 6 meses

        Tens razão, o Del Rio está no MITB.

        Então não faço a mínima ideia. Baron Corbin?

      • Rubinho16@ - há 6 meses

        Baron Corbin? Se não for desculpa-me, mas isso é ironia certo?

      • danielLP21 - há 6 meses

        Não.

      • Artur - há 6 meses

        IC Title? O Miz esta para gravar um filme se não me engano.

      • Rubinho16@ - há 6 meses

        Quais seriam os benefícios de uma feud entre o Styles e o Corbin?

        Tendo em conta o panorama atual, acho que faz sentido se o Corbin e o Ziggler lutarem uma terceira vez depois do golpe baixo do Corbin no Extreme Rules. Caso tal não aconteça, não consigo de modo nenhum imaginar um gajo como o Corbin a ir já diretamente lutar contra o último homem a lutar pelo título principal.

        Acho que é preciso um pouco de bom-senso, e juntar o gajo que lutou no Pré-Show do ER com o que luto no ME é um pouco descabido. Caso isso acontecesse seria para encher chouriços e entreter o Styles até ao debut do Bálor, mas para isso que o metam contra um gajo de currículo como o Sheamus ou assim.

      • danielLP21 - há 6 meses

        Obviamente que seria para encher chouriços.

        O Sheamus começou uma feud com o Apollo Crews.

        Como disse, não faço ideia do que se segue para o AJ Styles. Estava apenas a atirar hipóteses ao ar.

    • Miakuda - há 6 meses

      Você é bastante sonhador.

      Os escritores que Cody Rhodes enterrou na semana passada vão escrever os shows da WWE na Brand Split.

      Outro grande motivo que não ligo para Brand Split.

      Parabéns, Steph!

  8. Minha brand split :
    *Raw
    { Wwe world champ} : Romam,seth,aj , Finn,jerico
    Big show , Braun , bray , Brock .
    {Teg team champ}: big cass e enzo , Erick e Luke
    Aiden e Simon , Titus e darren ,new day ,
    karl e gallows .
    {Usa champ} : Baron, kane , Jack , rusev , Apollo ,
    Fandango , nevile , kalisto.
    { Womens champ} : becky , Charlotte,sasha ,dana
    Emma,naomi,nikki,tamina , bayley ,carmella .

    *Smack
    {heavyweight champ}: Alberto, césaro, Dean,sami ,
    Ko , cena ,Randy , Mark , sheamus.
    {Interc.. champ}: the miz , Bo,heath, Ryback , teler ,
    Zacky , dolph , sin cara .
    {Doublin champ}: dubley boys, konnor e Viktor,usos
    Épico e primo ,goldust e R-thrut , bloke e murphy .
    {Inter… divas champ} :alexa , Alícia fox ,Eva , lana ,maryse, summer , natalya ,paige ,rosa .

  9. Tibraco - há 6 meses

    O argumento que mais me custa a entender é “serem demasiadas horas de Wrestling”. Salvo erro, serão exactamente as mesmas horas do que agora, certo? E ninguém é obrigado a ver tudo lol. Quando estou com menos tempo/paciência vejo apenas as partes que me interessam.

    Demasiada exposição? Esta, muito sinceramente, só pode ser brincadeira. Agora é que existe demasiada exposição. Temos gajos como o Ambrose que constantemente aparecem nos dois shows. Com a brand split o tempo de antena vai ser divido por todos de forma mais equitativa, algo que vai reduzir a exposição.

    Quanto ao roster ter, ou não, a qualidade necessária, não há grande coisa a dizer. Vai da opinião de cada um. Se calhar com a brand split hoje olhava-se para um Sandow e para um Cody como figuras importantes. Assim eles despediram-se e ninguém sente que o produto fica pior porque a sua influência roçava o zero. E eram dois gajos que a maior parte do pessoal reconhece talento.

    Seja como for, no fim do dia cada um lá sabe do que gosta. Aqui não entra a parte racional, é até escusado, nalguns casos, esgrimirem-se argumentos. Eu, de momento, estou satisfeito com o produto atual e acredito que o mesmo ficará ainda melhor com o regresso da brand split. Agora se, depois de dois PPV’s de bom nível, ainda se acha que tudo vai correr mal…. Vai ser dificil recuperarem o entusiasmo.

    • Artur - há 6 meses

      Assino por baixo do seu primeiro parágrafo. Ninguém será obrigado a ver os dois shows. Escolhe lá a Brand que queres ver e sejas feliz.

    • danielLP21 - há 6 meses

      Essa de serem muitas horas é porque vai ser em dias seguidos. PPV aos domingos, Raw na 2ª, SD na 3ª e, para quem vê, NXT na 4ª.

    • Frederico_WWE - há 6 meses

      A questão da exposição é por exemplo teres superstars que passam para uma posição muito relevante em que são obrigados a mostrar mais qualidades como por exemplo mic skills ou expressões faciais e perceber que podem não ter “unhas para tocar a guitarra” porque lhes será pedido que sejam as estrelas principais do show e podem falhar nesse objetivo… é também mais neste sentido… acho que não percebeste bem.

      • danielLP21 - há 6 meses

        Mas isso é óbvio. O Edge não passou por isso? Então agora não se vai deixar os lutadoras mostrarem o que sabem ou não sabem fazer? Como é que se criam estrelas, afinal?

      • Frederico_WWE - há 6 meses

        Claro que sim… agora é bom alertar que nem tudo podem ser rosas… e que há talentos que podem falhar/fracassar.

        Não se esqueçam que a limitação do produto não ajuda em nada… não vão haver live sex celebrations, não vão haver ConChairTos na cabeça do Ric Flair, não vão haver Hardcore Matches com o Mick Foley, não vão haver TLC Ladder Matches… não podemos comparar porque tudo conta.

        Acho que muitas vezes o pessoal se esquece que a limitação do produto não ajuda em nada a criar estrelas.

      • Tibraco - há 6 meses

        Então mas isso só saberemos se eles tiverem oportunidade, certo? Ou tu sabias que o Éderson era um excelente guarda redes?

        Eu também não tenho a certeza de que, por exemplo, o Rusev dê um grande main eventer. Pá, mas se não lhe derem a bola nunca vamos saber.

        Daniel,

        Percebo essa ideia mas quem tiver “enjoado” que veja a SD à sexta ou assim. Não acho que demasiada oferta seja um problema. Também temos o Superstars e o Main Event e ninguém vê esses programas. Tudo depende da qualidade.

    • José Sousa - há 6 meses

      Ora nem mais Tiago. Alguns podem falhar? Podem, mas outros podem surpreender-nos e tornar-se estrelas sob pressão. A pressão faz sempre uma selecção, mas nem todos serão maus, é esperar pelos resultados.

      Existem riscos? existem. Mas partir do principio que vai falhar porque sim, não me parece correcto. Aliás, o próprio JR no seu blogue disse isso, que os fãs não deviam à partida derrotar a ideia, com a base : A WWE falha sempre.

      Não podemos pedir mudanças, e depois não as querer quando eles tentam Eu acredito que esta geração pode dar-nos alguns bons main-eventers, caso o contrário mais valia fechar portas porque nunca mais teríamos a velha geração.

  10. Esta brand split vai servir pra criar super estrelas, tal como em 2002 na altura undertaker, kurt angle, eddie guerrero, big show, benoit, edge, rey mysterio, brock lesnar, john cena alguns deles ja eram grandes mas na raw andam os ditos ´´montros´´ triple h, goldberg, kiven nash, hbk, orton, orton, batista, jericho, kane,booker t, the rock e steve austin, por isso esta brand split vem mesmo a calhar com alguns consagrados tipo john cena pro pessoal ver o programa e depois lançar cesaro, kevin owens, apollo crews, samoa joe, fin bálor, nakamura, austin aries, baron corbin, braun strowman sera o giant da smackdown e o resto é so mesmo para se afirmarem de vez no mundo wwe! estou enpolgado com esta brand split sim estou, pk a idea aqui é OPORTUIDADES PARA TODOS, e a parte feminina ta xeia de talen to acreditem, entao as que veem do NXT ui fortissimas! por isso aja optimismo pessoal, abraço a todos!

  11. Felipe Cardoso - há 6 meses

    “Mas, a verdade é que a WWE não tem talento suficiente para ter duas divisões femininas, duas divisões de equipas e dois títulos mundiais. Mesmo quando incluímos o roster do NXT.” Até quem enfim alguém que pense da mesmo maneira que eu! Na minha OPINIÃO trazer a Brand Split de volta é um erro, apenas faria a separação dos títulos e continuaria a melhorar o booking que após a WM ficou consideravelmente com mais qualidade e com rivalidades bem mais construidas.

    PS: E em relação a pasta do MITB continuaria apenas com uma única pasta, assim o dono dela poderia escolher em qual titulo fazer o cash-in.

    • danielLP21 - há 6 meses

      Sim, porque não ter Brand Split e ter dois títulos mundiais é que faz mais sentido. Ter na Raw o Campeão da WWE e o Campeão Mundial é que faria com que um fosse retratado como sendo mais importante do que o outro, como aliás já aconteceu.

      • Felipe Cardoso - há 6 meses

        Com a Brand Split chegando e uma possível separação de títulos acha mesmo que o dois títulos terão a mesma importância? 80% de certeza que não, sempre terá o titulo máximo e mais importante, e hipoteticamente falando se realmente houver a separação, muito provavelmente o que ficará no Raw será o mais importante.

  12. “Aliás, a brand split vai fazer o contrário, vai expor os talentos e mostrar do que é que eles são feitos e poderemos sair desiludidos, porque alguns que achamos que têm tudo para ter sucesso podem fraquejar com esta nova exposição.”

    Oh, tens razão para quê criar estrelas novas…
    Quero é o Undertaker e Brock Lesnar esses é que vale a pena ver!

    (Agora a sério a WWE tem me surpreendido muito desde a Wrestlemania

  13. gabriel taker - há 6 meses

    O problema da Brand Spit é que a separação do roster pode não ser muito justa. Se o Rollins, Reigns e Ambrose por exemplo ficarem no Raw, o SmackDown perderia com isso e vice versa,a WWE tem de escolher bem essa separação e o World Heavyweight Champion voltar é fundamental para isso. Talvez assim poderiamos ter o Rollins no Raw e o Reigns no SmackDown cada um com o titulo mundial, e ai acabaria esse problema. No Raw poderiamos ter Rollins, Ambrose, Owens e Zayn, no SmackDown John Cena, Randy Orton, Bray Wyatt e Reigns. O WWE WHC, US Champ e o Women’ s Champ no Raw e no SmackDown WHC, IC Champ e um novo titulo das mulheres, talvez o Intercontinental Women’ s Championship. E os titulos de Tag Team ficariam como está.
    Imaginem o seguinte cenário:
    Raw
    WWE World Heavyweight Champion(Seth Rollins)
    US Champion(Kevin Owens)
    Women’ s Champion(Sasha Banks)

    SmackDown
    World Heavyweight Champion(Dean Ambrose)
    IC Champion(Bray Wyatt)
    Intercontinental Women’ s Champion(Charlotte)

    Um sonho.

  14. robertt - há 6 meses

    Alguem sabe quando o kane volta

  15. Half man half amazing - há 6 meses

    Não partilho da mesma opinião. Lá por não existirem neste momento as estrelas que deveriam (por culpa da wwe!) é por isso que não se vai fazer nada e ficar de braços cruzados. Não é uma brand split com campeões em ambos shows e só com um titulo mundial que os fãs querem ver pelo menos a maioria. Nada garante que a brand split vai ser uma copia da ultima na sua recta final em que os campeões do smackdown nao tinham credibilidade nenhuma, aliás isso se calhar só aconteceu porque a wwe começou com essa mesma ideia de unificar. Tivemos tempos brutalissimos com Edge, Undertaker, Batista a andarem com o titulo mundial numa fase em que sinceramente eu preferia ver a smackdown e olhava para o titulo mundial como um titulo tão bom ou melhor ate que o da wwe até porque os nomes que o disputavam podiam a qualquer momento ir disputar o wwe championship. Porque nao pensar que é isso que vai acontecer? Porque não tentar em vez de ficar de braços cruzados na mesma apatia que pautou os ultimos anos e que nao trouxe nada de benefico ao produto? Porquê criar so uma estrela em Roman Reigns quando se podem criar varias e satisfazer varios fans em detrimento só de alguns? Porque nao ter varias caras em vez de apenas uma? Porque nao usar John Cena, Randy Orton, Brock Lesnar na smackdown para valorizarem um possivel titulo mundial inicialmente e lhe dar o destaque que merece deixando os The Shield na Raw? Sou da opinião que a brand split deveria ter surgido de forma mais natural possivelmente de uma storyline e nao assim do nada mas uma vez que vai voltar acho isso extremamente positivo: Se wrestlers de um programa vão estar 1 ou 2 ou até 3 anos sem lutar com alguns do outro as feuds e rivalidades seriam épicas, nao veriamos combates aborrecidos e repetidos todas as semanas! Até os lutadores que tem menos relevancia poderiam ter maior destaque e nao serem tao aborrecidos e desinteressantes de assistir. De fato acho que so a divisao feminina deveria frequentas ambos shows. Em todas as outras existem mais que condições para haver brands independentes. PPVs alternados seria incrivel desde que se realizasse apenas um por mes ou da raw ou da smackdown pois haveria muito mais tempo para construir rivalidades e da mesma forma estas nao serão tao repetitivas como às vezes são por falta de opções e ultimamente lesões, existira mais tempo para credibilizar novos nomes enfim eu vejo muito mais beneficios que prejuizos com tudo isso. Discordo de ser numa terça pois considero que quinta, sexta seria o horario perfeito e menos cansativo mas para isso bastava diminuir as horas da raw e igualar com a smackdow e existindo PPVs independentes possivelmente apos um PPV determinado publico iria apenas assistir ao show que mais lhe interessasse apimentando ainda mais a suposta rivalidade entre brands. Wrestlemania, Summerslam, Survivor Series (com a inclusao de determinados aspetos do Bragging Rights), Elimination Chamber e Royal Rumble ficariam para ambos shows e os restantes PPVs seriam independentes. Isso seria incrivel. Não faz sentido nenhum haver na mesma um campeão que ora aparece num show ou no outro e que rivaliza ora com uns ora com outros deixando a outra brand totalmente descredibilizada. Se é para haver uma rivalidade cada brand tem de ter o seu titulo e cada brand tem de dar tudo de si para se superiorizar à outra. É isso que os fãs querem ver. O que possivelmente faria seria nao criar o novo titulo maximo logo de inicio e ir promovendo uma storyline que culminasse na sua criação. Para primeiro campeão? John Cena sem duvidas. O homem certo para dar a credibilidade necessária ao novo titulo. E isto nao quer dizer que Roman Reigns nao possa aparecer na smackdown. Mas, muito sinceramente deve fazê-lo esporadicamente como Edge fazia quando vinha ao raw. Tudo que for wrestlers de uma brand na outra varias vezes retira todo o brilho a esta brand split. A divisão nao pode ser feita com os melhores a ficarem na raw e aqueles que nao sao apostas tao seguras a ficarem na smackdown. A divisão tem de ser igualitária e talvez daqui a uns tempos tenhamos campeões na smackdown com a importancia que um Angle, HHH, Undertaker ou Edge tiveram.

  16. DelMonte - há 6 meses

    Brand Split? Sim.
    Mas tem de ser feito como foi durante 2002-2005. O que quero dizer com isto é que é importante que efetivamente não apareçam estrelas do Raw no Smackdown e vice versa. Com isto passa a existir um clima de rivalidade que gera um aumento de receita à volta de PPV’s como, por exemplo, o Survivor Series em que podemos voltar a ter Team Raw vs Team Smackdown (uma oportunidade de ver estrelas de 2 rosters diferentes a lutar entre si).
    Outra coisa positiva que advém com o Brand Split é o interesse que passa a haver com o retorno do Draft.
    Temos por isso 2as grandes situações garantidas, por ano, em que a WWE pode fazer surpresas de resultados e com isso aumentar o seu Rating e gerar conversa á volta do produto.

    • Miakuda - há 6 meses

      Brand Split? Sim.
      Mas tem de ser feito como foi durante 2002-2005.

      Não tem mais as estrelas daquele período. Por isso funcionou.

      Esquece.

      • DelMonte - há 6 meses

        Discordo. existe talento suficiente. tem é de ser bem gerido. ainda para mais tens grandes nomes no NXT que podem subir para a smackdown/raw

  17. Acho que a brandsplit nunca devia de ter acabado, para começar..

    E depois voltar a ter mais títulos traz mais competição e entretenimento ao fãs, Como eu gostava da epoca em qte tinhamos The rock campeão no smackdown e triple h na raw . Ou o Undertaker ser exclusivo da smackdown, nimguem perdia um episodio.
    Agora vejo a Raw simplesmente , pois a smackdown não tem nada de novo a acrescentar. agora com um roster exclusivo ou perto disso voltariamos ter dois programas bons e nos eventos principais, voltariam as guerras entre brands que eram fantasticas principalmente no survivor series .

  18. Rated R - há 6 meses

    Dizes que não há necessidade para uma brand split, mas aposto que antes da mesma ser anunciada estavas a torcer para um regresso dela. O problema dos fãs de Wrestling é que querem muito uma coisa, mas quando essa coisa é “dada” estes já não a querem, depois perguntam o porquê da WWE não ligar ás nossas opiniões.

    Quanto ao resto do artigo, discordo contigo na parte em que dizes que não é preciso uma criação/retorno de um segundo título mundial.

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