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Opinião Feminina #83 – First Impressions

Normalmente, após a fase da Wrestlemania, a WWE gosta de estrear lutadores ou organizar regressos de antigos membros da companhia. É uma forma de assinalar o início de um novo ano na WWE. Ora, além dos regressos de Tensai e Brock Lesnar, ainda assistimos à estreia de três lutadores bastante curiosos: Ryback, Antonio Cesaro e Damien Sandow. Semanas depois de ver como ele estão a desenvolver, decidi dar a minha opinião sobre o assunto, contudo há algo que precisa de ser esclarecido logo à partida.

Muitas das grandes personagens e grandes lutadores formados não nasceram do dia para a noite. É preciso ser paciente com novas personagens e chegadas de novos lutadores ao roster principal, pois ficarmos conquistados logo à primeira é algo muito raro de acontecer e difícil de criar. É preciso que a WWE dê tempo às personagens para cativarem o público, antes de abortar logo o processo só porque na primeira semana não resultou. E é preciso que os fãs dêem tempo e oportunidade aos lutadores/personagens.

Já não é a primeira vez que digo isto e certamente não será a última. A última vez que disse isto, caso a memória não me falhe, foi relacionado com a estreia de Brodus Clay numa gimmick inesperada. A verdade é que imediatamente após a sua estreia, o universo WWE estava dividido entre quem não gostava e quem gostava. Ninguém estava indiferente a esta mudança e no fim do dia, seja para o lado positivo ou negativo, o objectivo é esse: chocar as pessoas e incentivá-las a falar da indústria.

Críticas e elogios a Clay choveram de todos os lados e hoje, embora ainda existam críticos e insatisfeitos – como haverá sempre –, a maioria do universo da WWE está feliz com Brodus Clay. Tudo porque aprenderam a dar tempo a algo para se desenvolver.

Pessoalmente, não é uma personagem que me impressione, pela positiva ou pela negativa. Mas continuo a preferi-lo assim do que como mais um monstro destruidor. Desses a WWE já possui muitos, já possuiu muitos e continua a estrear mais uns poucos. É esse o caso de Ryback.

Ao longo destes meses em que Ryback criou e desenvolveu a sua personagem já assisti e participei em vários debates sobre ele. Uns dizem que ele é uma cópia a papel químico de Bill Goldberg. Outros tantos dizem que isso é um disparate pegado, pois os dois possuem imensas diferenças cruciais.

Em que ficamos? É Ryback uma cópia de Goldberg? Será isso relevante para o seu desenvolvimento? Deverá isso influenciar os fãs?

Quando o vi pela primeira vez, Ryback fez-me de facto lembrar Bill Goldberg. Contudo, com o passar do tempo comecei a aperceber-me que a situação não é assim tão simples e linear. Ryback é indiscutivelmente inspirado em Goldberg e não só. Aliás, isto é algo que a própria WWE admitiu, pois segundo um artigo no site oficial deles WWE, na sua evolução Ryback possui como inspirações Ultimate Warrior, Goldberg, Bam Bam Bigelow, JBL e Sid.

Por um lado, a curta duração dos seus combates, a sua dominância durante os mesmos, ausência de promos e as suas atitudes e trejeitos de besta fazem lembrar Goldberg.

Por outro lado, enquanto Golberg só passou uns meses na Power Plant antes de passar ao roster principal da WCW, Ryback passou por vários sítios, como a OVW e Deep South Wrestling antes de chegar ao roster principal, se quisermos excluir o NXT. Basicamente, podemos afirmar que Ryback possui mais experiência aquando a sua estreia do que Goldberg na altura.

Outra diferença crucial entre ambos que deve ser tida em conta é a qualidade dos adversários que enfrentam durante a sua Streak de invencibilidade. Enquanto Goldberg enfrentava e vencia lutadores que a WCW tinha no roster na altura, Ryback vence lutadores que nunca irá voltar a ver na vida.

Todas as semanas, por vezes mais do que uma vez, Ryback enfrenta lutadores de dimensões anedóticas que doutra forma nunca seriam vistos num ringue da WWE. Com eles, devido ao seu peso insignificante quando comparados a Ryback, este último consegue fazer manobras e coisas absolutamente impressionantes que o definem.

A minha questão em relação a este ponto é: valerá a pena? Valerá a pena ter Ryback a vencer estes lutadores dia após dia, quando não são desafios destes que ele terá de enfrentar quando quiser passar ao próximo nível na WWE? Irão ficar na história, estes momentos que Ryback proporciona com os “jobbers”?

Talvez história não seja o melhor termo, porque se a WWE quiser de facto apoiar Ryback farão de tudo para promover manobras impressionantes que ele tenha feito no passado, mesmo que tenham sido a lutadores desconhecidos. Talvez o termo mais apropriado seja “memória”. Irão estes momentos e estes combates ficar na memória dos fãs para a posterioridade?

Com a capacidade inata que a WWE possui de criar surpresas e apresentar momentos chocantes, irão os combates e manobras de Ryback destacar-se entre o mar de hipóteses existentes?

Sinceramente, duvido muito. Estes “jobbers” e Hunico ou Camacho (que Ryback enfrentou num pay-per-view) estão a mostrar que Ryback consegue fazer coisas impressionantes, mas esses feitos só irão para a história quando Ryback os fizer a alguém que já é reconhecido pelo Universo da WWE. Alguém, como por exemplo, Big Show. Brock Lesnar e John Cena também usaram Big Show para conseguir mostrar o quão fisicamente dominantes conseguem ser. Porque não deixar Ryback a ser o próximo a fazê-lo? Não é como se Big Show fosse uma estrela do futuro que não pode ajudar os da próxima geração.

Se Ryback conseguir e fizer algo impressionante com Big Show, ficará certamente na história e irá ser assim consolidado como monstro imparável.

Agora por muito cansativo e enjoativo que seja vê-lo a enfrentar “jobbers” todas as semanas – porque é –, há uma característica extremamente positiva a extrair daí. É uma característica que me deixa bastante contente. Ao agir desta forma repetitiva e consistente a WWE está a mostrar ter paciência. Está a dar tempo aos fãs para se acostumarem a Ryback, para se acostumarem ao que ele está a fazer. Essa demonstra de paciência é algo bastante bom, não só para o desenvolvimento de Ryback, como de qualquer futura estrela da WWE.

Espero que a WWE tenha igual cuidado quando for altura de terminar esta streak de vitórias de Ryback. Parece-me óbvio que depois de vencer “jobbers” e estrelas consolidadas, Ryback terá que sofrer uma derrota. E é aqui que reside o meu maior medo com Streaks de invencibilidade, especialmente Streaks tão promovidas quanto estas.

Só há uma verdadeira Streak de sucesso na indústria de wrestling profissional e é a do Undertaker. Porquê? Porque só acontece uma vez por ano, num evento que significa algo para as pessoas a que o assistem e porque com o passar do tempo, a Streak (como expliquei à meses) tornou-se uma atracção e uma homenagem.

Não é possível fazer isso a um nível semanal ou mensal, porque quando uma Streak precisa de ser defendida com tanta frequência, torna-se infinitamente mais difícil arranjar um candidato ideal para acabar com a mesma. A cada vitória somada, mais um passo é dado em direcção à consolidação e engrandecimento da mesma. Chegando a um ponto em que todos os adversários possíveis deixam de ser aptos para a vencer e a probabilidade de terminar mal as coisas passa a ser gigantesca. É claro que isto só será um problema quando Ryback começar a enfrentar lutadores sérios do roster da WWE.

E afinal, repito as perguntas que deixei no início do artigo: É Ryback uma cópia de Goldberg? Será isso relevante para o seu desenvolvimento? Deverá isso influenciar os fãs?

Em relação à primeira só posso dizer que comparações irão existir sempre e semelhanças também. Não vale a pena fingir que o passado não existiu e que não podemos inspirar-nos no mesmo para criar algo melhor para o futuro. Não podemos é deixar que essas semelhanças e comparações nos impeçam de apreciar, apoiar ou dar oportunidade a alguém que se está a tentar afirmar. Se Alberto Del Rio é comparado várias vezes a JBL? Se AJ faz lembrar, numa versão menos sexual, mas igualmente psicótica, Mickie James? Claro que sim, para ambos os casos, mas isso não significa que não possam ter sucesso ou que não o mereçam, pois ambos têm feito um excelente trabalho, especialmente AJ. E em relação a Ryback é exactamente a mesma coisa.

Não penso que as suas semelhanças a Goldberg sejam relevantes para o seu desenvolvimento ou para a opinião que os fãs têm dele. Goldberg foi Goldberg e nós, como fãs com a ajuda da WWE, temos que deixar Ryback ser Ryback. Não tenho qualquer dúvida que se Ryback for a grande estrela que a WWE quer que ele seja, daqui a quinze ou vinte anos, quando um jovem lutador se estrear a destruir tudo e todos, muitos irão dizer “Olha para este, a tentar ser o novo Ryback.”

Penso também que os cânticos “Goldberg” irão terminar assim que Ryback fizer algo interessante e novo, o que terá obrigatoriamente de envolver estrelas actuais da WWE. Quando Ryback se destacar e conseguir arranjar o seu grande momento, o mais provável é que os fãs parem com esta atitude. Afinal, isto não passa de uma mistura de necessidade de reconhecimento com moda. São fãs que querem mostrar e exibir os seus conhecimentos ao afirmarem que se lembram de Goldberg ou sabem que ele existiu, com mais uns poucos que pensam que isto é a nova moda. Acabará por passar com o tempo.

Ora, Ryback não foi o único que se estreou recentemente. Claudio Castagnolli ou Antonio Cesaro, como todos já o conhecem, é o que se segue neste artigo.

A pior coisa que pode acontecer a um talento que acaba de chegar ao roster principal é a falta de personalidade e direcção. Tanto Ryback, como Cesaro e Sandow possuem isso. Cesaro está numa posição excelente onde se dada a oportunidade pode mostrar o seu talento dentro de ringue e ao mesmo tempo chamar a atenção dos fãs. Como? Muito simples, Cesaro está, juntamente com Aksana, a consolidar a sua personalidade heel às custas de um babyface muito conhecido por parte dos fãs, Teddy Long.

Ora, mesmo com o fim do reino de terror de Laurinaitis, acho que devem continuar a deixar Teddy interagir com Aksana e Cesaro. A cara de cachorrinho abandonado que Teddy faz sempre que vê Aksana com Cesaro é instantaneamente uma mistura de comédia e pena. Agora sim, consegue-se perceber o porquê dos meses em que andamos a ver Aksana e Teddy a namoriscar nos bastidores. Finalmente algo que inicialmente parecia inútil e perda de tempo, deu os seus frutos.

A Smackdown sempre foi – ou pelo menos a maioria das vezes – o destino das estrelas recém-chegadas. Sinceramente, é uma lógica que faz sentido e não me incomoda, contudo, Cesaro precisa mesmo de ser mais usado, antes que os fãs percam esta ligação com ele. Cesaro está actualmente numa fase crucial da sua carreira onde precisa de agarrar a uma personagem e ficar com ela durante um período decente de tempo. Convém também que Aksana comece a tornar-se mais importante na construção de Cesaro. Vê-la a interferir em combates, a promovê-lo de forma exagerada entre outras atitudes irritantes. Aksana pode muito bem ser a próxima Vickie Guerrero. O sotaque dela pode ser usado para irritar e enjoar os fãs, juntando-se assim o útil ao agradavél, pois assim a probabilidade dela lutar será cada vez menor. E daqui a uns meses ou anos, se Cesaro conseguir consolidar-se a sério como heel juntamente com Aksana, ele irá fazer um face-turn e aí, os fãs estarão completamente do seu lado. Contudo, ele precisa de ser um bom heel primeiro, por isso é necessário que ele seja usado.

A frequência com que Cesaro surge em televisão está a ser desapontante e, repito, nesta fase da sua carreira isso é letal. Se a WWE não mostra confiança no seu trabalho e na sua construção ao ser consistente com a mesma, não serão os fãs que irão dar a oportunidade a Cesaro.

Embora ele tenha começado bem, a WWE parece ter-se esquecido um pouco dele e isso preocupa-me. Ele estreou-se com uma personagem definida e com um babyface conhecido para abusar, por isso só espero que a WWE não desperdice o trabalho que fez inicialmente para nada.

Ora, alguém que está cada vez melhor sempre que aparece em televisão é o “The Self-Professed Intellectual Savior of the (Unwashed) Masses” Damien Sandow!

Se Daniel Bryan era a razão principal pela qual eu via a Smackdown há meses atrás, então a razão mudou recentemente para Damien Sandow. A personagem deste senhor, a meu ver, é perfeita. Não há nada que as pessoas odeiem mais que um “espertinho com a mania que sabe tudo”, então se esse espertinho mostrar uma boa dose de classe, arrogância e atitude, então este torna-se o perfeito inimigo do público.

É raro os lutadores conquistaram-me com as suas vignettes de apresentação. Alberto Del Rio, por exemplo, alguém de quem sou fã, não me conquistou minimamente, nem chamou à atenção com as suas vignettes de apresentação. Contudo, Damien Sandow foi exactamente o contrário. Desde a primeira que me chamou à atenção, o que me causou receio logo à partida. E se Sandow desiludisse quando chegasse ao roster? E se ele não conseguisse ser convincente nas suas promos frente a uma audiência ao vivo?

Receios infundados, pois Sandow correspondeu e ultrapassou as minhas expectativas.

Desde a forma como segura o microfone, o robe que usa, a forma como fala, como gesticula, as suas mudanças de expressão, a confiança que transborda em todas as suas acções, o sorriso enquanto aplica o pin, a roda que faz no fim dos combates, até a sua música de entrada condiz com ele! Tudo o que o caracteriza encaixa na sua personagem de forma perfeita e é executado de forma ainda melhor. Isto não só proporciona momentos hilariantes, como cria expectativas bastante elevadas para o futuro da personagem.

Algo que devo apontar é que embora já existam demasiados acompanhantes e managers, como Sakamoto e Ricardo Rodriguez, cheguei a esperar ver Sandow a estrear-se com um manager ou empregado. Alguém que lhe tirasse o robe sempre que fosse lutar, ou que lhe segurasse o microfone. Tendo em conta que nas redes sociais, Sandow afirma que a sua conta está a ser controlada por um empregado, tinha-me mesmo convencido que iria aparecer alguém com ele. Mas, da forma como a personagem se está a desenvolver, não me parece fazer muita falta, foi apenas algo que me passou pela cabeça na altura.

De todos os estreantes, Damien Sandow é aquele que estou a gostar mais de ver desenvolver e estou mais curiosa em relação ao futuro. Algo que também deve ser salientado é que tanto as Streaks de invencibilidade de Antonio Cesaro e Damien Sandow são pouco promovidas quando comparadas à de Ryback, o que leva a que menos expectativas sejam criadas em torno das suas primeiras derrotas, diminuindo assim a probabilidade dos fãs saírem desiludidos.

No futuro, estou extremamente curiosa em ver Dean Ambrose estrear-se. Já tive oportunidade de ver promos e combates dele na FCW e achei o trabalho dele esplêndido, principalmente ao microfone. Só espero que quando finalmente chegar ao roster principal o deixem manter alguma da sua essência e loucura que tinha na FCW, porque a meu ver, essa essência é espectacular e ele faz com que a mesma funcione.

De qualquer forma, não estou preocupada, pois se a forma paciente e inteligente com que Ryback, Antonio Cesaro e Damien Sandow foram introduzidos ao roster principal é o resultado do trabalho actual de Triple H e um método a ser aplicada em futuras estrelas, então não há absolutamente nada a apontar. Por esta semana é tudo, agradeço a atenção de todos os que seguem os artigos e até para a semana!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

7 Comentários

  1. João Macedo - há 4 anos

    Finalmente o domingo chegou, finalmente este artigo fabuloso também chegou, desta vez com a tão esperada edição sobre os novos talentos da WWE, foi muito bom.

    Ryback: o “novo Goldberg”, assim lhe chamam muitos fãs. E de facto, a personagem dele tem algumas semelhanças com a de Goldberg, mas tal como disseste, existem diferenças que são de importante verificação. Como por exemplo o facto de ele lutar sempre contra jobbers, Goldberg, aquando da sua estreia não era assim. Isto faz com que Ryback tenha uma data de vitórias seguidas e não considero isto muito positivo, pois no dia em que esta sua streak terminar, será muito mais notada do que no dia do fim da de Cesaro ou Sandow, por exemplo.

    Outra coisa que também referiste é o facto de Ryback já ter estado em outras promoções de wrestling da WWE e isso agrada-me muito, pois ultimamente (não falo de um passado próximo, mas há poucos anos), a WWE tem sido das primeiras companhias de wrestling dos wrestlers e isso é algo que me preocupa, pois a WWE deve ser um ponto alto a atingir quando se tiver valor necessário para tal, não o ponto para evoluir para chegar a tal estatuto.

    Por fim, sobre Ryback, apenas de sublinhar o ponto positivo da WWE estar a dar tempo para as pessoas encararem Ryback, tal como disseste os grandes wrestlers não se fizeram do dia para a noite. A WWE está a fazer um bom trabalho ao consolidar esta personagem dele, depois sim, quando já estiver bem cimentada, era excelente ver esse tal confronto, contra alguém mais importante no roster da WWE, Big Show seria um bom exemplo.

    Vou agora falar de Cesaro, ao contrário de Ryback, não vence jobbers semana após semana, mas não é por isto que a sua personagem deixa de ser destruidora. Quanto à streak, tem aqui um ponto mais positivo em relação a Ryback, pois quando esta acabar não irá haver tanta “polémica”.

    Também vejo em Aksana a nova Vickie, penso que será a sua sucessora no seu papel. Também pensava que aquela história com Teddy não tinha fundamento, mas a WWE impressionou e mostrou que nem todas as coisas acontecem por acaso, de destacar aqui o bom trabalho da WWE.

    Mas tal como disseste, as pessoas não se podem esquecer de Cesaro e este tem de aparecer mais na SmackDown. Não ao nível de Ryback, pois nesse caso aconteceria o problema da streak, mas uma presença um pouco mais assídua deveria melhorar esta personagem em construção.

    Por fim, temos o lutador que me impressionou e muito nas últimas semanas, Damien Sandow. Por acaso nunca tinha pensado muito nessa possibilidade de ele ter agora, na fase inicial da sua carreira, um manager, mas tal como afirmaste, neste momento já nem é muito necessário, a sua personagem está perfeita.

    Encarar o papel de sabichão misturado com arrogância e uma personalidade bem forte é algo que as pessoas odeiam, e isso acontecer é a melhor coisa no trabalho de um heel. É exactamente isso que está a acontecer com Sandow.

    O mais incrível é que ele alimenta essa personagem em quase cada gesto por si concebido, vou usar os teus exemplos, o sorriso aquando do pin, a roda no final do combate, o robe e um que eu notei desde o primeiro dia, a forma como ele segura no micro, simplesmente adorei. Parece que está a segurar num copo de champanhe.

    Mais uma vez, obrigado por proporcionares uma excelente leitura e fico à espera da próxima edição.

  2. danielLP21 - há 4 anos

    Mais um excelente “Opinião Feminina” :)

    Dos três nomes que apresentaste o que mais me tem impressionado é Damien Sandow. A forma como ele fala,o tom de voz e o que ele diz com o objectivo de humilhar os outros e de se superiorizar,a forma como segura no microfone e todos os outros aspectos que apontaste são fantásticos. Estou muito curioso para ver o futuro próximo dele e só espero que dentro de 3/4 anos seja um Heel consolidado. A WWE só tem que arranjar uma forma de esta gimmick não enjoar os fãs muito rapidamente.

    Ainda não deu para ver muito do Antonio Cesaro na WWE mas já vi vários vídeos dele e gostei do que vi. Espero que a Aksana contnue a ser usada como manager dele porque assim,tal como tu dizes,diminui a probabilidade de a vermos lutar.

    Em relação ao Ryback,sinceramente,já estou um pouco farto de ver combates Handicap contra lutadores locais,penso que está na hora de o ver a lutar contra Superstars da WWE,mesmo que sejam do mid-card ou do low-card.

    O que mais me preocupa em relação a estas Superstars e a outras que têm talento é a falta de espaço e tempo de antena que a WWE lhes dá. Porque se formos a ver bem nenhum destes lutadores tem storylines consistentes e veêm o espaço deles ocupados com o Brodus Clay,o Otunga,o Slater e outros tais.

  3. Frederico_WWE - há 4 anos

    Exelente artigo!
    Damien Sandow tem impressionado depois o Ryback parece que pode vir a ter futuro mas não é a derrotar jobbers e há o Antonio Cesaro ainda que já está a ser mal utilizado e a começar um pouco mal…
    Como o Daniel diz e bem o mau disto tudo é a WWE apostar em Brodus Clay, David Otunga, The Great Khali, Heath Slater e deixar estes
    talentos com menos espaço já para não falar no Tyson Kidd mas esse não é nenhum “novato” mas por exemplo a feud Brodus Clay/David Otunga é deprimente…

  4. Lucas Santos - há 4 anos

    Salgado, seus artigos tornam ótimos meus domingos ! Você sempre nos presenteia com um ótimo artigo, que sempre está perfeito !
    Sobre o artigo,concordo com tudo o que você falou.
    Na minha opinião, Sandow está mostrando ter muito carisma e também uma ótima qualidade em suas promos.
    O Cesaro necessita de mais tempo na TV, pois pode nos proporcionar um grande show, pois têm grande qualidade nos ringues !
    O Ryback, para mim, não passa de um monstro normal, sem nada de especial. Acho que todos os três apresentam grande talento, em especial Sandow, e podem ser o futuro da WWE !

  5. Moutinho-Kun - há 4 anos

    Mais um excelente artigo, parabéns Salgado ;)

    Tem sentido o que dizes, consolidar o Ryback como monstro, e por isso ganhar combates contra jobbers, para mostrar o seu poderio e dominio, mas vamos lá ver até quando isto dura, porque já estamos num patamar onde isto já devia ter acabado, e o que me impressiona mais é haver combates destes em ppv LOL como é possível…mas gosto deste ryback, porque sou um grande fã do goldberg, agora se este pode atingir um patamar que o goldberg conseguiu? veremos.

    Antonio Cesaro é um wrestler impressionante, não gosto da gimmick atual dele, gostava mais da que tinha na fcw, da música de entrada, etc, mas pronto, vou dar tempo à wwe para ver qual é o plano para ele. Ele tem toda a capacidade para subir rapidamente na wwe, mas para isso precisa de aparecer, e como tu disseste salgado, utilizando a aksana como manager e agir como uma vickie guerrero, poderá ser uma grande estrela.

    Damien Sandow, gimmick fantástica, mic skill excelente, expressões faciais também muito boas, e as suas wrestling skills também não decepcionam! Tem aparecido, e espero que continue a aparecer, mandando os seus adversários abaixo com o seu intelectual, e que tenha uma feud para que possa mostrar todas as suas capacidades. Também pode ser um grande estrela da wwe, sem dúvida alguma!

    E também tou curioso de ver o Ambrose a estrear-se, pelo que mostrou na fcw, também pode ter um grande futuro na wwe, veremos!

  6. José Sousa - há 4 anos

    Adorei o artigo ;)

    O que dizes sobre o Ryback é verdade só dispensava era assistir a isto nos PPV, mas como disse no meu espaço a um comentário o Ryback pode atingir bons patamares na WWE, pelo menos de títulos de midcard numa fase inícial.

    O Cesaro eu ja conhecia por isso quem já conhecia não fica surpreendido claramente, mas precisava de mais destaque pode ser que o NXT ajude-o durante uns meses e depois surga forte.

    O Sandow não tenho dúvidas que com gestão inteligente daqui a uns 2 a 3 anos esteja no main-event, é um gimmick absolutamente perfeita, mesmo a música como tu referes é genial para a personagem dele.

    Além do Ambrose o novo NXT tem mais dois que prevejo grande futuro na WWE Seth Rollins e Kassius Onho.

  7. Tomas Carneiro - há 4 anos

    Artigo de excelência, parabéns!

    Ryback: Totalmente de acordo, Ryback, quem sabe, pode ser uma grande estrela como disseste.

    Cesaro: Já conhecia o seu trabalho, mas dele só tenho que apontar o excelente signature que tem, é espectacular.

    Sandow: A melhor gimmick na WWE na minha opinião, na pessoa perfeita, ele é espectacular, além das mic skills brutais, grande qualidade no ringue, e grande carisma, aliaram-se uma música perfeita para personagem e o pequenos aspectos que tu assinalaste.

    O Ambrose tal como dizes é brutal mas além deles existem pelo menos mais 3 na minha opinião, Seth Rollins (o meu 3ºwrestler preferido), Bo Rotundo (Dallas) e Kassius Ohno.

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