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Opinião Feminina #85 – The (Crazy) Girl Next Door (Parte 1)

April Jeanette Mendez, 1.60m, 49 kg, 25 anos e está sob contrato com a WWE desde 2009. April Jeanette, ou AJ Lee como o resto do mundo a conhece, pode muito bem ser considerada uma mulher vulgar, comum, com poucas capacidades de chamar a atenção. Aliás, esse é um dos motivos que muitos fãs da WWE usam para justificar o facto de AJ não ser uma Diva, aos olhos deles.

AJ não é a típica loira estonteante de 1.80m a receber convites para posar na Playboy, afinal ela nem sequer é considerada um“sex symbol” pela maioria dos fãs do sexo masculino, muito pelo contrário, visto muitos ainda se referirem a ela como “miúda”. Talvez graças a isso, AJ tenha sido durante algum tempo uma das Divas menos promovidas e publicitadas pela WWE. Talvez isso seja influenciado pelo facto de AJ ser bastante recente no roster. A verdade é que seja porque razão for, até à bem pouco tempo, AJ era simplesmente irrelevante.

Contudo, como a WWE nos bem ensinou ao longo dos anos, as aparências iludem muito e hoje em dia, existem muitas palavras para descrever AJ e “irrelevante” não é uma delas.

Na sua passagem pelo NXT e na sua passagem pela Smackdown – antes de cruzar caminho com Daniel Bryan -, AJ era uma espécie de anti-diva, pelas razões que acima referi. Tudo nela era peculiar, dando assim uma lufada de ar fresco à divisão, muito ao género de Kharma, apenas de forma diferente. E embora todas essas razões fossem válidas para lhe dar atenção e uma oportunidade, a verdade é que o trabalho da WWE com ela também não estava a dar esperanças. Sempre receei que se AJ não desse sucesso, o facto de ser uma “anti-diva” iria jogar contra ela, provocando uma potencial saída da empresa. Afinal, se a divisão de Divas é vista como uma oportunidade para os membros masculinos da audiência “lavarem a vista”, porque é que deveria lá estar uma Diva que eles nem acham atraente?

Contudo, tudo mudou quando juntaram Daniel Bryan e AJ. Quando isto se sucedeu, Daniel Bryan já possuía a mala de Money in the Bank e o sonho de muitos fãs seus estava prestes a realizar-se. E quando AJ surgiu no seu caminho, acredito que não fui a única fã de Bryan a ficar ligeiramente preocupada com a ideia. Afinal, depois de uma história falhada com as Bellas e Gail Kim, pensei que ou a WWE estava definitivamente a querer “implicar” com Daniel Bryan ao insistir emparelhá-lo com Divas, ou estavam a preparar uma história para lhe tirarem a mala ou para ele falhar o cash-in.

Qual era a verdadeira intenção a WWE? Não sabemos, provavelmente só iremos saber daqui a muito tempo. Felizmente resultou tudo pelo melhor e este peculiar casal tornou-se uma das principais razões para assistir à Smackdown.

Daniel Bryan fez o heel-turn e começou a usar AJ para se consolidar nessa personagem. As suas interacções tornaram-se assim extremamente hilariantes e uma novidade na WWE. Prova desse sucesso foi a rivalidade de ambos com Big Show. Embora tenham resultado dessa rivalidade combates de fraca qualidade, os segmentos que envolveram estes três indivíduos resultaram na perfeição, especialmente quando fizeram este últmo chocar com AJ.

Se no início da formação deste “casal”, eu estava desconfiada, então quando começou a resultar fiquei esperançosa. Esperançosa que mais um “power couple” dominasse a WWE, ajudando assim ambas as personalidades a chegar ao topo. Por exemplo, consideram questionável a valorização, o estatuto e a credibilidade das personagens de Triple H e Stephanie McMahon depois da “McMahon-Helmsley Era”? Claro que não, tal como a história entre Vickie e Edge – e Edge e Lita – só ajudou ambas as personagens. Afinal um “power couple” não passa de uma tag team, que se for bem-sucedida, tal como as convencionais, irá resultar em duas personalidades populares com o público, consolidadas e acima de tudo, credíveis.

Daí ter ficado tão aborrecida quando a WWE usou AJ para justificar a perda de título de Daniel Bryan na Wrestlemania 28. Daí até ambos terem terminado a sua relação, foi um pequeno passo. Tudo parecia estar a desmoronar-se para o lado de AJ, afinal Bryan tinha sido salvo pelo seu trabalho de anos e o respeito que tinha ganho junto do público. Agora sem Bryan, iria AJ tornar-se irrelevante outra vez?

Muito pelo contrário. Embora a início não tenha sido de uma forma bastante directa, AJ começou a fazer lembrar alguns dos maneirismos de Mickie James. Ambas obviamente desequilibradas, a nível mental, apenas James tinha uma componente extremamente mais sexual na apresentação da sua personagem. O desequilíbrio de AJ começou a evidenciar-se assim através de descontrolos emocionais e da distribuição de estaladas pelo roster, começando depois a esconder-se nos bastidores a vigiar os lutadores. AJ começou assim a dar a entender que seria uma personagem ao estilo de “namorada/ex-namorada obsessiva”.

Por causa disso, cheguei a pensar que graças a estas mudanças de atitude, AJ aparecesse no Extreme Rules ou Over the Limit para ajudar Daniel Bryan, numa atitude desesperada de o conquistar de volta. Isto tudo até AJ começar a demonstrar interesse por CM Punk. Mais uma vez, a direcção da história de AJ deixou-me desconfiada. CM Punk é, sem dúvida alguma, uma das personalidades mais populares da actualidade e embora existam sempre novas formas de melhorar e ascender, CM Punk não é propriamente a pessoa que mais precisa de apoio no momento.

Este é o detalhe mais crucial do percurso de AJ na WWE nos recentes meses: quase todas as decisões da WWE deixaram-me desconfiada e insegura em relação ao seu sucesso, contudo no fim, a grande maioria delas – feita de forma intencional ou não – foi um êxito. O percurso de AJ é uma lição excelente para qualquer fã, pois incentiva as pessoas a darem tempo às histórias para as verem desenvolver antes de as criticarem. Eu própria aprendi com isso.

A verdade é que fosse com quem fosse os seus segmentos, AJ tornou-se cada vez mais carismática. Enquanto no início de toda esta história a sua personagem era unidimensional e simples, agora AJ estava a tornar-se complexa, mais interessante e exigente. Felizmente, ela correspondeu às expectativas e demonstrou ter mais carisma do que o inicialmente pensado. AJ junta-se assim ao elite grupo de pessoas a quem a WWE dá uma oportunidade única e não a desperdiça. Outros deveriam seguir o seu exemplo.

Outro momento que me ensinou a ser paciente, como fã, foi quando Kane foi adicionado à história de Daniel Bryan, CM Punk e AJ. Se há algo que estou definitivamente farta de ver na WWE são histórias envolvendo Kane e Big Show. Salvo raras excepções, como a que vou referir a seguir, nenhum dos senhores está a ajudar a WWE ou o futuro da mesma. Big Show está preso no típico ciclo vicioso que sempre foi a sua carreira (gigante malvado vira gigante afável, para mais tarde voltar a ser mau dizendo que era sempre assim que devia ter sido) e Kane, embora seja um lutador mais competente e consistente que Big Show, também não o vejo a ter muito mais a acrescentar, especialmente quando o roster está numa fase de mudança.

Se já nem Triple H e Undertaker lutam em horário completo, porquê continuar a fingir que Kane e Big Show não são da mesma época e mantê-los no roster principal em rivalidades importantes?

Contudo, tal como disse acima, também eu aprendi  uma lição com esta história e Kane apresentou de facto uma excepção à regra recentemente quando ajudou AJ.

Kane foi, surpreendentemente, uma das peças fundamentais na história mais recente, ajudando a personagem de AJ a consolidar-se como “desequilibrada”. Tudo foi construído de forma calma e paciente. Primeiro, a sensação de perigo que Kane inspirava e o óbvio medo que AJ devia e conseguiu transmitir. Depois, o que inicialmente se pensava ser um mecanismo de defesa, começaram os sorrisos, a atitude obsessiva e as distracções nos combates de Kane.

AJ tinha assim começado a ficar obcecada com outras estrelas, além de CM Punk. Num dos que foi – certamente – dos momentos mais chocantes do ano, AJ beijá Kane deixando assim o mundo surpreendido.

E porque é que tudo isto só era possível se funcionasse com Kane? Porque Kane é construído e visto como sendo um dos filhos do Diabo e uma força maléfica, juntamente com o Undertaker. Ora, como este último se encontra ausente, Kane é a única personagem sobrenatural, especialmente com uma carga tão negativa. Desta forma, não só a instabilidade mental de AJ ficou muito mais valorizada, como as pessoas presenciaram assim um momento que irá ser recordado.

Se AJ tivesse apenas usado as suas investidas em CM Punk e Daniel Bryan, que por definição da sua personagem, são pessoas normais apenas com carácteres diferentes, nunca o seu desequilíbrio se teria tornado tão credível.

Não lhe vamos tirar o crédito, o facto de AJ ter um aspecto pouco convencional também ajudou e muito na construção desta história, pois eu possuo sérias dúvidas que isto tivesse resultado com outra diva. AJ possui um ar adorável e extremamente inocente, sendo isso o que a distingue de Mickie James, dando a toda esta história uma dimensão completamente diferente. Ela consegue apresentar várias facetas, sem nunca se contentar com apenas uma.

Num momento, AJ é apenas uma Diva desequilibrada com desgostos de amor, noutro AJ apresenta-se carente com necessidade de atenção, para depois se apresentar como uma Diva maléfica e manipuladora. Há muito tempo que a WWE não cria uma personagem tão versátil, profunda e enigmática. E estas são apenas as facetas que penso serem principais, porque se de facto nos dedicarmos a estudar esta personagem é bem possível que encontremos mais umas.

AJ recuperou, pelo menos para si, a arte de que “less is more”. Uns olhares, gestos e até correr de roda do ringue vestida de Kane – que já agora foi dos momentos mais hilariantes e bem construídos do ano – da parte de AJ contam toda a história e cultivam a curiosidade das pessoas em relação ao futuro das personagens.

A forma como Kane saiu da história, que era algo que também me preocupava, fez sentido e mais uma vez, fez aquilo que deve fazer sempre, ajudou AJ. Aliás, todo o trabalho de Kane nesta história só ajudou os participantes, como assim deve ser. Há muito tempo que isto não acontecia e que um veterano não era tão bem usado. Kane entrou na história, ajudou AJ, contribuiu para um excelente combate em pay-per-view, para depois sair da história ajudando AJ. Kane ajudou três pessoas que vão estar certamente no futuro da WWE e isso é de louvar.

Ora, como puderam ver, esta foi assim a primeira parte das duas que foram feitas para falar desta história protagonizada por AJ, Daniel Bryan, CM Punk e, em parte, por Kane. Por esta semana é tudo, obrigado por lerem, bom Destination X a todos e até para a semana!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

16 Comentários

  1. Frederico_WWE - há 4 anos

    Esta miuda é a “next big thing” no que há divisão das Divas diz respeito!
    AJ tem sido fantástica e tem uma gimmick perfeita nesta altura nesta storyline de Punk e Bryan pelo WWE Championship!
    Só tenho pena que se por um lado a “aliança” temporária que AJ teve com Kane a credibilizou mais ao mesmo tempo empobreceu a imagem de monstro de Kane.
    AJ: Your work puts a smile on my face :)

  2. Malamadre16 - há 4 anos

    AJ tem sido a melhor diva nos últimos tempos e infelizmente a unica que tem tido grande destaque e o melhor de tudo é que esta a conseguir cativar o wwe universe. So e pena as divas terem este destaque quando estao envolvidas com outras coisas.

    Tenho gostado bastante dela e tem sido impecavel. AJ Casas comigo? *.*

  3. special one - há 4 anos

    e isto faz com que nao sabemos se AJ vai ajudar alguem ou nao no combate entre punk e bryan…

  4. Vinícius Nunes - há 4 anos

    Excelente artigo, das divas a AJ é a que tem a melhor personagem dentre as divas, por isso que recebe mais destaque da WWE, e ela fez por merecer, faz um trabalho fantástico, ela foi a causa do face turn do Kane, vamos ver se como face o big red monster consegue manter a personagem como Undertaker faz tão bem, Daniel Bryan está um patamar muito alto graças a ela também, os dois se ajudaram muito, e agora com CM Punk tudo melhorou ainda mais, então parabéns a WWE e parabéns a AJ, pois ela é um dos motivos, junto com Damiem Sandow e os outros lutadores envolvidos na storyline, de ficar feliz enquanto assisto WWE!!!

  5. Commando - há 4 anos

    Concordo com o facto desta feud estar baseada á volta dela e foi ela praticamente que levou às costas todo o desenvolvimento da referida feud. Agora não concordo com o estereótipo de anti-diva que falaste, eu até acho que a AJ é bem mais gira do que muitas loiras estonteantes e capas de playboy. Agora, que o papel dela na trama antes de se envolver com o Danielson seja minimo, aí já posso concordar…

  6. danielLP21 - há 4 anos

    Mais um óptimo artigo.

    Não há muitas dúvidas de que a AJ tem feito um trabalho fantástico,há anos que não havia uma Diva a realizar um trabalho destes.
    A história com CM Punk,Daniel Bryan e Kane foi uma das melhores dos últimos anos,e o melhor é que ainda não acabou (só o Kane é que saiu da história).

    Fico à espera da 2ª parte deste excelente artigo.

  7. João Macedo - há 4 anos

    Mais uma vez um artigo maravilhoso, palavras para quê?

    Concordo, a AJ era “só mais uma” Diva no roster da WWE, não era alguém que se diferenciasse do resto e, por isso, pouca atenção recebeu aquando dessa fase.

    Depois entrou nessa história com o Bryan, nessa altura eu nem pensava que a WWE conseguiria dar o tal ímpeto a AJ com esta história, dizendo isso porque a meus olhos não via isso.

    Mas depois, quando se pensava que a escalada da montanha tinha acabado e AJ começaria a descer até ao ponto de insignificante como há uns tempos atrás, a WWE faz um excelente trabalho e mostra que a montanha ainda não acabou.

    Também concordo com a parte de que o Kane foi muito bem usado, sem dúvida, isso foi mais uma “bomba” de ímpeto na sua personagem e os fãs só querem isso, querem algo diferente do habitual, pois se fosse tudo normal, com certeza era aborrecido.

    Muito bem, fico à espera da segunda parte deste, repito, excelente artigo.

  8. MISTER - há 4 anos

    Concordo com sua análise , e espero que a WWE valorize mais a divisão de divas as divas podem sim entrar nas feuds e mudar o rumo da história, eu acho que caras como BIG SHOW THE GRAND KHALI( que está mais lento que um lesma) e KANE( que merece vencer mais uma vez o WWE champonship, e vencer o Royal Rumble ), Regal ( que merece o WHC), CHRISTIAN devem ser usados para elevar o nível dos iniciantes . A wwe teve muita sorte com AJ e Daniel Bryan , eu estava revendo o MITB 2011 o Bryan quando entrou foi o lutador que teve menos ovação , o público se interessou mais por Justin Gabriel e Heath Slater do que ele , faltava para ele o micro que ele ganhou com a feud contra Big Show fazendo um hell vegan chato ; mas ele evoluiu contra SHEAMUS quando ganhou o apoio do público com o YES ; Duas passagens que eu tenho que ressaltar quando Rowdy Roddy Piper confrontou Bryan e acabou levando um tapa , nesta parte e quando AJ venceu Katlyn e Daniel Bryan fez uma excelente promo falando que ela abriu seus olhos e quando ele vencesse o WHC ele procuraria Katlyn ( essa parte foi importante para transforma AJ de uma ex-namorada em uma louca). EU ACREDITO QUE A FEUD DANIEL BRYAN VS CM PUNK PODERIA DURAR MAIS UM PPV , talvez com a volta do KANE , Katlyn ou alguma diva do lado de Bryan , AJ favorecendo Bryan no MITB

  9. MISTER - há 4 anos

    COM ESSA FEUD VIMOS QUE A WWE PODERIA USAR AS DIVAS, PARA DESENVOLVER AS FEUDS , NÃO TRANSFORMAR NUMA DIVISÃO QUE TEM 1 MINUTO NO PPV, E TAMBÉM CARAS COMO KHALI(QUE VIROU UMA TARTARUGA), KANE( QUE MERECE ENCERRAR A CARREIRA VENCENDO O ROYAL RUMBLE E SENDO CAMPEÃO DA WWE), REGAL QUE TREINOU MUITOS E MERECE MAIS UM CINTURÃO, EU ESTAVA VENDO O MITB 2011 , DANIEL BRYAN NÃO TINHA APOIO DO PÚBLICO POR NÃO TER TEMPO DE MICRO , ESTE TEMPO QUE ELE GANHOU NA FEUD COM BIG SHOW E DESENVOLVEU CONTRA SHEAMUS , COM O YES ; DOIS FATOS IMPORTANTES PARA O SUCESSO DESSA FEUD , O TAPA DADO POR BRYAN EM Rowdy Roddy Piper, e o discurso feito por BRYAN quando AJ venceu Katlyn , queria que essa feud PUMK VS BRYAN durasse mais um PPV

  10. Dolph Ziggler - há 4 anos

    Tens toda a razão, a AJ tem feito um papel fantástico do inicio ao fim e com o Kane pelo meio, acabou por ajudar ainda mais a AJ. Gostava que esta feud entre o CM Punk e o Daniel Bryan durasse pelo menos até ao SummerSlam, porque tem tudo para ser o melhor combate do ano. Vou por uma vitória do CM Punk, com ajuda da AJ ou não, penso que o CM Punk retem o titulo num combate 5 estrelas!

    Excelente artigo e bom Destination-X!

  11. FábioVaz - há 4 anos

    Não sou muito de comentar teus artigos, mas este tenho de te saudar com parabens.

    Realmente eu, igualmente a você, estava achando que a junção de AJ com Bryan nao iria dar certo. Mas a WWE, de propósito ou não, surpreendeu a todos nós. Claro que tambem é muito mérito de AJ que está fazendo jus ao papel que lhe foi dado, sua gimmick está fantástica e a storyline em si tambem. Essa historia deixa a todos curiosos pra saber o que vai haver, WWE acertou em cheio. AJ está de parabens.

  12. Gman - há 4 anos

    Angle do verão?

  13. Master of Chaos - há 4 anos

    Ótimo artigo Salgado, eu desde que ela se tornou manager do Bryan, eu já a admirava pela sua beleza, eu a achava um tanto “bonitinha” e não acho mesmo que a culpa da perda de título de Bryan foi dela. Nem um pouco, pois tenho a WM 28 em meu laptop e de todas as vezes que assisto, eu vejo que foi o próprio Bryan a chamá-la para lhe dar um beijo e ao se virar foi atingido por um brogue-kick. Eu sempre discordei disso quando o Bryan falava que foi culpa da AJ a perda do título. Foi sorte do Bryan de a WWE colocar para ele uma girlfriend “bonitinha” pois ele é horrível.

    Quando ela começou uma simples relação com CM Punk, eu já imaginava que isto não daria nem um pouco certo, pois Punk não é daqueles lutadores que precisam de uma manager como a AJ a acompanhá-lo.
    Esperava que ela a acompanhasse somente e não interferice nos combate, mas foi o que nãoi ocorreu desde que se iniciou uma feud com Kane.

    Depois daquele grande beijo em kane, fiquei “boque-aberto” a pensar: “O que a WWE quer fazer com AJ?”
    E foi na mais pura verdade, uma boa história, pois a AJ trabalhou bem esta storyline que ficou boa, mas na verdade, ela que tinha medo dele dar-lhe um beijo é ridículo e agora na última Raw, vimos este empurrão que chocou CM na mesa junto a Bryan.

    Sempre a achei linda, mesmo na última foto já vejo isso, ela tem um belo sorriso (como tem minha friendgirl) e tem uma bela natural dela mesma. Espero que ela tem um bom futuro nesta história.

    Mais uma vez digo Salgado. Ótimo artigo.

  14. shamrock - há 4 anos

    comemtarios a parte sim tem feito um excelente e supreendente trabalho (aj) mas tem uma facilidade ela nao regula bem a serio ,trust me muito mas muito tempo antes d punk popularizar a expressao i dig crazy chicks ja isso era a minha perdicao reconheco as ao longe .aqueles olhos que brilham no cantinho, e o reflexo das chamas que le queimam a alma , como dizia o natch (flair) its going to be a bumpy ride whith a crash ending ,but im going to love every minut of it . ps se quiserem conhecer a original crazy chick pecam ao salvador pra vos arranjar uns links do documentario de 2007 do new jack .new jack hardcore(titulo).ah e o bully ray nao e assim tao mau mas so vendo .hasta la secuenda parte , holla .

  15. Joao Mendes - há 4 anos

    Aj, tem sido espetacular nesta história, porque está a ser uma grande mulher quando esta confusa quem escolher, e pelo qe deu ontem, CM Punk pareçe nao ser o homem que AJ fica, e kane tmb nao ja saio da historia, D-bryan disse coisas más, acho que AJ vai ficar sozinha e CMPunk continua com o titulo , porque vingase do D-bryan pelo que fez, mas CMPunk disse que não queria AJ, que confusão teremos de esperar para ver xD

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