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Opinião Feminina #99 – Ideia de génio ou erro de louco? (Parte II)

No dia 17 de Maio de 2012, a WWE anunciou oficialmente que o seu programa principal, Monday Night Raw, iria passar a ter uma hora extra, ficando assim com três horas semanais. Ora, na semana que se seguiu, há cerca de vinte edições atrás, fiz uma análise e previsão deste plano que a WWE iria colocar em prática no milésimo episódio da Raw. Pouco mais de dois meses depois de episódios da Raw a durarem três horas e à luz de todo debate que tem ocorrido recentemente devido às baixas audiências – tema discutido neste espaço há duas semanas – penso que fará sentido agora reflectir sobre esta decisão da WWE e em que é que as minhas previsões se confirmaram ou não.

Embora nunca acreditasse que esta mudança afectasse drasticamente a WWE e o seu produto, a verdade é que a mesma afectou a percepção da mesma e deteriorou a situação já existente. Esta teoria era algo em que já acreditava há vinte edições e, até ao momento, ainda não tive razão para pensar o contrário.

Como é natural, embora muitos de nós e muitos outros fãs espalhados pelo mundo fora tenham a possibilidade de ver a Raw em directo, facto é que não somos nós que fazemos parte do grande público-alvo da WWE no que toca às audiências e às grandes consequências que a programação de três horas pode causar. É verdade que nós também ficamos cansados e, por vezes, também abandonamos ou evento a meio ou simplesmente assistimos a certas partes, contudo tais acções não se reflectem nos valores que a WWE recebe no que toca a audiências, sendo por isso que, tal como na última vez, irei tentar cingir-me a aspectos que influenciem e sejam referentes ao ponto de vista do público norte-americano.

Ora, embora já se tivesse essa noção nalguns episódios especiais de três horas, especialmente nos últimos anos, que foi quando a WWE os começou a fazer mais regularmente, o facto de ser de três horas torna o episódio cansativo de assistir por parte dos fãs, que fazem as suas queixas chegar a todas as partes do mundo através de fóruns, redes sociais, artigos e tudo mais.

Exactamente por isso é que este foi um dos aspectos que mencionei como sendo o maior problema que a Raw iria enfrentar. Agora o cansaço não iria ser apenas ocasional e a decorrer em momentos especiais – para os quais tínhamos motivação para assistir por serem isso mesmo, especiais – mas seria um fardo que todos saberiam que tinham de enfrentar semanalmente. Isto, como é natural, matou a ansiedade e curiosidade de muitos dos fãs que esperavam para ver a Raw porque simplesmente já sabiam como as coisas iriam correr. Ver o programa principal da WWE tornou-se assim cada vez mais um fardo e uma “obrigação”, do que uma razão de entretenimento.

Quando refiro “obrigação”, como é natural, não digo no sentido dos fãs serem de facto obrigado a assistir ao produto, mas sim no sentido de quererem assistir e quererem “aguentar” por lealdade e dedicação ao mesmo.

Tal como referi várias vezes ao longo deste projecto que se tornou o “Opinião Feminina”, a percepção que nós temos do produto ou de um lutador ou de uma história consegue ser, por vezes, mais importante que a própria realidade. Achar o contrário é completamente absurdo, visto que o Wrestling vive de criar ilusões e múltiplas percepções diferentes de várias coisas na cabeça dos fãs, de forma a que estes se sintam envolvidos e incentivados pelas histórias e combates criados.

Ora, é exactamente a percepção do produto que a a hora extra que a Raw possui magoa.  Independentemente da qualidade do episódio, seja ela arrebatadora ou deplorável, a terceira hora irá sempre cansar os fãs que irão sempre, durante um episósio, por muito bom que este seja, questionar-se sobre quanto mais tempo faltará para acabar. Quando, no pior dos cenários, a qualidade da Raw é baixa, até pode nem ser tão baixa quanto se pensa, contudo o cansaço irá fazer com que o fã fique exasperado e desmotivado com o produto actual, pois irá achar que o tempo despendido e o esforço não estão a ser recompensados. Pelo menos, ultimamente, essa tem sido uma das queixas mais recorrentes.

Qualquer obra proveniente do mundo do entretenimento precisa de deixar os fãs a querer mais, ou seja, a ser “short and sweet”, segundo uma expressão idiomática estrangeira, ao invés de ser algo que os fãs desejam que acabe rápido. Essa é exactamente a noção que menos se pretende quando se lida com o mundo do entretenimento.

Um dos aspectos que a WWE afirmou que ia incluir nos episódios de três horas são as votações, via redes sociais, que iriam decidir o destino de várias estrelas e lutadores. Ora, acho que ninguém irá discordar quando digo que tal foi um perfeito fracasso e embuste. Ora opções das votações eram rídiculas anulando-se entre si, tirando assim aos fãs qualquer poder de decisão verdadeiro, ou eram demasiado previsíveis, pois a WWE sabia perfeitamente o que fazer para que os fãs votassem naqueles que eles queriam.

Se quando tal foi anunciado acreditei, ingenuamente, que a WWE iria dar de facto poder aos seus fãs? Claro que não. Apenas achei que a WWE iria dar uma melhor ilusão do mesmo do que na realidade deu. Tal como sugeri há semanas atrás, para tais efeitos tinham o Cyber Sunday que, independentemente de como fossem tratadas as votações, era um evento único. Na Raw tal formato caiu quase em desuso e perdeu toda a importância, se é que a tinha para começar.

Um dos aspectos que, ingenuamente, estava com esperança que melhorasse com esta hora extra da Raw era o trabalho e investimento nas Divisões de Tag Team, Divas e Mid-card (Título Intercontinental e de Estados Unidos). É verdade que crédito tem de ser reconhecido à WWE quando algo bom é feito. Apostas foram feitas em lutadores talentosos, várias equipas foram formadas, criaram-se histórias, começou a renascer uma divisão de Tag Team e segmentos foram dedicados aos outros campeões – também não é como se não tivessem tempo para tal. Infelizmente, por agora, apenas a divisão de Divas parece não ter ganho nada com esta hora extra.

Esta Divisão parece estar permanentemente nas ruas da amargura. Embora tenhamos lutadoras talentosas e algumas sem talento algum ou prova de esforço, as restantes ainda estão a evoluir e a melhorar. São estas últimas Divas, as que estão a evoluir e melhorar, que possuem o potencial de ser algo mais e fazer algo pela Divisão. São estas Divas que quando colocadas em combates de cinco minutos embaraçam-se a si mesmas e à indústria como um todo porque são demasiado mecânicas e parece que não sabem o que estão a fazer, contudo quando chegam ao NXT e têm dez e quinze minutos, conseguem fazer algo de grande qualidade.

Também é verdade que se tivessem dez ou quinze minutos na Raw as audiências iriam provavelmente descer em pico e os fãs nas arenas iriam cair no aborrecimento. Mas isto é porque a Divisão não é importante aos olhos dos fãs. A WWE não passa essa imagem da mesma. E como é natural, desistir de tudo só porque as audiências desceram a pico na primeira experiência, só ainda reforça mais a ideia na cabeça dos fãs de que esta Divisão não merece a atenção. Além de tempo, as Divas precisam de histórias a sério, não charadas e piadas como as da actualidade, e acima de tudo, paciência. Olhem para Ryback. Se a WWE tivesse desistido depois dos primeiros meses em que os fãs gritavam “Goldberg”, será que este estava onde está hoje, com quase todos os fãs do seu lado? Melhor exemplo de que consistência dá frutos é impossível

Em relação às restantes divisões, embora a WWE tenha feito um esforço consciente em reavivar estas importantes componentes do seu produto, a verdade é que a sua consistência ainda não é a melhor, mostrando assim que mesmo com tantos pormenores para tratar, a companhia ainda arranja tempo para inventar coisas que descredibilizem o que tem feito, como por exemplo, equipas criadas à pressão por nenhuma razão aparente, além do simples facto que têm de aparecer, já para não esquecer que o facto de uma equipa, ex-campeã já agora, separa-se e tal é anunciado nas redes sociais, enfatizando ainda mais o facto de que os fãs não precisam de ver os programas para saber o que se passa, reforçando ainda mais o ridículo que é o drama e importância atribuído às audiências.

O campeão de Estados Unidos ainda não tem rivalidade definida, não tendo por isso algo concreto com que possa avançar para consolidar a sua personagem. O campeão Intercontinental perde de forma limpa num dia e no dia seguinte age como se nada fosse. Enfim, pequenos detalhes que fazem parecer que a WWE tem tempo a mais para gastar e, quando se vê nessa situação, acaba por gastá-lo de forma errada, auto-sabotando-se quando na realidade ainda tem alguns aspectos para alinhavar.

Uma das imagens que a WWE começou a passar cada vez mais ao longo destes meses é que, na sua ânsia de preencher segmentos e ao mesmo tempo de sabotar tudo o que faz bem, vários lutadores com credibilidade questionável, por culpa da companhia, aparecem nos episódios. Estou a falar de Heath Slater, Zack Ryder, Tensai, Brodus Clay e por aí adiante. Estou a falar daqueles lutadores em que a WWE apostou, de alguma forma e feitio, para apenas depois os largar, abandonar e descredibilizar ao máximo custo, com ou sem razão para tal. Depois destas acções, vê-los a aparecer na Raw quase todas as semanas, acaba com a ideia de exclusividade da própria marca que é a Raw.

Como programa histórico que é, que durou tanto tempo e sempre tratado e visto como principal, os fãs habituaram-se à ideia de que na Raw é que estava aquilo que não se podia perder mesmo. Sim, houve tempos em que até a Smackdown foi melhor e preferível à Raw, contudo, mesmo assim, as estrelas que os fãs sabiam que eram mais importantes e valiosos para companhia, ou aqueles em que a companhia gostava mais de apostar, estavam sempre na Raw.

Antigamente, sempre que Ryder aparecia na Raw, tal era visto como uma vitória pessoal. Como algo importante e relevante. Hoje em dia, ele continua a aparecer quase todas as semanas, acabando assim com essa ilusão de importância. É verdade que ele faz parte de uma equipa com Santino Marella, contudo não é uma equipa que os fãs ainda levem a sério ou acreditem que vai ganhar algo.

Com isto terminou também um pouco da competitividade que deveria de existir. Este foi um dos aspectos que apresentei como prejudicial e que previ que iria ocorrer há semanas atrás.

Agora que praticamente toda a gente consegue aparecer na Raw, certamente alguns ficarão complacentes não ajudando de todo o produto. A pressão de que precisam de se fazer notar faz maravilhas e os verdadeiros talentos, aqueles que possuem esta bela arte nas veias, conseguem fazê-lo sem dúvidas.

Quando foi anunciado que a Raw passaria a ser de três horas, meses depois do fim do Brand Split ter ocorrido, questionei-me sobre qual seria a posição da Smackdown no fim disto tudo. Ora, embora tal não fosse difícil de prever, visto que era uma assunção lógica perfeitamente aceitável, a verdade é que nalgumas semanas a Smackdown é praticamente dispensável, senão sempre. Não vale de nada estar a colocar Sheamus, Orton, Daniel Bryan e até, em ocasiões especiais, CM Punk e John Cena como principais atracções da Smackdown, que os fãs facilmente vão a um evento da Raw e vêem tudo isto e muito mais. A Smackdown, tanto em televisão, como no que toca a house-shows, tornou-se completamente dispensável, sendo por isso de que há quase um ano, quase desde que a Brand Split acabou, que as bilheteiras dos house-shows da Smackdown têm sido trágicos.

A Smackdown é agora vista, pela larga maioria dos fãs, como um programa secundário, não muito diferente do Main Event e do Superstars. Porquê? Porque os fãs que assistem ao programa são cada vez mais menos e vão continuar a descer. Como é natural, com três horas para encher, seria de esperar que as histórias da Smackdown tivessem destaque na Raw, contudo, cinjam-se à principal, não desenvolvam todas as que possuam na Raw, caso contrário os fãs não tem mesmo razão nenhuma para assistir à Smackdown.  No meio de tanta programação que há para ver actualmente, e com a WWE a acrescentar sempre mais programas, não se torna difícil decidir quais é que não se perde nada se não se virem.

Se o programa principal da WWE, a Raw, que é onde tudo acontece, é cansativa e com um produto estagnado, em que posição é que isso deixa a companhia? Em que posição é que isso deixa o próprio campeão, CM Punk, que na sua missão de se imortalizar e fazer história não consegue salvar a programação, mesmo quando é o ponto central da mesma? Verdade, a WWE tem falhado terrivelmente com Punk nas últimas semanas – assunto a ser abordado daqui a duas semanas – contudo, facto é que os erros da WWE vão para além daquilo que julgamos. Ter a única grande estrela de topo, visto que o estado de Orton ainda é incerto pois as suas filmagens ainda não acabaram, e com John Cena numa situação de stand-by, a ser exposta demais na Raw e a ficar associada a um produto cansativo, não ajuda em nada o campeão.

Quem também corre o risco de se saturar depressa é Daniel Bryan e Kane, a equipa Hell No. Existiram certos episódios, nos recentes meses, em que foram mostrados tantos segmentos de bastidores de Daniel Bryan e Kane nas mais diferentes situações, que julguei mesmo que os fãs iriam saturá-los depressa, principalmente se estes começassem a perder a piada, o que geralmente acontece quando se tenta demais. Felizmente, tal ainda não aconteceu, mas esse é um risco que várias estrelas estão a correr de momento e com o qual as estrelas mais destacadas precisam de ter cuidado.

Para finalizar, penso que esta hora extra da Raw coloca pressão a mais na equipa criativa da WWE, nos produtores e no talento. Não, não estou a contradizer-me no que disse acima, onde afirmei que alguma pressão e competitividade iria ajudar a WWE. A verdade é que há certos tipos de pressão que são saudáveis e outros que não. Os lutadores ficam extremamente cansados com estas gravações, já para não falar do stress que decorre nos bastidores devido ao trabalho acumulado de apresentar um episódio de três horas todas as semanas. Tudo isto pode causar danos graves nos elementos da WWE. Elementos da equipa criativa a ficarem esgotados e sem ideias, lutadores demasiado cansados com o ritmo elevado de trabalho, já para não falar de que no dia a seguir precisam de gravar os restantes shows da WWE. Tudo isto, a adicionar ao facto do produto estar agora a enfrentar o que aparentar ser o início de uma crise – embora tal análise não esteja ainda definitiva – pode causar desmotivação, revolta e ressentimento.

A hora extra da Raw aumenta também o ritmo da programação, fazendo com que os fãs se sintam revoltados se numa semana não há avanços, como seria de esperar, e fazendo com que estes fiquem mais exigentes em relação aos mesmos. Enfim, esta hora extra da Raw veio a reforçar todos os problemas que já se tinham previsto e a criar tantos outros que com o tempo se tornam numa gigante bola de neve que impede a WWE de dar a volta à situação com facilidade.

Ora, esta situação não ajuda os lutadores, os fãs, o produto e certamente não ajuda as audiências, que aparentam ser uma grande preocupação de Vince. A única vantagem real que tal apresenta são os extra milhões que a WWE encaixa todas as semanas da USA Network. Contudo, pergunto-me se os tais rumores de que a estação não está contente com as audiências e está a por pressão na WWE serão verdade e se isso significa que esta situação está perto do fim. Não acho que acabe tão rapidamente, ficaria muito espantada se assim fosse, pois não vejo Vince, em toda a sua arrogância e egocentrismo, a desistir já. Se acho que seria uma boa ideia? Sim, sem dúvida. Regressar ao horário antigo com uma melhor noção daquilo em que se deve apostar é certamente o caminho a tomar, a meu ver.

Infelizmente, a WWE não surpreendeu e caiu em todas as tentações erradas no que toca a gerir a terceira hora da Raw. Contudo, em defesa da companhia, devo dizer que com três horas com que trabalhar, também não havia muito que pudessem fazer. Facto é que três horas é de mais para uma programação semanal de Wrestling, portanto mesmo que a situação actual do produto fosse muito diferente, possuo sérias dúvidas que este formato ainda fosse bem visto. Enfim, por esta semana é tudo, desejo um bom Bound for Glory a todos e até para a semana!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

17 Comentários

  1. Assim deixo de ver RAW

  2. danielLP21 - há 4 anos

    Perfeito.

  3. Dolph Ziggler - há 4 anos

    O próprio Vince também já está a ficar saturado com estas 3 horas. É stress em demasia.

    Penso que vamos ter Raw com 3 horas apenas até á Wrestlemania.

    • danielLP21 - há 4 anos

      Apenas? Ainda são 6 meses :D

    • RuiDionisio - há 4 anos

      até nao era bom, ou entao em vez de voltar ao horario antigo, fazem o Brand Slipt, para haver mais destaque aos mid-carders e Divas diferentes, e já agora os titulos de tag team tambem já se podiam separar, os WWE Tag Team Championships, e os World Tag Team Championships, o US Championship e o IC Championship, ao menos haveria concerteza mais destaque para muitos jobbers, Low-carders e mid-carders.

  4. wweforever76 - há 4 anos

    Pronto tá visto não tarda muito para o Raw de 3 horas acabar…

  5. GJD - há 4 anos

    O raw foi uma decepção ficou um programa com muitos momentos inúteis como Brodus Clay e r-Truth dançando

    • danielLP21 - há 4 anos

      Só foi uma deceção para quem se iludiu…

      • GJD - há 4 anos

        Eu quando surgiu os boatos eu via que não ia dar certo em nenhuma notícia falava que daria tempo para desenvolver os títulos secundários e rivalidades

  6. RAW IS WAR ! - há 4 anos

    O Raw nunca passou de 2 horas e 15 minutos. 45 minutos do tempo das supostas 3 horas são gastas em publicidade.
    Tambem ando um pouco farto do RAW. A começar num GM miseravel , com uma personagem americana baseada numa menina mimada do “High School” que quer ser cheerleader e esta a espera do convite do gajo popular da escola , ao mega enjoo da Tag Team HellNO. Tou farto de ver 2 superstars com talento a serem desperdiçados em teatro amador. Mas que merda é aquela de irem os 2 berrar um po outro “I’m the tag team champions” ?
    A divisão feminina , sinceramente acabem com ela. So temos silicone na WWE , lutadoras com categoria , acho que fugiram todas ou passaram para a TNA. Depois da Trish Stratus ainda houve uma fase Mickie James … mas depois disso temos uma Beth Phoenix que é mais o uso do cabedal que propriamente tecnica .

    ragam velha guarda para GM , contratem uns novos argumentistas , porque muitos como eu andam a ficar saturados da WWe e a preferir ver alguns valores com talento a emergir da X-Division da TNA.

  7. bennycr7 - há 4 anos

    O verdadeiro erro foi terem tornado o produto TV14 para PG

  8. DheFan - há 4 anos

    Raw is War – concordo contigo no facto da divisão Feminina estar a ir por agua abaixo cada episódio, tive pena de nao apostarem na Kharma e na demissão das Bella Twins,podem não acreditar mas estas três davam uma boa historia e rivalidade,isto é Bella Twins vs Kharma, porque se ainda estão recordados antes de Kharma regressar ela prometeu magoar as Bellas e ganhar o título, fiquei desapontado com a WWE pelas medidas erradas.
    Agora, em questao ao titulos mid-card,The Miz irá criar,assim espero, uma rivalidade intensa com o Kofi Kingston,quanto ao Antonio Cesaro eu não estou s ver quem seria o adversario ideal para fazer uma rivalidade intensa com ele , espera que dessem um push ao Drew McIntyre mas isso seria devia de imaginar ou talvez um regresso face de Jack Swagger.
    E para finalizar eu acho k a WWE ta a falhar em respeito ao Raw Active moment,é original mas até o meu primo de 10 anos sabe o que vai sair dali….
    Os GMs de ambos os show sao uma merda, desculpai-de o termo, nao tem criatividade e para ser sincero prefira ver um Booker T no ring do que com um fato a mandar no Show,talvez ele fosse o adversario perfeito de Antonio Cesaro.
    Eu gostava de ter um Gm Face e um Gm Heel tal como Eric Bischofft e Teddy Long.´
    Acabem com as 3 horas de Raw porque sinceramente eu adormeço a meio do programa o que é bastante constrangedor para mim como um fã de wrestling, e por amor de DEUS apaguem de fez essa ideia do roster da WWE ir para os dois shows,Raw e Smackdown, tentem faze-lo como antigamente porque assim originalidade na ira faltar tanto para historias como para combates.

    Eis o meu comentário em relação a este artigo,gostei bastante de facto, esta de parabens e até para semana.

  9. Henrique - há 4 anos

    MAS E A PURA VERDADE O RAW TEM QUE VOLTAR NO SEU HORARIO ANTIGO DE 2 HORAS PQ AS 3 HORAS E MAIS DE COMERCIAIS E OS COMBATES TAP NO NIVEL PESSIMO

  10. Kendrick - há 4 anos

    Esta foi a primeira semana que vi o primeiro segmento da Raw, li o restante em resumo, smackdown em resumo, morning slam e main event resumo, so vi mesmo o NXT na integra.. Maldito vince que destruiu um produto que adoro tanto… nunca mais morre o raio do homem…revolta mesmo…

  11. Henrique - há 4 anos

    E TAMBEM TEM QUE MUDAR O PERSONAGEM DO BRODUS CLAY OU DEMITIT PQ TO CANSADO DE VER AQUELA DANCA MALDITA DELE PO QUERO VER COMBATES BONSA E NAO BABAQUICES

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