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Smoke and Mirrors #166 – The Man Called Sting

Finalmente após de espera os fãs do pro wrestling assistiram no Survivor Series á estreia de alguém que já há muito queriam ver na maior empresa do género. Podem até dizer que talvez seja tardio este ingresso na WWE, e possivelmente até será, mas o que não podemos é negar que o momento em que ouvimos a sua música no evento para interferir no main-event foi algo que ficará na história da WWE.

Muitos opõem-se a esta presença por ser efémera e marcadas por poucas presenças físicas, mas a verdade é que no caso dele compreendo o argumento que quanto mais anunciado e frequente seja a sua presença pior. O que quero dizer é que alguém com a personagem como a que ele possui deve ser resguardado, e aparecer quase sempre de surpresa para que cada momento que tenhamos dele em TV seja único e irrepetível, para marcar a sua estadia na WWE por mais curta que possa vir a ser.

Assim, é sobre este homem que irei falar nesta edição do Smoke and Mirrors, e farei uma análise retrospectiva das diferentes faces e fases que teve na sua carreira, assim como analisarei a sua presença na WWE actual, nomeadamente para a Wrestlemania 31. Este homem já teve mil nomes (pronto não tanto), mas pode ser conhecido como o “ Icon”, “The Crow”, “The Joker”, “Stinger”, “The Man Called Sting” ou simplesmente Sting.

1.  A Franchise na WCW”

Para ser preciso e fidedigno na informação que vos vou apresentar, é importante referir que o Sting começa a sua afirmação na NWA (o projecto que antecedeu a WCW), porém já chega a esta companhia como uma estrela ascendente devido ao ser percurso na Universal Wrestling Federation. E por isso quando Jim Cornette e Dusty Rhodes apostam nele enquanto nome importante, já não era de todo surpreendente, o que foi surpreendente foi a rapidez dessa mesma ascensão.

E digo rapidez porque ele afirmou-se como o futuro da companhia em menos de um ano após a sua estreia em 1987, uma vez que em Maio de 1988 já estava a lutar pelo título contra o maior nome da companhia: Ric Flair. Sejamos francos mesmo que na altura não tenha vencido o título ( o combate ficou empatado), a verdade é que a primeira grande feud dele foi contra uma lenda e a sua stable os Four Horseman, e esse privilégio não é para qualquer um e o Sting foi um privilegiado por conseguir esse feito.

Aliás, durante os seus primeiros anos na companhia foi sempre colocado com feuds importantes com nomes importantes, tal como o Road Warriors e ao lado de nomes como o Great Muta. Sendo que esse percurso foi longo e feito de derrotas, mas depois tanto esforço conseguiu atingir em 1991 o patamar de campeão do Mundo da WCW, e nesse momento a companhia tinha criado um fenómeno de popularidade, e a cara da companhia. E fez após derrubar o seu “mentor” na altura Ric Flair, num dos combates mais marcantes da história da WCW e onde foi contada uma história fantástica.

Enquanto campeão o Sting teve sempre feuds importantes, como a rivalidade com a Dangerous Alliance onde defendeu o título contra o Big Vader. Mas o mais curioso nesta rivalidade para mim, é sobretudo assistirem aos primórdios do fenómeno enquanto manager de Paul Heyman, na altura Paul E. Dangerously mas já a demonstrar as sementes de um futuro brilhante nesta indústria.

Durante todo este período em que foi o franchise da companhia, e que culminou em 1995, Sting apresentou uma personagem que não era em nada parecida com a que ficou celebrizada para muitos fãs, o Sting era um top babyface cool, um surfer com paints na cara. Sendo que essas paints eram similares ao do seu anterior parceiro em anteriores aventuras, o Ultimate Warrior, mas nem por isso eram uma imitação um do outro. Cada um deles tinha a sua especificidade e diferenças nas gimmicks, e sobretudo na postura que tinham dentro do ringue.

O Sting mesmo como American Icon, ou Surfer sempre foi melhor que o Warrior nas promos e na forma como se contava uma história no ringue. Aliás, mesmo não sendo um primor técnico a verdade é que sempre reconheci no Sting a capacidade de contar uma história usando a personagem que possui, e esse talento era algo que já se via nesta personagem. Até porque esta personagem não sendo tão misteriosa como a que viria a seguir, era igualmente muito carismática e sem o Man Called Sting não teríamos tido o Sting mais dark, daí a importância desta personagem na carreira do Sting.

Entrance Theme WCW( Surfer):

https://www.youtube.com/watch?v=I1opBep9wZs

Sting vs Ric Flair: https://www.youtube.com/watch?v=245ia348HEQ

2. The Crow

Depois da fase cool da carreira seguiu-se a fase mais Dark da sua carreira, e possivelmente a fase que quase todos os fãs conhecem melhor da carreira do Sting, ou seja a fase onde deixou crescer o cabelo e escureceu, e começou a vestir-se de negro. Ou seja, a transformação do Sting foi radical e não foi apenas algo visual mas igualmente de atitude e gimmick que embora não se tenha tornado totalmente heel, passou a ser mais misteriosa que a anterior personagem, sendo que essa mudança chegou ao moveset que só naquela altura começou a ter os finishers pelo qual é reconhecido.

A personagem do “Corvo” ou “Escorpião” era claramente apelativa e uma das principais atracções do Monday Nitro, onde foi um dos principais opositores dos NWO ( Hogan, Nash e Hall). Essa rivalidade a par da anterior com Ric Flair e os Four Horseman , foi das mais históricas da carreira do Sting e sobretudo estará para sempre ligada a um dos momentos mais importantes de sempre da história do Wrestling.

Estou a referir-me como é óbvio ao heel turn do Hogan, que foi para todos os efeitos um dos momentos mais chocantes de sempre do wrestling, e que levou a uma revolta junto dos fãs que deu um enorme impulso ao produto da WCW. A companhia graças a este ângulo foi um dos motivos de conversa e debate durante esse período, sendo em parte um dos motivos que fez a WCW forte durante as Monday Night Wars. E sem dúvida que o Sting foi dos principais obstáculos e adversários desta Stable, pelo menos no período do auge dos NWO e no qual eles fizeram sentido existir e foram credíveis.

Porém, esta Stable não esteve ligada ao melhor momento de Sting, mas igualmente á aquela que foi claramente a fase mais negra da carreira desta Lenda: ou seja o NWO Wolfpack. E digo isto porque a fase onde se criaram múltiplas versões desta Stable foi o momento em que ela ficou sem credibilidade alguma, e com isso estragou-se um conceito que poderia ter sido muito bom e histórico caso tivesse ficado como foi criado. Para perceberem melhor, isto é um pouco como se os Shield tivessem desmembrando-se e surgissem várias versões da Stable, isso levaria na minha opiniao a uma deterioração da essência que tinha estado na génese da stable.

Por esse motivo é que digo que esta foi a fase menos credível da carreira do Sting, mesmo que continuasse a ser uma das principais figuras da companhia quer fosse ele heel ou face. E era pela sua capacidade de contar uma história e criar presença sem sequer abrir a boca, e esse dom está ao alcance de poucos wrestlers. Além que ele sempre foi talentoso nas promos, o que permita que a sua mensagem e atitude atingisse os objectivos pretendidos nas rivalidades em que esteve envolvido.

Depois veio o fim da WCW com a sua aquisição por parte da WWE, e apesar de ter ficado na companhia até ao último dia, ele recusou mudar-se para WWE sobretudo por questões criativas, uma vez que pensou que seria tratado da mesmo modo que alguns nomes da companhia, nomeadamente como o Booker nos primeiros tempos. Porém, nada o garante que teria sido igual no seu caso, sobretudo se viesse com a sua gimmick de Crow, mas este tipo de decisões não dá para voltar atrás, e muitos pensaram que devido a esta decisão que nunca o iríamos ver num palco da WWE.

Hogan vs Sting : https://www.youtube.com/watch?v=4CKeFvwA4zU

Promo no último Nitro: https://www.youtube.com/watch?v=Z5_H07HtFrM

3. Carreira como Icon na TNA

Mas a carreira da lenda da WCW não tinha acabado com o fim da companhia, ela prosseguiu na TNA onde se estreiou em 2003 mantendo-se na companhia durante mais de uma década, até no final do seu contrato em 2014. Durante essa década ele foi um dos principais símbolos e lendad da TNA, aliás se a TNA se afirmou no mundo do Wrestling muito provavelmente deve isso ao Sting. Claro que ele não fez tudo sozinho, e temos que repartir os méritos com os TNA Originals, Kurt Angle e a X Division, mas sem dúvida que o “Icon” Sting é um dos nomes mais marcantes da história da TNA, se não mesmo o mais importante nem que seja por ser o homem com maior número de títulos mundiais na história da companhia.

Durante o período em que esteve na TNA ele por várias ocasiões fez mudanças de personagem, mudando de face para heel, mas mantendo quase sempre ao longo do tempo sempre a gimmick de Crow. Sendo que as mais assinaláveis excepções foram a personagem de Joker na Rivalidade com Mr.Anderson, e a faceta sem paint e de “padrinho” nos Main Event Mafia.

No entanto, e tal como na WCW ele pautou todo o seu percurso por um enorme profissionalismo, e capacidade de contar uma história, e simultaneamente elevar jovens talentos. Aliás, se existe herança que ele deixa nos sítios onde esteve foi de sempre elevar os novos talentos, e sendo isso uma dádiva rara no wrestling actual só o posso elogiar por ter esta postura profissional. E se dúvidas existem do profissionalismo e ética de Sting assistam a forma como ele agiu no Victory Road 2011, quando teve que concluir o combate pelo título com Jeff Hardy o mais rapidamente possível, tentando evitar que a situação gerasse o menor número de criticas possível.

Todavia, não é como o homem que salvou um main-event que recordo o Sting na TNA, recordo uma lenda que teve boas rivalidades contra nomes como AJ Styles, Christian Cage, Kurt Angle, os Aces and Eights, Jeff Jarrett, e por exemplo Ethan Carter III na fase final da sua carreira na TNA. Portanto o percurso dele na companhia foi notável e histórico, sem muitas máculas além da crescente degradação da sua forma física, algo que já era visível nos últimos anos e que poderá condicionar a sua perfomance na WWE, mesmo que seja apenas um combate na Mania.

O Homem a quem chamam Sting na minha opiniao atingiu a genialidade na companhia tal como referi em dois momentos: Na primeira encarnação dos Main Event Mafia onde conseguiram claramente ser uma stable com impacto na companhia, e sobretudo com um propósito. E posteriormente na sua imitação do Joker do Dark Knight, onde toda a sua capacidade de interpretação enquanto actor esteve no auge, ajudando a desenvolver a rivalidade de forma impecável.

Assim, e tendo em conta tudo o que fez e passou na TNA fica a sensação que a sua despedida da companhia foi muito seca, e alguém com a importância que ele teve no desenvolvimento da TNA merecia ter tido uma saída com maior classe e uma homenagem á sua altura. Claro que é TNA Hall of Fame, mas até esse dado parece que passou ao lado da companhia quando ele não renovou contracto, e isso parece-me uma “traição” bem mais grave que ele pisar o ringue da WWE.

Joker TNA : https://www.youtube.com/watch?v=YEmL10pPnWg

Sting vs AJ Styles: https://www.youtube.com/watch?v=IvVijzazQ_A

4. Expectativas para a “passagem” pela WWE

E foi no dia 23 de Novembro de 2014 que Sting finalmente pisava o palco da WWE, e tal como o Undertaker estreava-se no Survivor Series. Podemos dizer que talvez tenha chegado tarde de mais para se apresentar ao seu melhor nível, e que não irá ter o “desejado” combate com o Undertaker pela Streak, no entanto não deixou de ser um momento histórico o momento em que ajudou a “ afastar a Autoridade” do poder,( por pouco tempo é verdade). Mas não podemos negar que o momento em confrontou com o Triple H criou imediatamente o sentimento que estava criado um combate para a Wrestlemania.

E apesar de concordar com quem diz que não devem ser anunciadas publicamente as suas aparições, também penso que ele já deveria ter aparecido para justificar os actos no Survivor Series. Ou seja, não podemos ter um Sting anti-Autoridade sem perceber os motivos pelos quais se opõem, isto tudo para que os fãs possam investir verdadeiramente no combate entre eles.

O que pretendo dizer é que não basta apresentar o combate por si, nesta situação e depois das acções do “vigilante” não podemos ficar sem explicações das motivações por detrás desse momento. Aliás, nem devíamos ter ficado tanto tempo sem as ter, no entanto tudo poderá ser minimizado se essas explicações forem apresentadas de forma plausível, mas não deveríamos esperar muito mais tempo até elas aparecerem, sob pena dos fãs não se mostrarem no combate.

Se juntarmos a isso o facto de o Sting não estar no auge da sua carreira, então é facilmente perceptível que a qualidade da rivalidade dependerá e muito da forma como a história for contada. Tendo em conta isso, a minha expectativa para a rivalidade é de expectativa pelo momento em que vou perceber os fundamentos da mesma. Até lá a vinda do Sting para WWE é vista como algo histórico sem dúvida e sobretudo servirá para permitir a indução desta lenda no Hall of Fame, e tendo em conta a sua carreira isso é justíssimo.

Estreia na WWE : https://www.youtube.com/watch?v=lwYIm4RxoWk

É deste modo que concluo a edição desta semana do Smoke and Mirrors, que tal como tinha prometido teve um tema mais vintage ou de análise do passado de uma lenda do wrestling. Para a semana prometo voltar para mais uma edição, e esta não será uma edição qualquer pois será o Guia de Antevisão do Royal Rumble de 2015, e por isso mesmo é uma edição a não perder.

Figuras da Semana

Hardyz- Excelente combate pelo título de contender pelo título de Tag Team. Para quem não viu ainda é claramente um combate a ver, porque é absolutamente fantástico.

Eric Young- A nova atitude do EY é agradável pelo menos á primeira vista, o que vem comprovar o talento dele enquanto performer.

Beat Down Clan- O Impact Wrestling girou em torno dele e por isso mesmo teria que ser um destaque esta semana. Claro que o Aries perder o titulo para o Low Ki foi negativo por ser um troca em apenas uma semana, mas talvez isto tenha algo escondido.

Lucha Undeground- Episódio perfeito. Combates espectaculares e sobretudo contou-se bem a história do novo recruta Cage que é um talento formidável.

Finn Bálor- Excelente combate entre Bálor e Kidd onde ficou á vista de todos o talento do novo reforço do NXT, e igualmente a capacidade do Kidd de apresentar o melhor dos talentos que enfrenta.

Sasha Banks- A Boss venceu a campeã num Tag Team e isso deverá ser suficiente para alongar a rivalidade pelo título com a sua antiga aliada.

Sami Zayn e Kevin Owens- Excelente vitória do Zayn no combate pelo título, num embate em que tanto ele como o Neville estiveram a altíssimo nível. Porém, o foco final esteve no ataque do Owens ao seu amigo Zayn estragando novamente os festejos da vitória.

Daniel Bryan- Finalmente regressou á acção e aparentemente está em boa forma, e recuperado. Esperemos que as próximas semanas não tragam más notícias para o líder do Yes Movement.

Dean Ambrose- Espantosa a forma como mesmo em segmentos de comédia ele consegue brilhar, e como consegue manter-se popular apesar das derrotas que teve nas últimas rivalidades.

Seth Rollins- Espantosa a evolução do Rollins em apenas um ano, e isso foi visível nesta Raw. Aliás a frase que melhor descreve a última Raw é: Raw is Rollins.

Surpresa da Semana

Savage no HOF- Finalmente e após anos de espera, o Macho Man tem o reconhecimento que sempre mereceu.

Desilusão da Semana

Ascension- Sinceramente o booking dos Ascension tem sido uma desilusão, e isso continuou esta semana. Isto porque é difícil levá-los a sério se não derrotarem adversários a sério, nem que sejam os Matadores.

Perguntas da Semana

Qual a tua opinião sobre as diferentes fases do Sting( ou pelo menos as que conheces melhor)? E quais as expectativas para a sua presença na Wrestlemania 31?

Concordas com as figuras , surpresa e desilusão da Semana?

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “Smoke and Mirrors”.

30 Comentários

  1. Diogo Teixeira - há 2 anos

    Excelente artigo José, não conhecia muito bem o passado do Sting e este artigo ajudou-me a saber mais.
    Qual a tua opinião sobre as diferentes fases do Sting( ou pelo menos as que conheces melhor)?
    Não conhecia a sua “primeira versão” na WCW, apenas sei a partir do momento em que teve a personagem “The Crow”. Acho que foi uma pena mesmo que ele não tenha ido para a WWE quando esta adquiriu a WCW, pois podia ter sido uma das principais caras da companhia e nesta altura já teria tido o combate com o Undertaker numa Wrestemania, de certeza. Quanto à sua passagem pela TNA, embora boa, foi como disseste a época em que o seu rendimento começou a descer, devido à idade, mas reforço o que disseste em relação ao seu profissionalismo, principalmente naquele combate com o Jeff Hardy.
    E quais as expectativas para a sua presença na Wrestlemania 31?
    Acho que o combate com Triple H (se acontecer) será um combate muito mediático e será um dos destaques da Mania, e espero que o Sting apesar das debilidades que vai apresentando à medida que a idade avança consiga estar à altura do combate e nos proporcione um match inesquecível.
    Concordas com as figuras , surpresa e desilusão da Semana?
    Concordo, a evolução do Rollins é sem dúvida incrível, está um Top Heel consagrado e é cada vez mais o futuro da WWE.
    Owens e Zayn vai ser uma feud memorável, provavelmente a última do Zayn antes da sua subida ao main roster.
    Tenha pena que a WWE não se esteja a esforçar no booking dos Ascension pois têm um grande potencial mas acho que os seus primeiros combates não estão a ter o impacto esperado muito devido ao facto de enfrentarem sempre tags locais.

    • José Sousa - há 2 anos

      Muito obrigado. Era este o objectivo do artigo era mesmo mostrar a quem não conhecia tao bem o Sting a carreira dela, e quão diversificada foi.

  2. CMPulz - há 2 anos

    Engraçado, ao menos podias mencionar que vais buscar isso tudo ao whatculture…

    • RicardinhoO - há 2 anos

      Não percebi esse comentário.

      O WhatCulture também vai buscar isto a algum lado e eu não te vejo a reclamar lá.

    • José Sousa - há 2 anos

      Eu não fui buscar nada ao What Culture. Aliás, claro que faço pesquisa para os artigos, mas isso qualquer pessoa que escreve informação. Sempre ouvi falar que devemos comentar de forma fundamentada, e é isso que faço.

      Depois se esse comentário é a dizer que fiz copy paste e depois traduzi, então saiu-te um tiro pela culatra porque nunca o fiz na minha vida, quer seja como cronista ou mesmo noutro tipo de texto.

      • CMPulz - há 2 anos

        Sim foi, e não, não me saiu o tiro pela culatra que eu ainda sei bem o que leio e o que já li…

      • danielLP21 - há 2 anos

        Põe aí o link desse artigo, sff.

      • José Sousa - há 2 anos

        E eu sou sério e NÂO Admito que acuses de coisas que não fiz ok ? Eu tenho o espaço há três anos e nunca plagiei, nunca. Não venhas acusar de mentiras e de algo que nunca fiz durante todo o tempo do Smoke and Mirrors.

    • MR Perfection André Santos - há 2 anos

      Comentário absurdo!!!! O José em momento algum imita seja o que for. Rapaz (deves ser mais novo que eu), eu leio muito e já fiz um artigo acerca do sting e, é normal, pesquisarmos e lermos, agora imitar e transcrever NUNCA, por isso não sejas injusto para com o José, pois ele dedica-se à muito tempo e sem falhas para publicar o Smoke!

      Já agora Excelente Artigo meu caro!

      • José Sousa - há 2 anos

        Obrigado André. São 3 anos a passar de Smoke and Mirrors, e nunca e repito NUNCA copiei nada. Aliás, arrisco-me a dizer que neste tempo todo, algumas semanas mais em cima da hora outras não, mas nunca falhei uma semana. Isso não me faz melhor que ninguém, mas demonstra a paixão com a qual faço este espaço, e que tenho por este “Mundo”.

  3. Tibraco - há 2 anos

    Bom artigo José.

    Foi interessante ler sobre alguns momentos da carreira do Sting e, em relação ao presente, já dei a minha opinião no último OF. Por muito que possa perceber que ele só deve aparecer de vez em quando e que não deve fazer promo eu, como fã, não consigo fingir que é absolutamente normal ele ter ido atacar o HHH só “porque sim”. Ainda menos consigo engolir que ele não tenha vindo em auxilio do Edge para impedir o regresso da Autoridade.

    Por muitos motivos “comerciais” que a WWE tenha, os fãs não têm nada a ver com isso. A obrigação dele é apresentar histórias coerentes e não as histórias que mais lhes convêm tendo em conta os actuais contratos. Se, pelo número diminuto de presenças, não era possível fazer uma história decente com o Sting então não faziam nenhuma.

    • José Sousa - há 2 anos

      Concordo contigo. Dai ter dito que já passou tempo de mais desde do confronto, ou seja já devíamos ter tido alguma explicação. E por mais que o nome do Sting venda, ele não é um Brock Lesnar que vende muito mais, mesmo que também não concorde com o contrato do Brock.

      • Tibraco - há 2 anos

        E se era tão importante o Sting não falar, qual a necessidade de o fazer estrear no SS? Se a ideia era só fazer o combate na ‘Mania com o HHH faziam a estreia agora em 2015. Ainda não me deram um argumento suficientemente forte para me convencer do contrário.

        O Lesnar vende mais mas é precisamente isso que está em questão. Ou seja, eu, como fã, não tenho que ter em atenção quem vende mais ou menos. Ah e tal, o Wrestler X aparece pouco porque as presenças dele são muito caras. Pá, ok mas isso é problema da WWE. O dever deles é apresentar histórias coerentes. No entanto, acho que no caso do Lesnar, muito por “culpa” do Heyman, até se têm conseguido safar minimamente. Esta do Sting é que ainda não engoli.

      • José Sousa - há 2 anos

        Exacto! Não basta dizer temos aqui estas lendas, tem que nos vender um motivo pelo qual se vão confrontar, e não tivemos nada. E sobretudo quero ver como resolvem a situação do Ziggler, ou seja, é importante que o regresso tenha sentido e algum motivo, mesmo que possa vir a não ter.

  4. Don_Ricardo_Corleone - há 2 anos

    Acho que o Sting já deveria ter aparecido desde que a Autoridade regressou. Se tivesse sido na altura em que o Rollins estava a ameaçar o Edge para o salvar e impedir o regresso da Autoridade, teria sido o ideal. Assim contruiam melhor a feud, com o Triple H furioso a exigir explicações e o Sting a aparecer no inicio da Road to Wrestlemania para construir essa mesma feud. Infelizmente esta feud vem muito tarde pois os últimos combates do Sting na TNA eram já muito fracos, ele não está em boa forma tendo em conta a idade, por isso não sei até que ponto apostar nele como wrestler, mesmo que apenas em 1 ou 2 combates vale a pena. Seria melhor como figura de autoridade, um justiceiro escolhido pela Board of Directors, sempre era mais realista. Sejamos sinceros, se o Undertaker regressar e tivermos o Sting vs Triple H, seram certamente dois combates de fraca qualidade no maior main event do ano, com todo o respeito que os 3 merecem.

    • buf ruf - há 2 anos

      Estas a falar de sting e do undertaker não do triple h, o triple h ainda consegue dar bons combates

      • Don_Ricardo_Corleone - há 2 anos

        Ele dá bons combates com um adversário jovem que dê ritmo ao combate. Com um veterano como ele já não dá. O que é normal.

    • José Sousa - há 2 anos

      Eu concordo totalmente contigo. Além que isto afecta os” 3 despedidos”, mas pronto. E tens razão o Triple H dá bons combates se tiver um wrestler a conduzir o combate, ou seja alguém tipo o Daniel Bryan, ou os Shield. O Triple H a imprimir ritmo com o Sting duvido que saia algo de positivo.

  5. CMelo01 - há 2 anos

    Excelente artigo José, continuação do teu bom trabalho

  6. Vinícius Nunes - há 2 anos

    Gostei muito do artigo José, confesso que não acompanhei essa primeira fase do Sting na WCW, só conheci mais essa fase de Corvo que foi a que me cativou mesmo, eram épicos os duelos NWO vs Sting, a personagem era mesmo brutal e fez história, depois foi fulcral para o crescimento da TNA em várias formas, enfim, é uma lenda do wrestling, merece ter esse combate na Wrestlemania, pena que não acho que as presenças dele estejam bem administradas, ele poderia ter aparecido pelo menos uma vez mais durante esse tempo desde o ataque no SS até hoje, enfim, não tenho expectativas muito altas pra esse duelo contra o HHH, só quero que ele ganhe e depois se reforme de vez e que no ano que vem esteja no Hall Of Fame e seja o primeiro a estar no Hall Of Fame da WWE e da TNA…

    • José Sousa - há 2 anos

      Sem dúvida. A fase dele com os NWO é histórica e é a parte boa dessa Stable. Porque as divisões que tivemos depois não fizeram muito sentido.

  7. Sorlei Rui Oltramari - há 2 anos

    Parabéns pelo artigo, José!
    Não conhecia muito do Sting e agora entendi o porque de lhe chamarem de lenda.
    Qual a tua opinião sobre as diferentes fases do Sting( ou pelo menos as que conheces melhor)? E quais as expectativas para a sua presença na Wrestlemania 31?
    Mesmo não tendo acompanhado de perto a sua carreira, é indiscutível que Sting é uma lenda do pro-wrestling. A fase ‘The Crow’ é a mais coroada e a que muita gente o conhece. Creio que será induzido ao HOF (pelo que fez na WCW).

    • José Sousa - há 2 anos

      Sim. Era esse o meu objectivo era conseguir apresentar a alguns de vós a história do Sting, sem ser um artigo de Wikipedia onde debitava as rivalidades e tudo o que fez.

  8. 434 Days - há 2 anos

    Bom artigo sobre uma lenda da indústria que chega agora à mais mediática empresa de Wrestling. Tinha conhecimento do seu percurso na WCW, nomeadamente com a personagem do “Crow”, que marcou uma era. Espero que consiga cumprir o seu papel na WWE e nos proporcione combates satisfatórios. Em relação a esta semana totalmente de acordo com as figuras. O Finn, Bryan e Rollins foram os que gostei mais de ver.

  9. crazydigchiks - há 2 anos

    Ótimo artigo , eu nunca acompanhei o WCW , pois na época que começei a assistir WWE (2004) , já nem existia mais , e agora que conheço um pouco mais sobre aquela grande Luta Livre que já ultrapassou a WWE em audiência , tenho muita vontade de saber mais sobre o WCW , em 2013 vi o último episódio do WCW que é muito difícil de encontrar hoje na internet de graça , em que parece que o último combate foi o do Ric Flair vs. Sting , foi o único WCW que eu já assisti . Agora sobre o Sting , nunca acompanhei sua carreira no WCW , mas sei que ele foi um grande wrestler no WCW , assim como o Undertaker na WWE , e por isso tenho muito respeito por ele , mas o que acho bem intrigante sobre a história do WCW no auge , são os NWO , Nash , Hogan e Hall , conheço muito bem a carreira destes na WWE , foram grandes nomes do Wrestling por onde passaram , e o que mais acho curioso é o Hulk Hogan como heel no WCW , ele só virou heel na WWE após retornar para companhia , e foi incrível a personagem dele naquela época , baseando-se nisso , pensaria como o John Cena poderia ser um excelente heel assim como foi o Hogan

    • José Sousa - há 2 anos

      Talvez! Mas o Hogan virar heel foi o Best for WCW Business, sobretudo foi por isso que o fizeram. Curiosamente nem me lembrei que os NWO estão de volta momentaneamente hoje á Raw.

  10. Diogo7 - há 2 anos

    Excelente artigo sobre a carreira do Sting, José.

    Nunca acompanhei a sua carreira, por isso não sou fã dele e não fiquei muito entusiasmado com o seu “debut” no Survivor Series. No entanto, a forma como fez o “debut” foi muito boa. Arrepiante mesmo. Nem quero imaginar o quanto os fãs dele “markaram”…

    Quanto à feud com o HHH, não estou muito entusiasmado porque até agora ainda não foi explicado nada acerca do seu ataque no SS. Ainda por cima a Autoridade voltou e não há sinal dele. Espero respostas em breve.

    • José Sousa - há 2 anos

      Claro. Eu admito que teve coisas que conheci por atraso, mesmo em tempo real só o tempo da TNA. Mas seria bem mais fã dele se tivesse visto o tempo da WCW, nem que fosse por se opor a esse grupo de wrestlers que curiosamente hoje vamos levar na Raw.( será sinal de algo)? É que sinceramente acho que algo vai interromper a reunião de lendas( nem que seja o Brock ou o Darth Rollins).

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