The Bottom Line #28 – Análise DVD: Steve Austin (2011)

Olá a todos e sejam bem-vindos a mais uma edição do “The Bottom Line”. Na edição desta semana, queria arriscar num nova ideia que já tem estado na minha cabeça à já algum tempo. Sem rodeios, essa minha ideia seria a de fazer uma análise de Sets ou coleções de DVDs que a WWE lança de modo a dar uma classificação final sobre o mesmo e se vale a pena realmente ter sido produzido. Sendo assim decidi arriscar e fazer um artigo pondo a ideia em pratica. Resolvi que não existia melhor Set para ser o primeiro, do que uma Coleção que saiu em 2011 do wrestler em quem eu me inspirei para dar o nome a este espaço. Estou a falar do “Stone Cold” Steve Austin, que viu a sua carreira ser compilada em 2011, com o nome “Bottom Line  Of The Most Popular Superstar Of All Time”. Ora este Set possui 4 DVDs e irei fazer análise a todos eles, um por um. Sem mais demoras, vamos começar esta análise!

“So I said how about me and Hogan man, because Hulk Hogan, Hulkamania was the biggest thing to ever come down into Wrestling! No brother that’s not for you..you can’t get there….., thassss for somebody else we’re gonna keep you where you at right now. Hu, Ha….I said how about Savage, man he’s got the whole Slim Jim Deal, well how about I…..no baby Steve, thasssss for somebody else….Ha….So I look around and now there’s nothing to do, and there’s NOTHING AT ALL going my WAY because the POLITICS, In Dubya C Dubya, kept..the BIGGEST, Potential Superstar in Wrestling, on the GOD DAMN GROUND!” -Steve Austin (1995)

Disco 1

Ora no primeiro DVD do Set, temos um documentário que fala de toda a carreira do Steve Austin desde o inicio até ao fim. É algo que reforça este Set, visto que em coleções anteriores do Austin, ainda não tinha sido feito um documentário sobre o mesmo, pelo menos um que fosse feito de forma global sobre a sua carreira.  Temos um “Opening” bastante bem feito, que reforça que o Steve Austin não era uma Superstar como as outras. Descobrimos que o Steve começou a ver wrestling quando era pequeno e que o descobriu quando estava a mudar os canais e encontrou uma emissão do território de Houston. Ele disse que após começar a ver aos poucos, descobriu que queria fazer aquilo a vida toda. Então o Documentário começa a mostrar como o Austin encontrou uma escola de wrestling para aprender e como aos poucos começou a trabalhar e a lutar na USWA em Dallas. Existe uma história curiosa em como o Austin encontrou o seu nome artístico. Lendas da USWA como Zeb Colter e Paul Bearer falam de como o Austin era muito bom dentro do ringue naquela altura. Podemos ver claramente que o wrestling que o Steve apresentava e o seu look, que algo que especial poderia vir dele.

Após esta passagem pela USWA e de ter sido nomeado o Rookie do Ano em 1990 pela PWI, Austin foi chamado para se juntar à WCW. A WCW em pouco tempo deu-lhe o título TV da companhia e Austin fala de como aquele era um dos seus títulos preferidos ao longo da carreira. Após isto vemos o primeiro factor em termos de políticas que influenciou o Steve Austin na WCW. Descobrimos que o Booker da altura, Dusty Rhodes, prometeu ao Austin um grande push como campeão dos Estados Unidos, coisa que nunca veio a acontecer, pois logo de seguida o Dusty muda de ideias e de repente, Austin está a fazer equipa com Brian Pillman. Está história é um dos pontos altos deste documentário pois Austin contou-a na perfeição. Steve diz que ao principio não gostava da ideia, mas que aos poucos começou a gostar, dizendo que ele e Pillman era uma grande Tag Team. Depois temos a popular história de como o Eric Bishooff despediu Austin quando este estava lesionado e pelo telefone. Austin diz que olhando para trás sobre o que aconteceu, ele admite que compreende o porque da WCW o ter despedido no estado em que ele estava. O Documentário encerrava desta forma o capítulo da WCW. Fiquei um pouco desiludido pelo facto de não ter sido feita uma cobertura da altura em que Austin fez parte da “Dangerous Alliance” com Paul Heyman.

De seguida é feita uma cobertura da passagem de Austin pela ECW. Paul Heyman fala de como ele disponibilizou uma plataforma para Austin “trabalhar” em promos, mesmo estando ainda lesionado. Aqui temos um “package” das grande promos que Austin fez na ECW e que ainda são famosas na internet nos dias de hoje. Joey Styles fala de como foi importante a passagem pela ECW na carreira de Austin e como viria a influenciar a sua carreira. Depois, passamos rapidamente para a entrada de Austin na WWE com a Gimmick de “Ringmaster” e o quanto horrível era, nos olhos de Heyman e Styles. Vince ainda tenta defender a Gimmick, mas na minha opinião, os seus argumentos não são lá muito bons.

Aqui entramos no inicio da Gimmick “Stone Cold” e de como a sua vitória e sequentemente promo no King of the Ring 1996 foi o ponto de viragem na carreira de Austin. A partir daqui, vemos Vince Mcmahon dizer que a T-Shirt “Austin 3:16” atingiu vendas recorde que até hoje ainda não foram quebradas. Jericho acrescenta que ainda hoje vê pessoas a usar essa T-Shirt. Bret Hart, de seguida, fala de como a sua rivalidade com Austin foi uma das melhores na sua carreira. Na minha opinião, foi a melhor da sua carreira, ainda maior que a rivalidade com Owen e Michaels. Ele e Austin dizem que os combates que os dois tiveram foram praticamente perfeições, principalmente o combate da Wrestlemania 13, algo com que tenho que concordar. Eles falam em detalhe desse combate na Mania, desde a sua construção, até ao final que fez de Austin uma estrela. Tendo sido o combate em Chicago, Cm Punk dá um pouco da sua opinião sobre o combate. Ele não podia ter dito melhor, quando afirma que os fãs não detestavam o Bret, simplesmente gostavam do Austin ainda mais. Austin conclui esta parte dizendo que este combate fez dele, basicamente, o filho da mãe mais duro da indústria.

O capítulo seguinte abordado é o pescoço partido no Summerslam 1997. Austin fala de como naquela noite ele era, nas suas palavras, “1% Tough, 99% Lucky”. Ele diz que lhe condicionou a carreira e de como lhe provocou imensas dores, dores que acredito que até hoje ainda lá estejam. Owen Hart, responsável pelo Botched Piledriver que partiu o pescoço do Austin, é retratado neste seguimento um pouco mal. O que quero dizer com isto é a imagem que quiseram mostrar de Owen. Bret diz que o Owen se esqueceu de ver como estava o Austin quando este foi para o Hospital, e que não lhe ligou logo na primeira oportunidade. É concluído que a relação entre os dois ficou alterada até à morte de Owen. Eu gostaria de acreditar que o Austin tenha perdoado o Owen por aquilo que lhe aconteceu.

De seguida, é mostrado o quanto a personagem de Austin evolui-o durante a lesão de Steve. Aqui entramos no capítulo da rivalidade com Vince e de como ela começou. Começamos a entrar num território onde não encontramos nada que já não soubéssemos. É falado da rivalidade com o The Rock pelo título Intercontinental, coisa que não esperava, bem como o popular confronto com Mike Tyson. Depois vemos o build up até á conquista do título na Wrestlemania 14, quando Austin derrotou Shawn Michaels. Jericho diz algo que que nunca tinha pensado, ao afirma que o Shawn era o elemento menos importante nesta Storyline, a par de Austin e Tyson, algo que não consigo deixar de concordar.

Após isto, é feito um resumo da grande rivalidade entre Austin e Vince, onde é mostrado vários momentos entre os dois. Estou a falar claro do Zamboni, do camião de cimento, a visita ao Hospital, o Rapto, entre outros. A rivalidade entre Austin e Rock é mostrada a seguir, falando do Build up até à Mania 15. Vários wrestlers falam de como estes dois eram uma raridade, pois eram tão bons estando a competir na mesma Era. The Rock diz que o Austin e ele tinha uma grande química e que sempre que entravam no ringue queriam fazer melhor do que a outra vez.

Após isto, é dado uns quanto minutos para falar do quanto importante era o Austin nos Media. Vemos alguns seguimentos de Austin em programas de televisão, como o Conan O’Brien. Isto é usado também para afirmar dos horários difíceis que Austin andava a fazer e de como tinha o corpo cansado, principalmente as dores no pescoço. É falado do período que Austin esteve parado a receber a operação ao pescoço e Jim Ross diz que acompanhou Austin durante todos os passos. Após um ano parado, Steve regressa e Austin admite que não esperava ser recebido com as grande ovações que receberá em anos como 98 e 99. Parecia que ele nunca tinha desaparecido. O segundo combate entre Rock e Austin na Mania 17 é falado de seguida. É dito que os dois fizeram uma das maiores performances de sempre. Na minha opinião, é a melhor de sempre. Austin diz que achava que a sua personagem “Stone Cold” estava um pouco igual e nada evolutiva durante os anos que se seguiram e disse que achava boa ideia, na altura, de fazer o heel turn na Mania, visto que Austin adorava ser um heel e tinha a certeza que o Rock como Babyface iria ajuda-lo no seu turn. O problema é que ninguém queria odiar o Steve Austin, sendo que Vince e Austin admitem que foi uma má jogada da parte deles.

Steve afirma que apesar das más acções como heel que estava a fazer, ninguém o queria odiar. Assim sendo, Austin decidiu tornar-se num heel cómico, algo que resultou bastante bem, tendo feito grandes seguimentos com Kurt Angle e Vince. Adoro que o Kurt Angle tenha tido algum destaque nesta parte do Documentário. De seguida entra a explicação para a frase “What”. Christian explica em grande parte a origem desta “catchphrase” visto que ele foi responsável por isso. Prefiro não “Spoilar”.

De seguida, é feito uma cobertura da Infame fase onde Austin abandonou a WWE por motivos de Booking. Fiquei surpreendido pela WWE ter dado destaque a isto por alguns minutos. É falado de como o Austin não queria por o Brock Lesnar “Over” em plena Raw, defendendo que não era o indicado, visto que se podia ganhar mais se fosse feito em PPV. Triple H reforça a ideia, concordado com Austin. É falado da popular reunião que Steve teve com Vince após o sucedido. Entrando nos últimos momentos da carreira de Austin, é falado do terceiro e último combate entre o Rock e Steve na Mania. Entramos numa parte emocional no documentário, quando descobrimos que Austin quase morreu na véspera da Mania 19 e de como o combate com o Rock era o seu último. É mostrado as populares imagens do pós combate, quando o The Rock vai ao pé da orelha do Steve e lhe diz que o respeita e o adora como amigo e profissional. Muito bom!

Como últimos seguimentos do Documentário, é feita uma cobertura da carreira de Austin após os combates, como sendo o GM da Raw, algo que teve tempo considerável de explicações. tendo estado no cinema, como originalmente era suposto ter sido a personagem principal no  “The Marine”, o seu papel no Tough Enough, a sua nomeação para o Hall of Fame, entre outros. O Documentário acaba com um “package” onde se faz uma revisão da carreira de Austin ao som de “Somewhere down in Texas” de George Straight, algo que se adequa perfeitamente.

Concluindo, este Documentário foi excelente, sendo de visionamento fácil, nada aborrecido o que é algo considerável visto que possui quase 3 horas. É um dos Documentários mais bem produzidos na história da WWE, na minha opinião.

Extras: Nos extras do Disco 1, temos algumas histórias curiosas contadas por Steve, onde este fala de um autográfo que deu a um fã quando ainda era um desconhecido, quando começou a perder cabelo, como arranjou a alcunha “Rattlesnake”, uma história curiosa com CM Punk, contada por Punk, quando ficou preso nas cordad durante o Summerslam de 1999 e a história do seu finisher “Stunner”. Mais uma vez, coisas de grande qualidade.

Disco 2 e 3

Nestes 2 discos só há combates, sendo que irei fazer uma apreciação breve sobre cada um e a minha classificação sobre o mesmo.

1) Maio 1990: “Stunning” Steve Austin vs Gentleman Chris Adams – um Austin bastante novo ainda a combater no território de Dallas contra o seu treinador, Chris Adams. Foi um combate bastante decente, onde o seu treinador pôs o Austin “Over” Classificação – 5/10

2) WCW Saturday Night – Julho, 1994: “Stunning” Steve Austin e “Nature Boy” Ric Flair  vs Sting e Ricky “The Dragon” Steamboat – Desconhecia totalmente este combate. 4 dos melhores wrestlers de sempre, combatem neste combate de Tag Team. Eles fazem um trabalho excecional, tendo um incrível combate que dura mais de 25 minutos. Meu Deus, já quase não se vêm combates de Tag Team assim. Classificação – 8/10

3) WWF King of the Ring – Junho, 1996 – King of the Ring Final: “Stone Cold” Steve Austin vs Jake “The Snake” Roberts – Este combate penso que todos conhecem. Foi a final do torneiro King of the Ring, onde Austin destrói Jack Roberts em menos de 5 minutos e faz a popular promo que lhe mudou a carreira. Classificação: 4/10.

4) WWF WrestleMania 13 – Março, 1997: “Stone Cold” Steve Austin vs Bret “Hitman” Hart  – Um dos melhores combates de sempre. O DVD tem comentário alternativo entre JR e Austin, algo que atrai aqueles que já viram este combate montes de vezes (como eu). Austin afirma que este combate fez dele uma estrela e eu concordo. Classificação: 10/10.

5) In Your House: D-Generation X – Dezembro, 1997: “Stone Cold” Steve Austin vs Rocky Maivia – Um combate curto, mas cheio de entretenimento. O ponto alto é o Austin desfazer-se da “Nation of Domination”. O pior combate entre os dois, mas isso não quer dizer que tenha sido bom. Classificação: 5,5/10.

6) WrestleMania 14 – Março, 1998: “Stone Cold” Steve Austin vs HBK Shawn Michaels – Mais um combate com comentário alternativo. O combate que consolidou o Austin como o novo “Top Guy” na companhia. É preciso dar os parabéns ao Michaels, pois apesar de estar cheio de dores nas costas, conseguiu fazer uma performance espectacular. Classificação – 8/10

7) WWF Over the Edge – Maio, 1998: Stone Cold Steve Austin vs Dude Love – Sempre adorei os combates entre os dois. Este é um Falls Count Anywhere Match e os dois fazem um rixa de rua muito boa. O Vince era o árbitro tendo também ajudado ao combate. Classificação: 8,5/10

8 ) WWF SummerSlam – Augusto, 1998: “Stone Cold” Steve Austin vs The Undertaker – Mais um combate espetacular. Dois dos maiores nomes do wrestling na altura a lutar pelo título da WWE. O público do Madison Square Garden também ajudou no melhor combate entre dois na suas carreiras. Classificação: 8/10

9) WWF Raw is War – Março, 1999 – “Stone Cold” Steve Austin vs The Big Show – Um combate em TV pelo título da WWE. Austin, na sua fase Super Over, enfrentava o recém estreado Big Show. O combate não foi o melhor do mundo, mas foi decente para aquilo que os dois conseguiam fazer um com o outro. Classificação 5/10.

10) WrestleMania XV – Março, 1999 – “Stone Cold” Steve Austin vs The Rock – O primeiro combate entre os dois na Wrestlemania. Foi um combate espectacular, onde os dois fizeram grandes performances. Apesar de não ser o típico combate técnico que muitos gostam, este embate foi muito apoiado no drama e foi muito bom na minha opinião. Classificação: 8/10.

11) WrestleMania X-7 – Abril, 2001: “Stone Cold” Steve Austin vs The Rock – O último combate deste Set e mais um onde existe comentários alternativos. Este é o meu combate preferido de sempre. É perfeito na minha opinião. Os dois wrestlers são excelentes, a história é excelente, o drama é excelente, a qualidade no ringue é excelente, tudo é perfeito. Uma maneira perfeita de fechar o capítulo dos combates. Classificação: 10/10.

Disco 4

No quarto e último disco, temos cerca de 2 horas de famosos seguimentos e promos na carreira de Steve Austin. Aqui tem a lista dos mesmos e uma breve frase sobre eles.

WCW 1993 – A Flare for the Old – Seguimento que desconhecia. Pillman faz uma parodia sobre Ric Flair e Austin goza com o mesmo. Gostei do que vi e achei a parodia de Pillman hilariante.

ECW 1995 – “A Bunch of Violent Crap” – A minha segunda promo preferida de sempre. Austin faz um Shoot Promo a atacar a WCW. Perfeito!

ECW 1995 – Monday Nyquil – Austin faz uma parodia de Eric Bishooff. É bastante engraçado para quem via a WCW na altura.

ECW 1995 – “Flat Out Disgusted” – Outra Excelente promo de Austin na ECW.

WWE  1996- “My Exact Opinion of Bret Hart” – Promo que deu inicio à rivalidade entre Bret e Austin. A frase que marca a promo é: You put an “S” in front of “Hitman” and that’s my exact opinion of Bret Hart. 

Livewire 1996– Isto é o programa que a WWE tinha na altura em 1996, de nome “Livewire” onde os fãs mandavam perguntas à WWE. Austin era o convidado e estava a responder a essas mesmas perguntas. Só digo que apenas uma das perguntas dos fãs foi inteligente.

Raw 1996 – Home Invasion – O popular seguimento onde Austin faz uma invasão à casa de Brian Pillman e onde este último ameaça disparar uma arma.

Slammy Awards Show 1997 – Aqui vemos um Austin com cara de poucos amigos ao ver que o Rock ganhou o prémio envés dele.

Slammy Awards Show 1997 – No mesmo show dos Slammys, Austin ganha o Freedom of Speech Award, e afirma que irá em breve ser campeão da WWE ou campeão Intercontinental.

Raw 1997 – Ambulance Attack – Ataque de Austin a Bret Hart numa ambulância.

Raw 1997 – The World’s Most Famous Stunner – O famoso seguimento onde Austin faz o primeiro Stunner da história na sua rivalidade com Vince Mcmahon.

Raw 1998 – Tyson and Austin! – Outro famoso Seguimento entre o popular confronto entre Austin e Tyson.

Raw 1998 –  The Easy Way or the Hard Way – Isto acontece na noite após a conquista do WWE Title de Steve Austin. Seguimento que intensifica a rivalidade entre Vince e Austin.

Raw 1998 – Zamboni 3:16 – Austin conduz o Zamboni até ao ringue para atacar Vince. Talvez o momento mais épico desta rivalidade. Inicio do mês negro, pois foi um mês de ataques de Austin a Vince.

Raw 1998 – Paging Dr. Austin – Momento épico no Hospital entre Vince e Austin. Hilariante!

Raw 1998 – McMahon’s Cement Corvette – Neste Seguimento, Austin usa um camião de cimento para destruir o Corvette de Vince.

Raw 1998 – Bang 3:16 – O popular Rapto de Vince por parte de Austin. Vemos Mcmahon a molhar as calças, outro momento épico.

Raw 1999 – “Stone Cold” Beer Truck – Os grandes momentos não param e temos aqui mais um momento que marcou a rivalidade entre Vince e Austin, o popular camião da cerveja.

Raw 1999 – The Funeral of “Stone Cold” Steve Austin – Seguimento entre Rock e Austin. Austin usa um Monster Truck para destruir o carro do Rock.

Survivor Series 2000  -Austin’s Revenge – Momentos finais do combate entre Triple H e Austin no Survivor Series 2000. Austin consegue a sua vingança em HHH.

SmackDown 2001 – Jim Ross Interviews Steve Austin and The Rock – Entrevista entre Rock e Austin de forma a promover o combate entre os dois na Wrestlemania 17.

SmackDown 2001 – Gift Giving – Austin, agora como Heel, dá um presente para alegrar Vince, tendo um também para oferecer a Angle. O presente acaba por ser chapéus de cowboy, com o do Angle a ser relativamente pequeno.

SmackDown 2001 – “Singing” – Austin e Angle cantam canções para alegrar Vince. Hilariante!

SmackDown 2001 – Mr. McMahon’s Alliance Woes – Aqui temos Vince a conversar com a sua equipa de lutadores para a Invasion. Austin tenta roubar o protagonismo neste seguimento.

SmackDown 2001 – The Old “Stone Cold – Aqui Austin, mostra que é o mauzão que era de antes, ao atingir Vince com uma Guitarra na cabeça.

Raw 2002 – Whataburger – Uma das minha promos preferidas. Austin dá um Festival de “Whats” e diz como vai vencer o Royal Rumble.

Insurrection 2003 – The Highlight Reel – Para terminar este disco temos um “Highlight Reel” com Jericho, Bishoff e Austin. Bela maneira de encerrar o Set.

Conclusão

Concluindo, este Set é excelente, muito perto da perfeição. O Ponto alto deste Set é sem dúvida o Documentário, sendo um dos melhores produzidos até à data. Os combates escolhidos são muito bons, sendo uma bela coleção escolhida (2 combates perfeitos falam por si) e o disco 4 é um bónus “delicioso” para qualquer fã de Austin e de Wrestling. O que me impede de dar a Classificação total é talvez um ou outro combate que não se realçou, comparado com outros excelentes. Seja como for é um Set excelente e é altamente recomendável.

Classificação: 9,5/10

Espero que tenham gostado desta minha nova ideia. Quero muito a vossa opinião sobre tudo isto e quero saber se apoiam ou não apoiam esta nova ideia. Se gostaram e querem ver mais, que Sets acham que devia fazer? Muito

Obrigado por terem lido. Até para à semana.

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The Bottom Line” e Ex- escritor do artigo "One on One". Acompanha Wrestling à 10 anos.

8 Comentários

  1. Luís Ziggler - há 3 anos

    Bom trabalho ;) É uma boa ideia porque muitas vezes fico na dúvida se devo ver estes DVD’s ou não e o conteúdo exacto que trazem! Obrigado ;)

  2. Danilo Ezequiel - há 3 anos

    Gostaria de sugerir o DVD/BlueRay feito pela WWE em 2012: The Attitude Era.

  3. john 3:16 - há 3 anos

    Foi excelente, grande artigo, gostei imenso de ler pois o meu wrestler preferido de todos os tempos é o Austin, acho que deves dar continuidade!

  4. PedroSWWE - há 3 anos

    Excelente artigo, com um DVD, que já vi (ainda não acabei de ver), mas é um DVD muito interessante, com os melhores momentos de sempre do Stone Cold Steve Austin. Para quem não é fã dele, com este DVD, penso que o Stone COld passa a ser o seu superstar favorito, e isso só mostra a qualidade do DVD. Com essas partes de documentário da carreira dele, grandes combates que ele teve e grandes momentos, incluindo o Hall Of Fame 2009, depois ainda inclui uma horita de Stone Cold no Texas, mostrando ele a cuidar dos animais e tudo, simplesmente interessante este DVD.

    Penso que poucos são os DVD’s que a WWE lançou melhores que este, tirando o da Attitude Era (2012) penso que nenhum outro chega a este nível, este torna-se dos melhores devido ao material que aí está incluido, e devido ao facto de não ser só combates.

  5. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Gosto do conceito Rúben. Nunca vi o DVD apesar de conhecer bastante a carreira de Austin. Devido a classificação que atribuíste ,vou tentar encontrar na net algum link para ver!

  6. akujy - há 3 anos

    Gostei do conceito. Adoro esse tipo de reviews, eu próprio já tinha feito uma no Universo ao “King of Kings” do HHH e por isso sou a favor que faças isto mais vezes. Se aceitares sugestões, gostava que na tua lista futura estivesse mesmo o King of Kings. Seria engraçado compararmos reviews. Muito bom trabalho e espero que o conceito volto em breve.

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