The People’s Elbow #11 – A Liga da Justiça

Then I saw her face
Now I’m a believer
Not a trace
Of doubt in my mind
I’m in love
I’m a believer
I couldn’t leave her if I tried

É com estes versos de uma música dos anos 60 e com um título que remete para a banda desenhada que se inicia o People’s desta semana. Uma maneira diferente de cumprimentar os meus leitores e inseri-los para o tema da edição de hoje. Todas as pessoas que vêm wrestling têm uma opinião sobre uma certa e determinada facção que tem feito as nossas delícias há aproximadamente 9 meses e eis que chega agora a minha vez de escrever sobre ela. Retiremos então da nossa imagem a liga da justiça da DC Comics e substituamos a rapariga da canção por três moços com tudo para se cimentarem na WWE e aí terão a chave do mistério com as devidas comparações.

Pois é, a liga da justiça, the hounds of justice… Eu vi-lhes as caras e agora acredito. Acredito… nos The Shield!

O ano passado perguntava-mo-nos para quando a estreia de dois magníficos atletas guardados na prateleira e à espera de serem lançados às feras. Davam pelos nomes de Dean Ambrose e Seth Rollins. Para o primeiro parecia estar preparada uma primeira feud de alto nível contra não outro senão a lenda do hardcore Mick Foley, apimentada nas redes sociais com trocas de palavras entre os dois. Não era muito expectável que Foley tivesse voltado para lutar e tudo parecia estar comprometido e Dean teria de aguardar por novos desenvolvimentos face à sua situação. Foley foi proibido de lutar pelo seu médico e isso indicaria que a rivalidade não entraria pelas nossas TV’s ou portáteis adentro. Muitos lamentaram não ver um último combate de Foley na sua volta à WWE, outros, mais preocupados com o futuro e não tanto com flashbacks, duvidaram se continuaria a ser a hora de Dean no plantel principal.

Com boas referências e com o burburinho provocado com a ajuda do senhor Foley, ter-se-ia de arranjar uma solução. Sendo assim, pegaram num wrestler com percurso independente anteriormente chamado Tyler Black e num alto e imponente desconhecido de seu nome Roman Reigns e criaram uma stable, método que costuma dar cartas quando o objectivo é o lançamento de novo talento.

O grupo estreou-se em Novembro de 2012, durante o Survivor Series, tendo como meta combater a injustiça dentro da WWE. Esse debut e posteriores demonstrações de justiça ocorreram durante o reinado de 434 dias de CM Punk, o que levou a que se criasse uma ligação na mente dos fãs entre o campeão da WWE e os novatos destruidores de main eventers, curiosamente ou não, main eventers que se metiam na briga pelo título do nosso amigo Punk. A verdade é que não se esteve com meias medidas e para que os Shield tivessem impacto não poderiam aplicar o seu “dom da palavra” em wrestlers pouco beneficiados no roster. Não, os Shield começaram logo a desmarcar-se da jogada atacando figuras de relevo da empresa de Vince.

Dessa forma, pensou-se que fossem os lacaios de Punk para eliminar a concorrência ao cinturão da WWE, ou até que servissem para demonstrações de força do face Ryback, que começava a ser pushado como deve ser. A última parte não sucedeu e, para meu e, presumo, vosso gáudio, ainda bem. Quanto à primeira, ela acabou por surgir julgo que pela leitura dos pensamentos de cada elemento da plateia. Tudo conjugava, tudo batia certo, por isso bora lá pôr os Shield a trabalharem para o Paul Heyman e a ajudarem o Punk a reter o seu título. Esta não me pareceu de todo a melhor ideia e podia ter sido o tropeção que se esperava que os Shield dessem, no seguimento do tratamento dado aos Nexus em 2010-2011.

O desenlace foi mostrado apenas nuns vídeos de encontros dos membros dos Shield com o manager de Punk e na lição de pancadaria dada a um tal Brad Maddox. E ficou por aqui essa história do envolvimento com Punk. A WWE tinha a chance de acabar com as dúvidas que iam na cabeça dos espectadores e fez isso do modo errado, na minha perspectiva. A ligação com o WWE champion podia ter sido refutada e não espetada nas nossas caras daquela forma. Os Shield afastam-se de outras stables por não terem líder e deviam ter continuado o seu trabalho por eles mesmos e não por ter sido encomendado pela morsa Paul Heyman (hehehe).

O escudo ia caindo, porém, a WWE felizmente não os fez baixar as armas e esteve bem, depois do percalço que podia ter acabado de vez com a credibilidade dos actos de Dean, Seth e Roman. Os ataques que engendraram contra superstars de topo proporcionaram junções para pôr fim ao domínio dos Shield. E todos eles falharam, as vitórias iam se sucedendo em combates fantásticos de duração considerável, foi dado muito tempo de antena aos três assim como a quem os enfrentava, resultando em spots fantásticos, histórias contadas em ringue e possibilidade de certos atletas terem o protagonismo devido naqueles minutos de luta. A equipa de Dean, Seth e Roman não só saía bem na fotografia como permitia que os restantes intervenientes brilhassem, saindo perdedores sem mácula.

Nada os parava! Egos colidiam em equipas formadas pelos melhores faces, contudo, todos os esforços de cooperação para deter o “escudo da justiça” eram inúteis. Enfrentados e derrotados os melhores dos melhores, próxima paragem: cinturões! Não existia outra maneira de os manter ocupados, o degrau seguinte era o normal para situações destas. Tivemos “beatdowns”, tivemos combates de excelente categoria, grandes promos etc. Estava na altura de continuar a escrever a história.

Sempre pensei que iria desenvolver-se a partir dali uma tag team entre Dean e Seth e que Roman fosse o primeiro a atirar-se a um campeonato singular. Parece de longe o que tem mais potencial à la WWE, aquela estilo de lutador que o patrão Vince gosta, mesmo sabendo que os outros dois são melhores e têm mais nome do que ele. Não foi isso que se passou e os lugares inverteram-se.

Os cintos disponíveis foram aqueles que depressa agarraram, os tais títulos secundários. Com os main titles ocupados nas mãos de outros, teria de ser esse o caminho e a WWE não decidiu mal. Se o trabalho estava a ser bem feito com os três Shield, o cenário à volta não era o melhor. Passo a explicar: depois de feitas as rematches contra os Hell No e Kofi Kingston, quem se apresentava bem talhado para ser o próximo na fila? Lá se lembraram que uns irmãos samoanos existiam e em relação a Dean foram-lhe arremessando adversários sem sentido explícito.

Nada com que estes três se deixem abalar e o seu trabalho está aí para o demonstrar. A empresa de Stanford sabe que tem ali com que mexer, quer os separe quer permaneçam juntos por mais um ou dois anos, o que seria o ideal, pois não me canso de os ver enquanto equipa. Para continuar a expressar as minhas opiniões, vou me centrar em cada um individualmente, nomeadamente, o que cada um dá à stable e o que será feito deles quando se separarem.

Dean Ambrose, nascido a 7 de Dezembro de 1985, integra os The Shield e é o actual USA champion. Teve a sua estreia em Junho de 2004, não se podendo dizer que impressionasse pela sua estatura nem pelos 102 quilos que possuía. Lutou na Dragon Gate USA de 2009 a 2011 e efectuou passagens pela indústria do wrestling violento, a famigerada CZW, onde, segundo ele, sujeitou o corpo a severas punições por pouco dinheiro, e conquistou o World Heavyweight Championship por duas vezes.

Em 2011, iniciou sua carreira na WWE no seu território de desenvolvimento, a FCW, onde teve um grande desempenho. Em Dezembro de 2011, começou a lutar em house shows da companhia. Por alturas da WrestleMania, Dean Ambrose confrontou o lutador veterano Mick Foley, alegando que este era o responsável por liderar uma geração no mau caminho. Aquando do nascimento dos Shield, destacou-se pelas fabulosas promos e o à vontade com o microfone, bem como em manipular uma plateia e jogar com isso durante os embustes que a sua equipa praticava ou nos combates que adiante se concretizaram. Munido de expressões faciais muito convincentes (um dos seus pontos fortes na interpretação da personagem), perpetuou os planos através dos vídeos que gravava com os seus companheiros nos bastidores e noutras áreas dos recintos.

Junta a isto uma forte competência em ringue, onde tinha provas dadas e não desapontou nem um pouco. Como movimento de finalização, trocou o Midnight Special pelo Headlock Driver. Vejo-o com um título mundial de pesos pesados ou da WWE em breve, no espaço dum ano. Com 27 anos, não há por que esperar mais, o diamante está lapidado! Não deixem é de o usar como heel, pelo amor de Deus, o homem é um heel dos bons!

Seth Rollins (26 de Maio de 1986), cujo início de carreira remonta a 2005-2006, andou pelas promoções independentes de 2007 a 2010, principalmente a ROH, onde era conhecido como Tyler Black. Foi para a WWE em 2010, onde esteve inserido na FCW e NXT.
Havia o medo da sua inclusão no grupo pelas suas promos, consideradas fracas. Quanto a mim, isso é um mito, não era o que estava mais à vontade para falar no início mas com a séria investida no trio foi-se soltando e desenvolvendo essa aptidão.

No ringue, quem o acompanha desde a ROH como eu, sabia com o que podia contar, portanto, não foi surpresa nenhuma toda aquela entrega e esforço em oferecer o melhor de si. O movimento de finalização é o diving springboard high knee e aplica moves secundários do género dum Diving splash, Fireman’s carry facebuster, Inverted hurricanrana, Running shooting star press, Springboard clothesline, Standing moonsault e Suicide dive.

Antes da entrada para as grandes lides do wrestling mundial, era visto como possível sucessor de John Cena como a cara da companhia. Não tenho dúvida de que voltará a ser face, algo que percebi que resultaria no Justin Gabriel, também ele vindo duma stable, e ele encaixa-se perfeitamente nesse perfil. Com 27 anos, penso mesmo que ou sofre um push incrível e vai parar ao topo ou fica no mid card infinitamente.

Roman Reigns (25 de Maio de 1985) é o wrestler menos conhecido de entre os três. Eu não sabia quem ele era e foi precipitadamente julgado como o mais fraco da facção. Comparando com os outros dois, sim, não o prefiro aos seus colegas, mas não deixa de ser bom no que faz. Foi aquele menos visto ou que não passava tanto de si durante aqueles segmentos gravados, mas ditou o mote com o berro “believe in the shield”. É membro da família Anoai, primo de The Rock Dwayne Johnson, Usos, Umaga, Samoa Joe, enfim, de lutadores da Samoa.

No ringue, é uma força da natureza, o denominado powerhouse que poderia ter ficado por conta de Mason Ryan. Costuma finalizar os seus combates com um spear, herança de tantos outros lutadores com parecida estampa física. Calculo que possa virar um bom face e andar pelos títulos de mid card, dependendo outros voos de quem gerir a WWE nos anos que se avizinham.

Prolonguei um bocado um texto, mas quando se fala dos Shield há muito de bom para dizer e muito para perspectivar do seu futuro. Espero que tenham gostado e partilhem as vossas opiniões sobre o artigo e o que poderá vir de novo para os Shield ou para as suas individualidades.

Obrigado por lerem, um abraço e até para a semana!

Believe in The Shield… The Shield of Justice. I’m a believer!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

20 Comentários

  1. danielLP21 - há 3 anos

    Eu não percebo uma coisa: sendo tu um dos comentadores mais antigos do W.PT, como é que nunca te chegaste à frente e tentaste entrar na equipa do W.PT escrevendo algum artigo no site? Fantástico, este é talvez o meu artigo favorito do Universo e continuo sem entender como é que não tens mais comentários.

    O artigo não ficou muito extenso, ao contrário do que possas pensar. Continua o excelente trabalho!

    • rocha - há 3 anos

      Daniel, realmente venho a este site desde 2009, a mesma altura em que me deixei apanhar na rede que é todo este mundo do wrestling, mas nunca tentei entrar na equipa do WPT. Razões: sucessivos atrasos em acompanhar a programação das duas empresas que sigo (WWE e ROH) e que é algo ainda comum nos dias de hoje.
      Às vezes estou com dois meses de atraso e tenho de assistir os programas muito de trás. Eu estudava na FLUL e desde o ano passado tenho trabalhado aqui e ali, o que tira tempo para estar a par de tudo.

      Sinto-me lisonjeado por gostares da minha escrita, motiva-me a cada artigo.
      Ao falares em comentadores antigos, lembrei-me duma pessoa que era o Tiago Silva, que comentava muito e tinha um artigo mas que desapareceu o ano passado ou há dois anos. O mesmo serve para ti, gostava muito que tivesses colaborações ou no PTW ou no universo, se bem que alguns dos teus comentários equivalem a muitos artigos aqui escritos.

      Pareceu-me extenso mas a seguir notei que tinha feito outros tão ou mais compridos que este, por isso estou na boa.
      Obrigado e até à próxima

      • danielLP21 - há 3 anos

        Eu sei que coomentas há muitoo temmpo porque tenho acesso a comentários de há muito tempo atrás ( anos) e de vez e quando dou uma espreitadela em vários artigos e lá vejo comentários teus.

        O Tiago Silva, segundo sei, deixou de ter tempo para ter aqui um artigo. Foi durante o ano passado que ele “desapareceu”. Claro que me lembro perfeitamente dele.

        Obrigado também pelos elogios.

  2. MizRKO - há 3 anos

    Não sabia que o nome da tag queria dizer isso

    • danielLP21 - há 3 anos

      Não sabia que queria dizer o quê?

      • Fernando CHA-LA - há 3 anos

        S ierra
        H otel
        I ndia
        E cho
        L ima
        D elta

        ‘-‘

      • danielLP21 - há 3 anos

        Não é isso que Shield significa. Shield significa “escudo”.

        S ierra
        H otel
        I ndia
        E cho
        L ima
        D elta

        Isto é como começa a theme song deles…

  3. Rubinho16@ - há 3 anos

    Excelente artigo, para compensar o da semana passado que, apesar de ser fã do Booker, considero boring ler artigos sobre lendas … (mas foi bom à mesma )

    Ora, como já referi algumas vezes, os Shield foram pra mim, a salvação da WWE em 2012 !

    As suas feuds com a Team Hell No elevaram-nos bastante e têm agora o ouro na sua posse !

    De todos, o que mais me agrada é o Dean Ambrose. As suas expressões facias, promos, e habilidade in-ring deixam-me KO e é mais que óbvio que o seu futuro não passa por outro lado senão o Main-Event! Apenas perde pelo finisher e pelo move-set pouco desenvolvido, mas vejam bem esta promo dele na FCW : http://www.youtube.com/watch?v=zNGOY-jeYwI e este combate com o seu atual parceiro : http://www.youtube.com/watch?v=GRm-2loMupM.

    Gosto bastante do Rollins e sou seu fã desde a ROH, apreciando bastante a sua agilidade, finisher e os seus magníficos “sells” .

    O Reigns é talvez o melhor house-power da WWE atualmente e o seu spear é perfeito ! Acho que só vi o Goldberg e o Edge a executar esta manobra tão bem com ele !
    Receio que tenho mais futuro que o Rollins, que , a meu ver vai pra “Jobber Division” …

    Muito Bom artigo, como é teu hábito Rocha !

    • rocha - há 3 anos

      Obrigado pela tua opinião. Sim, percebo-te, um artigo como o da semana passada invoca muito a Wikipédia para não me esquecer de nada do que quero dizer sobre o lutador em questão. Mas ainda bem que gostaste à mesma e eu fiquei muito mais contente com o texto desta semana do que aquele sobre o Booker T.
      Mais uma vez obrigado

  4. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Parabéns Miguel, um bocado tarde este tema mas mesmo assim bem escrito!

    • danielLP21 - há 3 anos

      Tarde porquê?

    • rocha - há 3 anos

      Agradeço o teu comentário, André Santos, e entendo lindamente o que queres dizer, só que depois de tanta gente a debater sobre os The Shield achei que seria a minha vez de o fazer e contribuir de alguma maneira para levantar mais poeira sobre eles
      Até para a semana

      • MR Perfection André Santos - há 3 anos

        Sim foi por isso que disse tarde mas nada influenciou a tua escrita, Parabéns, vou continuar a ler o teu artigo :)

      • rocha - há 3 anos

        obrigado e agradeço a confiança

  5. Miguel Silva - há 3 anos

    Excelente artigo!
    Dos 3 gosto mais do Ambrose, seguido do Rollins e por fim o Reigns (nada contra ele mas tenho um pouco de aversão a power-house xD).
    O Dean é simplesmente tudo o que se pode desejar num wrestler: tem carisma, mic skills e ring skills muito boas para além do facto de saber vender. Dos 3 penso que é o que atingirá o topo mais depressa.
    O Seth tem muito carisma e gostava de o voltar a ver enquanto babyface outra vez mas dos 3 talvez seja aquele que não terá tanto sucesso ou que atingirá o topo mais lentamente.
    O Reigns é o que eu menos gosto dos 3 mas é um grande power-houser e tem um spear perfeito. Sem dúvida que estará no topo da WWE daqui a alguns anos!

  6. MicaelDuarte - há 3 anos

    Gostei muito do teu artigo Miguel.

    Não foi nada secante de se ler.

    Ambrose: Tem tudo, ponto final xD.

    Rollins: Dos três é o que mais gosto de ver em ringue.

    Reigns: Muito bom Power-house.

  7. FAlmeida_10 - há 3 anos

    Um artigo muito bom Miguel! É sempre muito bom abordar uma stable como os “The Shield” já que cada um tem a sua opinião sobre cada membro individual, e é sempre bom ver as diferentes opiniões. Tens uma escrita muito boa, e no meu ponto de vista é nisto que te deves focar: nas tuas opiniões pessoais sobre wrestling. Aquele último artigo sobre o Booker T, não foi tanto do meu artigo, também por não ser o maior fã do Booker T mas como as Biografias são todas… vamos chamar-lhe idênticas! Estes artigos de opinião pessoal originam sempre bons debates na caixa de comentários e faz do próprio artigo mais agradável á leitura.

    Quanto as The Shield (vou dar a minha opinião sobre eles de ordem decrescente da minha preferência):

    Dean Ambrose- É o meu preferido, aquele que tem mais destaque nos The Shield (digo que é aquele que tem mais destaque, porque não sou capaz de o chamar de líder), gosto das Mic Skills dele, as expressões faciais são espetaculares! E tem um bom poder de Sell. O Futuro dele, apostava dinheiro em como se não tiver alguma catástrofe em como ele vai ser Top Heel da WWE no futuro! Pessoalmente mudava-lhe o finisher, não acho o Headlock Driver muito credível e que não acenta muito bem ao Ambrose.

    Seth Rollins- Exclusivamente em termos de Ring Skills, gosto mais do Rollins do que do Ambrose. Na ROH ouvia falar muito bem dele como Tyler Black, então quando o comecei a acompanhar na FCW fiquei rendido ás suas Ring Skills. O Mic Work dele tem vindo a melhorar (por ajuda do Ambrose penso eu) e penso que o Carisma também será um dos seus pontos fortes no futuro. No Futuro vejo o como Top BabyFace sem dúvida alguma, deverá voltar á Gimmick que tinha no NXT e na FCW. Contudo devo dizer que de todos os membros dos The Shield, será aquele que mais terá de trabalhar para chegar ao topo. Contudo estou confiante que lá chegue.

    Roman Reigns- Não o odeio, simplesmente de todos os membros dos The Shield é o que gosto menos. Não digo que ele não é talentoso, porque é! É dos melhores (se não o melhor) PowerHouse que a WWE tem atualmente. Simplesmente prefiro o Rollins e o Ambrose. Não sei porquê mas faz me lembrar o Rhino, a potência física, o Spear… Estava na FCW como Leakee… Sinceramente gosto mais deste Roman Reigns do que do Leakee Face que viamos na FCW. O Futuro dele, Main Event. É do esteriótipo de lutadores que agrada ao Vince, talento em Ringue, Bom Power-House…

    • rocha - há 3 anos

      Agradeço o teu elogio. Sim, foi o que pensei quando decidi o que escrever para esta semana e em artigos deste género não me tenho de agarrar tanto à Wikipédia como nas biografias. Fica prometido que continuarei centrado nos artigos de opinião pessoal

  8. Kinjr - há 3 anos

    S ierra
    H otel
    I ndia
    E cho
    L ima
    D elta

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