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The People’s Elbow #13 – Split it Out

Bons dias, pessoal! Cá estou eu com mais um People’s Elbow para vocês! Como já se devem ter dado conta, o plantel da WWE tem vindo a crescer, derivado das estreias de novos valores que saltaram da FCW e NXT e dos regressos (a tempo inteiro ou não) de caras bem conhecidas. No futebol, uma equipa numerosa dá sempre mais soluções a um treinador para poder gerir esforços durante os 9 ou 10 meses que duram as competições onde o clube está inserido. Previne também que a equipa não fique desfalcada com lesões e castigos.

Sabemos que cada mister tem o seu onze base e que nem todos ganharão os mesmos minutos nas pernas nem jogarão os jogos mais importantes e aqueles clássicos em que todos desejam estar em campo. Para isso, existe alguma rotatividade na Taça de Portugal e na Taça da Liga, ambições menores quando comparadas com o campeonato, Liga dos Campeões, Liga Europa ou a manutenção na Primeira Liga. Não é de futebol que continuarei a falar, mas, com as devidas diferenças, estou prestes a chegar onde quero ao mencionar o desporto rei. Uma equipa de futebol contém egos, jovens promessas, jogadores que se vêm com o lugar subitamente em risco etc Sabemos quais são os principais com quem o técnico pode contar e as figuras de segundo plano para qualquer emergência. Como ganhar espaço e garantir que todos valem a pena?

No wrestling, passa-se exactamente a mesma coisa:

Temos aqueles que estão no topo (os titulares) que têm de aparecer em todos os shows televisivos e nas histórias mais importantes, com ou sem títulos à mistura. Seguem-se os suplentes, os que querem agarrar as oportunidades e a confiança que lhes é depositada e que para isso esperam o momento exacto de subir e figurar entre os melhores. As reservas vão jogando os jogos amigáveis que, em linguagem wrestling, significa que fazem os house shows e quando aparecem na programação televisiva é para perder para os outros.

Apresentei, então, semelhanças entre os dois desportos quanto à constituição dos profissionais. A WWE tem aqueles de quem não abre mão, os que estão na calha para novos voos e os que a qualquer altura deixarão a companhia ou limitar-se-ão a cumprir as suas funções. É a Champions, o campeonato nacional e a taça da liga do wrestling, convenhamos. Onde quero chegar com isto é, como adepto de futebol e fanático da luta livre, tentar antever uma solução para o desaproveitamento de talento, especificamente no wrestling (no futebol a minha opinião terá de ficar para outros lados). A introdução está feito, segue-se o desenvolvimento do artigo!

A WWE é a maior promoção mundial de wrestlig profissional e produz semanalmente programas de televisão, sendo eles a Raw, Smackdown, NXT, Superstars, Main Event e Saturday Morning Slam, para além de eventos transmitidos em PPV. Para dar conta destas exibições televisivas, a que se juntam turnés com house shows, é preciso ter um lote satisfatório de lutadores prontos a actuar. Porém, nem sempre a empresa de Stanford teve a sua agenda tão cheia de compromissos e obrigações contratuais.

A Raw foi a primeira brand a ser criada e por muitos anos foi o único programa onde o plantel de lutadores era usado para actuar, estreando a 11 de Janeiro de 1993. Desde o seu inicio, a Raw é exibida nas noites de Segunda-Feira e é vista como o principal programa da empresa. De há dois anos para cá, tem a duração de 3 horas.

O Heat foi um show que tinha como elenco o plantel da Raw, com duração de 50 minutos e transmissão durante 11 temporadas. O seu último episódio foi transmitido no dia 30 de Maio de 2008, quase 10 anos depois de ir para o ar a 2 de Agosto de 1998. Nunca cheguei a assistir ao Heat, pelo menos que me lembre, mas sei que até ao seu final serviu para pôr superstars menores da Raw a competir, algo que temos desde 2009 com o Superstars, com a diferença de não se destinar a apenas uma só brand.

A Smackdown foi criada a 29 de Abril de 1999 e tinha como função superar o programa da WCW chamado Thunder, sendo transmitido às Quintas-Feiras até 2005, quando começou a passar às Sextas, já depois da WCW ter cancelado o Thunder, ou seja, da guerra de audiências ter sido ganha e o objectivo concretizado. O aumento de popularidade teve a ajuda de The Rock, que afirmava que este era o seu programa, e o próprio nome é retirado duma das suas icónicas frases “lay the smackdown”.

Velocity foi um programa de televisão gravado antes da Smackdown que contou com lutadores que não eram importantes nas histórias da Smackdown. Teve uma mudança de título quando Nunzio derrotou Paul London para ganhar o título de pesos leves. Começou a 25 de Maio de 2002 e foi cancelado a 11 de Junho de 2006, totalizando 204 episódios. Se o Heat oferecia tempo de antena com combates para o mid e low card da Raw, o Velocity fez o mesmo pelos atletas da Smackdown que não tinham lugar na “equipa principal” da brand azul. Vejo estes dois shows como equipas B e se por um lado podem ter sido ideias interessantes, por outro parece que colocou lutadores a trabalhar à margem do plantel principal – foram alternativas a quem estava parado. Nem o Heat nem o Velocity serviram como brand, mas sim como complementos quer da Raw quer da Smackdown.

Até esta data, a WWE conseguia manter um roster sólido e equilibrar a balança entre as suas duas marcas e respectivos programas acessórios. Em cada brand, encontrávamos alguns dos que viriam a ser considerados os melhores do mundo e aqueles que não tinham a mesma qualidade tinham o seu destino noutro tipo de programação. Estava tudo organizado e orientado duma certa forma, até que a WWE eliminou a concorrência realizando duas compras que alterariam para sempre o rumo da modalidade e colocariam em causa o bom funcionamento do balneário.

A World Championship Wrestling foi uma promoção que existiu desde os anos 80 até 2001, quando foi comprada pela sua rival WWF, através do seu presidente Vince McMahon. A WCW tivera êxito comercial a partir de 1995 com a contratação de Hulk Hogan e a formação da NWO, bem como conceitos inovadores dos quais se destacam a introdução do programa semanal Nitro, que resultou nas Monday Night Wars, dominadas pela WCW. Porém, com a chegada da Atitude Era, a WWF recuperou território para esta que um dia esteve no comando do pro-wrestling mundial.

A Extreme Championship Wrestling foi uma promoção fundada em 1992 por Tod Gordon e encerrada pelo seu sucessor Paul Heyman, após abrir falência em Abril de 2001. Tornou-se reconhecida internacionalmente pela quantidade de fãs e por, durante a sua existência, difundir estilos diferentes de pro-wrestling, desde a lucha libre mexicana à vertente hardcore. Após a compra dos direitos de autor da ECW, a World Wrestling Entertainment decidiu reativá-la em Junho de 2006 como uma das três divisões, juntamente com a Raw e Smackdown, funcionando neste formato até Fevereiro de 2010, quando Vince anunciou que a substituíria pelo NXT.

A ECW era apresentada como uma alternativa às duas maiores promoções daquele tempo – World Wrestling Federation e World Championship Wrestling. Está visto que a aquisição dos contratos dos profissionais de ambas as empresas aumentou e muito o número de wrestlers da WWE, mesmo alguns tendo recusado ligar-se a Vince McMahon. Dos que o fizeram, houve quem tivesse sido mal tratado apenas por ter feito parte da concorrência ou, entre outras coisas, ter dito mal da WWE em promos ao serviço das antigas federações.

Muitos possíveis hall of famers estão descartados à conta desse passado e há quem não queira ouvir falar de Vince ou da WWE nunca mais. O certo é que o balneário estava cheio de estrelas e o que fazer com elas é que era mais complicado decidir. Os que vinham da WCW foram aos poucos mandados embora e os da ECW tiveram mais sorte por conta do campeonato hardcore. Vamos passar em seguida ao método que a antiga WWF arranjou para fazer uso daqueles que escolheu adicionar ao seu plantel, mais aqueles que já lá figuravam.

Extensão de divisões

A brand split (separação de brands) foi um processo utilizado pela empresa no qual os wrestlers são separados entre a Raw e a Smackdown (e em 2006 ECW), tendo ocorrido pela primeira vez em 2002 com o Draft, o que criou competição entre brands e mudou os seus plantéis, após a aquisição da World Championship Wrestling e da Extreme Championship Wrestling. Cada marca possuía as suas próprias storylines e os seus PPV’s. Os lutadores tornar-se-iam exclusividade de cada brand e trocavam de divisão quer pelo Draft quer por storyline. O processo de divisão de elenco foi anunciado durante a Raw de 25 de Março de 2002.

Separadas as águas, tudo parecia ir calmo e tranquilo mas, desde 2007, por ordens de Vince McMahon, os PPV’s são interpromocionais, quando antigamente alguns desses eventos pertenciam à Raw e outros à Smackdown, embora alguns apresentassem lutadores de ambas as marcas, como o Royal Rumble. A rivalidade Smackdown vs Raw ia se desfazendo e o Royal Rumble perdia alguma da magia e adrenalina que o caracterizavam como o expoente máximo dessa inimizade, pois daí em diante passou a ser comum que superstars de cada brand trocassem de posto e aparecessem na brand vizinha nos shows semanais e se cruzassem em PPV’s. Se é verdade que organização a mais também chateia, as coisas só pioraram por aí fora.

Deixava de ser preciso que dois wrestlers pertencessem à mesma brand para feudarem porque era possível constantes visitas às brands inimigas entre os dois adversários. Sou a favor dos PPV’s que englobem elementos tanto de Raw e Smackdown, mas prefiro ver feuds dentro da mesma brand. O factor de interesse que é esse cruzar de atletas de diferentes brands pode ser resolvido com o Draft, isto é, dois wrestlers que estejam separados por brands e que pensemos nunca vir a assistir a lutas entre eles podem alterar isso com a passagem dum deles para uma das brands. Aprovo mais isso a um lutador que aparece um dia na sua marca e no dia a seguir vai visitar a outra porque é lá que tem assuntos a resolver. É por isso que sou contra o final da brand split decretada por HHH em 2010-2011.

Por isso e muito mais. Ora vejamos: deixámos de ter o draft anual, uma das noites mais quentes e polémicas no seio da WWE, onde os nossos preferidos trocavam de casa uns com os outros e em que feuds terminavam e outras que nunca acharíamos possíveis de acontecer iniciavam, não sabemos de há dois anos a esta parte quem faz parte do quê, visto que qualquer lutador pode surgir na Raw e na Smackdown, inclusive na mesma semana, sem falar que isso prejudica elementos do mid e low card que perdem o pouco espaço que têm em detrimento de aparições semanais repetidas, o que provoca algum aborrecimento no público por ver sempre as mesmas caras. Quanto menos superstars estiverem envolvidas em TV, menos histórias temos para assistir e passamos a ver sempre os mesmos na ronda dos títulos e pouquíssimas storylines.

O cansaço acumulado nos lutadores “residentes” também preocupa, assim como a situação daqueles que ficaram sem nada para fazer, causando a sensação de dependência de 4 ou 5 membros do roster para pôr tudo a funcionar.
Ao mesmo tempo que aconteceu esta remodelação no plantel da WWE, que se tornou uno, as Raws ficaram com mais uma hora de programação. “Fixe”, pensámos nós, com a esperança que alguns dos mais escondidos aparecesse e ganhasse um push ou, no minimo, mais exposição televisiva.

Com uma hora a mais não seria dificil isso acontecer, contudo, ocorreu que esses que começaram a mostrar-se mais não foram postos em histórias relevantes, ou seja, nada se alterou, os holofotes não mudaram de posição e esses “astros” que tanto queríamos ver brilhar prosseguiram nas mesmas ocupações. Que bela maneira de aproveitar a hora extra!

O Draft e o Bragging Rights deixaram de fazer sentido porque não havia mais rivalidade entre brands para revelar. Uns queixavam-se do aumento do horário de trabalho e outros por perderem as suas hipóteses de ascender na companhia. A medida adoptada por HHH não satisfazia ninguém dentro do ringue nem cá fora, connosco a queixar-mo-nos de muito do que disse acima. Escrevo todo este “wining and complaining” sabendo que a WWE atravessa um dos melhores períodos desde que se tornou PG. Estou a gostar bastante e nem as 3 horas de Raw me chateiam.

Então, porquê este artigo? Porquê agora? A explicação teve o seu esboço acima na introdução: o aumento do número de empregados e consequente subida dos índices de qualidade. Vince tem em mãos um dos melhores plantéis dos últimos anos e é preciso saber o que fazer com ele e como gerir o tempo e o espaço daqueles que mais importam.

Estão a ser construídas personagens do mais inovador que temos visto actualmente, talentos vão jorrando do NXT, superstars do mid card estão prontos a dar o próximo passo, regressos fazem aumentar os níveis de star-power, reestruturações são feitas em lutadores que não tiveram uma primeira passagem feliz etc Ter lugar para todos eles não é fácil. Nós queremos ver o futuro a moldar-se com esses jovens do NXT e com as contratações que têm sido feitas às indies, mas também gostamos de ver ídolos regressar, se estiverem em forma e quiserem ajudar o talento que desponta. Tendo a consciência que os pushes não são feitos todos de uma vez e que nem toda a gente pode ser cabeça de cartaz logo assim de repente (e que os jobbers também fazem falta), acredito que tudo seria mais fácil com a reactivação da brand split.

Não estive de acordo com o seu fim e sempre achei que mais ano menos ano seria coisa para voltar. Afinal, ter lutadores que sabem onde é o seu lugar ajuda a uma melhor integração no conjunto total que é a empresa WWE e fortalece cada brand, como se de clubes se tratasse. Não digo que tenhamos todas as grandes vedetas dum lado e os mais fracos do outro, mas para haver separação que fosse pelas brands. Sinto falta daquela disputa entre adversários de brands diferentes quando se encontravam num lugar e momento especial. Agora isso acontece a todo o momento. Os lutadores de topo trabalham mais e sujeitam-se a lesões ou a recorrer a meios tranquilizantes pouco éticos.

A diversidade fica igualmente menos em foco. Volto a salientar que a WWE vive uma época muito boa em termos de booking e rentabilização dos activos, mas pode-se sempre melhorar. Com esta enchente da NXT, ocupantes do mid card ficam cada vez mais para última opção e nunca mais sobem. Os do low card coitados nem se fala! Por isso, há meios de poder trazer os miúdos do NXT sem empatar mid carders. O mesmo para os consagrados que voltam porque querem auxiliar os mais novos (ou ganhar uns milhões). Com a brand split, ficaria tudo arrumado e até seria mais simples para a constituição de histórias. Não me importo que a Raw não recue às 2 horas de duração, embora preferisse.

Tenho desfrutado como há muito não o fazia e não se compara em nada com os primeiros tempos, mas a divisão de brands é essencial para um melhor funcionamento lá dentro e maior satisfação cá fora. Claro que podia dizer que a volta dos títulos hardcore e de pesos leves teria o mesmo efeito, com o repescamento de malta que está perdida no roster. Quanto ao primeiro não acredito que algum dia retorne sequer. O segundo seria a salvação de muitos low carders, mas uma coisa de cada vez, já que a WWE tem reabilitado a divisão de equipas e de divas nos últimos tempos pensar que possa voltar a pegar nos pesos leves é uma hipótese. Tudo a seu tempo, nada se faz à pressa dentro dum ramo com esta dimensão. A pressa é inimiga da perfeição.

Termino por aqui o artigo com a sensação que me perdi ou que ficou muito mais por dizer. Se quiserem acrescentar algo têm a caixa de comentários. Fico à espera do vosso! Assim me despeço, leiam e até para a semana!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

9 Comentários

  1. BRYAN_PT - há 3 anos

    MUITO BOM ARTIGO MIGUEL ROCHA ADOREI.

  2. Rubinho16@ - há 3 anos

    O artigo ficou muito bom!

    A introdução foi ótima e com muito sentido, usaste argumentos fortes e lógicos.

    Adoro a comparação que fizeste entre o wrestling e o futebol, acho que conseguiste captar os pontos em comum e interligá-los!

    Achei um bocado, não sei como dizer, talvez uma pouco “amador” demais dizeres “A introdução está feito, segue-se o desenvolvimento do artigo!”.

    O tema é interessante! No entanto, difícil de explorar sem uma boa argumentação … Um problema que conseguiste facilmente superar!

    Em geral, o artigo ficou em pouco extenso e mais para o fim começaste a repetir um bocado o que já tinhas dito …

    No entanto, não deixou de ser um bom artigo e realmente já estou como o Daniel, como é possível o People´s Elbow não ter mais comments ?

    0/20 dou 15 a este artigo! (ok, agora parece que estamos no CUW xD)

    • rocha - há 3 anos

      Obrigado por te expressares e comentares o meu artigo.

      “A introdução está feito, segue-se o desenvolvimento do artigo!” é porque eu costumo fazer introduções algo longas, em que explico o que vou falar e mando logo algumas achas para a fogueira para a pessoa ao ler saber com o que pode contar a partir do desenvolvimento. Mas dou-te razão, podia ter tirado essa frase na revisão. Eu nunca sei bem se hei-de escrever mais ou menos, mas julgo ter encontrado um meio termo para que ninguém se aborreça ao ler, vou ter isso em conta a partir da próxima semana. Sim, eu mesmo na conclusão referi que estava perdido, a minha cabeça continuava à procura de mais para escrever e por outro lado eu sabia que começava a repetir-me.
      A questão dos coments não me incomoda mas eu gosto de saber que a malta lê e o que pensa do que tenho desenvolvido até agora.
      Eu estou sempre aberto a debater, o resto é com os leitores que queiram deixar o seu comentário. Boa nota hehehe, estás à vontade para me classificar, estou cá para aprender e melhorar e não é por escrever há muito ou há pouco tempo aqui no site que não posso receber esse tipo de avaliação.
      Agradeço seguires o meu espaço, cá estaremos para a semana

  3. danielLP21 - há 3 anos

    Excelente artigo Miguel.

    Só uma correcção: a Raw passou a ter a duração de 3 horas no ano passado e não há dois anos. Por outro lado, não fazia ideia que o Heat tinha acabado apenas em 2008. Penseo que tinha sido mais cedo.

    Lembro-me dos tempos em que a Velocity dava na Sic Radical em vez da SmackDown, daí eu não me lembrar de quase nada da primeira passagem do Lesnar na WWE ( ele aparecia na equipa principal).

    Acredito que é uma questão de tempo até ao regresso da Brand-Split. Também já tinha reparado que o plantel tem aumentado significativamente, nomeadamente durante este ano e o fim do ano passado.

    Dizer apenas que tenho imensas saudades dos momentos especiais em que, durante um Royal Rumble, faces e heels juntavam-se para defenderem a sua brand, já para não falar dos Drafts anuais, para mim uma das 3 noites mais especiais do ano, juntamente com a WrestleMania e o Royal Rumble.

    Continua o bom trabalho.

    • rocha - há 3 anos

      obrigado pela correcção, eu não sou muito bom a situar-me cronologicamente.
      Obrigado pela confiança, farei o meu melhor

  4. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Gostei e bom trabalho!

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