The People’s Elbow #16 – Let Me Entertain You

I give people what they want! Estas palavras pertencem ao dono da WWE, Vince McMahon, quando confrontado com algumas acusações quanto ao produto que resolveu apresentar aos seguidores da sua companhia. Apesar de atravessarmos um período fértil em wrestling de qualidade e programas semanais acima da média, a que ainda se junta PPV’s de grande nível, sabemos que esta frase não é (e poderá ser alguma vez?) totalmente verdadeira. Os fãs da modalidade não querem todos acompanhar a mesma coisa e nem Vince nem ninguém conseguirá alguma vez agradar a todos. O patrão da WWE utilizou esta frase como método de defesa, em personagem e na vida real, porque não nos esquecemos das erupções e declinios criativos por que a empresa passou e dos quais está prestes a recuperar. Sabendo que os interesses financeiros estão no topo das prioridades (podemos julgar isso?) e que certamente a maior empresa de luta livre mundial tem merecido elogios da nossa parte nos dias que correm, trago-vos hoje uma nova edição do People’s Elbow, que chega à sua quinzena.

Ao longo do texto, tentarei evitar clichés ou ideias pré-concebidas, bem como outros factos que tive possibilidade de relatar em artigos anteriores. Posto isto, aqui vos apresento alguns pontos que eu penso ser consensuais na vontade da maioria dos apoiantes do wrestling.

O pro-wrestling ganhou fama por unir representação, espectáculo e luta. Tudo combinado originou uma mistura explosiva, uma fórmula de sucesso que dura até hoje. É do conhecimento geral que para que este negócio se tornasse um fenómeno de audiências na América (e um pouco por todo mundo) e uma fonte segura de lucro, àqueles senhores musculados e atléticos em cima dum ringue teria de ser atribuída uma personagem, para um melhor desenvolvimento e construção dos combates, bem como para orientar a cabeça dos espectadores quanto ao bom e ao mau da fita. A batalha do bem contra o mal foi levada para dentro do ramo e era a solução mais simples e a partir da qual se promoveu o conceito de desporto de entretenimento.

Para além de combaterem, os lutadores contavam uma história no decurso das suas lutas, muitas delas originadas por rivalidades entre os dois. As coisas começavam-se a conjugar: não só cada um desempenhava uma personagem, como se passou a inventar interacções entre elas para justificar os seus confrontos em ringue. Nomear as melhores personagens já criadas durante todas estas décadas é uma prova difícil, cada um tem as suas. Já os melhores contadores de histórias é um facto inequívoco.

Um herói prejudicado que dá a volta por cima e derrota o vilão, uma disputa de poder, uma demonstração de superioridade, um ajuste de contas etc, há um infindável número de componentes para fabricar uma storyline bem expressada em ringue. Porque é que acham que o HBK vs Taker na WM 25 (e na 26) foi tão bom e considerado um dos melhores combates de sempre? Tínhamos entre nós algo além do bem contra o mal, era mais que isso, era a luz contra as trevas. HBK cercado da sua fé (baseado na sua relação com a religião na vida real) em derrotar o lado negro, dominado por Undertaker.

Se a streak imbatível já era mais que um motivo para Shawn querer enfrentar o Deadman no grandest stage of them all, a utilização de crenças reais de um e da gimnick obscura e sobrenatural de outro culminou naquilo que nós sabemos, um hino a este desporto. Ah, e estes dois serem dois excelentes storytellers também ajudou… Vimos então que é importante combinar bons workers e personagens contraditórias para se fazer uma boa história.

As diferenças de estilos de vida (uns reais outros inventados) são sempre uma boa razão para estalar o verniz entre duas superstars, de modo a que se crie uma rivalidade entre elas. A faceta heróica de John Cena ou o exibicionismo de Dolph são motivadores de tensões e atritos que serão resolvidos no ringue e são facilmente postos em causa quando o objectivo do oponente é arranjar problemas. Quando algum título se mete pelo meio, um julga-se mais merecedor do que o outro, e para se superiorizar, desflora as falhas e as fraquezes do outro diante de todos, através de promos.

Temos não só contacto físico como verbal na narração duma rivalidade. E o que nós queremos é que cada vez aconteçam melhores e mais épicas feuds, ao lado das antigas e de algumas que marcaram impacto neste século, como John Cena vs Randy Orton e Edge vs Jeff Hardy. A WWE tem se mostrado precisa na caracterização de personagens que vão surgindo no plantel principal e eu tenho a esperança que os próximos debuts ocorrerão com o mesmo rigor.

Façam lá os ajustes e as mudanças que têm a fazer e tenham os planos bem definidos para futuras storylines e rivalidades. Ao mesmo tempo, temos de entender certas limitações impostas, por exemplo, às personagens da palhaçada e aos jobbers. A necessidade dos primeiros pode até ser questionável, mas os últimos sempre existirão e têm as suas responsabilidades (inglórias, é verdade), mas preponderantes para outros.

Todos nós temos, igualmente, um amargo de boca em algumas decisões de apostas em lutadores mais fracos que alguns que estão pior colocados. Eu preferia um Justin Gabriel e um Húnico a um Ryback, Fandango e Curtis Axel, que não são consensuais. Alguma coisa a WWE viu neles e há algo que não possibilita aos outros ascender, por isso, vamos confiar.

Todo fã de wrestling gosta de assistir a uma óptima luta. Ora, falei acima dos protagonistas de tais lutas e das histórias que se criam para as originar. Mas há rivalidades que se querem levar até ao limite e existem gimnicks fabricadas para proporcionar combates especiais. São eles os gimnick matches, que têm um conceito que se apega a certas individualidades.

Hell in a Cell, Elimination Chamber, Inferno, Casket, Punjabi Prison, Buried Alive etc são facilmente identificáveis e confundidos com os seus autores ficcionais, isto é, com monstros como Kane e Undertaker e gigantes como o The Great Khali. Confesso que o Inferno match não me suscita admiração e que nem gosto da estipulação (queimar o adversário para ganhar o combate), tendo visto o Kane vs MVP e não tendo ficado impressionado.

Elimination Chamber é sinónimo de dureza, por isso é comum colocar-se as bestas a defrontar-se aqui, num combate que encurta carreiras, como costumam dizer. Punjabi Prison e Buried Alive são combates conceituais que não devem voltar a aparecer, porque Taker está mais para o lado de quando for enterrado não se levanta mais e Great Khali não vai matar saudades de 2007. Falls count anywhere permite vermos acção e o pin da vitória em qualquer lado, dentro ou fora da arena, e é muito interessante acompanhar.

Handicap e lumberjack match podem ser concebidos de maneira a favorecer os heels, que estarão em vantagem numérica perante o face. Quando uma superstar sai de cena e depois volta, pode conquistar o seu regresso por meio dum combate que garante ao vencedor um retorno à empresa. Claro que está tudo dentro do kayfabe, mas lembro-me de vibrar pelo Eugene numa flag match contra um Miz que havia sido despedido numa storyline de 2009 ou 2010. O mesmo tipo de luta também nos foi apresentado para encontrar o candidato aos títulos, como num Dolph vs Alberto del Rio. No sentido inverso, colocam-se carreiras e estadias na WWE em jogo em retirement matches ou looser leaves WWE. Tal sucede premeditadamente, para que o perdedor termine a carreira ou saia para outro lado.

Iron Man match não é tão praticado por poder ser maçador de assistir e por precisar de bons intervenientes para não tornar meia hora ou 60 minutos enfadonhos. Mesmo assim, achamos Bret vs HBK, Kurt Angle vs Brock Lesnar ou John Cena vs Randy Orton em exibições de alto destaque.

A haver mais algum, que fosse entre Punk e Daniel Brian, ao estilo indie, que chega aos 70 minutos e não aborrece nem por nada. Existem combates que não vejo um retorno próximo, pelo menos enquanto a WWE for PG, como é o caso do Bra and Panties, First Blood, Parking Lot Brawl, Boiler Room etc

Para quando se quer incluir alguma lenda fora de forma num show ou num PPV, ou até alguém que não lute como Michael Cole, JR etc, costuma-se ir por um caminho fácil em que não seja preciso recorrer a grandes manobras de luta mas cujo objectivo é punir o adversário.

Tuxedo ou strap matches costumam ser as escolhas mais óbvias, que em nada contribuem para o show em geral, mas divertem quem neles participa (que ou não sabe lutar ou não é mais capaz de fazê-lo). Um last man standing era sempre curioso de ver pela capacidade física imprimida para que o adversário não se levantasse na contagem de 10. A meu ver, apesar de achar alguma graça, perdeu algum dinamismo com aquilo da fita isoladora ou dum heel prender com algemas o face ao canto do ringue. Para um heel fica perfeito, não gostamos do fim do combate mas é essa mesma a intenção.

Agora o face de topo ganhar assim não fica bem. Eu tenho uma confissão a fazer: não percebo a diferença duma street fight a um no DQ match ou no holds barred. Em nenhum deles há desqualificação ou contagem, as cordas não interrompem manobras e os lutadores podem se servir do que quiserem para se castigar, mas de resto parece-me mais estratégia de nomes que soam bem que outra coisa. Os TLC ou qualquer combate que envolva uma destas armas dá outra dimensão a uma feud e é a hipótese de vermos finishers a ser aplicados sobre mesas ou desde escadotes.

São a especialidade de high flyers ou de superstar ágeis como Edge, Chris Jericho, Christian, Shelton Benjamin, RVD e Kofi Kingston. A ambulance match tem aparecido como finalizadora de rivalidades pela densidade que acumula, afinal, quem lá fica trancado é por não conseguir reagir depois de tamanha sova.

John Cena tem sido o destaque ultimamente, mas eu gosto muito é do Shane, que podia não ser um lutador a tempo inteiro mas tinha cojones para arriscar e sujeitar-se a pôr o corpo em risco. Um estilo de combate que eu penso ser pouco verosímil, daí pouco se ver, é o gauntlet match. Se é dificil vencer uma luta singular, quanto mais ter de o fazer sucessivamente até acabar por perder?

E contrasta com os cash in do MITB, porque se numa gauntlet o individuo é capaz de ganhar mais que um combate, no cash in também devia ser capaz de se aguentar e defender. Gosto muito de jogar isso na PS para bater recordes e nada mais!
Um dos que eu penso que faz falta é o beat the clock challenge, para determinar quem avançava nas eliminatórias e se tornava contender ou participaria em determinado PPV.

Era mais realista e merecedor, agora há quem apareça e diga que vai lutar por X título e os GM’s é que escolhem quem vai lutar ou não pelo título Y em lugar Z. Por último, o I Quit Match é aquele que se tiver John Cena ao barulho sabemos quem sairá vencedor. Never Give Up! Muitos querem-no a enfrentar Taker num combate destes, mas não sei não! Eu gostava que Taker perdesse no seu último combate em Manias, mas para John Cena poderia provocar tumultos! Sem dúvida que um duelo ficaria mais interessante e apimentado com a inclusão de alguma espécie de estipulação como as que acabei de identificar, porém, desde que continuemos a sentir as emoções à flor da pele, não estamos mal. Para acabar, quero referir que não gosto que designem PPV’s com nomes de combates, porque isso vai nos induzir em erro, dado que muito poucos combates se desenrolam com base no nome concedido ao evento.

Cada PPV deveria ter um nome a que se associasse o estilo de luta, por exemplo, No Way Out para steel cages, Hell in a Cell e Elimination Chamber.

Continuando, vou falar desta vez de algo que contribui bastante para que nos regozijemos em frente aos nossos ecrãs: promos lendárias e spots magníficos. SCSA focou-se na Bíblia para proferir a incrível promo Austin 3:16, Punk, em 2011, com camisola do próprio Steve, elaborou uma shoot promo criticando o estado da empresa e a relação umbilical desta com John Cena.

Phil Brooks intitulou-se best in the world e nós pudemos assistir, não a uma repetição, mas a uma promo que por certo deixou SCSA orgulhoso. Enquanto nos comovia com uma despedida, Mark Henry insultou a nossa inteligência e fez a melhor promo da sua vida e uma das melhores dos últimos anos.

Ainda nós não éramos nascidos (ou não víamos wrestling, vá), Roddy Piper partia um coco na cabeça de Jimmy Snuka, Hulk Hogan fazia um body slam mítico no André The Giant, Ted DiBiase comprava e subornava tudo e todos com o seu dinheiro e o SuperFly executava o seu splash do cimo duma cela.

São momentos distantes mas que marcaram definitivamente o curso do sports entertainment e que tiveram continuação para a geração mais nova. Edge chocou toda a gente com aquele spear, Mick Foley respondia à chamada na aula de “como cair do topo de celas”, Randy Orton e HBK abusavam do potencial dos seus finishers para arrumarem com oponentes pelo ar e Jeff Hardy testava os limites do razoável ao se jogar de não sei quantos metros de altura. Os mais cépticos podem afirmar que tudo foi combinado e praticado de modo a magoar o menos possível e para que o efeito espectáculo fosse acentuado.

A manobra aérea de Jeff sobre Randy viemos a saber ter sido pouca devastadora, porque Jeff não caiu sequer em cima de Randy, mas nuns trampolins. Quanto ao nosso amigo Foley, só ele e Taker sabiam o que iria acontecer naquela noite e Vince declarou que se tivesse sido informado nunca teria permitido, por ser perigoso. Até se pode dizer que naquele tempo é que se tinha de pôr a vida em jogo para se ser alguém na WWE.

Ou se aceitava fazer algo mais arriscado ou continuava-se no fim da fila, visto que ser candidato a um título ou a ter algum tipo de destaque era muito mais suado do que agora, pois agora tudo é mais apressado. Este género de spots que ficam nos anais da história foi uma hipótese concedida a lutadores sobretudo hardcore, que não tinham medo do que quer que fosse. Foley não era um portento de técnica mas partia os ossos que tinha de partir para entreter e ser um dos melhores à sua maneira.

Se têm faltado candidatos a exercer este tipo de funções? Não dúvido que pouca gente se chegue à frente, há que compreender que para muitos foi uma escalada e estando na WWE finalmente não se vêem a repetir cenas maradas que tiveram de fazer por dinheiro antigamente. Pelo seu passado, talvez apenas Dean Ambrose se propusesse a tal, ou Kofi Kingston, que já fez uns quantos boom drops de maneira inusitada em Randy e Drew.

Vamos ficando com aqueles momentos Royal Rumble, em que um Kofi ou um John Morrison realizam spots fora do comum para não serem desqualificados. Mais OMG moments podem vir a caminho, nunca se sabe. Por enquanto, promos de excelência vamos tendo com fartura!

Há poucas semanas, saiu uma notícia que dava conta que, depois da Raw, a Smackdown passaria a contar com mais uma hora em TV. O que eu penso que cada um de nós quer é que a Raw volte novamente às 2 horas de programação. A Smackdown está bem com 90 minutos-2 horas, mas 3 horas de Raw é pedir muito. Não que nos estejam a dar más Raws, mas cada um que vê WWE tem a sua vida, outros passatempos, estudos, trabalho. É desgastante sobretudo para quem além das duas brands vê NXT, Superstars, Main Event e SMS, TNA e ROH.

No meu caso, tenho parado de acompanhar algumas coisas. ROH vejo quando os vídeos estão disponíveis, se não não me dou ao cansaço de procurar. NXT, que é onde está o melhor wrestling, também nunca vejo, TNA não vejo porque não quero, é demais para a minha cabeça e tenho de decidir o que seguir. É demasiado tempo dispendido para quem tem os seus afazeres, tarefas e vida social.

Não podem exigir demasiado de nós, correndo o risco que nos fartemos. Eles no fundo sabem que isso não acontece, mas na América competir com Super Bowls e etc é complicado e cá na Europa nós temos o futebol que nos tira o sono e nos esgota psicologicamente. É pedir um esforço demasiado grande, principalmente porque não aproveitam o tempo adicional para elevar valores do mid e low card, preferindo recordar o que aconteceu antes e divulgar o WWE APP.

Assim não vale a pena, para mim não compensa. Se eu estou sempre com 1 mês de atraso no que toca à WWE, imagino com a brand azul a ser alargada na programação! É que eu ainda nem o MITB vi!

Algo que imagino que todos queiramos é uma renovação na importância dos títulos secundários. Esta nomenclatura é traiçoeira e aborda logo os cinturões como desfavorecidos. Apesar disso, não podemos pedir que se passe a olhar para eles como para o título principal quando nem o de pesos pesados tem actualmente grande relevância.

Contudo, o panorama está muito mais sólido: Shield são main eventers e possuem os títulos de equipas e o dos USA. Curtis Axel pulou de jobber para main event ao inicio, com aquelas zaragatas com dois estabelecidos como Cena e HHH, e mesmo não estando a convencer completamente, tem Paul Heyman a ensiná-lo. Anda tudo a dizer que o Punk vai lutar pelo título intercontinental e que isso é uma despromoção depois de 434 dias como campeão máximo. Não sei se será bom Punk lutar por esse título, porque reparem, se ele o fizer é pela storyline contra o Paul e os seus guys, e não por ter alguma vontade de ser intercontinental champion.

Se ele retirar o cinturão das mãos de Axel, é porque essa será a justiça e uma afronta contra aquele que o traiu Por outro lado, ter Punk a disputar esse prémio poderá galvanizar Axel e oferecer boas defesas do cinto. Os Shield precisam de concorrência e creio que não demorará a terem Harper e Rowan à perna, só não sei como.

Parece-me necessário um novo refresh na divisão, porque aquilo com os Usos não resultou, não em termos de veracidade. Dean teve e terá oportunidades de se sedimentar contra Kane, Christian e RVD e espero que após sair por cima desses veteranos combata contra outros na mesma situação que ele (colocação entre o mid card e o main event). Não existe razão para nos preocuparmos com estes cintos e com quem os ostenta, porque me parece que todos eles dignificarão os títulos, terão adversários de dimensão maior para os ajudar e partirão para a próxima etapa com o dever cumprido e honrando essa fase das suas vidas profissionais.

Chego ao final do meu artigo de hoje! Mesmo em tempos áureos, resolvi destacar aquilo que nós ainda queremos que aconteça para que o que nos é oferecido semanalmente e mensalmente fique com cada vez menos pontos fracos.

Comentem, digam o que acharam e para dinamizar mais o espaço deixo-vos uma pergunta:

– O que te entretém mais neste desporto?

Respondam se quiserem ou simplesmente opinem e contem experiências vossas enquanto consumidores assíduos de WWE. Assim me despeço, abraços a todos!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

13 Comentários

  1. Carlosilva - há 3 anos

    Grande artigo nota:9/10

    – O que te entretém mais neste desporto?
    São sem duvidas as feuds que eles criam,metem um gajo colado ao ecrã.

  2. Cadu Ito - há 3 anos

    Ótimo artigo… a feud é o combustível do pró-wrestling, creio que as empresas, principalmente de sports entertainment, deveriam se focar mais nela que no próprio in-ring.

    Afinal já vimos e tenho certeza que acontecerá igualmente se focarmos na história contada… por exemplo, Hogan x Andre The Giant, que in-ring não foi bom, mas era uma luta tão esperada pela história que teve sucesso imediato.

    Atualmente vejo o envolvimento de Punk com o título Intercontinental muito bom e necessário, antigamente víamos HHH, Kane, Jericho, Angle, Rock, todos disputando o título secundário junto com midcards e também com shots para o título principal, creio até que esta seria a ponte de credibilidade que estava faltando para o IC.

    Porque não o fazer igual com o USA, colocando The Usos e Dolph Ziggler para um Winner Takes All contra o The Shield, com certeza daria uma grande credibilidade para os títulos de equipes e USA, e seria uma boa ponte para o push dos Usos e The Shield todos impulsionados pelo Ziggler.

  3. Pedro-Nuno-16 - há 3 anos

    A escrita tá boa, foi dos poucos artigos que li até ao fim, principalmente com tanta coisa abordada, mas houve pelo menos um aspeto negativo:

    Este artigo é sobre o quê exatamente? É que começas logo por dizer aquela frase do Vinnie e não sei que mais, mas nunca chegaste a dizer do que ias falar, e pelo menos eu só pelo título não cheguei lá.

    Como eu disse é o único aspeto negativo que vejo, tirando uma falha gramatical ou outra, mais de resto tá um bom artigo. 8.5/10

    • rocha - há 3 anos

      Este artigo é sobre aquilo que quem vê wrestling pretende que aconteça para melhorar ainda mais o que nos tem sido servido ultimamente, que está bom, mas pode ser renovado com aquilo que eu disse.
      Ter posto títulos por cima das imagens teria sido fácil, eu quis que cada leitor chegasse lá após ler cada ponto. O primeiro podia-se intitular “Personagens, histórias e rivalidades”, o segundo “catálogo de combates”, “OMG moments”, “Raw de 2 horas” e “Credibilização dos títulos secundários”.
      No final da introdução (que começa com essa frase do Vince), eu explico do que vou falar, tenho é a minha maneira de o fazer e peço desculpa por não me ter feito entender

  4. Marco - há 3 anos

    Excelente artigo Rocha

  5. Miguel Silva - há 3 anos

    Excelente artigo. Eu não costumo ler muito porque é em dia de Raw e por vezes não tenho muito tempo, mas vou passar a acompanhar mais.

    O que te entretém neste desporto?
    Aquelas histórias construídas à lupa, que te surpreendem e onde te faz estar ali coladinho e saltar da cadeira. Também só mesmo estas feuds entre os heels/faces desde que estejam construídas da melhor forma e de preferência, numa feud em que eu queira arrancar o pescoço ao heel.

  6. danielLP21 - há 3 anos

    Mais um belo artigo.

    Vai mais um conselho? xD Tenta começar ( ou voltar) a fazer artigos de opinião. Tens feito artigos de descrição que, embora estejam bastante bons, podem tornar-se repetitivos e cansativos. Sei que não estás actualizado em relação ao shows da WWE, mas tenta “opinar” sobre algum tema concreto.

    • rocha - há 3 anos

      Os teus conselhos e os de qualquer outra pessoa são recebidos com total abertura de modo a que eu os possa encaixar na minha escrita.
      Eu tenho orientado os meus artigos para a opinião, mesmo quando descrevo algo concreto, na frase seguinte completo com um pensamento meu.
      Eu consigo alcançar o teu ponto de vista, mas acho que não ando longe dele.
      Vou ver o que posso fazer, dadas as minhas limitações quanto à programação.

  7. Eugen3 - há 3 anos

    Sim senhora, artigos destes fazem falta, é possivel ler do iniciao fim sem cansar.
    Parabêns.
    Basicamente so ha uma coisa que desgosto: promos muito longas. Até é agradavel de ouvir quando temos o Punk, Heyman ou o DB.
    Mas tirando estes 3, ninguem me consegue convencer a ficar a escutar o que eles dizem.

  8. Control - há 3 anos

    Grande artigo li sem ficar entendiado,muito bem inscrito gostei bastante bom trabalho Rocha..

    O que te entretém neste desporto?:O wrestling realmente me encanta é incrível,rivalidades,quem sera o champion e etc é realmente uma ‘magia’.Lembro-me como ontem a primeira vez que assisti,literalmente babando na TV.

  9. AwesomeTheMiz - há 3 anos

    O que mais me impressiona no Wrestling? Simples a imprevisibilidade do esporte, por sempre me impressionar com o que acontece.

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