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The People’s Elbow #19 – Molho de churrasco entornado

Ora viva, pessoal do Universo! Cá estou eu em mais uma semana de People’s Elbow, semana essa que começa a seguir a um acontecimento que terá deixado muitos de nós boquiabertos e surpreendidos.
Falo, pois claro, da reforma de Good Old JR Jim Ross, que se retirou a 11 de Setembro, depois de uma carreira que teve a sua estreia em 1974 e da qual nunca se desassociará.
Este artigo pretende lembrar os momentos magnificos a que este senhor deu voz e discutir acerca desta reforma forçada por notícias que circularam este Verão envolvendo JR e o seu amigo Ric Flair.
Irei apurar, qual Hernâni Carvalho, as razões por trás deste abandono e tudo mais que tem passado para a imprensa. Sem mais demoras, inicio uma breve retrospectiva destes 20 anos de JR na sua companhia de sempre!

James William Ross (Califórnia, 3 de Janeiro de 1952), mais conhecido como Jim Ross ou JR, é um comentador de wrestling, executivo e consultor de desenvolvimento de talentos da WWE. JR é considerado como um dos melhores comentadores de todos os tempos, tendo sido indicado ao Corredor da Fama em 2007.
Ao longo da sua carreira, ganhou diversas vezes o prémio de Best TV Announcer pela Wrestling Observer Newsletter, de 1988 a 2007. Fora do Pro-Wrestling, desenvolveu a sua marca de molho para churrasco (barbecue sauce), facto que a WWE aproveitou para as suas histórias e segmentos envolvendo o comentador.

Quando frequentava o liceu, Jim Ross jogava na equipa de basebol e foi também jogador de futebol americano, para além de ser o Presidente da Associação de Estudantes e comentador de rádio, o que lhe deu a chance de ser comentador substituto na NWA, na qual, no entanto, seria árbitro de 1974 até 1977.
Em 1982, tornou-se Vice-Presidente de Marketing, tendo marcado o seu primeiro combate pelo campeonato mundial de pesos pesados da NWA entre Ric Flair e Ted DiBiase. Em 1991, a promoção NWA (National Wrestling Alliance) tornou-se WCW (World Championship Wrestling) e JR enfrentou uma relação conflituosa com o novo comentador Eric Bischoff e, quando este foi promovido a produtor executivo, demitiu-se.

Foi contratado pela World Wrestling Federation e fez o seu debut na emissão da WrestleMania 9, onde trabalhou ao lado de Bobby Heenan, Randy Savage e Gorilla Monsoon. Jim Ross foi originalmente a voz principal dos eventos PPV, até que no SummerSlam, Vince McMahon retirou-lhe essa posição e despediu-o a 11 de Fevereiro de 1994.
Consequentemente, tornou-se announcer na Smoky Mountain Wrestling e nos Atlanta Falcons da NFL.
Em 1994, Vince McMahon teve problemas com o Governo Federal dos EUA e ficou impossibilitado de continuar a comentar na Raw e a WWF teve de recontratar JR para ocupar o posto de McMahon ao lado de Randy Savage.
Contudo, resolvidos os imbróglios, Vince convidou-o a sair novamente e ele regressou à Smoky Mountain Wrestling, sendo mais uma vez recontratado em Dezembro. Em Setembro de 1996, fez o seu primeiro heel turn em storylines e, num episódio da Raw, pode-se vingar de Vince McMahon durante uma shoot promo, onde se considerou responsável pelas saídas de lutadores da companhia, fazendo parte da sua vingança contra a WWF pela forma como o tinham tratado no passado. Contudo, esta storyline foi recebida com desdém pelos fans e o heel turn de JR pouco durou. Depois disto, tirou uma pausa derivado da sua paralisia facial, que sofreu durante a transmissão dum PPV em Londres, Inglaterra. No mesmo dia, foi informado da morte da sua mãe.
Regressou na Raw de 1 de Março de 1999, fazendo parte duma storyline em que Vince o despedira por causa da sua condição de saúde. JR confrontou o seu substituto Michael Cole, que o tentava convencer de que não lhe estava a querer roubar o emprego, porém, a storyline foi por água abaixo porque a tentativa de tornaá-lo heel falhou outra vez, pois os fans acabaram por apoiá-lo e vaiar Cole.

Em 2002, enquanto a WWE se isolava como a maior promoção de wrestling na América, JR era a voz da Raw ao lado de Jerry Lawler e cimentou o seu legado como um dos melhores comentadores de todo sempre.
Durante esse tempo, foi Vice-Presidente Executivo das Relações de Talentos, uma extensão do seu papel nos bastidores, operando na contratação de novos talentos.
A 10 de Outubro de 2005, os médicos descobriram um grave problema no seu cólon, e JR foi despedido (kayfabe) por Vince, para explicar a sua ausência, terminando a storyline.
Enquanto recuperava da operação, Joey Styles, mais conhecido pelo seu trabalho de comentador da ECW, foi chamado para a Raw até Maio de 2006, quando desistiu (storyline), para que JR recuperasse o seu trabalho.

Durante o Draft de 2008, foi transferido da Raw para a SD, trocando de posição com Michael Cole, o que pôs fim a 12 anos à frente da Raw, mudança com a qual não ficou contente e tendo considerado deixar a companhia.
No final, como sempre acontecera até à data, aceitou e fez o seu trabalho até 6 de Outubro de 2009, que foi a sua última aparição como anouncer a tempo inteiro.
Seguir-se-ia uma sucessão de aparições esporádicas, como a 5 de Novembro de 2010, na Raw especial de três horas, sendo a primeira vez que era visto em TV em cerca dum ano.
A 14 de Março de 2011, entrou na feud de Jerry Lawler com Michael Cole e comentou os últimos 4 combates da WM, incluindo o que opôs os dois comentadores, bem como continuou a comentar a Raw a tempo parcial, para suportar Jerry na sua feud com Cole. A 25 de Julho de 2011, o novo COO da WWE, HHH, meteu JR a comentar a full time, mas, no episódio da Raw de 10 de Outubro, foi despedido pelo novo GM interino John Laurinaitis, voltando a 17 de Outubro para um combate Tag Team com John Cena, numa vitória contra Michael Cole e Alberto del Rio.
Ele foi despedido de novo até voltar na WM de 1 de Abril de 2012, para o combate Hell in a Cell End of an Era entre HHH e UnderTaker. A 20 de Junho de 2012, foi destacado comentador do NXT ao lado de Byron Saxton e William Regal. Seguiu-se o ataque cardíaco de Jerry Lawler a 10 de Setembro, o que conduziu ao regresso de JR à Raw a 17 desse mês, enquanto Jerry Lawler recuperava. Ainda em 2012, quando HHH tomou controlo das Talent Relations, contratou-o para trabalhar dentro do departamento.
A 7 de Abril de 2013, apareceu para apresentar o pré-show da WM 29 e começou a ensinar e a produzir novos announcers no Performance Center, na Flórida. Anunciou a sua retirada da WWE a 11 de Setembro, para se concentrar nos seus negócios pessoais.

Apesar da sua carreira ser predominantemente como comentador, conduziu entrevistas em ringue e participou em combates com algum sucesso, incluindo uma vitória sobre HHH.
Participou em mais disputas ao lado de Jerry Lawler e em combates com estipulações extremas.
No episódio da Raw de 25 de Abril de 2011, competiu contra Michael Cole, ganhando.
Esteve envolvido em múltiplos conflitos com superstars como Val Venis, Mankind, Steve Austin e Vladimir Kozlov e foi pegado em fogo por Kane. Foi muitas vezes alvo de Vince McMahon em storylines vindas de circunstâncias delicadas, nomeadamente em segmentos em que este troçava da sua cirurgia ao colón.
Em 2011, quando foi despedido do cargo de announcer por John Laurinaitis, regressou para fazer par com John Cena para enfrentar Michael Cole e Alberto del Rio numa Tag Team Match na Raw.

JR é casado e tem duas filhas dum anterior casamento, tendo sido apresentado à actual mulher por Ric Flair.
Sofre de paralisia facial, o que por vezes resulta numa paragem temporária dos seus músculos faciais.
Apesar dessa condicionante, estabeleceu-se como um dos grandes comentadores, criando ambientes únicos e inesquecíveis nas suas narrações, impondo sentimento na sua voz e declamando frases lendárias como “that will be a slobber knocker”, “and all the world is watching”, “Stone Cold! Stone Cold! Stone Cold!, entre tantas outras. Em 2007, empurrado pelas vendas da sua linha de barbecue sauces, abriu um bar e restaurante, que foi fechado em Maio de 2010. Ele é um ávido adepto de desportos americanos e isso é reflectido na sua música de entrada – Boomer Sooner.

Dada que está esta curta olhada para o percurso de JR neste desporto e em algumas curiosidades da sua vida pessoal, está na hora de me cingir a uma análise sobre estes 20 anos de maus tratos que suportou e, a seguir, a esta reforma antecipada que nos apanhou de surpresa dias atrás.

Jim Ross é um americano à antiga, que não falha um jogo de futebol ou basebol e não dispensa o convívio dos vizinhos e amigos numa almoçarada no quintal, num típico churrasco de fim de semana.
Sempre me pareceu um profissional sério e comprometido. Tal devoção e dedicação trouxeram-lhe dissabores.
Vince nunca gostou dele e fez dele gato sapato, despedindo-o e contratando-o quando queria e quando lhe dava jeito, visto que JR nunca disse que não à WWE e esteve sempre pronto a cumprir as tarefas de que era encarregue.

É preciso uma grande carga psicológica e um amor muito grande para se ver privado do exercicio das suas funções quando o patrão bem entendia, voltando com o mesmo rigor e profissionalismo de cada vez que era chamado.
Assumiu vários postos nos bastidores e foi cumprindo o seu dever, ganhando o respeito e admiração dos atletas, mas sendo pouco benevolente quando o tinha de ser, como nos casos de dopagem no balneário.
Não deixou também de dar a sua palavra noutros casos polémicos, impondo o seu ponto de vista e assumindo rédea curta para que a coisa não descambasse. Nunca cogitou um ingresso na TNA, mesmo depois de anos de abusos em que os seus problemas de saúde eram expostos em público e a sua pequena e pouco imponente figura de homenzinho de chapéu era motivo de falatório e alvo de chacota. Já houve histórias bem piores que até incluíram mortes e deficiências, todas elas permitidas pelos intervenientes ou consultadas aos familiares das vítimas, mas, mesmo que JR não se importe e o faça porque oferece tudo de si ao sports entertainment, um fã não gosta desta embirrância com uma pessoa tão apaixonada quanto JR, muito menos quando sabe que o kayfabe tem aspectos da realidade. Vince nunca perdeu uma oportunidade para humilhar JR e chegou a tirar-lhe o lugar de comentador numa altura em que há muito se afastara da mesa de comentários para ser muito mais que isso dentro da empresa.
O grande apoiante dele nos tempos recentes foi HHH, Vince sempre se esteve nas tintas para ele e nunca lhe reconheceu valor, afastando-o ou gozando-o sempre que possível.

Por mais que o Boss goste de pôr à prova os seus funcionários para ver como eles lidam com a pressão e com situações negativas, não se aceita o que foi feito a JR nestes 20 anos.
Ele é só o melhor comentador que eles lá tinham e um dos que melhor se dava com o pessoal nos bastidores.
Tanta humilhação chegou a descaracterizá-lo, não fosse o seu enorme talento e não teria sobrevivido tanto tempo nesta indústria. Foi-lhe sempre apontado o dedo quando lhe deveria era ter sido reconhecido mérito.
Alguma vez alguém conseguiu imprimir tanto feeling à sua voz quanto ele?
Claro que há muitos outros comentadores excelentes, como Jesse Ventura e Gorilla Monsoon, mas para mim ele é o melhor. Sem dúvida que merecia mais respeito e não ter saído pela porta dos fundos.
É aí que chego agora – o abandono sucedido a semana passada.

Se há coisa que eu gosto no site é abrir a página e ler as notícias no espaço próprio para o efeito.
Não estava era à espera de um título como “Jim Ross reforma-se” quando o fiz há uns poucos dias, numa das minhas há muito habituais visitas ao WPT. Fiquei admirado e pasmado e não quis ler a notícia.
Várias hipóteses para tal desfecho me passaram pela cabeça:
com 61 anos e 20 de WWE, e sem o mesmo protagonismo e presença em TV desde 2009, mesmo com tentativas fortuitas de regresso ao seu posto, atrapalhadas pela saúde e outros planos de Vince, pensei que era um cenário lógico.
Ele andava pelo NXT e tinha lá os seus afazeres na direcção da WWE, apoiado por HHH, seria de prever que não se mostrasse mais nas outras brands. Julguei que assim continuasse entretido e tendo a sua importância fora da sua área de conforto que foi a Raw por largos períodos. Nunca me passou, no entanto, pela cabeça que se desligasse de todo e qualquer contacto com a WWE, via-o como aqueles que teriam o seu foco longe das câmaras, como outras entidades têm. Depois é que eu me lembrei das informações que circularam não muito antes disso acontecer.

Ao que parece, e pelo que eu li aqui no site, ele e Ric Flair não se teriam apresentado no máximo das suas capacidades (como quem diz, sóbrios) a uma apresentação do jogo da WWE.
E aí é que eu desenleei logo o novelo sobre essa suposta reforma-demissão.

Segundo o site oficial da WWE, JR anunciou a sua reforma, depois de 20 anos de serviço, para seguir outros projectos profissionais. Isto soa-me a “good luck in your future endeavours”!
Estava acabada uma longa e marcante carreira, tanto como membro empresarial nos bastidores, como ao comentar em TV alguns dos combates mais memoráveis da história da modalidade.
O comunicado continuava, agradecendo-lhe e desejando-lhe o melhor para o futuro, destacando as suas inúmeras contribuições à indústria. Tanto papo furado, agradecimentos e reconhecimento de feitos (tardio e na pior hora possível) já apontavam para a falsidade e cinismo disto tudo, algo que o Wrestling Observer fez o favor de provar, relatando que Vince McMahon teve influência na saída de Jim Ross.

De acordo com a informação divulgada, os dois encontraram-se para discutir o futuro do último com a companhia.
Segundo consta, foi dessa reunião que chegou a conclusão de que ele se devia reformar.
Uau, que capacidade de persuasão e argumentação que o Vinnie tem!
Temos dois homens na casa dos 60 sozinhos na mesma sala para abordar o que acontecera com um deles e Ric Flair e saem de lá com uma reforma decidida! E JR não tem uma palavra a dizer sobre isso, afinal, não é ele que sabe da sua vida? Eu estou mesmo a ver o McMahon a lembrar ao seu grande amigo que ele tem mais coisas para fazer sem ser no wrestling, outras actividades com que se ocupar.
Aproveita que JR jamais iria para uma TNA e dispensa-o. Solução encontrada – reforma!
Não trabalhas aqui e não vais para mais lado nenhum, perfeito!

Um dos factores da sua saída foi o comportamento de Ric Flair no painel do jogo da WWE na semana do SummerSlam.
Os oficiais da WWE sentem que Jim Ross, anfitrião do evento, deveria tê-lo impedido de sair do tópico e fazer afirmações controversas. Eu não sabia que JR estava incumbido de ser babá do senhor Flair e assumir o comportamento dessa criança. Acabou por levar por tabela porque era o mais fácil e o mais vulnerável.
Surgiram rumores de que a WWE estaria a falar de reforma porque prefere não enaltecer o despedimento, que poderia causar polémica, visto que se trata duma figura popular.
Desta forma, querem passar aos fãs que JR abandona como um herói.

Mas que charada vem a ser esta?! JR não é um John Cena, isso podia pegar para um miúdo acreditar, não um adulto e a faixa etária que conhece o comentador desde há muito.
Como se fosse muito dificil somar 2 mais 2 e perceber o que aconteceu ali, a classificação PG ainda não afectou os neurónios de muito boa gente. Ao que parece, além da WWE não ter gostado que ele não tenha controlado Ric Flair quando este saiu do guião estipulado, também não apreciou o comportamento do comentador, que aparentou estar sob influência de bebidas alcoolicas.

Logo após o sucedido, surgiram relatos de que poderiam ser despedidos pelo seu comportamento.
Um já está, Nature Boy é que duvido que siga o mesmo rumo, até porque outra notícia publicada aqui no site traça um possível final feliz para essa jovem promessa da luta livre:
a WWE quere-o para embaixador, HHH para ajudar os moços do NXT antes das suas estreias na equipa principal, declaradamente nas promos e psicologia de ringue. Desta forma, teriam oportunidade de usufruir da experiência e sabedoria de Ric Flair. O seu futuro papel ser-lhe-à entregue quando o heat sobre ele desaparecer.
Por Flair podem esperar que as pazes sejam feitas e que tudo volte à normalidade, por JR não.
Para Flair, um tachito, para Jr a demissão!
A WWE tinha previsto uma direcção para o painel que não se concretizou, sendo a culpa voltada para eles os dois.
Então porquê decisões desiguais, especialmente quando foi Flair que mencionou a morte do filho, a TNA e o facto de John Cena beber bastante?

Segundo a WWE, a companhia não foi representada da forma certa e, devido a isso, não estão mais associados a ela; embora Ric Flair não estivesse com contrato, estava marcada uma participação especial dali adiante.
A saída de JR foi uma decisão de Vince McMahon, o que deixou várias pessoas insatisfeitas, defendendo que a culpa é apenas de Ric Flair. A WWE defende que Good Old JR não fez o suficiente e não aparentava estar normal, apesar dele negar estar alcoolizado.

A verdade é que os dois são lendas completamente diferentes e com tratamentos distintos.
Um bateu recordes de campeonatos, o outro de vexames e rescisões de contrato.
Um bebe uns copos e fala baboseiras proibidas pela WWE, o outro é responsabilizado e é descrito como ébrio.
Não estou aqui a dizer que ele não possa ter bebido tal como o companheiro de painel, mas se foi este a mandar a pedrada no charco, o outro é que vai a andar?
Se Ric Flair ainda tivesse voltado aos ecrãs da WWE para alguma coisa de jeito, ainda se percebia, mas ele veio foi dar cabo ainda mais do Miz. Eu não me importo nada que quando a poeira acentar ele vá lá ensinar os putos do NXT e os ajude a subir à ribalta, não o odeio nem questiono que é (ou mais precisamente, foi) um exímio lutador de luta livre e no que compete a ser-se uma superstar ou entertainer é com ele que se deve aprender.
Também não me chateia por aí além que não se tenha ficado pela WM com HBK e que paire sempre a incerteza dumas novas lutas dele. A questão é o aproveitamento da situação para novo enterro dum camarada que não merecia isto, nem sequer aturar bebés irresponsáveis. Pode ser que quando o chefe se cansar de brincar sozinho o traga de novo pela enésima vez. Até lá, ficamos com aquela voz na recordação e com saudades dum mártir, à espera, de preferência sentados, dum tribute show como o que o seu comparsa teve na Raw a seguir à sua falsa retirada.
Uma Aprecciation Night vinha a calhar, não vinha?

Foi o artigo desta Terça, mais uma vez com um tema actual do panorama WWE.
Deixem a vossa opinião sobre este acontecimento feito às escuras e que chocou muitos de nós.
Um comentário vosso será certamente importante nesta pequena homenagem.
Um bem-haja e abraços a todos!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

9 Comentários

  1. Uma vez mais, atenção às quebras de linha/parágrafos. Eu neste artigo nem lhe mexi… Repara como ficam mal as quebras de linha sempre que terminas uma frase. Para a Web não faz sentido…

    • rocha - há 3 anos

      Este foi o artigo em que eu mais separei parágrafos, como tu tinhas avisado no anterior, as minhas desculpas novamente

  2. joaop - há 3 anos

    Sou o único a achar o estilo de comentário deste senhor secante e falso? “ohh quem será que vai aparecer hoje para o defrontar? Não faço ideia, ohhhhhhh, que surpresa” Bah… Idolatram demais o homem… Na minha opinião claro…

    • danielLP21 - há 3 anos

      O JR não foi apenas um comentador. Fez mesmo muito pela WWE. Mais do que eu, tu e qualquer pessoa que comente aqui imagina.

      • joaop - há 3 anos

        Não digo que não fez… eu só falei do estilo de comentário dele. não gosto, nunca gostei e como já foi despedido, quer me parecer que nunca vou começar a gostar. com certeza que já fez mais do que eu… até pq a unica coisa que fiz foi dar 210e pros house shows deles.

  3. Rafael Silveira - há 3 anos

    O Sr. McMahon fez gato e sapato do, simplesmente, melhor narrador da história daquela empresa.
    Nunca vou esquecer de quando ele narrava os combates do SCSA, em especial de dois, do contra o Dude Love no Over the Edge (se eu não me engano em 1998), e do mesmo contra o Shawn Michaels na WM 14.
    Ele simplesmente deu uma aula de como narrar wrestling nesses dois combates.
    O Michael Cole deveria aprender um pouco com ele.

    • danielLP21 - há 3 anos

      O Michael Cole não tem nada a aprender com o JR porque não se podem comparar. O Cole é muito bom naquilo que faz, não é pelo facto de o JR ser o melhor de sempre que os outros passam a ser mais.

      Vai ver a Raw de 4 Janeiro de 1999, mais precisamente o main-event, e ouve, mas ouve bem, a voz do Cole quando o Mankind ganha o Título da WWF. Esse é só um exemplo da grande qualidade do Cole a narrar combates.

  4. joaop - há 3 anos

    Haaa… E eu muito me engano ou ele ja teve uma Aprecciation Night em 2012. Certo, que foi arruinada pelo CM Punk… Mas teve…

  5. danielLP21 - há 3 anos

    Mais um óptimo artigo. Realmente, tens alguns problemas no que toca aos parágrafos, mas com o tempo vais melhorar esse aspecto.

    Sinceramente, não quero acreditar que a reforma do JR seja, na verdade, um despedimento por parte da WWE. Prefiro acreditar na versão da WWE, caso contrário nem sei o que dizer mais sobre o Ric Flair…

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