The People’s Elbow #33 – A Tua Cara Não me É Estranha

Diga 33! Não, isto não é nenhum exame à próstata, é o número da edição de hoje do vosso artigo das Terças-Feiras! Com esta capicua, escrevo-vos, não sobre o programa da TVI, mas acerca de lutadores que já vimos interpretar mais do que uma figura. De melhoramentos na personagem a uma transfiguração completa, da mudança de nome a uma renovação para sair da rotina, muitos dos nossos superstars preferidos já aceitaram diversos desafios na qualidade de actores. Muitas vezes é uma grande oportunidade que lhes surge, para que possam afirmar-se com uma gimnick melhor que a anterior, tentando convencer e manter os seus postos de trabalho. Vou tentar traçar o paralelo entre o “antes e o agora” dentro da lista de empregados da WWE.

Windham Rotunda (1,91 metros, 129 quilos, 26 anos) assinou pela WWE em 2009, onde correntemente actua sob o ring name Bray Wyatt, lutando anteriormente como Husky Harris. A 1 de Junho de 2010, foi anunciado como participante da segunda temporada do NXT, tornando-se heel no episódio de 22 de Junho. Foi eliminado do programa a 17 de Agosto, continuando a combater na FCW. Em Outubro, no Hell in a Cell, interferiu na luta entre John Cena e Wade Barrett, tendo a sua identidade revelada no dia seguinte e induzido nos Nexus. Foi bookado para estar fora da TV indefinidamente, retornando à FCW.

Em Abril de 2012, estreou uma nova personagem, retratada como líder dum culto maléfico, fundando uma facção chamada Wyatt Family. A partir de 27 de Maio deste ano, começou-se a promover a sua vindoura chegada, mostrando as suas origens com os vídeos exibidos no telão. Fizeram o seu debut pouco depois, atacando Kane e continuando os seus ataques em wrestlers como R-Truth, Justin Gabriel etc… Foi marcada uma luta Ring of Fire para o SummerSlam, onde Bray derrotou Kane por interferência de Rowan e Harper. Os próximos alvos seriam Miz e Kofi Kingston, antes de iniciar uma feud com CM Punk e Daniel Bryan em Outubro.

Rotunda nunca se conseguiria estabelecer na maior empresa de luta livre se não trocasse de personagem e, principalmente, se não tivesse saído do ar quando o fez. Os Nexus estavam em declínio e nem um novo chefe mudava a ideia de que os elementos da stable eram todos fracos em carisma e dentro do ringue. Pode-se dizer que foi protegido, valeu mais a sua desacreditação naquele momento do que mais à frente. Ele próprio deve agradecer todos os dias aquele pontapé na cabeça que Orton lhe desferiu! O NXT enquanto território de desenvolvimento pode-se orgulhar de ser uma óptima escola para aqueles que iam batendo no fundo na sua primeira campanha na equipa principal. Sem a sua existência e método de criar estrelas, as coisas podiam ter sido muito piores para alguns dos que agora têm lugar cativo nas arenas por onde a WWE passa. O certo é que havia muito a fazer com Rotunda…

O primeiro passo foi acertar o visual, outrora consistindo em barba estilizada e cabelo meio curto meio grande, para algo mais cavernoso e primitivo. O tempo era mais que muito para que o pêlo fosse crescendo… Os moldes de caracterização da nova personagem foram aparecendo e para isso muito contribuiu a brilhante evolução de Rotunda a falar ao microfone, coisa que como Harris poucas vezes teve oportunidade de fazer. Soltou-se alguém que era impávido e sereno para que vasculhasse a sua criatividade e aspecto teatral. A sua actuação nesses requisitos está hoje absurdamente fantástica.

Continuo a pensar que o que o salva é a interpretação deste louco dos bosques, pois parece-me que em ringue denota falhas, que colmata com actos representativos da sua gimnick. No que a signature e finishing moves diz respeito, adoptou a Sister Abigail (Reverse STO) enquanto Bray, quando em Harris usava a Running Senton, mantendo manobras como a Clothesline e o Cross Body. Quanto a alcunhas, melhorou significativamente, sendo conhecido como Eater of Worlds quando antes era The Army Tank with a Ferrari Engine, que alude mais ao seu peso do que em classificá-lo como um tanque de guerra!

Joe Hennig, nascido a 1 de Outubro de 1979, luta pela WWE sob o nome Curtis Axel, um tributo ao pai Curt e ao avô Larry Axe. Todavia, aquando da sua estreia em 2010, o seu nome era outro, um mais difícil de pronunciar, o qual utilizou ainda nos Nexus, na FCW e na segunda temporada do NXT. Resta saber o quão o recente nome se conseguiu distanciar dessa aura de homenagem aos seus entes queridos…

A 31 de Março de 2007, representou o seu pai na cerimónia do Corredor da Fama, aceitando o prémio no seu lugar. A 26 de Outubro, fez equipa com Steve Fender numa derrota para Jesse e Festus, assinando contrato com a WWE e sendo enviado para o território de desenvolvimento. A sua estreia no plantel principal deu-se nos mesmos moldes que o atleta mencionado acima, em Outubro de 2010, bem como a sua retirada da competição, num angle que serviu para o mandar de volta para a FCW. Apesar disto, retornou a 11 de Abril de 2011, vencendo o Tag Team Championship com o membro dos Nexus David Otunga, defendendo com sucesso contra os Usos a 29 de Julho e perdendo para os Air Boom a 22 de Agosto. O duo separou-se e ficou confinado a lutar no NXT, Main Event e Superstars.

A 20 de Maio, Joe Hennig foi recapturado sob o ring name Curtis Axel, com Paul Heyman como seu manager. Nessa noite, obteve uma vitória sobre HHH. A 24 de Maio, derrotou Sin Cara e, a 7 de Junho, Chris Jericho. A 16 de Junho, ganhou o Título Intercontinental, no Payback. Desde aí, esteve em feud com CM Punk, algo que o atrapalhou por não estar solidificado o suficiente para ser encarado como uma ameaça ao Straight Edge, sendo essa desigualdade recompensada com defesas do título perante Wade Barrett, Miz, Y2J, R-Truth e Kofi Kingston. Perdeu-o para Big E Langston e falhou a desforra para o reaver no Survivor Series. Contudo, mais tarde, ele e Ryback colocar-se-iam na linha para uma futura title shot pelo Tag Team Championship.

Esta permanência na divisão de equipas parece-me o mais viável a acontecer, porque Curtis Axel tarda a cair nas boas graças dos fãs da WWE. A mim ainda não me convenceu, e isso deve-se a uma menor produção comparando-se com outros ressurgidos do NXT. Não se mexeu na aparência nem se vê melhorias na sua capacidade de comunicação ou integração no ambiente que é um show de wrestling. Gimnick não tem, andou-se ali às voltas da palavra “perfeição” sem nunca querer tocar muito na memória do seu pai, os moves continuam os mesmos, salvo uma inclusão ali e acolá, e com Paul Heyman a falar por si os holofotes pairavam sobre outros, como se exemplifica perante combates com Hunter e John Cena. Foi campeão à boa maneira dos títulos secundários, sem ter rivalidades próprias, e andou metido nos assuntos do seu representante, sabendo-se sem sombra de dúvidas que era carne para canhão.

A dupla com o “Feed me More” é mesmo o mais sensato a fazer, tal foi a flagelação por que passou desde a perda do Campeonato Intercontinental (para não ser mau e dizer “desde que o ganhou”). Matam-se dois coelhos duma cajadada com esta união de dois dos que vêm demorando a cimentar posição junto da massa adepta dos desportos de entretenimento.

Aaron Steven está sob contrato com a WWE, onde faz as suas performances sob o nome Damien Sandow. Ele apareceu anteriormente como Idol Stevens. Treinado desde os 16 anos, fez o seu debut em 2001 pela Chaotic Wrestling. Assinou contrato com a companhia de Vince em 2002, depois de numerosas lutas de exibição contra oponentes como Maven, Johny Nitro e Steven Richards.

A 4 de Agosto de 2006, estreou-se como Idol Stevens, derrotando os Tag Team Champions Paul London e Brian Kendrick, ao lado de Cassey James. As duas equipas começaram uma feud, tendo Stevens e James uma title shot no No Mercy, falhando a conquista do Tag Team Championship. Pouco depois, ambos foram cedidos de volta à Ohio Valley Wrestling, regressando ao circuito independente à posteriori. A 14 de Julho de 2010, foi reportado que assinara um novo acordo de desenvolvimento e mudara o seu ring name para Damien Sandow, adoptando uma nova gimnick de “salvador intelectual das massas”.

A 6 de Abril de 2012, apresentou-se numa entrevista gravada, denunciando a cultura popular e declarando as suas virtudes. A 4 de Maio, surgiu na programação, recusando-se a competir no seu combate contra Derrick Bateman, informando que a audiência não seria beneficiada ao vê-lo enfrentar um oponente inferior. Repetiu essa atitude contra Yoshi Tatsu, mas depois do japonês o acusar de cobardia, atacou-o. Começou uma feud com Brodus Clay, que durou de 30 de Julho a 20 de Agosto.

A 24 de Setembro, aliou-se a Cody Rhodes, com a esperança de se tornarem os novos campeões de Tag Team, tendo a sua oportunidade no Hell in a Cell saído frustrada, o que levou a uma desforra pelo título no Main Event de 14 de Novembro. A 27 de Janeiro deste ano, no Royal Rumble, tiveram outra disputa pelo cinto, falhando novamente a sua captura, decidindo mutuamente dissolver a equipa e continuar amigos. Apesar dessa decisão, eles reuniram-se durante o Elimination Chamber, a 17 de Fevereiro, sendo derrotados pela equipa de Brodus Clay e Tensai, contra quem tiveram uma feud, de onde os seus adversários emergiram vitoriosos.

A repetitiva interrupção de Sheamus enquanto apresentava uma série de desafios mentais na brand azul levou a um combate entre eles no Payback, a 16 de Junho, do qual saiu vencido. A rivalidade culminou numa Street Fight num programa semanal, tendo o irlandês saído por cima. A 14 de Julho, ganhou o combate de escadote Money in the Bank pelo World Heavyweight Championship, conquistando a oportunidade de cobrar a mala a qualquer momento. Acabou numa feud com Cody Rhodes, contra quem saiu derrotado no SummerSlam e na noite seguinte.

No final de Outubro, confrontou o recentemente regressado e tornado World Heavyweight Champion John Cena, aproveitando a sua lesão no braço para o atacar e cobrar o seu contrato MITB. Contra todas as expectativas, o homem que estaria curado em seis meses mas que ficou bom em dois ganhou o combate, fazendo de Damien o segundo wrestler a falhar o cinturão num cash in. A 2 de Dezembro, tornou-se number one contender pelo título intercontinental, não conseguindo alcançá-lo no TLC.

Como Idol Stevens, fez uma incursão passageira pela big league. A sua personagem era de “teachers pet” da Michelle McCool, andando rodeado de belas moças, numa pose de conquistador. O seu aspecto tinha de ser adequado a tal função, usando o cabelo comprido e a barba rapada nessa curta estadia entre os grandes, cortando o cabelo e deixando crescer uma barba estilizada quando acabou remetido de novo aos treinos. A imagem de ídolo entre o sexo feminino pareceu não ir resultar e preferiu-se tirá-lo dali antes que ficasse conhecido, de modo a salvaguardar uma alternativa válida de construção de nova gimnick passado uns anos.

Em 2012, com dois anos de “salvador intelectual” na bagagem, retornou ao palco principal, sob o som de música clássica, vestido com um robe azul e com um discurso de bom falante e melhor entendedor. A sua forma de se dirigir ao público ganhou destaque, visto que o primeiro pisar do tapete do ringue demoraria mais um tempo. A sua maneira de falar, as críticas sociais que apontava em cada cidade que visitava, o pedido de silêncio e o pensamento de que as pessoas sairiam galvanizadas só por o verem apontavam-no como um vilão nada forçado. A sua superioridade educacional e a sua inteligência e sabedoria faziam dele melhor que os outros, porém, como lutador, esperavam-se provas dentro do ringue.

Como seria expectável, recusou enfrentar os mais fracos, denegrindo-os publicamente. Não tendo escolha, rivalizou por períodos mínimos com superstars de baixo estatuto, até encontrar um parceiro para a divisão de Tag Team. Se não há queixas a insurgir contra os campeões de equipas daquela altura, sobram algumas para o facto de em tantas hipóteses que tiveram nunca terem segurado o ouro e, mais ainda, para aquela reunião uma semana depois do fim para se verem metidos com duas gruas dançarinas e, imagine-se, perderem sucessivamente para eles! De potenciais merecedores do campeonato de duplas a bonecos de trapos de dois monstros que descobriram na dança uma vocação!

Sozinho, perdeu sempre para Sheamus, sobressaindo a seu favor uma revolta contra ele num segmento em ringue. Deve ter sido o Mister Money in the Bank mais mal tratado de sempre, perdendo para tudo o que é gente, inclusive sendo humilhado pelo antigo comparsa, numa rivalidade que tinha muito mais para dar se a mala tivesse estado em disputa, já que possibilitaria vitórias a Cody até poder reclamar a mala e, nesse momento decisivo, Damien deixar-se-ia de brincadeiras e passaria a coisas sérias.

Eis que se adivinhava um dos melhores confrontos do ano e um cash in histórico!… Nada disso, ele mirou o ponto fraco do adversário antes de dar ordem para o inicio do combate, onde se serviu de todo o seu cartório mais do que uma vez. Conclusão: John Cena anulou a dor e passou por cima das adversidades!
Que em 2014 atribuam o título intercontinental a este gajo, não sei o que diga mais… Quanto aos finishing moves, é curioso que ele tem o Terminus que aquando da sua primeira fase como Stevens era o Idolizer (Arm Trap Stap Swinging Neckbreaker), adicionando golpes mais eficazes como o Silencer (Sitout Side Slam) e o You’re Welcome (Full Nelson Slam).

Curtis Jonathan Hussey, nascido a 22 de Julho de 1981, actua sob o ring name Fandango, mas, em Dezembro de 2010, competiu no NXT como Johnny Curtis. Começou a sua carreira em 1999, trabalhando para diversas promoções independentes, assinando contrato de desenvolvimento com a WWE em 2006 e começando em 2010 a competir em house shows. Foi declarado vencedor da quarta temporada do NXT, debutando na Smackdown numa promo nos bastidores, onde dizia que a sua prometida Tag Team title shot não iria acontecer. Depois de semanas a brincar com as palavras e com acções bizarras, estreou-se em ringue a 12 de Agosto de 2011, sendo squashado por Mark Henry num minuto. A 2 de Novembro, fez o seu regresso ao NXT.

Em Outubro de 2012, estreou uma nova gimnick de dançarino de salão chamada Fandango, debutando finalmente a 1 de Março deste ano, acompanhado por uma parceira de dança feminina. Quando começou a ter combates marcados, recusou-os por os comentadores ou os anunciadores não pronunciarem o seu nome correctamente, repetindo este cenário em numerosas ocasiões. O seu combate de estreia foi a 7 de Abril contra Chris Jericho na WrestleMania, derrotando-o. Começou a receber ovações entusiásticas da audiência, que cantava e dançava ao ritmo da sua música, gerando hype e momentum ao seu redor.

A 19 de Maio, no Extreme Rules, foi vencido pelo Y2J numa desforra, encerrando a sua feud. Em Junho, sofreu uma concussão, o que o removeu do seu combate pelo título intercontinental, sendo substituído por Curtis Axel.

Como Curtis, deu nas vistas ao se sagrar vencedor duma edição do NXT, o que não lhe valeria para nada, dado que andou a chorar a anulação do prémio a que devia ter direito e a participar em squashs. Quando retornou na sua nova faceta, muitos assobiavam o que lhes era mostrado nos segundos que demoravam os vídeos promocionais, tendo sido enganados quanto à qualidade do protagonista.

Fandango não é um bailarino como os que têm sido lançados, é realmente um bom atleta e representa o que lhe foi pedido como ninguém. O investimento nele foi caro, com toda a produção que cobre a sua entrada pela rampa de acesso ao ringue. Se não corresse bem, seria um problema. A meu ver, ele de bailarino tem o penteado e tudo o que é extra ringue, porque lá dentro o baile é outro.

O muito discutido erro no Lionsault do Y2J não comprometeu o seu desempenho no Biggest Stage of Them All. Acho é que lhe tem faltado rivalidades desde aí. O seu egocentrismo à volta do seu nome devia ter sido melhor explorado, pois a certa altura limitava-o nas promos, que não saía daquilo. Teria sido campeão não fosse o azar da lesão… O povo exibiu também o seu poder e mostrou estar em sintonia quando a WWE não os obriga a engolir o que querem e deixam as coisas decorrer naturalmente. O finishing move é igual tanto agora como antes – Beauty in Motion (Diving Leg Drop). Este artigo não ficará por aqui e terá uma segunda parte. Obrigado por lerem, feliz Natal!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

3 Comentários

  1. MR Perfection André Santos - há 3 anos

    Bom Artigo Miguel.Concordo contigo, o talento está lá mas sem uma gimnick altura nada feito

  2. The Mentalist - há 3 anos

    Bom artigo . Você escreve bem, só que as vezes eu sinto falta da sua opinião nos seu artigos .

  3. Bad News Barrett - há 3 anos

    Dos quatro nomes apresentados claramente a minha preferência recai primeiramente sobre o Damien Sandow que a meu ver é o mais completo de todos!! Tem uma gimmick brutal (apesar de gostar mais da sua antiga atitude), é extremamente talentoso no ringue e no micro é dos melhores, se nao o melhor na wwe!! Tem tudo para singrar, para ser um main-eventer e para ficar na historia da wwe se assim o quiser e acima de tudo é um personagem que me entretem e que gosto de acompanhar e que vale a pena!!

    Depois há o Fandango que é também claramente o segundo superstar dos quatro que mais aprecio!! Antes da sua estreia confesso que fiquei apreensivo com a gimmick e pensei que ía sair dali uma palhaçada qualquer estilo Brodus Clay ou Los Matadores!! Como eu estava enganado… saiu uma gimmick que apesar de ser dificil de levar a serio se mostrou bem mais interessante e “seria” (se é que me faço entender!!) daquilo que eu esperava!! Além disso o Fandango quando o deixam proporciona bons segmentos, tem muito talento no ringue e safa-se bastante bem nas promos daí eu achar que ele com a evolução adequada pode também atingir outros voos na wwe e tem o meu apoio no processo!!

    Bray Wyatt – Confesso que nunca fui admirador do personagem desde o momento da sua estreia!! Dos quatro coloco-o apenas em terceiro porque nao o considero nada de destaque nos ringues e acho que vive demasiado das promos!! Os primeiros combates dele desiludiram-me bastante e apesar de todo o sucesso e destaque que está a receber se de mim dependesse nao seria uma das grandes apostas do futuro pois é um personagem que pelo menos a mim nao me desperta grande atenção e cujos segmentos nao sao tao chamativos assim que me prendam a atenção!! Mas claro isto é apenas e só uma opiniao pessoal e pode haver muita gente que aprecie as suas potencialidades e se assim for a sua aposta será mais que evidente!!

    Finalmente o Axel! Bem o Axel é só um dos superstars mais insoportaveis (na minha opiniao) nao só da actualidade mas de todos os tempos!! Só é dificil decidir de quem gosto menos se dele ou do Ryback!! Acho que o Axel nao é nada por aí além no ringue e que de resto nao tem mais nada do que se possa gabar!! Nao tem perfil, nao tem carisma, é um zero redondo no micro e nao entretem minimamente!! Só com o Heyman a fazer milagres é que ele conseguiu ser minimamente aceitavel!! Eu espero sinceramente que desistam dele até porque a gimmick nao lhe assenta minimamente e porque é dos personagens mais desinteressantes que ja pisou um ringue da wwe!!

    Por isso apoio uma aposta séria e segura no Sandow, uma evolução seguida de uma análise e se der boas indicações uma aposta no Fandango!! No caso do Bray depende da reacçao do publico, positiva ou negativa ao mesmo, pois nao é so da minha opiniao que depende a wwe e por favor tirem o Axel do ecrã!!

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