The People’s Elbow #35 – Animal à Solta

Cá estou na primeira semana de 2014 com mais uma edição do vosso artigo, agora com a novidade de ter a publicação à Segunda e no maior site da luta livre em Português! O texto que se segue será sobre o regresso de Batista, previsto para 20 de Janeiro. Antes das normais perguntas e teorias acerca da sua volta, ficarão com um vislumbre da sua carreira, preenchido com apontamentos de opinião pessoal!

David Michael Bautista, actor e lutador profissional de Artes Marciais Mistas, conquistou quatro vezes o Campeonato Mundial dos Pesos Pesados e duas o da WWE, onde competiu sob o nome Batista. Além disso, foi campeão de duplas com Ric Flair, Rey Mysterio e John Cena, tendo sido também o vencedor do Royal Rumble 2005. Após ser testado na WCW, foi contratado em 2000 pela empresa de Vince, sendo mandado para o território de desenvolvimento. Em Agosto de 2012, assinou um contrato para lutar Artes Marciais Mistas. Foi anunciado que voltaria à WWE em Janeiro de 2014, quatro anos depois da sua saída.

Batista nasceu em Washington e afirmou que vivera numa vizinhança difícil, entre a qual, aos 9 anos, presenciara assassinatos ocorridos no seu quintal. Aos 17, ele distanciou-se dos pais e roubava carros. Trabalhou como salva-vidas e tornou-se segurança de boates, sendo preso ao ferir dois chefes numa briga e, após o julgamento, condenado a um ano de liberdade vigiada.

Foi testado pela WCW, tendo a sua contratação negada e ouvido que ele nunca se tornaria um lutador. Não desmotivou e foi para a WWE, que o enviou para um treino na escola da família Anoai – a Wild Samoan Training Centre. Tendo a sua estreia nas lutas profissionais em 1997, foi em 2000 que começou a despertar como Leviathan, um vampiro (ou criatura das trevas) à moda dum Gangrel. Nos dois anos que vestiu essa personagem, conseguiu a proeza de contracenar com elementos do plantel principal, quando foi derrotado por Kane com a ajuda de SCSA, isto na academia de treinos no Ohio, que deixou alguns meses depois, ao ser promovido à categoria de “sénior”.

O certo é que não levou a sua caracterização macabra para dentro do seu novo balneário, optando-se por fazer dele o menino bonito, graças à sua compleição física. Não belisco a minha heterossexualidade por dizer que ele é um homem bem-parecido e a WWE aproveitou isso para acrescentar membros do sexo feminino à sua lista de espectadores. Como cada moda marca uma época, e sabendo que os lutadores musculados atraíam a atenção das garotas, foi um passo natural este de Batista usar um cabelo espetado e uma barba tratada, denotando uma pele lisa e uma excelente aparência.

Com o passar dos anos, e para consolidar a sua imagem de duro, voltaria a rapar o cabelo, visual comum a quem quer mostrar uma faceta mais agressiva. No período que esteve fora, foi alterando o seu estado capilar e, sempre que se fotografava sem cabelo, especulava-se logo que seria por exigência dum regresso à companhia de Stanford. Eu gostava que voltasse com o cabelo curto dos primórdios, até porque no plantel há muitos visuais “skin” e é importante que haja diferentes perfis.

A sua carreira entre os grandes começou a 9 de Maio de 2002, na Smackdown, como um assistente vilão de Devon Dudley. Nas semanas seguintes, discussões entre eles culminou numa separação e a ser transferido para a Raw, começando uma rivalidade com Kane.

Em Janeiro, aliou-se a HHH, Ric Flair e Randy Orton para formar o grupo Evolution, conquistando o Campeonato Mundial de Duplas com o Nature Boy. Perderam-no na Raw de 16 de Fevereiro de 2004 para RVD e Booker T, reconquistando-o mais tarde. A relação de HHH e Batista ruiria, tendo este começado a agir como um face nas semanas seguintes. No inicio de 2005, o Assassino Cerebral percebeu que o seu discípulo poderia ser uma ameaça ao título que ostentava, e sugeriu que ele não participasse no combate Royal Rumble, pois, em caso de vitória, o seu galardão poderia ser o escolhido para entrar em disputa.

Foi isso que aconteceu – Batista participou e venceu a luta, ganhando o direito a enfrentar o detentor dum dos títulos prioritários na WM 21. Temendo o pior, o “Rei dos Reis” armou um plano para persuadi-lo a desafiar o campeão da WWE JBL, mas Batista percebeu a armadilha e assinou um contrato em que a escolha recaía sobre o Campeonato Mundial dos Pesos Pesados do seu “mestre”, deixando a facção e tornando-se face.

Na WM 21, ele destituiria o antigo mentor e venceu na desforra. Após defender o seu título contra Edge, ele foi traído por Ric Flair, que ajudou Hunter a espancá-lo, desafiando-o mais uma vez para uma luta Hell in a Cell no Vengeance, na qual Dave manteve o título.

A história dos Evolution durou de 2002 a 2005 e foi uma das mais apaixonantes de sempre. O confronto entre gerações é sempre interessante de se ver, ainda mais quando o mais inexperiente se revolta contra os superiores e começa a perceber que ganha mais ao parar de ser o capacho deles. Batista representava o futuro, mas o futuro que certa pessoa planeara para si, com implementação de limites. Enquanto ele o ajudara nos seus intuitos pessoais tudo bem, agora quando começava a pensar mais em si, estava tudo muito mal. A construção da feud foi uma coisa louca, gerando segmentos de bastidores e promos memoráveis, resultando no esperado reinado daquele que se libertara das amarras do chefe vilão.

A 30 de Junho, foi transferido para a marca azul, fazendo uma aparição surpresa, encarando JBL e iniciando com ele uma feud, na qual JBL o derrotou por desqualificação no The Great American Bash. O resultado inverteu-se no SummerSlam, onde se enfrentaram num No Holds Barred. A rivalidade terminou com Batista a sair por cima. Logo após manter o título numa rivalidade com Eddie Guerrero, sofreu uma lesão nas costas a 11 de Novembro.

A 16 de Dezembro, ele e Rey Mysterio derrotaram os campeões MNM para ganhar o título de duplas. Duas semanas depois, Mark Henry ajudou Nitro e Mercury a reconquistá-lo. Durante a interferência, o World Strongest Man atacou Batista, aplicando-lhe o seu World Strongest Slam. A 9 de Janeiro, foi anunciado que se lesionara durante uma luta com Henry num evento e que foi forçado a deixar o título vago.

Retornou a 7 de Julho, começando imediatamente uma rivalidade com o culpado pela sua lesão. Coincidência ou não, Henry lesionou-se, cancelando o combate previsto para o The Great American Bash. Tentou reconquistar o título mundial dos pesos pesados no SummerSlam, contra o rei Booker, mantendo este o título com a ajuda da sua Corte. Batista permaneceu como seu desafiante, derrotando-o finalmente no Survivor Series, perdendo-o na WM para Undertaker.

Eles continuaram a rivalizar numa luta Last Man Standing e numa Steel Cage a 11 de Maio, ambas acabando empatadas, com o “morto-vivo” mantendo o cinto. Após a luta na jaula, Edge utilizou a sua mala Money in the Bank para cobrar a chance com sucesso. Com isto sucedido, Batista desafiou o derradeiro oportunista no Judgement Day, One Night Stand e Vengeance, sendo derrotado e não podendo ter mais lutas pelo ouro enquanto a Rated R Superstar fosse o campeão. Por conta duma lesão, o título foi abandonado e vencido pelo Great Khali, ao eliminar Batista numa Battle Royal. Porém, o Animal reaveria o Campeonato Mundial dos Pesos Pesados no Unforgiven e reteve-o numa Punjabi Prison no No Mercy. Após o retorno do “Fenómeno”, os dois retomaram a rivalidade, novamente com Edge pelo meio, tendo sido este a conquistar o cinturão no final.

Na WM 24, derrotou Umaga num combate interpromocional e, após HBK “reformar” Ric Flair nesse evento, começou uma rivalidade com base no egoísmo do “Sexy Boy”, por não ter permitido a vitória do seu antigo comparsa e consequente continuação da carreira. No One Night Stand, Batista derrotou-o num combate de maca, acabando o desaforo. Ganhou o Campeonato Mundial de Duplas a 4 de Agosto com John Cena, quando foi transferido para a Raw durante o Draft 2008. Na semana seguinte, perdendo o título para a Legacy (Cody Rhodes e Ted Dibiase), ficou comprovada a curta duração dessa equipa de rivais, tendo sido combinada uma luta para o SummerSlam, onde Cena foi derrotado. Seguiu-se a quarta ocasião com o Campeonato Mundial dos Pesos Pesados à cintura, numa luta com Chris Jericho. O reinado durou apenas uma semana, perdendo-o de volta para o anterior dono.

Começou uma rivalidade com o seu parceiro da Evolution, Randy Orton. Durante uma luta, a 15 de Dezembro, a “víbora” chutou a cabeça de Batista, lesionando-o em storyline, para que ele pudesse fazer uma cirurgia a uma lesão vinda do SummerSlam.

Retornou na Raw de 6 de Abril de 2009 para enfrentar os Legacy junto da família McMahon. Na Raw seguinte, tornou-se candidato ao WWE Championship no Judgement Day, onde derrotaria Orton. No entanto, deixou o título vago após um ataque da Legacy, que lhe causou uma lesão. Na noite de 14 de Setembro, vingou-se numa No Holds Barred. Após conquistar uma vaga numa luta Fatal 4 Way no Bragging Rights, pelo World Heavyweight Championship, tornou-se heel ao atacar Rey Mysterio e culpá-lo de perder a luta.

Após diversos combates entre eles durante Dezembro, tornar-se-ia o Number One Contender pelo Campeonato Mundial dos Pesos Pesados do Dead Man no TLC, onde não venceria a luta. Então, envolver-se-ia na rivalidade do presidente Vince McMahon com Bret Hart, em Fevereiro de 2010. Como retribuição, Vince permitiu que ele enfrentasse John Cena logo após este vencer uma Elimination Chamber pelo WWE Championship, ganhando o seu segundo título máximo. Perdê-lo-ia na WM 26 para John Cena, foi derrotado numa desforra Last Man Standing, no Extreme Rules. Ele teve uma nova chance no Over the Limit, num I Quit, sendo novamente derrotado.

A 24 de Maio, dirigiu-se ao ringue numa cadeira de rodas para pedir a demissão, afirmando em entrevista que não gostava da direcção criativa que estavam a tomar para si, não lhe agradando desempenhar o papel de heel por ser vaiado! Disse também que aquele não era o wrestling que cresceu a ver e que não voltaria à companhia até que a designação PG fosse extinta. Contudo, em 2012, afirmou que planeava voltar e, um ano depois, no final de Dezembro, um vídeo promocional anunciou o seu retorno a 20 de Janeiro de 2014.

Após deixar a luta livre, foi para Los Angeles praticar Artes Marciais Mistas, a 16 de Junho de 2010. Realizaria a sua primeira luta contra Rashid Evans a 6 de Outubro de 2012, no entanto, este foi substituído pelo veterano Vince Lucero, sendo derrotado por Batista no primeiro round, aos 4 minutos. Além da sua actividade desportiva, participou em diversos anúncios comerciais, foi capa de revistas e actuou em programas de televisão e filmes.

O seu percurso na WWE não se viu livre de polémicas e controvérsias, como em 2005, em entrevistas para o tablóide inglês The Sun, criticando colegas de trabalho de falta de paixão, dedicação e orgulho pelo negócio, deixando Vince McMahon furioso. A promoção TNA não ficou de fora das suas acusações, dizendo mal das “acrobacias” de AJ Styles, em Abril de 2006.

Os problemas continuaram nas gravações para o SummerSlam 2006 – foi noticiado que se envolveu numa briga com Booker T, acreditando-se que se considerava melhor que o restante elenco devido à sua posição dentro da empresa e pela velocidade com que a alcançou, não tendo a sua atitude agradado a Booker T. Em Agosto de 2007, foi acusado de uso de esteróides anabolizantes.

Na sua vida pessoal, tem a curiosidade de ter recebido dois netos aos 40 anos e de ter namorado algumas divas, entre os quais está um relacionamento com Melina e Rosa Mendes. Foi o lutador do ano 2005 para a Pro Wrestling Ilustrated e teve rivalidades premiadas contra HHH e Undertaker. Os movimentos de finalização do Animal são a Sitout Powerbomb e o Batista Bite (combinação de CrossFace com Armbar, 2010).

Não se tendo iniciado nisto cedo (é uns meses mais velho que Paul Levesque, que o deu a conhecer na sua stable), não teve o Bilhete de Identidade como impedimento, sendo normalmente utilizado como figura de ponta em rivalidades pujantes e conquista significativa dos títulos singulares principais. Na sua “fase de aprendizagem”, foi campeão de Tag Team com um dos maiores nomes do ramo para, depois de solidificado, pouco ligar a essa divisão, contando poucas semanas nos reinados com o mexicano mascarado e John Cena. Rapidamente se converteria num dos mais populares astros da luta livre mundial, cativando mulheres e crianças, mas não sendo completamente unânime entre os fãs afirmados, por causa de algumas debilidades no ringue. A verdade é que a intensidade que impunha nos seus combates escondiam certas fraquezas para baixo do tapete ou, pelo menos, desculpava-as.

Com uma conjuntura por trás que consistia numa música de entrada da banda metal Saliva, acompanhada por uma coreografia ao som de pirotecnia e umas taunts capazes de fazer levantar estádios, estava moldada a fórmula do sucesso. Os já mencionados atributos físicos impactaram os mais distraídos e o seu move final que tomaria o seu nome corria de boca em boca, nunca antes se tinha visto um ataque conhecido ser tão bem contado em ringue, como parte duma história ou do desenrolar da acção.

Essa capacidade de acordar plateias torná-lo-ia num dos mais valiosos Power Houses dos Sports Entertainment, tendo de mostrar isso mesmo contra outros superstars avantajados, como JBL e Mark Henry. Todavia, seria contra Undertaker que pisaria os firmes trilhos do sucesso, evidenciando as características que, enquanto face, o fizeram aproximar dos maiores patamares da indústria.

A beleza de feud que construíram foi retomada depois de entraves ao título, nomeadamente Edge e o na altura indiano aterrador, o que só apimentou e ateou mais a chama pelo objectivo em causa. Com a missão complicada, foi inserido em histórias não menos apelativas, como aquela com John Cena. Chris Jericho foi outro que lhe permitiu brilhar e adaptar-se a adversários mais leves e com modos de combate distintos.

Quando Randy Orton eliminava os seus antigos companheiros de Evolution com a ajuda do seu próprio grupo Legacy, Dave tinha inscrição garantida na lista negra dos condenados. Tivemos, então, uma enorme feud entre estes dois, com um reavivar de águas passadas e com o cinturão máximo à mistura. Chegaria, mais tarde, um segundo capítulo contra o “WrestleMania Undefeated”, mas desta vez assumiria uma postura heel e ficaria obcecado por se impor perante o “Zombie”.

Esse transtorno obsessivo colocá-lo-ia contra o seu amigo Rey, que o atrapalhou numa Fatal 4 Way, não permitindo que efectuasse o pin no Dead Man, algo que pôs em causa a sua amizade. Com o mexicano arrumado e com desvarios mentais que valeram doses de pancadaria a vários elementos do roster, uns favores feitos ao presidente da WWE possibilitaram que passasse para a frente do pelotão no que toca à candidatura pelo WWE Championship de John Cena.

100% vilão, tinha aqui a hipótese de revelar todo o seu poderio, a seguir a uma pequena zanga entre eles, em que levara Cena de vencida sem que existisse um heel nítido. Neste segundo round, tirou-lhe o ouro através do truque sujo que foi a associação a Vince, porque de resto logo o perderia e não o conseguiria reaver, abalando pouco depois.

A sua personagem estava a pedir este heel turn para que se afirmasse como alguém sem medo de quem quer que fosse e que utilizaria todos os meios para passar por cima dos obstáculos. No entanto, Batista lembra o futebolista Ricardo Quaresma: só executa na perfeição a sua função quando é acarinhado e todos lhe passam cartucho, o seu carisma requer atenção das pessoas. Ao ser assobiado, não se sentia bem… Duma última fase chata e irritante como face, passou a destruir totalmente os seus adversários, não ficando satisfeito apenas em lhes ganhar. Estava a ficar entusiasmado quando todos soubemos que o protagonista não se sentia de modo igual e o desfecho que isso traria.

Denúncias de falta de empenho de alguns lutadores gerou heat nos balneários e nos bastidores. As suas frequentes escapadelas ao locker room do sexo oposto também lhe pintaram a fama de “bom divã”! Atormentado por lesões, semeador da discórdia e divisor de críticas e aplausos, teve a carreira possível dentro das exigências desportivas a que se propôs e da retirada de aproveitamento que se decidiu para ele.

É esperado que volte como face e que obtenha o maior pop do Royal Rumble, não querendo que isso implique uma vitória. Só o seu regresso motivará conflitos com quem quer que seja o campeão (Cena ou Orton), não precisando de chegar lá por outras vias. O seu compromisso para com esse combate de eliminação terá de ser bem avaliado: se é para ficar e não apenas uma aparição casual, tem de passar isso para quem está a ver, ficando para os quatro últimos, depois de espalhar o seu arsenal de golpes pelos participantes e eliminar um bom número deles. Poderá desenvolver uma rivalidade com aquele que o colocar borda fora… O meu medo é que o queiram usar para aquilo que estava destinado a Goldberg

Apesar de concordar com a sua entrada no main event, quero que essa estadia seja feita com a intenção de promover os novos talentos ou aqueles que estão com um pé no topo da companhia. Sheamus seria um bom adversário, mas aquele que eu estou a ver como potencial beneficiário é Roman Reigns. Confrontos com The Rock, Brock Lesnar ou Undertaker na WM seriam espectaculares, mas poderia dar falsas esperanças para o que viesse a seguir.

Foi esta a crónica de hoje, a primeira entre o variado leque de autores do site! Aqui vos encontro à Segunda! O meu agradecimento especial a todos!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

20 Comentários

  1. André Garrido - há 3 anos

    A WWE DEVIA VOLTAR A ATTITUDE ERA, EU TIVE A VER AQUELE ARTIGO DA CARREIRA DO BATISTA E VI UM DOS COMBATES QUE ERA BATISTA VS TRIPLE H PELO TITLO MUNDIAL NA HELL IN THE CELL E NAQUELA ALTURA HAVIA COMBATES MELHORES, MAIS AGRESSIVOS, HAVIA SANGUE AGORA NEM SANGUE HÁ TAMBÉM REPAREI QUE QUANDO ELE LUTAVA CONTRA MR KENNEDY, JBL, ETC QUE OS DEIXAVA QUASE SEMPRE A SANGRAR

  2. Jericho - há 3 anos

    Quando o Batista estava na WWE toda a gente dizia que ele era lento, não sabia lutar e era “boring”, quando ele saiu toda a gente já o adorava e agora que ele volta estão todos contentes.
    Desculpem mas a maior parte dos fãs da WWE são uns hipócritas, faz-me lembrar a cena do CM Punk, ninguém queria saber dele até ao verão de 2011.

  3. José Sousa - há 3 anos

    Bom resumo da carreira do Batista, é por este motivo que eu não vou falar do Batista até depois do Rumble. Pelo menos, não o farei num artigo especifico porque não sei os verdadeiros planos para ele.

    No entanto devo concordar com as vozes que criticam alguns fãs da WWE, porque antes dele sair muitos criticam o estilo de wrestling, e chamavam o homem de “Botchista”. Acho que é um pouco exagero, não é exagero a importância do regresso dele, mas não gosto daqueles fãs que o criticaram no passado e agora estão tolos por tê-lo de volta e regresse logo pelo titulo da WWE.

    E não tenho a certeza que será o maior pop do Rumble, se o regresso fosse mesmo nesse dia e de surpresa, ai aí talvez diria isso. Acho que poderão existir outros momentos dignos de um big pop, nomeadamente o que o vencedor poderá receber(caso seja o Bryan ou o Punk), o pop do regresso do Sheamus vai ser forte também, e se regressar o Jericho também será forte.

    • Bruno - há 3 anos

      Sheamus ???? sério mesmo ???? cara as pessoas odeiam o Sheamus face !!

      • danielLP21 - há 3 anos

        Eu a pensar que era uma pessoa… As coisas que uma pessoa descobre.

      • José Sousa - há 3 anos

        Também Daniel. Depois temos que diferenciar o pessoal mais mark do geral, e na generalidade o Sheamus é bem popular. Depois de uma lesão de quase um ano querem nos vender que ele regressa e não tem pop.

  4. danielLP21 - há 3 anos

    Artigo muito bom. O meu conselho é que tentes ser menos redundante e menos repetitivo. Os teus artigos tornam-se enormes também devido a isso. Seja como for, boa estreia no W.PT.

    Em relação ao Batista, nunca considerei que ele fosse assim tão mau em ringue, mas pronto, quem o critica lá deverá ter as suas razões.

  5. FAlmeida_10 - há 3 anos

    Excelente artigo sobre o Batista, Miguel.

    Desconhecia completamente a infância complicada pela qual passou, e devo dizer que foi a parte do texto que mais me chocou. Tenho a concordar contigo em tudo excepto no que dizes ao Heel Turn dele e ao facto de só fazer bem a função dele como Face. Ele foi um bom heel, dê por onde der, renovou o interesse na personagem, teve uma boa feud com o Cena e veio a mostrar todo o seu potencial no Micro. Eu pessoalmente gostei do trabalho que o Batista fez enquanto heel.

    • FAlmeida_10 - há 3 anos

      Resta-me desejar te os parabéns pela tua promoção e que continues o bom trabalho que tens feito!

      • rocha - há 3 anos

        Desde logo, o meu agradecimento pelo teu segundo comentário. Relativamente ao primeiro, eu não disse que ele só fez bem a função dele como face e eu também gostei dele como vilão. O que eu afirmei foi que ele era contra isso e que estava a interpretar aquela faceta obrigado. Ele não gostou dessa direcção que a personagem estava a seguir e foi embora. Ele não gostava de ser recebido num coro de protestos quando antes era dos faces mais amados pelas plateias. Não quer dizer que não tenha cumprido o seu papel, fê-lo foi contrariado e a mando da WWE

  6. Bad News Barrett - há 3 anos

    Nunca gostei dele!! Mas claro é fantastico ter um superstar do seu calibre de volta a uma WWE que com o passar do tempo perde cada vez mais lendas e tem mais dificuldade em criar novas!

  7. Dolph Ziggler - há 3 anos

    Bom artigo, Miguel. Um pouco longo, mas foi de boa leitura e foi interessante adquirir mais conhecimentos sobre a infância e carreira do Batista. Quanto á sua segunda passagem pela companhia, estou com boas expectativas para a mesma mas algo me diz que vou ficar desiludido. É esperar para ver!

  8. MatthsGamerBr - há 3 anos

    Só pra avisar, Batista venceu o WWE Championship de Randy Orton em 2009 no Extreme Rules depois de um Steel Cage… No Judgment Day ele venceu por DQ o que fez com que Orton retivesse o título.

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