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The People’s Elbow #68 – Sultain of Swing

Olá, cá estou para novo tema, o qual esta semana será sobre o suíço que, depois de todas as investidas para o tornar relevante, voltou ao ponto de partida e procura recuperar os momentos agora perdidos.

Nada escapará a esta análise aos seus dois anos na maior empresa de luta livre, no entanto, é a controvérsia acerca da alteração de Zeb Colter para Paul Heyman que despertará maior debate.

Isto pelas consequências conhecidas e não pela capacidade de gerir talentos de Sir Paul. As culpas e responsabilidades pela actual travessia do deserto irão ser aqui exibidas.

Cláudio Castagnoli (nascido a 27 de Dezembro de 1980, 1,96 metros e 105 quilos), ficou conhecido pelo seu trabalho nas mais variadas promoções independentes americanas e japonesas.

Contudo, foi a partir de Setembro de 2011, quando firmou contrato pela WWE, que o seu nome real seria ultrapassado pelo de “António Cesaro”.

A este ring name juntar-se-ia o ênfase na sua origem europeia como parte da sua gimnick, proclamando superioridade intelectual ao falar 5 línguas (Inglês, Alemão, Francês, Italiano e o dialecto suíço).

Tendo a sua estreia nas lutas profissionais a 24 de Dezembro de 2000, treinado por Dave Taylor e Chris Hero, assinaria contrato pela fundação de Vince McMahon 11 anos mais tarde, começando a treinar na Florida no seu território de desenvolvimento.

A sua estreia aconteceria no “live event” de 17 de Setembro, numa derrota para Seth Rollins. A 6 de Janeiro de 2012, no Mississipi, seria exposto a uma maior multidão numa derrota para Alex Riley e Mason Ryan, tendo a seu lado o actual Curtis Axel.

A 20 de Abril, faria a sua aparição televisiva num segmento de bastidores com Theodore Long, indo falar com o General Manager John Laurinaitis sobre a proposta de contrato.

Na storyline, quis-se fazer parecer que o seu primeiro combate seria uma “tryout”, derrotando Tyson Kid. A 27 de Julho, conquistou a vitória sobre o USA Champion Santino Marella.

O seu primeiro desaire seria contra Christian, não sendo estorvo para, a 19 de Agosto, no Pré-Show do “Maior Evento do Verão”, tirar o título dos EUA ao italiano.

Fazendo ponto prévio, vocês terão reparado na não menção a uma certa mulher que lhe segurava o braço nos seus meses iniciais. E tal sucede porque a vida é demasiado curta para recordar episódios tristes e dar-lhes maior importância que aquela que tiveram… E, de igual forma, porque a sua presença ao lado do “Super-Homem Suíço” se deveu a outra crise egocêntrica de Vince que, não satisfeito quanto ao que fizera ao “Good Old JR”, resolveu implicar com o “Tag Team Player” Theodore Long…

Voltando ao que interessa, António Cesaro não foi recebido em apoteose, até porque se sabe que os oficiais estão certificados para apagar os ficheiros dos atletas contratados, isto é, poucos teriam conhecimento dele e do seu nome verdadeiro que tanto fez pelas indies e, a partir daqui, o “Delete” abriria espaço a nova construção de personagem.

As 5 línguas faladas mostravam tanto de engraçado quanto de forçado, na necessidade de algo que provasse a sua faceta de vilão, pois o seu carisma e a sua linguagem corporal não o indicavam.

Onde pecou para se dar a conhecer na parte do “Entertainment”, teve de sobra dentro do ringue, onde inclusive acrescentaria uma peça fundamental à própria personalidade europeia e poliglota: o European Uppercut, usado como “Signature Move”.

A fragilidade do cómico campeão amoleceu o que devia ser duro: a batalha pelo cinto, seja ele qual for. Sendo isto apenas possível no reino da fantasia e, sabendo que quase todos os estreantes vêm a possuir um título de mid-card por dá cá aquela palha, o antigo lutador da Ring of Honor lá tomou de assalto o ouro. A sua primeira defesa seria na desforra a que o “Milan Miracle” tinha direito, voltando a defendê-lo contra Zack Ryder, a 16 de Setembro, no Night of Champions.

Depois de ser batido por Justin Gabriel a 22 de Outubro, teve de o defrontar no Hell in a Cell, tendo sucesso. Enganou-se quem pensaria que a nova aquisição daria rumo ao Campeonato dos EUA e que o “acessório” faria dele uma estrela do dia para a noite.

Visto como campeão de Pré-Show, não desfez a imagem quando os seus adversários tiravam duas semanas de férias do low-card. Não só teria de perder para eles para justificar o confronto nos PPV’s ou programação semanal (não é grande coisa, mas é a justificação que temos há anos para isto), como o resultado era previsível e não dava esperança para mais de “15 minutos de fama” aos oponentes.

Iniciou uma feud contra R-Truth, continuando a defender o seu título contra Tyson Kid, entre outros.
No Survivor Series, reteve contra o Mister “What’s Up?”, continuando a feud com o resultado inverso, o que ocasionou mais competição entre os dois, como a 16 de Dezembro no TLC.

A estagnação continuava e não era por o seu “inimigo” ter sido aproveitado anos antes que iria trazer qualquer novidade. O “balneário das reservas” estava todo varrido e não havia meio de o colocar uma posição acima até que, para suprir o mau momento, se viu na sua força o modo de subsistência.

No “Main Event” de 2 de Janeiro de 2013, venceria Great Khali numa “Title Match”. Havia a curiosidade de ver como se sairia contra lutadores fracos ou difíceis de dar bons combates, dado que, por muito bons que possam ter sido aqueles ao estilo “Cruiserweight”, não tinha ficado favorecido.

Se há algo que o antigo “Punjabi Nightmare” ainda consegue oferecer é aquela iluminação de atenção para aqueles que não vêm nas suas características fisionómicas obstáculos à obtenção da vitória.

É esta a arma que o indiano tem: todos o vencem, mas quantos o levantam do solo e o carregam às costas? Foi aí que o Neutralizer entrou para dar a noção do poder corporal dele, tendo ficado verosímil pela sua utilização nos diversos elementos do plantel. Apesar das críticas de alguns quanto a esta finalização, muito se deve a ela na projecção e na ocultação da limitação que ele ainda trazia.

Depois disto, iniciaria feud contra Miz, retendo a 27 de Janeiro, no Pré-Show do Royal Rumble, e a 17 de Fevereiro, na Elimination Chamber.

Frequentador constante do NXT, reteve o seu título contra Adrian Neville durante o “Clash of the Champions”. A 15 de Abril, perdeu o cinto para o Jamaicano do Gana, encerrando o reinado de 239 dias.
Recebeu a desforra a 1 de Maio no “Main Event”, sendo de novo vencido.

Mesmo não acrescentando nada, pode-se dizer que defendeu muito mais o seu “objecto” do que o usual e que a perda para o transitório “SOS” teve “Dean Ambrose” escrito na testa…

Na marca amarela, iniciaria feud contra Sami Zayn, encontrando-se no ringue a 22 de Maio, com o antigo El Genérico a sair vitorioso na sua estreia e as contas acertadas na desforra.

A 17 de Junho, tornar-se-ia associado de Zeb Colter, o que vai no sentido contrário de tudo aquilo que o definia até então.

Zeb Colter teve de aceitar um indivíduo que, pelos vistos, não é Americano, tendo a aliança sido justificada ao dizer que ele é emigrante legal e, por isso, superior aos outros entrados nos EUA às escondidas e àqueles nascidos no país.

Adoro quando o feitiço parece ir virar-se contra o feiticeiro e este consegue o truque de manipulá-lo a seu favor. Foi isso que Dutch Mantel fez para não cair na armadilha dos seus ideais. Foi o Mister “Moustache and Beard” que tornou Cesaro um heel.

As coisas pareciam estar no bom caminho: não só possuía alguém para falar por ele, como a história criada trazia heat a todos os intervenientes.

Os aspectos mais básicos tiveram melhorias, como a música de entrada, taunts e catchprase, temperos que lhe trouxeram maior interesse.

No PPV Money in the Bank, os clientes de Zeb Colter competiram na luta de escadote pela “Briefcase” de acesso ao World Heavyweight Championship, todavia, ela seria adquirida pelo Damien Sandow.

Na noite seguinte, os Real Americans fariam equipa pela primeira vez mas, no final, acabariam vencidos pelos Usos. Durante o Pré-Show do Night of Champions, participaram duma “Number One Contender’s Tag Team Turmoil” pelos títulos de Tag Team, sendo os últimos eliminados pelos Prime Time Players.

Afastados do galardão de duplas, começaram uma feud contra Santino, derrotando-o e a The Great Khali a 6 de Outubro, no Battleground.

Seguiram-se os Los Matadores, culminando a 27 de Outubro numa vitória para os toureiros, no Hell in a Cell. Contra a corrente, levariam de vencida os Tag Team Champions Cody Rhodes e Goldust.

Algo ia mal e começava-se a notar a forma como a parceria era tratada através da exclusão dos desafios essenciais para a sua formação e, pior, da sua eliminação do contexto principal para dar lugar a outras equipas de nível inferior.

As derrotas para os comediantes seguidas de vitórias sobre os detentores do ouro não eram entendidas de outro modo senão pela confusão que para ali vai no meio da divisão.

A falta de fundamento, senão outra ideia delirante dos criativos, só se pode perceber pelo facto do colega de Cesaro ser Jack Swagger.

O “All American” teria desperdiçado oportunidades e ferido a confiança do patrão ao ser detido por consumo de substâncias ilícitas.

Seria esta a altura de lhe garantir “Title Shots” ou a liderança da secção de pares? Pois, parece que o Jack está acostumado a ser punido e a punir os que dele são próximos…

No princípio de 2014, Cesaro seria participante do Royal Rumble, sendo eliminado pelo Roman Reigns, e, ao vencer Dolph Ziggler, teria direito a estar na Câmara de Eliminação.

A 14 de Fevereiro, o seu ring name seria encurtado e teria uma saborosa surpresa ao vencer Randy Orton.

Havia vida para lá da conturbada junção que havia feito e a separação parecia evidente. Recusas de ajuda ao seu colega e desobediências ao seu “tutor” eram laivos da fúria e da raiva pela situação de “águas de bacalhau” por que estava a passar.

Zeb Colter não conseguia travar a postura dos guionistas ou apagar aquilo que Jack havia feito e que prejudicaria toda a gente.

Era visível que o “bote de salvação” de barba e bigode estava a ir ao fundo, só que o afogamento seria evitado para o suíço, na perspectiva de torná-lo face.

Durante o Pré-Show da Mania 30, os Real Americans seriam a última equipa eliminada na Quadrilha Fatal pelo Campeonato de Duplas, tendo Jack culpado o parceiro e prendendo-o na sua submissão.

Este retaliou com o seu “Swing”, manobra popular entre a plateia e que começara a distanciá-lo da faceta de vilão, ganhando o apoio das bancadas.

O trigésimo aniversário do “Greatest Stage of them All” era o cenário ideal para sair da “Pré-Show Picture” e pegar de estaca junto dos maiores, de preferência levado ao colo pela vontade do público de tê-lo como herói.

Mais tarde no PPV, entrou na Battle Royal em memória de André the Giant, sendo vencedor ao eliminar o “World’s Largest Athelete”, aplicando o Body Slam para o atirar pelas cordas, piscando o olho ao sucedido entre Hogan e André 30 anos antes.

Na noite seguinte, foi elogiado e felicitado pelo “Imortal” e tudo se movia no sentido da preparação do próximo face de topo da instituição.

Quando procedeu à queda de Zeb Colter como seu manager, revelando ser o novo “Paul Heyman Guy”, tudo o que poderia ser ou estar construído para o efeito desmoronou-se.

Não estou de forma alguma a referir que uma “superstar” do seu perfil fica mal como protegido deste enorme senhor. De certeza que, noutras circunstâncias, eu estaria aqui a falar que a troca foi positiva

Acontece que Paul acabara de ser “the 1 behind the 1 in 21-1”. Para os mais distraídos, “his client Brock Lesnar conquered the Undertaker’s undefeated streak at WrestleMania”.

Seria este o momento indicado para achar o tal novo associado? E porquê este? Porque não outro mais perdido no card?

Aceito que se tenha voltado atrás quanto à colocação dele como face (apesar de tudo apontar para tal) e que se tenha querido gerar choque, só que não me pareceu de todo o timing correcto.

Pelo que escrevi acima, entendo que Zeb Colter não tivesse mais motivos para o segurar, só que esta mudança é algo desrespeitadora para ele, quase como descrevendo Cesaro como eterno mid-card ao seu lado e main event só por estar sobre a alçada de Paul.

Claro que Dutch Mantel saberá qual o seu lugar ali dentro e reconhecerá as capacidades do “oficial do mesmo ofício”, mas também deverá ficar frustrado ao não ser tão reconhecido, ele que anda nisto há décadas e só teve o azar de ser discreto.

Ficou explícita a guerra de “empresários”, enquanto os seus representados andavam envolvidos, não se sabendo qual o face e o heel.

Se era para terminar, não valia a pena isto, mais do que nunca Cesaro precisava de estabilidade. Comparando os dois gerentes, Paul leva vantagem, logo, será que o “King of Swing” se destacaria em definitivo? Não, nem podia, afinal, a “Morsa” possuía outro tipo com que se preocupar e não seria ainda que o suíço teria os olhos postos nele.

Voltando à questão do timing, a onda imbatível de vitórias do “Fenómeno” na WrestleMania chegara ao final pelas mãos do “Beast” Brock Lesnar.

Máquina destruidora mas com voz feminina, era Paul quem expressava oralmente os seus desígnios desde a época de “Next Big Thing”.

Daí que o “advocate” tenha saído valorizado pela estrondosa quebra de algo que contava mais de 20 anos na forja. O horário parcial de Lesnar pede a continuação das suas storylines pela boca de Paul e não era após um feito destes que isso ia sair de moda.

Daí que a repetição sucessiva do glorioso acontecimento tivesse sido necessária, até porque não se podia cortar as asas ao batedor da maior herança dos Sports Entertainment.

Que espaço restaria à aquisição de outro aliado? O que iria ter Paul para introduzir que tivesse metade da importância do alcançado pelo Mister “F-5”?

O “André the Giant Memorial Trophy” chega para calar a conversa ao redor de Lesnar? Pois, a tarefa do “5 Languages” não se adivinhava fácil…

Competiria no torneio para determinar o candidato ao Campeonato Intercontinental no Extreme Rules, perdendo para RVD na semifinal via “contout” devido à interferência dos restantes “Real Americans”.

Isto levou a uma Ameaça Tripla, ganha pelo Cesaro, que passaria a lutar pelo USA Title de Sheamus. A 9 de Junho, venceria o Mister “Rolling Thunder” RVD para se qualificar para o Money in the Bank pelo vago cinturão maioritário.

Depois disto, sofreria derrotas contra Big E Langston e Dolph e seria eliminado da Battle Royal pelo título Intercontinental no Battleground pelo Heath Slater.

Novos desaires surgiriam contra John Cena e o antigo parceiro de Tag Team, a 2 de Agosto, antes de, dia 16, ser anunciado o Pré-Show do SummerSlam contra o usuário do “5 Star Frog Splash”, finishing move que o bateria.

Resumido o seu rasto, pergunto onde está o prestígio “prometido” pela união a Paul Heyman? Afinal, quer Paul quer Zeb não fazem milagres quando não sai auxílio dos escritórios…

Cesaro manteve-se no Pré-Show, a cheirar chances pelos títulos secundários, a receber derrotas absurdas, tudo parando o ímpeto da extraordinária prestação na Mania.

Se todo este enredo servir para, daqui a pouco, ser o adversário de Lesnar e catapultado pela obtenção dos títulos unificados, eu fico satisfeito, mas até o comunicado da desunião à “Morsa” pouco leva a crer nesta possibilidade, porque a revolta demorada por ter estado tapado pela “Besta” o descredibiliza

Espero não ser tarde para este colosso de 33 anos singrar na ribalta dos Desportos de Entretenimento. Conto com o vosso comentário e cá vos aguardo para o artigo da próxima semana!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

4 Comentários

  1. Galloway - há 2 anos

    Realmente é uma pena ver o Cesaro agora, depois de ter deixado de ser um Paul Heyman Guy.

    A mudança acabou por lhe ser prejudicial, algo que já nos perguntávamos, pois com a mais que provável vinda de Brock Lesnar, o que seria feito de Cesaro como Paul Heyman Guy?

    Isto.

    Acho que nunca vi nos tempos recentes uma Superstar com o potencial de Cesaro passar de um talento a ter em conta a alguém que andou a ser eliminado de Battle Royals por um jobber.

    Se não tivesse acontecido, talvez agora estivesse na linha da frente para defrontar o Lesnar pelo título.

    Talvez se não tivessem sido preguiçosos no seu booking, e tivessem explicado melhor a separação com o Heyman, pudessem ter transformado isso em alguma fricção entre ambos e finalmente fazer o face turn, se é que algum vez ele foi heel (vamos estabelecer que sim, quando o proíbem de fazer o swing por ser uma manobra muito face e tal) ao Cesaro.

    Agora até tenho medo de ver o desfecho dos combates onde ele entra.

    Veremos o que sairá desta reciclada feud anunciada com o Sheamus pelo USA Title, que já teve durante ainda algum tempo.

  2. João Paulo - há 2 anos

    Meu wrestler preferido hj. O que ele faz dentro do ringue é uma verdadeira aula para alguns que recebem chances e chances mas no fim só nos fazem dormir enquanto assistimos, enfim…

    Eu acredito que foi um momento bom para a aliança com o Heyman. Pelas notícias que eram colocadas aqui no site, a WWE tinha o que era (pelo menos para mim) a storyline perfeita: Cesaro vencer a money in the bank match pela mala e mais tarde quando Lesnar vencesse o título sofreria o cash-in de Cesaro culminando numa feud entre ambos que eu nem preciso me prender tanto, pois todos sabem o quanto seria excelente o que poderiam proporcionar em nível de combates e rivalidade em si.

    Não culpo Heyman. Todas as suas promos ao lado de Cesaro eram promovendo seu cliente Brock Lesnar, é fato. Mas a partir disso é que se poderia iniciar a ideia de rivalidade com Lesnar, na minha opinião. O problema (que por sinal quase sempre é esse) está no booking. O “King of Swing” não fazia o giant swing (?). A “cesaro section” foi colocada pra popularizá-lo como face e sem mais nem menos foi logo retirada. O público já vinha reconhecendo o talento de Cesaro a partir dos Real Americans e isso era claro, era um momento é que ele já era maior que a tag em que participava. Se a WWE queria ele como um babyface de topo ela tinha todas as “armas” em mãos para isso mesmo com um monstro no papel de vilão ao seu lado (Heyman) onde tudo poderia começar daí.

    É realmente uma pena ele voltar a rota do título mid-card quando se vê a extrema necessidade de main eventers hj.

  3. THE_WOLVERINE - há 2 anos

    nem com Paul Heyman deu certo ……….imagina sozinho ‘-‘, acho que Heyman não deveria ter se juntado a ele pois o mesmo não ajudou em nada o Cesaro, apenas atrapalho, infelizmente acho q Cesaro nunca voltara a ter o impulso que estava tendo no começo do ano novamente :/

  4. MR Perfection André Santos - há 2 anos

    Excelente artigo! Mostra que estudas bem os visados dando a tua opinião. Posso dizer o nome daquela mulher? naaaa não vale a pena! :)

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