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Top Ten #132 – O Menos Memorável de 2015

Sejam bem-vindos ao primeiro Top Ten de 2016, após uma longa pausa que pode ter deixado alguns a pensar que fui de viagem juntamente com 2015! Que ano que por nós passou, com tantos altos e baixos, tantas memórias, tanta festa e tanta asneira. Como sempre foi. É do que nos põe a ver semana após semana. Em todo o lado é tempo de reflexão do ano e é tempo para destacar alguns dos melhores acontecimentos. Já os próprios trouxeram-nos os Slammys em que destacaram o Superstar do ano, Diva do ano, combate do ano, momentos OMG ou LOL do ano, etc. Entre vários disparates também ficámos a conhecer vencedores justos.

Mas isso dos melhores disto e os mais memoráveis daquilo são coisas que toda a gente faz. Aqui o Top Ten procura sempre fazer as coisas de maneira diferente e, como já tem vindo a ser usual, recorro às letrinhas pequeninas do livro da história de 2015 para recordar alguns dos momentos menos memoráveis e mais esquecidos de 2015. Variam entre o abortado, o mau a justificar o esquecível, o muito breve e passageiro, o pouco marcante, entre outros. Que aqui estejam vários momentos de vos fazer estalar os dedos em recordação repentina.

10 – Prime Time Tag Team Champions

Pronto, não começo logo com os confins. Para iniciar a tabela tenho que o fazer de forma mais leve, algo que ainda seja recordado pelos mais atentos. Qualquer um que ande a par do produto e da sua cronologia de títulos, sabe que os Prime Time Players foram WWE Tag Team Champions no Verão por um breve período. Mas esses mesmos também devem estar bem conscientes de que foram os Campeões menos over e menos memoráveis do ano. Durante todo o seu reinado foram vistos como uma fraca decisão de tirar os títulos aos New Day quando estes aqueciam cada vez mais e não fizeram nada de notável enquanto portadores dos cintos. Numa questão de um par de meses, os títulos voltariam para os New Day, no SummerSlam, onde tiveram a sua mais hilariante celebração. Rapidamente os PTP voltaram a jobbers e a competir em “C Shows”, como fizeram antes por muito tempo. O que indica que nunca estiveram muito preparados nem deixaram grande marca como Campeões credíveis. Nenhum pecado a apontar ao seu carisma e ao seu desempenho em ringue, mas também não existe nada de extraordinário. Actualmente até andam semi-separados com Titus O’Neil a perseguir Stardust numa tentativa de puxar o Cody Rhodes de volta. Esse angle só não consta aqui porque aconteceu neste último mês, senão…

9 – “Kiss Me Arse”

Também deve estar guardado na memória ainda, mesmo que não seja no baú certo. Talvez entre mais na categoria de “para esquecer” do que “esquecido”. Para quem já tinha deixado isto passar e seguir para a história, não precisam de agradecer por vos ter lembrado. Sheamus regressou após a Wrestlemania com um novo visual bizarro, uma Heel Turn e um novo objectivo: barrer a WWE de “minorcas” que nem eram homens nem eram nada. Daniel Bryan e Dolph Ziggler eram alvos e existiam muitos mais no plantel para deliciar o apetite destrutivo de Sheamus. Podia dar-lhe uma gimmick e uma streak interessante. Não deu. Dolph Ziggler foi o primeiro a impôr-se e o seu primeiro rival. Podia ser um grande combate de respeito entre dois Superstars do meio/topo. Não foi. Foi no Extreme Rules, o que podia dar asas à imaginação e explorar o lado agressivo de Sheamus e a sede de recorrer a tudo de Ziggler. Também não. Em vez de tudo isso, culminou num fantástico “Kiss Me Arse”, combate em que o perdedor tinha que chocalhar a lábia contra a nalga do vencedor. Wrestling, senhoras e senhores. O que vale é que para cumprir essa estipulação, tinha que haver um combate normal. E foi bom, tinha competidores para isso. E a surpresa foi que o segmento com Sheamus a negar dar uma beijoca no rabiosque de Ziggler após perder, deitando para trás a estipulação que ele próprio impusera, até foi mais divertida que o esperado. Mas não deixa de ter sido uma storyline que envolveu demasiado traseiro exposto e um brilhozinho salival causado pela boca de outro homem. Nem sei quem terá tido esta ideia e quem a terá aprovado. Com certeza não foi o Vince. Algum dia aquele homem sério e respeitável teria alguma obsessão com homens a beijar rabos de outros homens? Nunca!

8 – Rhodes vs Rhodes

É normal que seja recordado mas não foi por caminhos por onde devia ter ido. Era feud para culminar na Wrestlemania mas abortaram o plano e acabaram por romper a equipa dos irmãos “Dust” com um combate paupérrimo. Levava uma péssima premissa. Goldust não queria fazer mal e magoar o irmão mais novo. Dificilmente sairia algo bom num combate em que um dos integrantes está, durante toda a sua ofensiva, a evitar magoar o adversário. Mas foi o que aconteceu em Fevereiro, no Fastlane. Levaram com cantos de “boring” e bem conhecemos Goldust e Stardust para sabermos que eles não são competidores dignos disso e podiam ter feito um grande combate. Mas saiu isso e até conseguiram botchar o finish. Ficou uma feud tão aguardada e tão promissora, fechada discretamente e rapidamente varrida para debaixo do tapete, como passageiro, enquanto Stardust perseguia o título Intercontinental na Wrestlemania. Não a tornaram a resgatar, fora o regresso de Goldust no Survivor Series, na equipa oposta a Stardust, que foi apenas algo para o momento. Não ficou para a memória, à excepção de um momento negro. Num ano marcado, muito pela negativa, pela morte do lendário e inigualável Dusty Rhodes, pai destes cavalheiros, a última coisa que ouvimos Stardust a dizer ao pai em TV foi que, para ele, tanto o seu real ego “Cody Rhodes” como o seu pai estavam… Mortos. Auch!

7 – Mega Powers ’15

É como se instalassem condições para um push, apenas com o propósito de as destruir logo de seguida. Damien Mizdow obliterou completamente a atenção que podia pairar sobre The Miz, tornou-se uma das principais razões para assistir ao Raw e tinha o público na palma da mão. Já era Face antes da Turn. Na Wrestlemania XXXI teve o seu grande momento ao virar-se contra Miz e impôr-se. Estava um babyface pronto e completamente over para o futuro. Curtis Axel levava uma “running gag” consigo de nunca ter sido eliminado do Royal Rumble. Chegou à Wrestlemania como personagem de comédia e foi o primeiro a ser eliminado da “Andre the Giant Memorial Battle Royal”. É que por acaso os únicos cenários que eu aceitava eram esse ou a vitória. Também bastava estalar os dedos para o tornar um Face de comédia, ainda para mais com o crescente movimento “Axelmania” que começava a torná-lo cada vez mais Hulk Hogan nos maneirismos. No pós-Wrestlemania encontraram-se e foi juntando-os que lhes encontraram rumo. Pegaram na “Axelmania” para o tornar num Hulk Hogan completo e resgataram a gimmick de “personagem diferente todas as semanas” que Sandow tinha antes de se estabelecer como Mizdow e… Trouxeram de volta uma nova versão dos Mega Powers. Foi engraçado, deu resultado e talvez tivesse potencial limitado. O escândalo com Hogan que marcou bastante este ano obrigou todo o plano a ser abortado e ambos foram deixados caídos no esquecimento. Sandow, após aparições muito esporádicas, reapareceu recentemente a receber um Slammy pelo seu “Wrestlemania moment”. Axel também teve as suas raras aparições, andou envolvido em vídeos crípticos à sua procura – “Where’s Axel?” bem à moda de uns “Where’s Trent?” – e encontrou agora uns amigos para ganhar combates nos Social Outcasts. Acredito que, com o tempo, iam cair de qualquer maneira. Iam esgotar-lhes a piada num instante. Mas esgotados ainda não estão eles. Que tal preparar um 2016 mais presentável para esta rapaziada?

6 – Era melhor no NXT…

Neville estreou este ano mas tinham poucas ideias para o talentoso high flyer. Daí que seja normal que não se consigam recordar de muita coisa que ele tenha deixado feita este ano. Faltaram-lhe feuds significativas. Prolongou uma rivalidade com King Barrett à base de pouco mais que um “És Inglês como eu mas não te curto” de Barrett. Mas era mais uma sequência de combates que uma feud. Algo que se deu foi um “revival”. Com Barrett sempre por perto, Neville caiu vítima de provocações e ataques de Bo Dallas que certamente apenas o queria inspirar. Ambos se enfrentaram num combate passável mas esquecível no Elimination Chamber. O único que as pessoas se podem lembrar da altura é de um momento que nos deu saudades do NXT. Noutros tempos, um combate entre estes dois, pelo NXT Championship, foi épico e um main event digno de se recordar no final do ano, no ano seguinte, por aí fora. Ali deram uma amostra de combate para encher. Se ainda existisse alguma dúvida quanto às diferenças do plantel principal para o NXT… Lembrem-se apenas das dimensões que um “Neville vs Bo Dallas” leva em cada sítio…

5 – O prestável Miz

Se muitos acham que ele realmente não é dos que presta grande serviço à sociedade com o seu MizTV, não vos vou tirar a razão mesmo que até engrace com o tipo e com os segmentos em que participe. Mas nem era o povo que ele queria ajudar, era uma pessoa em particular. E ele nem a queria ajudar propriamente, ele só queria chatear outra pessoa. Num caso em que inserem uma storyline que seja algo mais que mera caça ao título devido a vitórias e derrotas, Miz queria entrar na cabeça dos Usos para ter a vantagem. E bastava destabilizar e Jimmy Uso tinha um ponto fraco – não são necessárias referências ao ponto fraco que foi o ombro de Jey Uso. Esse ponto era a sua família e neste caso a cônjugue, Naomi. Invejado será ele por muitos mas Miz também não está mal servido logo as suas más intenções seriam outras quando utiliza a sua fantástica influência de Hollywood como oferta para dar um empurrão na carreira em música Pop na qual Naomi tem dado umas tentativas. Ninguém acreditava que era genuíno, Jimmy Uso não estava a achar piada… Naomi até estava a ver mesmo uma oportunidade. Chegou mesmo ao ponto de conseguir usufruir da ajuda de Miz e a agradecer-lhe, algo que surpreendeu o ex-WWE Champion por completo. Pormenor importante e que já levanto antes que alguém se erga a corrigir-me. De facto esta brincadeira já vem de 2014. Arrastou-se por Dezembro fora e foi concluir em 2015. E ainda por cima com esta mania das pressas de escolher as melhores coisas do ano quando ainda nem os enfeites de Natal estão todos prontos, fica muita coisa de Dezembro a contar para o ano seguinte. Logo não é uma aldrabice. Total, pelo menos.

Nota: Só a apontar de forma curiosa. Se esta história se desse na Attitude Era, seria implicado que Naomi dormiria com Miz. Não porque histórias de adultério e essas cenas de qualquer meio para obter um fim sejam assim representativos disso. É só porque seria essa a forma como pintariam uma mulher naquele tempo…

4 – The Ascension dominam os New Age Outlaws

Algo que já vai longínquo por também já se ter dado no início do ano. Mas nem é isso que o torna algo tão difícil de lembrar. É mesmo por ser difícil de acreditar que os Ascension já tivessem dominado alguma coisa sequer! – fora o NXT, claro. Mas foi assim a sua chegada, logo no início do ano em que caíram logo mal nas graças do povo, ao serem alterados de uma mera equipa gótico-vampiresca, para uma colagem a cuspe dos Road Warriors e dos Demolition. JBL começou logo a enterrá-los, leia-se, Vince começou logo a enterrá-los, leia-se, já vinham semi-enterrados. Mas o seu primeiro desafio foi ter que lidar com malta da velha-guarda já que lhes tinha dado para isso: implicar com tag teams antigas. Levaram no pêlo mas, no Royal Rumble, vingaram-se e derrotaram os New Age Outlaws. A partir daí foi sempre a descer e de vez em quando até jobbam para o Ryback. Os dois. Ao mesmo tempo. Fique a nota de que realmente já foi dia em que os Ascension venciam coisas. E nota de que Billy Gunn ainda competiu num ringue da WWE este ano antes de decidir tornar-se um esteróide com pernas. Um bom início de ano que só avizinhava boa coisa dali para a frente.

3 – As três perdidas

Uma espécie de rivalidade, com uma espécie de angle, que deu numas espécies de combates. Com três Divas que nunca foram muito notáveis por ter muito que se fazer com elas. Alicia Fox conseguiu um estacionamento ali na “Team Bella” mas não é uma peça assim tão fulcral e entrou naquela brincadeira da “Divas Revolution” mais como um anexo. Natalya já fez carreira em ser desperdiçada. E a Cameron é a Cameron. As três já tiveram uma pequena história a decorrer nos confins do Smackdown e a receber a mesma atenção que tinta a secar. Começou da forma mais complexa possível: as três Total Divas a não se dar muito bem. Profundo já aí. O mais caricato viria num combate entre Natalya e Alicia que contaria com Cameron a arbitrar. O que é hilariante, dado que não muito tempo antes ela nem sabia como funcionava um pin. Alguém em quem confiaria totalmente um combate para oficiar. E, dados os problemas, havia razão para não confiar porque virou-se às duas. Toda a história culminou numa Triple Threat no Smackdown e, pasmem, a Cameron venceu. Sim, com um pin sobre a Natalya. Uma boa razão para não se lembrarem pode residir já aí. Mas pasmem outra vez, o combate nem foi assim mau!

2 – Rose & Rosa

Primeiro, é preciso lembrar que estes dois lá estão. Depois é para lembrar que havia ali qualquer coisa antes do “Rosebush” que, certamente, será dos segmentos mais recordados e comemorados do ano, da era, do século. E então depois a gente lembra-se deste casal-maravilha. Isto vem da feud com Fandango e Adam Rose e já aqui levantam a orelha porque já se recordam que está aqui a feud do ano. Digo tudo isto na brincadeira mas com pesar porque não escondo de ninguém o quão fã sou de ambos estes Superstars. Mas eles rivalizaram ali no fundo do card, enquanto Rosa Mendes ainda era a bailarina de Fandango até este se fartar, voltar para a música antiga, virar Face e dançar que nem um doido. Quem viria a resgatar a bela donzela abandonada era Adam Rose que via nela o encanto compatível com ele. Foram vistos em namoricos no backstage por algum tempo até Rosa desaparecer dos nossos ecrãs outra vez e Adam Rose partir para transições bizarras de gimmick, repleto de momentos dignos deste top como o “Black Bunny” – que se deu a conhecer precisamente num combate com Fandango. Ah, Adam Rose… Fizeste tanta coisa e não fizeste nada!

1 – Verdadeira Batalha Real

Pronto, na categoria do querer ser esquecido. Duvido que muitos se queiram lembrar desta espectacular feud que durou muito mais tempo que aquele em que era bem recebida. O primeiro lembrete é de que Wade Barrett anda com o nome King Barrett porque ganhou uma cena que lhe deu esse título, talvez também não se lembrem que passou um torneio King of the Ring por nós. Já parece haver um certo surrealismo na ideia de ver Barrett a ganhar coisas, ainda para mais coisas em que é preciso passar por vários adversários. Mas pronto, deu-nos King Barrett e, mantendo a tradição, já tinha a mania que era da realeza. Tal deu numa histórica feud com R-Truth que, como a personagem cómica que nem sempre tem a piada que se pretende, ficou obcecado com a coroa de Barrett e andava a roubá-la. Só por aqui não se extrai grande coisa. Mas tudo tinha que melhorar quando Truth também decide ser da realeza… Com uma coroa de papel e um desentupidor. Porque é um homem adulto. E com os comentadores a vender aquilo como a coisa mais hilariante desde o “Airplane!”. E com demasiados combates em TV e em PPV a alimentar isto. Quando acabou todos respiraram de alívio mas com um nervosismo. Podia ser o olho da tempestade e voltar algo pior. O que fosse… Pelo menos não se voltaram a usar desentupidores.

E com estes históricos momentos de constar em montagens de clips para o Hall of Fame fecho uma nova edição do retornado Top Ten. Agora é para manter isto, que acabou-se as férias ou lá o que fosse que me afastou daqui. E agora já é para olhar em frente e ver 2016, apontar todos os momentos parvos para esquecer, estou lá para eles. Até lá comentem estes momentos, aqueles que se lembravam melhor, aqueles que se tinham esquecido completamente, aqueles dos quais esperavam mais, aqueles que nem deviam ter sido recordados tamanha era a sua atrocidade. E, claro, podem ter a memória melhor que a minha e convido-vos a recordar algum momento que me tivesse escapado por ser tão lendário. É a conversa do costume, ano novo vida velha. Vejo-vos na próxima semana e, vai a tempo, um bom 2016 cheio de realizações e novas aprendizagens para todos vós!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “Top Ten”.

15 Comentários

  1. Coiso - há 11 meses

    Boa lista, mas faltam algumas coisas. Falo, por exemplo, do Royal Rumble match e dos combates elimination chamber,

  2. #MrMoneyInTheBank - há 11 meses

    Com certeza foram “grandes” momentos. Acho que o mais ridículo foi o “Kiss Me Arse”.

  3. Danielinf - há 11 meses

    Gosto bastante dos PTP, e para mim foi bom velos como campeões de tag team, no ano de 2015 o que me custou ver foi i que se passou com a natalya, andar tanto tempo a servir de jobber quando devia de ter mais um reinado como campea

  4. BRUNOju - há 11 meses

    Excelentes escolhas, mas você não colocou o principal: Feud entre Lana e Dolph Ziggler Vs. Summer Rae e Rusev . :)
    Eu até gostei da “mini-feud” das 3 meninas, só não entendi o propósito, muito menos a Cameron sair vencedora.

  5. Reigns one versus all - há 11 meses

    Bom top ten.

    Essa do kiss me arse é mesmo para esquecer,que raio de estipulação

  6. Jord - há 11 meses

    Olha aqui vcs não ataca a Cameron não viu. Pq se atacar ela nos vai atacar. Quero ver vocês saberem fazer metade do que ela faz ♥

  7. RFBM - há 11 meses

    Bom artigo, ainda acrescento o combate Elimination Chamber pelo título Intercontinental e a feud Rusev/Summer vs. Ziggler/Lana.

    • BetterThanPerfection - há 11 meses

      Não

    • BetterThanPerfection - há 11 meses

      A Elimination Chamber pelo IC foi muito legal, para de ser smark.

    • Seth "Freaking" Rollins - há 11 meses

      Concordo.

      Rusev/Summer vs Ziggler/Lana foi uma das piores storyline dos últimos tempos e a EC pelo IC foi provavelmente a luta com mais botches no ano inteiro, foi engraçado demais o Ziggler tentando segurar as pontas, Henry assistindo os outros lutarem e interrompendo as contagens sem motivo, os comentaristas tentando dar sentido pra tudo aquilo, etc.

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