Top Ten #176 – Erros da TNA

Bem, cá vos trago mais um Top Ten. Numa altura em que a febre da Wrestlemania começa a sentir-se, o evento aproxima-se e o alinhamento já está cada vez mais composto e completo. Exactamente, é nessa altura que volto a atenção para outro lado onde não há qualquer Wrestlemania ou influência dela e olho aos interiores de uma outra casa totalmente diferente.

Porque também ela vai causando o seu falatório, mesmo que não estejam a promover um evento de dimensões astronómicas. Andam a promover-se a si mesmos, uma remodelação, uma nova era, uma reflexão de tempos recentes… Novamente recorrendo a métodos debatíveis e a causar algum agite de maneiras diferentes às que suponho que pretendiam. Com uma companhia a batalhar consigo mesma, dá-nos para olhar para trás e reflectir onde podem ter havido lacunas, onde se cometeram erros, que possam ter cortado as pernas a uma companhia cheia de potencial e sempre uma mais-valia para expandir o nosso leque de escolha. É por aí que me debruço, não tinha um título assim tão misterioso também.

Mas antes da contagem, deixo já um pequeno “comunicado” a fãs da TNA, a dizer que isto não é uma mera crítica à toa. Digo isto porque, sendo a companhia que ainda a estou a tratar por TNA quando diz que já não é, um alvo fácil de críticas, os seus fãs são normalmente muito defensivos. No entanto, referindo-me a esses fãs, nem devo restringir ao pronome “vocês”, devo referir-me a “nós”. Também eu sou fã. Sim, também eu critico, gozo, levo as mãos à testa, mas acabo por fazer isso sempre, com tudo o que assisto, relativamente ao wrestling, e lá estou eu a assistir todas as semanas. Este é um artigo bem mais reflectivo que crítico.

10 – Combates com gimmick

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E gimmicks parvas, diga-se, porque “gimmick matches” devem atrair atenção e dinheiro e ser bons. Um derradeiro erro que se aponta à companhia é a sua demasiada semelhança à WCW, na era em que também esta era um aglomerado de erros. E, mesmo que ao pensar em maus “gimmick matches”, nos venha a cabeça um “Punjabi Prison” a impedir o público de ver algo que, se calhar, até nem queriam ver assim tanto ou um “Asylum Match” a colocar dois fantásticos performers às voltas sem saber bem o que deviam fazer naquela jaula até culminar num climax, temos que nos lembrar que na WCW isso virou o pão nosso de cada dia, infelizmente. Quem se esquece de uma jaula com três andares e quem deixará de mencionar aquela vez em que se pendurou viagra num poste ou a mãe do Buff Bagwell numa empilhadora? Pronto, a TNA ainda não recorreu a isso felizmente, mas já tentou aventurar-se por aí por várias vezes. Se até se pode deixar passar algumas esquisitices do Raven, considerar que o King of the Mountain se estabeleceu para criar a sua história apesar de confuso, o surrealismo do “Feast or Fired”, basta um para nos trazer estupendas memórias: a “Reverse Battle Royal”! Chega ou é preciso lembrar a jaula electrificada que apagava as luzes, o “Elevation X” ou o “Blindfold Cage match”?

9 – Bubba the Love Sponge

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Bem, esta deve ser aquela entrada que não vêem em muitas outras listas online de erros passados da TNA. Talvez porque muitos até nem se lembrem que isto aconteceu. De propósito, porque fazem de conta que não aconteceu. Se não sabem quem é o Bubba the Love Sponge, felizes são. Este artista era mais um gajo da rádio que recorria ao choque e ao “sleazy” para ser famoso. Um Howard Stern da divisão distrital e isso já é dizer muito, a partir da referência inicial já. Um ser desprezível que tinha que ser amigalhaço do Hulk Hogan. A TNA teve a brilhante ideia de o contratar para as entrevistas do backstage. E não houve uma alma que assistisse que não se irritasse e não lhe quisesse dar um soco. Como boa gente que é, um comentário repleto do “engraçadismo” do seu nível na rádio, acerca das vítimas do sismo no Haiti, levou a que Awesome Kong o confrontasse com a agressividade que um postal destes requer. Bubba soube manter a classe e respondia com umas calúnias sexistas e racistas. Foi o que esteve na origem da saída de Kong em 2010. Preferiam ficar aqui com o Esponja, que ainda brincou com a situação com ajuda de Hogan. Quão amigos eram eles? Aqui o Esponja Amorosa de vez em quando emprestava-lhe a mulher para um forrobodó e houve aquela vez que até filmou… Isso mesmo, é este réptil um dos principais responsáveis por aquele atentado.

Sim, é capaz de ser a maior escumalha que já entrou na Impact Zone e que até já teve mesmo contrato com a companhia. Mas também pode servir de representação como um erro que a TNA comete quando tenta caçar celebridades. Já é mau a maior parte das vezes que a WWE o faz, mas estes sempre têm dinheiro para chamar alguns nomes de peso. Já a TNA tinha que andar atrás de “celebridades” da 3ª ou 4ª divisão para resultados sofríveis. Mas de qualquer forma, contratar o Bubba the Love Sponge é um tremendo erro por si só!

8 – O original “Broken Hardy”?

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OK, antes de mais vou admitir logo. Listo aqui este infame episódio por ser um dos baixos momentos históricos na companhia, uma das suas grandes manchas e cuja maneira como foi lidada pode ter dedos apontados a si como um erro,~mas confesso: eu próprio não sei o que faria se comandasse a companhia e me visse nesta situação. A palavra que sai à rua e que é concreta e verdadeira é que a companhia permitiu a competição e lançou para o ringue um lutador completamente intoxicado, como todos nos lembramos de ver a figura deprimente de Jeff Hardy no Victory Road de 2011. Está correcto? Não parece. Mas qual era a outra opção? Depois de promover o main event, cancelá-lo com pouca cerimónia, ou com uma desculpa esfarrapada ou exclamando a verdade qual roupa suja ao vivo? Situação delicada e parece que o único que realmente soube improvisar foi Sting que viu que não tinha condições e acabou o combate imediatamente e deu razão à indignação dos fãs. Para já, serviu como luz para Jeff Hardy que se reabilitou e tem-se portado bem até agora, chegando mesmo a reerguer a sua carreira, juntamente com o irmão, nestes últimos tempos. Óptimo para ele, abençoado seja. Fica a questão no ar de como prevenir uma situação destas – claro que o erro principal é de Jeff. Foi mandar um lutador intoxicado para o ringue e improvisar depois certo?

7 – “New Era” aqui também?

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Pois, o último Impact Wrestling parece ter sido uma nova viragem, uma nova era, um recomeço. Sim, ultimamente isso tem sido anual mas agora é a sério! Ou dizem eles, o certo é que ainda não parece haver grande diferença. Por pontos:
– A tentação de ver isto sem som. Tiveram a brilhante ideia de pegar nas asneiras que Josh Matthews faz nas redes sociais, piorá-las intensionalmente e transformá-la num “work” para termos este Josh convencido, barulhento e irritante. Agora temos 15% de comentários e o resto de bate-bocas aos berros entre Jeremy Borash e Josh “Michael Cole de 2011” Matthews, que todos queríamos. E se por acaso tremem com a ideia de ainda tramarem um Jeremy Borash vs Josh Matthews aí num Slammiversary ou num Bound for Glory, tremam para aí. Era uma recriação de algo horrível já feito antes e eles são tolos para isso.
– Parece que é de vez, a companhia chama-se Impact Wrestling. E ter o Bruce Prichard a gritar “TNA is dead!” no ringue não é assim tão reaccionário como parece. Foi reproduzir algo que os detractores andam a dizer há anos e enterrar o nome TNA, esse mesmo que ainda está estampado em letras bem grandes no centro do título principal e um pouco por todo o lado.
– Título principal esse que mudou repentinamente de mãos para o recém-chegado Alberto El Patrón, para causar uma grande surpresa mas sem evitar um certo azedume em todo o processo. Tudo para Alberto ceder o título. Foi difícil convencê-lo? Nem tanto, foi quase só pedir. Foi um intenso segmento de televisão? Não, despacharam isso num vídeo online no Facebook. Tensões altas!
– Ter o Bruce Prichard e o Dutch Mantell a tomar posse e a prometer a mudança… Sem dizer propriamente o que vai mudar. Subiram ao ringue para dizer praticamente o mesmo, brincar aos “namedrops”, falar de todos os grandes nomes que tinham e que saíram para a WWE e basicamente dizer que não têm prestado para nada nos últimos tempos. Se eram defensores do produto recente, eles muito facilmente defecam uma das grandes na vossa cabeça para poderem mandar bocas à administração anterior.
– A maneira anti-climática como retiram os Hardys de TV em tempos de alta tensão entre os dois partidos, quando há evidência de desrespeito para com os irmãos e as suas negociações contratuais.
– Querem que dêem um nome à coruja da “Anthem”.
Parece estar tudo bem encaminhado!

6 – Stables à la WCW

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Lembram-se quando os nWo se formaram e agitaram todo o mundo do wrestling, escrevendo história para sempre? Claro. E óptimo, é um dos grandes momentos. Lembram-se também quando toda a gente e as suas tias faziam parte da nWo e aquilo já não tinha impacto nenhum? Infelizmente, também dá para lembrar disso. Ainda para mais com constantes lembretes. Outro dos grandes paralelismos entre a TNA e a WCW foi esse: esticar, arrastar e atirar qualquer stable para o chão. Para além de uma constante necessidade de ter stables a lutar pelo domínio da companhia – Main Event Mafia, Immortal, Aces & Eights, GFW Alliance, etc – esgotam-nas. Dou crédito aos Aces & Eights, muitos não gostaram da gimmick, mas foi onde vi a coisa mais interessante e mais bem trabalhada, toda a sua duração contava história e desvendava algo novo, mesmo que por um tempo relativamente extenso. Já os Immortal… Foram exaustivos, recrutavam qualquer um sem grande alarido, perderam o seu propósito, dava demasiado tempo de antena a quem não era preciso, teve uma dissolução discreta, de quem larga e perde o interesse. Muita dependência de stables para a fraca pontaria em booká-las. Ficam os Immortal com a coroa. Foi como se pensassem: “Lembram-se de toda a porcaria feita na WCW? Vamos reproduzi-la exactamente da mesma maneira para ver se o problema era disso ou se era do clima ou da posição da Lua.”

5 – Queda de divisões

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Já todos o fizeram e é sempre frustrante. Parece mesmo um problema de todo o wrestling actual, a falta de atenção a outras secções do midcard, com recentes desvalorizações de títulos de midcard e outros que tais. Nem a TNA se safou e nem com divisões que os colocaram no mapa. No mais básico, a divisão tag team parece estar a recuperar atenção… No último Impact Wrestling, precisamente, com a introdução de novidades e regressos. Antes, a falta de competição levou os Campeões a viajar o mundo… Por outros títulos. E antes deles, pouco havia à volta dos cintos de equipas; Em tempos, a divisão feminina da WWE era um embaraço. Do outro lado da estrada, faziam-lhe concorrência a brincar, com uma divisão invejável. Em tempos as Knockouts atraíam atenção de quem realmente queria ver wrestlers femininas. Actualmente é uma divisão parada, longe do que já foi, com menos variedade e com histórias que empurram o Knockouts Championship para segundo plano; O caso mais drástico será a X Division. Uma das principais divisões a criar a identidade da companhia e de onde retiraram as suas maiores estrelas. Actual lowcard com falta de competição, um título que até já foi desvalorizado e abandonado por um dos seus detentores – Lashley – e uma nota de rodapé. Não é um erro exclusivo, no entanto, como já foi dito.

4 – Pilim

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Outro ao qual também não lhes posso atribuir exclusividade. Quem de nós nunca teve problemas com dinheiro? Sim, a companhia tem mais dinheiro que nós mas é quando têm essas quantidades e mete negócios mais à séria que se torna mais difícil administrar dinheiro. E realmente não parece haver ano em que não corra a história da companhia sequinha, a fugir a arrasto da bancarrota. Por vezes é apenas a ordem natural das coisas. Realmente no wrestling, só há uma Norte-Americana multi-milionária ou bilionária a manter-se, o que indica que é um ramo nada fácil. Mesmo quem já esteve no topo, já caiu, mostrando que também é perigoso ser competitivo neste negócio. A TNA é mais uma? O certo é que, mesmo à rasca, vai-se aguentando sempre, mesmo que tenha sempre os problemas a bater à porta. Muitos apontam-lhes maus investimentos, fracas parcerias, falta de marketing em vender o produto, descuido com as suas mais lucrativas parcerias e alguns escândalos salariais com atrasos ou faltas de pagamento a lutadores recentes ou antigos. É bizarro mas olhando para a história, a TNA podia ter ido bem mais longe se Paul Heyman tivesse total controlo criativo. Podia ter afundado há bem mais tempo se Paul Heyman tivesse total controlo financeiro. Ficam ali pelo meio e vão-se mantendo, mas fica demasiado regular o temor pelo bater no fundo…

3 – Hogantrain!

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E por falar em problemas de dinheiro e salariais… Então e daquela vez que contrataram o Hulk Hogan, foi com quê? Pagavam-lhe com gomas e cupões de desconto da Avon? Não, aqui está um dos grandes problemas da administração de dinheiro e uma das principais queixas sobre a vinda de Hogan para a companhia: havia dinheiro para ele… Mal havia para os outros. A vinda de Hogan podia ter sido enorme para a TNA e assim parecia, dificilmente arranjavam estrelato maior que aquele. Maior que isso, só com outro, como foi o caso, trazendo também Ric Flair. Mais um saláriozinho gordo a tirar. Mas eram dois velhos que já não tinham muita luta a dar – Flair ainda insistiu, mas já não era a mesma coisa. Podiam ser meros promotores e competiam muito esporádicamente – como Hogan por acaso fez – em eventos grandes. Nunca deviam ter centrado o produto neles, com Hogan, Flair e Bischoff a roubar muito do tempo de antena para eles. Foi a partir desse momento que muitas dificuldades começaram a aparecer: um salário para Hogan a equivaler à combinação de uma grande parte do plantel inteiro, para mau uso. Perguntem, por aí fora, uma das principais causas da queda da TNA – reconhecida pelos mesmos nas últimas semanas, lembrem-se. O nome de Hulk Hogan saltará demasiadas vezes…

2 – Vince Russo

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E depois temos este gajo. Um dos maiores “butt monkeys” de todo o gozo no wrestling, a ele se associam das maiores loucuras que alguém já tenha visto a passar-se num ringue ou perto dele. Se fizerem a mesma pergunta que eu fiz no final da entrada anterior, mas em relação à WCW, um uníssono muito maior ergue-se a acusar Russo. É verdade que o indivíduo tem assim uma mentalidade duvidosa e para isso basta segui-lo no Twitter e ver as suas opiniões em relações a muitos wrestlers populares. Também parece não jogar com o baralho todo julgando por inesquecíveis decisões de booking que vieram do seu cérebro e que ele ainda defende com orgulho. Mas não lhe pretendo desrespeito, dou-lhe algum crédito pela sua vontade de arriscar e maneira diferente de pensar e até preces por outras coisas boas que ele já escreveu, noutros tempos em que era mais controlado e não tinha o total poder criativo: ele é responsável por muita coisa da fase inicial da Attitude Era. E só tenho que confessar que o seu pior acaba por ser divertido, mesmo que pelas razões erradas, e fico bem mais perturbado e desconfortável a ouvi-lo entrevistar uma mulher no seu podcast – ou também a booká-las por acaso – do que ao vê-lo dar títulos ao David Arquette. Mas dá a sua vontade de dar, pelo menos, um cachaço à TNA por contratá-lo para total poder criativo, a cometer os mesmos erros que mancharam a WCW, por duas vezes. Ou ainda pior que isso: quando desobedeceram ao pedido da Spike TV de não o contratar, que eles ignoraram ao fazê-lo… Secretamente. Tanto esforço e risco pelo Russo. E um dos principais factores que levaram à saída do Impact Wrestling da Spike TV, originando algumas das suas maiores e mais difíceis batalhas: manter-se no ar, que viria a conseguir em estações bem inferiores…

1 – Demasiada sombra da WWE

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Talvez seja o mais polémico, especialmente para quem prefere a TNA à WWE e consiga apontar todas as razões de preferência. Mas não é por aí. Mesmo nesse caso, é de reconhecer que parece haver demasiado foco em perseguir, igualar ou ultrapassar a WWE. Muito olhar para o lado em vez de olhar para si, quando podiam muito bem ser algo diferente, marcar o seu próprio rumo sem ligar se são o #2 ou o 3 ou se já são o 1. Se dizem que são diferentes, mantenham-se como tal, façam um produto próprio e esqueçam que estão a competir. Foi o que fez a ECW e, mesmo que não tenha tido um final muito feliz, ninguém lhes nega a história – e está mais relacionado com o ponto 4 e o que eu disse no final – e é o que a AAA está a fazer ao introduzir o Lucha Underground ao povo Americano. Sempre que podem até mandam uma farpa… Quando do outro lado, nem sequer lhe reconhecem a existência. Demasiado foco em contratações de ex-WWE que têm pouca consistência em tiros no alvo ou ao lado. Inicialmente era giro quando o pessoal descobriu que havia outra companhia onde podiam ver o Jeff Hardy, os Dudleyz ou o Kurt Angle, mas parecem ter ganho obsessão com isso e começaram a contratar de tudo que tivesse um passado na WWE, desde uns velhos Nasty Boys, ou o Val Venis, ou o Tyson Tomko, entre outros. E não perdiam a oportunidade da promo a mandar a farpa ao anterior empregador. Deixaram passar muita oportunidade de contratar nomes tórridos das independentes, que nem vale a pena estar a listá-los porque já foram quase todos apanhados pela WWE, eventualmente, que também já atinou com isso, mas preferiram encher o ringue de velhas lendas da WWE, longe do seu auge. Ironicamente, os papéis inverteram-se recentemente com uma significativa vaga de contratações de ex-TNA para a WWE… Mas muito curiosamente, dos melhores talentos que tinham e que saíram com descontentamento, com menções vagas de serem nomes conhecidos e internacionais, sem nenhuma achega ao território anterior, o que até deve causar alguma mossa. Não, não tem problema nenhum querer ser concorrência e competir directamente com a companhia, mas quiseram saltar muito cedo, com as armas erradas e com demasiado foco. Era muito difícil e focaram-se demasiado nisso. Deviam concentrar-se em ser um acréscimo, um bom acréscimo. E a partir daí saber ser apelativo para roubar alguma atenção exclusiva. Ou estou errado nisto? É que também é possível!

Por aqui fica esta edição que pode ser controversa, mas não tem porque o ser. Nem que volte a repetir o que já disse ao início para evitar os melindres dos fãs mais defensores, também eu sou fã e acompanho o Impact Wrestling mas estou só a olhar para o que está registado e isto é mais para reflectir. Também o fã pode reconhecer e é o fã que agora comenta e pode discordar. Comentem sobre o que acham que pode ser apontado como verdadeiro, aquilo que eles dominam para contornar problemas, ou outras coisas que não estejam aqui que achem que sejam problemas maiores. Mera reflexão, por mim a TNA ou o Impact Wrestling ou a TNGFW ou o que seja, tem vida longa e eu vou assistindo sempre. Mas comentem de vossa livre vontade, só não acusem o artigo de qualquer coisa que não seja. Ou acusem, também não vou ser eu que vos vou impedir. Que nada me impeça de estar cá na próxima semana também, devo trazer qualquer coisa e não, não é relacionado com a Paige. Nem sei o que aconteceu, porque andam todos a falar-me dela?! Bom, não importa, vejo-vos na próxima semana, portem-se bem e cuidado com o que guardam no telemóvel… E isso não é uma referência a nada, é um conselho espontâneo!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “Top Ten”.

5 Comentários

  1. RyFxckuall - há 1 mês

    Bom artigo, como sempre.

    Os tópicos que apresentaste foram os certos, mas na minha opinião foi o Hogan, principalmente, quem “acabou” com a TNA, com todas as ideias que já tinham sido feitas na WCW…

  2. Gonçalo" the best" - há 1 mês

    Excelente artigo!

    Como fã de TNA, não gostei nada do 1° episódio da nova era. Mas pronto, este segundo já foi bem melhor. Vamos ver se eles conseguem assentar.

  3. KILL OWENS KILL - há 1 mês

    Grande artigo! Concordo com todos os pontos. Estou abismado de não teres citado a “incrível” EV2.O.

    Descobri a TNA em 2010 e lembro de ter ficado fascinado com a empresa por causa daqueles novos nomes. Tinha tanto para dar e até conseguiu se manter por muito tempo, depois das cagadas que começaram nesse mesmo ano. Uma pena.

  4. Vitor Oliveira - há 1 mês

    Grande edição, muito bom

  5. Rui Ribeiro - há 1 mês

    Excelente artigo! Não tenho nada a discordar.

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