Vintage #48 – Turn back time, to search number 13

Caros leitores de quarta-feira, bem-vindos a edição número 48 do Vintage, e prestes a celebrar a meia centena de crónicas, este vosso humilde camarada, que tem como missão recuar no tempo, e deixar-vos os melhores, e mais inesquecíveis momentos da história do wrestling, pediu ao nosso caro cronista akujy, o seu avião, para recuar ao ano 1988, e esperemos que a porta de carga se abra…

Não sei ao certo como funciona o avião do akujy, só ele sabe o segredo, mas o que é certo, é que ele dá o feedback que estamos a poucos minutos de chegar a cidade de Hamilton no estado de Ontário- Canada, depois de sobrevoarmos um oceano. Coloco o meu para-quedas, e digiro-me a local onde irei dar o “salto no tempo”, e espero chegar a tempo de presenciar o momento que quero partilhar convosco. Eis que a porta abre-se, e akujy eleva o polegar para cima. Chegou a hora…espero que ele volte para buscar-me…

Depois de um salto artístico e uma aterragem perfeita num local amplo, admiro a imagem do rio, e vejo que ainda tenho algum tempo para admirar a paisagem e tudo que esta ao meu redor. O meu desconhecimento do local é total, então nada melhor que perguntar aos nativos locais, onde fica precisamente o sítio onde se vai fazer magia. Depois de verificar que no meu bolso tenho alguns dólares canadianos, trocados antecipadamente pelos euros em Portugal, lá ganho coragem, e pergunto com o meu inglês bem “arranhado” onde fica o Copps Coliseum, ao que me responde um muito simpático senhor, que estou a poucos quarteirões. Dada esta informação importante, apanho um táxi, que me leva precisamente a arena. Deparo-me com uma estrutura digna destes lados, digiro-me a bilheteira e compro a passagem para a minha missão de hoje.

A arena esta cheia, o animador do local menciona 18.000 fás fervorosos para presenciar o primeiro Royal Rumble da história, e sim meus caros esta é a minha missão, dar-vos conhecer a primeira edição deste PPV mais precisamente o atleta que vai entrar na batalha com o número 13. Número de azar, mas seria o da glória para Hacksaw Jim Duggan. Portanto, vamos começar a executar a missão e objectivo de hoje.

Um evento com bastantes momentos de interesse, como o combate entre Rick Rude e Ricky The Dragon SteamBoat ou mesmo, o contrato assinado entre André The Giant e Hulk Hogan. Sendo o mais esperado, um combate inovador, inventado por Pat Patersson (sim, Jericho não inventou o Rumble), que consistia em 20 lutadores (actualmente são 30), escolhiam um número, e esse mesmo, ditava quando eles entravam no combate, sorteio que foi realizado antes do combate. Os lutadores são eliminados atirando o adversário por cima das cordas, o ultimo wrestler a permanecer dentro do ringue é o vencedor.

Os comentadores são Jesse The Body Ventura e Vince McMahon, anunciado as regras que mencionei anteriormente, vincando que, quem tiver a sorte de tirar o número 20, será um felizardo, pois não terá de enfrentar muitos adversários, já o infeliz da lotaria, ou seja, o número 1, terá a certeza, que irá suar muito para vencer a batalha.

Harold Finkel anuncia os dois primeiros participantes, Bret Hart (saiu-lhe a fava) e o não menos azarado Tito Santana, ambos irão começar o Rumble. Dois lutadores bastante técnicos e muito equiparáveis, com créditos afirmados no circuito, iniciam o combate, onde nenhum dos dois consegue ganhar vantagem, apesar de Bret ser o primeiro a tentar eliminar o adversário, tentativa essa que coincide com a entrada do participante numero 3. Butch Reed entra na batalha, para quem não sabe quem este wrestler era, ele pertencia a dupla de nome-Doom, onde o seu companheiro era Ron Simmons, também conhecido como Farooq, e o manager era Teddy Long. Dupla que teve uma passagem na World Championship Wrestling nos anos 90. Reed entra logo a dominar, escolhendo Santana como primeiro alvo a eliminar, mas com insucesso, pois Santana riposta com garra e coragem, infelizmente para o herói mexicano, Bret e Reed fazem uma aliança de ocasião, e viram-se ambos para Tito.

A força de vontade de Tito é imensa e consegue fazer frente aos dois, onde Bret é quase eliminado por Reed, após Santana ter-se esquivado de um golpe duplo. Mas o pesadelo para Tito ainda não acabou, pois se enfrentar dois já é complicado, imaginem três, pois foi o que aconteceu, devido ao numero 4 ter saído ao companheiro de Bret Hart. O outro membro dos Hart Foundation Anvil Neidhart iria fazer os números “falar mais alto”. A “chacina” continua, o publico tenta animar e transmitir ao pobre Santana, a força para ripostar, mas de nada vale, pois ele encontra-se a poucos segundos de ser eliminado da batalha. Quando ninguém dava esperanças a ele e o publico já dava certo a sua eliminação, eis que entra em ringue o wrestler numero 5, Jake The Snake Roberts, para alivio do publico, pois é o único que pode salvar Tito da eliminação.

A motivação de Roberts é total e num só movimento elimina Reed do Rumble, salvando Santana. Reed esteve somente 3 minutos e 18 segundos, e o Snake Man, continuava a “arrear” nos Hart Foundation, a arena entra em estase e o ressuscitado Santana entra novamente na luta, para igualar os números. Quando todos previam um mítico DDT de Roberts a Bret Hart, Anvil consegue evitar dando novamente a vantagem aos Hart. É neste alvoroço todo, que entra o mítico King Harley Race com o numero 6, tornando a luta num 3 contra 2, novamente os bons estão em desvantagem numérica.

Eles bem tentam contrariar os números, dando alguns “sinais de vida”, ripostando como podem, sendo a única salvação o sétimo wrestler, será mais um Bad Guy? Ou um Good Guy? Its a Good Guy! Jumping Jim Brunzell, membro da dupla The Killer Bees, e estava reposta a igualdade e equilíbrio. Brunzell está on fire e tudo que aparece a frente é “lenha para arder”, mas cedo se esfumaça essa vontade de eliminar algum adversário.

O participante número 8 é Sam Houston, na realidade este lutador é um desconhecido, sendo o facto mais relevante ser meio irmão de Jake The Snake Roberts, e entra na confusão do Rumble, sem um único pormenor relevante a mencionar. Podemos constatar que o único wrestler a ser eliminado foi Butch Reed, estando em ringue sete lutadores. Bret Hart e Tito Santana ainda estão a combater, e a desafiar as odds, em relação a sua sobrevivência em ringue.

Aos 10 minutos e 41 segundos Tito sucumbe aos Hart Foundation, sendo eliminado por ambos os membros, acabando a sua participação no combate, saindo bastante combalido do ringue, devido a queda ser bastante aparatosa, de relembrar que estamos a poucos momentos de encontrar o nosso número da sorte.

Enquanto Santana termina ao seu percurso, o concorrente 9, Dangerous Danny Davies, (um wrestler que mais tarde tornou-se arbitro), inicia-a o seu. Alguém podia dizer ao Sr. Davies que aquelas calças e chumaços nos ombros ficavam muito mal…mas o que dizer…anos 80!Para juntar-se a Davies e aos outros combatentes Heel, o participante 10 de seu nome Boris Zhukov entra para aumentar armada de “mauzões”. Zhukov faz parte da equipa – The Bolsheviks juntamente com Nikolay Volkoff, e escolhe o seu alvo dirigindo-se para Sam Houston, com uma dureza e jogo sujo, bem ao seu estilo. A sua participação foi bastante curta, pois foi eliminado por Jake Roberts e Jim Brunzell, durando somente 2 minutos e 33 segundos a sua contribuição no Rumble.

A eliminação de Zhukov acontece no mesmo momento, que o seu parceiro de equipa Nikolay Volkoff tem um desentendimento com Don Muraco, pois este ultimo roubou-lhe o bilhete de entrada, ou seja o numero 11. Nikolay terá que esperar a sua vez, e eu também, pois o 13 encontra-se logo ao “virar da esquina!”

Enquanto Brunzell é quase eliminado por Bret Hart, o mesmo não pode dizer King Harley Race, pois o seu percurso acaba pelas mãos do recém-chegado Don Muraco ao fim de 10 minutos e 3 segundos. Race fica frustrado pela sua eliminação, e os árbitros exteriores impedem a sua entrada novamente no Rumble. O público está contra Race, e eis que chega o Hacksaw Jim Duggan, o objectivo desta nossa viagem, a cada passo que dá a caminho do quadrado de luta, sente-se a vibração no ar, a nossa busca pelo número 13 foi bem conseguida. Com o seu 2X4 de madeira, andar poderoso, polegar em riste e grito de guerra Hooooooo! Tem um encontro com o recém-eliminado Harley Race, nada que tire o objectivo inicial de Hacksaw, vencer a batalha. Ele entra para “limpar” o ringue, e começa a desferir os seus socos poderosos a quem se colocar no seu caminho. Os 18.000 espectadores estão do lado de Duggan, que com o seu estilo Brawler, parece invencível.

Ron Bass é o décimo quarto wrestler entrar, e é dos mais cruéis do roster de 1988, devido ao seu estilo bastante agressivo e pouco amigável. Bret Hart que foi o primeiro a entrar ainda se encontra em ringue, estando 23 minutos a lutar e a debater-se para vencer o Rumble, o que não acontece com Jim Brunzell que é eliminado por Volkoff, durando 12 minutos e 3 segundos. Após a eliminação de um dos membros dos Killer Bees, a outra metade entra de seu nome – B. Brian Blair. O nosso preferido continua a enfrentar os adversários especialmente Ron Bass, que o castiga severamente.

16 é sinonimo de Hillbilly Jim e, também do homem, que elimina Anvil Neidhart, onde teve perto de 20 minutos nesta dura batalha. Danny Davies e Brian Blair estiveram perto de ser eliminados, mas mantêm-se em batalha, um feito enorme especialmente para Davies, pois a sua estrutura é bastante pequena, em relação aos outros wrestlers. A contagem decrescente dos 10 segundos recomeça, e o combatente que entra é um dos favoritos a vitoria, e também um dos maiores adversários de Duggan. Dino Bravo, um mastodonte de força que tinha antes do Rumble batido o recorde no levantamento de 324 kg, um feito bem duvidoso, pois um dos comentadores Jesse Ventura ajudou-o claramente a bater o recorde. Sam Houston é o sétimo wrestler a ser eliminado, desta vez o culpado é Ron Bass, Houston teve quase 15 minutos em batalha.

Bret Hart e Jake Roberts são os lutadores que á mais tempo estão no Rumble, terão a companhia do décimo oitavo lutador a entrar em batalha. Ultimate Warrior dirige-se para ao ringue com o seu estilo inconfundível e tradicional e será dos últimos entrar em cena, mas um sucumbe ao cansaço e é eliminado ao fim de 25 minutos e 42 segundos. Bret Hart é eliminado por Don Muraco que está bastante mais “fresco”. Algumas surpresas ainda estão em ringue, mas a entrada do penúltimo wrestler, deixa prever que One Man Gang, será um obstáculo quase intransponível, especialmente para a figura de Duggan. O.M.G pesa 200kg e mede 2 metros de altura, portanto desde já torna quase impossível elimina-lo por cima das cordas. Agora eliminar quem aparece a sua frente é mais fácil, algo que acontece a B. Brian Blair, pois é arremessado como fosse uma pena por cima das cordas por Gang.

A próxima vítima é Jake Roberts que sofre na pela a força de Gang, e ao fim de quase 22 minutos é eliminado pelo gigante de negro. Após estas duas eliminações, o nosso herói-Duggan aguenta-se como um guerreiro, e presencia a entrada do sortudo numero 20, de seu nome Junkyard Dog. Restam 10 lutadores e a nossa visão foca-se em Duggan, e será que ele aguenta mais um minuto? Será que chega ao fim?

A arena está ao rubro, e Duggan consegue eliminar Volkoff, ao fim de 11 minutos e 40 segundos, restando somente 9 almas e, começa a diminuir rapidamente, um deles é Hillbilly Jim, às mãos de O.M.G. A sua participação foi bastante curta durando somente 6 minutos, ao contrário de Duggan, que ainda prevalece em ringue e chega mesmo a eliminar Danny Davies com o seu Tradicional finisher, o Three Stance Clothesline. As eliminações são mais constantes, e Dino Bravo e O.M.G eliminam Ultimate Warrior, que teve uma participação fugaz de 4 minutos, o mesmo acontece a Junkyard Dog que dura somente 2 minutos em prova.

Restam 5 em batalha e o fim do combate está próximo, Duggan ainda riposta e dura em ringue, contrariando o número que saiu no sorteio, que significa o azar. Bass e Muraco foram os próximos a ser eliminados, ambos pelas mãos de O.M.G e Dino Bravo que aliaram-se por conveniência para terem um único propósito…derrubar o nosso herói!

O fim parece próximo para o Duggan, nem o público consegue “puxar” e anima-lo e, os dois aproveitadores estão a ganhar vantagem. Num momento de pura coragem e astucia, Duggan esquiva-se duma manobra dupla, e O.M.G elimina o seu amigo Dino Bravo, mas esta astucia de Duggan, faz perder, a pouca força que ainda resta no seu corpo. Gang castiga-o arduamente e prepara-se para efectuar um move, que irá acabar com o nosso escolhido…mas algo de fantástico acontece que vale esta viagem no tempo. Duggan na sua última pinga de suor, esquiva-se e o gigante cai prostrado no chão… vencendo a primeira edição do Royal Rumble.

Hacksaw festeja com o público a gritar o seu nome, a campainha toca, ele fez história neste dia 24 de Janeiro de 1988, tornando-se no primeiro vencedor do Royal Rumble, e é altura de partir, de deixar a arena com missão cumprida e texto para escrever esta edição do Vintage. Tenho que apanhar o avião…se o akujy vier buscar…Despeço da maneira tradicional…tenham uma semana fantástica, e assistam ao Royal Rumble já neste Domingo, no vosso site preferido…Wrestling PT!

Sobre o Autor

- Autor da rubrica Vintage e escritor de algumas edições do Onde Andas Tu?, e play by play do PSN. Nascido a 7 de Dezembro de 1981, pertenço a uma geração onde os videojogos estavam a começar a desbravar barreiras inacreditáveis, onde 16 bits era uma loucura.Aficionado fervoroso de Wrestling e do glorioso Benfica.Orgulhoso por fazer parte de uma equipa talentosa, como o Wrestling PT.Segue-me no twitter e Facebook - ansnicola@iol.pt e canal Youtube,Daylimotion e sapo videos!

14 Comentários

  1. José Sousa - há 3 anos

    Sim isto é um momento mágico, eu sinceramente como fã estou a tentar controlar o meu avião para o Rumble deste ano. Eu sei que no Domingo, o José controlado e racional dos artigos vai á vida e vao ter o fã no chat. Mas isso também é vintage!

    Bom artigo mesmo que eu não goste muito do Duggan.

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Um momento mágico sem duvida. Obrigado pelo comentário e vou ver a tua reacção no chat quando soubermos o vencedor!

  2. AwesomeTheMiz - há 3 anos

    Excelente trabalho, André!

    O Royal Rumble é um combate realmente cheio de história, tudo começou em 1988 e Jim Duggan fez história ao se tornar o primeiro vencedor deste épico combate. Ele participou da edição do ano passado, pena que por pouco tempo.

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Obrigado por comentares sempre o Vintage.

      Para um lutador como Duggan que nunca foi WWE champion ou mesmo Intercontinental Champion(apesar de ter sido USA champion na WCW), ter ganho o primeiro Rumble é um feito enorme, apesar de o sr Hogan não ter participado…senão o vencedor talvez fosse outro!

  3. akujy - há 3 anos

    Ora muito bem…por onde começar??? Antes de mais é uma honra ver que hoje sou personagem do Vintage, um dos meus espaços preferidos do WPT, como toda a gente sabe. Claro que vai parecer suspeito eu falar bem logo hoje, que sou “visado no artigo”, mas como o faço regularmente, ja toda a gente sabe que não estou a ser tendencioso. E se voltares a precisar do avião, é só pedir!

    Quanto ao artigo…simplesmente fenomenal! Um dos melhores de sempre que já aqui li! A certa altura estava mesmo a torcer por alguns dos participantes, mesmo sabendo o resultado de antemão, de tal foi a forma que conseguiste prnder-me emocionalmente ao artigo. Ainda por cima falaste no Butch Reed, que merece destaque, e podia ter sido Intercontinental Champion (em vez do Honky Tonk Man) não fosse por uma certa pessoa que gosta muito de dizer Brother! xD

    De resto, foi uma viagem magnífica ao passado. Quando construí o avião, não fazia ideia de que surgiria alguém que lhe conseguiria dar um uso tão espetacular! And for that, I thank you, my friend!

    Nota Final (xD): 21/20! Ou como diria o Mr. Burns….Excellent!!!!

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Um muito obrigado. Como a edição do Onde Andas Tu, este vintage deu-me um prazer enorme, e ao escrever a minha cabeça dava ordens aos meus dedos com uma facilidade incrível, ou seja foi prazeroso fazer esta edição!Realçaste muito bem o Butch Reed, que foi um underrated toda a sua carreira…coisas da WWE….

      Um facto importante é que se estou a escrever, significa que vieste-me buscar….XD! Se a gasolina não tivesse cara, pedia-te mais vezes o avião…

      • akujy - há 3 anos

        Olha que isto com a crise é complicado, mas não podia deixar ficar lá para manter vivas as 4as feiras de ouro, que cada vez mais ressuscitaram. Algo que me agrada pq era um dia com tradição no Universo e trouxeste essa magia para o WPT! Quanto a empréstimos futuros…epá, se dividirmos o dinheiro a dois, pode ser que a coisa ande para a frente. xD Mas conseguiste deixar-me hyped para o PPV que aí vem. Mais do que a construção da WWE do dito PPV.

  4. JoãoRkNO - há 3 anos

    Excelente artigo camarada das quartas-feiras. O Rumble Match é simplesmente aquele “tipo de estipulação” para um combate que é absolutamente mágico. Desconhecia o primeiro Rumble Match, mas pelo que vi é algo recheado de superstars com talento para dar e vender, algo que é bom de se ver.

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Obrigado João pelo elogio e comentário.Sem duvida havia muito talento em 88, basta ver que Bret Hart já era um jovem com créditos afirmados na divisão de tag team.

  5. danielLP21 - há 3 anos

    Excelente artigo André.

  6. Mario Magalhaes - há 3 anos

    Muito bom artigo André, como é bom relembrarmos de como começou esta estipulação de combate, que é uma das minhas preferidas na WWE, pois reúne todas as grandes estrelas do card e nos proporciona, grandes momentos e nada melhor que vermos o primeiro combate, que deu início a tudo.

    • MR Perfection André Santos - há 3 anos

      Pois é Mário…Esta altura do ano é fantástica e o Rumble contribuiu muito! Obrigado pelo comentário.

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