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10 Eventos Inovadores e Marcantes de 2018 – Top Ten #241

Havia algo a fazer-vos falta neste Verão e nestas férias? É capaz, mas não há nada que eu possa fazer em relação ao dinheiro do subsídio das férias que nunca chega ou àquela semaninha extra de férias que dava um jeitaço para descansar das férias. Já no que diz respeito a coisa que vocês nem se lembravam que não tiveram ultimamente, sou responsável pelo Top Ten, sim. Este está de volta das suas férias e já vem prontíssimo para disparatar!

Para retomar, até se traz um tema que carrega algum positivismo. A evolução. O wrestling parece algo que estagna mas ultimamente, praticamente todos os anos, lá se procura fazer história com algum acontecimento notável, algum evento importante, algo inovador, algo marcante. E como já via 2018 como um bom ano no que a isso diz respeito, achei que podia voltar das tais férias listando alguns desses eventos que trazem algo para registar na história. Como podia voltar das férias com outra coisa qualquer.

10 – NWA 70th Anniversary Show

Para abrir, recorremos a um evento ainda por decorrer e recorremos à antiguinha companhia de wrestling que já se associou a todas as grandes, já dominou e ainda aí anda. A National Wrestling Alliance, abreviado para NWA, que já viu imensos Campeões lendários na sua longa existência e conta agora com um jovem que promete vir a tornar-se semelhante, já com um nome de família lendário e fortemente associado à dita companhia.

Cody é o Campeão que defenderá nesse grande evento. Mas afinal que tem esse evento de especial, se nem sequer é o primeiro aniversário que assinala, fazendo sempre um grande show a cada década que passa? Já muita coisa se deve ter passado em 70 anos para que este apresente algo de novo. E não apresenta. O encanto está precisamente nesse gordo número aí. É o septuagésimo aniversário. Setenta anos, caramba! Um humano com esse tempo de existência já é um velhote com marcas físicas, dores internas e ruídos involuntários a começar a manifestar-se! E é uma companhia de wrestling.

Aqui o que se assinala é mesmo a realidade a aceitar de que é uma companhia de wrestling que já completa 70 anos. Os anos passam, umas vão, outras ficam. Esta já cá anda há sete décadas, vidas começaram e acabaram entretanto. Nem dá para termos a noção de considerarmos o nosso wrestling como algo tão antigo. Que se assinale e nos recorde: também a WWE é bem velhinha…

9 – WWE Super Show Down

Não é um evento pioneiro, daí estar aqui para o fundo da tabela – o malandrim queria era preencher as dez posições e não tinha com quê e agora está a ver se aldraba a coisa. Não, eu justifico. É uma continuação de algo que introduziram recentemente. E essa introdução é precisamente de algo novo de certo em certo tempo.

Refiro-me a estes grandes espectáculos transmitidos na WWE Network, com tremendos cards, combates improváveis, combates com história, combates apenas com promoção e todo um enorme show que calhará num estranho fuso horário. Porque é em território internacional. É aí que está o passo grande e novo. Transmitir programas e espectáculos internacionais, em países onde não decorreria nenhum outro PPV qualquer, nenhum programa semanal. A linda Austrália. Porque outra razão passariam lá a não ser de propósito? Ainda por cima agora já têm malta oriunda de lá no seu plantel, que com certeza terá uma calorosa recepção a casa.

O Super Show Down é, na verdade, o segundo grande evento deste calibre este ano e falarei já do primeiro, claro, até porque esse ainda traz mais cenas no bico. Com combates de calibre mais astronómico, como um último – supostamente – entre Triple H e Undertaker, também temos que aceitar um espectáculo destes como o que ele realmente é. Um house show glorificado. Mas não deixa de ser uma boa iniciativa, visitar vários países para grandes transmissões televisivas. Aqui o meu ainda é pequenino, quiçá um dia. Aí desse lado, curtiam ver aí um Supercard no Rio ou outro sítio qualquer, com a malta brazuca que já lá têm?

8 – Elimination Chamber

Bom, a Elimination Chamber já tem uns anitos. Até aquela nova Chamber mais “assustadora e perigosa e diabólica e não-sei-o-quê” que só lhe falta ter colchões insufláveis, trampolins e esponjas para se notar mais segura já não é deste ano e já a conhecemos do anterior. A “personificação” do combate em evento com o seu nome também já leva uns aninhos.

Então o que há de novo a apontar na Chamber este ano? A inclusão de uma divisão que ainda lá não tinha constado. O título Intercontinental já tinha sido disputado na Chamber. Tag Teams já tinham competido dentro da Chamber. Então quem falta? Ora essa, então as nossas meninas já alguma vez tinham entrado na estrutura ampla e dolorosa? Não! E o que as estava a impedir? Reparando bem… Absolutamente nada!

Tão aptas para lutar nesse combate como qualquer gajo, o que talvez pudesse faltar noutros anos era a vontade de reconhecer que podiam fazê-lo, que por si só, já seria capaz de influenciar a escolha de competidoras para o plantel, que o enchia de meninas e senhoras que talvez não estivessem tão bem preparadas para algo assim. Felizmente já se vive noutros tempos, já há uma divisão feminina de imenso respeito, já lhes é permitido participar em tudo. Depois de já termos tido títulos femininos disputados dentro do Hell in a Cell, foi tempo de lhes abrir as portas de outra jaula. Um combate Elimination Chamber feminino que correu muito bem. Mas não foi o primeiro evento a ver a sua primeira edição feminina…

7 – Royal Rumble

… Ainda aconteceu este antes. Talvez história um pouco maior. O Royal Rumble é aquele combate histórico que colocava trinta homens a disputar por uma oportunidade única. Com tanta entrada, tão longa duração, é um dos combates mais imprevisíveis e emocionantes que toda a malta aguarda todo o ano. E em trinta posições até senhoras cabiam. E chegaram a lá ir três, sim. Mas não se vai misturar tudo ao molhe.

Então o que impede de se recriar este combate masculino numa versão feminina? O número a preencher? Ora essa, já têm tanta “aprendiz” e uma agenda de contactos tão grande para fazer umas chamadas. Então vemos que o que não permitiria a sua realização era também, de facto, nada! Arranjaram-se trinta mulheres, do presente, do passado e do futuro, não arranjaram? Claro que arranjaram e foi divertidíssimo e também um combate que considero ter corrido lindamente, mesmo sem ter sido perfeito – alguma Rumble no geral o é?

Enriqueceu a divisão feminina e enriqueceu o evento que acho que pode usufruir muito bem das duas Rumbles e da emoção de sabermos quem serão os dois felizardos galardoados com a honra de uma vida de partir para a Wrestlemania atrás do título da sua eleição. Duas pessoas, de géneros diferentes. Porque cabem lá todos. Demorou uns anitos a concretizar-se mas lá está… 2018 foi o ano de acontecer tudo, só para se fazer este Top Ten. Obrigado!

6 – Greatest Royal Rumble

E já que se fala em Rumbles. Não se pode deixar de mencionar esta Rumble especialíssima por todas as razões. O evento que deu o tal pontapé-de-saída para uma potencial tradição permanente de levar a WWE a territórios internacionais e transmitir o evento, engrandecendo-o. Mesmo que seja apenas, lá está, um house show glorificado.

Este tinha “especial” estampado por todo o lado onde fosse possível haver. Era uma Royal Rumble especialíssima de cinquenta homens, a primeira na história – o prémio era apenas um cinto e a honra de ter vencido aquela coisa. Foi na Arábia Saudita, país improvável mas que serviu como marco importante no desenvolvimento cultural e social de um país que ainda está umas boas léguas atrás no que aos direitos humanos básicos que conhecemos diz respeito. Tudo com grandes combates que não tinham tanta importância assim. A imagem que não se evita formar é a de um riquíssimo xeque a abrir uma maleta bem cheia de notas gordas ao Vince e este ficar com cifrões nos olhos e ordenar os seus maiores part-timers para também marcarem lá presença.

O evento em si não foi grande coisa. Os combates não foram nada de especial ou muito significativos. A Rumble não contou para grande coisa e apenas se serviu do seu formato maior para quebrar recordes – de tempo e de eliminações – que eu nem considero canónicos porque não foi numa Rumble “a sério” e com um número exorbitante de participantes, é fácil aumentar tudo; a Arábia Saudita está a evoluir sim, mas a passo de bebé, e viam-se mulheres na arena realmente, desde que acompanhadas por um cavalheiro. E quanto às competidoras da WWE, essas bem ficaram em casa, porque ter mulheres a fazer cenas de homem já é muito e impensável. Ao menos no show Australiano pode participar toda a gente e até teremos as nossas meninas Australianas a representar a casa; Ariya Daivari foi ameaçado de morte apenas por um tradicionalíssimo segmento de wrestling e não faltaram queixas por conteúdo indecente pela transmissão de anúncios e vinhetas que mostrassem as nossas lutadoras nos seus trajes. O que teve de bom? Titus O’Neil a imortalizar-se e os comentadores e marimbar-se, antes do fim, e a deixar de levar aquilo a sério e a desatar na galhofa durante o evento principal. De resto… Muita parra, pouca uva, demasiado tempo, muito fogo-de-artifício – literalmente. E nada mais.

5 – Impact Wrestling vs Lucha Underground

Havia muito por onde usufruir, desde o fim-de-semana de Wrestlemania, a que todas as companhias de wrestling menores e independentes inteligentemente se afiambram para proporcionar uma super-experiência de variado wrestling para deixar os fãs viajantes afrontados de homens de spandex a rebolar e aos pinchos; ao canal do Impact Wrestling no twitch que é fixe, logo têm que arranjar umas cenas para ir colocando lá, a ver se rende quase tanto como as meninas avantajadas a jogar videojogos com pouca roupa.

Com isto fizeram a outra manobra que levanta a orelha dos espectadores. Que á a das colaborações, a de juntar dois mundos. E a malta gosta é de junções improváveis ou de coisas que conhecem bem. Que foi o que aconteceu aqui quando o Impact Wrestling foi frente-a-frente com o fictício Lucha Underground, com o qual já andava a partilhar estrelas. Dois espectáculos populares a colidir. Apenas questionaria a inclusão do Lucha Underground como canónico e no mesmo universo que qualquer outra companhia, com muita coisa não explicável no mundo físico e científico de outras arenas e muita gentinha boa morta por justificar. Mas têm um plantel, não têm? Então que se preencha um card!

Um espectáculo que, mesmo que decorrendo mais por baixo do radar como uma independente mais glorificada, correu lindamente e mostrou mais um grande passo no estado actual do wrestling. Um estado de união, em que se trabalha em conjunto e se compete de forma mais saudável. Se até a própria WWE está muito mais aberta, estamos num bom caminho. E aqui este evento pode ser muito simbólico, ao juntar dois símbolos de maior dimensão. Tomem como exemplo o evento independente da Destiny, que vendeu o main event entre Pete Dunne (apresentado como WWE UK Champion) e Austin Aries (como Impact Wrestling World Champion) e conseguimos esticar um pouquinho mais o cordel para considerarmos um confronto WWE vs Impact! Já tanto assim foi impensável!

4 – NXT UK

2017 também foi um ano frutuoso em eventos notáveis e marcantes e foi ano de continuação dos seus notáveis torneios como o Mae Young Classic ou o United Kingdom Championship Tournament, ambos retomados agora em 2018. Destaca-se muito o segundo em 2017, apresentando-se como uma histórica parceria com independentes de terras da Sua Majestade e inaugurando um novo título para o Hall de Campeões da WWE.

Então o que se destaca em 2018? Muito simplesmente o facto de terem dado mais um grande passo em frente. O UK Champion pode ser visto a defender o seu cinto pelo mundo fora, por várias independentes, pelo NXT mas parece que lhe darão um território mais “fixo.” Com um plantel definido – de malta que pode ir lutando por outros sítios – acharam que não seria má ideia terem a sua própria divisão. Fundou-se assim o NXT UK, com programação televisiva prestes a chegar.

Com isto fica um histórico acordo ainda maior com as independentes Britânicas e Europeias, e fica um excelente território de grande dimensão como porta de entrada para lutadores Ingleses, de todo o Reino Unido, de toda a Europa, de outros cantos por onde queiram entrar. E sem se comprometer totalmente, podendo lutar em vários outros sítios perto de casa e até fora. Uma óptima medida e até já serviu para irem pescar a nossa Kelly, pioneira, e quem sabe ainda mais algum(a) jovem ambicioso/a daqui deste cantinho da Europa que afinal toda a gente gosta de visitar…

3 – Chris Jericho’s Rock ‘n’ Wrestling Rage at Sea

Este também anda a causar o seu burburinho e a chamar a atenção. Chris Jericho decide juntar as suas duas paixões – três? Será ele um devoto de cruzeiros e viagens marítimas? – para um evento que tem movido o mundo do wrestling. O curioso é que é, de facto, um evento inovador e uma ideia muito boa, mesmo que não seja propriamente algo novo. É uma junção de muita coisa que já aconteceu. Num resultado que até aparenta ser doce.

Já muito se fez a bordo de um tremendo cruzeiro e, como mentor dos Fozzy, sabe que o metal pesado musical combina com o metal pesado de uma enorme embarcação, existindo já vários festivais em alto-mar – sendo o 70,000 Tons of Metal o principal exemplo. Jericho decide levar ringues também. A fusão de música e wrestling acaba por sentir-se como um mero throwback à década de 80, mesmo que aqui funda as suas tais duas paixões – e ofícios. E leva um elenco de luxo, com o plantel da Ring of Honor já sendo progressivamente anunciado, culminando no anúncio da malta do Impact Wrestling. A companhia que já tem o hábito de enfrentar a NJPW e a companhia que ainda agora tinha enfrentado o Lucha Underground. Voltam a brincar aos “vs.” desta vez num muito entusiasmante e inesperado Ring of Honor vs Impact Wrestling.

Tudo isso junto proporciona um evento muito apelativo, diferente e com tudo para ser uma experiência fenomenal, tudo comandado por aquele que é realmente o “hottest free agent” que vai lutar onde quer, tem contrato com quem quiser, vai onde lhe apetece e associa-se com quem acha conveniente. Tudo pelo wrestling. E pelo rock e metal. A decorrer em finais de Outubro, numa viagem de três dias com tudo para dar que falar e para ser repetido.

2 – WWE Evolution

Não preciso de vir para aqui chamar “marco histórico” ao PPV. Não é que não seja, é porque não preciso mesmo, eles já fizeram questão de o dizer, sublinhar, realçar, gritar, etc. A Stephanie McMahon já fez questão de deixar bem clara a sua importância e o crédito que lhe toca, caso não saibamos. Pronto, vou só dar uma forcinha porque tenho que encher esta entrada com texto, apesar de algum leitor ou outro ainda andar por descobrir que isto tem textos.

O WWE Evolution, a decorrer num preenchido Outubro, será um evento exclusivamente feminino, com certeza com defesas de títulos e histórias a culminar mas que, além disso, também já demonstrou que pretende celebrar a história do wrestling feminino ao trazer nomes lendários do passado para colidir com os do presente. É toda uma celebração do wrestling feminino, que atravessa a sua boa fase na companhia nestes últimos anos – se alguns bookings são menos bons, são igualmente fracos como os restantes, pelo menos elas já são dignas no plantel.

Longe vão os tempos das Bikini Battle Royals, dos combates de segundos só porque tinha que ser, das modelos que até trabalhavam e se esforçavam imenso mas não tinham o alcaboiço para proporcionar um combate verdadeiramente vistoso. O “Evolution” cimenta essa transição na WWE. E sublinhe-se na WWE. Porque wrestling feminino já foi glorificado por todo o lado, há companhias exclusivamente para elas como a SHIMMER, a TNA/Impact tem as suas Knockouts com altos e baixos, mas uns altos suficientemente bons para se destacar. Mas a WWE? Essa tinha algo a remediar e fê-lo. A isso faço todas as vénias e aguardo o Evolution!

1 – All In

Oh vá lá, como se vocês não soubessem que isto ia estar aqui. Ou como se não houvesse algo a mover a ideia do Top Ten. Sim, o All In, decorrido muito recentemente, correu toda a boca que esteja associada a olhos que assistam a wrestling. Foi um evento verdadeiramente “alternativo” mas muito abrangente e uns passos bem acima de independente. Mesmo que tenha sido isso mesmo, um evento independente, não associado a alguma promoção em específico e encarado como uma espécie de presente aos fãs de wrestling. Aqui entra tudo. “All In.”

Claro que também servirá como prato principal para algum fã mais pretensioso que se queixa de que coisas que aconteçam na WWE sejam estúpidas, mas está OK com uma data de gajos vestidos de pilas gigantes. Não me interpretem mal, adorei aquilo e adoro o Joey Ryan como qualquer outro humano, mas eu estou bem consciente de que aceito parvoíce e galhofeira de qualquer lado e também tenho a completa noção de que não será através do wrestling que procuro ser levado muito a sério ou ser muito adulto. Ainda sei onde estou. E também era o evento, preenchido com talento de ROH, NJPW, entre outros nomes reconhecidos das independentes, do presente, do passado e do futuro, que daria para já ter tudo babado à espera que fossem todos o combate do ano, mesmo que fossem para lá sentar-se no ringue a entrar num despique competitivo de peidos. Mas que isso chame esses fãs, não quer dizer que o evento seja dessa raça.

Como qualquer outro, procurou a diversão, procurou, mais que uma alternativa, um acréscimo, procurou ser inclusivo, procurou ser histórico, sem querer ser algo mais que o que conseguia. E assim fez história. O que o destaca tanto na inovação, é a simplicidade, o facto de não ser preciso estar associado a uma companhia grande para ser um evento grande, nem é preciso estar em guerra ou competição ou picardia com as mesmas para que isso aconteça, quando sabemos bem que cabem todas. E o que foi realmente “groundbreaking”? Primeiro evento, desde 1993, a vender mais de 10,000 bilhetes, que não fosse promovido pela WWE ou WCW. É possível afinal.

E por aqui fica o Top Ten. Foi uma longa espera pelo seu regresso, eu sei que nem dormiam, mas já cá está de novo para a vossa leitura semanal. Que tenha uma recepção tão morninha como ele tem sempre. E que o tema de regresso, sem pressões, tenha sido do agrado e dê para conversa da vossa parte. Comentem os eventos, o que acham deles, o que acham que ainda falta haver – há um 2019 em princípio – ou algo que achem que também podia aqui constar. Eu faço esta cena a esperar que gostem e depois entrego-a. Ou seja, passa a ser problema vosso!

Para a semana é tempo de voltar e até já vos posso adiantar o tema, Na próxima semana falaremos daquela malta rara que até conseguiu melhor e maior sucesso no plantel principal do que no NXT. Sim, eles existem. Fica já anunciado, se quiserem já ir preparando a vossa lista. Marquem presença, fiquem bem, um bom regresso às aulas para a malta jovem, um bom regresso ao trabalho aos graúdos, uma boa semana a todos. Vão lá gastando os últimos cartuchos do Verão!

2 Comentários

  1. Rui Ribeiro há 3 meses

    Bom artigo.
    Boa sorte a preencher o Top Ten da próxima semana 😀

  2. 13 cm há 3 meses

    Bom artigo, esse ano está sendo bem importante.

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