
9 – Channing “Stacks” Lorenzo
Aos 28 anos, é uma boa altura para começar a descolar. E não haveria razão para se ver algum obstáculo para isso. Mas, afinal, talvez pudesse ter. Uma sombra da qual se afastar e essas, por vezes, são as mais difíceis.
Habituou os fãs do NXT a ser um lutador de grupo como parte da D’Angelo Family e até foi Tag Team Champion com Tony D’Angelo por mais do que uma ocasião. A gimmick do “puto mafioso” também o podia colar a um só traço de personalidade e podia ser difícil emancipar-se. A tal sombra de D’Angelo… Seria difícil não deixar que o ofuscasse, mesmo após a sua Heel Turn com a qual se virou contra esse seu mentor. A motivação foi mesmo essa. E o tiro podia ter-lhe saído pela culatra. Mas não saiu.
Sem nenhuma reinvenção radical, estabeleceu-se como um Heel notável no midcard do NXT. Venceu a NXT Heritage Cup, que acabou atirada da ponte (como acontece, normalmente, com títulos, com certeza) e talvez retirada, mas ele ainda é oficialmente reconhecido como Campeão. Ficou de olho cheio com a bela Ariana Grace e ganhou nela uma presença que o ajudará a ganhar mais terreno, com alguém mais carismático do seu lado, enquanto ainda se estiver a desenvolver nesse departamento. Tem funcionado, com resultados mais cómicos no NXT e mais sérios na TNA. Sim, lá atravessou a agora acessível ponte para a outra companhia e também ganhou ouro lá: é o actual TNA International Champion.
Acabou o ano como Campeão (e, tecnicamente, com um título em cada sítio) e com uma menina no braço, que o coloca como importante alvo, peça fulcral na rivalidade entre promotoras (às cabeçadas, directas, com o Director de Autoridade lá na Impact Zone) e com um rumo mais definido do que o próprio Tony D’Angelo, que parece agora começar a formar novos planos. A D’Angelo Family parece já estar para trás e também parece ter superado uma potencial dificuldade com isso mesmo.
1 Comentário
Eu acho que a Dupri é um desperdício de tempo. Garota horrível, botch em cima de botch nos combates