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10 Retornados da Reforma – Top Ten #224

Sejam bem-vindos a um novo Top Ten, as coisas já estão mais calmas no que diz respeito à Wrestlemania, os plantéis já foram renovados e já se dá início a uma nova época. É uma boa sensação. Quase tão boa como a sensação de ter nestes plantéis renovados um retornado lutador que já se tinha despedido dos ringues demasiado cedo. Daniel Bryan já é competidor a tempo inteiro no Smackdown e já vai fazendo “amigos” novos por lá.

Muita felicidade pelo seu regresso. Mas poderemos assimilar o caso? Dá para recordar mais ocasiões em que alguém já tivesse dado a sua carreira por terminada mas acabou por regressar? Quer por milagre ou por serem uns aldrabões? Claro que há, compilam-se aqui dez!

10 – Victoria

Uma das grandes lutadoras do tempo em que as andavam a fazer transitar para Divas. Mas não esteve lá por muito mais tempo para acompanhar de perto a fase mais negra da divisão feminina em ringue. Ou já previa isso ou desviou-se de uma bala. O certo é que em Janeiro de 2009 – pronto, as coisas já não estavam muito famosas nessa altura – retirou-se após uma derrota para Michelle McCool e até deu o discurso todo de despedida, sem que faltassem as lágrimas.

Um daqueles regressos de uma noite numa Battle Royal três meses depois não era do mais significativo, foi só uma brincadeira que não anunciava a saída da reforma e o retorno ao activo. Mas, ou achava que já tinha dado muito àquela indústria e ainda tinha algo dentro dela… Ou simplesmente o bichinho não aguentou.

Foi um mês depois dessa ocorrência, quatro depois da “reforma” na WWE. Foi todo esse tempo de aposentadoria, isto das reformas deve estar mesmo uma miséria que ela preferiu ir trabalhar outra vez. Ou então foi apenas um discurso demasiado arrojado para se despedir da WWE apenas. Porque em Maio de 2009 voltava a surgir, mas na TNA, onde arriscava o nome de Tara, apesar de um significativo legado com outro nome. Para retirada, ainda ganhou muitos títulos. Ainda compete em independentes e, curiosamente, um combate recente que teve foi no House of Hardcore, no qual enfrentou Candice Michelle… No combate de reforma desta. Supomos nós que essa falasse a sério.

9 – Petey Williams

Com uma dúzia e meia de passagens e saídas da TNA, onde conquistou bastante fama, e com um respeitável percurso nas independentes, o Canadiano Petey Williams fez-se famoso e deu-nos as más notícias em 2014. Não iriam haver mais Canadian Destroyers para ninguém. Após mais uma passagem pela TNA, anunciou a retirada e foi celebrar o seu último campeonato numa independente, frente a Chris Sabin.

Um jovem, apenas com 32 anos, idade no ponto para atingir piques na carreira e ainda ver portas de palcos maiores a abrir-se. Um tremendo atleta, inovador daquele que é o finisher mais espectacular que muitos já viram, o tal Canadian Destroyer. Retirou-se e parecia injusto ficarmos sem isso tudo. Achamos todos que ainda havia muito para ver. E parece que ele também porque só descansou uns três anitos.

No meio da crise de identidade da TNA/GFW/Impact Wrestling, entre as boas decisões que eram muito à base do talento que pescavam ou resgatavam… Uma dessas surpresas foi o retornado Petey Williams que não resistiu à sua antiga empregadora, ainda por cima quando elas iam já passar algum tempo no seu Canadá, e voltou para dar brilho à X Division, onde já tanto se destacara. Ainda temos Petey Williams no Impact Wrestling actualmente. Com encontro já marcado pelo X Division Championship – na altura que escrevo, será ele já Campeão agora? Como antes. Como se nada se tivesse passado pelo meio.

8 – Goldberg

Se perguntarem a muita boa gente, até podia ter ficado retirado. Mas não é toda a boa gente porque o seu regresso sacou de bastante dinheiro e aquelas arenas respondiam à sua presença com muito ruído positivo. O que é engraçado porque Goldberg não saiu da companhia e retirou-se muito grato às suas plateias.

Era fácil de assumir que estava oficialmente retirado. Retirou-se da WWE, retirou-se dos ringues, perdeu o interesse neles, a idade foi passando. Já era um lutador retirado. Até que começaram a dar-lhe conversa, a convidá-lo para aparecer, a partir de um videojogo, e já estava de volta àquela casa. O bichinho mordeu-o de novo e um filho ainda catraio que não vivia ainda para o ver nos seus tempos de glória. Não tardava nada e estava a desafiar de novo o gajo com quem teve o seu terrível combate de despedida. E, lá está, a voltar aos ringues para lhe dar na boca.

Regressou a tempo inteiro? Nem por isso, nem dava. No seu total não lutou nem dez minutos. Mas podemos chamar “reformado” a um lutador que foi o Universal Champion por mais de dois meses? Parece mal. O que também devia parecer mal foi a forma como se ausentou da primeira vez e, desta, já quis fazer as coisas como deve ser e anunciou a sua retirada, agora com gratidão. Oficialmente reformado e no Hall of Fame. Agora sim, acho que é desta.

7 – Randy Savage

Até podemos avançar para uma mais recente, quando surpreendeu todos aparecendo na TNA em 2004, onde passou um ano a competir e a dar uma mãozinha à malta nova que ia lá fazendo-se estrela. Um tal de AJ Styles ainda lhe deve uns agradecimentos, dos quais já tera tratado com certeza. Esse regresso deu-se após uma retirada na WCW, que não teve anúncio de reforma. Apenas se afastou e muitos assumiram isso, Savage não era nenhum rookie e já tinha feito tudo.

Nesse tudo é que se inclui o seu verdadeiro regresso de uma reforma anunciada. Após uma década de 80 recheada de combates e momentos clássicos, além de títulos, a sua entrada na década de 90 deu-se com o seu anúncio da retirada dos ringues. Aí sim era consideravelmente jovem e tinha recuperado a adoração dos fãs com a sua nova Face Turn nessa sua fase. Não o iam deixar ir embora então. Manteve-se na WWE, onde serviu, por exemplo, de comentador. O tal “color commentator” que tem todo o conhecimento em ringue mas verbalmente é puramente disparatado. E hilariante de se ouvir. Tem sempre que haver.

A sua reforma também não durou muito e foi dando uns saltos ao ringue, passando a primeira metade da década de 90 – até ter sido mais um a ver um barco a afundar-se e a saltar para a WCW, quando ainda era essa um salvamento – competindo ocasionalmente. Até se pode dizer que fosse um part-timer. Que esses já são antigos.

6 – Hulk Hogan

A sério que ele está aqui? É que mais depressa vale considerar que realmente ele nunca disse que se retiraria, ele não está reformado e a qualquer momento Hulkamania is running wild outra vez, brother. Mas é um conceito muito básico. Hogan está velho, washed up e acabado. Arruma-se para dar lugar a outros. Nota que aquela atenção toda é gira. Volta outra vez. Não parece algo muito Hogan?

E realmente ele já chegou a fazer um anúncio de reforma, em tempos de WCW, fora da televisão da companhia, num talk show. Que foi tudo uma mera manobra de publicidade, pois regressaria e num instante reconquistaria o seu estatuto de World Heavyweight Champion. Desde então, Hogan passou por muitas fases e ainda teve uma fase muito activa na década de 00 onde ainda conseguiu ser WWE Champion, rivalizar com Brock Lesnar e trazer-nos o Mr. America – uma das melhores ou a melhor cena da sua carreira. Que dava nadinha a entender que ele alguma vez tivesse estado retirado. Foi a partir daí que pareceu que sim.

Tirando a parte de que, mesmo que nunca tenha voltado a tempo inteiro, foi sempre aparecendo esporádicamente e lutando qual part-timer em combates cimeiros. E muitas vezes sangrentos, porque tinha que se ver um velho a sangrar para vender uma história por alguma razão. Tecnicamente ele não está activo. Mas tecnicamente nunca parou. Agora está afastado da WWE, enquanto a poeira da última polémica vai assentando. Acho que é só uma questão de tempo. Não só para que ele volte à TV da WWE. Digo mesmo para ele ser Universal Champion!

5 – Terry Funk

Este é o caso especial aqui desta contagem. É que reformar-se e voltar é uma coisa. Agora fazer carreira disso é que já é outro nível. É quase a sua assinatura, além do seu estilo de luta violento. A quantidade de vezes que se retirou apenas para regressar mais tarde. Terry Funk representa isso e vejo-o a lutar, se for preciso, ainda octogenário – já faltou mais.

Nem sequer dá para eu estar aqui a destacar e a localizar algum caso, entre os vários. Mas deve salientar-se que não é um caso fácil. Atribui-se à sua casmurrice o facto de estar sempre a regressar por não ser capaz de abandonar a indústria e até ter aquela crença antiga de que prefere morrer em ringue a fazer aquilo do que afastar-se e malandrar o resto da vida. Este é daqueles que se não estiver em condições, nem que o amarrem para ele não fugir para um ringue, ele pára. E quando digo isso não estou só a hiperbolizar porque sim, tenho mesmo uma ideia de uma história assim, que não posso confirmar.

É também um wrestler antigo com muitos problemas e demónios que lhe trazem dificuldade. Além da sua paixão mais doente pela indústria que o faz voltar sempre… Também bate sempre a necessidade. Por vezes lá tem que sujeitar o corpo – e de que maneira, este não é nenhum lutador de tapete – por uns trocos. E ainda vai andando, com uma aparição recente na Big Time Wrestling em Setembro do ano passado. E, caso não o tivessem adivinhado… Sim, ele já tinha anunciado mais uma reforma um ano antes na House of Hardcore…

4 – Mick Foley

Este conhece bem o da entrada anterior, amigos de longa data. Já tanto fizeram equipa pelo mundo fora como já trocaram estalo. São daqueles com muita história. Daí que existam muitas semelhanças entre eles. Mesmo que Foley nunca fosse um wrestler caído em miséria e agora até vive bastante bem, tem uma boa vida e uma bela família… Só lhe batia a saudade de quase se matar naquele ringue.

Porque deve ter-se isso em conta. Mick Foley lutava como quem se reformaria meia dúzia de anos depois de começar. Fez mau hábito de ser resistente a dor e sujeitar-se aos mais perturbadores e históricos bumps. Aquele Hell in a Cell? Retiraria qualquer um ali na hora. Aqui o Sr. Foley continuou! Reformar-se-ia algum tempo depois, já ele tinha levado muita cadeirada desprotegida, perdido carne da orelha e aterrado em pionés de cara, para ser diferente dos outros. Felizmente, tal auto-destruição tinha que parar. Quem aguenta tanto por tanto tempo?

Foley aparentemente, porque acabou por regressar e nem só de momentos cómicos se fez esse seu percurso. Quando atravessou uma mesa em chamas, encharcou um ringue de sangue juntamente com Ric Flair e encontrou-se enmaranhado em arame farpado com amigos como o senhor da entrada anterior, o senhor que o arremessou pela mesa e Tommy Dreamer… Já ele estava a regressar da reforma. Parece que agora está mesmo aposentado, já é Hall of Famer e anda calminho. Isto até, se calhar, nos surpreender e atirar-se de qualquer coisa e deixar as duas orelhas no ringue.

3 – Ric Flair

Agora parece que estas entradas vão ficando ligadas umas às outras. E como já tenho o Top alinhado na altura em que escrevo todos os textos, posso já notar e confirmar que agora haverá sempre a tal ligação em cadeia até ao fim. Coisas engraçadas que acontecem. Temos aqui Flair, que já foi mencionado por ter embates violentos com Foley – baseado em heat verdadeiro, não eram os melhores amigos – numa altura em que já não tinham muita idade para essas brincadeiras. Mas agora é que faltava para vir.

Flair é um caso mais especial em que ele não esteve para enganar muita gente. A sua carreira durou realmente muitas décadas mas foi sempre a dar-lhe, ele nunca parecia sequer ponderar parar, independentemente da idade. Como ele bem afirmava, a gritar, ele ia morrer no ringue ou “on top of a wild woman.” Não queria ver uma tragédia dessas a acontecer em ringue, mas se calhar preferia que realmente fosse em ringue. Quando realmente chegou a altura de parar, já tinha décadas de carreira e fazia sentido. E foi um momento emocional. Foi Shawn Michaels quem o mandou para a reforma, com um pedido de desculpas, e a sua inevitável paragem fez muito povo chorar.

Isto até o sacana mudar de embarcação e saltar para a TNA, onde continuou a lutar e a sangrar como se nada fosse. Caiu mal e os próprios fãs da TNA perguntaram-se porquê investir tanto num Flair sexagenário se já estava longe de ser a mesma coisa. Ainda vestiu os calções por mais umas vezes até voltar a parar. Tem-se portado bem ultimamente – nesse aspecto, não se pode falar em tudo – e deixa-nos a ideia genética de que veremos Charlotte a lutar por muito mais tempo…

2 – Shawn Michaels

Vá, continuemos o tal jogo. Quem foi o cavalheiro que mandou Ric Flair para a reforma? Vão lá reler, que não é preciso, porque lembram-se bem. O tal homem do “I’m sorry, I love you” o nosso Heartbreak Kid Shawn Michaels. Também ele já passou pela tal situação. Mas não foi nesse tempo. Nessa altura ele já estava prestes a reformar-se outra vez – mais um par de anitos e dois combates épicos, especialmente aquele que assinalou o ponto final – após um percurso bastante longo.

Foi na década de 90, quando ainda se podia dizer que estivesse no seu auge físico, que teve que interromper e colocar um ponto final – que afinal era um ponto e vírgula – na sua carreira. Pela altura em que tinha perdido o sorriso, também ficou à rasca das costas. Num combate, curiosamente contra o homem que o reformaria de vez mais tarde, Undertaker, um bump mal dado fê-lo lesionar-se nas costas e cessar actividades. Durante esse tempo, fez de si um homem novo. Reabilitou-se, ficando limpo e mudando a sua infame atitude. Até encontrou Deus e tudo. Voltou-se também para os miúdos, tendo aberto uma escola e treinando nomes que alcançariam a fama, como Daniel Bryan e Brian Kendrick.

Estava tão rejuvenescido e mudado… Que lá deve ter tido umas alterações físicas. Porque afinal já estava apto para voltar aos ringues. E o que fez ele, quando pôde? Claro, voltou. Escusado e a esticar sem necessidade? Nada disso, é capaz só de ter voltado melhor ainda. E veio garantir e cimentar o seu estatuto como o melhor de sempre. Agora até cortou o cabelo, como garantia de que não volta ao activo. Imaginam mesmo um HBK em ringue sem o cabelo pelas costas ou, no mínimo, uma lendária mullet?

1 – Daniel Bryan

Para finalizar o jogo, agora que chegámos ao último listado e primeiro classificado. Quem foi um dos que se encontrava ali entre a rapaziada que Shawn Michaels treinou e lançou quando tinha ele a sua carreira em pausa? O nosso Daniel Bryan. Que fica na primeira posição como o caso milagroso mais recente que ainda nos tem eufóricos e felicíssimos por vê-lo já em ringue, sem ter perdido um passo, a fazer aquilo que se nota que lhe dá tanto gozo.

Um caso terrível. Ser forçado a parar… Naquela avançada, acabada e caduca idade que são os 33 anos. Quando já custava tanto a engolir os 37 de Edge, mesmo com uma carreira tão preenchida. E a volta ao estômago que dá de imaginar o caso de Paige agora… Aos 25 anos. Uma menina. Ainda eu me vejo longe de me fazer gente e a lembrar-me da minha infância como tendo acontecido ontem… E ela a ter que se retirar quando tem apenas mais um ano do que eu. Um caso trágico de cada vez. Edge aceitou e resolveu-se, tem-se safado muito bem como actor, todas as preces para o Flatnose. Esperemos uns aninhos pela Paige. Isto porque Bryan reergue-se qual milagre.

Creditando muito a sua amada Brie como motivadora, Daniel Bryan consultou especialista atrás de especialista até ter a certeza absoluta que acumulava respostas iguais que correspondiam àquilo que ele queria ouvir: ele estava apto. Faltavam os mais casmurros e cautelosos. Os médicos e especialistas da WWE. Também o disseram. Ele estava apto. Três anos sem desistir e, agora com todos os cuidados possíveis que acho muitíssimo bem, temos Daniel Bryan vestido como se sente mais à vontade à frente de multidões: em trajes menores. E não podíamos estar mais contentes por ter Daniel Bryan e a sua moveset de volta ao ringue. Já se cheira mais um WWE Championship em breve?

E com estes dez casos muito variáveis, dos finais felizes às casmurrices desnecessárias ao simplesmente confuso. É malta que quando diz que acabou… Não quer dizer que tenha acabado mesmo. Em muitos aspectos, podemos pensar como eles. Menos como o Flair ou o Funk ali, também devemos saber quando parar. O que não deve parar é a vossa participação nisto, comentem estes casos, os que gostaram, os que não, algum outro que se lembrem e algum que gostassem que acontecesse. Devo notar que não incluí o Undertaker dado à incógnita que foi este ano que passou. Eu anuncio aqui a minha reforma. Mas volto na próxima semana, já está tudo em ordem.

No entanto queria ver se procurava uma variante no tema da próxima semana. Como devem imaginar, isto já tem bem mais de duzentas edições e até eu me pergunto várias vezes “Como raio é que ainda saco ideias para isto?” Sai sempre alguma coisa mas há sempre que colocar mais qualquer coisinha dentro do chapéu. O Top Ten permanecerá sempre o mesmo mas o que dizem de, para além destes rankings tradicionais que constarão aqui sempre, também introduza alguns temas mais livres, listas de dez numeradas temáticas mas que não sejam tão baseadas em rankings, que sejam temas curiosos e listáveis que até dêem para mais que uma edição posterior. Que dizem acerca disso? Penso trazer um assim na próxima semana, digam lá se então percebem melhor a ideia e se aprovam. Mas não há crise que o Top Ten será sempre o mesmo. Venham cá verificar na próxima semana então. Boa semana a todos, a ver se haverá mais Sol e calor. Fiquem bem!

6 Comentários

  1. 13cm há 1 mês

    Excelente artigo, realmente espero que a Paige também consiga.

  2. Diogo Teixeira há 1 mês

    Ótimo top, sei que não é 100% comparável aos casos aqui listados porque sempre foi uma promo e nunca esteve em causa a sua reforma (pelo menos naquela altura), mas quando se fala neste assunto lembro-me sempre daquele discurso do Mark Henry que resultou num World Strongest Slam no Cena e posterior combate pelo título, foi dos momentos mais emotivos e mais whaaaaat que assisti, não sei se na altura foi mesmo algo bué inesperado ou se eu é que ainda era muito inocente e não percebi que era só conversa e que estava na cara que ele não se ia reformar mas lembro-me de ter ficado completamente rendido ao discurso dele e estar a cantar baixinho “Thank You Henry” e “Sexual Chocolate” e de repente ele muda de expressão e saca um WSS

    • Anónimo há 1 mês

      Creio que pegou a todos desprevenidos. Era o boato, a plateia estava na mão dele, fora todos os cartazes relativos a aposentadoria… Foi a promo da vida do Henry.

  3. Anonimo há 1 mês

    Isso de Shawn Michaels ser o “melhor de sempre” é muito discutivel. No global Stone Cold e The Rock foram melhores que ele só não foram melhores em ringue mas no geral foram incomparáveis.

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