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As 10 previsões mais loucas para 2018 – Top Ten #210

Bem-vindos a um novo Top Ten que finalmente se endireita e olha para a frente. Agora sim 2017 ficou para trás e olhemos para o 2018 e como poderá decorrer ali pelos ringues onde acontecem os nossos trambolhões favoritos. Mas não da maneira normal, a apostar no seguro. Através do vago e mais fora do comum, é assim que isto funciona.

Algumas previsões até podem ser seguras e não tão loucas assim. E são meros palpites para o ar, não sou eu a tentar armar-me em especialista, a dizer que X e Y vai acontecer, porque sou exactamente o contrário. Só para a diversão, olhemos para um leque de coisas boas e más que nos deixará a pensar se será assim tão descabido acontecer:

10 – Volta a casa, Neville!

Não é um esticão muito grande, mas já muitos não contam com ele e simplesmente o têm por ido, uma questão de espera até que o contrato realmente acabe e lá vá ele voar para outras bandas, para outros países. Eu não sei se sou orientado pelo positivismo – há coisas em que eu sou um gajo desses, só algumas – mas acredito que o convençam, ele acalme as ideias e volte. Também pode ter tudo a ver com a promessa.

O seu combate foi omitido no DVD da Wrestlemania, dando num severo corte no cheque e, claro, no orgulho e na honra. É apontado como razão para o seu abandono e o de Austin Aries. Assim como também já foi desmentido o mesmo, sabe-se que palavras correm com facilidade. O certo é que Neville não se retirou por estar tão contente que nem conseguia lidar com essa felicidade e precisou de umas férias. Algo se passou, muitos acham que foi apenas o ter que perder para Enzo Amore, mais uma palavra com pernas que se vai espalhando e desmentindo. No entanto, porque não pegar nessas duas coisas para o trazer de volta?

Negociações ainda nos podem trazer basicamente a melhor coisinha que fazia ver o 205 e um dos Campeões com o melhor reinado que por lá andava. Prometer algumas coisas: o título, a Wrestlemania, fim daquela barreira entre o 205 e o resto do Raw. Enzo Amore, boca grande como ele é, não se calará e será cada vez mais difícil silenciá-lo se realmente ninguém lhe conseguir tirar o título. Que é o que acontece. Nem o Itami. Tem mesmo que vir alguém dar-lhe uns açoites que, ainda por cima, vêm a vingar. Um regresso de Neville a reclamar o título, na Wrestlemania, para derrotar Enzo num combate que estará longe de ser tão bom como o do ano anterior, mas que lhe dará notoriedade e o deixará no card principal do evento. Daí para a frente, como Campeão ou sem título, poderá interagir e competir com outros lutadores porque ainda estão todos no mesmo Universo. E podemos sorrir todos por ter o Inglês nervoso de volta. É mau?

9 – Jason Jordan muito over

Este é dos mais surreais que aqui estão. Terão mesmo que assumir que, com isto, estou a prever que um dos gajos com mais “X-Pac Heat” que lá andam seja celebrado e ansiado pelos fãs. Então notem que foi aqui que leram pela primeira vez: não tenho nada a prometer ou esperar em relação a isso, eu só especulo e isto é completamente insignificante. Pronto, voltem no final do ano com essa. Porque só estou a atirar coisas ao ar.

O certo é uma coisa: eles não andam à procura de algo muito diferente do que estão a obter. Eles querem fazer de Jason Jordan irritante! A cena de ser um filho pedinchas do General Manager Kurt Angle não estava a pegar. Estava a irritar mesmo porque ninguém engoliu o parentesco. Mas acho que ultimamente andam a tentar uma outra abordagem com melhor saída: ele agora é um gajo completamente sem noção, com uma inocência infantil e estranho sentido de ego, que o permite por vezes esboçar um sorriso e colocar-se em posições nas quais não faz a mínima ideia do que se passa. Ele pensa que faz parte dos Shield!

Acho que podem apostar nisso e começar a torná-lo cada vez pior. Um nerd cómico sem noção, com um estranho sentido de grandeza. O próprio “pai” já foi assim! É certo que ele não tem sequer um quarto da piada que ele tinha, mas com angles bem feitos, o povo pode começar a divertir-se mais a detestá-lo. Vaiá-lo mais como vaiam Elias e menos como vaiam… o Jason Jordan. Ou então viram-no Heel de uma vez, contra o próprio pai e pronto, venham os apupos todos, que já é suposto. Têm é que fazer a coisa bem para que o heat não se apague. Mantendo como agora já não é nada mau!

8 – Revolução no Impact!

Esta é fácil de prever. Acontece todos os anos! Lembram-se daquela bomba que foi o “TNA is dead!” do ano passado! O que devia ter sido um pedregulho numa poça, molhou tanto como se lhe atirassem um calhauzito de gravilha e quase que ia mesmo morrendo aquilo tudo, mais uma vez! Foi apenas o pontapé-de-saída para a crise de identidade que os marcou este ano em que não sabíamos o que lhe chamar a cada mês. Ou seja, é sempre fácil de prever que a cada ano vai haver alguma trapalhada, vai estar de pé para a cova, vai reerguer-se e manter-se como mais uma programação televisiva alternativa/em acréscimo para todos nós que ainda gostamos de a assistir.

E o mesmo para este ano. Já corre por aí o relato do regresso e conquista imediata de Austin Aries, logo a previsão mais louca é essa: é desta que eles atinam! Louca demais, já andam a anunciar mais mudanças. O ringue de quatro lados volta – para alívio dos competidores, incluindo o sempre muito crítico Aries… Será que mudaram para ele? – e há uma parceria com o Twitch à vista. São sempre essas novidades que os fazem gabar-se da evolução e que dão o sentimento de “é desta”… Que depois os faz espalhar-se. Mesmo que sejam sempre bem intencionados.

A parceria com o Twitch será um acréscimo, um alcance para novos públicos e parcerias… Mas a nova crise é inevitável e, ou vão perder essa parceria, ou terá que ser aquilo a que terão que se agarrar caso entrem em disputa com alguma coisa. Ou o risco de um Impact com transmissão exclusiva online é assim tão descabido e longínquo? Esperemos que atine ou então, se entrar em mais uma alhada, já sabemos: vão sobreviver e vamos continuar a ter Impact Wrestling todas as semanas. Felizmente, para quem acompanha com gosto. Outra previsão mais atirada ao ar que posso fazer. Eles querem recuperar o legado que tinham. O que conquistaram mesmo. O Impact Wrestling ainda vai voltar a ser TNA um dia. E já o mundo inteiro não precisa de ter que se lembrar de tentar perder o hábito de lhe chamar o nome errado.

7 – Lucha Underground: mais tresloucado ou desilusão

Bem sei que o Lucha Underground tem uma base de fãs muito dedicada e defensora. E compreende-se. O programa veio revolucionar o wrestling e a sua fusão com entretenimento como o conhecemos. Quebrou quaisquer barreiras e trouxe-nos uma série televisiva com acção em ringue, também ela inovadora, que impressionou e prendeu fãs para sempre. O que me deixa sempre algo intimidado a dizer alguma calamidade como: não acho que nenhuma das duas temporadas seguintes fosse tão boa como a primeira!

Já encontrei outras opiniões que condizem com a minha, para me sentir mais aliviado e menos alienado. E eu não estou a dizer que há algo de errado com as temporadas dois e três. São boas e muita loucura impressionante se viu. Mas não tiveram o impacto da primeira – o factor novidade também ajuda muito. E já tinha alguns momentos mais duvidosos, a série sempre teve o factor sobrenatural, mas era-me cada vez mais difícil levar o Cage com um punho rodeado de raios a esmagar cabeças, a sério. Mas é o que é, está no pedigree do produto. E vem aí a quarta temporada, que me divide na previsão.

Ou eles vão empenhar-se em ser ainda mais over-the-top para quebrar novas barreiras, trazer novos nomes, fazer grandes combates – especialmente os violentos, esses prendem sempre a atenção daquela malta do templo – e fazer um “refresh” na série, com outros ares. Ou vão tentar isso tudo e tornar-se uma paródia de si mesmos, começando a desapontar até os mais dedicados fãs que começam a olhar para trás e a ver que o encanto já não é o mesmo. Vamos todos torcer pela primeira?

6 – Hardy mais avariado

Não dá para ficar mais ainda. Mas acredito que a coisa vá escalando. Matt Hardy já pôde encarnar a sua personalidade “Broken” chamando-lhe de “Woken” e fazendo-nos a todos markar e fazer o sinal de “Delete!”, como se nem soubessemos que idade realmente temos. E tem liberdade criativa. Mas acredito que tenha o aviso e pedido para que ande devagar. Porque é o que está a acontecer.

Sim, Broken Matt Hardy tinha um interminável leque de elementos que caracterizavam a sua personagem, que nem dá para lembrá-los todos de uma vez. E, desde que voltou a este seu estado… Ainda só se riu. Muito. É certo que também nos temos rido imenso com ele e os segmentos em si vão evoluindo. Mas os traços de Matt Hardy ainda não andaram além dos maneirismos, riso, registo linguístico, pronúncia, gestos e a música. O básico. E é fácil de assumir isto: o surrealismo dos seus velhos segmentos são muito para se adequar à programação da WWE.

E é aí que temos que fazer ponte com outras coisas. Fashion Files. Os Breezango até já andam mais calminhos e tudo. Podem passar a tocha para o gajo mais louco nisso. Gosto de acreditar que Matt Hardy recuperará toda a sua loucura ao longo do ano, umas coisas de cada vez, ao ponto de já termos coisas que não lembram a ninguém em TV. Porque nós queríamos viagens no tempo, invocação de fogo com as mãos, entre outras coisas antes. E nem sabíamos. Marko totalmente para, após algum Draft e transferência de plantel, Hardy se cruze com os Ascension no “Lake of Reincarnation”, mergulhe o Viktor e traga o Kenneth Cameron. Há muita coisa para markar com o alcance maior que a WWE tem…

5 – The Miz, de volta ao topo?

Pronto, sejamos sinceros. No topo já está ele. Mas refiro-me mesmo ao topo topo. The Miz já foi WWE Champion! E era “awesome” nessa altura, como ele próprio fazia questão de o dizer sempre, com o máximo volume possível. Mas assim que perdeu o título, também perdeu muito ímpeto e interesse e já definimos que o seu tempo tinha passado e que ele não voltava mais para aquela posição. Teria que se contentar com ser midcarder. E recompensavam-no lá com títulos como o Intercontinental.

Que foi o item com que ele começou a fazer maravilhas. Primeiro no Smackdown, continuado depois de ser transferido para o Raw. Neste último par de anos, deu-se uma revolução em Miz, que não só recuperou o interesse de outros tempos como o ampliou. De microfone na mão, este é o melhor Miz que já vimos. Em ringue, não há razão de queixa, com uma escorregadela aqui e ali, ele sempre foi muito competente, apesar de ter dedos apontados para ele – ainda muito baseados nas suas já mais que ultrapassadas origens. Mas até aí conseguiu melhorar e já temos mais uma boa remessa de grandes combates com a actual estrela principal da franchise “The Marine”, reconhecimento tão redutor que lhe dou agora.

O Universal Champion estava muito tempo ausente, logo o Campeão Intercontinental era o Campeão de topo “by default”. Mas ele também se impunha para tal. Ao ponto de já podermos aceitar e até esperar: The Miz para Universal Champion em 2018. Já pode acontecer. Ou, caso seja transferido para o Smackdown, o seu segundo reinado como WWE Champion. Actualmente, alguém se importaria?

4 – A olhar para a concorrência

Claro que sempre o fazem e claro que também têm que se ir adaptando. É possível que certos acontecimentos no wrestling actual internacional já lhes comece a fazer comichão. Até eles tentarem adaptar-se, que acredito que possa acontecer. Actualmente a sua maior concorrência será, sem sombra de dúvida, a New Japan Pro Wrestling, sempre enorme e a conquistar cada vez mais admiração do lado ocidental. E eles já o sabiam.

Mas quando o Chris Jericho, o Chris Jericho deles, vai lá para construir e competir num combatão, no seu maior PPV anual, que foi sempre um grande evento, mas que tem vindo a atrair cada vez mais atenção, eles não poderão evitar estar mais atentos ainda e ver se fazem qualquer coisinha para se adequar. E acredito que vejamos mais combates longos, técnicos e de spots exilerantes, como são os combates que de lá conhecemos. Os lutadores para isso têm-nos a sobrar. Os treinados para reduzir os seus dotes para adaptar ao “estilo WWE” já poderão ter mais asas para fazer um “spotfest” e combates de wrestling e/ou storylines bem mais baseadas no wrestling. Querem o estilo mais tradicional? Têm-no. Querem algo mais “outlandish” e fora da caixa? Também se arranja de vez em quando. Algo mais violento? Há gajos para isso. Algo mais ao estilo NJPW ou ROH, com tanto de técnico como de “spot fest” a durar cerca de uma hora? Acredito que eles também venham a arranjar, para ampliar o leque. Para que se reduzam as razões para os fãs assistir a qualquer outra coisa que eles não tenham.

A minha primeira aposta para que eles procurem essa abordagem? Era simplesmente ter Shinsuke Nakamura a vencer a Royal Rumble e a enfrentar AJ Styles na Wrestlemania pelo WWE Championship, naquilo que seria uma recriação não recriada do “combataço” que já tiveram antes de abandonarem a companhia oriental. Mas isso é sonhar muito? É que é facílimo e muito plausível de concretizar.

3 – Algum regresso chocante

Não se entusiasmem muito com a imagem. É apenas simbólica. Quero manter um grau controlado de loucura nestas previsões, portanto vou assentar na terra e desanimar todos, dizendo. Não acho que o CM Punk regresse, não. Ou melhor, acredito que ele regresse mas será daqui a uns bons anos, já de poeira assente. Em 2018 não acontece. Mas é o tipo de coisa que faz falta.

“Chocante” é uma palavra forte, pode ser mesmo algo que antecipemos, algo de agradável. Mas com surpresa também é bom. Mesmo que isso hoje em dia seja sempre difícil. Quando alguém regressa com estrondo, o estrondo já levava burburinho prévio porque já corria por aí a palavra pelas interwebs de que tal gajo ia regressar. Os Hardy Boyz ou o Kurt Angle são um bom exemplo do ano anterior. Para o bem e para o mal, ninguém esquecerá o regresso de Goldberg em 2016. Temos duas Royal Rumbles já aí, mas isso costuma trazer regressos temporários, falo de algo mais a sério.

Esta última passagem de Batista ainda é muito recente para que tire impacto a um potencial regresso? Gostavam de ver um pouco mais de, talvez, RVD? Rey Mysterio rebentaria uma arena? Ou, mesmo para ser surpreendente e chocante, um mero regresso de Hulk Hogan a TV regular – não ao ringue, claro – não seria tremendo e ruidoso? Ou então que se lixe isso tudo, é mesmo o CM Punk que regressa!

2 – O próximo Jinder

Goste-se ou não, isto tem o seu quê – muito – de divertido. Pegar em alguém muito improvável do midcard mais baixo, colocá-lo na rota do WWE Championship ou outro título de topo e, sem ninguém estar à espera, torná-lo Campeão. Se souberem construir o boneco depois disso – não desgostei o de Mahal, por acaso – pode ser muito entusiasmante. É inesperado, tem história, dá óptimas reacções. E o surrealismo. Quantas vezes repetimos para nós mesmos para ver se colava a informação “O Jinder Mahal é WWE Champion”? Isso, para mim, é muito bom. Divirto-me muito com isso e diverti-me muito com o WWE Championship no Modern Day Maharaja.

Mas é claro que isso é um acontecimento raro. É assim que é, é assim que é realista e é assim que dá piada. Quando acontece muito de vez em quando e não se banaliza, é óptimo. E eles normalmente, quando uma coisa ganha piada, eles sabem administrar para não abusar e gastar, certo? Errado! Eles não tardam nada a estar a insistir no mesmo ou a repetir. Por isso é que – não garanto, longe de mim tentar armar-me e querer garantir coisa alguma – acredito que voltem a tentar mais um lançamento semelhante em breve. E já aproximo isso, no friso cronológico, e puxo para este ano.

Não digo que seja o Heath Slater, mas seria apenas justiça, com Jinder a conquistar o WWE Championship e McIntyre o do NXT, que Brock Lesnar se preparasse para a ira de Slater e os 3MB fossem finalmente consagrados como uma força e potência imparável. Mas não é preciso tanto. Um midcarder improvável e pode fazê-lo com a mala do Money in the Bank. Que não seja o Mojo Rawley e têm muito por onde escolher. Ou então, subido do NXT após surpreender com a conquista improvável do título lá, Andrade “Cien” Almas rapidamente obter um título de topo? A Titus Worldwide a render mesmo bastante a Apollo Crews? Algum improvável saído de uma tag team, como o Chad Gable? O Jason Jordan, para vos irritar a todos! Markava completamente para um reinado tardio e inesperado do Goldust. O NEVILLE! Mas pronto, acalmemo-nos. A minha real aposta: vai ser o Jinder outra vez.

1 – Saída de um Superstar de topo

Não o queremos, não digo que aconteça – até pendo para o “é capaz de não acontecer” – mas temos que estar sempre preparados para tudo. Ninguém é garantido. Mas actualmente se alguém se encontra descontente e estiver confiante das suas capacidades, já pode ir prová-lo para outro sítio que conseguirá manter, recuperar ou ganhar o estrelato. Saídas recentes como as de Alberto Del Rio Cody só vêm comprovar isso ainda mais.

Quem eu vejo como mais “garantido” na WWE agora é AJ Styles. Tudo corre bem e bate certo. É ridiculamente talentoso, oficiais gostam dele, fãs nem vale a pena dizê-lo, está no topo e detém o título, nunca se perdeu. Deve ser para ficar e finalmente ser nome da casa após todos estes anos. Kevin Owens e a malta dos Shield também parece estar muito bem lá e já se começa a sentir enraizada. Mas podemos dizer o mesmo em relação a alguém como Shinsuke Nakamura ou Finn Bálor? Atenção que não digo que estão mal, que estão ou ficarão descontentes ou que deviam sair. Mas as coisas acontecem sem darmos por isso e começamos a fazer as contas de cabeça e o filme, a viajar no tempo aí para Setembro ou Outubro e imaginar uma tremenda ovação a dar as boas-vindas de volta a algum destes Superstars ao Japão. Até mesmo o Samoa Joe se pode fartar, o Bobby Roode ver ali o Impact Wrestling já TNA outra vez – é, é no mesmo Universo daquela previsão que fiz – a arrebitar e a ser benéfico para ele, ou então só mesmo o Dolph Ziggler a realmente sair após meses, anos, de especulação. Dependendo do quão “topo” ainda o considerem.

Também pode ser referente a um midcarder relativamente alto. Até o Strowman pode fazer alguma asneira! Não digo que aconteça e até espero que não, não vejo assim alguém que queira despachar, estamos todos bem, todos felizes. É só para lembrar que saídas acontecem sempre. Quer sejam os lowcarders menos utilizados ou alguém que surpreenda. Um gajo tem que se preparar para tudo. Até o Heath Slater nos podem tirar e aí choro!

Vá, acabou-se este Top Ten, já podemos reflectir. Nada disto vai acontecer, pronto. Vamos ter um grande regresso, mas será do Michael Tarver e a saída impactante será de algum dos luchadores do 205 que não nos lembramos sempre que está lá. Os Campeões vão ser dentro dos mesmos e tudo o resto se manterá igual. É, já acabou o Top Ten, já o reli e sou um palerma. Vamos mas é avançar.

Antes ainda vos dou a palavra, para me poderem chamar os nomes que quiserem pelos disparates que para aqui cuspi. A secção de comentários serve para pouco mais. Ou então embelezem isto um pouco mais e façam vocês as vossas previsões mais astronómicas que vos vierem à cabeça. É tudo vosso. Será tudo vosso também na próxima semana, quando regressar e vos trouxer algo novo. Não tenho ainda tema pronto logo, para que vejam a minha lata: nem isso, que está nas minhas mãos, consigo prever!

Portem-se bem mas é e estejam cá na próxima semana. Até à próxima!

7 Comentários

  1. Ponho dois em um Saída de um Superstar de topo/Algum regresso chocante: Daniel Bryan.. Ou vemo-lo a sair este ano (fim de contrato e ele nao renova se nao o deixa combater) ou regressa como nº30 na Rumble, Ganhar e termos um AJ Styles VS D Bryan (dream match)
    Gostaria de ver Miz Universal Champion.
    E urgentemente dar um rumo a superstars de topo como Balor, Orton, Nakamura, entre outros

  2. Anonimo há 9 meses

    lol ate parece que cm punk voltar é mais importante que batista rvs ou rey pelo artigo nada a ver mesmo pode ser fanboys mas nunca será o que esses nomes e tantos outros foram gajo mais overrated de sempre

  3. Anónimo há 9 meses

    Sobre a questão do DVD, o próprio Aries disse em uma entrevista que mandaram ele dizer isso para divulgar o DVD em um evento, e que o dinheiro não tão alto e foi uma saida amigavel por decisão da propria empresa.
    LU pode ter uma decaída, deram o titulo para o Pentagon, depois o mesmo sai da empresa AAA, pelo que parece por problemas de pagamento

  4. Tobias há 9 meses

    Vou colocar minha previsão louca:

    Y2J voltar e se tornar Universal Champion ou WWE Champion

  5. Eugen3 há 9 meses

    Próximo top ten:
    10 sinónimos para “exilerantes”

  6. Facebook Profile photo

    Muito boas previsões neste texto.
    Começando pelo ponto 10, vou juntar este ao 3. A verdade é que tudo é possível. Se no final de 1997, alguém dissesse que o Bret Hart viria um dia a juntar-se à WWE, a estar no mesmo ringue do Vince McMahon e a apertar a mão ao Shawn Michaels, seria internado num manicómio. Mais cedo ou mais tarde o CM Punk terá de fazer alguma coisa, o regresso à MMA está dificil (parece ter ficado traumatizado com a derrota, não o julgo, eu não ficaria traumatizado porque estaria morto depois do combate), a WWE adora dinheiro e sabe que o CM Punk vale dinheiro. Dinheiro esse que terá afastado o Neville, sendo que este tambem vale dinheiro. O regresso de ambos é ainda dificil. Ouvir o “Cult Of Personality” na Royal Rumble deitaria a casa abaixo, já imagino ele a ganhar e a desafiar o AJ Styles na Wrestlemani. Que feud seria! Ou mesmo juntar-se ao Kevin Owens, Sami Zayn e Daniel Bryan contra os mandos e desmandos do tirano Shane McMahon? Neville a regressar e ser a chave da abertura do 205 Live, sendo ele o Jinder de 2018? Ok, estou a sonhar de mais.
    O Jason Jordan é um caso onde a storyline e o booking estão a cegar os fãs. Acontece muito, por vezes ao contrário, mas a realidade é que o Jason Jordan é um muito bom wrestler. A malta não gosta da storyline do Kurt Angle, irrita-se com o booking da mesma e não vê isso. É pena. Se tiver um bom booking, se passar a ser um heel em definitivo, se os fãs conseguirem ver para além do booking e do “filho do Kurt Angle”, é possível que fique over. Sinceramente, não entendo porque os fãs têm de acreditar no que vêm, em vez de se entregarem à storyline e aproveitar. Mas gostam do “Deadman”.
    O Impact, é o Impact. Há anos que não está morto mas também não está vivo e com isto baralhei a Lili Caneças. Está ligado às máquinas…De vez em quando tem uma boa ideia…que estraga logo a seguir, é a terra do absurdo. Os grandes são a WWE e a NJPW, sendo a lider das alternativas o Lucha Underground. A TNA vem depois da ROH, AAA e outras. Vai continuar a ser a TNA, com as suas trapalhadas, quedas, reconstruções, procuras de contratos de tv, etc.
    Por outro lado, o Lucha Underground traz a verdadeira alternativa. Eu gosto de todas as temporadas, talvez porque esta é a minha visão do wrestling: uma série de tv. A terceira temporada só cometeu alguns erros que não se podem repetir: a paragem de meses e aquela storyline do Cage que acabou de forma parva. Esta quarta temporada será dificil, há alguma indefinição quando a alguns dos principais nomes (desde logo o Cage, Pentagón Dark e Johny Mundo que foram para a TNA), o Prince Puma já se foi embora mas penso que wresters como Angelico, Ivelisse, Son Of Havoc, Mil Muertes ou Jeremiah Crane, saberão dar conta do recado.
    Já disse o absurdo que considero o Matt Hardy, apesar da legião de fãs (os tais que não conseguem acreditar que o Jason Jordan é filho do Kurt Angle) e este “woken” é apenas um Bray Wyatt bêbado.
    O The Miz pode votlar ao topo e merece. Merece bem mais que o Brock Lesnar mas se chegar lá será uma surpresa, quando vemos que a WWE o coloca obcecado com o titulo Intercontinental e tipos como o Roman Reigns e o Braun Strowman, que aparentam estar à frente mas merece e gostava de ver.
    Estou a estranhar a NJPW ser referida pela WWE, tal como os Bullet Club, a formação dos Bálor Club, o Chris Jericho a ir para lá…Não sei não.
    O Jinder Mahal foi das melhores coisas que vimos na WWE. Mais uma vez, a malta do “Deadman” ou do “woken”, não pode acreditar no “filho do Kurt Angle” nem aceitar uma storyline fresca e nova: um tipo que perde os combates todos, que chega à ex-“Terra das Oportunidades”, aproveita que recebe uma oportunidade, para fazer uma boa parceria que lhe permite aproveitar para ganhar o titulo. Que usa a parceria para vencer todos os grandes nomes. Que fez muito bem o seu papel. O Jinder Mahal esteve de parabéns mas a malta não gosta dele porque sim e nunca o aceitou. Pode ser feito novamente, mas não outro Jinder, não um igual. Porque não fazer algo diferente? Desta vez alguém que todos conhecem o valor e todos gostam? Desta vez alguém que aproveita a oportunidade para ganhar, do nada, contra todas as expectativas e que usa o seu talento para surpreender, semana após semana, com vitórias limpas e fantásticas? Alguém se chateava se Cesaro vencesse a Royal Rumble e fosse ele a derrubar a “Besta”? Seria ou não fantástico, se bem feito? E olhem o calendário: a Royal Rumble calha precisamente no “Rusev Day”! Porque não? Rusev vs AJ Styles na Wrestlemania! Mesmo o Heath Slater (mais à frente, óbvio). Seria, ao mesmo tempo, um novo Jinder e algo completamente diferente. Ele merece, tem grande talento. Depois não se fazia mais nada disto nos próximos tempos.
    Quanto à última questão. Vimos no Neville, o melhor campeão de 2017, de longe, saiu do nada, de surpresa. Ninguém esperou a saída do CM Punk, o Batista chegou a ficar zangado com eles. Com o crescimento da NJPW, com o crescimento de todo o circuito independente…O mercado mudou, a WWE já não é o helldorado do wrestling. É a maior e mais conhecida mas os wrestlers já não precisam deles para fazer dele, ou não dependem deles exclusivamente. Isso é muito bom para todos nós, fãs do wrestling mas tornou essa questão demasiado insegura, para dizermos que ninguém sai ou que este ou aquele superstar de topo não sai. Nem mesmo o improvável John Cena.

  7. João há 9 meses

    Eu faço as minhas previsões mas é para a Wrestlemania que acho que este ano promete e bem. Pessoalmente gostava de algo assim:

    Andre the Giant Battle Royal: Vencedor: Jason Jordan (ou Elias caso Dean não estivesse apto)

    Fabulous Moolah Battle Royal (se pode existir um Andre the Giant porque é que este não pode?): Vencedora: Paige

    Raw Tag Team Titles: Shield (ou Rollins + Jordan caso Dean não tivesse recuperado) vs The Bar com uma estipulação qualquer só para não ser um match repetitivo. Vencedores: The Bar (os Shield vão-se separar aí, penso eu)

    Smack Tag Team Titles: The Usos (c) vs New Day vs Rusev Day Team xD. Vencedores: Rusev Day Team

    Raw Womens Title: Asuka (RR winner) vs Alexa (c). Vencedora: Asuka

    Smack Womens Title: Flair (c) vs Ruby Riott. Vencedora: Ruby (sim eu mudava os dois títulos femininos)

    IC Title: The Miz (c) vs Reigns. Vencedor: Reigns

    US Title: Bobby Rhoode (c) vs Baron Corbin vs Mahal. Vencedor: tanto faz

    Braun vs Big Show vs Kane vs Mark Henry. Vencedor: Braun (isto sim era um match interessante para dar hype ao Braun -mais ainda- e ir atrás do título do novo Universal Champ (ver em baixo)

    Cruseweight Match: É indiferente, a divisão não me cativa.

    Agora a parte mais dificil:

    Ronda Rousey vs Stephanie McMahon (todos adoravamos ver este combate) Vencedora: Ronda

    Uma feud começada com o HHH, afirmando o Samoa Joe, que a pessoa que o levou para a WWE não lhe deu a atenção ou o respeito devido, algo assim. Após essa feud culminar na WM o Joe ia para o SmackDown após alegar no Raw que já tinha mostrado quem mandava ao HHH (algo deste género, assim os dois tinham a participação na WM).
    HHH vs Joe. Vencedor: Joe

    Caso Daniel Bryan pudesse voltar aos ringues arranjaria uma forma de prolongar uma feud entre ele e o Shane e então seria:
    K.O e Sami Zayn vs Shane e D.Bryan. Vencedores: K.O e Sami

    Caso Daniel Bryan não pudesse voltar aos ringues ia buscar o free agent Cena e punha o Daniel Bryan como special ref e a história seria em torno do Bryan onde por um lado teria o cunhado e o gajo que lhe deu o emprego de volta na WWE e por outro a ideia de tentar ser justo e apoiar K.O e Sami. Deste modo ficaria:
    K.O e Sami vs Shane e Cena; Special Ref: D.Bryan. Vencedores: Shane e Cena

    A 3ª hipótese seria o Undertaker ainda competir (já não quero que isto aconteça) seria:
    K.O e Sami vs Shane e algum nome sonante (Goldberg(?)); Special Ref: D.Bryan. Vencedores: depende de quem seria o partner do Shane… se fosse o Punk… 😛
    Taker vs Cena. Vencedor: Taker

    Universal Champ: Lesnar vs Balor w/ Gallows e Anderson. Vencedor: Balor

    WWE Champ: Aj Styles (c) vs Nakamura vs Orton vs Dolph Ziggler (RR winner) (este último sou eu a sonhar alto mas se não a luta seria só entre eles. Vencedor: Tanto faz

    Não tive outro sítio mais apropriado para publicar isto por isso gostava de saber a vossa opinião e o que mudavam.

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