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Os Judgment Day começaram em 2022 com Edge, Damian Priest e Rhea Ripley, e mais de quatro anos depois, o grupo existe sem nenhum dos seus elementos originais.

Numa entrevista ao Off the Ropes, JD McDonagh rejeitou as críticas sobre a versão atual ser a mais fraca dos Judgment Day.

Não, gostei de todas, para ser sincero contigo.

Foi preciso um bocado de insistência por parte do Finn Bálor para afastar a Rhea Ripley e o Damian Priest, para começar.

Quando subi pela primeira vez ao main roster, o Raw tinha três horas, o que dá uns 16 segmentos, e os Judgment Day se calhar estavam envolvidos em tipo oito ou nove deles nessa altura.

Por isso, estávamos mesmo a carregar o Raw às costas na altura em que comecei a andar ali à volta deles e a falar sobre ser adicionado ao grupo. Gostei da versão que tínhamos com a Liv (Morgan), o Carlito e a Raquel (Rodriguez) depois de nos livrarmos do Damian e da Rhea.

Sinto que os Judgment Day vão ficar na história como uma das fações mais influentes da WWE. Não apenas pela nossa longevidade, mas pela sua capacidade de não só elevar estrelas atuais ao nível de campeões mundiais, mas também por ajudar na minha introdução ao main roster.

Deu-me um motivo para aparecer na TV todas as semanas. Mesmo que não estivesse a lutar, estava lá no meio e por perto. Acho que a Roxanne Perez teve o mesmo tipo de introdução no main roster.

Portanto, ajuda as pessoas a estabelecerem-se, ajuda as pessoas a sentirem-se confortáveis… a estarem envolvidas com outras pessoas que estão tão empenhadas em tornar tudo o que fazemos o melhor possível.

Por isso, não. Nenhuma versão favorita. Acho que toda a gente trouxe algo de único e especial para os Judgment Day. Não acho que esta seja a versão mais fraca.

Acho que nos estamos a tornar mais fortes com o tempo e o respeito do público também vai crescer ao longo do tempo, quanto mais e mais isto durar.


Pensas que esta é a versão mais fraca dos Judgment Day, ou concordas com JD McDonagh?

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