Recebe as nossas notícias no Google

Nick Aldis garante que não fez qualquer pressão nos bastidores para conseguir o seu regresso aos ringues no SummerSlam deste ano.

Depois de quase três anos sem competir, o atual General Manager do SmackDown voltou à ação na primeira noite do SummerSlam, onde enfrentou Gunther num combate de aproximadamente 12 minutos.

O britânico acabou derrotado, mas protagonizou uma exibição bastante elogiada pelo público, entrando ainda ao som de “Morning Glory” dos Oasis, algo que já revelou ser um sonho pessoal desde a juventude.

Num novo vlog publicado pela WWE sobre os bastidores do seu regresso, Nick Aldis explicou que estava perfeitamente satisfeito com o papel de General Manager e que não tentou convencer a direção da empresa a colocá-lo novamente num combate.

Estava mais do que satisfeito em dedicar-me a essa posição e, de certa forma, servir as pessoas.

No entanto, o britânico admitiu que o desejo de provar o seu valor num grande palco nunca desapareceu.

Isso não muda o facto de que qualquer pessoa que esteja neste negócio quer provar que pertence aos grandes palcos.

Nick Aldis fez então questão de esclarecer que a oportunidade surgiu por iniciativa da WWE.

Eu não pedi isto. Não fiz pressão para que acontecesse. Mas estava preparado para isso, sim.

O combate contra Gunther marcou a primeira aparição de Nick Aldis nos ringues desde 2023, quando participou num combate no ACW Bluegrass Con contra Caleb Konley, Beastman, Facade e Matthew Justice.

Depois do SummerSlam, Nick Aldis regressou às suas funções como General Manager do SmackDown, mas a receção positiva ao combate levantou inevitavelmente dúvidas sobre se esta terá sido realmente uma aparição isolada.


Gostavas de ver Nick Aldis voltar a lutar regularmente na WWE ou preferes que continue exclusivamente como General Manager do SmackDown?

2 Comentários

User

  1. Toretto

    Acredito que o Nick tem potencial como wrestler na WWE, se a WWE iria aproveitar isso? Talvez nunca o saberemos

  2. Andre
    Andre4 semanas

    SERIA CÔMICO, SE NÃO FOSSE TRÁGICO