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Os 10 Main Events mais Odiados em PPV da WWE – Top Ten #227

Sejam bem-vindos a um novo Top Ten que até parece que já vem malhar nalguma coisa mas nem por isso. Vem mesmo só reportar. Já se malhou que chegue no paupérrimo PPV do anterior Domingo, o Backlash que até marcará o seu lugar na história e nem será pelas melhores razões.

Nesta contagem, aproveito enquanto a malta ainda está a processar a indignação do main event desse PPV, para recordar outros casos em que o público já tinha uma atitude semelhante. Não penso destacar aqui os “piores” main events, mas sim os que tiveram piores reacções do público, que já antevia a sua fraca qualidade, não queria saber ou estava desagradado com o que desenvolvia.

10 – John Cena vs The Great Khali, One Night Stand 2007

Foi um evento misto. A marca “One Night Stand” trazia um legado ligado à ECW e muitos não encontravam esse espírito mesmo que essa fosse a noite em que todas as regras eram distorcidas para se aproximar do espírito da velha companhia influente. Tinha momentos apelativos e de qualidade como os Hardyz e a dupla de Benjamin e Haas rodeados de escadas e Edge e Batista com um bom desempenho dentro de uma jaula. E um combate de maca entre RVD e Randy Orton que considero subvalozirado até hoje.

Mas também existiam outras coisas que faziam os fãs questionar e olhar de lado. Como o facto de Vince McMahon ser ECW Champion. Mark Henry e Kane num confronto lento rodeado de malta, para que tivessem ainda menos espaço para se mexer. A Candice Michelle e a Melina a lutar em pudim. Talvez nem todos se tenham queixado disso. O main event? John Cena defendia o WWE Championship contra o temido gigante Great Khali. Cena estava no auge do Super-Cena que já estavam todos fartos de ver a ganhar. Great Khali estava no auge… De ser um gigante imóvel que não lutava grande chavo e ninguém queria ver a lutar pelo WWE Championship.

Um fecho pelo título principal com dois lutadores que ninguém queria ver, pelo prémio principal e que, ainda assim, tinha um vencedor óbvio, que enterraria mais uma potencial ameaça forte, aos olhos de muitos. Mesmo que também não quisessem saber dessa ameaça em particular. Muitas emoções mistas. Difícil apoiar um combate quando nem se sabe qual é a parte que lhes chateia mais.

9 – Triple H vs Roman Reigns, Wrestlemania 32

Talvez haja um certo personagem que apareça por aqui algumas vezes. Se é revelador de alguma coisa? Não, ora essa. O certo é que o povo tinha razões para estar entusiasmado com a Wrestlemania 32 – mesmo que até nem fossem assim tantas – e nenhuma delas era o seu fecho, Triple H a defender o WWE Championship contra Roman Reigns.

Triple H entrava num grande evento como WWE Champion, em, 2016. Isto já após os seus tempos de cabeça rapada e fato, qual homem de negócios. Entenda-se, quando já não era lutador a tempo inteiro e o seu momento já tinha passado. Quem não queria ver o cinto nele tinha que depositar as suas esperanças em Roman Reigns, como bem sabemos e como se mantém até agora, gajo mais adorado e requirido para constar nos fechos de todos os PPV. A juntar a essa combinação de Superstar que o povo não queria naquela posição, acrescente-se o facto de que era dolorosamente óbvio qual o fecho.

Com um main event que poucos queriam saber, tinha que se compensar com algo. Não se compensou. A Stephanie McMahon a ir pelos ares com um Spear não foi suficiente. O combate não foi nada por aí além e não fez muito para calar os críticos que se aborreceram com o desempenho de ambos e não conseguiram sequer fingir surpresa com o vencedor. Foi recordado no final do ano mas não naquelas listas boas…

8 – The Undertaker vs The Undertaker, SummerSlam 1994

Se não fosse pela constante rotatividade e sempre novos talentos de topo a aparecer, seria de esperar que isto eventualmente acontecesse. O último adversário que faltaria para Undertaker na Wrestlemania seria ele mesmo. Ainda é um cenário possível. Daqui a milhares de anos, com a humanidade já extinta, Undertaker ainda retomará os treinos para aparecer na Wrestlemania para o seu potencial último combate contra ele mesmo.

Fora de parvoíces, isto foi uma infame história de 1994 que viu Undertaker ausentar-se e ser substituído por um falso, acompanhado por Ted DiBiase. Que foi topado e a quem os fãs trataram como Underfaker com todo o carinho. Foi uma rivalidade estranha e que confundia os fãs: colocar Undertaker a rivalizar com Undertaker. A fechar o SummerSlam de 1994. Que tinha um combate pelo WWF Championship entre Bret e Owen Hart. Que era um main event clássico em qualquer evento a qualquer altura. Preferiram fechar com Undertaker a livrar-se de um fanático.

O cavalheiro em questão não era Luke Gallows, muito cedo para isso, mas sim Brian Lee, como se poderia reconhecer na ECW e na TNA, ou Chainz pela sua passagem nos Disciples of Apocalypse lá na WWE. O combate nem sequer foi assim grande espingarda ainda por cima. Quando os fãs já estavam a morrer por ver dois Undertakers à bulha. Para isso clonam-no logo e têm-no garantido para mais trinta “últimas” Wrestlemanias!

7 – Bam Bam Bigelow vs Lawrence Taylor, Wrestlemania XI

Há hábitos velhos que não se perdem. Como o de recorrer a celebridades para ver se vendem mais uns bilhetes e uns pay-per-views. Lawrence Taylor foi uma figura incontornável na NFL na década de 90. E a WWE não pôde evitar capitalizar ao chamá-lo para a Wrestlemania. Tudo bem. Mas devem ter ido um pouco longe demais.

Se procurarem pelos melhores desempenhos de não-wrestlers num ringue, encontrarão Lawrence Taylor. Óptimo. Podíamos ter um meio-termo em que o jogador de futebol Americano tinha um combate decente, com atenção, no meio do card. Nada de meio-termo, leve-se ao extremo, feche-se a Wrestlemania com isto. E coloquem-no com Bam Bam Bigelow, Superstar que nunca desfrutou assim de algum estrelato muito extraordinário, apesar de um certo push por esta altura. Foi só uma Wrestlemania antes que contou com ele a lutar com Doinks, incluindo o anão. Mas foi este o main event da décima-primeira Wrestlemania.

Em vez de termos Diesel a defender o WWE Championship contra Shawn Michaels – apesar da bizarra parte de estarem acompanhados por Pamela Anderson e Jenny McCarthy respectivamente – tivemos um combate entre um midcarder e um não-wrestler. O que devia trazer boa publicidade à Wrestlemania não foi muito bem visto pelos fãs de wrestling, que viram esta modalidade desrespeitada. É que se ainda fosse algum Big Show vs Shaq…

6 – Brock Lesnar vs Roman Reigns, Wrestlemania 34

Recente. E nem sequer é o mais recente aqui. Que é sinal de que devem rever umas coisas. O que é que eu disse antes? De haver um tal personagem que até devia aparecer aqui umas quantas vezes e que isso não era lá revelador de alguma coisa? Qualquer coisa assim. Era a disparatar, ainda não há padrão nenhum nem caso a analisar.

Mas Roman Reigns voltou a encabeçar a Wrestlemania após alguns aninhos seguidos a fazê-lo. E quanta boa gente queria vê-lo como Universal Champion? Não os mais ruidosos com certeza – eu até nem me importava que o título estivesse em alguém que fosse lá assíduo e que por acaso até nem tem um título principal há um bom tempo, mesmo que não fosse a opção mais entusiasmante – e fariam a sua presença sentir-se. Quem queria continuar a ver Brock Lesnar como Universal Champion, a aparecer de vez em quando, a importar-se pouco e a dar indicações de que a qualquer momento, quando se fartasse ia embora? Também não era assim grande fartura. Quem queria ver este main event com emoção?

Pior só durante o combate em si. O combate teve uma estrutura aborrecida e repetitiva, as emocionantes “near falls” tinham emoção nenhuma. O público não podia ser mais hostil, cantando o seu aborrecimento com “Boring!” e “This is awful” bem alto. Só irromperam em felicidade quando o combate acabou. Não só porque, lá está, tinha acabado, mas também porque foram apanhados de surpresa. Outro factor aborrecido durante o combate foi o quão claro dizia como ia acabar e quem ia vencer. Tirando a parte que esse final extremamente previsível não aconteceu e a plateia até explodiu em rigozijo temporário. Não acho que venha a ser recordado como um dos melhores combates na Wrestlemania, daqui para a frente…

5 – Brock Lesnar vs Goldberg, Wrestlemania XX

Pronto, só se debate aqui uma coisa. Quão “main event” foi este combate? Não foi um fecho, até ficou bem a meio do card da Wrestlemania XX. Mas tinham duas estrelas de enorme nome em Brock Lesnar e Goldberg, ainda com alguém como Stone Cold Steve Austin envolvido. Logo não o deviam estar a vender como um combate de midcard qualquer. Duas estrelas imparáveis, a única coisa capaz de os parar… Seria um termo de contrato que se avizinhava e os retiraria da companhia logo de seguida.

Que foi um factor que contribuiu para o desinteresse da plateia, que não estava tão interessada em ver dois gajos que estavam ali para colher os seus últimos cheques e ir embora a seguir. Ainda melhor que isso só o quanto aparentemente se marimbaram para o combate, mesmo de quem já não ia estar ali no dia seguinte. E aquele povo manifestou-se. Manifestou-se e fez-se ouvir muito bem, acabando por ser o principal destaque de um combate ainda recordado como dos piores no grandioso evento.

Não foi o que se sucedeu no também infame combate mais recente a fechar um Survivor Series, que viu Goldberg a resolver o assunto em segundos. Pode ter sido polémico mas a plateia estava em chamas de loucura. E até no seu rematch na Wrestlemania que se seguiu, já havia muito mais dinheiro e um povo bem mais entusiasmado, ao ponto de eu considerar que foi o público que fez o combate. Diz que já não há o risco de se repetir.

4 – The Undertaker vs The Dudley Boyz, The Great American Bash 2004

Começa a ser preocupante quando já é segunda vez – terceira? – que uma lenda como Undertaker aparece no meio dos main events indesejados. Mas isso também é porque ele já teve que levar com cada uma. No Great American Bash de 2004, o main event foi um combate Handicap com uma implicação extra muito bizarra.

Nesse mesmo card, Eddie Guerrero defenderia – e perderia – o WWE Championship para JBL num Texas Bullrope Match e, ainda muito mais importante que isso, tivemos o grande Mordecai em acção, a derrotar Hardcore Holly. Mas o fecho era a história de Undertaker com Paul Bearer e os Dudley Boyz, num estranhíssimo combate que via Bearer semi-enterrado em cimento, com a estipulação de que se os Dudleys vencessem, Paul Bearer seria enterrado. Pronto, se calhar até tem uma implicação grandinha, não está um título em jogo, está uma vida. E se calhar as pessoas não estavam a morrer por ver isso.

Perante uma plateia embasbacada com o que via, num combate pobre e no qual Bearer nem sequer estava, em vez disso substituído por um duplo na arena e com segmentos pré-gravados das suas reacções… Saiu um combate demasiado estranho para se recordar. O cúmulo da esquisitice dá-se quando Undertaker vence… E ele mesmo puxa a alavanca que cobriria Paul Bearer de cimento. Pronto, foi esta a prenda para o público. O Great American Bash de 2004 fechou com homicídio. Como todos os grandes espectáculos.

3 – John Cena vs John Laurinaitis, Over the Limit 2012

2012 foi um ano estranho. Temos memórias de muita coisa muito boa, em simultâneo com um bom conjunto de banhada – não está assim sempre? – e um PPV como o Over the Limit é um bom apanhado disso. Olhem lá para o card e contem a quantidade de chouriço que lá encontram e as “feuds” que mal se lembram.

No entanto, para termos John Cena a fechar obrigatoriamente e contra um senhor que já não estava activo num ringue há… Umas décadas… É porque realmente não havia mais nada de interesse, certo? Ora essa, só tinha um mísero combate pelo WWE Championship entre CM Punk e Daniel Bryan, que é isso afinal? Cena e Laurinaitis, um dream match ficou para o final e o público tinha que dispersar atenção do excelente combate que acabara de ver para voltar a atenção para aquilo. E o que se deu foi um não-combate que nunca justificaria qualquer apreço por parte do público na arena e em casa.

Confesso: não sei se foi por ver isto reunido com amigos, na altura, mas diverti-me e fartei-me de rir com o que se passava aqui. Estava com o cérebro desligado e a não levar aquilo muito a sério num ambiente que dava para a risota. Se calhar era o necessário para isto. Acabou-se a diversão no final como o finish previsível e quando se acabou a comédia. Mas não ficará um main event registado na história pelas melhores razões. Ou registado sequer.

2 – Extreme Elimination Chamber, December to Dismember 2006

O que já se suspeitava começava a confirmar-se e ficaria derradeiramente definido aqui. Aquilo da ECW estar de volta era conversa. Era “uma” ECW e não “a” ECW, mesmo que trouxesse coisas da anterior. Foi no December to Dismember, em finais de 2006, com nome resgatado a um evento original da companhia na década de 90, que se ficou com a certeza de que a ECW não passaria de uma WWECW. O seu fecho foi uma Elimination Chamber. Ou melhor, uma Extreme Elimination Chamber. Para dizer que era à ECW.

Com um ECW Champion com tanta ECW no sangue como Big Show, a malta queria qualquer um que o derrotasse. Ou quase qualquer um. Cada vez se notava mais Vince a não ter pista do que a plateia queria e retirou Sabu, originalmente parte do combate porque achava que ninguém ia querer ver alguém com o estilo dele dentro da Chamber. Ia voar sem sentido, partir coisas, partir-se todo, botchar a torto e a direito. Exacto, ia ser fantástico, é como a malta adora ver o Sabu. E depois veio o resto. A malta, constituída por fãs da ECW tinha as suas preferências óbvias: o veterano original Rob Van Dam e o jovem promissor com bom background independente CM Punk. Como decorre o combate? Punk é o primeiro arrumado, RVD o terceiro. Com Big Show, Bobby Lashley e Test restantes… A plateia topou o que se estava a passar e desatou a mandar aquele combate à fava. Cada vez mais evidente que ia ser um menino bonito musculado predilecto de Vince a vencer – desde quando o povo se vira a esses casos evidentes? – quando já só restavam ele Lashley, e o Campeão, aquela plateia fez o impensável… Até começou a cantar por Big Show!

Lashley ganhou para dor daqueles ofendidos fãs que já se tinham feito ouvir bastante ao longo daquele combate, já antes de saberem que Lashley venceria – até já se sabia, só foi ficando cada vez mais óbvio. Último prego no caixão da ECW? O certo é que este main event e todo o evento foi um fiasco e Vince, o completamente clueless Vince, teve a santa lata de culpar Paul Heyman, que foi embora após tal escândalo. Considera-se que a ECW tenha morrido em 2001 quando acabou. Quem considera a ressurreição como verdadeiramente canónica… Pode ver aqui a sua segunda morte.

1 – Roman Reigns vs Samoa Joe, Backlash 2018

Caso para primeiro lugar? Não sei, sempre muito relativo, se calhar está aqui por ter a força toda de ser recente e daqui a um tempo até acaba por passar despercebido. Mas tenho que considerar este caso como especial e até algo extraordinário. Pouca coisa positiva se falou em relação ao recente Backlash – além do fantástico combate de abertura e um grande combate que devia ter sido o main event e sofreu com um pobre finish para também ter esse factor contra.

Perdoem-me o trocadilho que até é intencional, mas este encontro foi uma das principais fontes do “backlash” que o evento recebeu. Já de início, porque era este o fecho? Havia um título em jogo num combate que, apesar do seu finish, teve imensa qualidade. Teve que fechar com um combate sem nada em jogo, sem uma rivalidade construída, apenas com o tal miúdo favorito do patrão que as pessoas não querem ali ver mas lá o metem. Não podiam ter tido maior prova que este combate de que as coisas não estão bem com Roman Reigns e têm que dar a volta à situação em vez de seguir em frente e continuar a silenciar as plateias nas transmissões televisivas.

Primeira posição para o combate longo, fora de hora, sem história, que a plateia não queria ver e ainda estava a questionar o seu posicionamento e que, por cima disso tudo, foi extremamente aborrecido e mais marcado pelo secume da plateia que já cantava de tudo para demonstrar a sua frustração? Bom, acho que é o único combate desta contagem em que muitas pessoas já estavam a ir embora a meio! Diz qualquer coisa. “Beat the traffic” cantavam por lá.

E são estes dez casos em que testam a paciência dos fãs e não passam que tenho aqui para vos demonstrar. Façam o favor de comentar o tema, cada caso, defender até alguns que acham que mereçam e malhar mais nalguns que realmente vos tenham feito confusão. Há muita coisa recente aqui! Acrescentem também algo que se recordem e até mesmo um caso pessoal em que a frustração tenha sido só vossa, tudo o que enriqueça isto é bem-vindo!

Pretendo voltar para a próxima semana com qualquer coisa. Vocês são sempre uns porreiraços e recebem bem os disparates que para aqui despejo. Acho que sou mais bem-vindo que alguma desta malta. Fiquem bem, vão lá buscar as toalhas de praia agora que se aproxima a época e até à próxima!

Autor

- Escritor do artigo “Top Ten”.

10 Comentários

  1. Rayan tiro certo há 3 meses

    Roman vs joe foi um fiasco de main event , era para ser Aj vs Nakamura mais enfim, acredito pelo historico do roman e pelos meus conhecimentos de anos de wwe ,que a wwe nao vai escutar os fans, a wwe vai fazer de um jeito ou de outro os fans ainda gostarem dele mesmo sendo hell ou face, o cara ja venceu o undertaker de forma umilhante , nao to defendendo ele e apenas o q acho q vai acontecer. E outra jamais o vince vai desistir do roman pois ele é um dos que mais vendem na wwe produtos etc. E uma pena ser tai forçado assim

    • Anónimo há 3 meses

      Mas aí que tá, a empresa vive de dinheiro, vivemos em um mundo capitalista, se ele é o que vende mais e etc pq uma empresa ia mudar tudo, infelizmente e o mundo que vivemos, se vende e o melhor, ponto, se não fosse bom não iria vender, e simples, gosto de outros lutadores e etc mas o caso de Roman e compreensível

    • "Awesome" Hater há 3 meses

      Ele não derrotou o Taker de forma humilhante, lol
      Precisou dar uns dez finishers.

      • Rayan tiro certo há 3 meses

        Brother nao sei se vc assistiu mais foi sim, fiquei com pena de ver o taker apanhando daquela forma e depois o roman ainda saiu e viro as costas como se fosse um combate qualquer kk

      • "Awesome" Hater há 3 meses

        Eu vi sim, e o Taker não foi dominado assim não. E ele fez um aceno de cabeça e depois se retirou, em respeito ao Taker. Igual o próprio taker fez com o HBK, o HBK fez com o Flair etc…

  2. Rui Ribeiro há 3 meses

    Bom artigo.

    Menções para o Taker vs Reigns, Hogan vs Yokuzuna (não sei como este ficou de fora 😀 ), Triple H vs Orton (WM25), as Rumbles de 2014 e 2015, etc… Dava para se fazer um Top 100 😀

  3. "Awesome" Hater há 3 meses

    Pena Joe vs Reings ter tido essa recepção. Tinha tudo para ser um bom combate, mas acabou sendo a cereja num bolo de merda enorme. Mais uma das lutas triste que a WWE ofertou aos seus fãs pagantes, parece mesmo que a companhia de Stamford desistiu de nos dar bons combates.

  4. Falta ai o Cena vs Orton nul ladder match penso eu com os dois titulos mundiais em jogo (unificar)… lembram-se qdo juntaram imensos antigos wwe champ e cena e orton e todos a cantar por Bryan?! lengendary

  5. Facebook Profile photo

    Joe vs Reigns foi um combate que já tinha acontecido no raw, toda a mística de um main event match já não existia

  6. Augusto Adolfo há 3 meses

    Para me foi uma boa luta só que é pena que roman não foi uma luta que muitos esperava

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