Estamos a mudar o nosso site. Dá-nos a tua opinião no Facebook!

Worst of: WrestleMania IX – Top Ten #220

Sejam bem-vindos ao Top Ten! E aqui está ele! Tanto malhava nisto que até sugeri que ia fazer um dedicado exclusivamente a ele e olhem… Cá estamos nós. Já me surpreenderam com a adesão à ideia de isto acontecer. Não me surpreendeu a facilidade com que se conseguiram as dez posições para definir o Top Ten.

Como já devem ter percebido, esta edição do “Worst of” do Top Ten foca-se num infame evento e não sai da sequência de artigos em clima de Wrestlemania. Aquela que ainda é a pior, uma que consegue tanto reconhecimento posterior como isso mesmo. A nona Wrestlemania da sequência, ocorrida em 1993, para garantir que nada de jeito sai desse ano. Olhemos para dez pontos nesta trapalhada.

10 – Fatiota de Vencedor

Sim, este evento permite que se faça tal coisa. Quando uma coisa é um desastre total podemos pegar em qualquer coisa. Logo temos o total direito e até o dever de sermos mesquinhos. E implicar com o guarda-roupa, ora claro que podemos. Podemos queixar-nos de um bom combate se um dos lutadores tiver um equipamento fraco? Não, isso seria parvo. Podemos malhar num terrível combate e ainda por cima disso existir uma outfit atroz?

Isso eu defendo que se possa. Num combate como o “combate” que se deu entre Undertaker e Giant Gonzalez, em que não havia ponta por onde pegar para salvar aquilo, podemos implicar com tudo. Já me foco na arte do sell do gigante Argentino, já lá vou. E o clorofórmio, para mim, ainda é a melhor arma a ser usada em wrestling, aprendam loucos da CZW. Olhemos então, quais Fashion Police, para o que raio o gigante tinha vestido.

Um bodysuit completo, monstruoso, de músculos assustadoramente definidos, sem querer estar eu aqui a detalhar a pelosidade nele retratada. Visto de trás então é que não favorece coisíssima nenhuma. Olhando para aquele fato, se eu estivesse no lugar do Undertaker, estaria muito desconfortável em ter que lutar com ele. Mais à frente na sua curta carreira começaram a cobrir as partes mais…Impróprias e perturbadoras com uma pelosidade mais densa, vestida por cima, à parte, como equipamento de wrestling normal. Pronto, dei muitas voltas para evitar detalhar aquela imagem. Imaginem-se lá a ter que lutar com um gigante aparentemente nu e peludo que nem lutar sabe.

9 – To be continued

Wrestlemania, o palco dos palcos. Tudo vem cá culminar. Claro, há revanches mais à frente e tudo isso, mas é o derradeiro palco onde tudo culmina. Por norma já é assim um PPV, mas nestes pode sempre haver aquele finish, aquele angle que desperte o interesse para a continuação da história. Na Wrestlemania está tudo em jogo. O Monday Night Raw ao longo do ano constrói e promove a Wrestlemania.

Ou como aqui neste caso, a Wrestlemania serviu de promoção para o Monday Night Raw e para o PPV seguinte. Em tempos anteriores a PPV mensais, tinha que se esperar até ao Verão para o SummerSlam. Não é o factor mais grave que se encontre por aqui, não. Ainda só estamos a começar. Mas sacaram de uma feud nova, nascida a partir do nada, num pós-combate que nada tinha a ver, para culminar lá quando fosse. Houve o seu hype à volta de um encontro entre Mr. Perfect e Lex Luger. História mínima, poucos confrontos, mas sempre tinha assunto – verão mais à frente que encontrar disso neste card era um luxo. O combate foi razoável mas, como muitos outros foi confuso.

Um final atabalhoado e Mr. Perfect, derrotado, a correr por lá fora atrás de Lex Luger para se vingar da pancada ilegal que tinha levado. Durante essa corrida e com um alvo em vista, leva com Shawn Michaels que, com a forte razão de porque sim, estava no caminho. Shawn Michaels ataca Mr. Perfect por pouco mais do que estar naquele sítio e naquele momento para causar confusão e desatam numa briga para começar uma rivalidade que nada tinha a ver com a anterior. Curiosamente, Mr. Perfect e Shawn Michaels na Wrestlemania seria umas centenas de vezes melhor que o que lhes calhou desta vez. É como se tivessem lembrado disso depois de já terem lutado os dois…

8 – É bom mas ninguém vê

Algo curioso que já mencionei num Top Ten há poucas semanas atrás. Não deixa mesmo de ser uma entrada curiosa. Quando temos já muita razão de queixa com o que vemos mas ainda tem que haver com o que não vemos. Não é fácil e até me sinto tentado a dar-lhes crédito pela consistência.

Tito Santana, um talento nem sempre muito bem aproveitado, era lutador que deixaram cair na irrelevância com falta de saber o que fazer com ele em concreto. Apesar dos seus dotes em ringue. Por esta altura, levava aquela gimmick de toureiro que pouco ou mais lhe acrescentava além de uma terrível fatiota para lutar – esta Wrestlemania era melhor que um desfile. E agora a pior parte: sabiam que ele tinha muitos bons dotes em ringue. Logo aproveitavam-nos… Fora das câmaras.

Como já mencionei numa entrada relacionada com ele, Tito Santana venceu Papa Shango… num dark match. O combate era imperdível? Foi uma storyline desperdiçada? Não, era mesmo um combate filler, que servia mesmo apenas como dark match para aquecer a plateia que ali esperava ao Sol. A intenção? Vince McMahon colocou-o ali porque sabia que era garantido que daria um bom combate. Que é o mais lógico que se faz quando se garante um bom combate. Não o mandar para o ar. Muito bem pensado. Devo acrescentar que muitos também veriam como problema, simplesmente, a presença do sempre infame Papa Shango. Eu cá não sei, pendo para fã, markava para um gajo destes no Hardy Compound…

7 – Aquele guarda-roupa…

Vá, juro que este Top Ten tem muito mais que implicações com o guarda-roupa e vocês sabem. Mas estas cenas ficam aqui mais para perto do fundo da lista. Mas também são coisas que não se devem deixar em branco. Mesmo que eu não tenha as credenciais do Fandango e do Tyler Breeze, não sou o único a destacar as fatiotas que os comentadores foram obrigados a vestir.

Viram o que o Jim Ross tinha vestido? Não foi só depois da fama maior e a ser humilhado em TV por Vince McMahon que a vergonha começou. Isto já vem desde que ele estava recém-chegado. Por alguma razão acharam que era essencial ter os comentadores vestidos como se viessem da Roma Antiga, chegando mesmo a rodeá-los de soldados Romanos de vez em quando. É aquele sinal, logo de início, a dizer-nos que aquilo ia ser muito bom ou muito mau. Que acho que é tudo o que togas fazem. Antever o que pode vir aí.

Muitos críticos também listaram o que Jim Ross levava vestido como razão para se odiar o evento. A própria WWE destacou a entrada de Bobby Heenan no camelo como um dos melhores momentos da história da WWE. E até aí, tudo bem, destacam-no como um dos momentos mais hilariantes de sempre. Dou os créditos mas dou-os mais ao Bobby Heenan, claro. De resto… É quase como pegar nos comentadores e colocar-lhes equipamentos de wrestling, no ringue, quando não são lutadores. Porra, a XXVII tem mesmo que ter este mesmo tratamento também…

6 – Feuds de sangue, histórias profundas

É o que mais se espera. Grandes tensões à volta de um título. Aquela rivalidade pessoal que é quente demais para qualquer outro evento. Colisões de eras com claques. Amizades rompidas, azedando como nunca se esperaria. É do tipo de grandes histórias que se imaginam e esperam para a Wrestlemania. Menos para a Wrestlemania IX que amanhou lá uns quantos combates, alguns deles com propósito.

As únicas que pareciam rivalidades propriamente ditas eram o main event pelo WWF Championship: a Royal Rumble a oferecer este prémio ao vencedor pela primeira vez e calha a Yokozuna, o indomável monstro que continuaria aqui o seu domínio. Essa era boa e estragariam-na ainda assim, mas já lá vamos. E a dos Tag Team Championships dos Money Inc, que atacariam o recuperado Brutus Beefcake no rosto, após recuperação de cirurgia de reconstrução deste, que teve que chamar Hulk Hogan como seu parceiro para o acudir. Também não disse que as histórias que havia tinham que ser boas. De resto, além disso, havia semi-histórias como Undertaker que tinha problemas com Harvey Wippleman e este apresentou-lhe Giant Gonzalez como adversário; Mr. Perfect tinha problemas com Bobby Heenan e este apresentou-lhe Lex Luger como adversário; Shawn Michaels era Campeão Intercontinental e andava em rivalidade com Marty Jannetty e Sensational Sherri, logo… Deram-lhe o Tatanka como adversário.

De resto, o que mais existiu foi chouriço para encher, sem qualquer história e por vezes quase sem anúncio. Razor Ramon e Bob Backlund podia ser enorme mas não teve história, apenas um breve anúncio. Crush e Doink the Clown começaram a rivalizar mais no próprio combate. Os Steiner Brothers até conseguiram um bom combate com os Headshrinkers mas não se conheciam propriamente de muito lado. Quando não há, inventa-se e ainda hoje vendem esta ideia como possível, antes de terem uma história de construção. Uma figura de poder a dizer “Depois arranjamos-te um adversário para a Wrestlemania.” Caramba, já foi mesmo assim!

5 – Então e o clássico?

É algo que se procura sempre e que se costuma obter. Mais do que a dimensão do hype que antecede os combates, a combinação de nomes de sonho ou o nome especial que não é digno de aparecer em mais nenhum evento. Não é só de um card que vive a Wrestlemania, no dia seguinte, o que vimos também tem que justificar aquela grandeza toda.

E não nos podemos queixar. Nos últimos anos temos sempre tirado uns grandes combates de lá. Uns clássicos, outros apenas muito bons, alguns bons, outros razoáveis mas com bons momentos. Sempre o suficiente para ofuscar os combates mais mortos. O que realmente se quer também de uma Wrestlemania. Entusiasmo, grandes momentos, grandes combates. Queremos porque também estamos habituados. Depois chega aqui a nossa IX e ficamos nós à procura e à espera desse grande combate. Até tem os seus pontos OK – os seus pontos altos são apenas OK – mas, lá está, volto a perguntar: onde está o clássico?

No meio de uma data de combates filler, combates promissores como o de Mr. Perfect e Lex Luger, ou de Shawn Michaels e Tatanka foram diferentes níveis de bons e razoável, o embate de equipas com os Steiners a enfrentar os Headshrinkers foi bom mas não foi memorável, o main event pelo WWF Championship fez o que tinha a fazer mas acabou por ser estragado também. De resto, uma data de combates que estavam lá por estar e um encontro entre Undertaker e Giant Gonzalez, que bem será uma clássica banhada. Quando um evento é inesquecível por todo o seu mal e é difícil encontrar-lhe o realmente bom, sabemos que temos uma gema em mãos…

4 – Desqualificado!

Já estamos habituados a que este tipo de coisa aconteça em TV e deixamos passar. Mas por vezes, mesmo que haja sempre aquela vez em que faça sentido ou que estejamos à espera, torce-se o nariz quando há aquele combate em PPV em que se recorre à desqualificação ou à contagem para o finish. É utilizado para proteger ambos os competidores e prolongar a história na maioria dos casos mas é um final azedo e o povo até costuma vaiar um bocadinho.

Não ficariam nas horas do caraças se, na Wrestlemania, onde tudo culmina, onde se caça o clássico, vos apresentassem assim um finish tão preguiçoso como esse? – eu sei que há casos suficientemente recentes. Mas pronto, apresento-vos a Wrestlemania IX, a amiga do coração que ia enchendo o seu evento de campainhas tocadas sem ser por pins ou submissões.

Shawn Michaels reteve o seu título Intercontinental contra Tatanka, através da desqualificação; Hulk Hogan e Brutus Beefcake não ganharam os títulos a Ted DiBiase e Irwin R. Schyster porque foram desqualificados; aquela assombração de combate entre Undertaker e González acabou com o gigante desqualificado por utilizar clorofórmio. Ou assim se assume, porque ninguém percebeu bem que raio se passou naquele maldito finish. Há para todos os gostos. Menos para os que apenas queriam um combate de jeito de princípio ao fim.

3 – O clorofórmio!!

Não escondo de ninguém qual a minha arma favorita alguma vez utilizada em wrestling. Já vi de tudo e aqueles gajos da CZW são doentes mas até são criativos. Mas caramba, a simplicidade de um pano com clorofórmio não tem como não me fascinar. Aquilo que parece a arma perfeita para o Jerry Lawler num combate intergénero foi usado por Giant González contra Undertaker. Mas é isso que destaco aqui? Nem é. Porque ao menos essa parte é hilariante.

O bodysuit de González tem a sua própria entrada mas o clorofórmio não. O que entra aqui no pódio é mesmo o facto deste ter que ser dos piores “combates” em toda a história da Wrestlemania, numa posição bem privilegiada. E tinha que tocar ao nosso bom Undertaker que lá fez tanto clássico e já é tão associado ao evento e à sua glória. Fez o que podia para tentar fazer o gigante parecer minimamente humano mas, a começar pelo seu selling, o Argentino não dava mesmo para fazer mais além de um combate sofrível que só se torna bom depois de dar a volta toda no mau. Acaba por ganhar piada. E então entra o clorofórmio e então aí é que se redime.

Mas agora uma parte mais interessante para reflectirem. O finish do combate foi um belo de um “não finish” e Undertaker considera-se vencedor meramente “by default”. Porque considera-se e eles oficializam que Giant González foi desqualificado. Porque… O combate acabou? É que se até formos a ser muito técnicos e correctos, acabaria quando Undertaker sai do ringue e anda lá fora por mais de dez segundos… Tecnicamente ele perderia por contagem. Mas estava lá a contar alguma coisa. Agora pensem. Que a streak de Undertaker podia ter acabado já aqui, ainda a começar, e às mãos do lendário Giant González. Vão lá dormir a pensar no assunto e um sonho com o Roman Reigns a derrotá-lo em 30 segundos num Bra & Panties até vos vai parecer reconfortante. Com ou sem clorofórmio.

2 – Hulkamania still running wild, brother!

Era 1993, Hogan já tinha atingido aquela tal saturação que já existia desde antes do John Cena. Aliás, ele nem sequer estava lá, Hollywood chamava-o e filmaços de sucesso como o “Mr. Nanny” estavam prestes a sair. Ou então aquilo de andar a brincar aos actores fora de casa é muito bonito mas, se não pega, também é bom voltar a casa porque lá há sempre sopa. E, tansos como às vezes são, a WWE estava pouco confiante ao ponto de estar convencida que também precisavam dele.

Mas não cabia no main event. Esse era disputado entre Bret Hart e Yokozuna. Óptimo. Esse é promissor. Arranje-se uma história qualquer a reunir os Mega Maniacs, com um ataque dos Money Inc. à cara de Brutus Beefcake e Hogan a regressar à WWE como o bom salvador. Estão a ver aqueles part-timers que só vêm aos PPVs grandes e que vos irritam actualmente? Pronto, tanto Hogan como Beefcake eram isso aqui. Logo não iam vencer os Tag Team Championships. Até porque isso devia ser redutor para Hogan. Já lhe bastava estar a meio do card. Mas também… Vão perder porque é claro.

Para não ficar mal, são desqualificados numa borrada de finish confuso. Isso para que Hogan pudesse celebrar na mesma, atirando dinheiro (!) ao público. Hogan ficou ali no ringue a pavonear-se por… Demasiado tempo. O que pareceu mais tempo que o próprio combate – e não terá sido mesmo? Já nem sei. Um longo filler a meio do evento, de tempo queimado com Hogan a ser demasiado Hogan por demasiado tempo. Tinha que roubar o máximo de ribalta para si e para o seu olho à Belenenses ali a meio do card, não é? Afinal de contas, não era ele que ia fechar o evento…

1 – Hulkamania really still running wild, brother!

Como já disse o bom e velho Jim Ross numa chocante revelação de Vince McMahon: “Aw, sunnuvabitch!” Em seguimento da entrada anterior, não era Hulk Hogan que fechava o evento. Ou assim pensávamos nós. Os pobres ingénuos que não tinham a Internet de hoje em 1993 achavam que Hogan não tinha qualquer assunto ali. E não tinha. Mas ele arranja-o à força.

Yokozuna era um Heel dominante, monstruoso, imparável. A sua vitória na Wrestlemania era lógica e podia dar início a um excelente reinado de terror, que ainda podia vir a ser a melhor coisinha num desastroso ano. A coisa já descambou um pouco quando Bret Hart estava a ser um underdog bom demais e Yokozuna – mais especificamente Mr. Fuji – teve que recorrer a sal para vencer – não ouviu falar em clorofórmio? Mas pronto, ganhou, o tal reinado podia concretizar-se. Mas havia aquela injustiça de Bret Hart ter perdido daquela maneira. Até que alguém chamou Hulk Hogan para ajustar contas. O pior é que ninguém o chamou mesmo, ele simplesmente apareceu lá.

Naquilo que será das coisas mais asquerosamente Hogan, saca-se de um combate na hora, com o WWF Championship em jogo. Que Hogan vence em 22 segundos. Lembram-se aquilo que eu disse sobre Yokozuna e um reinado seu no início do parágrafo anterior? Esqueçam isso tudo, é whatcha gonna do when Hulkamania runs wild on you, afinal. Porque todos os oficiais da WWE irem para o meio do ringue apontar manguitos e cuspir na plateia era demasiado descarado, fizeram-no dessa maneira. E se ele já tinha estado pouco tempo a exibir-se e a celebrar em ringue, peguem lá mais uma dose dele e do seu olho à Belenenses por mais um longo período. Afinal o gajo fechou mesmo aquilo.

Agora se quiserem abstrair um bocado do problema e rir-se um bocado, já que mencionei o olho pisado: diz-se por aí, corre a história, que tal foi causado por um sopapo a sério do amigalhaço Randy Savage. Lá qual tenha sido a razão… Força, Macho Man!

Bom, assim chega ao fim esta tão aguardada edição. Bem me pediram isto há um tempo. Cá está. Desapontados? Espero que não. Qualquer coisa, não fui eu que escrevi o evento, eu cheguei tarde, só nasci uns meses depois e agora, em retrospectiva cumpro o meu dever: o do sagrado achincalhamento. Que é o mesmo que o vosso, agora podem comentar tudo isto, quais os vossos momentos favoritos e quais os vossos momentos “favoritos.” E até podem defender alguns casos, podem ter apreciado esta Wrestlemania, porque não? Há para todos! Manifestem-se lá e fiquem por cá para a próxima semana, que há mais para abordar sobre o mesmo evento de proporções épicas que nos traz grandes combates, grandes momentos, e clorofórmio. Para a semana é algo mais positivo:

Na próxima edição vamos vasculhar à procura dos combates mais underrated da Wrestlemania!

Estejam cá para ver, quer puxe muito interesse ou não. Preciso disso para a auto-estima e essas cenas. Agora portem-se bem e continuem lá o hype todo para a cada vez mais próxima Wrestlemania. Está já aí e eu quero mais armas criativas! Cena, tens aqui um manual de instruções!

Autor

- Escritor do artigo “Top Ten”.

5 Comentários

  1. Rui Ribeiro há 5 meses

    Muito bom… ou muito mau, nem sei o que diga xD

    “É quase como pegar nos comentadores e colocar-lhes equipamentos de wrestling, no ringue, quando não são lutadores. Porra, a XXVII tem mesmo que ter este mesmo tratamento também…” – SIGA 😀

  2. Simba há 5 meses

    We dreamed of it you made it come true, thanks

  3. Excelente

  4. 13 cm há 5 meses

    Excelente top para uma WM horrível.

  5. "Awesome" Hater há 5 meses

    Hulk Hogan é a figura mais folclórica da história da luta livre…

Comentar