
1 – Estava ele a conduzir…
Na verdade não está esquecido por nós. Mas está esquecido. É para ver se também nos esquecemos. Esse “status quo” já está estabelecido e R-Truth ainda é personagem cómico. A seriedade com que defende a honra de John Cena, ainda seu herói de infância, é o mais próximo de qualquer ligação ao que se passou em Junho.
Foi alvo dos despedimentos. Ou melhor, dos contratos não renovados. Assim como Carlito, por exemplo, foi um dos veteranos que deixaram ir, aparentemente por isso mesmo. Por já não serem dos mais jovens. Como se todas as suas estrelas de topo estivessem realmente na mais juvenil flor da idade. Truth até podia estar “reduzido” a personagem cómico. E houve ali uns anos em que não tinha tanta relevância, reacção do público e até mesmo graça. Mas soube superar isso e tornou-se extremamente popular. Portanto quando se soube que ele não ia ficar… O povo revoltado fez-se ouvir.
E ouviram-no. E ele também. Mas não apareceu, feito desorientado, como um George Costanza, a regressar ao trabalho como quem nem sequer se tinha apercebido que não estava ainda contratado. Essa até seria a saída fácil. Vinha diferente. Vinha sério. Num gesto marcante e, de alguma forma, simbólico, cortou as tranças fora e anunciou que agora estava o Ron Killings a conduzir. Até podíamos ter ficado alterados por termos ficado sem o R-Truth cómico. Mas isto parecia bastante interessante e estávamos dispostos a ver este mais sério. Até havia um consenso de que o veterano já merecia assim um momento desses, depois de tanto ano de carreira. Já estávamos prontos para ver o Ron Killings a conduzir.
Mas o despassarado do R-Truth deve ter-se esquecido da carta de condução nalgum lado e parece que não foi muito mais para além disso. Não teve grande seguimento, R-Truth voltou a ser cómico e esporádico. Com a única ligação àquele retornado a ser, de facto, a falta de cabelo na cabeça. A definição de algo que ficou esquecido… Mas não por nós.
Memórias já refrescadas? Na verdade, isto já estava tudo ainda lá bem guardado? Pronto, não será por isso que considere que tenha falhado. Celebre-se o regresso aqui do Top Ten, o regresso das nossas coisas rotineiras, o regresso de uma Road to Wrestlemania que já aí se avizinha, e o regresso dos parêntesis em vez dos travessões nos textos, para evitar qualquer semelhança de tiques com um outro autor que anda a ver-se muito por aí, de sobrenome GPT. Muita coisa. Mas que tenham gostado e que tenha sido uma leitura entretida. Que não tenha o Top Ten sido esquecido e que nâo se esqueçam de comentar, se assim virem que dá. Comentem estes casos, os que realmente não lembravam e acrescentem sempre alguma coisa… Que o próprio escriba também se possa ter esquecido!
E para a semana há mais. Claro que a temática ainda é esta, de rescaldo do ano que passou. E será um olhar mais positivo às nossas estrelas que vemos a diário, por todos os ringues. Serão dez melhorias que vimos em 2025 e podem já começar a especular. Ou a preparar para vir refutar tudo, dizer que ainda são todos uns cepos e vocês é que são os maiores. Mas não façam parte dessa secção da comunidade internauta, aqui há sempre tanta boa-disposição! Venham cá ver, fiquem bem até lá e um excelente 2026 para todos!
3 Comentários
The Roast of Wrestlemania foi… wild. Para uma sociedade tão sensível, que adora cancelar pessoas, ainda bem que não foi para o ar. Apesar de ser compreensível que algumas pessoas se tenham sentido ofendidas, aquilo foi pesado.
O R-Truth foi pura e simples estupidez e o tipo ainda defende o que aconteceu. Aquele segmento foi uma perda de tempo.
O segmento foi fixe. Pena não ter dado em nada.