10 Momentos Esquecidos de 2025 – Top Ten #571

9 – A Thea Hail foi o Eddie Edwards por um momento

Este também dava para a listagem dos acontecimentos estranhos, mesmo que seja muito inconsequente. E até é um momento muito específico, em vez de todo um angle mas encontra-se aqui por ter sido tão caricato. Tanto que até foi das primeiras coisas a chegar logo à cabeça do escriba para constar nesta lista.

Após um hiato iniciado no final do ano anterior, a jovem e popular Thea Hail finalmente regressou ao NXT em Abril, pronta para caçar o North American Championship feminino, que se encontrava vago na altura. Emancipada da Chase U, trazia imagem e atitude ligeiramente renovadas. Continuava uma explosão de energia. E trazia música nova. O pormenor. A familiaridade. Já tínhamos ouvido aquilo antes. O tema “I Am the Fire”, anteriormente utilizado por Eddie Edwards na TNA, por um tempo, enquanto ele era um dos Faces de topo na companhia. Não dava para passar despercebido. Mas parece que não era para ficar.

Apesar de tudo, Eddie Edwards já não andava a utilizar aquele tema de entrada há um tempo, desde que integrara os System. Assim se mantém até agora. Mas sugeriu-nos que, mais do que uma partilha de talentos, as companhias agora aliadas tinham uma partilha de biblioteca musical. Contudo, Thea não ficaria com essa música de entrada, recorrendo a uma nova com o título “Take What Is Mine”, que ainda mantinha alguma proximidade com a anterior, sendo mais inspirada ainda no “metal alternativo” e no boom emo da primeira metade da década de 00. Por acaso… Pela altura em que estaria ela a nascer! Sim, ela nasceu três meses depois da estreia do John Cena, pensem nisso!

Lá está, reforça-se: é apenas um pormenor. Mas muito curioso e peculiar. Especialmente para o fã mais atento à parte musical da coisa, como é o caso deste mesmo que vos escreve, e que até acha que esse departamento anda um bocado fraquinho… Em todo o lado. Fora esse pormenor, foi um ano memorável para Thea. Coisas bizarras? Talvez… Ganhar um título sem querer! Mas este não é esse Top Ten!

3 Comentários

  1. The Roast of Wrestlemania foi… wild. Para uma sociedade tão sensível, que adora cancelar pessoas, ainda bem que não foi para o ar. Apesar de ser compreensível que algumas pessoas se tenham sentido ofendidas, aquilo foi pesado.

  2. O R-Truth foi pura e simples estupidez e o tipo ainda defende o que aconteceu. Aquele segmento foi uma perda de tempo.