Sejam bem-vindos a um novo Top Ten. Um complicado Top Ten, diga-se. Acontece regularmente, anunciar-vos o tema, começar a prepará-lo quase logo a seguir e ver que afinal a premissa até é muito magra e frágil. Mas cá vamos. Por vezes um lutador tem uma gimmick muito bem definida, aquelas características que o tornam mais flashy mas, com o tempo, ou sobem no card e tornam-se demasiado grandes para brincadeiras dessas, ou perdem o estatuto e acabam por desvanecer e ficam Superstars mais “genéricos” sem aqueles traços em particular.

É um tema difícil, sim. Porque pode não se saber bem onde colocar a linha para o critério. Exemplos de Superstars que NÃO estão cá são alguns óbvios como Kofi Kingston ou Triple H, que mudaram de nacionalidade e até perderam sotaques. Por isso mesmo, eles apareceram um dia sem os sotaques, Triple H praticamente anunciou a chegada do “The Game” e podemos notar os momentos em que foi feita a transição, em que a mudança se notou totalmente intencional. Estes dez casos, compilados com alguma dificuldade, são bem mais graduais, quase nem notámos como aconteceu.

3 Comentários

  1. JOAOPEDROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO2 meses

    O Cena no topo é claramente a decisão mais acertada e flagrante. O “Cena Sucks” foi talvez o 1º e o maior sinal de revolta (para além dos indicadores que os ratings estavam a baixar) do público-alvo da WWE. Na verdade, a maior estrela, a cara da companhia, simplesmente não era para o “target” principal, mas sim para targets secundários (as crianças e as adolescentes/jovens adultas).
    No entanto, é de tirar o chapéu, em termos de marketing naquilo que foi a criação da personagem John Cena e o que isso elevou o nome da WWE, para uma marca global que gera milhões de lucro.

  2. Et Billu2 meses

    bom top

  3. Muito bom!