Boas a todos nesta grande casa que é o Wrestling PT!

Algumas semanas após o segundo PPV da AEW desde a estreia do seu programa semanal, o Dynamite, decidi, esta semana, falar um pouco dos aspectos menos positivos que têm assolado a AEW e têm evitado que o seu inevitável crescimento se concretize a um ritmo mais acelerado, assim como têm feito os cépticos continuarem a ser cépticos quanto a acompanhar a AEW de uma forma mais habitual e frequente. Tentarei olhar, igualmente, para algumas soluções que possam ser dadas quanto a esses aspectos menos bons. Não lhes chamaria “propriamente” problemas.

Mas não fiquem com uma ideia errada acerca da minha relação com a AEW. Eu sou bastante fã do seu produto, que tenta combinar um pouco de RAW, um pouco de NXT, um pouco de NJPW e ainda uma boa parte de wrestling independente. Acho que é uma empresa que dá voz a uma vasta quantidade de fãs da modalidade que não gostando dos últimos anos da WWE, também não se identificavam com o que fora dela existia, até a AEW aparecer.

São muitos os pontos positivos que poderia falar da AEW até agora, principalmente tendo em conta o pouco tempo de vida que tem e do quanto já conseguiu crescer, dos bons combates que tem, das histórias simples, mas igualmente interessantes que produz, entre muitos outros, mas há que olhar para o que menos de bom há e trabalhar de uma maneira a melhorar as coisas. Acredito que esse seja, também, a mentalidade de todas as pessoas que naquela promotora trabalham e querem exponenciar o produto da AEW ao máximo possível.

Começando pelos aspectos que não dizem respeito ao pro-wrestling propriamente dito, que podem ser considerados como questões extra-wrestling, não acho que a AEW tenha estado bem, e estou-me a referir à mesa dos comentadores, às entrevistas no backstage e até à própria promoção/organização dos programas semanais.

Começando pela mesa dos comentadores, a AEW tem, na minha opinião um dos melhores da actualidade no Excalibur. Pensaram, por um momento, que poderia estar a falar de Jim Ross? Pois, não penso que seja o caso, nem de perto. Vejamos, sem querer afastar o facto que o mesmo foi e sempre será recordado como um dos melhores na sua profissão, está muito longe de o ser neste momento. Basta ver o seu trabalho nos últimos anos para ver que não é o mesmo. As suas estatísticas, factos ou situações passadas estão, muitas vezes, erradas. Não tem um pingo de emoção, nem coloca nem um pouco de drama nos seus comentários. A idade toca a todos e JR foi tocado por ela.

E mais! Pior do que acabei de dizer, trata-se da sua própria posição face ao estilo da AEW. Não sendo um Vader, nem um Jim Cornette, ultra-conservadores e bastante críticos do estilo que deu origem à AEW, nota-se que JR está desfasado quanto ao produto da AEW. De facto, ele não percebe o estilo, e apostaria que nem dele gosta. Achar que Chuck Taylor devia trabalhar mais os músculos no ginásio, como a semana que passou, é um dos exemplos. A chuva de Superkicks ou os constantes dives são, também eles, ditos sem qualquer paixão pelo homem que devia ser a voz da AEW.

Por outro lado, Tony Schiavone, não sendo péssimo, sofre do mesmo mal que JR e, em termos de opinião não traz nada de novo. Excalibur, que já faz um excelente trabalho a solo na PWG há muitos anos, tornou-se na efectiva voz da AEW, e bem!

Estou a dizer que a AEW devia de abdicar do Tony e do JR? Completamente. Tazz, que faz o programa semanal secundário, o Dark, acaba por oferecer muito mais do que estes dois juntos. Conhece mais os vários lutadores, é bastante mais conhecer deste estilo (talvez por ter trabalhado vários anos na TNA, que não tendo um estilo em tudo semelhante, é bastante mais parecido do que a WWE) e tem uma opinião mais clara e assente do que os comentadores principais. Preferia ver Excalibur e Tazz, igualmente, no Dynamite. Provavelmente a AEW conseguiria arranjar um bom comentador, ainda melhor que Tazz para fazer dupla com Excalibur, bem mais jovem, e com bastante mais paixão que os comentadores que tenho vindo a referenciar, mas enquanto esse nome não existe, a dupla que solucionei parece-me a melhor opção.

Por outro lado, olhando agora para as entrevistas e quanto ao seu modelo: não são horríveis, mas são bastante genéricas. Até hoje, as que serviram realmente para alguma coisa foram as que incidiram sobre Britt Baker, na fase do seu heel-turn. De resto, as perguntas são desinteressantes e os lutadores não dizem nada que os fãs já não saibam.

Por fim, acabam por sofrer do mesmo mal que a maior parte das entrevistas da WWE (NXT incluído). Primeiro, não protegem os lutadores que, ou têm maior dificuldade com o inglês, ou não são tão bons nas promos como são no ringue. Lembro-me de Hikaru Shida dar uma entrevista em que disse quatro frases e duas delas foram a repetição da anterior. Se o seu inglês não é fluente porquê forçar? Da mesma maneira que critico a WWE por ter não protegido a Asuka, o Nakamura e o Hideo Itami neste aspecto, critico a AEW por não aprender com os erros da empresa que com que quer concorrer.

Ainda quanto a estes factores extra-wrestling, olhar para os programas semanais, e a esta altura da vida da AEW a questão que gostaria de colocar é: fará sentido ter dois programas semanais para já? Mesmo que o segundo seja um programa tudo menos obrigatório de ver? Analisemos esta questão.

Estes primeiros tempos têm servido para a promoção de um produto recente, certo? Tendo em conta que o Dynamite é um programa muito melhor que o Dark e que este está disponível no Youtube, ao contrário do primeiro, os fãs com menos tempo para espreitar AEW que não conhecem o produto, o que sentirão que é mais fácil de assistir? Ora, vendo o Dark, ficarão, com certeza, com uma imagem muito pior da AEW do que alguma vez ficariam em ver o Dynamite.

O Dark tem uma utilidade muito restrita. Acredito que sirva para dar espaço e tempo aos lutadores do low mid-card e low card que não o têm no Dynamite. Neste sentido, comparando com a rival, é muito mais um Main Event do que um SmackDown. Penso também que ajudará bastante no crescimento do canal de Youtube da AEW. Mas parece-me um programa com mais contras do que prós.

Só de pensar que algumas histórias que começam no Dynamite têm alguns momentos e/ou combates no Dark, tenho mais a certeza disso. Os fãs de WWE criticam-na por “comer” muito do seu tempo. Ou seja, programas como o Main Event, ninguém vê, então porque uma empresa mais pequena acha que os fãs de wrestling verão o “Main Event”. Contudo, se o fizerem, perdem momentos e/ou combates de histórias e/ou rivalidades que estão a acontecer no Dynamite, e quando forem ver este não sabem o que aconteceu.

Posto isto, parece-me que, para uma empresa como a AEW, é mau que tenha um programa secundário, pelo menos por agora. Será, com certeza, uma ideia muito boa para daqui a uns tempos/anos, em que o seu produto se consolidou, os seus fãs são certos e toda a gente conheça o seu produto e o que tem para oferecer. Não me parece é que essas condições estejam reunidas neste momento. Acabar com o Dark seria melhor a meu ver.

Olhando agora para o wrestling propriamente dito, se há coisa que não se pode criticar é a qualidade dos combates. Não há, realmente, algum combate que seja mau na AEW, mas há uma coisa que eu gosto no wrestling e que estou sempre a frisar aqui no meu espaço semanal: diversidade. E tem faltado muito disso ao produto da AEW. Não há combates entre “gigantes” e, mais do que isso, não há combates mais duros e brutais que tentam reproduzir algum puroresu e, principalmente, não há combates técnicos. O que assistimos todas as semanas na AEW são combates entre high-flyers ou entre lutadores com um estilo híbrido, reservando os combates sem desqualificações e mais violentos para ocasiões mais especiais (e bem).

Fãs mais cépticos quanto à AEW e diga-se, mais conservadores sobre o que deve ser o wrestling, têm constantemente criticado a falta de contratação de lutadores com maior estrutura e estatura por parte da AEW. Foi com muito boas novas que li a notícia da contratação de Lance Archer, que pode ser um nome bem importante na construção de uma parcela de combates e booking que procurem um estilo mais distante do que a AEW actualmente apresenta.

Sou da mesma opinião que o Zack Sabre Jr. quando era campeão da EVOLVE: “wrestling is for everyone”. É por isso que gosto bastante de Darby Allin, Jungle Boy, Sammy Guevara, entre outros, que apesar de pequenos em estrutura e estatura, são óptimos no ringue, têm personagens minimamente interessantes e cumprem o seu papel bastante bem. Mas quando se diz que o wrestling é para todos, é mesmo para todos. Lutadores como Lance Archer, Luchasauros e até Jake Hager têm se ser os primeiros de muitos lutadores do seu tamanho a entrar para as fileiras da AEW.

Relativamente a outros estilos, critico o facto de não haverem combates técnicos e/ou stiffy. Não quero 30 minutos por semana de Zack Sabr Jr. vs. Tracy Williams ou de Drew Gulak vs. Timothy Thatcher como na EVOLVE, nem de Ishii vs. Honma ou Shibata vs. Goto, quero sim que haja um produto em que eu possa ver um pouco de tudo. Sem dúvida que os combates entre high-flyers e lutadores híbridos é a base e o fundamento da AEW, e sempre será esse o seu espírito, mas não pode ser unicamente esse o seu corpo. Há que diversificar, criar novas expectativas nos fãs, aos poucos tornar a brand mais completa e menos sectorial.

Olhando agora para o booking, prendo-me com uma situação. É melhor que o do main-roster da WWE (RAW ou SmackDown)? Sem dúvida, difícil também não seria, mas olhando para o NXT, será assim tão bom? Parece-me que não. Recuando um pouco no trajecto e tendo uma ideia de fundo, a AEW ganha a guerra nesse aspecto porque a WWE simplesmente não aparece para esse confronto, e porque ainda não precisa de aparecer.

Há títulos na AEW que não têm recebido, ou destaque, ou um booking que os deixe interessantes e, com isso, os seus representantes, assim como a sua divisão inteira. Isso não acontece, por exemplo, no NXT, onde há uma ideia de fundo e um booking mais pensado do que na AEW, onde ainda parece tudo muito feito “em cima do joelho”, sem qualquer solidez e sem quase qualquer surpresa.

Os títulos de Tag Team tiveram um primeiro reinado e primeiros campeões completamente ofuscados por outras histórias da divisão. Toda a gente queria ver os Young Bucks e os Pround and Powerfull, o crescimento dos Private Party (que pelos vistos parou por agora, até diminuiu), etc., deixando de parte os campeões SCU com o que restava. Mesmo o reinado dos actuais campeões nasceu do nada e foi daquelas surpresas que ninguém estava à espera porque não faz sentido, não daquelas que deixam toda a gente de boca aberta. Essa é uma diferença importante.

E estou convicto que este reinado é um meio para uma futura feud entre Hangman Page e Kenny Omega (e a Elite) com vista a valorizar o primeiro. Nada contra esta ideia, mas que podia ser totalmente feita sem um reinado com uns títulos ainda por valorizar. É certo que o seu embate com os Young Bucks de há umas semanas foi dos melhores combates de equipas que já vi, mas o que se passa no ringue pode, muitas vezes, ser invalidado pelo que se passa fora dele.

Para esta divisão propunha uma booking mais centrado nos campeões. Mais do que isso, um booking centrado na qualidade dos combates que já existe e na ideia de que na AEW o tag team wrestling ainda conta e conta bastante. Seria facilmente um trunfo a utilizar contra a WWE.

Relativamente à divisão feminina é, sem dúvida, o elo mais fraco da AEW. Os combates são bons sim, mas furos abaixo do resto do card. Mais do que isso, Rhio foi uma campeã ausente, Britt Baker estava presa numa personagem face que só agora mudou e Hikaru Shida não tem sido aposta para já. Quando Kris Statlander derrotou grande parte da divisão após a sua estreia ninguém estranhou, e ninguém estranhou porque o prestígio e qualidade da divisão feminina da AEW ainda não existe.

Mais do que isso, parece-me um booking mais “atabalhoado”. Nyla Rose passa uns meses fortes no Dark e depois aparece no Dynamite a vencer o título e já para não falar da tentativa da stable “Nightmare Collective” que correu mal, muito mal… Esta divisão está numa situação ainda mais difícil que a divisão de equipas, pois não há uma ideia de fundo, uma cara para promover, um título para valorizar, existe porque existe, existe por que sim. Podem haver bons combates e feuds sólidas (no máximo, que é o que tem havido), mas enquanto uma ideia de base e de fundamento da divisão não existir, os fãs vão continuar com esta percepção da divisão.

Já a cena do main-event é a melhor e mais bem bookada desta empresa. Interessante, razoável, sólida, credível, com star powers, com qualidade e quantidade da boa em nomes e combates. Quanto à mesma, nem uma crítica tenho a apontar, mas isso tem contrastado com o mid-card, que me parece bastante perdido. Joey Janella, Jimmy Havoc, Shawn Spears (a grande desilusão da AEW até agora, pelo menos para mim), entre outros, ou andam sem planos ou andam constantemente desaparecidos, o que é pena. Parece que a solução será criar um título do mid-card, mas da AEW esperava que fosse capaz de ter uma boa segunda linha ao main-event sem criar um novo título.

Em suma, são estes os pontos em que a AEW tem ainda claramente que melhorar, se quiser desenvolver o seu produto e crescer com ele. Porém, reitero o que disse no início do artigo. Sou bastante fã do seu produto e acho que tem tudo para alcançar altos voos, tenho bastante esperança que isso aconteça.

Hoje ficamos por aqui.

Até para a semana e obrigado pela leitura.

31 Comentários

  1. Beatriz Lynch12 meses

    “um pouco de RAW, um pouco de NXT , um pouco de NJPW e ainda uma boa parte de wrestling independente.” É por isso que sou fã da AEW.

    E vc até que “pegou leve” com o JR, os comentarios dele estão PESSIMOS, nem de longe se compara a era ee ouro que ele teve ao lado do King, e a voz dele esta muito fraca, alem de como vc disse ele claramente não gosta do estilo do produto da AEW, a prova esta na match dos Bucks vs Adam e Omega, ele claramente estava odiando o sporfest e os near falls, totalmente o contrario do Mario nos Take Overs que sempre da tudo de si a cada move e cada kick out, e sempre aumentando a intensidade dos comentarios conforme as matchs vão andando. E a AEW precisa urgentemente de um titulo de mid card(tem lutadores perdidos no roster), e principalmente melhorar a tão falada divisão feminina.

  2. Excelente artigo, parabéns.
    Acabo por concordar com todos os pontos abordados. Como já é noticiado pode estar a caminho o Matt Hardy e o Harper que vem a equilibrar outros tipos de combate, acredito que de futuro a AEW vai investir mais nos powerhouse e acabar por contratar mais pessoal nesse género.
    Os títulos de Tag Team, para mim neste momento estão bem entregues e pode não haver agora um grande booking para ele, mas não esquecemos que a divisão de equipas é o ponto forte desta AEW e de futuro os Bucks, Lucha Brothers, Santana e Ortiz etc vão tomar bem conta desta divisão e vai ser difícil os títulos caírem no esquecimento.
    Sobre o main event a AEW tem feito um trabalho extraordinário sem dúvida e eu fico muitas vezes preso ao ecrã para ver os desfechos dos segmentos.
    O mid card precisa urgente de um título e de mais destaque porque seria fácil criar-se um bom booking à volta do título é dos próprios lutadores.
    Há muito a abordar e melhorar e não me quero alongar nas palavras, mas a AEW acho que para já tem tido os pés assentes no chão e vai investindo aos poucos nas coisas.

  3. PedrKo12 meses

    Bom artigo, apesar de não concordar com alguns pontos.
    Concordo que neste momento a divisão feminina da AEW existe só porque “tem de existir”.
    Na parte do midcard já tenho algumas dúvidas, o programa tem 2 horas e não há tempo para todos, mesmo o Cody, PAC, Omega, etc, não aparecem em todos os episódios, para Janela, Spears ou Sabian terem tempo de antena alguém tem de saltar fora, e nunca nenhuma promotora vai conseguir dar destaque a todos ao mesmo tempo.
    Na parte dos comentadores confesso que nem me faz muita diferença, o público costuma ser bastante ruidoso e consegue “abafa-los”, mas admito que possam melhorar nesse aspecto.
    Quanto à divisão de equipas, para mim não é falta de lógica, é imprevisibilidade.
    O NXT tem mais lógica, tanta lógica que o resultado dos combates se torna previsível, o que interessa ver uma Rhea vs Bianca pelo título, quando já se sabe que a Rhea vai lutar contra a Charllote?
    Por muito bom que seja o combate já se sabe o desfecho e isso tira muita da vontade de o ver.

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      Obrigado!
      Quanto ao programa secundário não acho que seja uma má ideia, acho é que é uma decisão que foi tomada antes do tempo.
      Houve uma altura em que sim, o NXT era bastante previsível, mas hoje não acho que seja. E nos momentos em que foi é, porque é isso que faz sentido. A divisão de equipas da AEW é imprevisível sim, mas não é esse o o seu objectivo, é-o porque o booking não tem sido o melhor.

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    Nada a acrescentar ao que foi dito. “AEW give this man a job!”

  5. Concordo com 95% do que foi dito , bom artigo.. Se o matt fizer a estreia na AEW e derem a importância e liberdade que ele merece para mim é RIP wwe … mas acima de tudo mantenho o que os meus colegas aqui do wpt disseram , titulo mid e talvez um título para o aew dark

  6. Sandrojr12 meses

    Ótimo artigo, eu acho que pra a AEW engrenar ela precisa contratar o Luís Salvador. Kkkkkkkk

  7. JONATAN MAGNO12 meses

    Eu só acho que a AEW tá encaminhando pra fazer um título de trios no lugar dos de midcard, pelo menos nesse momento é o que o booking aponta, porém pra mim é um erro na mesma…

    • Gustavo Noronha12 meses

      Na verdade eles já anunciaram que teria um título de trios até o próximo cruzeiro do Jericho. Sobre o título de mid-card, eles não querem vê-lo assim e parece que vai ser um título para pesos pesados.

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      Obrigado pelos comentário. Seja como for, criar um novo título neste momento, é admitir que eles não conseguem criar interesse no mid-card só com os lutadores e rivalidades entre si.

  8. Italo12 meses

    Aqui você falou tudo sobre eles vencerem o NXT em audiência toda semana “AEW ganha a guerra nesse aspecto porque a WWE simplesmente não aparece para esse confronto, e porque ainda não precisa de aparecer.”

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    • Anónimo12 meses

      A AEW vence a NXT em audiência toda a semana porque simplesmente é um show melhor e mais interessante, nada mais do que isto e a WWE bem tem tentando parar o sucesso deles mas tem fracassado contentando-se em tirar um bocadinho da possível audiência ainda maior que a AEW teria todas as semanas.

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      Para mim a AEW não tem melhor produto que o NXT, mas também decididamente melhor que o RAW ou SmackDown.

    • Anónimo12 meses

      Eu cá discordo, o produto da NXT está desinteressante e estagnado desde os finais de 2018, até os Takeovers ultimamente têm vindo a perder a magia que tinham antigamente e o surgimento da AEW está cada vez mais a expor a fragilidades e fraquezas que antes não eram detectadas devido a não haver competição a sério nos EUA.

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      Eu discordo em absoluto disso. Desde a passagem para a USA Network sentes o público? A qualidade que é apresentada semanalmente? E quanto aos TakeOvers, bem…feud Adam Cole/Johnny Gargano; War Games; regresso de Finn Bálor…É impossível dizer que o NXT tem um produto desinteressante e desgastado.

    • Anónimo12 meses

      Johnny Gargano não é um lutador de topo em nenhum lugar e matou a cena do main event da NXT, o Finn Bálor já nem se importa com a sua carreira ou então ainda estava no main roster, o único que se aproveita é o Adam Cole mas mesmo esse é bem inferior a NXT Champions inferiores, só não vê o óbvio quem não quer e ver um NXT Takeover de entre 2016 a 2018 e ver os atuais que são basicamente uma paródia do que já foram, com milhões de false finishes em todos os combates mesmo que eles não sejam importantes ou valham algo. A AEW tem melhores shows que a NXT, principalmente desde que 2020 começou, não há como negar isso e quem ainda pensa o contrário deve estar preso ao seu sentido de lealdade de ter crescido a assistir WWE ou ao facto da NXT existir desde 2012.

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      Johnny Gargano não é um lutador de topo.
      Finn Bálor já não se importa com a carreira.
      Adam Cole é dos campeões do NXT mais inferiores de sempre.

      Yah, coisas que facilmente toda a gente concorda. Não encontras uma pessoa sequer que discorde disso…

      E sim, quem lê os meus artigos nota claramente que eu tenho um grande sentido de lealdade à WWE…

    • Beatriz Lynch12 meses

      “Johnny Gargano não é um lutador de topo.” Na cabeça do Vince tenho certeza que não mesmo.

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      Mas o Vince não é o guru do wrestling para decidir o que é bom ou é mau. Felizmente.

    • Anónimo12 meses

      Nem na cabeça da maioria das pessoas, para mim o Johnny Gargano é dos wrestlers mais overrated’s que existe e a NXT decaiu imenso de qualidade mal o seu reinado enquanto campeão começou, também não é culpa só dele mas simplesmente acho que ele nem é o melhor wrestler na sua família sequer quanto mais na NXT e a aposta constante nele em feuds de topo estagnou o produto da NXT, aquelas últimas chamadas ao main roster deixaram o produto da NXT muito desinteressante mesmo continuando a ser o melhor show produzido pela WWE porque o padrão é muito baixo e torna-se numa tarefa fácil. A AEW ainda nem tinha feito o seu primeiro evento sequer e eu já começava a notar o decréscimo de qualidade na NXT, mal o Dynamite começou a ser transmitido semanalmente. percebe se ainda mais a diferença provando o quão os shows semanais da NXT são banais e continuarão a ser derrotados em audiência como sempre tem ocorrido, a não ser nos episódios em que apareceu pessoas do main roster para promover o Survivor Series.

    • Nossa, meu olhos chegaram a doer de tanta merda que eu li nos comentários desse anônimo…

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      AHAHAHAHAHAHHA.

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    Muito bom texto. Os problemas da AEW são óbvios, falta de midcard title e rivalidade decente, woman division decente(apesar deu eu nem gostar e me importar com wrestling feminino) e acabar com essa merda de contagem de cartel que não faz o menor sentido.

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      Obrigado pelo comentário. Eu não sou contra os rankings, mas a questão é. Nunca vi uma promotora que o fizesse, é óbvio que o sistema e a ideia precisam de ser aperfeiçoados, mas eu tenho apreciado a sua utilização até.