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Espaço do Fontes #1 – Report: WWE Greatest Royal Rumble

Pois é, com este artigo dou inicio a um novo espaço aqui no wrestling.pt, o Espaço do Fontes – e sim, o meu nome é Fontes, João Fontes – em que vos trarei semanalmente, o meu ponto de vista sobre tópicos prementes no mundo da arte que é o objeto da nossa paixão, o Wrestling.

No entanto e porque na semana que passou tivemos um evento que abarcou a quase totalidade do nosso foco, o “The Greatest Royal Rumble “, não passarei ao seu lado e irei escrever uma crónica em formato “report” – estilo aliás, que adotarei sempre que fizer análises a PPV´s – porque me parece ser o formato mais objetivo para tratar este tipo de “specials”.

Vamos lá então: depois de ouvidos os Hinos de Arábia Saudita e Estados Unidos – e percebermos de imediato que iriamos ser presentados com várias doses de promoção á diversidade (what ???) do País, feitos pelos comentadores e através de vídeos com “highlights “-  foi “time to play de game”.

E iniciaram-se as hostilidades.

Triple H vs John Cena (Singles Match)

Há já oito anos que estes dois não se defrontavam e apesar de não estarmos seguramente em 2005, sempre que dois nomes desta envergadura se colocam frente a frente, é impossível que as nossas expectativas não se elevem.

Não o deveríamos, no entanto, ter feito…

Tratou-se de um combate demasiado “slow paced “, em que a utilização de “shoulder tackles “, “sleepers “e outras manobras de “descanso “se fez sentir porventura demasiado.

É claro que no Wrestling, correr de “ corner “ em “corner” não faz um “match”, no entanto quando assistimos a um Triple H vs John Cena é impossível não pedir mais do que aquilo que nos deram.

Analisando o deve e o haver deste combate, não posso deixar de concluir que foi uma deceção.

E a nota que lhe atribuo apenas não é mais reduzida porque entre as entradas espetaculares, a sensação de grandiosidade que estes dois sempre transmitem e as “near falls” que foram excelentes, acabou por não se perder tudo.

Nota: 2,90

Kalisto vs Cedric Alexander (WWE Cruiserweight Championship Match)

Para mim, o combate da noite!

Sei que muitos de vocês não concordarão comigo – e irão virar-se para o “Ladder Match” pelo Intercontinental Championship que analisarei mais á frente – mas é também esta uma das belezas do Wrestling: o que foi bom para mim poderá não ter sido para a pessoa ao meu lado.

Adiante.

O primeiro ponto de destaque vai para a música de entrada de Cedric Alexander: se a ouvisse isoladamente, não a colaria de imediato á entrada de um wrestler, mas acreditem que com o lutador de Charlotte, North Carolina funciona muito bem!

O combate trouxe-nos aquilo que um bom “match” de Cruiserweight deve ter: boas manobras aéreas, mas sem cairmos no “spot fest “e demonstrações de atleticismo que estejam em consonância com a história que se pretende contar.

E foi o que aqui ocorreu.

Desde o inicio do combate que os dois mostraram ao que vinham (e vimos momentos de verdadeiro brilhantismo, como um “dropkick” fenomenal de Alexander, que Kalisto “vendeu “como um senhor) e no final percebemos que a “Age Of Alexander” é mesmo para continuar: uma “Salida del Sol “transformada em “Lumbar Check” e Alexander reteu mesmo o Titulo.

Um grande combate, dois wrestlers que sabem perfeitamente o que fazem… e estava encontrado o “Match Of The Night”.

Nota: 4 (MOTN)

The Bar vs Matt Hardy & Bray Wyatt ( Raw Tag Team Championship Match)

O que dizer deste combate?

Perfeitamente “passable”, completamente “by the books” e igual a tantos outros que já vimos dezenas e dezenas de vezes em Monday Night Raw´s ou Smackdown´s.

Gostei da definição bem delineada “face” / “heel” que as equipas souberam transmitir, mas fora isso, não existiram grandes momentos de destaque: os “The Bar “dominaram totalmente o inicio do “match”; Hardy e Wyatt deram posteriormente a volta e conquistaram os Títulos.

Está nos livros.

E com isto, a “era of wokeness is upon us” …

Nota: 2,40

Jeff Hardy vs Jinder Mahal (United States Championship Match)

Este que vos escreve é fã de Jeff Hardy.

Apesar dos inúmeros casos com que o lutador se viu confrontado ao longo da sua carreira – quase todos por sua exclusiva culpa, diga-se – tenho para mim que Jeff é daqueles que sempre que atua, leva consigo a magia do Wrestling.

E nesta noite das Arabias, até nem começou mal: logo que tocou a sua “theme song “e Hardy saiu, soltaram-se “fireworks” que em conjunto com o jogo de luzes, que misturou roxo e verde florescente, resultaram num efeito simplesmente fantástico!

O pior veio depois.

É que a seguir houve um combate.

Sem querer estar a ser demasiado negativista – eu, que até sou fã do homem – mas este foi mais um daqueles “matches “sem qualquer ponto que nos surpreendesse.

Tudo bem, foi um “match á Jeff Hardy”, mas não passou de um “showcase “normalíssimo daquele que é o seu “set-move “.

O destaque do combate foi aliás para um “botch” assombroso de Mahal, aquando de um ” Wisper in the wind “.

Michael Cole, ao seu bom estilo, ainda tentou inverter a coisa, gritando a plenos pulmões “Jinder is out, Jinder is out !!”.

Tarde de mais, meu amigo.

No final, Hardy reteve.

Que surpresa…

Nota: 2,50

 

Tivemos aqui a primeira interrupção no que aos combates diz respeito porque mais importante que ver Wrestling, é saber a opinião que JR, Booker T, Jerry Lawler e Byron Saxton tiveram acerca da acção.

Não me recordo, sinceramente, de uma só palavra do que disseram…

De seguida, mais publicidade ao Reino da Arabia Saudita: passa um anúncio em que o foco principal é uma mulher, que além de ser mostrada a conduzir (sim, a conduzir um automóvel!), tece loas a uma “nova Arábia Saudita”.

Pelos vistos o sexo feminino pode fazer de tudo naquele País exceto ter combates de Wrestling …

De seguida, um segmento com o genial Chris Jericho… “and you made the List! “.

Que saudades, Chris!

Antes de passarmos para uma promo de Daniel Bryan, referência á “theme song “do evento: “When Legends Rise” dos Godsmack.

Bem, que canção!

Fica atrás da nova do Nakamura mas ainda assim passei todo o Sábado com ela na cabeça.

E voltam os combates.

The Bludgeon Brothers vs The Usos (SmackDown Tag Team Championship Match)

Não, não foi um grande combate.

Ainda assim, mais mexido que o do seu congénere do Raw pelos Títulos de Tag Team.

Tivemos sequências interessantes – como aquela que resultou num “double team “dos Usos, seguido de “frog splash “e de um kick out de Harper – mas no final, uma distração de Eric Rowan permitiu uma vitória dos “irmãos do bastão “(sim, um “ bludgeon “ é um bastão, tal e qual aqueles que a Tag Team traz consigo).

A mim parecem-me mais “hammers” mas bem, a WWE lá saberá.

No problem, WWE!

Nota: 3

Seth Rollins vs The Miz vs Finn Bálor vs Samoa Joe (Intercontinental Championship Ladder Match)

Neste “The Greatest Royal Rumble “existiram, em minha opinião, apenas dois combates verdadeiramente dignos de PPV: o dos Cruiserweights, que atrás vimos e este ladder match pelo Intercontinental Championship.

Não foi um “super match, “mas esteve bem acima do restante card (exceção feita ao atrás referido) no entanto produziu um “ finish “ com que não posso concordar totalmente.

O combate foi bem construído.

As primeiras investidas foram dos “faces “– com destaque para um “spot “de Rollins que acabou a bater num escadote – para de seguida ser Joe a assumir o domínio.

Foi, no entanto, Balor o primeiro a subir a escada que levaria ao Titulo, mas sem sucesso.

De seguida, é The Miz (que poderia aqui igualar um dos participantes da Rumble, Chris Jericho, no numero de reinados com o Intercontinental Championship ) mas também ele é parado.

Joe volta a dominar.

De repente, um “superplex “brutal em Seth e Finn mas é The Miz quem posteriormente aplica um “Skull Crushing Finale “a Joe… no escadote!

Finn inverte com um “coup de gras “… onde? Acertaram, no escadote!

E chegamos ao “spot “final.

Onde Seth Rollins fica muito bem na fotografia, mas Finn Balor… bem, sejamos sinceros, dizer que fica mal é um “understatement”.

Na verdade, o movimento “homem – aranha “de Rollins, das cordas para o escadote e dai para o Titulo foi delicioso.

Não será menos verdade que Balor ficou a assistir a tudo isto parado, sem reação, ficando a parecer junto de quem assistia, diminuto em relação ao seu adversário.

Michael Cole poderia ter “resolvido” a situação.

Finn sangrava abundantemente do sobrolho – resta saber se devido a algo que ocorreu antes do ” spot ” ou se devido a Rollins lhe ter acertado na cara com o ” belt” quando o tirou – não seria difícil ao comentador justificar a inação deste com esse fato.

“Devido ao seu sobrolho, Ballor terá tido dificuldade em ver Rollins saltar e foi apanhado de surpresa!”

Bastaria algo como isto.

Mas Cole não se terá lembrado.

“Your bad, Michael Cole! “

Nota: 3,90

 

Antes do próximo “match”, a apresentação de quatro “prospects” – vamos chamar-lhes assim… – Sauditas.

O publico, até aqui quase nada ruidoso, fez-se ouvir.

Depois do segmento, voltaram os combates e com eles a forma mais silenciosa de ver Wrestling destes Árabes.

Cada um mostra a emoção que quer mostrar, não terá ajudado os lutadores, mas bem… o que fazer?

Shinsuke Nakamura vs AJ Styles (WWE Championship Match)

Ainda não foi desta, meus amigos.

Sempre que Naka e Styles se defrontam, os nossos corações batem mais forte: será agora que nos vão dar “o match”!

Deceção.

O combate teve os seus momentos, mas esteve longe, muito longe do que se esperaria, construção da “feud” oblige.

A entrada do Japonês foi incrível, com a sua nova “theme song” brutal a soar no sistema de som e num estádio com 60.000 pessoas.

Deu para observar aquilo que todos já sabemos: Nakamura é um “heel” total, nos gestos, nas ações e naquele “smirk” tão seu.

Foi um combate dividido, com o Japonês a dominar no inicio e depois AJ a responder com um “Calf Crusher “interrompido por uma chegada às cordas.

Depois algo a que nos temos vindo a habituar nos últimos tempos – um “low blow “– mas desta vez é Styles quem consegue a salvação.

Foi quando Nakamura tentou o seu “Kinshasa” que a coisa começou a descambar: Styles mandou-o para a mesa de comentadores e a partir daí o “double count out “foi apenas uma questão de tempo.

O combate não ficou, no entanto por aqui.

Nada disso.

Faltava adicionar outra “layer”, outra camada a esta história (e foi para isso exatamente que este “match” serviu): AJ mostrou outra faceta, fez o “snap” e destruiu Naka, enviando-o para as “barricades” e destruindo-o com cadeiradas.

Aguardemos outros capítulos.

Nota: 3

The Undertaker vs Rusev (Casket Match)

Começa sinceramente a ser penoso ver o mais icónico wrestler de sempre neste tipo de “matches “sem sentido e que servem apenas para que grandes públicos possam ver o “Phenom”.

A carreira de Undertaker terminou.

Alguém terá de gritar isto aos ouvidos da WWE porque por muito que esta possa não se importar, cada combate destes é uma lasca retirada de uma imagem outrora perfeita.

É verdade, para nós fãs, Taker vai ser sempre “o outro Taker”, não este.

No entanto a companhia de Vince Macmahon tudo está a fazer para até esse doce nos tirar.

Já para não falar nos adversários, que estão ali para ser “squashados” de uma forma quase infantil (e fazem-no,  com toda a certeza com o maior respeito ).

Mas ter um Rusev – o wrestler mais “over “de todo o “roster “- a sofrer um “chokeslam”, que nem é o “finisher “principal do Deadman  e depois a ser colocado dentro do caixão;  a seguir ainda Aiden English a sofrer um “ tombstone piledriver “ e a ser também colocado na caixa de madeira – e entre um e outro golpe terão passado seguramente mais de 90 segundos – e Rusev em todo este tempo não acordar do golpe que tinha sofrido… é mau de mais !

A WWE tem de acabar com isto, mais tarde do que cedo.

Porque acreditem, esta é daquelas situações que não põe “smiles on the peoples faces”.

De ninguém!!

Nota: 1,5

Brock Lesnar vs Roman Reigns (Universal Championship Steel Cage Match)

O combate onde todos esperávamos ver Reigns finalmente derrotar Lesnar e conquistar o Titulo.

E a razão era lógica: se existia lugar no Mundo onde Roman não seria assobiado se o fizesse, esse lugar chamava-se Arabia Saudita.

Entra Reings.

E se os meus ouvidos não me enganaram, foram muito mais os assobios do que as palmas.

Entra Lesnar.

E ouve-se uma enorme ovação no estádio.

Ok, se calhar a WWE fez bem em não dar o Titulo ao “ poster boy” : aqui, nos Estados Unidos ou na Arabia Saudita, Roman é rejeitado pelos fãs.

A WWE mais uma vez, parece não querer saber.

E vamos ao combate.

Lesnar começa com quatro “ suplexs” e um “ F5”.

Reigns responde com dois “ superman punch”.

Ambos tentam escapar da jaula.

E de seguida, um dos “ spots” da noite : Roman aplica três “ spears”.

Brock resiste.

Ao quarto, a rede cede e ambos caem desamparados no chão.

O primeiro corpo a tocá-lo é, no entanto o de Lesnar.

Que retém.

Ainda não foi desta, Roman…

Nota: 3

Greatest Royal Rumble Match

Bem, vamos lá então, ao maior combate de sempre.

Que teve os seus momentos, soube entreter, mas, como quase todos os “ matches” neste “ card”, não surpreendeu.

Existiram, é certo, momentos de destaque :

– A excelente forma em que está Mark Henry (raras foram as vezes em que o vi assim, nos seus tempos de WWE).

– Mike Kanellis eliminado em um segundo! Pobre Mike Bennett, onde te foste meter…

– Hiroki Sumi, um lutador de …. Sumi, ops, Sumo está na Rumble  mas é facilmente eliminado por Henry.

– Decima primeira presença de Kofi Kingston numa Rumble.

– Hornswoggle !!

– Xavier Woods e Kingston eliminam Tony Nese de uma forma que faz pensar que Nese não terá na inteligência a sua maior arma…

– Dolph Ziggler dura 21:44 na Rumble, até ser eliminado por Kurt Angle.

Elias faz três eliminações seguidas. “ Lets walk with Elias !!”

– Scott Dawson elimina-se a ele próprio…

– Aparece Rey Mysterio para um dos maiores “pops” da noite. Os Sauditas pareceram gostar do seu “ gear “ a evocar o Pais. Eu, sinceramente, achei horrível. O “ gear”, não a presença de Rey, claro.

– Excelente “ comedy spot “ de Tyler Breeze com Fandango.

– Apolo Crews elimina Chad Gable ! E assim desaparecem as esperanças que tinha, de que a WWE pudesse fazer um bom trabalho com Gable.

– Randy Orton está na sua décima Rumble. Menos que Kofi Kingston.

– Babatunde foi eliminado de forma relativamente rápida. Mas que ninguém duvide que tem os “ looks “ e até alguns “ skills” para puder ser um caso sério.

– O momento da noite : Tittus O´neill tropeça e escorrega até debaixo do ringue. Este ser um – se não “ o “ – momento de maior destaque, diz bem da qualidade deste PPV.

– Entra Braun Strowman . Até chegar aos quatro finais, Strowman faz onze (!!) eliminações !!

– “ spot “ á lá Shane Macmahon na mesa de comentadores

– Entra Jericho, com uma “ scarf “ inigualável.

– Big Cass elimina Daniel Bryan, impedindo outra “ Cinderela Story”

– Braun Strowman, qual comboio a passar, elimina Cass e vence a maior Rumble de sempre.

Nota: 3,40

 

Em jeito de conclusão e para terminar, este foi um PPV que terá sido prejudicado pelo elevado número de combates e por uma Rumble demorada ( que terá diminuído o tempo atribuído a cada “ match” ), além de um publico que, pouco habituado a estas andanças, se mostrou sempre pouco ambientado.

The Greatest Royal Rumble foi mais deceção do que surpresa, no entanto dois ou três combates bem decentes, a categoria dos nomes presentes e a grandiosidade de estarmos num estádio com 60.000 pessoas acabaram por salvar a noite.

E agora, venha o Backlash …

Até para a semana… e que o Wrestling esteja convosco!

13 Comentários

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  2. Luis Salvador Bad Champ há 3 semanas

    O Reigns foi o primeiro a tocar no chão e acabou!

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      Olá amigo, antes de mais obrigado por teres comentado ( esse tipo de linguagem é que era escusado mas bem…). No artigo é referido que o primeira ” corpo ” a tocar o chão é o de Lesnar. E é. No entanto percebo-te na medida em que, em relação ao que conta, os pés, foram realmente os de Reigns os primeiros , pelo que a vitória dever-lhe-ia ter sido atribuída. Um abraço!

      • Afonso Loreto há 3 semanas

        A linguagem não é de todo brusca ou ofensiva e, além disso, o Cole referiu, antes do combate começar, que os dois pés têm de tocar no chão. Finalmente, mesmo sobre quem toca primeiro no chão tenho dúvidas, porque o Lesnar fica sempre em cima da grade e o Reigns é que ‘rola’ para fora. Comentar estas coisas é também ser jornalista. Obrigado pelo artigo e continuação de um bom trabalho

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        Olá @Afonso Loreto, antes de mais obrigado por teres comentado. O comentário a que me refiro foi alterado,, naturalmente que da forma que agora está publicado, não tem qualquer tipo de linguagem ofensiva. O meu artigo é opinativo, trata-se de uma opinião – a minha -, amigo. Tu próprio dizes que ” tens dúvidas”. Eu também mas quando analiso mais pormenorizadamente, parece-me que é o pé de Reigns o primeiro s tocar o chão. Já agora, acho que estás a confumdir duas vertentes : um jornalista é alguém que relata fatos e não deve opinar sobre eles. O que faço aqui é exactamente o contrário pelo que não me parece existir nada de jornalismo nestas crónicas. … Um abraço!

      • Afonso Loreto há 3 semanas

        @joao fontes eu gostei da apreciação geral. Posso discordar e acho que o objetivo até é partilhar as minhas opiniões. E, se efetivamente o comentário anterior foi alterado, então a situação agrava-se, porque a pessoa em questão não teve coragem de assumir o que tinha escrito. No entanto, uma opinião ou crítica num site informativo (e este não deixa de o ser, mesmo num contexto de blogue) não deixa de ser jornalístico. E, para mim, e falo contra os meus, não é jornalista quem tem curso, mas quem usa os órgãos de comunicação para informar e apreciar eventos ou situações. Resumidamente, não precisas ser jornalista para ser jornalista. Basta levares a tua crítica com seriedade e, pelo que vi, levaste isto com brio, até pela maneira como defendes a tua opinião. Só deixei um reparo, conselho, que não mo foi pedido e, portanto, não és obrigado a seguir. Mas foi uma crítica construtiva e não destrutiva. Obrigado mais uma vez e estou curioso para ver novas crónicas tuas

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        Amigo @Afonso loreto, agradeço todos os ” inputs”, mais ainda fundamentados como são os teus. Se te dei a impressão de ter ficado ” desagradado” ou algo do género, peço -te desculpa porque acredita que não era esse o intuito. São as críticas, opiniões e comentários que nos ajudam a crescer! Um abraço!

  3. Anónimo há 3 semanas

    Olá amigo, antes de mais obrigado por teres comentado ( escusado era esse tipo de linguagem mas bem…). O primeiro corpo – e é nisso que falo – a tocar o chão é o de Lesnar no entanto em termos de pés – o que conta – tens toda a razão, foi o de Reigns o primeiro. Um abraço !

  4. Bom artigo, gostei deste formato de report, acho que estava a faltar esse estilo aqui no site. Em relação ao artigo em si, tenho que concordar com a maior parte do que foi dito, acho que o Greatest Royal Rumble ficou muito aquém das expectativas, mas secalhar, pelo menos para mim, era por estas estarem demasiado elevadas.

    A única coisa que eu menos gostei ou que não apreciei tanto, foi o facto de teres usado, pelo menos do meu ponto de vista, demasiadas expressões inglesas, mas isso também é um estilo de escrita e cada um tem o seu, continua o bom trabalho.

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      Amigo Vasco Reis, muito obrigado por teres comentado e tens toda a razão no que dizes. Enquanto escrevia o report pensei várias vezes para mim : ” eh pá, não serão estrangeirismos a mais?”. A questão é que no Wrestling, devidoà influência da língua Inglesa, sempre nos habituámos a estas terminologias. Nada me dá mais prazer do que escrever em verdadeiro Português mas será que quem lê não compreenderá melhor, por exemplo, se referir ” rest moves ” em vez de ” manobras de descanso?”. Sinceramente, não tenho resposta para isso mas agradeço teres-me dado a indicação porque já me vai fazer pensar quando escrever o próximo artigo. Grande abraço!

  5. Nuno Albino há 3 semanas

    Bom artigo ! Acho que a WWE está a estragar o Bálor pois nos últimos tempos só tem perdido e sinceramente não sei o que o Vince tem com o roman pois acho que ele é um excelente profissional mas acho que tem que avançar pra outra

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      Olá amigo, antes de mais o meu obrigado por teres comentado. Concordo totalmente contigo: o único momento em que pareceu que a WWE tinha um plano concreto para o Balor foi exatamente quando se estreou e venceu o Universal Championship. Aí sim, parecia que iria ser correctamente ” bookado”. Com a lesão, foi tudo por água abaixo e desde aí tem andado perdido porque não lhe conseguem delinear um rumo objectivo. Vamos ver o que nos trazem os próximos tempos… Quanto ao Roman, a WWE não vai desistir , vamos ter um Roman ” face” durante muitos anos, sempre no main-event. São cabeças duras… Grande abraço!

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