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Bammer: “Como ser um bom Worker”

Ou “como fazeres com que todos queiram trabalhar contigo”, se preferires. Na semana passada dei todo o destaque a golpes de Wrestling e falei, por alto, na importância dos bons Workers, referindo que era tema para outro dia. Por sentir que este é um tema bastante complementar ao anterior, mais vale tirá-lo já do caminho.

“He is a great Worker”. “He was a terrible Worker”. “He was arguably the greatest Worker that ever lived”. Ultimamente tenho ouvido bastantes podcasts de Wrestling, desde o Steve Austin Show ao Talk is Jericho passando pelo The Art of Wrestling e uma boa parte do tempo é dedicada a falar dos bons e maus Workers que este negócio já conheceu.

Mas o que é que se entende por um “Worker”? Como podes ser respeitado e reconhecido como um bom Worker no mundo do Wrestling? Como podes fazer com que um dia o teu nome seja referido em podcasts como o Pontapé no Céu da Boca espalhados pelo mundo?

Bom, é isso que está no menu para hoje. Vamos a isto!

O que é isso do “Worker”?

Se estivéssemos a falar de outro emprego qualquer, a tradução certa de um “bom Worker” seria “bom profissional”. Aquele empregado exemplar, basicamente. Sabemos que chega a horas, faz o melhor que consegue independentemente do que lhe seja pedido, procura fazer com que toda a empresa cresça e todos os colegas dizem que é alguém “fácil de trabalhar”. Nunca compromete e nunca passa a “batata quente” a alguém. “Tomara que todos fossem assim”, comenta o seu superior hierárquico.

Certamente conhecemos pessoas assim, na escola ou no trabalho. Se calhar, até já nos disseram que somos essa pessoa.

O (bom) Worker é esse mesmo- esse colaborador fantástico que tantas federações de Wrestling procuram. Claro que para este caso, os requisitos são outros: o Worker é um lutador versátil que consegue fazer com que qualquer segmento (combate, promo, etc) seja digno de se ver. Mas não é só isso- também é responsável pela formação e adaptação de um novato ao negócio.

Populares ou não entre os fãs, aqui os bons Workers são sempre respeitados

Populares ou não entre os fãs, aqui os bons Workers são sempre respeitados

Neste meio, Worker e Wrestler não são propriamente sinónimos. O Wrestler é qualquer lutador convocado para um espectáculo de uma federação, mas quando utilizamos o termo “Worker” invariavelmente vamos comentar a sua qualidade no ringue (ou falta dela), geralmente denominada workrate. No seio do WP quando mencionamos o termo “Worker” tem sempre um cariz positivo associado, portanto para nós é sempre um elogio.

Também importa esclarecer que ser bom Worker não garante uma conta recheada no banco: alguns dos melhores de sempre não são propriamente pessoas que estão agora em casas que custaram milhões de dólares, fruto das toneladas de merchandise vendido.

Ser bom Worker não te vai garantir uma carreira de sucesso no aspecto financeiro mas vai-te trazer algo igualmente importante: respeito no balneário.

O Worker há um par de décadas atrás

Os tempos mudam e, como acontece com praticamente tudo, o Wrestling acompanha essa evolução. Há muita gente que fica triste quando algo muda, até porque o ser humano é um animal que não gosta propriamente de sair da sua zona de conforto. Deve ser por isso que fez confusão a tanta gente ver um ringue de 6 lados, por exemplo.

No meu dia-a-dia, o que mais testemunho são 3 tipos de reclamações:

– aqueles que choram o fim da Attitude era;
– aqueles que lamentam o fim dos Hogans/Warriors/Bushwhackers ou o fim do Austin/Rock/Batista (a tempo inteiro), dizendo que hoje em dia “já não há estrelas”;
– aqueles que comentam o fim dos Workers.

Vamos falar sobre a 3ª, até porque com o “Animal” de volta há pelo menos 5 fãs de Wrestling mais felizes.

Como referi na semana anterior, actualmente com o monopólio da WWE é muito difícil encontrar pessoas experientes no circuito independente.

No passado, acabavas a escola de Wrestling e ias para um território. Lá, conhecerias outros wrestlers acabados de começar, como tu próprio (e portanto bem verdinhos) mas também serias apresentado a veteranos com 20 anos de casa que se iriam certificar que a tua aprendizagem continuaria. No ringue, aprenderias a conduzir um combate, a ouvir, a ser repreendido se fosse caso para tal e com o tempo começarias a entender que o Wrestling é mais do que fazer dropkicks e DDTs.

Eram bons tempos: um Wrestler podia passar um par de meses num estado dos Estados Unidos, absorver a cultura da federação e aprender com alguns dos veteranos altamente respeitados da região e depois pegar nas malas e repetir o processo noutro lado. Todos os grandes territórios tinham bons Workers, pessoas experientes e capazes de assegurar que os novatos não iriam para o ringue fazer coisas ao calhas. Passados alguns anos, o esperado era que fosses tu a continuar essa tradição para os mais novos.

O cenário actual não é bem assim. Para o melhor ou para o pior, o circuito independente tem lutadores de idade (e experiência) muito aproximada, não havendo muitos locais para aprender “à antiga”. Já não há uma evolução natural, em que passeias pelo mundo durante 10 ou 15 anos e obténs a experiência necessária para ser um líder de balneário na empresa do Vince McMahon.

Talvez esta breve aula de história te ajude a perceber o porquê da WWE investir tanto no novo Performance Center. As grandes mentes estão agora praticamente todas na WWE e esta é a única forma de assegurar a continuidade. O estilo WWE está actualmente tão diferente do Wrestling independente que é necessário uma reaprendizagem para vingar no grande palco.

“Passing of the Torch”. A par de fazer qualquer um brilhar, esta era a principal responsabilidade de um Worker antes. Então e agora?

O Worker em 2014

Hoje em dia, os wrestlers estão muito mais preocupados com eles próprios do que com o sucesso da companhia. Por esse motivo, procuram brilhar em cada segmento, mas esquecem-se de uma das regras fundamentais do Wrestling: para dançar o tango são precisos dois. E muitas vezes, só um fica bem na fotografia.

Há essencialmente 5 requisitos que deves ter em conta. Apesar de se tratarem de 5 pontos que que qualquer lutador, novo ou não, deva considerar, de um bom Worker pede-se e espera-se sempre mais, pelo que terá de conseguir maximizá-los.

#1: Terás de ser versátil

Um bom Worker é camaleão. Um dia pode estar a lutar contra um lutador de 150 kg que está a fazer a sua estreia e na noite seguinte pode enfrentar um lutador com 80 kg que regressou agora de uma lesão. Achas que vai ser o mesmo tipo de combate? Provavelmente não.

O Worker tem de ser experiente e flexível, para conseguir contar 2 histórias bem diferentes com a “matéria prima” que o departamento criativo lhe enviou. Idealmente, nem tem zona de conforto- espera que lhe seja designado um adversário e pensa no que vai fazer a partir daí, em vez de obrigar o colega a adaptar-se a ele.

#2: Terás de ser inteligente

Um dia vão-te pedir um combate de 10 minutos contra um lutador de porte impressionante que só consegue fazer 3 ou 4 manobras. Depois vão-te pedir para esticares um rapaz novo que anda com a mania. E no fim-de-semana vais ter de entregar um combate altamente competitivo com um adversário que precisa de te ganhar para ser visto como “alguém a ter debaixo de olho”.

Já que o tens, usa-o

Já que o tens, usa-o

Às vezes os combates são a 100 à hora, às vezes a 10. É preciso saber imprimir o ritmo, entender quando é preciso acelerar ou abrandar… mas mantendo o interesse do público naquilo que estás a fazer, independente da pessoa com que estás a trabalhar. Aqui, inteligência, seja no ringue seja no balneário será fundamental para o teu sucesso.

#3: Terás de saber jogar em equipa

Sabes que és experiente. Sabes que consegues ter um bom combate com toda a gente. Se uma pessoa estiver no ringue contigo, consegues fazer com que essa pessoa brilhe.

Óptimo- não deixes que isso te suba à cabeça. Se conquistares essa posição, não te esqueças que a companhia precisa de ti durante muitos e bons anos. Não entres em “modo mark” e peças para ter o holofote em cima de ti, como agradecimento. Assumindo que foste pago conforme acordado, a empresa não te deve mais nada.

Joga em equipa e ouve sempre as ideias dos outros, independentemente do nível de experiência. Se não concordares com algo ou achares que é uma ideia amadora, explica o porquê- a pessoa do outro lado pode aprender e agradecer.

Procura ser sempre alguém fácil de trabalhar- não te esqueças que se um dia essas pessoas virarem estrelas, vão lembrar-se de ti.

#4: Terás de ser seguro

Esta só não ficou em #1 para fugir um pouco ao habitual. Se já leste os meus artigos anteriores já sabes como é importante a questão da segurança, para teu bem e para o dos teus adversários.

Não alinhes em ideias que parecem arriscadas vindas de pessoas que acabaram de chegar e vão agora ter o seu 1º combate. Sê flexível, mas usa a tua inteligência para entender os teus próprios limites também.

Tem especial cuidado com a forma como trabalhas com “investimentos novos” da empresa. Se a empresa contrata uma novidade porque acredita que vai trazer dinheiro a médio prazo e te pede para a introduzires à companhia, o pior que podes fazer é “espatifar o carro novo do patrão” só porque foste na conversa dela na sua estreia.

Não é para partir!

Não é para partir!

#5: Terás de fazer sempre o trabalho de casa

Há públicos mais fáceis que outros. Há adversários mais limitados do que outros. O ringue não é sempre o mesmo. Procura sempre preparar-te para o que vais enfrentar em cada show.

Há públicos que nunca viram Wrestling e não sabem como reagir. Há lutadores que têm golpes que nunca ouviste falar e podem ter de acontecer “no momento”. Quanto mais preparado tiveres, menos acidentes podem acontecer.

O que o Worker não é

Às vezes o Worker tem um papel ingrato. É como aquele empregado que está lá há 5 anos, nunca teve uma promoção e vê os outros a aparecer e a subir de posto mesmo à frente deles. Sabem que sem o trabalho deles a empresa não se aguentava, mas ainda assim não estão a fazer os milhões que acham que merecem.

Às vezes as pessoas não entendem a 100% o que é um Worker, e acho que definir pela negativa nesta situação também pode ajudar.

O Worker não é “o senhor simpático”

O bom Worker pode fazer de ti uma estrela se quiser, mas também se pode certificar que não vais a lado nenhum tão cedo. Como qualquer outra pessoa, pode sabotar o teu combate se não gostar da tua atitude, mas fazê-lo com muito mais classe.

Trata-os com respeito: precisas deles para brilhar, provavelmente mais do que tu julgas, mesmo que tenham frequentemente um destaque bem menos visível no que toca a starpower.

O Worker não é “o mais velho do balneário”

Um bom Worker, como o Daniel Bryan, tem apenas 32 anos, mas com 14 anos de experiência nos ringues, já tem todas as ferramentas para brilhar com qualquer adversário, pequeno ou grande, novo ou antigo.

Às vezes confunde-se veterania com ser Worker. Uma pessoa pode estar no negócio há 20 ou 30 anos e não ter a mínima ideia do que é preciso fazer para que a outra pessoa brilhe no ringue (ver imagem em baixo para possível exemplo).

Muito tempo no negócio, mas pouco conhecimento de como fazer o colega brilhar

Muito tempo no negócio, mas pouco conhecimento de como fazer o colega brilhar

O Worker não é um jobber

Neste artigo, pode ficar a ideia no ar de que o Worker é aquele “coitadinho” que faz os outros brilhar e que acaba por nunca ter destaque para ele próprio- nada mais errado.

O Worker pode vencer todos os combates e o seu oponente beneficiar todas as vezes disso. Um bom Worker pode ser, ao mesmo tempo, o campeão do mundo. Alguns até chegaram a combates principais de WrestleManias.

Lembra-te simplesmente que houve campeões na história como Bill Goldberg que só pensaram neles e que nunca procuraram adaptar-se ao adversário e houve pessoas (Chris Jericho é um bom exemplo) que procuravam sempre retirar o maior partido dos colegas com que partilhavam o ringue.

Conclusão

Com este post, espero que enquanto fã tenhas (ainda) mais respeito pelos Workers e enquanto (aprendiz a) lutador entendas os requisitos para, um dia, chegar a esse estatuto.

Às vezes é um trabalho ingrato, mas (no mínimo) terás o respeito da companhia e do balneário se o fizeres. Ser um bom Worker nunca te impedirá de chegar ao topo (ver Bret Hart, Daniel Bryan, Christian ou AJ Styles) mas não podes esperar que tal inevitavelmente aconteça. Mas isso é o fantástico mundo do Wrestling!

Lembra-te que ao considerares o que aqui referi, estarás a respeitar esta tradição do Wrestling, algo que certamente te interessará se fores um verdadeiro fã. E se todos gostarem de trabalhar contigo, a tua carreira só terá a ganhar.

Até para a semana pessoal! Fico, como sempre, à espera das vossas reacções: comentários, mensagens ou tweets!

Sobre o Autor

- Bruno “Bammer” Brito é português, treinou em Calgary, Alberta, Canadá e foi durante 6 anos treinador principal da academia do WrestlingPortugal. Durante esse período, foi responsável por formar alguns dos mais conhecidos e talentosos lutadores nacionais da actualidade e está agora a partilhar as suas experiências com a comunidade do Wrestling PT.

28 Comentários

  1. MrCareca - há 3 anos

    Bom artigo, gostei. Uma pergunta: para se ser um bom seller, concerteza tem que se ser um bom worker (estou correcto?), fora isso, o que é mesmo necessario para se ser um bom seller? como Dolph ziggler por exemplo… (Posso pesquisar, mas nada melhor que ler a explicação o mais natural e informal possivel de alguem que anda no meio).

    • Obrigado por leres!

      Boa questão- não há correlação directa entre as 2 coisas: pode-se ser um bom seller mas se o segmento não promover ambos os lutadores, se não ficarem ambos “bem na fotografia”, então o trabalho não foi realizado devidamente (a não ser que a intenção fosse mesmo essa). Uma pessoa pode dar boas quedas mas se não souber como maximizar o potencial do adversário e só souber cair, basicamente será um jobber.

      Um bom seller divide-se em 2 partes, as expressões faciais, que é o mais importante (que basicamente definiu a carreira do Hogan) e o atleticismo (Dolph, HBK).

      • José Sousa - há 3 anos

        Outro que é muito bom no selling e expressões faciais se me permitem colocar é o Dean Ambrose.

  2. MrCareca - há 3 anos

    ja agoa, esqueci-me de perguntar… existem academias de wrestling espalhadas por Portugal ou apenas em locais especificos? Qual a mais proxima de Coimbra? =P

  3. Fã wwe - há 3 anos

    Gostei do teu artigo,aprendi algumas coisas que não sabia, mas amigo não sejas tão mão com o Batista,cinco fãs? cheira a hater e aos hater´s já ele respondeu.

    • Já respondeu sim senhor e ele tem a sua opinião, eu tenho a minha. Mas não, não sou um hater até porque não tenho qualquer problema que ele exista ou pise um ringue da WWE.

      Quanto ao conteúdo do site e as notícias, só posso dizer que aqui podes encontrar um pouco de tudo, mas é bom haver opções :)

      Obrigado por leres!

      • Catchphrase - há 3 anos

        Belo artigo já agora eu sou um hater!!!

      • fã wwe - há 3 anos

        Então já lhe foste lamber os tomates? Hater,nem idade deves ter para ir a uma discoteca muito menos para odiares alguém. lol Fica Bem HATER lol

  4. Conspo - há 3 anos

    Bammer, como sempre bom artigo. Queria-te perguntar se é possível o vencedor de um combate ser decidido a meio do mesmo. Se sim, já lutaste num combate desses?

    • Thanks!

      Sim, é sem dúvida possível- os árbitros da WWE andam com auriculares precisamente para receber instruções do balneário. Se o patrão decidir mudar de ideias a meio, fazem-se os ajustes na hora. Isso também é verdade no circuito independente: por exemplo o meu mentor Lance Storm quando lutou contra o inglês Doug Williams decidiu alterar o resultado do combate a meio por achar que fazia mais sentido este vencer, por ser um combate no seu país e o público estar a reagir bem.

      Já lutei imensas vezes em situações dessas, mas só em treinos, em que decidíamos a finish perto da altura.

  5. Mr. Anônimo - há 3 anos

    Mais um excelente artigo! Seria interessante também se fizesse um artigo sobre selling.

  6. Miguel Costa - há 3 anos

    Grande artigo, novamente e acho que desde que houve aquela pausa de 2 semanas os artigos (do meu ponto de vista) têm melhorado.

    Quanto ao artigo existe algo que deve ser bastante irritante pelo facto que wrestlers como o Ziggler, o Santino, até o Tyson Kidd (com as devidas diferenças), penso que trabalham muito e não conseguem ter propriamente frutos do seu trabalho e pessoas como o Jeff Hardy têm oportunidade atrás de oportunidade atrás de oportunidade sem as merecerem. Infelizmente é assim o Wrestling.

    Grande artigo, espero pelo próximo. :)

    • Obrigado por leres e pelas palavras! :)

      De facto aliado ao trabalho é preciso mostrar resultados, seja na bilheteira ou no merchandise e é inegável que há talentos que apesar de serem mais limitados (ou esforçarem-se menos) no ringue, acabam por ser beneficiados pelo dinheiro que trazem à companhia!

  7. PMB - há 3 anos

    Ótimo artigo , sempre aprendendo :)
    Queria fazer uma pergunta , como é que escolhem os nomes dos lutadores e porque não o nome próprio ?

    • A WWE gosta de ter os nomes registados de todas as personagens que cria, portanto há um grande incentivo para mudar o nome aí.

      Quanto ao circuito independente, qualquer nome é possível, usar o nome próprio é perfeitamente aceitável. Alguns têm ideias de um nome à partida ou ganham uma alcunha e acabam por a utilizar no ringue. Para outros, é só um “nome artístico” que escolhem como acontece noutros modelos de entretenimento.

  8. CM Pedro - há 3 anos

    ola Bammer, como sempre adoro os teus artigos :)

    Quero te perguntar uma cena, pk que o bad news barret nao estando lesionado, (ACHO EU :P) nao volta aos ringues, eu adoro o, no ringue ele é mt bom, adorava velo novamente com um titulo, principalmente o titulo mundial
    maos uma vez obrigado pelo artigo :)

    • CM Pedro - há 3 anos

      Ja agora, agora com a unificaçao dos titulos, achas que podera haver o money in the bank? e sera que os titulos mais tarde ou mais cedo se vao separar?

      • Obrigado por leres :)

        Bom, acho que nesta altura crítica até ao WrestleMania até acho positivo o facto do Barrett estar presente apenas naqueles segmentos. Tem um grande potencial mas até agora não vingou e nesta altura em que as estrelas regressam e a máquina de marketing trabalha a 200% ia estar perdido no meio de tanta coisa. Assim, mantém-se relevante pelo menos até Abril.

        Não faço ideia se o plano será voltar a separar os títulos depois do WM ou se a unificação veio para ficar. Acho que nem eles sabem, se não o Orton não carregava 2 cintos apesar de agora ter um só nome, o que não é muito coerente. Teremos de aguardar pelos “próximos episódios” ;)

  9. Malik - há 3 anos

    Já não vinha cá há algum tempo e foi com surpresa que encontrei este artigo que me enriqueceu culturalmente, obrigado! Aproveito também para dizer que gostei do facto de teres respondido a todos os comentários, demonstra interesse, btw o site está a funcionar muito bem no Nexus 7.

  10. Silveira9 - há 3 anos

    Bruno eu não custumo comentar mas leio sempe.Mais um artigo fantástico!

  11. Darth Mordred - há 3 anos

    Parabens pelo artigo, aprendi demais.

    Eu tenho duas simples perguntas:

    1. Quais são os melhores works da história na sua opinião?
    2. E quais são os melhores works da geração de novos talentos atuais?

    Abraços.

    • Obrigado por leres!

      Relativamente às tuas questões, atenção que works não é o mesmo que workers- se é a tua forma de abreviar, cuidado com isso.

      1. Bret Hart, Jericho, Chris Benoit e certamente muitos outros!
      2. Daniel Bryan e Antonio Cesaro

      • Darth Mordred - há 3 anos

        Obrigado pelo toque.
        Em relação a lendas como Undertaker e Triple H, o que acha deles como works?
        Também não resisto a perguntar, e em relação a J.Cena?

        abras

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