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Opinião Feminina #261 – When Honesty Sells

Há pouco mais de dois anos, Ronda Rousey fez história ao tornar-se a primeira campeã da sua divisão na UFC. Foi então que o mundo que já estava a falar sobre ela, começou a falar ainda mais. A promoção, por parte da UFC, também começou a intensificar, tornando-a numa das figuras mais controversas, faladas e reconhecíveis de hoje.

A primeira vez que ouvi falar sobre ela foi num site de notícias de Wrestling, pois uma das suas entrevistas era das notícias mais destacadas. Na entrevista em si, Rousey afirmava que não tinha quaisquer problemas em ser vaiada e comportar-se como heel. O que fiz de seguida foi bastante simples. Pesquisei Ronda Rousey no Youtube e vi um dos documentários que a UFC tinha feito para promover a sua primeira luta.

Foi um documentário íntimo que incluiu entrevistas feitas à sua mãe e que tinha como propósito apresentar Ronda Rousey a quem não a conhecia. Foi algo tão aparentemente honesto e simples que funcionou. Antes de assistir ao documentário, não fazia a mais pequena ideia de quem ela. Depois de assistir, fiquei a saber, não só quem ela era, o que tinha alcançado no mundo do Judo e como tinha vindo parar à UFC, como esta era carismática.

Este tipo de apresentação, humano, honesto e íntimo, não é exclusivo da UFC, nem é uma fórmula secreta que poucos génios perceberam. A caminho da luta de Mayweather e Pacquiao, documentários semelhantes foram feitos e transmitidos. Em Portugal, existe um programa que, todas as semanas, lança uma entrevista com uma personalidade diferente. O ambiente intimista e a promessa de honestidade são a base da promoção.

A própria WWE emprega pessoas que reconhecem o valor de vender honestidade, humanidade e intimidade para com os fãs. Infelizmente, essas pessoas só têm liberdade para agir no NXT.

Os curtos documentários que a WWE fez por Finn Bálor, Hideo Itami e Apollo Crews para promover os combates pelo Título que cada um iria ter foram geniais. Num gesto que vai contra o hábito da WWE de ignorar a história dos seus talentos, o NXT reconhece-a – em grande parte – e aborda-a de forma aparentemente sincera, simples e intimista.

Estas apresentações respeitam a inteligência dos fãs que já conheciam estes nomes do circuito independente e apresentam estes talentos a quem não fazia a mais pequena ideia quem eles eram. Em vez destes se reinventarem por completo quando chegam à companhia, reconhecem o seu passado e usam-no para evoluírem.

É importante salientar que, na área do entretenimento, é muito raro obter uma peça 100% sincera. A verdade vai sempre ser manipulada e embelezada de forma a garantir os resultados pretendidos. Isso é comum a todos os ambientes e faz parte da promoção de qualquer coisa. No entanto, quando existe verdade suficiente e esta é apresentada com dignidade e respeito, os resultados são fantásticos.

No roster principal, as apresentações que mais se aproximam disto são as promos editadas de Brock Lesnar e as entrevistas semanais de Michael Cole que não são transmitidas em televisão.

É assim que o NXT, o território de desenvolvimento da WWE, bate o roster principal aos pontos no que toca ao desenvolvimento de personagens. E consegue fazê-lo com apenas uma hora semanal, enquanto o roster principal tem cinco. Ou três, se excluirmos a Smackdown devido à sua popularidade decrescente.

Seja como for, o NXT agarrou em duas estrelas que queria que os fãs apoiassem, colocou-as num ambiente intimista e deixou-as falar abertamente sobre a sua vida, a sua história, as suas motivações e o caminho que percorreram até chegar ali.

Esta abordagem resulta de forma brilhante com pessoas particularmente carismáticas, mas o mais curioso, é que também tem um rácio de sucesso interessante com pessoas que não se sentem à vontade ao microfone ou se afundam em segmentos verbais de dez ou vinte minutos.

Brock Lesnar é exemplo disso. As promos que este faz nos bastidores e são, mais tarde editadas com imagens dos seus combates, são as melhores promos da sua carreira e são incrivelmente eficazes no que toca à promoção de um combate. No entanto, se for dado um microfone a Brock Lesnar para este fazer uma promo de dez minutos, a sua aura perde qualquer efeito.

Este não é o único. Roman Reigns e Cesaro sofrem do mesmo problema.

A magia destas peças intimistas é que, na maioria das vezes, transformam a pessoa menos carismática num orador aceitável ou até excelente. Num ambiente sem guiões, em que se sintam à vontade, a falar sobre aquilo que os motiva, é muito raro ver alguém a afundar-se por completo.

É tudo uma questão de tentar compreender os pontos fortes e pontos fracos de cada performer, tentar manipulá-los a seu favor e, acima de tudo, dar à audiência razões para se investir. Explicar à audiência porque é que lutador A deve ser apoiado, em vez de simplesmente insistir que assim deve ser porque a companhia o exige.

Era este tipo de abordagem que a Divisão de Divas, em particular a sua campeã, precisava.

Nada – ou muito pouco – na história da Divisão tem sido sério, honesto ou íntimo. Tudo revolve à volta de insultos vulgares, disputas por um lutador e desequilíbrios emocionais e mentais. A apresentação das Divas foi, e continua a ser, tão vulgar que era preciso uma mudança dramática de apresentação para causar qualquer impacto. Era preciso um tratamento de choque. Rápido, repentino, mas permanente.

Quando, há duas semanas, afirmei que gostava que Charlotte protagonizasse um destes documentários e falasse sobre aquilo que a motivou a entrar na indústria, era isto que tinha em mente. Uma apresentação honesta, simples, íntima e pessoal. Algo profundo e digno de respeito. Algo completamente diferente daquilo que é sinónimo com a Divisão de Divas. Algo que iria dar aos fãs uma razão para respeitarem e torcerem por Charlotte.

Sinto que, por vezes, as pessoas não entendem bem porque é que estas peças intimistas funcionam. Talvez seja a única a quem esta distinção faz toda a diferença, mas para mim, não é tão importante a história das pessoas como é vê-las a falar dela.

O que não falta por esse mundo fora são pessoas com dramas e tragédias pessoais absolutamente impressionantes. Isto não é uma competição para ver quem conta a história mais triste e suscita mais lágrimas. Repito, não ganha quem suscitar mais lágrimas ou tiver o maior drama na sua vida para explorar.

Não é o drama que atrai as pessoas, é a forma como se lida com ele. Como se sobrevive, como se ultrapassa, como se mantém a motivação durante os tempos difíceis. É a forma como estas pessoas os encaram, os ultrapassam e falam deles que faz a diferença. É a atitude das pessoas que fica na memória, que marca quem está a ver e que os convence a acompanhar essa pessoa.

Com uma peça intimista, onde Reid seria mencionado, o objetivo não era transformar Charlotte, a Diva que todos devem apoiar porque é a filha de Ric Flair, na Charlotte, a Diva que todos devem apoiar porque o irmão morreu de forma trágica. O objetivo era dar a Charlotte uma oportunidade para se dar a conhecer e, com esperança, os fãs iriam ser conquistados pela sua personalidade e carisma.

Não comecei a acompanhar as lutas de Ronda Rousey porque o pai dela morreu de forma trágica, porque a mãe foi campeã mundial de judo ou porque Rousey venceu uma medalha nos jogos olímpicos. Comecei a acompanhar as lutas de Rousey porque a sua atitude controversa, personalidade e carisma – exibidos enquanto falava sobre a sua vida, num ambiente relaxado e íntimo – me conquistaram. Me cativaram.

Não foi nada disso que aconteceu.

Na última edição da Raw, no main-event, a WWE continuou a apresentação vulgar da Divisão de Divas ao explorar a morte de Reid para gerar controvérsia e ser tópico de debate. Desde que Ronda Rousey começou a ganhar cada vez mais destaque que a WWE tem procurado formas de também lucrar com esta popularidade. O problema é que nunca compreenderam – ou não quiseram compreender – porque é que esta tem sido um enorme sucesso.

A morte de Reid foi usada para dar algum impacto e controvérsia a um segmento de main-event que a história em questão não exigia.

A história, até aquele momento, tinha sido tão mal construída, que não merecia o segmento de main-event. Não tenho quaisquer dúvidas que há talentos femininos na WWE que têm talento suficiente para estar no main-event da Raw ou de um pay-per-view qualquer, incluindo a Wrestlemania.

Porém, tem que ser com uma história bem contada e digna de respeito. Tem que ser merecido e algo de qualidade. Dar o main-event ao segmento de Divas para fingir que algo verdadeiramente mudou, quando a rivalidade é o reflexo de exatamente o contrário, não é igualdade. É palhaçada.

O ambiente e a forma como a referência a Reid foi feita não enalteceu a personalidade de Charlotte, não lhe deu oportunidade para cativar ou conquistar os fãs. Muito pelo contrário. Esta afundou-se por completo num segmento verbal longo com um guião terrível. Não só foi uma exploração desnecessária e insensível, como a sua execução prejudicou Charlotte.

Para além do ambiente ter funcionado contra Charlotte, a referência a Reid não foi usada de forma lógica. Este raramente foi mencionado no roster principal e, quando foi, não foi para a audiência de milhões que a Raw tem. É uma referência, de certa forma, obscura para os fãs mais casuais e a maioria da audiência. Isto vem salientar ainda mais a preguiça da WWE.

Não foi uma referência que fizesse sentido ou que tivesse sido justificada e abordada anteriormente. Foi feito para chocar quem sabia. Nada mais.

Para além de não ter feito qualquer sentido e do ambiente ter prejudicado Charlotte, o uso da referência em si virou o feitiço contra o feiticeiro. Ninguém ficou aborrecido com Paige ou a odiou pela referência que fez. Toda a gente se virou contra a companhia, porque toda a gente sabe que, hoje em dia, é muito raro acontecer alguma coisa que os oficiais não planearam ou autorizaram.

E, quando assim o é, os talentos em questão são prontamente castigados. A não ser que sejam demasiado importantes. Paige não o é e se tivesse feito a referência a Reid sem autorização, a WWE teria feito um pedido de desculpas público e, provavelmente, tinha-a despedido durante uns meses para lhe ensinar uma lição e limpar a sua imagem.

Como não foi esse o caso e toda a gente sabe que o ambiente que a WWE cultiva nos bastidores é um ambiente de medo e restrições, onde os talentos têm muito pouca liberdade, a raiva e revolta dos fãs teve apenas a WWE como alvo e Paige, a vilã da história, caiu no esquecimento.

É também por causa deste ambiente extremamente controlado que, por muito que a WWE queira sacudir a água do capote e defender que Charlotte tinha voto na matéria e podia ter recusado o angle, muito poucos fãs irão de facto acreditar nisso.

Não há razões para acreditarem. O que não falta são relatos e histórias de talentos que foram castigados ou despedidos porque não fizeram a vontade da companhia. Sejam as despromoções para o Superstars ou NXT, uma séria de derrotas, os desaparecimentos de televisão ou até mesmo o despedimento, do ponto de vista dos lutadores, a WWE tem a faca e o queijo na mão. Para os talentos que não têm nome no circuito independente e sentem-se seguros na WWE, não existe outra hipótese senão acatar.

Para reforçar ainda mais essa crença estão os depoimentos de estrelas como Steve Austin e Ric Flair que, em diferentes entrevistas, afirmam que notam o medo que toda a gente tem nos bastidores. Aliás, Ric Flair fê-lo recentemente. Nada diz mais sobre a falta de liberdade nos bastidores que Ric Flair a recusar-se a dizer a sua opinião sobre o que se passou na Raw, por medo que Charlotte fosse prejudicada.

Depois de meses a ver os fãs a revoltarem-se contra a Charlotte, devido à forma como esta tem sido promovida, é curioso ver como a WWE respeita Ric Flair.

Que a WWE tem muito pouco respeito por alguém ou alguma coisa que não esteja diretamente relacionado com lucro ou a promoção de uma boa imagem, já se sabia. Mas que não tenham tido a decência, a humanidade, de pedir autorização e/ou avisar os pais de Reid do que iriam fazer no segmento, é algo que me deixa completamente sem palavras. Por mais que tente encontrar adjetivos ou formas de descrever esta atitude, não consigo.

Ric Flair foi alguém que trabalhou com a companhia durante muitos anos. É alguém que tem supostos amigos próximos dentro da companhia. E, mesmo assim, ninguém teve a dignidade de ligar a um pai e dizer-lhe que iriam mencionar o seu filho recentemente falecido no segmento de main-event.

Para mim, não há qualquer dúvida que antes de qualquer referência do género ser feita, a família deve ser informada e deve dar autorização. Mais do que ninguém, é a família que tem o direito de dizer que não, estabelecer condições ou simplesmente aprovar o que vai acontecer, porque ninguém sofreu ou vai sofrer com estas perdas do que a família.

A WWE não fez isso, nem quando a família em questão era uma estrela que conhecem pessoalmente, com quem trabalham frequentemente, e com quem têm amizade.

Foi de uma insensibilidade e egoísmo desmesurado o que a WWE fez. Foi uma referência desnecessária, porque não ia salvar uma rivalidade que já tinha sido tão mal apresentada. Foi mal executada, porque uma porção significativa dos fãs não sabia da história de Reid. Foi um fracasso, porque toda a gente se virou contra a WWE. E foi de uma completa crueldade não ter avisado o pai e a mãe de Reid.

Foi também uma atitude bastante hipócrita por parte da WWE, quando anos antes, deixar Ric Flair falar sobre a morte de Reid num evento da WWE foi uma das razões que levou ao despedimento de Jim Ross.

A ironia é que, enquanto a história que Ric Flair contou – Triple H, em nome da WWE, deu-lhe um anel do WWE Hall of Fame para substituir aquele que Flair tinha deixado que fosse enterrado com Reid – foi extremamente bem recebida pelos oficiais da 2K e pinta uma boa imagem da companhia, esta referência à morte de Reid faz exatamente o contrário.

É curioso porque, na altura, diz-se que Stephanie chegou a pedir desculpas aos oficiais da 2K pelo que aconteceu. Esta semana, a WWE precisou de culpar Charlotte primeiro, antes de pedir desculpas. Não sei se Ric e Elizabeth (pais de Reid e Charlotte) já receberam o seu pedido de desculpas, mas deveriam.

O mais revoltante de tudo isto, por mais chocante que possa parecer, nem é a referência ter sido feita, a forma como foi feita ou facto de nenhuma autorização ou aviso ter sido feito à família. O mais revoltante é saber que não vão haver repercussões e que o mesmo pode acontecer amanhã.

A indústria do Wrestling vive tão isolada dentro da sua própria bolha que atrocidades destas, e outras semelhantes, acontecem e podem continuar a acontecer, sem que nada o impeça. Eventualmente, cada vez mais gerações começam a convencer-se que é um hábito e que faz parte da identidade da indústria. Faz parte da sua peculiaridade. Afinal, o Wrestling é diferente de tudo o resto, merece um tratamento especial.

Está errado.

A mentalidade que o Wrestling é especial e diferente é uma desculpa esfarrapada que, a maioria das vezes que é usada, não está a defender nada que mereça ser defendido ou está a enaltecer o que de facto é especial e único na indústria.

Se os patrocinadores, publicitários e investidores da companhia percebessem, de facto, como a WWE funciona, as suas políticas de bastidores, o departamento criativo, entre outros, a WWE teria que responder por muito mais coisas, para além das ocasionais mortes de lutadores ou crianças envolvidas em acidentes ou dos lucros da Network.

Se a comunicação social não se envolvesse com a WWE apenas para promover o que estes querem que seja promovido, esta situação de Reid Flair – as ramificações do que aconteceu, as afirmações dos pais de Reid e da verdadeira razão que levou ao uso da morte de Reid – teria sido um escândalo. Uma nódoa negra na imagem da WWE. Depois da comunicação social, seriam os patrocinadores, publicitários e investidores a pedirem satisfações.

Quem fala da situação de Reid Flair, fala também de todas as vezes que a WWE gozou com a paralisia facial de Jim Ross em televisão, ao mesmo tempo que promovia uma campanha anti-bullying. Fala também das piadas constantes que os comentadores e lutadores faziam sobre o peso de Vickie Guerrero.

O que não faltam são exemplos de insensibilidade e crueldade desnecessária. Gestos que não trazem qualquer ganho financeiro ou avanço na história. Gestos que têm o único propósito de alimentar crueldade e sentidos de humor infantis, cruéis e insensíveis.

Se o mundo lá fora percebesse que o maior problema da WWE não é, por vezes, ter um bocadinho mais de sangue nos seus main-events, mas sim o facto de a companhia ser uma casa de bonecas à mercê dos caprichos de um pequeno grupo de egocêntricos – ou de um egocêntrico apenas – que nunca prestam quaisquer contas pelo aquilo que fazem, talvez houvesse um bocadinho mais de humanidade e seriedade. Talvez.

Divirtam-se com o Survivor Series e não se esqueçam de apostar na League! Desejo uma excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

18 Comentários

  1. MicaelDuarte - há 1 ano

    Bingo!

    Excelente artigo, Salgado.

  2. Anónimo - há 1 ano

    Nada mais a dizer que concordo em absoluto com tudo.

    Por vezes a WWE vai longe de mais.

    Excelente artigo.

  3. Jorge - há 1 ano

    Excelente artigo! Concordo plenamente e rezo pelas mudanças, uma vez que sou um grande fã e que gostava de ver a WWE apostar nos talentos que tem.
    Na minha opinião este roster tem muito mais talento do que o da Attitude Era. Mas sabem o que falta à WWE? Uma WCW que os obrigue a mexer os cordelinhos e deixar de estar à sombra da bananeira.
    Das duas uma: ou o Vince McMahon deixa de ter tanto poder, ou fazem uma desintoxicação ao velho pra ver se este abre os olhos e acorda para a vida.

    • Frederico_WWE - há 1 ano

      Mas afinal o que significa isto de este roster ter muito mais talento do que o da Attitude Era?
      Sinceramente o pessoal tem mesmo memória curta… é essa a conclusão a que chego…

    • >Rated-R Superstar - há 1 ano

      O Roster da PG ERA tem muito mais talento mas não STAR POWER!

      • Anónimo - há 1 ano

        Os tempos são outros. Até que se perceba que as pessoas não mudaram, e que você não precisa (e não deve) ser politicamente correto em tudo, vai demorar bastante – e, enquanto tivermos as limitações de um mundo cada vez mais chato, a WWE vai insistir com a PG Era.

  4. Dolph Ziggler - há 1 ano

    Bom artigo, Salgado.

  5. Pirikito - há 1 ano

    Apollo não tem sobrancelha o_O

  6. Estevão Moura - há 1 ano

    Eu só acho que o choro já passou dos limites.

  7. BRUNOju - há 1 ano

    Chororô desnecessário, a rivalidade está boa e fizeram o melhor dentro do possível, principalmente no segmento da última RAW. Se as pessoas não veem a Paige como a vila, a culpa é delas por serem céticas de mais. O mundo do wrestling é uma fantasia, e primeiramente o público deve querer ser manipulado para que dê certo. Algo que eu acho curioso de muitos usuários aqui é achar que sua opinião vale pela de todos, a rivalidade agradou muitas pessoas. Parece que tudo que é feito no Main Roster deve ser criticado.

  8. Miguel Carlos - há 1 ano

    Fenomenal! Disseste tudo, Salgado. E a tua escrita é fantástica, quem me dera escrever assim.

  9. danielLP21 - há 1 ano

    Excelente artigo, Salgado. Só acho que a própria Charlotte podia ter avisado os pais. Não custava nada, era só fazer um telefonema.

  10. RFBM - há 1 ano

    Sem palavras, excelente artigo.

  11. Rodrigo - há 1 ano

    Excelente artigo, principalmente a parte final. Mas eu tenho muitas dúvidas que se “os patrocinadores, publicitários e investidores da companhia percebessem, de facto, como a WWE funciona” mudaria muita coisa. Perdi meu otimismo há tempos.

  12. SupermanPunch - há 1 ano

    Não concordo, mas foi um excelente artigo

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