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Opinião Feminina #285 – One step forward, two steps back

Na WrestleMania 32, o único aspeto que deu um passo em direção ao futuro foi a divisão feminina. Embora tenha tido as suas falhas, a rivalidade pelo título feminino era, de longe, a mais coerente do card e o combate foi promovido lado a lado com os restantes main-events. Na WrestleMania, a WWE fez aquilo que devia ter feito no verão, quando Sasha Banks, Becky Lynch e Charlotte se estrearam – começar do zero. Novos talentos, mais destaque e novo título.

Foi um momento histórico que será relembrado durante os próximos anos, mesmo que a WWE fraqueje na sua promessa de respeitar e destacar os seus talentos femininos. O legado feminino na WrestleMania inclui a ausência de combates pelo título, “catfights”, “Playboy Pillow Fight” e “Playboy Lumberjill Match”, entre outros, por isso não é complicado perceber porque é que este momento irá ficar para a história.

É verdade que o título feminino já existiu na companhia – afinal, foi a própria WWE que decidiu recuar no tempo quando introduziu o título de Divas e aboliu o feminino há anos atrás – mas nunca um combate pelo título feminino tinha durado tanto tempo ou tido tamanho destaque. Já para não falar das soberbas entradas que fizeram os talentos brilhar como estrelas. No que toca à emancipação feminina, a WWE tropeçou nos seus próprios pés a caminho da WrestleMania, mas no dia do evento, deixou que a divisão feminina deixasse a sua marca.

Antes do combate, a companhia apresentou um vídeo fantástico sobre a história das três lutadoras no combate. Um vídeo focado na rivalidade e no desejo das três de vencer o título e não em mesquinhices ou futilidades. As entradas de Sasha Banks e Charlotte, como referi anteriormente, foram soberbas e gritaram alto e bom som que elas eram estrelas – não eram objetos sexuais para a audiência lavar as vistas ou um sinal aos fãs de que estavam no intervalo, portanto podiam ir à casa de banho.

Não, muito pelo contrário. Charlotte e Sasha Banks entraram na WrestleMania, não como personagens secundárias numa história, valets ou corpos sem nome na entrada de outra estrela maior, mas como estrelas e a divisão feminina ganhou muito por isso.

O combate, por sua vez, foi excelente, cheio de dramas e repleto de momentos notórios. É verdade que teve alguns percalços e poderá não ter sido aquilo que muitos esperavam, mas foi bom o suficiente para deixar a sua marca e mandar a mensagem certa. Foi o combate da noite – se bem que involuntariamente – e foi algo que as três trabalharam imenso para realizar. O resultado (e final) é que apresenta mais problemas, mas afinal, não seria a WWE senão complicasse algo que deveria ser bastante simples.

Compreendo o argumento de querer manter o título em Charlotte. Esta é, de longe, a vilã que a WWE perdeu mais tempo a promover na divisão. Sasha Banks, em teoria, é vilã, mas é a vilã que todos adoram apoiar. Uma mudança de título para Becky Lynch ou Sasha Banks iria exigir que a WWE começasse a preparar de imediato outras vilãs para desafiar pelo título. Talvez não para o Payback – no evento poderia ser uma desforra -mas de certeza para o Extreme Rules e os eventos seguintes. Emma e Summer Rae são alguns nomes que a WWE podia perfeitamente desenvolver para serem vilãs principais depois de Charlotte perder o título.

No entanto, acho que a WWE ainda não estava preparada para abandonar já o trunfo das “Four Horsewomen” do NXT. A forma como o combate terminou na WrestleMania indica que, eventualmente, iremos ver um combate entre Sasha Banks e Charlotte pelo título e, segundo os vários rumores, é possível que o combate ocorra no Summerslam. Julgo que a WWE quis começar do zero na WrestleMania e não culminar na WrestleMania. Um sinal de tal é a inclusão de Becky neste combate. A WWE deixou bem claro, pela forma como coordenou as entradas, que Becky estava a mais no combate, apesar de ter sido prejudicada por Charlotte no Royal Rumble.

Apesar da história do combate fazer sentido, não foi a história que motivou a inclusão das três neste combate, mas sim o passado destes talentos no NXT. A WWE queria tirar proveito das “Four Horsewomen” e estes são os membros que estavam no roster principal. Ao começar do zero, a WWE tomou a decisão certa, porque tem o título numa vilã que os fãs apupam e está a preparar um grande momento em que uma favorita dos fãs vence o título.

Faz sentido, simplesmente não é aquilo que esperávamos de uma WrestleMania. O evento está associado à culminação de grandes rivalidades e ao fim de várias histórias. Ao longo dos últimos anos, essa mentalidade foi ainda mais reforçada com todas as mudanças que a WWE implementa no Raw após o grande evento.

Mesmo sendo um raciocínio compreensível, a verdade é que a WWE acabou o combate da mesma forma que terminou todos os outros e esperava-se algo mais, tendo em conta a importância do momento. Além disso, ao recorrer ao mesmo final dos últimos meses, a WWE deixou Sasha Banks e Becky Lynch numa péssima situação. Afinal, as duas passaram meses a ver Charlotte a vencer com a ajuda do pai, Becky em particular chegou a ser prejudicada por tais manobras, e no entanto não fizeram nada para impedir este desenvolvimento.

Em história, Sasha Banks e Becky Lynch ficaram prejudicadas, porque esperaram um resultado diferente sem fazer quaisquer alterações à sua estratégia. E, nas semanas que se seguiram, abandonaram a corrida pelo título sem razões plausíveis para o fazerem, embora tenham sido vítimas de injustiça.

Resumindo, como quase tudo na WWE, até aos melhores momentos da companhia são marcados por percalços. Mas, mesmo assim, convém não desvalorizar a magnitude do momento que Sasha Banks, Charlotte e Becky Lynch protagonizaram na WrestleMania, porque de todos os momentos que a WWE irá promover incansavelmente ao longo dos próximos anos, este foi definitivamente o mais histórico.

Uma das maiores dificuldades da companhia, no que toca à divisão feminina, tem sido convencer os fãs que tudo mudou de vez. Foi o problema da “Divas Revolution” e é o problema deste momento histórico – os fãs continuam sem ter razões para acreditar que é desta!

Quando Natalya foi escolhida como primeira adversária de Charlotte após o grande momento na WrestleMania, pensei que a WWE estaria a inspirar-se no reinado que Charlotte teve no NXT. O envolvimento de Bret Hart e Ric Flair veio apenas reforçar estas suspeitas. Só que, enquanto o angle no NXT foi extremamente elogiado e adorado na altura, embora as senhoras estivessem a dividir as atenções com duas lendas que tinham o potencial das ofuscar, a adaptação da WWE ao roster principal tem sido de bastantes mais críticas.

Existem as diferenças óbvias que precisam de ser consideradas – o papel de Ric Flair no reinado de Charlotte no NXT foi bastante diminuído e nada comparado ao envolvimento deste no roster principal e os envolvimentos das duas lendas era mais simbólica do que propriamente ativo – e existe um contexto que precisa de ser analisado.

Quando Ric Flair e Bret Hart foram incluídos na rivalidade de Natalya e Charlotte, o NXT já tinha convencido os fãs que o seu investimento na divisão era a sério. Ou pelo menos, mais sério do que o roster principal alguma vez tinha apresentado consistentemente. O NXT já tinha perdido semanas a apresentar as mais diversas personagens, a criar histórias e a dar mais destaque à divisão feminina que a WWE dava semanalmente à sua divisão de Divas.

Enquanto no NXT é raro ver membros do sexo masculino a roubarem as atenções ou serem alvo de disputa nas rivalidades principais – o mais importante da divisão é e sempre foi o título – no roster principal, a situação é algo diferente. No roster principal, os fãs da WWE estão mais do que habituados a ver as lutadoras principais a serem retratadas como mulheres mesquinhas, fúteis, emocionalmente desequilibradas e desesperadas por atenção masculina. Estas caraterísticas sempre tiveram mais destaque que o título.

Até AJ Lee, a maior estrela feminina da divisão dos últimos anos, chegou ao topo com esses rótulos. Lita, Mickie James e Trish Stratus passaram pela mesma coisa. Sim, os seus combates históricos nunca irão ser esquecidos, mas eles representaram apenas uma pequena percentagem das suas carreiras. Grande parte das suas carreiras foi dedicada a humilhações, objetificação sexual, combates em trajes menores, entre vários outros aspetos.

Esta é a realidade da história no feminino na WWE – uma apresentação deplorável que, ocasionalmente, tem momentos brilhantes que duram para sempre. É este passado, esta mentalidade, que a WWE precisa de combater para garantir que os seus esforços na divisão são levados a sério. O NXT deu ao roster principal vários talentos (e ainda tem vários outros guardados) capazes de honrar os novos objetivos da divisão, a WWE apenas precisa de os usar devidamente e copiar aquilo que o NXT fez bem.

Depois do início de uma nova Era da divisão na WrestleMania, a divisão precisava de continuar a ter uma apresentação séria e digna, mesmo que envolvesse as ações questionáveis de uma campeã vilã. E a verdade é que tal até poderia ter resultado, mesmo com o envolvimento extra de Ric Flair, se a WWE não tivesse demonstrado a sua falta de originalidade ao, mais uma vez, fazer referência ao “Montreal Screwjob” no Payback.

O combate entre Charlotte e Natalya sofreu por não ter sido tão bom quanto os outros combates que as duas tiveram juntas, por não envolver Sasha Banks ou Becky Lynch – ambas mais carismáticas que Natalya e com melhores justificações para ter um combate pelo título – mas nada disso se comparou às repercussões negativas que uma repetição do “Montreal Screwjob” teve.

Nada poderia roubar mais o destaque da nova divisão do que a referência a duas histórias envolvendo talentos do sexo masculino – uma da WWF em 1997 e outra da WCW em 1999. Não só é exatamente isto que a nova divisão feminina não deveria ter, como é apenas mais um dos muitos exemplos dos problemas da WWE no que toca a manter novos fãs.

Embora continue a proclamar que a sua programação é para crianças e defenda que é mais importante tentar conquistar uma audiência casual do que estar constantemente a agradar aos fanáticos que nunca abandonaram o produto, a WWE faz exatamente o contrário quando chega a altura de contar as suas histórias. Vemos frequentemente a WWE a fazer referências a incidentes ou a responder às críticas de fanáticos em televisão para motivar ou justificar as suas histórias, sem ter em consideração que o público que estão a tentar agradar poderá não perceber.

Seja CM Punk a dizer “Isto não é CM Punk a falar com Triple H, é Phil Brooks a falar com Paul Levesque” ou a Autoridade a dizer que precisa de escolher a “próxima cara da WWE”, ao mesmo tempo que faz referências aos problemas de bastidores que os fãs acreditam que existem, uma boa parte das histórias da WWE reconhece e usa noções que apenas fanáticos pensam ou estão a par. Shane McMahon fez o mesmo ao longo das últimas semanas.

Que fã casual é que está interessado em ver os supostos patrões da WWE a discutir com os talentos sobre quem deverá ser a cara da companhia? Alguém vai ao cinema para ver os executivos da DC a discutir quem deverá ser a cara próximo filme – Batman ou Super-Homem? Histórias abrangentes e intemporais, entre um vilão e um herói, que podem ser visualizadas a qualquer altura, por qualquer fã, sem ser preciso contextualizar ou explicar uma determinada referência são cada vez mais raras.

A WWE não coloca “Easter Eggs” nas suas histórias – piscar de olhos aos fanáticos que são recompensados pela sua atenção e que em nada afetam o entendimento geral da história – porque as suas histórias são, por si só, um “Easter Egg” gigante. A WWE continua a provar que, embora acredite no contrário, não consegue contar histórias sem fazer batota e depender do entendimento dos mais fanáticos para compensar as suas falhas lógicas ou falta de desenvolvimento. É uma prova de preguiça e incompetência.

É também fonte de problemas para a WWE, pois ao depender dos fãs para resolver as suas histórias, confiando que pode seguir o caminho mais fácil que toda a gente vai perceber, a WWE fica dependente dos fãs a nível criativo e quando chega a altura de tomar as rédeas da audiência e conduzir a história, mostra que não o consegue fazer porque abdicou do controlo durante demasiado tempo. A WWE passou tanto tempo a seguir o caminho mais fácil e a sacrificar a lógica, porque conta que o conhecimento e suposições dos fãs preencham as lacunas da história, que quando chega a altura de fazer com que todos gostem de Roman Reigns o feitiço vira-se contra o feiticeiro. E depois a culpa é dos fãs que embirraram com o pobre rapaz.

Com um renovado investimento na divisão feminina, a WWE podia conquistar e manter uma audiência feminina que precisa de mais do que olhar para os lindos olhos de Roman Reigns para ficar contente com o produto, mas ao manter-se agarrada a um passado que poderá não ser conhecido desta nova audiência, a WWE complica esta tarefa.

Mesmo explicando estas referências, que fã casual que procura ser inspirado e impressionado por uma divisão feminina renovada, onde mulheres têm as mais variadas personalidades e lutam apaixonadamente pelo título principal da companhia, fica investido depois das duas serem colocadas em segundo plano para histórias de há décadas atrás que mal conhecem?

Não era de uma referência ao “Montreal Screwjob” e ao passado de Ric Flair com Charles Robinson que a divisão feminina precisava. Para bem ou para o mal, a atenção devia ter ficado nas duas lutadoras em ringue e numa história mais abrangente e delineada. Nenhuma das duas ganhou qualquer coisa com esta apresentação e apenas serviu para desmotivar os fãs que, depois da WrestleMania, acreditaram que tudo tinha mesmo mudado.

Como se isso não bastasse, a ausência de outros combates envolvendo mulheres foi uma vergonha e um sinal de que nada tinha mudado. Sasha Banks, Becky Lynch, Emma, Summer Rae – entre outras – continuam desperdiçadas nos bastidores, quando deveriam estar no ringue e ao microfone a contar as suas histórias e a darem-se a conhecer. Tal como qualquer resolução de novo ano, a WWE começou determinada em mudar as coisas após a WrestleMania – Becky Lynch e Emma começaram a rivalizar, Sasha Banks parecia estar a receber um investimento à parte – mas rapidamente se esqueceu e perdeu a motivação.

Agora, é suposto os fãs lembrarem-se daquilo que a companhia se esqueceu e agirem como se as semanas de desinteresse e negligência não tivessem feito diferença nenhuma. Crédito deve ser dado às senhoras que, apesar da falta de investimento da companhia, ainda tentam contar as suas próprias histórias através dos meios que lhes estão à disposição – redes sociais.

Sem tempo de antena, sem personagens bem desenvolvidas, é complicado levar esta divisão a sério, mesmo com um novo título. Não tenho nada contra o novo título e, tal como muitos fãs, adorei a mudança, mas tal como disse em edições anteriores, os títulos e a inclusão de novos talentos são mudanças superficiais. Nada disso vai substituir boas histórias e personagens bem desenvolvidas.

Mais uma vez, parece que os fãs que esperavam um investimento sério e consistente na divisão feminina foram vítimas de um falso alarme. Creio que a divisão feminina se juntou aos títulos secundários e ao midcard na lista de coisas em que a WWE não se consegue investir consistentemente. Irá ter bons momentos, mas serão muito ocasionais e qualquer tentativa de verdadeira igualdade, como um card equilibrado em combates femininos e masculinos, está a muitos anos de distância.

Por agora ficamos com uma divisão significativamente melhor, mas ainda aquém do que deveria ser. Charlotte, na minha opinião, irá continuar como campeã até ao regresso de Sasha Banks e ao momento em que esta finalmente se coroa como campeã.

Desejo uma excelente semana a todos e até à próxima edição!

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

18 Comentários

  1. BRUNOju - há 7 meses

    Bom artigo, por mais que não ache que a aposta da WWE esteja tão má assim na divisão após a Wrestlemania. Se você olhar, o card do Payback continha 7 combates e mais um segmento. Para três horas, visto que a maioria deles são combates pelos os titulos fica difícil incluir mais lutas. Até por isso que deixaram Becky Lynch vs Emma e Alberto Del Rio vs Sheamus fora do PPV.

    Aliás, por mais que eu adorasse ver as duas lutando no domingo, tenho de admitir que seu combate em questões de “importância” ficava atrás de todos os outros. Aqueles sete combates ou eram pelo o título ou eram debut de novos supertars.

    Também há de se pensar que a WWE tenha ficado preocupada com isso e saiba que Para os próximos meses, o número de rivalidades continuará grande e por isso anunciaram que após o Money In The Bank todos os PPVS terão quatro horas. Não digo que foi uma decisão pensando somente na divisão feminina, mas provavelmente foi um dos fatores.

    Eu ficarei muito decepcionado se ver que a WWE está usando novamente aquela estratégia suja e preguiçosa de deixar a Sasha Banks fora da televisão para o público gritar por ela. Ela apareceu no Payback, então acredito que não… Assim como lutou em Live Events. Na minha visão de fantasy booker, eu faria:

    Vou dar uma de Eycki kkkk;

    Extreme Rules: Charlotte (c) Vs Natalya.
    Becky Lynch Vs Emma_.

    Money In The Bank: Ladder Match, Charlotte (c) vs Natalya.
    Sasha Banks_vs Emma.

    Battleground: Charlotte (c) vs Paige. (Faria o return dela de uma forma especial).
    -Becky Lynch e Sasha Banks vs Emma e Summer Rae.

    SummerSlam :
    Sasha Banks vs Charlotte (c).
    -Summer Rae, Lana, Emma e Eva Marie vs Paige, Becky Lynch, Natalya e Alicia Fox. (Daria vitória ao time Heel para começar a credibilizar Emma como desafiante ao título).

  2. Be Qu!et - há 7 meses

    “Sem tempo de antena, sem personagens bem desenvolvidas, é complicado levar esta divisão a sério, mesmo com um novo título. Não tenho nada contra o novo título e, tal como muitos fãs, adorei a mudança, mas tal como disse em edições anteriores, os títulos e a inclusão de novos talentos são mudanças superficiais. Nada disso vai substituir boas histórias e personagens bem desenvolvidas.”
    Engraçado que eu sempre falo isso (Não com essas palavras, mas nesse intuito) e vem um monte de gente me criticar. Agora quero só ver o que que essas pessoas tem a dizer pra Salgado que é ADM … Vamos ver se o nível das críticas é igual, ou se muda por se tratar de um ADM.

  3. Be Qu!et - há 7 meses

    Aliás, ótimo artigo Salgado :)

  4. jackson - há 7 meses

    Amei o artigo estou esperando nova campeão Natálya pois ela merece mais do que qualquer uma o cinturão feminino

  5. jackson - há 7 meses

    Acho que alicia fox merecia uma oportunidade pelo cinturão

  6. RFBM - há 7 meses

    Excelente artigo. Não acho que a divisão feminina esteja tão mal, quer dizer, poderia ter tido outros retoques, penso que o “Chicago Screwjob” está mais recente e acaba por influenciar a nossa opinião. De qualquer maneira, no Payback, a WWE pode mesmo ter dado dois passos a trás.

  7. Boss - há 7 meses

    O problema da Natalya é que ela simplesmente não funciona como face, só como heel, pelo menos é como eu a vejo.

    • Be Qu!et - há 7 meses

      Nossa, não … Tchau.
      A Natalya é boa tanto face quanto heel, melhor até como face, pelo carisma enorme que tem.
      Das divas atuais ela é a mais carismática (Do main roster, pq eu acho a Bayley um pouco mais do que ela).

    • OOOiii??!! Natalya é sem dúvidas a mais carismática (WWE), apenas regresse a 2012,2013 etc, e verá do que falo. Bayler é a mais carismática (NXT), tem muitos fãs (eu inclusive) e, sabe ser aquela garotinha fofa mesmo com adultos no topo.

  8. Boss - há 7 meses

    Ótimo artigo, concordo com tudo o que disse, Salgado.

  9. Anónimo - há 7 meses

    N existe isso de mais carismatocas tds interagem com o publico ate a summer rae interage na sua entrance e em meio o combate.😉

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