Opinião Feminina #302 – The more things change…

Todos sabemos que o Raw é o programa principal da WWE. A companhia nunca conseguiu esconder o seu favoritismo pelo programa de cor vermelha, mesmo quando era imperativo manter a ilusão de igualdade relativamente ao SmackDown.

Este favoritismo não é necessariamente explícito, apenas muito mal disfarçado na maioria das ocasiões. A mais recente tentativa de tornar o SmackDown relevante nem começou na companhia. Foi a USA Network que decidiu que o SmackDown precisava de ser transmitido em direto, supostamente como resposta às audiências, e a WWE aproveitou a deixa para separar o plantel. Com que intuito, não sei. Uma tentativa honesta de ajudar a equilibrar a balança entre o Raw e SmackDown não foi de certeza.

A transferência de John Cena para o Smackdown, algo impensável há cinco anos, poderá iludir diretores e executivos que estão pouco a par de como a WWE funciona, mas quem presta atenção à programação da companhia nota que o processo de eleger uma nova estrela principal começou, no mínimo, há dois anos.

John Cena pode ainda ser a cara da companhia, mas tal é apenas porque a WWE tem falhado nos seus esforços de eleger Roman Reigns, não por desígnio. Para além de Reigns, o Raw conta também com Seth Rollins, Kevin Owens, Sami Zayn, Rusev, Cesaro e Finn Bálor Todos talentos com quem a WWE pode contar, a não ser que aconteça algo de muito grave, durante os próximos sete a dez anos.

O SmackDown, com esta restrição, ficou com Dean Ambrose e Bray Wyatt como estrelas mais relevantes e expostas desta geração. Ora, estas estrelas já foram muito prejudicadas pela WWE a nível criativo, algo que partilham com as estrelas do Raw, mas não possuem a mesma importância que a WWE concede a poucos.

Roman Reigns foi uma das estrelas mais prejudicadas pela equipa criativa da WWE ao longo dos últimos anos, no entanto, quando este perde, os fãs prestam atenção e o seu adversário sai beneficiado, como foi o caso de Finn Bálor. Esta importância e valor surge porque a WWE deixou bem claro que Reigns era um dos preferidos. Prejudicou-o e nunca seria o suficiente para lhe garantir uma carreira fácil, mas também teve o seu benefício. Quando Dean Ambrose e Bray Wyatt perdem, ninguém sequer pisca os olhos de surpresa.

Ao colocar os seus preferidos, ou melhores prospetos no Raw, a WWE está a mandar uma subtil, mas clara, mensagem sobre o que é importante e prioritário. E estas são as mensagens que os fãs casuais tendem a seguir, salvo exceções extraordinárias.

No Draft deste ano, o SmackDown ficou com os inexperientes, brinquedos estragados, a velha guarda e aqueles que a companhia simplesmente não considera prioritários. Ora, como convencer a audiência a levar a sério algo que foi posto de parte pela companhia? Essa é a pergunta milionária.

Pode acontecer un milagre e SmackDown pode-se tornar num sucesso estrondoso graças ao talento e paixão dos seus atletas e à promoção dos seus fãs, mas isso não muda o facto da WWE não ter, deliberadamente, dado ao SmackDown oportunidades justas para singrar. E é precisamente por causa dessa desigualdade inevitável que nunca fiquei empolgada por ver a divisão do plantel de volta.

Se o favoritismo da WWE durante o Draft não foi o suficiente para convencer os fãs disso, então o card do primeiro evento exclusivo do SmackDown deverá tirar todas as dúvidas. O Backlash é hoje e conta com seis combates anunciados até ao momento de redação deste artigo. Este card deixa, acima de tudo, bem claro que o que o SmackDown apresenta é alternativo – mais conteúdo para quem tiver tempo e paciência – mas não prioritário.

Comecemos então pelo combate que irá coroar a primeira campeã feminina do SmackDown que conta com Alexa Bliss, Carmella, Natalya, Nikki Bella, Naomi e Beckt Lynch. Ausente do combate encontra-se Eva Marie. Porque é que uma divisão de sete pessoas, onde apenas uma (Becky Lynch) se pode considerar completa – fantástica lutadora, excelente ao microfone, possuidora de carisma e personalidade, sabe que personagem está a interpretar e sabe defendê-la com bom trabalho – vai ter direito a título é algo que me escapa por completo.

O valor de um título é definido pelo valor do seu detentor, das pessoas que lutaram para o ter e das situações a que se encontra associado. Um título nunca deveria estar nas mãos dos únicos que preenchem todos os requisitos, mas sim nas mãos dos melhores por entre os melhores. É assim que se define o valor de um título e o seu legado.

Isto não passa de uma demonstração de preguiça da WWE em construir uma divisão feminina a sério, em vez de dividir uma divisão fraca em duas muito fracas, com desenvolvimento de personagens, rivalidades com pés e cabeça, o aproveitamento dos pontos fortes de cada um dos talentos e, acima de tudo,o destaque naquilo que mais importa – um título que valha alguma coisa. Nenhuma das divisões, Raw ou SmackDown, tem algo que se aproxime disto. A diferença é que no Raw estão as estrelas.

A divisão do Raw ficou com três das “4 Horsewomen do NXT” e Paige, uma das lutadoras mais populares. Enquanto o SmackDown tem na sua melhor estrela (e, possivelmente, maior) Becky Lynch a única lutadora que não teve uma entrada de estrela na Triple Threat da WrestleMania 32. Mais uma vez, a sua importância em relação às outras está implícita.

Destas sete senhoras que constituem a divisão, existem argumentos válidos que defendem que três saíram do NXT cedo demais, duas outras têm sérios problemas de carisma e falham frequentemente no seu trabalho de agir de acordo com o caráter das suas personagens (heroína/vilã), a sexta tenta compensar as suas lacunas como lutadora com demonstrações atléticas sem grande sucesso e a sétima é Becky Lynch.

Com isto posto assim, interessa mesmo quem é que ganha o título? Com uma divisão tão fraca, pode-se mesmo ver o título como mais que um simples acessório?

Já que o tópico é “Divisões esfomeadas por estrelas a receberem títulos que não precisam ou merecem”, podemos falar já da divisão de equipas do SmackDown. The Usos, American Alpha, The Vaudevillains, Breezango, Heath Slater & Rhyno, The Headbangers, The Hype Bros. e The Ascension foram as equipas que participaram no torneio cuja conclusão irá ocorrer no Backlash. Podemos excluir os Headbangers, visto que fizeram uma aparição única para enfrentar Heath Slater & Rhyno para continuar a comédia.

A comédia em questão chegou à final do torneio super sério que tinha como propósito coroar os novos campeões desta nova era de igualdade do SmackDown. Talvez esteja a ser desnecessariamente dura, afinal os campeões de equipas do Raw são brincalhões natos que viram a sua última rivalidade revolver em torno dos testículos de um dos membros. Neste aspeto, talvez estejam ao mesmo nível, se fingirmos que a química de duas pessoas com pouco em comum é equivalente à química de três amigos que se adoram e estão rm sintonia.

Porém, não podemos negar as evidências, onde as duas equipas mais populares da companhia estão no mesmo programa, enquanto o SmackDown ficou com os brinquedos estragados ou aqueles em quem a companhia não teve muito interesse. É chato, mas já se começa a ver um padrão, não? É uma desigualdade muito mal disfarçada.

Como se isso não bastasse, a equipa mais promissora da divisão falha o primeiro evento exclusivo do SmackDown, aquele em que é imperativo mostrar que o SmackDown está pronto a lutar e que merece atenção e destaque. Que raio de estratégia é esta, deixar de fora o melhor que se tem para oferecer quando é imperativo fazer uma boa primeira impressão?

Será sabotagem ou legítima ignorância misturada com ingenuidade? Com o histórico da WWE, nem sei o que pensar. Só sei que isto não ajuda o SmackDown de forma alguma.

A mudança de atitude dos Usos foi uma excelente ideia e algo que a equipa precisava há muito tempo, mas sacrificar a oportunidade de fazer uma excelente primeira impressão para contar a história desta forma parece-me uma completa burrice.

Porque não podiam os Usos terem atacado os Alpha depois da meia-final, no Backlash, estando já qualificados para a final (isto exigiria mudanças no atual alinhamento do torneio), de forma a que a final fosse American Alphas lesionados contra Usos? Desta forma, os fãs tinham oportunidade de se maravilhar com, potencialmente, um excelente combate e assistiram, em primeira mão, ao carisma dos American Alpha enquanto tentavam sobreviver a uma lesão para vencer. Com uma boa execução, era quase garantido que iriam conquistar o apoio unânime dos fãs, dada a história do combate e o seu carisma.

Tudo isto atirado para o lado porque motivo? Para prejudicar o SmackDown ou por causa de Heath Slater?

Aprecio o que Slater tem feito ao longo das últimas semanas, mas não nos podemos esquecer que isto é suposto ser por títulos de equipas que devem ter algum significado. Todos gostámos muito de Daniel Bryan e Kane como equipa e das patetices dos New Day, mas não é isso que Tag Team Wrestling é suposto ser. Comédia sem os combates de alta qualidade e rivalidades intensas não é digna de títulos.

Porque exigimos menos aos títulos de equipas do que exigimos aos títulos principais?

Tag Team Wrestling é o que o NXT tem apresentado, em particular no reinado dos Revival. Combates de elevada qualidade, com histórias fantásticas, extremamente bem executados com uma precisão incrível. Trabalho de equipa e demonstrações de carisma e emoção que personificam o espírito de Tag Team Wrestling.

É isto que o SmackDown (e o Raw também) precisa. Não é de mais títulos de midcard para os mais engraçados. Olho para o combate que Gargano e Ciampa tiveram com os Revival no NXT TakeOver: Back to Brooklyn e sei que é um combate que tão cedo não me sairá da memória. Não consigo nomear um combate de Daniel Bryan e Kane como campeões de equipas qur me tenha impressionado. Consigo nomear muitos segmentos que me fizeram rir até doer a barriga, mas combates que eram o verdadeiro espírito de Tag Team Wrestling não. O mesmo se aplica aos New Day.

A WWE precisa de mudar a forma como apresenta as divisões feminina e de equipas, assim como precisa de mudar a forma como trata o SmackDown.

O combate pelo título Intercontinental envolvendo The Miz e Dolph Ziggler é outro que segue o padrão que tenho exposto ao longo desta edição. Os brinquedos novos (relativamente. Nem tanto. Quase) em folha em 2010 e 2011 são outra coisa completamente diferente em 2016.

O que coneçou como uma orgânica lufada de ar fresco que poderia ajudar Miz a criar algo diferente e fantástico transformou-se em mais uma história onde Dolph Ziggler fala de forma intensa e séria. Infelizmente, já vi esta história terminar muitas vezes de forma pouco simpática para Ziggler por isso, e por outras razões expostas na edição da semana passada, concluo que nada neste combate contradiz o tema geral do evento.

Mas nada desvaloriza mais o SmackDown em comparação com o Raw do que o comportamento do seu campeão principal – Dean Ambrose. A cada semana que passa, Ambrose consolida-se mais e mais como um midcarder. A cada semana que passa, a sua comédia, em tempos porreira, torna-se mais chata, intragável e imprópria para alguém da sua suposta importância. Para alguém tão obviamente a transbordar de carisna, seria de supor que iriam experimentar as outras funcionalidades do brinquedo.

Mas, tal como uma criança teimosa e obstinada, Vince (ou qualquer outro que aprova o que está a acontecer) continua obcecado com uma versão apenas. A mesma versão que tem o potencial de matar o apoio a Dean Ambrose como estrela principal de vez. Esperemos não o ver na situação de Doçph Ziggler daqui a uns anos, como a pessoa capaz de ser séria e intensa, mas impossível de ser levada a sério graças ao seu passado.

Quanto mais as coisas mudam, mais elas ficam na mesma. Depois de transmissão semanal em direto, Draft, eventos exclusivos, o SmackDown continua o mesmo. Quem está admirado?

Divirtam-se com o Backlash e até à próxima edição.

Sobre o Autor

- Administradora. Publico parte das notícias, faço a gestão da League, dos Passatempos e ainda sou escritora do artigo “Opinião Feminina”.

21 Comentários

  1. Anónimo - há 3 meses

    Acho que foste demasiado dura, pois o Smackdown tem feito omeletes sem ovos, e tem apresentado um produto fresco, ao contrário do RAW que se arrasta e continua a insistir em dar nos Titus vs Darren Young, segmentos horriveis de tag team, dar Charlotte vs Bayley em TV aberta porque não há mais ninguém mesmo… Portanto acho que o Backlash vai provar que o Smackdown se consegue aguentar e prevejo que o CoC seja um fiasco, tendo apenas destaque no main event..

  2. Anónimo - há 3 meses

    E quanto ao Smackdown estar o mesmo, acho que és das poucas que pensa assim, porque o IWC( mesmo que não seja fiável) tem preferido o Smackdown ao Raw

  3. AANTI - há 3 meses

    a Becky é a unica completa do Smackdown? tá bom….

    • AANTI - há 3 meses

      **** Alexa Bliss **** !!!!

      • NXT Fan - há 3 meses

        Becky é completa, Alexa Bliss é “completinha” digamos assim. Ainda tem o que evoluir dentro do ring, mas ela é bem satisfatória. Depois da Becky, com toda certeza que Alexa é que merece um tratamento especial, digamos assim, para se tornar uma estrela.

      • BRUNOju. - há 3 meses

        Alexa Bliss é o que no ringue? Uma das lutadoras mais verdes atualmente. Ela está ao nível de Dana Brooke e só.

  4. NXT Fan - há 3 meses

    Também achei você um pouco dura em relação ao smackdown, acho que eles estão fazendo um trabalho bem competente, e até melhor que o RAW com o plantel e horas de programação que tem apesar das limitações claras.

    E se eu fosse parte da direção criativa da WWE sem duvidas alguma Asuka e Samoa Joe iriam para o Smackdown Live nos próximos meses. Asuka iria equilibrar o star quality e talento que há entre a divisão feminina do SD e RAW, e até penso que poderemos ter Becky Lynch v Asuka na próxima Wrestlemania, já que as duas seriam as grandes estrelas femininas da brand azul.

  5. Awesome One - há 3 meses

    Concordo completamente com a desigualdade de criterios em ambos shows e com o favoritismo do raw mas há que reconhecer que relativamente a main-eventers consolidados nao existe ninguem na wwe no nivel de randy orton e john cena (a tempo inteiro) e mesmo depois desses Del Rio, Dolph Ziggler, The Miz, Kane sao todos eles ex campeoes mundiais fora a situaçao de AJ Styles a segunda maior lenda da historia da TNA provavelmente… Sei que grande parte desses nomes nao possuem qualquer credibilidade hoje em dia mas em termos de conquistas na wwe a smackdown nao perde para o raw a meu ver muito pelo contrario. O que compreendo é a ideia da wwe de colocar no raw todos os nomes de midcard que vai apostar no futuro em detrimento dos que atualmente deixaram de interessar ou nao sao tao valorizados.

    Nao concordo com a opiniao relativa a divisao feminina do smackdown. Nao sei em que Becky Lynch é completa e muito menos superior a Nikki Bella que é de longe a melhor da divisão nao só em conquistas como em talento, carisma, mik skills e personagem e não é por acaso que detem o maior reinado da historia. Nao existe wrestler feminina na wwe atualmente com maior estatuto e star power que ela e conquistando o titulo ela vai apenas coloca-lo no mesmo nivel do do raw coisa que nenhuma outra diva faria e isso só nao ve quem nao quer. E parece-me drama excessivo duvidar da qualidade das outras intervenientes que a meu ver ja tem provado aqui e lá que tem qualidade para apresentar um bom show.

    No meu entender fez todo o sentido os american alpha ficarem de fora da disputa pelos titulos pois se os ganhassem nao haveria nenhuma equipa credivel para os enfrentar. Assim essa equipa existe e vai permitir aos american alpha derrota-los pelos titulos o que é muito mais conveniente para o smackdown que tê-los apenas a eles como equipa relevante. O que poderiam fazer era um face vs face na final e os Usos virarem heels no combate.

    • NXT Fan - há 3 meses

      “Nao concordo com a opiniao relativa a divisao feminina do smackdown. Nao sei em que Becky Lynch é completa e muito menos superior a Nikki Bella que é de longe a melhor da divisão nao só em conquistas como em talento, carisma, mik skills e personagem…”

      😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

  6. AwesomeChampion2016 - há 3 meses

    Parei onde a salgado diz que a Becky é a única completa no Smackdown.

    Ring Skills: OK
    Mic Skills: Meh
    Carisma: OK
    Gimmick: WTF??? qual gimmick? a de inocente que sempre é traída por alguém?

    Ring Skills temos Naomi, Carmella, Alexa, Nikki
    Mic Skills temos Alexa e Naomi
    Carisma temos Naomi
    Gimmick temos Natalya(heel turn evoluiu), Alexa e Carmella

    O problema é que sempre as “4 Horsewomen do NXT” (por mais que eu goste de todas) serão overhyped e overrated pelos smarks, por causa do trabalho no NXT.
    As únicas wrestlers das “4 Horsewomen do NXT” que evoluiram no MR foram Charlotte(mic/gimmick) e Becky(carisma). Sasha Banks é super overrated, e não evoluiu em nada desde que subiu, fora o fato das suas promos serem ruins e Bayley subiu agora.

    Mas vamos falar das wrestlers que não tiveram hypes vindo do NXT?

    *Alicia Fox: Uma das 3 melhores sellers do MR, luta muito bem, tem um excelente gimmick mas não é valorizado, enorme potencial e não dão nenhuma oportunidade a ela.

    *Summer Rae: Faz boas lutas, é AMAZING no mic, uma gimmick consistente e sabe interpretar bem o papel e tem boas expressões faciais e não dão nenhuma oportunidade a ela.

    *Nikki Bella: Essa daí as pessoas nunca vão aceitar que melhorou? porque? tem medo que a deem mais destaque, ela evoluiu e ficou boa e consistente no ring, razoável no mic mas faz promos melhor que Danas ou Nias da vida, e tem um bom carisma. Apesar dessa ter tido vários push’s, ela evoluiu muito e pode servir para por as outras over.

    *Carmella: Não sei porque a galera anda hateando nessa, se não me engano quando ela estava no NXT o pessoal vivia elogiando ela:
    “Hurr durr, que luta extraordinária que ela fez com a Bayley ”
    “Hurr durr ,merece subir logo”
    “Hurr durr, mal aproveitada no NXT”
    Agora ela está sendo criticada não sei por que. Ela é legal no ring e competente, boa no mic e tem muito carisma além de ter talento.

    *Naomi: Muito atlética e tem uma personagem legal, também é muito boa no ring e possui uma boa micro.
    *Alexa Bliss: Execelente no ring, extremamente competente,consegue dar interesse a feuds, possui um otimo mic, tem um enorme potencial, tem bons maneirismos e expressões e além disso consegue ser tanto heel co mo face.

    Mulheres com potencial é o que não falta.

    • BRUNOju. - há 3 meses

      Sasha evoluiu no ringue sim. Sua mic skill sempre foram fracas, diferença é que no NXT ela recebia textos bons.

    • NXT Fan - há 3 meses

      Você desmerece as Four Horsewoman para enaltecer a Carmella? Foi algum tipo de piada de mau gosto? Hahahahahaha

      Carmella é uma das piores wrestlers femininas da WWE, no mic ela é super fraca, e sua personagem confusa, além de que todo mundo é indiferente em relação a ela, sendo face ou heel ela não gera heat algum. Ela nunca foi grandes coisas no NXT a não ser parceira do Enzo e Cass que fizeram o público gostar dela já que ela “aderiu” ao estilo deles, porque no ring ela jobbava pra Eva Marie e depois recebeu aquela title shoot aleatória e filler só pra darem continuidade na feud Eva e Nia X Bayley. Tanto é que depois voltou a perder várias vezes para a Bliss, vencia algumas squash matches e depois foi parar no main roster.

  7. Salgado mantendo o padrão dos textos: Nada está bom, nada presta. Que pessoa mais amargurada…

  8. BRUNOju. - há 3 meses

    Nunca vi uma pessoa tão chata quanto essa. Não assista então a merda do PPV guria.

  9. 35antonio - há 3 meses

    Esta gente não percebe que tem que esperar um pouco? Só podem pensar que isto pode ser tudo feito às 3 pancadas.
    O Smackdown fez mais em dois meses que a WWE pré brand split fez em anos. Estou contente pelo Dean Ambrose estar finalmente no main event e ver estrelas que nunca teriam o seu momento antes da split a tê-lo. Agora, é preciso ter paciência e deixá-los criar e desenvolver estrelas.
    Gostam muito de criticar a Smackdown mas o facto é que esta tem encostado a Raw (a marca que tem quase todo o star power) a um canto.

  10. Diogo Teixeira - há 3 meses

    Salgado, com todo o respeito pela grande escritora que és, porque embora não tenha vindo a gostar dos teus últimos textos, sigo este teu espaço à mais de 1 ano e já fizeste textos de me fazer ler 2 e 3 vezes, mas acho que ultimamente tens insistido muito em tudo ser negativo na WWE, sempre à base da crítica ao produto ou ao booking ou às personagens ou a qualquer coisa. É lógico que a WWE não está perfeita nem sequer perto mas tendo em conta que a Brand Split é relativamente recente, e tendo em conta os últimos 3/4 anos da WWE, acho que tens sido excessivamente crítica, semana após semana. Devias tentar procurar mais pontos positivos, dar mais o benefício da dúvida a esta nova etapa da WWE.
    Contudo, o espaço é teu, tal como diz o título é a tua opinião, e isto não é de todo uma crítica para te deitar abaixo, tal como disse inicialmente, és uma ótima escritora e já escreveste textos de me deixar de queixo caído, simplesmente acho que estes últimos não têm estado ao nível a que nos tens habituado muito por “culpa” de todo esse negativismo que tens posto nos artigos.
    Estarei aqui mais uma vez na próxima semana e nas outras como teu leitor assíduo

  11. Rodrigo - há 3 meses

    Tenho que discordar quanto a Becky Linch ser completa, a garota parece que fala com uma batata quente dentro da boca, você não entende o que ela fala direito e quanto entende dá um sono, a personagem está cada vez mais boring, como dizem por lá.

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