Perguntas e Respostas #100

Esta semana chegámos à 100ª edição do espaço Perguntas e Respostas! Por este espaço já passaram diversos membros da nossa equipa, muitos deles por diversas vezes e, no total, já foram respondidas cerca de mil perguntas!

Para esta edição especial preparámos também algo “especial”. Cada membro da nossa equipa escolheu uma pergunta colocada na edição anterior e respondeu!

Aqui ficam as respostas:

Brunoag852: Achas que esta WrestleMania foi a última do Undertaker ou será que ele volta a lutar?

Luís Salvador: Acredito que esta tenha sido a última participação do Undertaker na WrestleMania. Não faz sentido ele perder para o Brock Lesnar, ficar 21-1, e continuar a lutar anualmente na WrestleMania como se nada fosse… Não descarto a hipótese de ele poder vir a fazer alguma participação especial lá para a WrestleMania 35 ou 40, mas para já e durante os próximos anos gostaria de o ver manter-se afastado da WWE/WrestleMania.

CM Punk: “Achas que ainda há possibilidade de CM Punk voltar à WWE? O Payback desse ano acontece em Chicago, seria esse o lugar perfeito para um retorno dele?”

Salgado: Claro que sim. Não tenho grandes dúvidas que CM Punk irá eventualmente regressar, nem que seja para apenas um combate de despedida. Hoje em dia, a WWE não quer estar de costas voltadas com ninguém, eventualmente CM Punk regressará. Chicago seria definitivamente um dos sítios ideais para fazer o regresso de Punk, mas o Payback ainda é demasiado cedo. Pessoalmente, levo bastante a sério esta pausa de CM Punk e, neste momento, acredito que a WWE lhe está a dar todo o espaço e tempo que este precisa. Acredito que só o voltaremos a ver daqui a uns bons meses, talvez apenas em 2015.

Silva177: Quais são os pontos fracos da TNA (se existirem, como é obvio)? E como é que se poderiam resolver esses “calcanhares de Aquiles”?

Jorge Rebelo: Não me faz sentido fazer uma espécie de lista de defeitos da TNA, por isso, vou tentar resumir a minha resposta de uma forma mais descritiva. Penso que o maior ponto fraco da TNA é a falta de dinheiro. Já o disse inúmeras vezes e continuarei a repetir, o dinheiro é a única coisa que importa nesta indústria. Se considerarmos que há uma organização que domina 95% do mercado mundial mundial de wrestling, a TNA tem que trabalhar arduamente, com um plano a longo prazo e não ficar à espera das audiências do dia seguinte para perceber o que funcionou ou não. A TNA tem que apresentar um produto diferente, mais progressista e de qualidade para ganhar espaço no mercado. A partir dai é preciso conseguir muito dinheiro e trazer grandes investidores.

Acredito que muita gente na TNA hoje já percebeu que é preciso investir na marca TNA e com o que se tem feito atualmente, penso que é uma questão de paciência até os fãs começarem a dar uma oportunidade à TNA e a perceber as storylines, a conhecer as caras…mas é um processo que leva tempo, por um lado porque a TNA cometeu erros graves ao longo de 2009, 2010 e 2011 e até no ano passado, perdendo alguma credibilidade e por outro porque ver televisão é um hábito/rotina e mudar essa rotina leva sempre tempo, sobretudo se um produto (WWE) está muito mais acessível que qualquer outra coisa no mercado. A TNA tem que trabalhar arduamente, com um plano a longo prazo e não à espera das audiências do dia seguinte para perceber o que funcionou ou não.

O seu plano tem por base a juventude e a qualidade das histórias e dos atletas, tem que criar uma identidade única, uma marca TNA de forma dizer “se comprarem este produto, é este o tipo de espetáculo progressista que vamos oferecer”. Parece-me que o que a TNA não deve fazer é copiar a WWE. Claro que pode e deve aprender com erros e com as virtudes de qualquer empresa rival, mas se a TNA tentar lutar ombro a ombro com a WWE vai perder, porque a WWE consegue fazer sempre muito mais e muito maior. Para mim a solução passa pela TNA apresentar um produto diferente e credível. Ou seja, a preocupação deve ser a TNA conseguir criar uma imagem diferente, um produto diferente (como tem a X Division por exemplo) e criar os seus próprios talentos.

A TNA deve fazer os fãs olharem para o Impact e encontrarem histórias muito bem contadas, uma imagem e combates de grande qualidade e talentos que não fazem lembrar a WWE/WCW/ECW, mas que são jovens e que são as super estrelas do futuro da industria. Qual é a ideia aqui? A TNA tem que fazer o seu caminho e o objectivo a longo prazo deve ser apostar em algo original e com muito potencial para atrair grandes investidores (entenda-se – dinheiro).

Ricardo_Lemos: Mario quais são para ti as áreas que a WWE têm que obrigatoriamente mudar?

Mário Magalhães: O Atual cenário da WWE, após a vitória de Daniel Bryan na Wrestlemania, me agrada bastante. Mas sobre as áreas que poderiam ter mudanças eu começaria pela Divisão de Divas, que mesmo com a presença de Paige, que foi a grande novidade pós-Mania, precisamos urgentemente de novas divas para termos uma grande renovação.

Outra coisa que mudaria seria a questão da Unificação, a qual fui sempre contrário, pois restringe o número de superstars no Main Event, mas de que forma poderíamos ter o fim da unificação é que precisa ser bem pensado. Sobre os cinturões intermediários também gostaria que eles fossem mais valorizados e que grandes superstars tivessem bons reinados com eles, e não termos um Big E Langston, que não convence muito e um Dean Ambrose que nunca coloca seu cinturão em jogo.

Júlio: Se você fosse escolher alguém para ser WWE World Heavyweight Champion Qual você escolheria para ser depois do Daniel Bryan?

José Sousa: Bem desde já agradeço a tua pergunta, e vou responder-te dizendo quem eu escolheria como gosto pessoal e nunca o que irá acontecer. Por mim, o próximo campeão seria ou o Cesaro ou o Sheamus, por razoes diferentes, e que eu passarei a explicar de seguida porque aconteceriam de forma diferente, pelo menos na minha perspectiva, como é óbvio.

No caso do Cesaro, não era preciso ter a mala de Money in the Bank, o que eu fazia era ele ter um reinado consistente como campeão Intercontinental e lá para o Survivor Series desafiava o Bryan, e de forma limpa e sem batotas vencia o Bryan e sagrava-se campeão. Já com o Sheamus, eu gostava que ele partisse para o combate como face, ele tinha um excelente combate com o Bryan e vencia limpinho, e quando todos pensavam que se iam cumprimentar na boa, o Sheamus atacava o Bryan no momento do aperto de mão, fazendo o heel-turn.

Não sendo estes dois, eu gostaria que fosse o Seth Rollins depois do fim dos Shield( Lá para o Summerslam), e como heel. Porém no caso do Rollins, eu sei que é mais sonho que realidade e dificilmente o verei top champion, pelo menos nos tempos mais próximos.

Malco Canedo: Será que teremos novos main-eventers na WWE esse ano?

Rúben Rosa: Se teremos ou não isso não sei bem responder. Mas a WWE necessita com urgência de wrestlers novos no Main Event. Se olharmos bem para o panorama da divisão mais importante da companhia, a WWE têm esse sector saturado com os mesmos wrestlers à vários anos. É verdade que de ano para ano existem wrestlers a subirem de posições, mas o problema são aqueles que ficam lá durante tempo de mais. Tirando Bryan, a divisão Heavyweight possui bastantes wrestlers que os fãs já vêm no Main Event há vários anos. Batista, Randy Orton, Kane (agora voltou ao ME), John Cena são aqueles que mais combatem no Main Event. CM Punk já lá não está, nem Jericho, e a divisão precisa de um ar novo e fresco. Não digo que subam muitos wrestlers de uma vez, apenas aqueles que talvez já estejam prontos. Bray Wyatt seria excelente para ir para o ME este ano, penso que ele está pronto. Um dos membros dos Shield também seria uma boa opção. Sheamus, apesar de não gostar muito dele, talvez merece-se voltar ao ME num futuro próximo. Ziggler já não acredito que volte aquele lugar, e o mesmo se aplica ao Damien Sandow.

Rui Araújo: Achas que seria vantajoso para alguns lutadores e para a WWE em si fazer regressar a brand split e o WWE draft?

Ricardinho: É assim Rui, existem sempre prós e contras neste tipo de situações. Ora bem, a WWE que eu vi durante anos tinha as duas brands, Raw e SmackDown e cada uma tinha o seu próprio plantel de lutadores, que apenas em raras excepções participavam nos shows da brand contrária. Aliás, durante anos, as duas brands eram vistas como rivais, lutando pelo lugar de brand superior. Quem não se lembra de 2005, quando Raw e SmackDown batalharam durante semanas, batalha essa que culminou num combate de Raw vs SmackDown? A brand split sempre foi uma aposto ganha pela WWE durante anos, mas neste momento, é muito mais difícil fazê-lo. Vejamos:

Hoje em dia, a WWE tem 2 shows principais, a Raw e a SmackDown, tem 2 shows secundários, Main Event e Supertars e possui ainda o NXT, que apesar de não estar no mesmo tipo de shows semanais, tem participação de estrelas do Main Roster. Ora, numa brand split, tal como já disse, cada show possui o seu plantel exclusivo, algo que é mais difícil de concretizar hoje em dia. Antigamente, a WWE tinha o Sunday Night Heat e a Velocity, que eram shows secundários, mas estavam ligados a Raw e SmackDown respectivamente. Hoje, o Main Event e o Superstars são uma espécie de shows independentes das Main Brands, ou seja, não estão ligados a Raw e SmackDown. Apesar de não ter um plantel curto, a WWE teria de dividir muito bem o seu actual plantel e mais do que isso, dividir os títulos Mundiais. O caso dos titulos Mundiais estarem unidos num só é prejudicial para uma brand split, porque o Campeão tem de participar em ambos os shows. Para haver uma brand split, os títulos teriam de ser novamente separados, para que existisse um campeão Mundial em cada show.

Agora, que seria benéfico para muitos lutadores? Sem dúvida, porque em caso de planteis fixos, muitos lutadores teriam mais oportunidades e com isso, melhorar, não só no ringue, como noutros aspectos. Um lutador como o Zack Ryder teria mais protagonismo numa SmackDown de 2 horas, pois teriam de ocupar o show com o seu plantel fixo e para isso, teriam obrigatoriamente de usar os talentos disponíveis, fosse individualmente ou em Tag Team. Antigamente, muitos lutadores tinham espaço nos shows, por exemplo, o Simon Dean, que apesar de ser o maior jobber da companhia, aparecia regularmente no show, nem que fosse para encher chouriços. Outro aspecto seria a introdução dos novos talentos. Se houvesse espaço de sobra no show, alguns talentos do NXT poderia participar no show e teria a vida facilitada, pois a SmackDown é gravada. Também o Draft seria benéfico, porque se um lutador não estivesse a resultar na Raw, podia ir para a SmackDown e aprender. Ao contrário, também seria possível. Se um lutador se tornasse demasiado grande, seria transferido para a Raw.

Neste momento, não acho que seria muito benéfico para a WWE que houvesse brand split. A empresa atravessa um período estável, com os eixos bem definidos. Apesar de muitos lutadores estarem encostados e/ou serem empurrados para o fundo, dividir agora o plantel iria fazer com que muitos lutadores fossem despedidos e que outros fossem separados (elementos de stables, por exemplo). A WWE apesar de ter um plantel grande, não tem o plantel suficientemente equilibrado para que os dois shows tenham o seu plantel único e que esse plantel seja bom. Um plante da Raw seria sempre de estrelas e o da SmackDown, de lutadores mais fracos.

Não vejo uma brand split acontecer brevemente, mas nunca se sabe.

Arvanix: O que deve/pode ser feito para que o NXT volte a ganhar a qualidade de show que tinha à um tempo atrás, visto que agora, ainda por cima, muitas das “estrelas” do NXT subirão para o roster principal?

DirtCrit: Em primeiro, o NXT claramente cumpre os propósitos para que foi criado atualmente. Creio que o objetivo inicial do programa foi sempre este, simplesmente foi mal estruturado e caiu em desgraça a partir da edição das Divas. Desta forma, o facto de indivíduos como Dave Finlay, Sara del Rey e Bill DeMott ensinarem e treinarem os novos atletas antes de eles entrarem no roster principal é mais do que benéfico. O NXT é o ideal para que não hajam erros de casting e risco de maiores fails em shows como a RAW e Smackdown ou até mesmo PPV’s. Atualmente, temos exemplos claros do sucesso que o NXT é, com os Shield e Paige, principalmente a singrarem na WWE de forma exemplar. Ora, visto que agora, muitas estrelas do NXT sobem ao roster principal, o único aspeto que a WWE deve controlar é que atletas é que emprega, não no sentido de qualidade mas no sentido de conseguirem melhorar, assim como, que gimmicks é que emprega a esses mesmos atletas. De resto, o NXT poderia melhorar introduzindo algumas histórias baseadas na realidade, isto é no mundo real, mas isso pode-se estender a qualquer programa da WWE.

José Alberto: Achas que o Sunday Night Heat e o Velocity irão regressar à WWE?

Miguel Rocha: Não. Para que tal acontecesse seria necessária a separação do plantel pelas duas marcas, dado que o Heat tinha o elenco da brand vermelha e o Velocity o da azul. A certa altura, foi importante para resumir acontecimentos dos episódios dos programas principais e para dar destaque a lutadores que não eram vistos em horário nobre. Os dois tinham a duração de 46 minutos e como criador Vince McMahon, sendo gravados antes da transmissão da Raw e da gravação da SmackDown.

O Heat iniciou a sua exibição a 2 de Agosto de 1998 e o seu último episódio foi transmitido a 30 de Maio de 2008, num total de 11 temporadas. Já o Velocity teve abertura a 25 de Maio de 2002 e encerramento a 11 de Junho de 2006. Teve uma mudança de título quando Nunzio derrotou Paul London para ganhar o Cruiserweight Championship.

Com a introdução da ECW, cumpriam apenas os compromissos de programação para com a emissora de televisão responsável pela sua divulgação, sendo cancelados e substituídos na categoria “show secundário” pelos ainda presentes Main Event e Superstars. Estes “conteúdos de reserva” têm muito que se lhe diga: é aqui que mid carders e jobbers se reúnem para dar nas vistas o máximo que consigam, num programa sem histórias ou combates anunciados.

O problema é que é uma minoria a percentagem de espectadores que não procura entretenimento, logo, estes encontros sem planeamento tornam-se aborrecidos de assistir. Depois, há a questão da utilização daqueles que não são as estrelas mais deslumbrantes da modalidade e que não compensam tanto investimento aos olhos do público.

São os seguidores que contribuem para o êxito ou fracasso deste cenário, contudo, a WWE efectua uma desvalorização tal que uma vitória num show destes não significa absolutamente nada. Não é aqui que os jobbers se refrescam e partem para outra revitalizados. Não é, tão pouco, o espaço digno para os main eventers virem cantar de galo.

Resumindo, os actuais “lados ocultos” são similares a um concerto duma banda sem os clássicos ou a um jogo de futebol sem os titulares – não atrai tanto. O método para que pudesse haver este regresso era a Brand Split e o aproveitamento dos Pré-Show, em que o painel de convidados seria substituído por quase uma hora de acção no ringue.

FabioVazz: Se fosses separar os The Shield e dar um papel específico à cada um dos três membros, em que Gimmick ou papel colocarias os três?

Bruno Costa: The Shield, uma grande stable, venhamos e convenhamos. A separação deles parecia cada vez mais próxima quando Dean Ambrose e Roman Reigns viviam em guerra, para mim se tornou cada vez mais no seu ápice quando eles tiveram a feud com a Wyatt Family; entretanto, ao final, vimos que eles vão continuar por mais um tempo. A separação deles será inevitável, ninguém acredita os ver como stable até o final de suas carreiras e acredito que o venha a acontecer ainda este ano, depois do SummerSlam. Se eu fosse o perigoso membro da equipe criativa, eu atribuiria os seguintes papéis a cada:

Dean Ambrose – Ambrose é um bom wrestler, mas não o melhor. Não gosto do finisher dele, afinal nem todos são um Kofi Kingston para vender um Headlock Driver, assim como ele nem tem feito nada como campeão. A primeira coisa eu tirava o cinto dele e colocava em alguém que precise e possa trazer algo novo, colocaria talvez ao Miz, ao Barrett ou talvez até mesmo a Titus O’neil. Entretanto, Ambrose é simplesmente fantástico ao micro, eu poderia o colocar como um bom mid-card, consolidado como heel ao máximo e mantinha sua gimnick de “justiceiro” como possui no The Shield, gosto de suas promos e ele pode sim contribuir muito a WWE, tanto como wrestler in-ring como ao micro.

Seth Rollins – Eu não consigo ver Seth Rollins muito mais longe do que ele já se encontra, ele tem bastante potencial in-ring e sabe muito bem conduzir uma luta. Eu consigo enxergar Seth Rollins como um face no mid-card, atribuiria a Rollins uma gimmick semelhante aquela que ele tinha no NXT, acho que cai muito bem a ele. Ah, e antes de mais nada, este era outro que eu mudaria o finisher, ele tem uma capacidade técnica muito boa e grande para ter um simples (e para mim, ruim) Blackout.

Roman Reigns – Não precisamos ir muito longe, basta olhar meu atual avatar que aparece aqui no site para perceberem que Roman Reigns é, sem dúvida, o meu membro favorito dos The Shield. Roman Reigns é um excelente Superstar dentro do ring, grande seller e de incríveis performances, este é o membro que eu escolheria para estar no topo da WWE, quiçá quem substituiria John Cena no futuro. Para não dar-lhe um push rápido e demasiadamente errado.

Como fizeram a Ryback, eu colocaria a destroçar o mid-card ainda e depois dar-lhe um Money in the Bank, ou um Royal Rumble Match, para aí sim se tornar WWE World Heavyweight Champion! Eu iria atribuir a ele quando no topo, uma gimnick da escolha do povo, o representante deles, um pouco semelhante a de The Rock, porque não? Roman Reigns é o superstar com qual mais vejo futuro na WWE, assim como se fosse com eu ao comando da Equipe Criativa.

Jardel: Estamos mesmo entrando em uma Nova Era? Quais lutadores podem ser o destaque dessa Nova Era? Quem do NXT poderá chegar à WWE com algum impacto?

Roberto Barros: Não sei se entraremos em uma nova era, a época depois da Wrestlemania e comum acontecer novas estreias, mas no momento em que Vince se afasta um pouco e Triple H toma o comando, vemos apostas em novos nomes, normalmente isso vem acontecendo depois da Wrestlemania. Não estou dizendo que Vince seja um único culpado, mas a pressão de favorecer os seus favoritos atrapalha o booking, quanto tempo demorou para o Daniel Bryan ir para o Main Event, transformaram ele inclusive em heel. Dos nomes que vejo da NXT que podiam chegar com Impacto, alguns já estrearam como a Paige, que já se tornou Divas Champion, mas acredito que o The Ascension também podiam fazer uma estreia de impacto, ou mesmo uma stable estilo a The Shield estreando na WWE.

Fábio_Alex: O Bray Wyatt perdeu na WrestleMania 30 para o Cena! Muita gente acha isso mal feito pois o Cena não tem nada a ganhar com isso e o Wyatt tinha! Imaginando que esta rivalidade dura mais dois PPV’s, se o Bray Wyatt ganhar nestas últimas duas vezes consegue compensar a derrota na WrestleMania? E ficaria a ganhar?

D’Leite: Temos de perceber que, por vezes, este tipo de situações não se cingem só ao típico “ah, ele não ganha nada com isso”. Passo a explicar. Todas as feuds deveriam -dentro do possível- ter uma certa linha de raciocinio. Cada uma, à sua maneira, tem que se destacar de outras pela inovação, pela qualidade e pelo impacto que isso terá nas carreiras dos lutadores que das mesmas fazem parte. Ganhamos alguma coisa com feuds como Santino vs Fandango? Nada, apenas combates de enchimento numa Raw ou SmackDown. Coisa que, obviamente, não se verifica na feud Cena vs Bray Wyatt.

Cena foi, e continua a ser, a atracção maior da WWE a nível de merchandise e de vendas no geral. Ele é o top dog, todos sabemos disso, quer queiramos encarar quer não. Cena é a cara da companhia, e não o é de agora, já o é há muitos, muitos anos. Dito isto, posso claramente afirmar que Bray Wyatt beneficiou IMENSO só de ter uma feud com Cena. Independentemente do desfecho do combate na WrestleMania eu sempre olhei para esta rivalidade como uma derradeira chance de Bray se afirmar ainda mais (Se o fez com Bryan? Fez. Mas é mais fácil apoiá-lo quando luta com Cena do que com Bryan pois Bryan é o novo “menino bonito” dos fãs e já se sabe o que isso quer dizer). Bray teve a chance de “feudar” com John Cena, o astro maior da companhia, no maior palco de todos, o maior PPV do ano! Vais-me dizer que isso foi uma derrota? Que isso são só pormenores e que só interessava a vitória sobre Cena? Nada disso! Bray ganhou muito com este combate, desde mediatismo a experiência pois todos sabemos que quando se trata de tirar combates excelentes, Cena é um dos escolhidos para o fazer nos maiores palcos.

Sim, Cena acabou por ganhar. Isso era algo que eu já esperava pois toda aquela história da Legacy dele, tudo aquilo à volta do que era importante para Cena estar em causa não podia simplesmente desmoronar assim numa derrota na WM. Cena beneficiou com esta vitória? Pouco, mas solidificou mais os valores que ele pretende representar, os tais “Hustle, Loyalty and Respect” que os miúdos tanto gostam. Bray perdeu, mas não foi realmente uma derrota. Este conseguiu ter um grande combate com Cena, conseguiu ter uma das rivalidades com melhor construção para o evento, conseguiu ter promos excelentes, “backstage moments” protagonizados por Cena em que este admitia estar com medo dele, e isso só lhe aumentou a credibilidade e faz dele uma ameaça mais séria do que alguma vez foi! Se isso não é ganhar, então não sei o que pode ser…

Quanto aos PPVs, duvido muito que dure mais dois PPVs. Esta rivalidade é muito susceptível de acabar já no Extreme Rules onde acredito piamente que seja Bray a levar a vitória para casa, deixando assim as coisas empatadas entre eles. Neste caso Cena não terá nada a perder e Bray terá tudo a ganhar pois tem a vingança que tanto queria e consegue arrecadar uma vitória num combate de estipulação contra Cena, o que não é para todos. A ver vamos o que isto dá! (Se realmente não for para acabar já no Extreme Rules, então tem de haver interferência da Family no combate, embora eu não ache que dure tanto).

John_3:16: O que achaste do regresso dos Evolution?

akujy: É sempre de saudar o regresso de um facção histórica, como os Evolution, mas temos de ter em conta que regressar onde fomos felizes é algo que raramente resulta, até porque tem de ser algo muito bem feito. É preciso que um capítulo da nossa história não esteja totalmente encerrado para podermos voltar a abrir essas páginas.

Posto isto, acho que o regresso dos Evolution é bem-vindo, até porque pode gerar bom heat para Batista e Orton (e este último precisa mesmo disso) e trará adversários credíveis para os Shield. Ainda assim pareceu-me que foi um bocado apressado. Penso que aqueles segmentos em que Batista e Orton se recusam a aliar a HHH, seguidos do ataque dos Shield, bem como da reformação dos Evolution, deviam ter sido feitos em mais do que uma Raw.

Como Batista está de saída temporária após o Extreme Rules, é possível que seja mesmo um regresso curto por parte dos Evolution. Porém, se quiserem, e souberem, aproveitar bem a história deste grupo, poderiam aproveitar para lançar alguém novo que iria beneficiar muito de uma associação a esta mítica Stable. Ou não fosse a evolução o mote desta mítica stable.

Miguelfcarlos: Women’s Division e com a Tag Team Division. Como poderiam essas companhias (mais especificamente a WWE e a TNA) melhorar essas divisões até chegarem aos patamares de qualidade que assistimos em tempos? Ou achas que essas divisões não chegarão muito longe e que não são merecedoras de tanto destaque?

Chris JRM: Essas divisões são merecedoras de bastante destaque, é claro. Nem valia a pena criar outras alas se fosse para não valer nada. Mas já houve tempos em que funcionava assim. As duas divisões aqui destacadas já atravessaram fases muito negras em tempos recentes, mas acho que ambas já estão a recuperar um pouco. Ainda não leva um caminho assim tão direito nem dá para se antever se é já a partir daqui que se vê a salvação mas vá… Já esteve pior.

A divisão feminina da WWE parece estar numa fase de recuperação em que precisam de conseguir manter a atenção do público e não estragar nada. AJ Lee era uma boa Campeã que estava over com os fãs e que teve um reinado bastante sólido. E apenas perdeu o título para uma estreante que já era das favoritas do público antes de estrear – e também das mais talentosas. É aqui que têm que apostar e, olhando para o sangue feminino mais novo e para o que ainda está em desenvolvimento… Podemos antever uma boa divisão feminina, pelo menos em termos de talento – não me refiro a Evas Maries, obviamente.

om isto, só estragam com bookings parvos. As Divas não deviam ser apenas uma obrigação, com segundos de tempo de antena por semana como já chegou a ser. Já trabalharam melhor essa parte e convém que não voltem a cair na mesma esparrela. Também não convém desperdiçar-lhes o potencial e, quanto a isso, posso afirmar que não acho que estejam a aproveitar muito os dotes da Emma. A partir daqui, só têm por onde subir se fizerem as coisas como deve ser: já têm talentos mais fortes, já conseguiram restaurar atenção – por estranho que pareça, com ajuda do “Total Divas” – e vão tratando-as com mais seriedade – mas podem sempre dar mais. Quanto à TNA, sempre se referiram a esta como muito superior em termos de wrestling feminino.

Sempre as tratam de forma mais séria e gostam de as apresentar de uma forma mais próxima à restante competição masculina, como no último episódio do Impact Wrestling onde vimos uma “Knockouts Street Fight”. Ou quem não se lembra de outro combate do mesmo género entre Gail Kim e Taryn Tarrell no Verão passado? A TNA sempre foi dando valor às suas Knockouts, com alguns altos e baixos em ideias e talentos recompensados e talvez agora estivessem a batalhar um pouco com a atenção do público, daí que veja o resgate de Angelina Love e a reunião das Beautiful People como uma jogada intencional para combater esse mesmo problema. Já estiveram um passo acima da WWE nesse espectro, agora vejo-as no mesmo nível. Ambas têm muito espaço e matéria para subir…

Quanto à divisão de equipas, ainda é uma água tremida. Querem trabalhar nela, mas custa a pegar. A WWE, pelo menos, já parece ter uma divisão de equipas que se consiga apalpar. Não faz muito tempo e tinham que nos lembrar que tal ainda era suposto existir. Mas constroem apenas metade delas. Criam muitas equipas para acabar a virar jobbers ou para as romper rapidamente. Quando deviam esforçar-se em ter uma divisão quente e com competição renhida, de onde desse para retirar candidatos a títulos credíveis com facilidade.

Olhando para a Wrestlemania XXX, essa divisão estava representada por quatro equipas em competição. O que é muito bom de se ver, mas nem todas estavam construídas de forma tão forte. Los Matadores e 3MB. Quantas vezes precisamos mais de ver isso? RybAxel? Até é giro e tem potencial, mas está a custar a descolá-los do chão. Real Americans? Separados até, quiçá, encontrar-se um novo. Shield? Preocupados com outras coisas. Wyatt Family? Preocupados com outras coisas. Prime Time Players? Tons of Funk? Hunico & Camacho? Já foram todas à vida. Xavier Woods & R-Truth jobbam que nem lordes e os New Age Outlaws, nem sei se ainda é suposto serem tão activos e a sua função deveria ser a de colocar malta over, como tem sido. Os Rhodes Brothers, deixaram-nos vaguear um pouco. E sobra pouco para enfrentar os Usos que, realmente, eram a melhor coisa para ter os títulos a esta altura – e já o foram muitas vezes há muito tempo. Precisam de trabalhar equipas de forma consistente e sólida. Não são só combates entre os Matadores e os 3MB no Superstars que dão a ideia de uma divisão tag team. É competição recheada e equilibrada. Têm plantel para isso. Agora é só corrigir esses erros e não ter medo de dar tempo de antena a malta das varas mais baixas e temos algo bom. Tão bom como já foi antes? Não posso dizer.

Já na TNA, esta secção está mais fragilizada ainda. Dão valor aos títulos, mas não têm uma divisão. Apenas se focam na competição actual e não têm um futuro já garantido. Por exemplo, temos os Bro-Mans como Campeões e os Wolves como rivais. Tudo bem, mas… E depois? Quem se segue? Não há uma divisão que se veja e tem vindo a ser assim há muito tempo. Vão trabalhando equipas para cada rivalidade em vez de construir uma divisão com várias delas. Na WWE, pelo menos, já sabemos que há tag teams, na TNA têm que se procurar à lupa ou esperar que voltem a criar uma nova dupla encima do joelho – com os paradeiros dos Badd Influence tão incertos ainda pior. Têm os cintos visíveis, mas uma divisão de equipas não, portanto há muito trabalho a fazer. Talvez ainda mais que na WWE. Talvez.

Dcastanho: O que achas de retirar o US title como titulo secundário e ficar só com o IC visto que é o único titulo dos 2 que tem mais defesas e feuds?

André Santos: Boa pergunta, mas com uma resposta simples e na minha opinião óbvia- Não! Dou- te algumas razões para não concordar, apesar de compreender a pergunta, pois o U.S Title raramente é defendido. O peso histórico de ambos os títulos é bastante semelhante, pois o Intercontinental Title é um histórico da WWE e o US Title também o é, mas mais, da extinta WCW. Esse legado não pode ser deitado “fora”, tal como não consigo concordar, com o desaparecimento do Television Title. Acho que a WWE não vai querer deitar em “saco roto” toda a história feita pelos lutadores que imortalizaram ambos os títulos.

Afirmas que ambos são secundários e, aceito a tua descrição, mas não vejo-os como dispensáveis, especialmente o US Title como perguntas. Apesar de o I.C estar a ter toda atenção , acredito que a vez do titulo americano esteja para chegar. Basta recuar algum tempo, especialmente quando havia as duas brand, que o o US tinha, mais destaque que o mítico Intercontinental title, por isso, acho que isto é uma fase que poderá mudar.

Houve uma pequena entrevista feita tanto a Big E como a Dean Ambrose que tiveram respostas curiosas. Ambrose apoia a unificação, mas com um cinturão novo (pois não quer ter trabalho de carregar os dois titulos) já Big E concorda, mas não com a criação de um cinturão novo.

Quando dizes retirar o título compreendo que seja uma decisão muito radical, mas também sou contra uma unificação de ambos, por isso apoio a continuidade dos dois. Obrigado pelo contributo com uma boa pergunta.

Próxima Semana

Para a semana volta a ser o José Sousa a responder neste espaço, deixem as vossas perguntas! Obrigado a todos por fazerem deste espaço um sucesso, que venham mais 100 edições de Perguntas e Respostas!

Sobre o Autor

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- Fundador e administrador do Wrestling.PT. Acompanha a modalidade desde 2005 e pratica no Wrestling Portugal desde 2008.

29 Comentários

  1. GonRodri - há 3 anos

    Parabens pela ediçao 100 WPT :)

    As vossas respostas às perguntas foram mesmo exatamente o q eu achava :)

  2. JoãoRkNO © - há 3 anos

    Parabéns pela centésima edição . Caro José, quais os adversários mais credíveis para suceder aos atuais campeões de mid card ?

  3. Arvanix - há 3 anos

    Parabéns pela centésima edição do Perguntas e Respostas ;)
    E concordo no que dizes, DirtCrit.
    José : Existem planos para tornar o Wyatt babyface, assim que The Shield voltar a ser heel, tirando Roman Reigns que será lançado, individualmente, como babyface. Se esta ideia se confirmar, achas que a “gimmick” que o Wyatt tem mudará, mesmo só um pouco, devido ao facto de ser babyface, ou não? E quanto aos Shield, que prevês para o futuro deles, quando Reigns for “lançado” individualmente e Dean e Seth Rollins formarem equipa heel?

  4. John_3:16 - há 3 anos

    Gostei bastante desta edição obrigado ao akujy por me responder á pergunta, agora perguntas pro José:
    Quem achas que pode ser um possível vencedor do Money in the bank este ano ?
    Achas que o Kane voltará a ser a grande big red machine dos grandes tempos ?
    O que achas que irá acontecer no combate entre os shield e os evolution no extreme rules ?

  5. Julio - há 3 anos

    Obrigado José por responder

    Pergunta:
    Se o Batista não tivesse esse tempo você acha que a Evolution teria todos os títulos em mãos como no Armageddon 2003?

  6. Ceip - há 3 anos

    Pergunta: Com a situação atual do Daniel Bryan, o Kane deverá ganhar o WWE World Heavyweight Title no extreme rules? e quanto tempo de rivalidade?

  7. Dcastanho - há 3 anos

    Para já parabens pela 100 edição, venham mais
    Obrigado pela resposta andré e sim espero que venham mais feuds pelo US até porque um wrestler como o ambrose é indispensável estar sem lutar (a solo), falaste de um possível novo visual do us yah apoiado aquele precisa de um novo (o IC não ta fixe assim)

  8. simaomatos12 - há 3 anos

    Achas que aqueles wrestlers que já não estão no activo há muito tempo no roster como (Evan Bourne, David Otunga, jtg, ETC…) poderão regressar?

  9. JeanJCS - há 3 anos

    Concordo em tudo na sua resposta José, sem tirar nem por.

  10. Igor Silva - há 3 anos

    Em sua opinião, qual lutador na atualidade que mais está merecendo um ”push”?

  11. Rui Araújo - há 3 anos

    Antes de mais obrigado pela resposta à minha pergunta.
    E fica desde já uma pergunta para a próxima semana: José, o que achas que a WWE tem reservado para o John Cena após esta feud com a Wyatt Family e achas que o fim de carreira vai servir para lançar uma superstar através dele ?

  12. Dr.Thuganomics - há 3 anos

    Acredita no regresso da team hell no?

  13. FabioVazz - há 3 anos

    Obrigado ao Bruno por responderes a minha pergunta.

    Quanto ao José: Sabemos que stables não duram a vida toda, e assim como a separação da The Shield já foi discutida, o que achas que irá ocorrer quando vier a separação da Wyatt? o que reserva a cada um?

  14. Silva177 - há 3 anos

    Primeiro de tudo,um grande Perguntas & Respostas,que venham mais 100 edições!
    Agradeço ao Jorge Rebelo por responder á pergunta e concordo com absolutamente tudo dito nesta resposta!

  15. IVoneteMacho - há 3 anos

    Me parece que vocês não gostam que só um lutador mantenha o cinturão, eu sinceramente queria que os lutadores ficassem 8, 10, 12 meses… enfim aqui vai minha pergunta para qualquer um da equipe no próximo: Sem comparar com nenhum outro lutador, qual você acha que é o mais talentoso dos Wrestler (em questão de técnica)?

  16. The Hurricane - há 3 anos

    se o brand split voltasse , acha que colocar John Cena no SmackDown novamente ajudaria a trazer mais audiencia para este show ? visto que o SmackDown parece estar sendo muito desvalorizado ultimamente .

  17. THE_WOLVERINE - há 3 anos

    achas que The Miz voltara algum dia a ser WWE CHAMP???

  18. rodrigomcb99 - há 3 anos

    Parabéns pela centésima edição
    José: Para ti quem seria o próximo Mr. Money In the Bank (apesar de o PPV ainda estar longe)? Visto os títulos estarem unificados achas que faria sentido criar uma mala para um dos títulos de Mid-Card?

  19. tna impact - há 3 anos

    se a WWE eou a TNA se dividissem por peso como na UFC o que aconteceria a lutadores como kofi, rey mysterio e alguns mais e principalmente a daniel bryan

  20. Shield of Justice - há 3 anos

    Pergunta:
    Achas que Kane é o cara certo pra ser desafiante do Título no Extreme Rules?

  21. AwesomeTheMiz - há 3 anos

    De nada, Fábio! Espero que tenhas gostado da resposta!

  22. #AWESOMESHOWOFFS - há 3 anos

    Achas que o cody rhodes tem hipóteses de ganhar a Money in the bank este ano?

  23. ivan albuquerque - há 3 anos

    O que tem achado do regresso de Batista? Por que acha que ele é tão odiado, e se ele pode acrescentar algo à companhia?

  24. Jardel - há 3 anos

    o Que Vc Achas Do Alexander Rusev?Achas Que Poderá Ser Um Novo”Ryback”,Ou Irá Vingar No Main-Roster?o Que Vc Acha Da Lana?Qual Titulo Lhe Daria Primeiro?Se Formasse Uma Tag-Team,Quem Poderia Ser o Seu Parceiro?

  25. José Alberto - há 3 anos

    Parabéns por a edição número cem. A minha pergunta é:
    Achas que lutadores como o Bo Dallas tem capacidade para substituir o John Cena?

  26. Nani - há 3 anos

    O que achas que a WWE deve fazer com o Ryback ?

  27. CM Punk - há 3 anos

    Muito bom, e obrigado por responderes a minha pergunta.

  28. johnsil107 - há 3 anos

    Grande artigo, grande iniciativa do WPT, todos estiveram bem nas suas respostas.
    José, tenha algumas perguntas para ti em relaçao a WWE, escolhe as que achares interessantes

    1- O que pensas de alguns lutadores como Cesaro, Ziggler, Sheamus,… que nao podem ter tantas opurtunidades pelos ” main titles ” como gostariam pois os titulos estao unificados. Ou seja, es a favor de manter esta unificação até quando e em que circunstancias eles se iriam separar?
    2- O que achas do card para o Extreme Rules: após a saida de alguns lutadores como os Hardys, Edge, John Morrison que davam qualidade a estes combates este PPV nao ficou um pouco pobre?
    3- Não tera a WWE feita um enorme erro de booking ao deixar passar a opurtunidade de ter o confronto entre Rhodes Brothers na WM 30, com os desentendimentos a começarem agora apenas a 1 semana do Extreme Rules, onde devera acontecer o combate
    4- Quanto tempo durará a Stable dos Shield? Parecem melhores que nunca especialmente depois do ultimo smackdown, mas vai chegar a altura em que eles nao terao mais adversarios para fazer combates 3×3 em todos os PPV. Quando terminarem, qual sera o futuro de cada um deles??
    Sei que sao muitas perguntas mas espero que respondas a pelo menos 1

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