The People’s Elbow #42 – The Beard is the Best

Olá, malta! Estou de volta com mais um artigo, no qual irei falar sobre Daniel Bryan e o comportamento infantil da empresa que representa ao não reconhecer o seu talento e não dar ouvidos às audiências. Do despedimento às tentativas frustradas de desestabilização da personagem, do combate cronometrado na WrestleMania à exclusão do último Royal Rumble, irá tudo ser destacado nesta edição que tem como objectivo desvendar este fenómeno de popularidade.

Bryan Danielson, nascido a 22 de Maio de 1981, debutou em 1999, treinado por William Regal e Shawn Michaels, ao assinar um acordo de desenvolvimento com a World Wrestling Federation, onde ganhou exposição e a alcunha de American Dragon.

Em 2001, depois da mudança de nome da companhia, competiu nos programas secundários Heat e Velocity, tendo sido libertado do seu contrato e viajado pelo Japão. Em 2002, juntou-se à promoção independente ROH, onde continuou a ter longos e aclamados combates contra Lance Cade, Austin Aries, Homicide e Christopher Daniels, inseridos em rivalidades notáveis e variadas estipulações.

Em 2009, o seu contrato expirou, o que abriu as portas a outras companhias, como a Dragon Gate USA, antes de ser contratado pela WWE a 4 de Janeiro de 2010. Pediu para ir para o território de desenvolvimento para se acostumar ao novo ambiente de trabalho, sendo nomeado Daniel Bryan e anunciado como lutador da primeira temporada do NXT.

Os participantes da “marca amarela” interferiram no combate entre CM Punk e John Cena na Raw de 7 de Junho, atacando-os e desmontando a área do ringue e equipamento circundante. A 11 de Junho de 2010, foi anunciado que havia sido demitido pelo acto de estrangulamento ao anunciador Justin Roberts durante o segmento, demasiado violento para a sua programação.

Retornou no SummerSlam, a 15 de Agosto, onde foi revelado como o membro surpresa na Elimination Tag Team Match contra os Nexus.

Na noite seguinte, começou uma feud com Miz, com ambos interferindo nos combates um do outro. No Night of Champions, derrotou-o pelo USA Championship, defendendo-o com sucesso no Hell in a Cell numa Sumbission Falls Count Anywhere.

Depois, defendê-lo-ia contra Ted DiBiase no Survivor Series, perdendo-o para Sheamus a 14 de Março de 2011. A 26 de Abril, foi draftado para a brand azul, pela qual venceu a mala Money in the Bank pelo World Heavyweight Championship, a 17 de Julho, declarando que a cobraria na Wrestlemania.

Depois de meses a perder lutas, iniciou uma feud com o World Heavyweight Champion Mark Henry. A 25 de Novembro, traiu os seus princípios quando o “homem mais forte do mundo” foi atacado pelo “maior atleta do mundo”, porém, Theodore Long revelou que Henry não estava medicamente apto a competir, continuando este como campeão e a mala devolvida ao dono.

Apesar de ser portador duma chance garantida, tornou-se candidato ao título e envolveu-se numa storyline romântica com AJ. Esta decisão, aparentemente sem pés nem cabeça, fez com que passasse a imagem de incapacidade frente ao devastador “Hall of Pain” e adiou o momento da concretização para o TLC, num pin vitorioso sobre Big Show, que tinha derrotado o World Strongest Man e sido atacado com uma cadeira logo de seguida.

Começaria, então, um lento heel turn, mostrando sinais de confiança redobrada e arrogância, através de excessivas celebrações. Sheamus, vencedor do Royal Rumble 2012, escolheu-o como seu oponente na WrestleMania pelo campeonato, conquistando-o em menos de 20 segundos, devido a uma distracção oriunda dum beijo de boa sorte de AJ.

Este foi o acto mais sujo que, até àquela data, se cometeu sobre ele mas, ao mesmo tempo, o que espevitou a manifestação do público para com tamanha injustiça. Foi aí que os criativos da WWE se aperceberam da importância dele e da fantástica relação com os fãs que vinha mantendo desde anos antes.

Pensando tratar-se de mais um caso de empatia passageira, a WWE resolveu tentar quebrar um recorde usando alguém que nunca foi observado como “Championship material”, que era fraco demais para ultrapassar obstáculos maiores e que havia sido Contender a um título pelo qual podia reclamar a qualquer altura!

Sabendo que a companhia desvaloriza o enlace obtido entre os seus lutadores com o público antes de assinarem contrato, esqueceu-se que Daniel Bryan era o American Dragon Bryan Danielson, um dos melhores atletas do circuito independente e figura de destaque da ROH.

Não sendo essa promoção concorrência à altura, tem espectadores entendidos na modalidade e que não perdem o rasto aos seus ídolos facilmente. Portanto, Daniel tinha seguidores quando entrou na empresa, adicionando mais umas quantas centenas na sua nova casa.

Por isso, rapidamente se gerou uma manifestação de apoio para alguém que até se tinha tornado um vilão mas a quem as pessoas reconheciam qualidade para durar mais que aqueles míseros segundos no maior palco de todos. Mais importante que tudo, elas não queriam ver o face a ganhar com uma perna às costas.

A indignação levou à constituição duma claque que seguia todos os movimentos e cânticos de duas das mais básicas palavras da comunicação verbal, aproximando ainda mais o lutador dos espectadores em algumas discussões “Yes-No” que tinham tanto de humor quanto de admiração por aquele sujeito.

Com o fracasso perante o irlandês, culpou a namorada pela perda do título e terminou a relação. Tentando sacudir a água do capote, a WWE “encostou-se” a AJ para explicar o sucedido no Biggest Stage of Them All, pois seguidamente tornou-o candidato ao título máximo de CM Punk isoladamente, sem ninguém à beira do ringue para incomodar.

Recebeu a “title shot” no Over the Limit, sofrendo uma derrota controversa. A 25 de Junho, derrotou o Straight Edge e a Big Red Machine para obter outra chance pelo campeonato, falhando a captura no Money in the Bank. Realizou uma aproximação à antiga parceira, pedindo-a em casamento, cuja rejeição o tornou mais amargo e zangado.

Esta ideia não colheu os frutos desejados (até porque não seria correcto encerrar um reinado que viria a completar 434 dias), mas lançou as sementes para uma transição benéfica de personalidade.

Vendo a intromissão que AJ estava a ser na feud tripla com Punk e o “Devil’s Favourite Demon”, e querendo usar o descontrolo emocional dela a seu favor, ficou mais manipulador e desenvolveu uma postura mais estratégica para alcançar os seus objectivos.

Contudo, AJ podia ser louca mas não parva, vingando-se do final do namoro pelo poder concedido como árbitro convidado e da posição permanente de Gerente Geral da Raw, recusando-se a conceder-lhe oportunidades pelo título e forçando-o a enfrentar Kane no SummerSlam, onde emergiu vitorioso.

Como resultado da raiva libertada sobre elementos da audiência, adversários e figuras de autoridade, foi ter aulas de “anger management”, conduzidas pelo doutor Shelby, onde este o forçava a abraçar Kane como método de alcançar a tranquilidade.

Os dois formaram uma equipa que constantemente expressava o seu descontentamento pela “união combinada” durante os combates, resultando inadvertidamente na vitória do Tag Team Championship.

“Hell No” foi o nome escolhido para a “Team”, que seria face quando começaram uma feud com Cody Rhodes e Damien Sandow. Ainda assim, a “conjuntura de conveniência” não agradava a nenhum dos dois, que preferiam esquecer que tinham um colega para cada um se denominar “Tag Team Champions”. Não sendo gramaticalmente correcto, era de partir o coco a rir com tão caricata frase de auto-imposição.

No entanto, os dois unir-se-iam quando, a 26 de Novembro de 2012, Kane foi atacado pelos Shield, enfrentando-se no TLC, onde os Hounds of Justice saíram vitoriosos sobre os Hell No e Ryback.

Até ao final do ano, defenderiam os Tag Team Titles, perdendo a 19 de Maio do ano seguinte no Extreme Rules, precisamente para os membros do “escudo” Roman Reigns e Seth Rollins.

Tendo sido Daniel a sofrer o pin da derrota, tornou-se obcecado em provar que não era o elo mais fraco da equipa, ficando cada vez mais agressivo, comportamento que os levou a perder a desforra, a 27 de Maio, alienando-se do seu parceiro.

Durante esta storyline, começou a ouvir elogios das bancadas, dos balneários, dos críticos e dos veteranos da indústria, que o consideravam o maior performer da WWE. Pouco depois, ambos os membros da Team Hell No consideraram a separação para atingirem objectivos individuais, sendo Daniel emparelhado com Randy Orton, apesar da fraca relação entre os dois.

Com o lugar de campeão maioritário tapado, Kane foi a sua tábua de salvação e os dois juntos foram-no para a divisão de duplas, interpretando segmentos de comédia que contavam uma história, nunca se esquecendo de a transportar para as suas lutas, onde eram tudo menos cooperantes.

Uma amizade com pitadas de ódio se formara naquele instante, contribuindo para uma das melhores fases da secção de pares em décadas. Daniel começara a não aparar a barba e a deixar crescer o cabelo, um visual destemido para quem a glória e o poder pareciam não estar ao seu alcance.

Esse aspecto descuidado afastava-o ainda mais do “quadro paisagístico” pintado pela WWE, pois não era um cabeludo, barbudo, com cara de bode e figurante nos filmes do Senhor dos Anéis (!) que os oficiais mais queriam ver a brilhar. Porém, revelou sim ser um “goat” – “greatest of all time”.

Não querendo ser um David, e depois de tudo o que passara para se afirmar no plantel, necessitou de fugir ao estatuto de “underdog”, fazendo-o no momento certeiro em que tinha sido valorizado e elevado pelo experiente Glen Jacobs.

Ele tinha de provar que conseguia chegar “lá acima” e o teste decisivo seria contra a “víbora”, que começara a querer cuspir veneno novamente. Derrotou-o via submissão numa Street Fight, continuando a acumular vitórias contra Sheamus e o “Capitão Carisma”.

Sendo o indivíduo mais over dos últimos tempos, John Cena seleccionou-o para ser o seu oponente pelo WWE Championship no SummerSlam. Dúvidas se levantaram se seria desta que ergueria o ouro, visto que a sua chamada poderia indicar que era um alvo fácil de eliminar e que só chegara a um combate pelo cinturão por livre arbítrio.

Isto levou-o a ser adicionado à feud interna da família McMahon, com Vince contra a sua imagem nada típica ou conivente com a dimensão da empresa. A 22 de Julho, ganhou uma Gauntlet Match para provar que era merecedor de ser Number One Contender, ganhando o seu primeiro campeonato ao derrotar John Cena.

Contudo, um ataque do árbitro convidado HHH permitiu que Orton cobrasse a sua mala, retirando-lhe o título, endereçando-o como a “cara da WWE” e formando a facção “Authority”, que assegurava ser melhor representada pelo antigo “Assassino de Lendas” do que por um lutador inferior.

Apesar de ser novamente confrontado pelo seu aspecto físico e capacidade de se manter no topo, assumiu-se como o principal face enquanto Cena estava lesionado.

A 15 de Setembro, no Night of Champions, recuperou o cinto, mas foi destituído com base numa disparatada confissão do árbitro, que alegadamente o favorecera propositadamente. Tudo se tratara dum esquema do COO para que o título ficasse, na pior das hipóteses, vago e não nas mãos de quem ele não queria. Seria o segundo reinado a chegar ao fim sem sequer ter durado um dia

Viria a ter problemas com outro árbitro convidado, o melhor amigo do Game, Shawn Michaels, que fora o seu mentor mas que preferira defender o “Assassino Cerebral” num inesperado heel turn, tendo sido preso num “Yes Lock” como forma de retaliação. Nessa noite, seria atacado pela Wyatt Family, aliando-se a Punk para os defrontar no Surivor Series.

Acabaria por ceder às tentativas de recrutamento para a família, apercebendo-se que, por mais que o apoiassem, a “máquina” não o deixaria triunfar. Essa resignação e papel de vilão duraria duas semanas, até se libertar do grupo, mais um equívoco que se pensaria ser compensado no Royal Rumble, entusiasmando a plateia para a sua entrada no combate de eliminação, o que não ocorreu, contrariando todas as expectativas.

Às vezes, esta empresa de luta livre parece querer transformar um investimento que está à vista de todos numa coisa fútil e banal. Vince disse que “dá ao povo o que ele quer” para depois se negar a evidenciar que o que se queria era Daniel Bryan a vencer o Royal Rumble, a rebentar com a arena com uma tremenda ovação e ir à WrestleMania dar a volta à autoridade numa luta com Randy Orton, terminando com o cinto aos ombros.

Isso seria o mais lógico para cumprir os desígnios que só eles lá dentro não querem ver traçados, preferindo trazer um homem com quase 50 anos a tempo de invocar uma cláusula do contrato que tape tudo de bom que Daniel tem feito. A WWE não se podia ter dado ao luxo de deixar de fora o seu bem mais precioso, quer ele tivesse combatido antes ou não.

Tenham juízo e prestem atenção aos novos, não sei se dá algum tipo de pica ou prazer tentar enterrar quem noutras circunstâncias seria main event.

O escândalo só não é maior porque ele consegue passar por cima de guiões mal pensados e teorias que não dão em nada, como o tal recorde negativo, a viragem para vilão e entrada na família quando é um face adorado e disponível para se manter assim durante mais uns anos etc

Se alguém tem feito dele uma estrela é ele e os apoiantes, porque de resto só se vislumbram tentativas de o deitar abaixo. Para nossa sorte, muitas saem furadas e o nerd a quem pêlo facial botou carisma está aí para as adversidades.

Passando a maior parte da sua carreira sem uma personagem específica, tornou-se popular e relevante graças aos seus maneirismos e habilidade, arrancando sempre reacção durante os seus combates.

Incluiu na sua caracterização os gritos de “Yes” no seu caminho para o ringue e após vencer um oponente, creditando o lutador de Artes Marciais Mistas Diego Sanchez pela inspiração, que cresceram para fora dos eventos da WWE. Depois de se tornar heel em 2012, voltou-se contra os fãs e passou a entoar “No”, o que os encorajou a continuar com os “Yes” para o importunar.

Novamente face, adaptou os dois termos conforme a situação lhe agradasse ou não, entrando esses cânticos na cultura americana, especulando-se que tenha sido essa a razão para o terem retirado da Wyatt Family e percebido a péssima altura para o virarem heel. Também incorporou o seu estilo de vida vegan na sua faceta de vilão para ter heat.

É extraordinário como com taunts e catchprases tão simples e umas quantas características não inventadas conseguiu pôr tanta gente a aplaudi-lo, incentivá-lo e a preferi-lo em detrimento de lendas.

Eu fico por aqui, deixando-vos com algumas curiosidades. Até para a semana.

Cita como influências ao seu estilo Dean Malenko e Chris Benoit, desenvolvendo-o em 2009 quando começou a treinar Artes Marciais Mistas no ginásio de Randy Couture e Neil Melanson.

Foi o treinador chefe da academia da ROH, substituindo Austin Aries e entregando a posição a Delirious, em 2007. Começou a ser vegan em 2009, após sofrer severas infecções no fígado, revelando que não o é desde Setembro de 2012 devido à dificuldade de encontrar comida com essas propriedades na estrada.

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “The People’s Elbow”. Nascido a 25/2/90 na margem Sul, fã desta modalidade desde 2009.

5 Comentários

  1. Bad News Barrett - há 3 anos

    Não acho que no global ele seja o melhor. No ringue e tecnicamente é muito provavelmente mas no total de atributos que um wrestler deve possuir já nao concordo e passo a explicar:

    Como disse no que diz respeito às mic skills estamos muito provavelmente a falar do melhor wrestler da actualidade. Mas noutros parametros fundamentais para um wrestler de topo e no global de skills não acho que o seja.

    Bryan não tem o look característico de um main-eventer, que carrega a companhia às costas e que marca impacto só com a sua presença. Provavelmente muitos dirão que isso não é importante e provavelmente as reacções do publico falam por si só mas não é bem assim. Há muitos fãs que acompanham a wwe apenas por acompanhar e não tem um entendimento e discernimento das coisas como nós, os verdadeiros fãs e como tal focam-se talvez mais noutros atributos que não só o trabalho no ringue. E claro pensando assim nomes como Randy Orton, Roman Reigns, Cesaro ou Wade Barrett saltam mais à vista.

    Bryan acaba por chegar ao topo um pouco à imagem de rey misterio. Lutador baixo, pouco dotado fisicamente para esses voos mas que reune um estilo de luta empolgante aliado a uma gimmick muito boa que os favorece bastante. Mas será que é credivel considerar qualquer um deles como um main-eventer de longo prazo? Essa é uma pregunta à qual eu nao posso responder porque nao sei o que irá na cabeça das pessoas se a wwe fizer tudo que elas querem que faça.

    Outro aspecto muito importante são os mic-skills. Bryan até nao é mal aqui e melhorou muito ultimamente mas neste parametro nomes como John Cena, The Miz, CM Punk ou Damien Sandow sao muito superiores e isso conta muito também na construção de uma boa historia ou de uma excelente rivalidade.

    É por estes pequenos detalhes que apenas considero Bryan o melhor in ringue e nao no global. Talvez reunindo todas as condições e na minha opinião pessoal o melhor wrestler da actualidade seja um destes nomes:

    CM Punk ou Randy Orton – Ambos tem tudo o que os parametros de um main-eventer exigem. Orton pode nao ser o melhor talker sim mas com a sua personagem excelente de 2008 ele nem precisa de falar muito, um pouco à imagem de undertaker para cimentar o seu legado. CM Punk apenas nao possuiu o fisico perfeito porque de resto possui todas as pontencialidades para estar nesse patamar e daí a minha opinião ficar entre estes dois.

    • Coisa - há 3 anos

      O Orton é sem dúvida o exemplo perfeito de um Wrestler, é o mais completo, o pior é mesmo as mic-skills, mas nisso ele já provou ser incrível (promos como a que ele fez em plena ECW contra Kurt Angle ou em 2009 como Viper).

      Uma pergunta: Achas que o Punk não tem físico? olha que o gajo tem mais de 1,90 e mais de 100 quilos, logo, acho ridículo os fãs tentarem fazer o punk parecer alguém “pequeno”

  2. R8cha - há 3 anos

    Só eu é que acho que esta história do Bryan estar sempre a ser “anulado” pela machine, ainda dá mais audiencias e emoção para a história?
    Ve-lo ultrapassar tudo mas no fim haver sempre algo k o impeça de atingir o objectivo é muito frustrante e coloca cada vez mais fãs a favor dele.
    Quando ganhar o titulo, que nao tenho duvidas que ganhe, vai ser uma explosão enorme de alegria e de alivio e vai realmente significar algo e solidificar Bryan como um dos melhores, diria até, de sempre…

  3. Roman28Reigns - há 3 anos

    concordo com tudo o que disseste, Daniel Bryan é sim um grande lutador e merece ter o WWWE Champion mais que umas horas nas mãos, agora com a saida do BITW CM Punk, Bryan devia tornar-se o WWE Champion, eu gostava que na WM 30 acontecesse Orton vs Batista vs Bryan e Daniel ganhasse no maior palco de todos

  4. 434 Days - há 3 anos

    “I am the Tag Team Champions” – o quanto eu adorava isto. O Daniel Bryan é sem dúvida um caso único. Um profissional com uma excelente ética de trabalho e um wrestler completo em todos os sentidos. É pena que alguns não o vejam como a estrela. Bom artigo

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